Textos de Feliz Ano Novo para celebrar com esperança e otimismo
Eu sou assim
Uma pessoa de bom coração que não mede esforços quando se trata de você mesmo você querendo nada, uma pessoa que se preocupa ate um ralado na perna que cuida sem pensar em nada em troca, que sempre pensa na felicidade de quem ama do que na dele em si, uma pessoa que não é egoísta, interesseira, mal humorada muito menos cruel ou fria.
Uma pessoa que tem sentimentos que valoriza eles mesmo sendo difícil que se ama se cuida e mesmo assim tem muito tempo para cuidar de quem ama mesmo que ela não peça isso e faz sem querer nada em troca a não ser por um sorriso em seu rosto, parece que não existe esse tipo de pessoa mas elas existem e eu sou assim.
Autor: F.M
Sorrri (Smile)
Sorria, embora seu coração esteja doendo
Sorria, mesmo que esteja quebrando
Quando há nuvens no céu
Você vai passar ...
Se você sorrir
Com seu medo e tristeza
Sorria e talvez amanhã
Você vai descobrir que a vida ainda vale a pena se você ...
Ilumine seu rosto com alegria
Esconda cada vestígio de tristeza
Embora uma lágrima possa estar sempre tão perto
Esse é o tempo que você deve continuar tentando
Sorriso, qual é o uso do choro?
Você verá que a vida ainda vale a pena
Se você apenas ...
Se você sorrir
Com seu medo e tristeza
Sorria e talvez amanhã
Você verá que a vida ainda vale a pena
Se você apenas sorrir ...
Esse é o tempo que você deve continuar tentando
Sorriso, qual é o uso do choro
Você verá que a vida ainda vale a pena
Se você apenas sorrir.
Ser criança é dureza
Todo mundo manda em mim
Se pergunto o motivo,
Me respondem "porque sim".
Isso é falta de respeito,
"Porque sim" não é resposta,
Atitude autoritária
Coisa que ninguém gosta!
Adulto deve explicar
Pra criança compreender
Esses "podes" e "não podes",
Pra aceitar sem se ofender!
Criança exige carinho,
E sim! Consideração!
Criança é gente, é pessoa,
Não bicho de estimação!
"Não corro mais atrás de você.
Aprendi a não insistir em coisas sem sentido. Aprendi que ser a melhor pessoa do mundo para alguém, as vezes ainda é pouco...
Você não precisa se esforçar tanto assim, pelo contrário não faça esforço nenhum! Deixe que alguém sinta sua falta, esqueça quem parece te desprezar.
Mude a idéia das pessoas que acham que podem ter você a hora que quiserem. Mesmo que seja difícil, esconda essa realidade, se fortaleça.
Seja indisponível, desvalorize, esqueça, exclua, não se importe.
Se as pessoas gostam do que não têm, talvez agora eu te dê mais motivos pra lembrar de mim"
Sabores da Infância
Há canções que, ao tocarem, não se limitam ao ouvido.
Elas atravessam o tempo, abrem portas escondidas e nos devolvem à infância.
É como se cada nota fosse um fio invisível, puxando memórias guardadas no fundo da alma.
Há sabores que não morrem, mesmo que a receita tenha se perdido.
Um pedaço de bolo simples, o cheiro do café coado, o doce na panela de cobre,
tudo isso nos devolve a pessoas queridas, a risadas ao redor da mesa,
aos dias em que a vida parecia mais lenta e mais viva.
A nostalgia tem esse poder:
não apenas lembrar, mas fazer sentir de novo.
Sentir a mão que já não seguramos,
o colo que já não existe,
o carinho que o tempo não levou, porque ficou em nós.
Cada música que ecoa, cada sabor que retorna,
é também um reencontro com quem fomos
e com aqueles que deixaram marcas suaves em nossa história.
É memória, é afeto, é vida que insiste em permanecer dentro de nós.
Porque o passado, quando é bom, nunca vai embora.
Ele se transforma em eco, em cheiro, em gosto, em canção.
E nos lembra que somos feitos disso:
de pessoas, de instantes e de tudo o que nunca deixou de existir em nós.
Cartas ao Céu
Oração escrita, poesia da alma calada.
Inteira, mesmo estando quebrada.
Há pedaços de mim espalhados em cada verso,
mas é na fragmentação que encontro forma.
Escrevo como quem costura rachaduras,
como quem transforma silêncio em cura.
Minha fé não grita, ela sussurra baixinho,
enquanto recolho os cacos
e descubro que ainda brilham.
Porque mesmo partida, sou inteira.
Inteira de sentimentos,
inteira de verdades,
inteira na esperança que me segura
quando tudo parece desabar.
À Margem de Mim
Está tudo aqui. Vivo. Latejante.
