Textos de Feliz Ano Novo para celebrar com esperança e otimismo
Viver é amar....
É ter decepções, alegrias, tristezas, superações, determinação, agonia, coragem, fraqueza...
Viver é passar por turbilhões de sentimentos, conhecidos e desconhecidos, quem nasceu preparado para tantos sentimentos?
Todos nós!!!
Apenas temos que saber aprender como receber cada um...
Aprendendo do jeito fácil ou difícil definirá o que será e quer ser, com isso poderá ensinar, retribuir, compartilhar...
E notará dentro de você o que realmente importa e o que faz diferença sem perder tempo com o que não vale a pena....
Verdadeiros amigos não são aqueles que estão conosco o tempo todo, mas aqueles que foram chegando e ficaram. Nem são aqueles que sempre sorriem e dizem coisas bonitas, ou te apoiam em tudo, mas aqueles que criticam e dizem a verdade na sua cara e nas suas costas o defendem. Nem são aqueles que acompanham em todas as loucuras, mas aqueles que sabem dizer não. Nem são aqueles que impedem você de chorar, mas deixam que chore e ficam ao seu lado para limpar as lágrimas. Os bons amigos conhecem a história e os verdadeiros amigos fazem parte dela...
Poder ver-te a leres-me… que prazer!
Que prazer sinto em mim, AMADA Linda;
Por para TI poder ter um tal ler;
Por nele ver, em Ti, que o AMOR só finda;
Em quem para AMAR, não tenha querer!
Assim tal vejo, em Ti, Querida Esposa;
Tal igual, que de mim, em TI ficou;
Nesse a Ti ler, Esposa tão Formosa;
Tão Linda, que de ti; ninguém tirou!
Tirou, aquele Brilhar, que em ti tão tens;
Que a mim tanto ilumina nesta vida;
Que em verso, cá mal consigo explicar!...
Daí, sem ter saber, de onde a mim vens;
Bem saber, garantir a Ti Querida;
Quão tão juntinho a Ti, só quero estar.
Com o Carinho que de mim mereces, teu;
O tempo passou
O amor diminuiu
Oque um dia foi lindo
O nevoeiro encobriu
E um sentimento forte e persistente
Quando me deito na cama
Você vem na minha mente
Mas eu não vou começar a chorar
Como tudo na vida
Isso tende a acaba
Então no final
Deixarei de estar mal é ficarei bem
Mesmo amando você como nunca amei ninguém
Botões Filosóficos
O relógio do tempo anuncia que é hora de partir.
Adoravelmente nostálgica a noite se despede e, entre as brumas do amanhecer silenciosamente se afasta.
Um dia que nunca existiu surge nos braços da aurora, envolto num manto de cores quentes e reluzentes, como um bebê recém saído do ventre acolhedor da mãe sendo entregue aos cuidados do pai: o tempo.
O tempo o recebe em seus braços poderosos de pai sábio e dominador.
A natureza em euforia comemora o milagre do novo.
Humanos sonâmbulo perambulam em torno de si mesmos, como bichos adestrados. Orgulhosos exibem a taça do prazer que deve ser bebida até o fim do dia.
Eu, contrariada com a despedida da noite converso em tom nostálgico com meus botões filosóficos sobre essa tirania do tempo.
Inconformada por ter sido literalmente arrancada dos meus sonhos, finalmente acordo para entrar em um outro sonho.
Ainda bocejando, esfrego os dedos sobre os olhos, como criança mimada, assim que sinto os primeiros pensamentos pousarem sobre minha cabeça como pássaros insones. E ali eles fazem seus ninhos.
Um corvo atrevido infiltrado no bando murmura aborrecido uma frase que faz todos os outros pensamentos levantarem vôo de mim: nem sempre um novo dia traz consigo um dia novo!
E cá com meus botões filosóficos mais uma vez ponho-me a resmungar: odeio ter de admitir que esse corvo tem razão!
Por acaso!…
Que sorte eu tive, quando por acaso;
Em meu ver, cá a Ti, encontrei Querida;
Por esse encontrar ser aquele ocaso;
Tão tido, na dele beleza havida!
Pois para mim, tu és do sol: um raio;
Logo tens um brilhar, de Linda estrela;
Tão Lindo, que nele em ti tanto caio;
Linda estrelinha e minha Alminha Bela!
Que sorte eu tive em te encontrar Querida;
Nesse acaso, difícil de encontrar;
Por ter achado em Tal, gémea Alma minha!
