Textos de Feliz Ano Novo para celebrar com esperança e otimismo

Saibamos Confiar

"Não andeis, pois, inquietos."
- Jesus. (MATEUS, 6:31.)

Jesus não recomenda a indiferença ou a irresponsabilidade.

O Mestre, que preconizou a oração e a vigilância, não aconselharia a despreocupação do discípulo ante o acervo do serviço a fazer.

Pede apenas combate ao pessimismo crônico.

Claro que nos achamos a pleno trabalho, na lavoura do Senhor, dentro da ordem natural que nos rege a própria ascensão.

Ainda nos defrontaremos, inúmeras vezes, com pântanos e desertos, espinheiros e animais daninhos.

Urge, porém, renovar atitudes mentais na obra a que fomos chamados, aprendendo a confiar no Divino Poder que nos dirige.

Em todos os lugares, há derrotistas intransigentes.

Sentem-se nas trevas, ainda mesmo quando o Sol fulgura no zênite.

Enxergam baixeza nas criaturas mais dignas.

Marcham atormentados por desconfianças atrozes. E, por suspeitarem de todos, acabam inabilitados para a colaboração produtiva em qualquer serviço nobre.

Aflitos e angustiados, desorientam-se a propósito de mínimos obstáculos, inquietam-se, com respeito a frivolidades de toda sorte e, se pudessem, pintariam o firmamento à cor negra para que a mente do próximo lhes partilhe a sombra interior.

Na Terra, Jesus é o Senhor que se fez servo de todos, por amor, e tem esperado nossa contribuição na oficina dos séculos. A confiança dEle abrange as eras, sua experiência abarca as civilizações, seu devotamento nos envolve há milênios...

Em razão disso, como adotar a aflição e o desespero, se estamos apenas começando a ser úteis?

É preciso leveza na alma
para seguir essa vida tão árdua e
tantas vezes ...Difícil demais!
Sim...
Mergulhar no profundo e
tentar encontrar aquela serenidade e paz
que a dor as ludibria e nos faz tantas vezes
desistir...
Desacreditar!
Amanhecer
As lágrimas esquecer
Dos espinhos se desfazer
Sentir a vida serenamente fluir
Tentar sorrir
Sorrir... e calmamente
nosso caminho seguir .

Gosto muito de você a ponto de não conseguir lhe esquecer, por isso espero que você seja a última pessoa a me fazer sofrer.
Se existe amor para me dar: diga a verdade seja ela qual for.
Porque mesmo que seja não, não será um ponto final,
pois espero ser sua amiga, além de não gostar da saudade, odeio a solidão!

Cemitério
Aqui jaz um leão
chamado Augusto.
Deu um urro tão forte,
mas um urro tão forte,
que morreu de susto.

Aqui jaz uma pulga
chamada Cida.
Desgostosa da vida,
tomou inseticida:
Era uma pulga suiCida.

Aqui jaz um morcego
que morreu de amor
por outro morcego.
Desse amor arrenego:
amor cego, o de morcego!

Neste túmulo vazio
jaz um bicho sem nome.
Bicho mais impróprio!
tinha tanta fome,
que comeu-se a si próprio

O amor é assim...
Às vezes magoa, outras vezes nos faz bem...
Por que é que amamos sempre a pessoa errada?
Será que é porque ela nos faz sorrir, nos faz sentir seguros, por ela simplesmente existir...
Por mais que seja amor não correspondido, a esperança é a última a morrer...
Desistir NUNCA!

