Textos de Feliz Ano Novo para celebrar com esperança e otimismo

Sensível e convidativa


No encontro entre luz e sombra, capturo emoções que não se apagam.
Escrevo para dar vida ao que o silêncio não pode conter.
Meu olhar não registra apenas o visível, mas o sentido que o tempo não leva.
Fotografia e escrita entrelaçadas, convidando você a sentir.

RETICÊNCIA


Ainda acredito no amor,
um amor que chega sorrateiro,
invadindo espaços que nem sabia serem meus;


  instala-se sem pedir licença,
  bagunça o que parecia tão certo,
  derruba certezas;


às vezes vem para acalmar,
ou para inquietar,
para fazer sentir o que estava adormecido;


  adianta se fechar?
  quando ele quer, ele entra
  e transforma tudo em morada;


como seria a vida sem ele?
sem o colo que acolhe,
sem o olhar que diz mais que palavras;


  quem, pela vida, não quer provar
  o gosto de gostar,
  com calma, desejo e permanência?


ficar no silêncio dos braços,
na pausa de um suspiro,
no instante em que dois corações se escolhem;


  amar também é isso:
  continuar e confiar,
  mesmo quando parece fim,
  como quem abre janelas.

Ainda Floresce
Mesmo no solo rachado, a semente guarda sua primavera.


Amanhã Chegará
E com ele, o sol que hoje se esconde atrás das nuvens.


Enquanto Houver Céu
Haverá asas para quem acredita no voo.


O Peso que se Torna Asa
É na travessia que a dor se transforma em impulso.


O Dia em que Choveram Estrelas
Foi quando a noite decidiu devolver luz ao mundo.


E Se For Amor
Que seja daquelas forças que reconstroem ruínas.

Sabores da Infância


Há canções que, ao tocarem, não se limitam ao ouvido.
Elas atravessam o tempo, abrem portas escondidas e nos devolvem à infância.
É como se cada nota fosse um fio invisível, puxando memórias guardadas no fundo da alma.


Há sabores que não morrem, mesmo que a receita tenha se perdido.
Um pedaço de bolo simples, o cheiro do café coado, o doce na panela de cobre,
tudo isso nos devolve a pessoas queridas, a risadas ao redor da mesa,
aos dias em que a vida parecia mais lenta e mais viva.


A nostalgia tem esse poder:
não apenas lembrar, mas fazer sentir de novo.
Sentir a mão que já não seguramos,
o colo que já não existe,
o carinho que o tempo não levou, porque ficou em nós.


Cada música que ecoa, cada sabor que retorna,
é também um reencontro com quem fomos
e com aqueles que deixaram marcas suaves em nossa história.
É memória, é afeto, é vida que insiste em permanecer dentro de nós.


Porque o passado, quando é bom, nunca vai embora.
Ele se transforma em eco, em cheiro, em gosto, em canção.
E nos lembra que somos feitos disso:
de pessoas, de instantes e de tudo o que nunca deixou de existir em nós.

Perspectiva e Profundidade


A maneira como vemos o mundo através da lente transforma completamente a narrativa de uma fotografia. Perspectiva e profundidade não são apenas conceitos técnicos: são ferramentas que guiam o olhar, revelam hierarquias e destacam o que realmente importa na cena.


Tecnicamente, explorar ângulos, linhas de fuga e planos diferentes permite criar dimensão e interesse visual. O uso da profundidade de campo, combinada à escolha de pontos de foco, faz com que o observador sinta espaço e contexto, como se estivesse dentro do momento capturado.


Mas mais do que técnica, perspectiva é sensibilidade: é perceber qual ângulo conta melhor a história, qual ponto de vista transmite emoção, e como a combinação de elementos no espaço comunica sensação e narrativa.


Quando utilizada com cuidado e percepção, a perspectiva transforma imagens planas em experiências visuais ricas, dando profundidade, movimento e vida à fotografia, mantendo a autenticidade do instante.