Por ter em ti querida a Linda Vida;
Que em ti tanto vejo no Lindo Olhar;
Que tal não fora, eu tal em mim, nem tinha.
Com alegria;
Estrela da manhã.
Para Phelipe, com carinho.
Todos os dias quando acordo, lembro-me bem do teu cheiro e da sua mão de baby tão pequena como de um anjo. Quando você nasceu escolhi seu nome pensando na fortaleza dos teus cabelos e no brilho dos teus ohos. Como te amo , me babino de sonhos justos.
Obgada Lucy, por ser um raio de Sol que me proporcionou um contato com um ser tão divino.
By.
O que o médico disse
Ele disse não parece bom
ele disse parece mau aliás muito mau
ele disse eu contei trinta e dois deles em um pulmão antes
de parar de contar
eu disse fico feliz não ia querer saber
que tem mais do que isso lá
ele disse por acaso você é religioso você se ajoelha
em bosques na floresta e se permite pedir ajuda
quando encontra uma cachoeira
a névoa soprando contra seu rosto seus braços
você para e pede clareza nesses momentos
eu disse não mas pretendo começar hoje mesmo
ele disse sinto muito ele disse
gostaria de ter outro tipo de notícia para dar
eu disse Amém e ele disse algo mais
que eu não entendi e sem saber mais o que fazer
e sem querer que ele precisasse repetir aquilo
e que eu realmente precisasse digeri-lo
apenas olhei para ele
por um minuto e ele olhou de volta foi então
que me ergui num salto e apertei a mão daquele homem que
acabara de me dar
algo que ninguém no mundo jamais tinha me dado
talvez eu tenha até agradecido por força do hábito
pelos grandes bulevares
[do lado de dentro]
o que ela vê quando fecha
os olhos? linhas sinuosas, um mapa
feito à mão, parece uma pista vista de cima –
os campos cortados ou poderia ser
uma sombra riscando o verde quando passa
lá no alto.
o que ela vê quando
olha em linha reta tentando
descrever
a garota que conheceu no café?
a transformada de
wavelets ou um peixe-lua-
-circular em uma região abissal.
não é nada abissal
estar nesta superfície,
você quis dizer de vidro? esférico?
ou um animal marinho em miniatura:
um polvo de 1 mm?
o cinema é 24 vezes
a verdade por segundo. este segundo
poderia ser 24 vezes a cara dela
quando fecha os olhos e vê.
[de fora]
não é por falta de repetição, mas não
encontrava a palavra exata.
o que ela vê não sabe e tudo fica tremido
se fast forward.
agora fecha os olhos para
entender, para ir mais
devagar.
não se perde alguém por duas
vezes, era o que achava
mas a essa altura chego no mesmo terminal
duas semanas depois e a cena se
repete.
– você está tendo um problema
de realidade, ele cochichou.
– qual é o desastre desta vez?
o que ela vê ao abrir a
claraboia? ao bater aquela foto da
ponte ou quando lê
a legenda:
“nos abismos a vida é submetida
ao frio, escuridão, pressão.
oito mil metros de profundidade”
uma montanha
ao contrário.
Estereofonia
nunca falei tão sério, disse e olhei
para cima: seu rosto no meio das gotas,
o guarda-chuva preto como uma moldura redonda
e você parado, cantando, virado para o vidro
do carro, sem ouvir mais nada
só a voz
a voz cantando no meio da chuva
e o eco no vidro do carro.
essa poderia ser a descrição
completa, mas o caminho mais rápido,
de um ponto a outro, ele respondeu,
eu podia ter ido embora na hora
os cílios partidos e aquela voz
cantando – mas o caminho mais rápido,
ele diz, e eu olho pra cima de novo
e lembro da cor malva
e dele dizendo que é quase
malva, tem um pingo que torna tudo
malva, mas a única cor que lembro
era o nublado daquele dia
a única cor era o
chumbo daquela vez:
eu olhei pra cima e você ia embora
pelas escadas. no último degrau
não se vira mais.
– esse poema contém 12 passos, ele diz,
e eu saio contando a distância
enquanto caminho dizendo o poema de cor,
mas daquele dia só me lembro
da cor de chumbo e a voz
em eco no vidro do carro.
olho para cima outra vez
e vejo sempre o mesmo
guarda-chuva preto, moldura para
descongelar cada um dos degraus,
para descongelar a ordem
do verso seguinte:
panorâmica, golpe e caixa-preta.
você vai sempre pelo som?