Eu sei o peso de cada coisa que não fiz, sei a dimensão do caos ao meu redor, sei exatamente o que precisa ser feito.
E, mesmo assim, estou parada.
Imóvel.
À margem da minha própria vida.
É agonizante estar consciente de tudo e, ao mesmo tempo, incapaz de mover um único passo.
Minha mente corre, grita, pede mudança.
Mas meu corpo não acompanha.
É como estar presa dentro de mim mesma, olhando o tempo escorrer pelas mãos que não consigo levantar.
Querer e não conseguir.
Saber e não fazer.
Viver aprisionada em um corpo exausto, sem vida ativa, sem impulso.
O desejo de mudar é real, mas a energia… desapareceu.
E isso corrói.
Corrói de um jeito que palavras mal conseguem descrever.
É um conflito que desgasta, que sufoca, que mata por dentro devagar.
Um silêncio que ecoa mais alto que qualquer grito.
Um cansaço que não é só físico — é existencial.
E a esperança … já cansou.
Já desistiu de tentar.
Não porque queira, mas porque lutar contra si mesma todos os dias também tem um limite.
E o meu, eu já encontrei.
Agora só resta esse vazio lúcido.
Essa consciência cruel de quem vê a própria vida passar, e não tem mais forças para alcançá-la.
Orações Escritas
Nos Silêncios que Me Habitam
Ah, Senhor...
Quantas vezes me encontro em silêncio, não porque não saiba o que dizer, mas porque não encontro palavras que expressem tudo o que sinto.
Carrego perguntas que ecoam dentro de mim e, ainda assim, permaneço aqui, diante de Ti, como filha que confia, mesmo quando não entende.
Tenho buscado compreender, sempre tentando me colocar no lugar dos outros, justificando dores que não são minhas e razões que nunca me foram ditas.
Mas, e eu, Senhor? Quem se coloca no meu lugar? Quem vê o peso que carrego calada?
Às vezes, me sinto pequena demais, tentando equilibrar o que sinto e o que esperam de mim, como se o mundo exigisse força de quem só deseja colo.
Eu Te peço: fica comigo nas minhas inquietações.
Ensina-me a aceitar aquilo que não posso mudar e a descansar em Ti quando minhas forças se esgotarem.
Toma, Senhor, meus medos, minhas dúvidas e até meus silêncios — porque sei que mesmo neles, Tu me escutas.
Que sejas o Senhor a me justificar.
Que me enxergues como sou e tudo que há em mim.
Essa é a minha prece.
Orações Escritas
Quando a Alma Silencia
Vazio de pensamentos, na vida, no amor.
Paralisia na alma de um ser sofredor.
Ah, Senhor, há dias em que até sentir parece pesado demais.
Em que as palavras fogem e o coração, cansado, se cala.
Nesses momentos, só me resta Te olhar, mesmo sem forças, e esperar que me sustentes.
Carrego dentro de mim esse silêncio que não é paz, mas um grito contido.
É estranho, Senhor, porque mesmo aqui, quebrada, continuo Te buscando.
Talvez porque no fundo eu saiba que só em Ti existe o abrigo que preciso.
Diante de Ti, deposito minhas ausências, meus medos e a esperança que insiste em não morrer.
Não Te peço respostas, só Te peço presença.
Que sejas o sopro que devolve vida à minha alma e luz aos caminhos que não vejo.
Remove, Senhor, o que me imobiliza; há em mim, lá no fundo, uma vontade de movimento, de ir…
Mas onde irei, se não consigo sair?
Meu respirar, hoje, é a oração mais sincera que consigo Te direcionar.
Sensível e convidativa
No encontro entre luz e sombra, capturo emoções que não se apagam.
Escrevo para dar vida ao que o silêncio não pode conter.
Meu olhar não registra apenas o visível, mas o sentido que o tempo não leva.
Fotografia e escrita entrelaçadas, convidando você a sentir.
Contrastes e Emoções: O Impacto do Oposto
Na fotografia, os contrastes são mais do que diferenças de luz e sombra, cores ou texturas. Eles são forças que dialogam entre si e despertam emoções intensas. O claro e o escuro, o suave e o áspero, o próximo e o distante — tudo isso se encontra para contar uma história mais profunda.
O contraste não apenas revela formas, mas também provoca sentimentos. Ele chama a atenção do olhar, conduz a narrativa e cria impacto visual. O que seria da luz sem a sombra que a revela? Ou do silêncio, sem o barulho que o antecede? Assim também é a fotografia: um jogo de opostos que realça a essência.
Ao trabalhar contrastes, não se trata apenas de técnica, mas de sensibilidade em saber equilibrar o peso de cada elemento. O impacto está na escolha: destacar, intensificar ou suavizar aquilo que se deseja transmitir.