Depoimento de uma mente turbulenta


Olha, há muitas coisas que preciso dizer, mas diferente das outras vezes que sempre digo que tenho milhões de coisas pra falar, e agora não é nada semelhante do que as que me transbordam quando preciso desabafar.
Já faz um tempo que você entrou na minha vida, viu o caos que sempre fui e mesmo assim fez o possível e o impossível para estar do meu lado quando caí. Acontece que quanto mais me adapto, mais me distancio. Quanto mais tento esconder o meu verdadeiro eu, mais você me descobre quando te olho, quanto mais escondo minhas lágrimas, mais você sente a minha dor quando digo: não se preocupa, eu estou bem. Quanto mais me fecho, mais você tenta me mostrar minha importância na sua vida. Quanto mais me isolo, mais você sente a minha necessidade de um abraço.
Talvez você precise saber que por trás dessa mulher de equilíbrio, existe uma garota que luta contra os pesadelos que vive dentro de si mesma, que acorda todos os dias com vontade de se manter longe de tudo que a arranca os seus sorrisos, mas não passa de vontade. Esses conflitos e esconderijos criados no fundo da alma só servem para evitar que você perceba que não sou o que seus olhos enxergam. E quanto mais luto contra mim mesma, mais perco, perco porque não tenho mais controle, perco porque não consigo pensar em soluções para ser alguém que você realmente mereça, perco porque não consigo me manter em felicidade constante, perco porque não sinto que o futuro seja promissor. Te evito, só pra você não se assustar com o turbilhão de sentimentos que sou. Tento te afastar, e mais você me ganha por não me deixar sair da sua vida. Sinto muito, agora é desprezível ! Prefiro deixar você viver nas minhas melhores lembranças , do que ter fingir que você morreu pra mim a partir do dia que você realmente me enxergar e logo me deixar.

Desde o momento em que nascemos somos levados a formar uma união com os outros, uma motivação constante para se conectar, para amar e para pertencer. Em uma união perfeita achamos a forma que não podemos encontrar sozinhos, mas a força da união pode não ser conhecida até ser testada.

(Emily Thorne)

AS IDADES DO HOMEM SUBTRAÍDAS DOS ANIMAIS
(Fábula popular antiga)
Deus criou o burro e disse-lhe: “Obedecerás ao homem, carregarás fardos nas costas e viverás 30 anos. Serás burro”. O Burro respondeu ao Criador: “Senhor! Ser burro, obedecer ao homem, carregar fardos nas costas e viver 30 anos?! É muito! Bastam-me apenas 10.
Deus criou o cachorro e disse-lhe: “Comerás o osso que te jogarem no chão, tomarás conta da casa do homem e viverás 20 anos. Serás cachorro”. Respondeu o cachorro ao Criador: “Senhor! Tomar conta da casa do homem, comer o que me jogarem no chão e viver 20 anos! É muito... Bastam-me 10.
Deus criou o macaco e disse-lhe: “Pularás de galho em galho, farás macaquices e viverás 20 anos. Serás macaco”. O macaco virou-se para Deus e disse: “Senhor! Pular de galho em galho, fazer macaquices e viver 20 anos?! É muito. Bastam-me 10 anos.
E Deus fez o homem e disse-lhe: “Serás o rei dos animais, dominarás o mundo, serás inteligente e viverás 30 anos”. O homem respondeu ao Criador dizendo: “Senhor! Ser rei dos animais, dominar o mundo, ser inteligente e viver apenas 30 anos?! É muito pouco! Os 20 anos que o burro não quis, os 10 anos que o cachorro recusou e os 10 que o macaco não está querendo, dai-os a mim para que viva pelo menos 70 anos”.
E Deus atendeu ao homem, sob condições que o homem sem pensar aceitou.
Dessa forma, até os 30 anos, o homem vive a vida que Deus lhe deu originalmente. É homem. Dos 30 aos 50 anos, casa-se e carrega os fardos nas costas para sustentar a família. É sua fase de burro. Dos 50 aos 60 anos, já cansado, passa o tempo a tomar conta da casa. É a fase de cachorro. Dos 60 aos 70, mais cansado ainda, ele passa a vida aqui e ali, na casa de um filho ou de outro e faz gracinhas para as crianças rirem. É a fase de macaco...

