Textos de Filhos para os Pais
Dona Maria
Mãe de dois filhos, o Bira e o Pepe.
Acordava todo dia, de pé sempre às sete.
Levantava de manhã cansada e mesmo assim não se esquece, de arrumar a mesa, e por café para os moleques.
Dona Maria é dona de casa, é cozinheira e ainda é chefe.
Vende docinhos de dia, e a noite uns croquetes.
Ahhh Dona Maria...
Trabalha, trabalha, trabalha...
Dona Maria era casada.
Daquelas não muito amadas.
Então tornou-se divorciada.
Descobriu que o amor brotava de dentro de si.
Se tornou mais feliz assim.
Dona Maria, levava as crianças para a escola.
Preguiça para ela não cola.
Vai para o mercado bem rápido, mas vai voltar rapidinho, advinha, ela esqueceu a soja.
Dona Maria, se apressa bem depressa, aproveita o tempo que ainda lhe resta.
Faz o jantar bem cedinho e sai para buscar seus filhinhos.
Dona Maria, aquela que acorda com os galos.
Alimenta os seus filhos, e se joga no trabalho.
Cozinha e limpa, Dona Maria é
guerreira.
Esposa e Filhos
Esposa e filhos são tudo
São de Deus um presente
Posso dizer com certeza
O mais brilhante e luzente
São minha alma e meu corpo
Ainda são minha mente.
Eu só quero agradecer
Fui por Deus um escolhido
Isso só me faz feliz
Levando a vida nos trilhos
Hoje sou iluminado
O que tenho de mais amado
São a esposa e os filhos.
Aqui sentado nessa cadeira de balanço, olhando para o por do sol, filhos, netos, um bisneto recém nascido, estão todos na cozinha, como todo domingo fazem, almoço em família, a vida passou, muita coisa mudou, muitas lembranças sumiram, mas aqui no meu peito, de já 80 anos, uma dor e uma saudade ainda me consome, com uma lagrima solitária ainda lhe homenageio, a cada mês, a cada ano, essa pequena lagrima vai ficando cada vez mais pesada, e mais e mais seu rosto vai desaparecendo, mas não preciso de um rosto para saber que ainda lhe amo, pois aqueles dias jamais morrerão, jamais irão se perder em minha mente..... bastou um "Oi" e eu senti, me envolvi, me apaixonei, amei.
O seu jeito sem jeito, me encantou, foi perfeito até ser tudo que eu sempre quis, por muito tempo, cada minuto que passamos conversando, juntos, mas ao mesmo tempo quilômetros e mais quilômetros de distância.
Brigamos as vezes por motivos insignificantes, me declarava para voce sem esperar grandes ocasiões, te critiquei, aconselhei, julguei, levei bronca e muito incentivo, chorei, sorri, senti aquele frio na barriga, aqueles sorrisos bobos que só você conseguia tirar de mim até quando eu só queria ficar na minha.
Agora na sala fria do inverno, bebendo um café forte e assistindo um filme melancólico e dramático, só esperando o sol anunciar um novo dia, uma lágrima quente percorre meu rosto, meu coração aperta, sinto sua falta.
Eu tinha planos e não posso desistir, passando horas a te esperar, talvez eu saiba que você não vai voltar, talvez minha mente se recuse a te esquecer, se recuse a ordenar que o coração pare de bater por você... Foi um sonho, meu perfeito sonho, eu, você, filmes, música, livros... Juntos para sempre, o nosso infinito, que durasse um dia, um mês, uma vida, que acontecesse, sem "mais" ou "menos" só nós dois um para o outro, porque se eu tenho uma certeza é a de que eu te amo....em fim minha ultima lagrima foi derramada.
sim, fazem três anos já. o que as pessoas fazem depois de três anos? elas se casam, tem filhos, dão novos rumo para sua vida, esquecem amores do seu passado.
e eu, o que faço em três anos? ainda sinto saudade, ainda fico imaginando que isso é passageiro, ou era, mas foi só para mim.
A questão é que as pessoas não voltam, relembrar daquele tempo só para chorar, e continuar pensando que sua vida poderia ter sido diferente ou que poderiam ter esperado para faze-la diferente.
OS FILHOS ESQUECERÃO
O tempo é um animal estranho. Se parece com um gato, faz o que lhe dá vontade, te mira com olhar astuto e indiferente, vai embora quando você suplica, para que ele fique e fica imóvel quando você pede por favor, para que se vá. As vezes te morde enquanto recebe carinho ou te arranha enquanto te lambe (beija).