Mais do que uma linguagem estética, o contraste é emoção traduzida em imagem. Ele dá voz ao invisível e intensidade ao que parecia comum, mostrando que os opostos, juntos, têm o poder de revelar verdades que o olhar sozinho não alcançaria.
Espontaneidade: A Alma da Imagem
Autoral: Jorgeane Borges
Reflexos e Simetria: Olhar Além do Óbvio
Reflexos e simetria transformam uma fotografia ao revelar perspectivas inesperadas e multiplicar a narrativa visual. Um espelho d’água, uma superfície refletiva ou a composição de elementos simétricos podem criar profundidade, ritmo e surpresa na imagem.
Tecnicamente, é necessário observar ângulos, luz e posicionamento, sabendo que cada detalhe influencia a percepção do espectador. Mas mais do que técnica, é sensibilidade: perceber o instante em que o reflexo ou a simetria revela algo que não é visível à primeira vista, trazendo emoção e significado à cena.
O uso consciente de reflexos e simetria permite que a fotografia vá além do óbvio, despertando curiosidade e atenção. Ele dá à imagem uma dimensão poética, conectando técnica, observação e sentimento em uma composição equilibrada e cheia de vida.
Reflexos e simetria não apenas ampliam a visão; eles imprimem alma e espontaneidade à fotografia, mostrando que o olhar atento transforma cada cena em narrativa viva.
Espontaneidade: A Alma da Imagem
Autoral: Jorgeane Borges
coragem (s.f.)
é quando vivemos com o coração, e não com a cabeça. é o nosso instinto contra a razão. ter coragem é lutar contra chances baixas demais e situações ruins. é o bicho-papão do próprio bicho-papão. coragem é estratégia de combate para derrotar o inesperado. é a ação que refuta a lógica. é o que faz o jogo virar.
do latim "coractium", significa: coração em ação.
Consciência é Papel
Escrevo porque, às vezes, falar não basta.
Porque minha voz se perde no ar, mas as palavras escritas… elas permanecem.
Cada linha é um pedaço meu, uma confissão silenciosa que não precisa de plateia.
Aqui, não existe medo de julgamento.
Aqui, eu não preciso sorrir para suavizar minha dor nem me explicar para ninguém.
O que deixo escrito é a minha consciência escancarada, crua, nua.
É o reflexo do que penso quando tudo silencia, quando ninguém está olhando.
E não, não é drama.
Não é exagero.
É apenas o retrato de existir com o peso que carrego, tentando não incomodar, tentando caber no mundo sem fazer barulho demais.
Escrevo porque é o que me resta quando falar não funciona.
Porque aqui, neste papel, posso ser inteira.
Posso admitir o cansaço, a confusão, o vazio.
Posso dizer que às vezes a vida dói mais do que deveria, e que seguir em frente parece uma vitória silenciosa que ninguém vê.
Se você lê, talvez se reconheça.
Talvez sinta que essas palavras também são suas.
E, nesse instante, é como se eu não estivesse tão sozinha dentro delas.
No fim, é isso:
O que deixo escrito não é só texto.
Sou eu, inteira, existindo em palavras.
Mesmo quando o mundo prefere que eu me cale.
Perspectiva e Profundidade
A maneira como vemos o mundo através da lente transforma completamente a narrativa de uma fotografia. Perspectiva e profundidade não são apenas conceitos técnicos: são ferramentas que guiam o olhar, revelam hierarquias e destacam o que realmente importa na cena.
Tecnicamente, explorar ângulos, linhas de fuga e planos diferentes permite criar dimensão e interesse visual. O uso da profundidade de campo, combinada à escolha de pontos de foco, faz com que o observador sinta espaço e contexto, como se estivesse dentro do momento capturado.
Mas mais do que técnica, perspectiva é sensibilidade: é perceber qual ângulo conta melhor a história, qual ponto de vista transmite emoção, e como a combinação de elementos no espaço comunica sensação e narrativa.
Quando utilizada com cuidado e percepção, a perspectiva transforma imagens planas em experiências visuais ricas, dando profundidade, movimento e vida à fotografia, mantendo a autenticidade do instante.
Espontaneidade: A Alma da Imagem
Autoral: Jorgeane Borges
Texturas e Atmosfera: Sentir a Imagem
A fotografia não captura apenas formas e cores; ela permite sentir o ambiente, perceber a textura dos elementos e experimentar a atmosfera de um instante. Cada superfície, cada detalhe do cenário contribui para a narrativa visual, conferindo profundidade e realismo à imagem.
Tecnicamente, a atenção à iluminação, ao foco e ao contraste é essencial para revelar detalhes e texturas. A escolha de ângulos e distâncias também influencia a percepção tátil e emocional do espectador. Mas mais do que técnica, é sensibilidade: perceber o que transmite a sensação de presença e autenticidade no momento capturado.