Não se vá com a chuva

Lembro-me bem da primeira vez que a vi. Estava com um vestido azul florido. Com os cabelos escuros soltos sendo levemente bagunçados pelo vento, e suavemente molhados pela garoa. Andava apressada, acredito que não pelo fato de estar chovendo, pois não me parecia incomodada com os chuviscos. Repentinamente virou-se para o lado esquerdo encontrando meus olhos tão fixamente postos sobre ela. Nossos olhares se cruzaram por instantes que duraram uma vida, acredito que não só para mim. Vagarosamente caminhou em minha direção, sem ao menos desviar o olhar adentrou no restaurante em que me encontrava.Não pude conter-me ao vê-la, senti um sorriso moldar-se em meus lábios finos da forma mais convidativa possível. Ela veio sentar-se comigo. Conversamos durante alguns minutos, ou horas, não sei, o tempo era a última coisa que me vinha à cabeça. Eu estava feliz, não sei o porquê, mas eu estava feliz. Não sei se era o fato de estar ali conversando com alguém que acabara de conhecer, e que de alguma forma fazia-me sentir como conhecidos de longa data. Ou por simplesmente estar apaixonado por esse alguém. Não importava. Eu senti como se a felicidade pulsasse por minhas veias. Era algo mágico. Não conseguindo me controlar mais, fui me aproximando cada vez mais de seu rosto, delicadamente prendi a mecha de cabelo que escondia parcialmente seu rosto atrás da orelha, me aproximei um pouco mais e, desisti.
Aqueles olhos castanhos eram praticamente ilegíveis, não conseguia saber se me convidavam ir mais além ou se me repreendiam. Voltei ao meu lugar inicial, e foi à vez dela, esta não se preocupou em ir pausadamente , diferentemente de mim, ela o fez depressa. Nossos lábios se tocaram e se encaixaram perfeitamente. Foi nesse exato momento em que pude desvendar o enigma. Eu não estava apaixonado, não mesmo. Eu estava amando, da forma mais insana e imprevisível, eu estava amando. Ela afastou-se. E consultou o relógio de pulso, dizendo:
- Eu tenho que ir. Estou atrasada para um compromisso.
Ela levantou-se e virou em direção a saída. Vendo isso, a segurei pelo braço e disse:
- Espera. Ao menos me dê seu telefone, por favor.
Ela me ignorou. Andou em direção a porta sem nada dizer. Num impulso andei atrás dela. Correndo, ela cruzou a porta do restaurante e esta se fechou num estrondo. Quando saí já não chovia mais e não restava mais nada, nem um rastro, nada, a chuva se fora e a levara junto. Olhei para todos os lados em busca dela, nenhum sinal, nada. Abatido, entrei em meu carro e dirigi até o trabalho. Durante algumas noites tive pesadelos. Sonhava que em um momento a tinha em meus braços e no outro ela simplesmente desaparecia.
Mas não resolvi contar essa história para desiludir aqueles que sonham com o para sempre, amor à primeira vista ou coisa assim, mas simplesmente por que hoje eu a vi. Lembrei-me do primeiro dia. Ela avançada pelas ruas, deixando que o vento bagunçasse levemente seus cabelos escuros. Mas a diferença foi que dessa vez ela não andava depressa, e também estava acompanhada. Não podendo mais conter minhas lágrimas, chorei sem disfarçar. Por um instante senti o calor de seu olhar, jamais conseguirei saber se foi delírio meu. Mas por um instante em que a olhava revivi os momentos naquele restaurante, pude ouvir em minha mente o som repetitivo de seus sorrisos, pude sentir o calor de seus lábios novamente, vi todo o amor que em mim ainda não passou, mesmo depois de todos esses anos. Um dia acreditei em para sempre, em amor à primeira vista, mas tive a infelicidade de perdê-lo no mesmo dia.

Triste...
Ando triste
Há dias estou assim...
Triste...
Sabes aquela dor, que dói em lugar
Que não sabemos ao certo aonde é?
Uma falta de algo que não sabemos certamente o que é?
Sabe aquela vontade:
Vontade de sumir...
Se isolar...
Ficar só...
Quieto...
Somente você e seus pensamentos?
Pois bem!
Assim mesmo que estou.
Triste...