– que som?
terremoto
um terremoto replicando
por vários dias,
à noite as luzes de néon paradas
e, na manhã seguinte,
a tremedeira outra vez.
você pensa que o futuro
ainda não chegou, mas
de repente o terremoto
replicando faz tremer a língua
os dentes e tudo o que é
matéria.
por mais que use as palmas
para cobrir os ouvidos,
a ternura – o que você quer dizer? –
aliás, a tremura chega
arrastando tudo.
era como um país virando mar
um terremoto replicando
sem parar. se as réplicas consistem
em tremedeiras, e se uma língua é desenhada
fora das linhas,
como conciliar o
inconciliável?, pergunto
no momento de maior
desligamento e
ele responde:
– agora o seu wasabi
tem radioatividade.
essa cor brilhante,
de um verde quase prata,
era como a luz batendo no mar
bem na hora em que o chão –
e tudo recomeça.
quero pedir
silêncio, mas não sei lidar
com o imponderável.
um dia acordo
e não espero
mais resposta.
em loop, a fala do soldado
vivo numa caixa preta
de 20 centímetros.
vejo o mundo por um visor,
no meio uma cruz
para mirar as coisas
prédios estradas objetos cachorros.
tudo que passa pelo quadro
vira alvo, então penso em algo
linear: você já reparou que algumas imagens
se repetem? de repente,
um cisco no olho.
“eu vivo numa caixa preta”,
disse. estamos sentados
lado a lado no trem
– em silêncio – os dois de calça verde
e camisa branca.
sei que não está tudo bem,
levanto o olhar tentando alcançar
o dele e ouço apenas a voz
de frente para o alvo.
vivo numa caixa preta, diz,
e eu não sei como parar
a repetição.
antes do encontro
procurar uma escada de madeira
dando para o abismo
é uma ação que só pode acontecer nesta língua
estranha e numa cidade cortada por um rio
que fique no meio dos dois
(quando um precisa ir embora
para sempre)
mas um dia ela chega
com a pergunta:
– o que vem à sua cabeça
quando digo a palavra
amor?
um dia desce no meio do dia
e vê. e um dia vê a peça lilás sobre a quina da mesa
quando volta. ele diz saltar. saltar para fora.
e atravessa na esquina
procurando a escada. depois diz que quer saltar
para fora desta canção.
mas um dia chega com
a pergunta:
– o que vem à sua cabeça quando
digo a palavra amor?
e ela responde
que amor em japonês
se diz /ai/.
e, de repente, um branco.
as linhas se tornam cada vez mais
quebradiças. um banco parado no meio da cena,
um quadrado iluminado e a frase mais longa
que ele me disse nos últimos
seis meses.
o que significa um cachecol vermelho
pinicando sozinho?
uma abelha, pensa, mas o cachecol pinicando,
voando como uma abelha, talvez um inseto
estridente, incidente para ouvir quando ele
chegar e vir.
agora sobrou apenas a estática
tremendo e você a leva de volta até o barco:
– a estática?, pergunta, você lembra
daquela vez? e ela fica parada na chuva
com o colete salva-vidas esperando
alguma coisa acontecer.
[aqui o telefone
vibra na bolsa e um parêntese
para dizer que não sabe onde está mas é longe
não sabe onde está mas é frio
não sabe onde está mas é quase.