O tempo, pouco a pouco, me liberará da extenuante fadiga de ter filhos pequenos, das noites sem dormir e dos dias sem repouso.
Das mãos gordinhas que não param de me agarrar, que me escalam pelas costas, que me pegam, que me buscam sem cuidados, nem vacilos.
Do peso que enche meus braços e curva minhas costas.
Das vezes que me chamam e não permitem atrasos, esperas, nem vacilos.
O tempo me devolverá a folga aos domingos e as chamadas sem interrupções, o privilégio e o medo da solidão.
Acelerará, talvez, o peso da responsabilidade que ás vezes me aperta o diafragma.
O tempo, certamente e inexoravelmente esfriará outra vez a minha cama, que agora está aquecida de corpos pequenos e respirações rápidas.
Esvaziará os olhos de meus filhos, que agora transbordam de um amor poderoso e incontrolável.
Tirará de seus lábios meu nome gritado e cantado, chorado e pronunciado cem mil vezes ao dia. Cancelará, pouco a pouco ou de repente, a familiaridade de sua pele com a minha, a confiança absoluta que nos faz um corpo único, com o mesmo cheiro, acostumados a mesclar nossos estados de ânimo, o espaço, o ar que respiramos.
Chegarão a nos separar para sempre o pudor, a vergonha e o preconceito, a consciência adulta de nossas diferenças.
Como um rio que escava seu leito, o tempo perigará a confiança que seus olhos têm em mim, como ser onipotente, capaz de parar o vento e acalmar o mar, concertar o inconcertável e curar o incurável.
Deixarão de me pedir ajuda, porque já não acreditam mais que em algum caso eu possa salvá-los.
Pararão de me imitar, porque não desejarão parecer-se muito a mim.
Deixarão de preferir minha companhia em comparação com aos demais (e vejo, isto tem que acontecer!)
Se esfumaçarão as paixões, as birras e os ciúmes, o amor e o medo.
Se apagarão os ecos das risadas e das canções, as sonecas e os "era uma vez... acabarão de repercutir na escuridão.
Com o passar do tempo, meus filhos descobrirão que tenho muitos defeitos e se eu tiver sorte, me perdoarão por alguns deles.
Sábio e cínico, o tempo trará consigo o obvio.
Eles esquecerão, mas ainda assim eu não esquecerei. As cosquinhas e os "corre-corre", os beijos nos olhos e os choros que de repente param com um abraço, as viagens e as brincadeiras, as caminhadas e a febre alta, as festas, as papinhas, as carícias enquanto adormecíamos lentamente.
Meus filhos esquecerão que os amamentei, que os balancei durante horas, que os levei nos braços e ás vezes pelas mãos.
Que dei de comer e consolei, que os levantei depois de cem caídas.
Esquecerão que dormiram sobre meu peito de dia e de noite, que houve um dia que me necessitaram tanto, como o ar que respiram.
Esquecerão, porque é isso que fazem os filhos, porque isto é o que o tempo escolhe.
E eu, eu terei que aprender a lembrar de tudo para eles, com ternura e sem arrependimentos, incondicionalmente.
E que o tempo, astuto e indiferente, seja amável com esta mãe que não quer esquecer.
Hoje é o dia dos filhos!
Quem disse que para ser mãe, precisa ter saído de nós?
Basta ter um amor, um coração para amar, para querer bem, para dar conselhos, dar apoio...!
Então tenho quatro filhos, um que nasceu de mim, David, e outros trés que nasceram para mim, Camila, Othon e Sandro, filhos do coração, filhos de oração.
Meus amores, vocês sabem que estou aqui, como sempre estive, podem contar comigo sempre.
Amo vocês!!!!!
#Mães de #joelhos, #filhos de #pé
Eu sou privilegiada, tenho quatro filhos lindos, que eu amo, e que me amam também !!!!!!!
Passatempo...
(Texto dedicado aos filhos Evandro, André e Renato Martins, às noras Tatiane e Daniela, às netas Júlia, Beatriz, Rafaela e Laura)
Eu não tenh ‘inda setenta, eles passam dos noventa
São mais velhos do que eu, vê se dá pra’acreditar
Ou se devo, eu não sei.