A sabedoria popular nos ensina que há sempre um aprendizado a ser recolhido depois da dor. É verdade. As alegrias costumam ser preparadas no silêncio das duras esperas. Não é justo que o ser humano passe pelas experiências de calvários sem que delas nasçam experiências de ressurreições.

Por isso, depois do cativeiro, o aprendizado. Ao ser resgatado, o sequestrado reencontra-se com seu mundo particular de modo diferente. A experiência da distância nos ajuda a mensurar o valor; e o sequestrado, depois de livre, mergulha nesta verdade.

Antes da necessidade do pagamento do resgate, da vida livre, sem cativeiro, corria-se o risco da sensibilidade velada. A vida propicia a experiência do costume. O ser humano acostuma-se com o que tem, com o que ama, e somente a ruptura com o que se tem e com o que se ama abre-lhe os olhos para o real valor de tudo o que estava ao seu redor. As prisões podem nos fazer descobrir o valor da liberdade.

As restrições são prenhes de ensinamentos. Basta saber parturiar, fazer vir à luz o que nelas está escondido.

A ausência ainda é uma forma interessante de mensurar o que amamos e o que queremos bem. Passar pela experiência do cativeiro, local da negação absoluta de tudo o que para nós tem significado, conduz-nos ao cerne dos valores que nos constituem.

O resgate, o pagamento que nos dá o direito de voltar ao que é nosso, condensa um significado interessante. Ele é devolução. É como se fôssemos afastados de nossa propriedade, e de longe alguém nos mostrasse a beleza do nosso lugar, dizendo: “Já foi seu; mas não é mais. Se quiser voltar, terá que comprar de novo!” Compramos de novo o que sempre foi nosso. Estranho, mas esse é o significado do resgate.

Distantes do que antes era tão próximo, recobramos de um jeito novo. Redescobrimos os detalhes, as belezas silenciosas que, com o tempo, desaprendemos a perceber. A visão ao longe é reveladora. Vemos mais perto, mesmo estando tão longe. Olhamos e não conseguimos entender como não éramos capazes de reconhecer a beleza que sempre esteve ali, e que nem sempre fomos capazes de perceber.

No momento da ameaça de perder tudo isso, o que mais desejamos é a nova oportunidade de refazer a nossa vida, nosso desejo é voltar, reencontrar o que havíamos esquecido reintegrar o que antes perdido ignorado, abandonado. O que desejamos é a possibilidade de um retorno que nos possibilite ver as mesmas coisas de antes, mas de um jeito novo, aperfeiçoado pela ausência e pela e pela restrição.

Depois do resgate, o desejo de deitar a toalha branca sobre a mesa, colocar os talheres de ocasião sobre mesa farta. Fartura de sabores e pessoas que nos fazem ser o que somos!

Refeição é devolução! Da mesma forma como o alimento devolve ao corpo os nutrientes perdidos, a presença dos que amamos nos devolve a nós mesmos. Sentar à mesa é isso. Nós nos servimos de alimentos e de olhares. Comungamos uns aos outros, assim como o corpo se incorpora da vida que o alimento lhe devolve. A mesa é o lugar onde as fomes se manifestam e são curadas. Fome de pão, fome de amor!

Depois do cativeiro, a festa de retorno, assim como na parábola bíblica que conta a história do filho que retornou depois de longo tempo de exílio. Distante dos nossos significados, não há possibilidade de felicidade. Quem já foi sequestrado sabe disso. Por isso, depois do sequestro, a vida nunca mais poderá ser a mesma.

►Casado Com Um Anjo

Em meu sonho você estava linda
Em meu sonho as estrelas eram suas amigas
Dançávamos ao som de suas músicas favoritas
E, ao me ajoelhar, perguntei se queria ser minha
Acordei antes que pudesse escutar sua voz
Logo após eu abrir meus olhos, me virei e te vi
Sua pele morena estava reluzente, não consegui voltar a dormir
Apreciando seus lábios eu fiquei, me lembrando por que me apaixonei
Sei que sou sentimental, que não sou excepcional,
Mas mesmo assim, eu tento lhe agradar,
Demonstrar o quanto você é especial,
Por você eu enfrentaria a origem do mal
Olhando você, indaguei o que estaria a sonhar
Quando estamos juntos, sinto a magia no ar
Meu presente de Natal poderia ser você, deitada sobre o sofá
Nada me daria mais prazer, devo dizer.