ao ouvir a voz,
parece de verdade,
e então ele levanta e me diz algo
sobre o fim
ou sobre o sim
e toca na tela uma imagem
do filme]
Filho, o teu choro é por enquanto. Mas, entenda! Entristece-me ver que a luz que traz em teu sorriso não é um reflexo do teu coração. A vida amorosa é, com certeza, uma linda promessa que provém do meu amor, mas no tempo errado, não gera frutos do meu agrado. Saiba! Sobretudo, é coração que se deve guardar, para que a frustração não venha te roubar do meu caminho. Por isso, tenha calma. Aquele que decide esperar, Eu me encarrego de honrar. O meu tempo nasce em conjunto com aquilo que traz paz. Mas, ainda sim, Eu ensinei como deveria ser o cuidado com o teu coração. Sussurrei naqueles ouvidos tudo àquilo que te faz feliz. E revelei através dos seus olhos a pureza da sua alma. Eu permiti tudo isso, porque você permitiu primeiro e Eu não poderia mudar. Mesmo sabendo que, logo mais tarde, iria se decepcionar. Eu conhecia esse fim, mas a sua mentalidade não. Você não tinha a capacidade de renunciar certos caminhos se não soubesse de perto a consequência de uma má escolha. Filho, calma! Tenha cuidado com o que você pensa, pois a sua vida é dirigida pelos seus pensamentos. E, sobre tuas decisões, elas precisam estar de acordo com sua vontade, pois não adianta me entregar sua palavra se o teu coração não vem primeiro. Eu não posso cuidar de você, sabendo que o seu coração não está aceitando isso. Tire os olhos da sua ferida e olhe para mim. Deixe-me cuidar de você? Mesmo ainda não sendo Eu o seu primeiro pensamento do dia. E mesmo que seja Eu, quem você se esquece de contar sobre tuas conquistas. Eu quero te oferecer a minha companhia, e ouvir no cair da noite o que tem a me dizer sobre o seu dia. Eu quero mostrar que você tem a quem confiar. E oferecer o meu colo quando roubarem sua paz. Deixe-me ser parte de você, sendo a tua realidade e, claro, teu bálsamo? Eu quero te colocar nos meus planos, sonhos que Eu guardei no meu coração para manifestar na terra por meio da sua vida. Desejos que, antes ainda do teu nascimento, Eu já estava sonhando em dividir com você. Agora, contenha suas lágrimas, e me entregue o teu coração para que Eu possa cumprir as minhas promessas, filho amado!
Ass: Deus 💛
Eu sei que você nunca pensou que fosse precisar esquecer aquela pessoa. Eu sei que dói deixá-la para trás depois de tudo o que vocês viveram juntos, planejaram e até mesmo sonharam. Eu sei que você tem se sentido um pouco perdido nesses últimos dias e que a saudade te invade sem pedir licença. Eu sei também que você revive na sua mente algumas situações, tenta entender onde errou e o que poderia ter feito diferente.
Eu sei que dói se forçar a esquecer uma pessoa que você ama, mas eu sei também que às vezes isso é o melhor que você pode fazer por si. E se você sente essa necessidade de esquecer alguém é porque muito provavelmente essa pessoa te machucou. O que é normal, afinal, as pessoas erram. Mas o que eu quero mesmo que você reflita é: para que você vai querer alguém que te magoou na sua vida? Você não precisa disso. Se ame o suficiente para não querer nada que te machuque por perto.
E entenda que isso tudo é um processo. E como todo bom processo, pode levar um tempo. Não sei se será hoje, amanhã ou daqui a dois anos, mas uma hora você vai se esquecer daquela pessoa. Uma hora você vai estar se divertindo em alguma festa e nem vai se lembrar que ia naquela boate com ela. Ou vai estar dando uma volta na praia e não vai mais pensar que ela gostava de caminhar ali com você. Ou vai passar na porta da casa dela e não vai mais sentir vontade de entrar. Uma hora ou outra você vai se esquecer. No seu tempo, você vai.
O que eu tenho para te falar é que dizer adeus dói. Dói mesmo e às vezes parece até que a gente não vai dar conta. Mas, por mais que doa muito, alguns fins são necessários. E quando tudo termina, você percebe que é forte e que consegue dar conta sim. Só que o primeiro passo é você querer. Você precisa sentir isso verdadeiramente dentro de você. Só assim você vai conseguir. Porque se você quer, você consegue.
Texto: @acarolinamonsi
Eu te queria mais que tudo. Eu queria que a nossa história desse certo porque eu sentia que você era pra mim. A verdade é que eu me enganei. Como uma relação tão conturbada seria pra mim? Ei, eu merecia mais! E foi nessa de saber que eu merecia mais que eu acabei com tudo o que a gente tinha. Mas é aquilo que dizem por aí: um namoro não acaba quando termina. Tem sempre o pós.
Quando tudo terminou a sua falta me doeu e os dias ficaram mais longos. Eu pensava em você em quase todos os momentos. Não importava se eu estava indo comprar pão ou indo para uma festa, eu sempre pensava em você. Pensava em como a gente tinha feito aquilo com o nosso amor e em como que eu viveria a minha vida sem você. Eu esperava por uma ligação ou que você aparecesse na porta da minha casa. Eu era invadida por centenas de lembranças suas. Pior. Eu me agarrava a essas lembranças numa tentativa de não te deixar ir. Eu queria que você ficasse. Mas um dia eu aprendi que eu precisava deixar você, suas lembranças e tudo o que eu sentia irem embora.