Já viveram muito mais, muito mais já viajaram
Já amaram muito mais, muito mais já se entregaram
Já sofreram outro tanto, mais ainda renunciaram
Eles passam dos noventa, e eu? Não cheguei ‘ind’ aos setenta!
Sei que ando devagar, eles correm, e muito mais
E percorrem mais o mundo, crescem mais, são bem maiores
Vitamina não lhes falta, e se mexem, se aborrecem
E reclamam, e proclamam, s’enrolam, e me enrolam
S’ enganam e me enganam, se descobrem e se amam
Se descobrem e m’ encobrem, s’ enobrecem e m’ esclarecem
É uma pena, sei que é, gostaria de andar junto
Mas são muito, muito e muito, mas são muito mais ligeiros
Não consegui ‘inda os setenta, eles passam dos noventa
E já foram mais além, logo chegam aos cento e tantos
Eu não sei se chego lá, a distância é muito grande
E eu ando devagar, eles não, são bem ligeiros
Com seus passos sete léguas, que, acredito, nem conheçam
Viram mundo, vão a fundo, são teimosos, atrevidos
Sempre‘ sempre decididos.
Com seus gostos descabidos, seus desejos divertidos
Que n‘entendo, eu confesso, mas compreendo, não censuro
Não critico, isso eu juro! Só constato, isso é fato
Que são muito verdadeiros, e deveras lisonjeiros
Mas são muito, muito e muito, são muito mais ligeiros
Eu demoro pros ‘ setenta
Eles logo, logo, logo, chegam fácil aos cento e tantos
Cento e trinta, e quarenta, e quem sabe, aos duzentos
Se acertarem o compasso, e andarem par-i-passo
Não sei não, eu não duvido, irão juntos, de mãos dadas
Conhecer outras paradas, descobrir outras histórias
Com os passos sete léguas, que o que é, já saberão
Mundo afora, vida adentro, sempre unidos, protegidos
Vão ouvir outros poetas, vão cantar outros cantores
Ser felizes, certamente!
Seguirão outras correntes, crescerão ainda mais
E serão bem mais contentes
Pois os frutos, mar adentro, pros’ que andam mais ligeiro
São macios, saborosos, nutritivos, mais gostosos
Não cheguei ‘inda aos setenta, eles passam dos cento e tantos
Sei que quando eu chegar lá, terão ido muito além
Como andam mais ligeiro, passarão fácil, bem fácil
Passarão é dos duzentos, pois são três, eu sou só um
Não cheguei ‘inda aos setenta, e eles foram muito além...
Dentro em pouco, bem pouquinho, terão passado dos cem!
Eis que vejo hoje mães...
Mães que anularam seu filhos de sua existência.
Mães que se entregaram aos prazeres da carne e passaram a pensar somente em si.
Mães que geraram filhos em troca de prazeres.
Mães que se entregam na ignorância sem ao menos haver inocência.
Será que essas mães não pensam no irá surgir na cabeça de seus filhos daqui há dez anos?
Ou será que são simplesmente maldosas.
Não sei...
Mais acredito que tudo há um preço a pagar.
A felicidade é uma necessidade quando temos filhos. Eles vêem o mundo através de nós. Não te permitas ser infeliz só porque não tens aquilo que queres ou podes. Reformula a tua vida. Parte do zero, se for preciso. Recomeça tantas vezes quanto as que forem necessárias, mas não desistas de ti e muito menos abdiques de reflectir o teu brilho junto dos que te amam incondicionalmente.Não esperes que a vida aconteça. Faz acontecer!
Anabela Pacheco
AOS NOSSOS FILHOS
Quanto tempo eu já nem sei
Do que vivi do que sonhei.
Por vezes me faltam palavras pra explicar a minha timidez.
Meu mundo só é lindo com vocês,
Marcas das nossas vidas sem pecado
Que reflete-se ao longo de cada dia
Pela lente da beleza revelados.
Ler, quem dera, nunca aprendi.
Escrever, nunca me submeti
Mas na escola do amor, sou formado, graduado sem ter curso de “dotô.”
Amá-los todo dia sem precisar
Ser rei ou reverenciá-los em poesia,
Minha vida, meus amores foi de tanto amor que desejei.
Da perfeição da mão de Deus do outro amor que imaculei
Não vivo se não tenho vocês, nossos filhos, filhos de Deus!