Diga-me, o que desejar? Um anel, talvez?
Se quiser, criarei um direto da boca de um vulcão, só para você
Um pedaço da Lua?
Eu lhe daria ela, será sua, sem uma bandeira escrito "U.S.A".

Me sinto confiante quando estou ao teu lado
Acho que sem você, sou um corpo inanimado
Estou inteiramente aos seus cuidados
Um dia sem te ver é um dia desperdiçado
Um poema de amor eu farei, se for necessário
Se me pedir o Sol, lhe darei o espaço
Aqui estou eu, grato por ter me aceitado
Este não é apenas um simples recado
É uma dedicatória de um ser humano apaixonado
Buscando não a acorda, eu deixarei meu sentimento aqui,
Para que quando você despertar, o possa sentir.

O Natal está chegando
Te garanto que depois do Réveillon, continuarei te amando
Mas, se eu pudesse, gostaria de lhe dar um beijo ao pé da praia
As dívidas do pobre estão nos atrapalhando
Meu limite é até onde consigo ir contigo
Ao te beijar eu me esqueço do frio
Ao te abraçar eu me aqueço, me sinto protegido
Estou apaixonado por você, e nós dois sabemos disso
E este meu sonho foi apenas um aviso,
Que, daqui para a frente, você será meu vício
O ar que respiramos, hoje coincidem, estamos unidos
Seu amor me provoca pensamentos explícitos
O seu sorriso melhora o que vivo, o que há de pior
Me vejo seguindo um rio, criado pelo meu bem maior.

Fiz de teu nome minha inspiração
Você se transformou em minha musa, que a mim tanto ama
Em suas mãos está o poder de me levar a perdição
Perdoe se for minha culpa, mas você a minha pomba branca
Me dá paz, me dá o céu, me alegra por todas as semanas.

Em meu sonho você estava divina
E a luz que em teus olhos emergia,
Me era feita como uma guia
Para iluminar a estrada sombria e desconhecida da vida
A flecha do Cupido atravessou meu peito, veloz
Seguro aqui uma foto de nós, agradeço a bênção que recebi
Você está aqui, estou feliz, e a Deus devo a gratidão de anos
Ele me permitiu apaixonar por um de seus anjos
Deus, eu a amo, prometo que ela jamais conhecerá o abandono.

É só mais uma noite
E eu estou encarando a lua
Vi uma estrela cadente e pensei em você
Cantei uma canção de ninar na beira d'água e soube
Se você estivesse aqui, cantaria para você
Você está do outro lado do mundo
E a linha do horizonte se divide
Milhas distante de poder te ver
Eu posso ver as estrelas da América
Eu me pergunto, será que você as vê também?
Então abra seus olhos e veja
Os nossos horizontes se encontrando
E todas as luzes irão te guiar
Pela noite, comigo
E eu sei que essas cicatrizes irão sangrar
Mas os nossos corações acreditam
Que todas as estrelas irão nos guiar para casa
Eu posso ouvir seu coração
Pelo rádio, ele bate
Eles tocaram "Chasing Cars" e eu pense em nós
De volta ao tempo em que você se deitava ao meu lado
Eu olhei para o lado e me apaixonei
Então, eu peguei a sua mão
E pelas ruas, eu soube
Tudo me levava de volta à você
Você pode ver as estrelas
De Amsterdã
E ouvir a canção que bate no meu coração?
Então abra seus olhos e veja
Os nossos horizontes se encontrando
E todas as luzes irão te guiar
Pela noite, comigo
E eu sei que essas cicatrizes irão sangrar
Mas os nossos corações acreditam
Que todas as estrelas irão nos guiar para casa
Eu posso ver as estrelas da América