Outro dia te vi na rua e não senti nada. Não me deu aquela vontade louca de te abraçar e te contar tudo o que aconteceu no meu dia. Também não me deu vontade de saber como estava sua vida ou o que você tinha feito desde que tudo acabou. Era como se eu só não me interessasse mais em saber. Foi naquele momento que eu entendi tudo o que estava acontecendo: eu superei você. E eu me senti tão vitoriosa. Foi incrível perceber o quanto eu era forte. Eu fiz algo que nunca achei que fosse conseguir fazer. É, eu superei você.
O mais incrível disso tudo é que a garota de alguns meses atrás não achava que era possível superar um amor. Bom, é que hoje ela percebe que não era amor. Não é amor se não é reciproco. E se não é reciproco significa que não vale a pena. Eu superei você. Superei o seu sorriso, a sua companhia e os nossos momentos. Eu superei o meu amor e toda aquela saudade de nós. É, eu superei você.
Texto: @acarolinamonsi
Peixes x Aquário
Era só pra saber como está
O cotidiano compartilhar
Uma foto de ontem enviar
Um convite para uma noite brindar
E no teu corpo mergulhar
Mas já vi que estás a tranbordar
A peixinha não consegue mais nadar
Então ela vai se mandar
Ela não sabe agradar
Mas sabe rimar
Esse poema foi só para falar
Que mais uma vez ela quis te beijar
E te amar
DÚBIO (soneto)
Falei tanto de tristura!... de solidão
Silêncio, tortura, nas rimas negaça
Ou ninharia fugaz, que vem e passa
Na brisa breve que veio, duma ilusão
O verdadeiro valor, é cheio de graça
Simplicidade, afago, farto de emoção
Todos lavrados e vindos do coração:
O abraço certeiro, passeio na praça
Falei tanto de melancolia! baixinho
Ou até mesmo em um alto vozeirão
Se bom era poetar somente carinho
E nas tais rimas de delírio e barulho
Só sofreguidão, me fiz pequenininho
Na poesia infeliz, sem amor e orgulho...
© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
31 de janeiro de 2020 - Cerrado goiano
Olavobilaquiando
As vezes até tuas ações ruins te fazem se tornar uma pessoa melhor.
Mas como assim Hello?
As vezes quando erramos e percebemos que estamos errados, pedimos perdão, o que nos torna humildes o suficiente para reconhecer nossos próprios erros. Mas não estou falando que errar é bom, não! Estou dizendo que podemos aprender até com uma ação ruim, afinal todos erramos, e não a nada que possamos fazer para evitar isso, mas podemos até com os erros tirar proveito da situação, para nós tornamos pessoas cada vez melhores.
Maravilhosa Confusão
Que maravilhosa confusão!
Hoje ao amanhecer, o sol tocou fortemente meu rosto,
Sentindo o ardor na pele a esfoliar, percebi algo tocar meu corpo.
Talvez tenha sido a saudade que penetrou meu ser,
Busquei com o olhar em todos os sentidos, nada encontrei,
Percebi algo aos meus ouvidos balbuciar, não sei o que ouvi,
Apenas ouvi, mas pude sua presença perceber, talvez só ilusão,
Como também pode ter sido a louca saudade de você.
Que maravilhosa confusão!
Momento sublime vivenciado, dificilmente irei me esquecer,
Meu coração saiu do compasso ficando acelerado,
Minhas pernas, os comandos pararam de responder,
A princípio imaginei algo que muito me entristeceu,
Mas a sabedoria e a tranquilidade me fizeram entender,
Jamais alguém naquele instante conseguiria interpretar,
É como um sonho, que somente quem viveu pode contar.
Que maravilhosa confusão!
O tempo parecia lentamente se congelar,
Gradativamente confundindo meu pensamento,
Fazendo desvirtuar o meu nobre sentimento,
Usando de todas as artimanhas tentando esmaecer,
O sorriso cintilante dos meus lábios, que sorriam,
Sorriam compulsivamente, sem deixar transparecer,
Que esse coração, apenas sentia saudades de você.
José Romildo Duarte 31 / 01 / 2020
LUZ NO TÚNEL
Acreditar no brilho
Ele vem lá no fim do túnel sombrio
Mesmo que cada passo seja infalso
O cada dele fica mais perto do brilho.
Achar cada sensação um frio
Por a mão e achar fogo
Dar um passo e pisar num poço
Aparente vida do meio.
Involuntário sistema de passo
Não para até passar esse túnel sombrio
E chegar naquele brilho, sem frio
"Bonito túnel com brilho": eu digo.
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