O AMOR E EU
Ser de luz que os filhos conduz
Que suporta a dor
para conhecer o verdadeiro amor
Que acolhe no ventre
Que enfrenta tormentas
Que briga, que chora
Para não vê-los sofrer
Amiga
Protetora
Médica
Advogada
Professora
Todas em uma só.
Um colo
Um sorriso
Um olhar, um ombro amigo
E a certeza que sempre estarás comigo.
Lene Torres
Ano 16
FILHOS
Filho é um amor sem concorrência...
Um amor que não se traduz em fragmentos. Sejam dois, seis ou dez, para cada um, o amor deve ser dado de forma igual e inteira...
Pra vocês que não são partes de mim, mas eu por inteiro...o meu amor em doses iguais.
*Lui & Marya - O melhor de mim.
Lene Torres
Belém - Pará - Brasil
Ano 15
Filhos – Por que tê-los?
Acho que nosso maior dever é dar aos nossos filhos a independência necessária para se construir um ser humano forte e de caráter.
Qualquer outro incentivo fica na casa dos pormenores. O problema todo é quando os obrigamos através do nosso excesso de carência a substituir tudo que não fomos capazes de realizar. Começamos quase sem querer, depois tomamos posse da vida deles e jogamos a responsabilidade no colo.
Começa assim:
“Meu maior amor – minha vida” –” É tudo para mim!” - “Meu maior amigo (a)”.
Lógico que é! Lógico que se ama profundamente a pessoa que se deu a vida; mas será necessário mesmo colocar de um jeito tão escancaradamente impositivo, de forma a obriga-lo a corresponder em grau e forma?
Será que não estamos cometendo os mesmo erros que cometemos com nossos parceiros e parceiras, a qual jogamos toda responsabilidade por nossa felicidade pessoal e intima?
Veja como você trata quem você ama, e observe como esta sendo egoísta em exigir (mesmo sem querer, ou de caso pensado) que este mais tarde retribua seu investimento nele. É disso que se trata toda relação demasiadamente sufocada em toda sua vida. Você sufoca as pessoas e passa ser rejeitado, daí volta toda sua atenção aos filhos, porque deles espera só entendimento, amor, consideração, respeito e RECIPROCIDADE.
Dá até medo na espinha, de como essa criança vai crescer, cheia de peso nos ombros de substituir para mãe ou para o pai, as pessoas que ela (ele) deixou passar, os fracassos emocionais, as perdas, os erros e tantas coisas que acabamos deixando pelo caminho.
Em um mundo atual, onde tudo é líquido e raso, ter pessoinhas perto que precise de seus cuidados, aceite seu amor incondicional; passa a ser um alento ao ego.
A gente tem tomar muito cuidado é com nosso verdadeiro papel de curador dos filhos. Educador, corretor, exemplo, construtor de caráter, tudo isso e mais alguma uma coisa é que verdadeiramente importa e consta na nossa lista de deveres para com os filhos. O amor e os carinhos são prêmios por bom comportamento. Não devem ser administrados a torto e a direito.
Sem uma promessa de tempos difíceis, a criança cresce achando que a vida foi feita só para ela. Que o pai ou a mãe são eternos benfeitores. E não existe isso. Bem sabe quem perdeu um deles, como é duro viver sem. Filhos são reflexos da gente. Eu quero que cresça a melhor parte de mim. E a melhor tem muito a ver com esforço, luta persistência, respeito e tantos predicados que um só ser humano não consegue reunir. Antes de cobri-los de beijos e mostrar o sol que brilha todos os dias, devo também alerta que haverá dias chuvosos e negros.
O ator de 54 anos, Domingos Montagner, deixa mulher e três filhos. Morreu numa tarde de quinta-feira, após passar a manhã gravando cenas finais de uma das mais belas e densas novelas da Rede Globo, Velho Chico. Um mergulho em uma tarde de quinta-feira. Em uma folga, ao lado da companheira de trabalho, Camila Pitanga. Rápido como o estampido de um estouro. Segundos de distração nas correntezas de um rio carregado de misticismo e significado. Um rio onde, dias atrás, cenas da novela se desenrolavam no afogamento e resgaste do seu personagem.