Texturas e atmosfera tornam a fotografia viva. Elas permitem que quem observa toque a superfície, sinta o peso, a suavidade ou a aspereza de uma cena, e mergulhe na emoção que ela carrega. Cada detalhe se transforma em ponto de conexão entre a imagem e a experiência humana.
A sensibilidade do fotógrafo transforma simples cenas em experiências sensoriais completas, conectando técnica, emoção e espontaneidade.
Espontaneidade: A Alma da Imagem
Autoral: Jorgeane Borges
Narrativa Visual: Contando Histórias com a Lente
Toda fotografia é uma história, mesmo que silenciosa. A narrativa visual surge quando cada elemento da cena – gesto, expressão, luz, sombra e ambiente – se combina para transmitir emoção e sentido.
Tecnicamente, o fotógrafo precisa dominar composição, enquadramento e perspectiva para guiar o olhar do espectador, mas a essência da narrativa está na sensibilidade de perceber o que realmente importa naquele instante. Cada detalhe contribui para a história: uma mão que toca, um olhar que se desvia, uma expressão que revela mais do que palavras poderiam.
Mais do que técnica, é sentir o momento, perceber o contexto e registrar a vida em sua autenticidade. Quando feito com atenção e entrega, cada clique se transforma em narrativa viva, capaz de envolver, emocionar e transportar quem observa para dentro da cena.
A narrativa visual é a ponte entre a técnica e a emoção, mostrando que a fotografia não é apenas sobre imagens, mas sobre contar histórias que permanecem na memória.
Espontaneidade: A Alma da Imagem
Autoral: Jorgeane Borges
Fotografia e Conexão Humana
A fotografia tem o poder de capturar mais do que imagens: ela registra vínculos, emoções e relações. A conexão entre as pessoas, ou entre o sujeito e o ambiente, é o que transforma uma cena em narrativa viva.
Tecnicamente, o fotógrafo precisa estar atento ao momento em que a interação acontece naturalmente. É preciso observar gestos, olhares, posturas e movimentos que revelam afeto, confiança ou cumplicidade. Mas mais do que técnica, a sensibilidade do fotógrafo é o que permite perceber a essência da conexão.
Fotografar relações humanas é capturar a autenticidade de sentimentos, transformando instantes cotidianos em imagens que tocam e inspiram quem observa. Cada clique se torna uma ponte entre quem é fotografado e quem vê a imagem, transmitindo emoção e memória de forma genuína.
A conexão humana torna a fotografia mais viva, carregada de alma e de história, mostrando que cada imagem é reflexo da vida e da espontaneidade que acontece em cada instante.
Espontaneidade: A Alma da Imagem
Autoral: Jorgeane Borges
Não pretenda que todos pensem como você.
Cada pessoa está num grau diferente de evolução, num degrau diverso da grande subida.
Ninguém possui a verdade total, porque a Verdade Absoluta e total é Deus, o Infinito.
Nenhum ser finito pode conter o infinito.
Busque a Verdade para si mesmo, mas não obrigue ninguém a pensar como você, tanto quanto não gosta que os outros lhe controlem o pensamento.
...
Orações Escritas
O Peso de Compreender – Entre a Razão e a Entrega
Ah, Senhor, sempre fui essa menina que busca ter entendimento.
Que tenta fazer uso da compreensão, que se esforça para se colocar no lugar de todos, mesmo quando falham comigo e me machucam.
Recolho-me em minha dor. Claro, sou humana, tenho o desejo de esbravejar, mas me calo e vou analisar, porque me pergunto: por que isso? Então saio de mim e me coloco no lugar do outro, tentando entender seus motivos e razões.
Assim, de uma perspectiva diferente, faço aquilo que o outro não se deu o trabalho de fazer, tentando justificar o outro para mim mesma.
Mas o que me justifica? Quem se coloca no meu lugar? Às vezes, quase sempre, me pergunto se estou fazendo o certo, o justo.
Mas como equilibrar, se muitas vezes falamos e agimos de maneira contraditória, querendo acertar? Se não falhamos com o outro, falhamos conosco.
Eu não tive tempo para errar, Deus, para aprender com os erros; constantemente cobrada, observada e manipulada a ser como sou.
Porque o direcionamento, na maioria das vezes, é isso: você segue caminhos, escolhas e toma decisões que nem sempre foram sua vontade.
Alguém plantou uma semente de medo, um desejo e até limites.
E no fim, me pergunto: quem me justifica, quem me acolhe, quem me vê? Que sejas o Senhor a me justificar. Que me enxergues como sou e tudo que há em mim. Essa é a minha prece.
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