Espontaneidade: A Alma da Imagem
Autoral: Jorgeane Borges

Fotografia e Conexão Humana


A fotografia tem o poder de capturar mais do que imagens: ela registra vínculos, emoções e relações. A conexão entre as pessoas, ou entre o sujeito e o ambiente, é o que transforma uma cena em narrativa viva.


Tecnicamente, o fotógrafo precisa estar atento ao momento em que a interação acontece naturalmente. É preciso observar gestos, olhares, posturas e movimentos que revelam afeto, confiança ou cumplicidade. Mas mais do que técnica, a sensibilidade do fotógrafo é o que permite perceber a essência da conexão.


Fotografar relações humanas é capturar a autenticidade de sentimentos, transformando instantes cotidianos em imagens que tocam e inspiram quem observa. Cada clique se torna uma ponte entre quem é fotografado e quem vê a imagem, transmitindo emoção e memória de forma genuína.


A conexão humana torna a fotografia mais viva, carregada de alma e de história, mostrando que cada imagem é reflexo da vida e da espontaneidade que acontece em cada instante.


Espontaneidade: A Alma da Imagem
Autoral: Jorgeane Borges

Narrativa Visual: Contando Histórias com a Lente


Toda fotografia é uma história, mesmo que silenciosa. A narrativa visual surge quando cada elemento da cena – gesto, expressão, luz, sombra e ambiente – se combina para transmitir emoção e sentido.


Tecnicamente, o fotógrafo precisa dominar composição, enquadramento e perspectiva para guiar o olhar do espectador, mas a essência da narrativa está na sensibilidade de perceber o que realmente importa naquele instante. Cada detalhe contribui para a história: uma mão que toca, um olhar que se desvia, uma expressão que revela mais do que palavras poderiam.


Mais do que técnica, é sentir o momento, perceber o contexto e registrar a vida em sua autenticidade. Quando feito com atenção e entrega, cada clique se transforma em narrativa viva, capaz de envolver, emocionar e transportar quem observa para dentro da cena.


A narrativa visual é a ponte entre a técnica e a emoção, mostrando que a fotografia não é apenas sobre imagens, mas sobre contar histórias que permanecem na memória.


Espontaneidade: A Alma da Imagem
Autoral: Jorgeane Borges

Texturas e Atmosfera: Sentir a Imagem


A fotografia não captura apenas formas e cores; ela permite sentir o ambiente, perceber a textura dos elementos e experimentar a atmosfera de um instante. Cada superfície, cada detalhe do cenário contribui para a narrativa visual, conferindo profundidade e realismo à imagem.


Tecnicamente, a atenção à iluminação, ao foco e ao contraste é essencial para revelar detalhes e texturas. A escolha de ângulos e distâncias também influencia a percepção tátil e emocional do espectador. Mas mais do que técnica, é sensibilidade: perceber o que transmite a sensação de presença e autenticidade no momento capturado.


Texturas e atmosfera tornam a fotografia viva. Elas permitem que quem observa toque a superfície, sinta o peso, a suavidade ou a aspereza de uma cena, e mergulhe na emoção que ela carrega. Cada detalhe se transforma em ponto de conexão entre a imagem e a experiência humana.


A sensibilidade do fotógrafo transforma simples cenas em experiências sensoriais completas, conectando técnica, emoção e espontaneidade.


Espontaneidade: A Alma da Imagem
Autoral: Jorgeane Borges

Reflexos e Simetria: Olhar Além do Óbvio


Reflexos e simetria transformam uma fotografia ao revelar perspectivas inesperadas e multiplicar a narrativa visual. Um espelho d’água, uma superfície refletiva ou a composição de elementos simétricos podem criar profundidade, ritmo e surpresa na imagem.


Tecnicamente, é necessário observar ângulos, luz e posicionamento, sabendo que cada detalhe influencia a percepção do espectador. Mas mais do que técnica, é sensibilidade: perceber o instante em que o reflexo ou a simetria revela algo que não é visível à primeira vista, trazendo emoção e significado à cena.