Sou do signo de Áries.Fogo.Sou direta.Franca.E prefiro que sejam comigo também.Não gosto de meias palavras ou meias verdades.Só uso meias brancas.Mas nunca passo o réveillon de branco.Sou do avesso.Muitas vezes exagerada.Talvez eu seja sim,o oposto daquilo que você espera de mim.Sou hiperativa.Te amo mais do que queria.Gosto de todos os bichos.Não gosto de muitas pessoas.Trabalho como gente grande.Choro como uma criança.Talvez isso mude um dia.Afinal, hoje tá chovendo.Amanhã ninguém sabe né?
Talvez meu jeito estúpido de amar as pessoas ao ,
meu redor não seja suficiente.Talvez eu precise começar do zero e aprender a amar.Aprender a viver como se diz no Manual.O colégio de freiras me serviu pra alguma coisa.Gosto da Liberdade,mas adoro companhia.Adoro ouvir o ritmo da tua respiração.Perto.Bem perto!
Admiro as araras azuis.Aprendi no Discovery Channel que elas passam a vida inteira com o mesmo companheiro.Ninguém, nem, nenhuma lei, obriga ninguém a ficar junto por mais tempo que o amor consegue fazê-lo.Eu acredito nisso.Quer dizer...queria muito acreditar nisso.No amor livre.No amor enquanto houver amor.No respeito.Na cumplicidade.Na transparência.
Por não saber o que queria da vida, vivia fazendo o que não queria.Por não saber o que era amar,vivi levando na cara.Hoje, por amar demais, vivo sonhando.Por sonhar demais, posso acabar vacilando.Por vacilar sempre, vivo me fechando.Vivo sem sorte no jogo,mas ainda tenho a última carta pra apostar no amor.

O Amor – Poesia futurista

A Dona Branca Clara

Tome-se duas dúzias de beijocas
Acrescente-se uma dose de manteiga do Desejo
Adicione-se três gramas de polvilho de Ciúme
Deite-se quatro colheres de açucar da Melancolia
Coloque-se dois ovos
Agite-se com o braço da Fatalidade
E dê de duas em duas horas marcadas
No relógio de um ponteiro só!

Oswald de Andrade
ANDRADE, O. Obras completas. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1972.

Coisas que eu sei...
Que é muito bom receber flores,chocolates,beijos,carinho e cafuné...que é bom ter amizades para tudo o que der e vier,que a vida só é boa para quem sabe viver,que sonhar é bom mas realiza-los é melhor ainda...Coisas que eu sei...Que Deus está em tudo que até hoje realizei.

O Peru
Glu! Glu! Glu!
Abram alas pro Peru!

O Peru foi a passeio
Pensando que era pavão
Tico-tico riu-se tanto
Que morreu de congestão.

O Peru dança de roda
Numa roda de carvão
Quando acaba fica tonto
De quase cair no chão.

O Peru se viu um dia
Nas águas do ribeirão
Foi-se olhando foi dizendo
Que beleza de pavão!

Glu! Glu! Glu!
Abram alas pro Peru!

" Permita-me te amar,
E te amarei com tanta intensidade,
Que não poderei mensurar esse amor...
Senão como infinito...

Permita-me sonhar,
E viverei os maiores e melhores sonhos
Reinventando o amor,
Como as nuvens se reinventam no céu.

...Permita-me criar,
e ai sim fracassarei,
...Pois a criação pertence a ti. mulher,,,

...
Nessa luta desigual.
Achei que podia tudo,
Mas descobri que só posso,
Quando me permito completamente a você...”

(Oscar).

Como se destacam as mulheres loiras!
São vistosas, altivas e imponentes.
Brilham na noite, reluzem ao dia.
Seja onde for, aqui ou além mar,
Quando passam, há cochichos, olhares...
Sua elegância natural é ímpar!
Isso é fato, quem vai contestar?

Seus cabelos dourados ao vento,
Cintilam, balançam, encantam...
São lindos pendões trepidantes.
Brilham... Ofuscam até a mente!
Vocês são mulheres atraentes,
Atrativas, que sem qualquer atavio,
Atraem homens, mulheres e infantes...