Em um estampido. Daqueles que causam choque e que não sabemos se é tiro ou se é bomba. Talvez, em um tempo menor do que o barulho que nos causa a mente. A vida se esvai. Escapa das nossas mãos em uma dança melancólica de perplexidade, como declarava os repórteres globais ao anunciar a morte do colega de emissora. Perplexidade. A morte e seus significados. E essa mania de mexer com o coração da gente. Com o estomago da gente. Eu, que tanto tenho me irritado ultimamente. Que tenho estourado por tão pouco. Que tenho dito tantas coisas desnecessárias a gente que não vale a pena, e deixando de dizer tantas coisas que vale a pena as pessoas necessárias. Eu, que tenho pedido pro dia ter um pouco mais de tempo pra que eu possa dar conta de tanta coisa. Que tenho mantido com o café uma relação séria e essencial para manter os meus olhos abertos..
A morte e seus efeitos. O sentimento de tristeza é obvio. Um ator, protagonista de uma novela em reta final. Mas, o choque é por saber o quanto somos e estamos à mercê de morrer. Amanhã, daqui a uma semana. Ou agora. Brincamos de viver, achando que nunca vamos morrer. E quando acontece um fato desses, engolimos seco. A morte mostrando quem manda. E quem se habilita a desafia-la agora?
Quando nascem nossos filhos olhamos aquele ser amado com olhos de um ´´poder´´ em ensina-los tudo .
No fim ,aprendemos que ensinamos poucas coisas ,eles foram nossos professores ,e não nossos alunos .
Filho é escola ,e temos a prova disto qdo realmente assumimos que somos mais dependente deles que eles de nós !!!
Ainda somos imaturos demais pra enxergamos que a alma é mais importante que a hierarquia da vida .
Meus filhos minha escola linda !!!! Edmasfcosta
...Em cada ser semeaste
um pouco da ternura de que és feita,
e ante ti
somos apenas filhos,
e irmãos uns dos outros,
ó ser múltiplo,
imenso como toda a terra,
ventre fecundo onde cabem os homens,
pobres e ricos, de todas as cores,
entranha geradora de onde o bem provém,
e já não há nenhum órfão..."
Semelhança
Mãos e ouvimos.
Pés, sorrimos e corremos.
Por abraços, somos tantos filhos com saudades.
Cantamos, acordamos e estamos no alto olhando a imensidão verde cheia de silêncio e repleta de profundidades.
Nossa terra, água, fogo, e aves migratórias em curso para outra estação.
Vamos essas vontades e não a outro.
E algum criador vislumbra enquanto me rebelo por acreditar muito mais em mim do que o consigo imaginar.
Me percebe quando me vê tão semelhante a ele.
Quando primeiro já existia sem ainda nem saber acreditar.
Ela caminha devagar para o seu homem e os seus filhos...sem nunca desviar do caminho que Deus lhe vai ensinando.
Nunca ninguém fala dela e eu amo-a por isso; ela é uma flor no horizonte, uma estrela a sua maneira.
Descobri a luz no calor das suas mãos e cresci no fundo do seu palácio de algodão
Nunca ninguém fala dela e eu amo-a por isso; ela é a Rainha na sua casa, uma estrela a sua maneira.
Ela chama-me e tudo ao meu redor é Primavera. É tão bonita que até lhe disse as primeiras palavras da minha vida. Com tudo, não me peçam para lha mostrar com o dedo; com os vossos olhos de Estrangeiros, não ides vos aperceber de nada mas nunca neguem fala dela, mas Ela é muito mais que tudo que podeis imaginar, Ela é o Titulo desta pequena escrita.
Ela é minha Mãe
Comenta Wilson Cardoso, o idealizador do projeto FILHOS DO BRASIL:
“ O projeto Filhos do Brasil é para quem crê em missão, em objetivo de vida. Uma trajetória sobre esperança e superação das adversidades, uma historia sobre o poder de sonhar, não importa em que circunstâncias. Estou muito feliz em poder passar a mensagem, é importante é o compromisso com o país e com povo brasileiros. De Dizer... é possível ! ”
10- Órfãos do amor
Órfãos do amor
São como filhos da tristeza.
Guardam dentro de si a esperança
De serem um dia, irmãos da felicidade.
Essa felicidade caminha junto
Do amigo tempo,
Que sem a sabedoria do carinho
É simplesmente impossível encontrá-la.
Aprendemos, a passos lentos,
A difícil arte de nos perdoarmos,
Aceitarmos e a nos amarmos
Como a forma mais bela do amor.
Vivendo regras simples
De tolerância, respeito e amor,
Fatalmente encontraremos a mãe suprema:
A paz.
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