O uso consciente de reflexos e simetria permite que a fotografia vá além do óbvio, despertando curiosidade e atenção. Ele dá à imagem uma dimensão poética, conectando técnica, observação e sentimento em uma composição equilibrada e cheia de vida.


Reflexos e simetria não apenas ampliam a visão; eles imprimem alma e espontaneidade à fotografia, mostrando que o olhar atento transforma cada cena em narrativa viva.


Espontaneidade: A Alma da Imagem
Autoral: Jorgeane Borges

Contrastes e Emoções: O Impacto do Oposto


Na fotografia, os contrastes são mais do que diferenças de luz e sombra, cores ou texturas. Eles são forças que dialogam entre si e despertam emoções intensas. O claro e o escuro, o suave e o áspero, o próximo e o distante — tudo isso se encontra para contar uma história mais profunda.


O contraste não apenas revela formas, mas também provoca sentimentos. Ele chama a atenção do olhar, conduz a narrativa e cria impacto visual. O que seria da luz sem a sombra que a revela? Ou do silêncio, sem o barulho que o antecede? Assim também é a fotografia: um jogo de opostos que realça a essência.


Ao trabalhar contrastes, não se trata apenas de técnica, mas de sensibilidade em saber equilibrar o peso de cada elemento. O impacto está na escolha: destacar, intensificar ou suavizar aquilo que se deseja transmitir.


Mais do que uma linguagem estética, o contraste é emoção traduzida em imagem. Ele dá voz ao invisível e intensidade ao que parecia comum, mostrando que os opostos, juntos, têm o poder de revelar verdades que o olhar sozinho não alcançaria.


Espontaneidade: A Alma da Imagem
Autoral: Jorgeane Borges

Texto de Introdução/Reflexão: A Experiência da Fotografia


A fotografia não é apenas sobre técnica ou conhecimento; ela é sobre presença, sensibilidade e conexão com o momento. Cada clique é uma escolha, um instante de entrega, uma oportunidade de capturar não apenas o que os olhos veem, mas o que o coração sente.


Ao longo desta série, você encontrará reflexões sobre luz, composição, movimento, cor, narrativa, direção e, acima de tudo, espontaneidade. São textos que unem prática e sensibilidade, conhecimento técnico e olhar poético, mostrando que a essência da fotografia está na experiência, na emoção e na alma que conseguimos revelar através da lente.


Cada imagem é um convite: perceba o instante, sinta o movimento, observe a luz, conecte-se com o assunto. O verdadeiro aprendizado não está apenas nas regras, mas na prática, na percepção e no olhar que se entrega à vida que se desenrola diante da câmera.


Esta série é um convite para explorar, sentir e viver a fotografia de forma completa. Não importa se você está começando ou já tem experiência: cada texto é um passo na descoberta de como capturar o que realmente importa, a essência, a emoção, a espontaneidade que dá alma à imagem.


Espontaneidade: A Alma da Imagem

Costurar o Tempo


Se a vida fosse tecido, eu escolheria linhas invisíveis para bordar os dias. Cada ponto seria memória, cada nó, resistência. Costurar o tempo é remendar o que a vida rasgou, é unir o ontem ao amanhã sem perder a delicadeza do agora.


Às vezes, o fio se parte e minhas mãos cansam. Mas ainda assim insisto — porque sei que o bordado só existe no processo, nesse gesto de refazer, de alinhar, de acreditar que o tecido pode sustentar o peso da história.


Se eu pudesse, costuraria o tempo com calma, deixando espaço entre as linhas para que a esperança respirasse. Assim, mesmo que o hoje doa, haveria sempre a chance de o amanhã se encaixar sem pressa, como peça que se completa no avesso da vida.


E no fim, talvez eu descubra que costurar o tempo não é prender instantes… é libertá-los para que continuem existindo em mim.