Beleza, fama e popularidade,
Como tudo na vida, tem preço.
Piadas, chacotas e gracejos.
São apenas elogios disfarçados
Vem sempre de quem não tem,
Uma linda loira ao seu lado!!
Não tenho, mas estou animado.

"Nesta ausência que me excita,tenho-te, à minha vontade,
numa vontade infinita...
Distância, sejas bendita!Bendita sejas, saudade!"

SAUDADE

De quem é esta saudade
que meus silêncios invade,
que de tão longe me vem?
De quem é esta saudade,
de quem?
Aquelas mãos só carícias,
Aqueles olhos de apelo,
aqueles lábios-desejo...
E estes dedos engelhados,
e este olhar de vã procura,
e esta boca sem um beijo...
De quem é esta saudade
que sinto quando me vejo?

(in Velha poesia, 1965)

•ღ•‗‗‗‗‗‗‗‗‗‗‗‗‗‗‗‗‗‗‗‗‗‗‗‗‗•ღ•

FECUNDAÇÃO

Teus olhos me olham
longamente,
imperiosamente...
de dentro deles teu amor me espia.

Teus olhos me olham numa tortura
de alma que quer ser corpo,
de criação que anseia ser criatura

Tua mão contém a minha
de momento a momento:
é uma ave aflita
meu pensamento
na tua mão.

Nada me dizes,
porém entra-me a carne a pesuasão
de que teus dedos criam raízes
na minha mão.

Teu olhar abre os braços,
de longe,
à forma inquieta de meu ser;
abre os braços e enlaça-me toda a alma.

Tem teu mórbido olhar
penetrações supremas
e sinto, por senti-lo, tal prazer,
há nos meus poros tal palpitação,
que me vem a ilusão
de que se vai abrir
todo meu corpo
em poemas.

(in Sublimação, 1928)
•ღ•‗‗‗‗‗‗‗‗‗‗‗‗‗‗‗‗‗‗‗‗‗‗‗‗‗•ღ•

ESBOÇO

Teus lábios inquietos pelo meu corpo
acendiam astros...
E no corpo da mata os pirilampos
de quando em quando,
insinuavam fosforecentes carícias...
E o corpo do silêncio estremecia,
chocalhava, com os guizos do cri-cri osculante
dos grilos que imitavam a música de tua boca...
E no corpo da noite
as estrelas cantavam
com a voz trêmula e rútila
de teus beijos...

(in Sublimação, 1928)
•ღ•‗‗‗‗‗‗‗‗‗‗‗‗‗‗‗‗‗‗‗‗‗‗‗‗‗•ღ•

REFLEXÃO

Há certas almas
como as borboletas,
cuja fragilidade de asas
não resiste ao mais leve contato,
que deixam ficar pedaços
pelos dedos que as tocam.

Em seu vôo de ideal,
deslumbram olhos,
atraem as vistas:
perseguem-nas,
alcançam-nas,
detem-nas,
mas, quase sempre,
por saciedade
ou piedade,
libertam-nas outra vez.

Ela, porém, não voam como dantes,
ficam vazias de si mesmas,
cheias de desalento...

Almas e borboletas,
não fosse a tentação das cousas rasas;
- o amor de néctar,
- o néctar do amor,
e pairaríamos nos cimos
seduzindo do alto,
admirando de longe!...

(in Sublimação, 1928)

•ღ•‗‗‗‗‗‗‗‗‗‗‗‗‗‗‗‗‗‗‗‗‗‗‗‗‗•ღ•


O RETRATO FIEL

Não creias nos meus retratos,
nenhum deles me revela,
ai, não me julgues assim!

Minha cara verdadeira
fugiu às penas do corpo,
ficou isenta da vida.

Toda minha faceirice
e minha vaidade toda
estão na sonora face;

naquela que não foi vista
e que paira, levitando,
em meio a um mundo de cegos.

Os meus retratos são vários
e neles não terás nunca
o meu rosto de poesia.

Não olhes os meus retratos,
nem me suponhas em mim.