Borboletas

"Borboletas são tão belas o que seria delas
Se não pudessem voar?
O céu e as estrelas não poderiam vê-las passar
Lá fora eu vejo um mundo
E sinto lá no fundo
Que aqui não é o meu lugar
Eu sou pequenininha e fico aqui sozinha a sonhar
O meu coração me diz
Que um dia vou ser feliz
Voar para bem longe como eu sempre quis
Um dia eu tive a chance de ter ao meu alcance
O que fez transformar
Sonho em realidade, escuridão em brilho no olhar
Eu vi que na verdade
A dor um dia pode ter fim
Achei a liberdade, ela tava dentro de mim
O meu coração me diz
Agora eu já sou feliz
Voei para bem longe como eu sempre quis..."

Um homem, um menino
Pareço diferente, maluco
Com sentimentos a tona
Esqueço de tudo, e no mesmo tempo
Lembro de tudo também

Quando esqueço tou de boa
Alegre, Feliz
Mas quando lembro
Não sei, mudo, fico estranho
Sabe, fico perto de todos
E ao mesmo tempo longe, em meu lugar
E isso é com tudo que me preocupa

Será que todos é assim ?

E quando te vejo, fico loco
Sem você saber que sou loco pra te ter
Tem ora, que nem lembro de você
Te esqueço completamente
O ruim, é que quando lembro

E isso é um problema
Porque fico assim
Sabe, fico perto de todos
E ao mesmo tempo longe, em meu lugar
Só pensando, e lembrando de você

Das conversas, das risadas
E imagino
Será que um dia vou te ter.

Aprendi

Aprendi a conhecer você
Assim como os pássaros conhecem seus caminhos
sem dúvida...
Num vôo livre que se abre ao infinito...

Aprendi a caminhar pra você
Assim como os rios caminham numa só direção...
Num rumo direto de correntezas,
de passos firmes como as águas...

Aprendi a respeitar você
Assim como as estrelas respeitam o brilho da lua...
Que sabem que como ela só existe uma única no mundo...

Aprendi a brigar com você
Assim como as ondas do mar...
Que brigam e se debatem inutilmente para depois
Se transformar em suaves espumas na areia...

Aprendi a entender você
Assim como as montanhas entendem as nuvens
Como que pedindo chuva para suas relvas sedentas...

Aprendi a amar você
Assim como os pássaros amam a liberdade...
Os rios amam suas águas...
As estrelas amam o céu
As ondas, o mar e as montanhas seus campos...

Aprendi a amar você
Com o amor mais puro e sublime que possa existir,
Assim como a Deus eternamente,
Assim como a mim mesma ou talvez ...

Até um pouco mais.

Ela: Quando olho nos olhos dele, vejo todo o meu mundo em minha frente, mas não quero falar pra ele. Tenho medo de irritá-lo, perder a amizade dele.
Ele: Queria tanto dizer a ela, nesse momento, olhando nos olhos dela, o quanto a amo e sempre a quis. Mas vai que eu perco a amizade dela? Eu não saberia viver sem ela, não mesmo.

Eu preciso esquecê-la!
Pra sempre é pouco tempo!
Não quero mais ver, nem sentir, nem chorar, esperar...
Eu preciso esquecê-la, para que meu coração parar de mandar oxigênio para um amor sem história. Sem pé nem cabeça!
Mas isso já basta para um roteiro de um filme sem nexo, sem fim onde não quero ser apenas um coadjuvante ou o herói que morre no final.
Quero viver no final!
Mas eu preciso esquecê-la!
Ainda que tenha sido especial!
Como eu poderia conseguir esquecê-la?
Para que mandar-me ao paraíso e me trazer de volta a realidade, sem que eu possa ao menos fechar os olhos, e sentir a brisa me carregando até lá?
Para que levar-me até as estrelas e apagar as suas luzes?
Tantas viagens que acabam sem chegar ao destino.
Isso é realmente o destino?
É nunca chegar?
Odeio o jeito q o destino brinca, como uma criança inocente!
Odeio os caminhos que ele me leva!
Odeio o som do silencio da ida!
Odeia a notícia da chegada!
Odeio a razão da partida!
Odeio seguir te seguindo!
Odeio seguir te amando!
Estou na terra onde os bons se tornam maus por um simples suspiro.
Corriqueiro.
Ó dor.
Psicossomática.
Tudo bem, destino!
Me guie por esse caminho sem trilha!
Numa das viagens, talvez você me ensine a espalhar migalhas!
Ensina-me a espalhar as migalhas!
Ensina-me que esse poderia ser o caminho de volta!
À volta pro novo começo...
Existe volta pro começo?
Tudo bem, Destino!
Você pode depenar as minhas asas, mas nunca me impedirá que elas cresçam novamente!

EU SOU IDIOTA! Isso mesmo idiota mais não pense que tenho vergonha disso, nos dias de hoje ser idiota é um privilégio. Os idiotas de hoje são aqueles que conseguem sorrir mesmo quando a dor aperta, são aqueles que ainda dizem EU TE AMO! Olhando no olho, que valorizam abraços e gostam de andar de mãos dadas. Idiotas são aqueles que acreditam em um sentimento sincero, que ainda esperam encontrar um amor perfeito. Idiotas são românticos no sentido mais meloso da palavra, mais não se envergonham disso. São aqueles que não ligam para ver a pessoa amada, idiota se divertem, tem amigos, idiotas amam, idiotas vivem.

IDIOTAS SÃO FELIZES.

Se não estivermos dispostos a superar o medo da rejeição, sempre nos sentiremos sós. [...] Por não querermos assumir os riscos da intimidade, tentamos preencher o vazio criado pela falta dela em nossas vidas. Daí nascem os vícios. Se não alimentarmos de forma saudável o poço sem fundo criado pela ausência de intimidade, acabamos alimentando-o de formas autodestrutivas.

Alguns tentam preencher o vazio com álcool; uns com compras; outros com drogas. Muitos irão preenchê-lo com uma série interminável de relacionamentos fúteis e de curta duração, e um número cada vez maior de pessoas tenta preencher o vazio com experiências sexuais. O resultado é um vazio cada vez maior. Todos esses vícios são apenas tentativas pouco saudáveis de preencher o vazio criado pela falta da intimidade verdadeira.

Os vícios são, portanto, alguns dos mais poderosos enganos que podemos vivenciar. Os vícios nos desconectam da realidade. Então, por que nos atraem com tanta força? Por uma razão incrivelmente simples: eles mudam o modo como pensamos sobre nós mesmos. Enquanto a intimidade nos leva à partilha com os outros, os vícios nos empurram cada vez mais em direção à solidão de nossos mundos imaginários. Eles mantém viva a ilusão de que somos o centro do universo.

A intimidade genuína nos liberta da solidão, mas, quando fugimos da intimidade, muitas vezes acabamos escravizados pelos vícios

Do livro "Os Sete Níveis da Intimidade"

Ignorar. Abstrair. Fingir mesmo que não vi. Deixar certas pessoas pensarem que ganharam a briga, e em troca, ganhar a tranquilidade. Dar importância ao que é realmente importante. E acrescenta. E me faz só bem. Não entrar na dança da mediocridade. Do baixo astral. Das más vibrações. Ficar em silêncio quando não tiver a capacidade de disparar doçuras e delicadezas por aí. Humildade e capacidade de reconhecer erros, são qualidades que não se impõe a ninguém. São coisas que a vida ensina. Os dias, os tombos. Não vou tentar forçar. Exigir que todos tenham. Vou buscar corrigir meus defeitos. Tenho alguns que até criaram raízes.
Nem sempre conseguirei agir assim. Mas tentar é sempre um bom começo rumo à evolução espiritual. Em busca da verdadeira beleza de ser. Leve. E de bem com a vida. E carregada de boas vibrações. Plantar delicadezas, pra colher a paz. É só isso que eu preciso pra manter um sorriso de verdade. No rosto e na alma.