Textos de Feliz Ano Novo para celebrar com esperança e otimismo

Entre o católico, o evangélico, o umbandista, a esquerda, a direita, o capitalismo, o socialismo, o comunismo, o anarquismo ou qualquer outro "ismo", minha verdadeira crença é o afeto, a solidariedade, o carinho, a compreensão e o lado humano.


Em um mundo tomado pela angústia, pelo medo e pelo ódio, o que realmente nos falta — e sempre faltou — é o amor.

O único "antidepressivo" que cura de verdade é mudar de vida.


Mudar de pensamentos, perspectivas, ideias, valores, comportamentos, atitudes, ambientes, pessoas.


A única pessoa que pode mudar minha vida sou eu.


E por que fico preso na minha própria mente? Por causa do medo.


Medo de viver como quero.
Medo de mudar.
Medo do que vão pensar.
Medo de perder.
Medo de sentir.
Medo de tudo.


Com tanto medo, não se vive. Apenas se sobrevive.


A única forma de tirar esses medos é escutando o próprio sentimento, vivendo o que você sente vontade sem se importar com o mundo.


Ou você vive feliz sendo "louco" para a sociedade ou vive infeliz sendo "normal" à base de remédios.
Eu vivo por mim, não pelos outros. Meu coração sente, minha mente pensa, e minha vida é só minha.
Escute o que sente, desprenda-se da razão.
Você verá que viver como quer é mais simples do que imagina.

A única certeza que temos é a nossa existência. Se eu existo, o universo também existe. Se eu sinto, eu existo; se eu penso, eu existo. Não importa se é programado ou não, se é um pensamento ou um sonho, ainda assim, existe uma forma de existência.


O que não parece existir, na verdade, está apenas dando lugar àquilo que é. A inexistência, na verdade, não existe, pois até a palavra que usamos para defini-la, existe. Portanto, a existência prevalece sobre a ideia de inexistência.


Não posso deixar de existir após a morte, pois a morte, na realidade, não é o fim. O que existe são transformações. Quando morro, não estou realmente morrendo, estou apenas passando por uma mudança, encerrando uma transformação para dar início a outra. A existência segue, em um ciclo contínuo de transformações. Cada mudança encerra uma forma de ser e dá início a outra. Nada realmente deixa de existir; tudo apenas se transforma e continua de maneira diferente.

Quando você tenta impedir alguém de ser egoísta, na verdade, você também está sendo egoísta, pois está tentando impor a sua vontade sobre a outra pessoa, esperando que ela aja conforme o que você deseja.


O egoísmo não é algo que se resume apenas ao lado negativo; ele também pode ter aspectos positivos. O que determina isso é a maneira como você percebe o egoísmo, e como você interpreta o que é "bom" ou "ruim" dentro desse comportamento, de acordo com a sua própria visão e valores.

Não sou obrigado a fazer nada que eu não queira.
Não sou obrigado a trabalhar no que eu não goste.
Não sou obrigado a estudar o que eu não quero.
Não sou obrigado a fingir ser o que não sou.
Não sou obrigado a viver o que meus familiares querem.
Não sou obrigado a viver o que meus amigos querem.
Não sou obrigado a viver o que a sociedade quer.
Não sou obrigado a agradar o mundo.
Não sou obrigado a viver a vida de ninguém.


Eu vivo por mim;
Pra dentro de mim mesmo;
Respeitando as minhas próprias escolhas;
Independente das consequências;
Pois a vida é minha;
E eu me fodo como eu quiser.

Ninguém muda ninguém.
Ninguém ensina ninguém.

As pessoas mudam quando querem, ou até mesmo quando não querem.
Elas aprendem quando estão dispostas, ou quando a vida as força a isso.
E vivem da forma como escolhem, ou às vezes como não escolhem.

A única pessoa que eu sou capaz de mudar, sou eu mesmo.
A única pessoa que eu devo ensinar, é a mim mesmo.
A única pessoa de quem eu realmente aprendo, sou eu mesmo.

Porque eu penso com a minha própria cabeça;
Sinto com o meu próprio peito;
Vejo com os meus próprios olhos;
Ouço com os meus próprios ouvidos;
Respiro com o meu próprio fôlego;
E vivo dentro de mim mesmo.

Acreditar que eu mudo ou ensino alguém é uma ilusão, um equívoco, uma pretensão alimentada pelo ego.

A única verdade é que a única pessoa que eu posso mudar no mundo sou eu.
O que eu faço por mim pode, sim, inspirar ou servir de algo para outra pessoa, mas isso não significa que fui eu quem a mudou. A mudança dela foi uma escolha dela, uma decisão própria de enxergar em mim algo que foi útil para ela.

Nós apenas colhemos o que encontramos no outro. Mas isso não quer dizer que o outro nos esteja ensinando ou nos mudando. O que colhemos é aquilo que nós mesmos escolhemos absorver. Ou seja, a mudança vem de dentro de nós, quando decidimos, de fato, mudar.

Não guarde, jogue pra fora, mesmo que seja tóxico.

Se não quer afetar ninguém com sua sujeira, escreva em uma folha de caderno todo seu ódio, tristeza, angústia, mágoa, negatividade. Depois, amassa o papel e joga fora. O importante é limpar, lavar, pôr pra fora do pensamento, pôr pra fora do sentimento. A única forma de tirar o que tá dentro de você, pra fora de você, é jogando em alguma matéria: seja uma folha de caderno, desenhando, falando ou gritando sozinho, cantando, ou até em alguém. O importante é pôr pra fora, pra limpar, lavar a alma.

E o que for bom, compartilha com os outros.

Nosso sentido aqui nesse mundo da matéria é colocar em prática, na matéria, tudo aquilo que a gente pensa e sente.

Qualquer sentimento negativo que eu tenho é uma ilusão, e a maior prova disso, irrefutável, é o momento em que estou dormindo. Quando durmo, estou em paz. Se eu não estivesse em paz, não conseguiria dormir, é simples assim. Então, o que me faz sentir mal quando acordo? A ilusão que eu mesmo crio na minha mente. A ilusão desaparece assim que percebo que, toda vez que me sinto mal, na verdade, sou eu mesmo me iludindo com um sentimento que, no fundo, não existe. O sentimento verdadeiro e real é o de paz.


Quando tento reprimir, evitar ou bloquear essa paz, é quando sinto a ilusão de sentimentos negativos. No entanto, a paz é o único sentimento que realmente existe dentro de mim, tanto quando estou dormindo quanto acordado. Basta aceitar essa paz. Ela está sempre presente, mesmo que eu não perceba, e é nela que encontro a verdade do que sou.

Alcançar o objetivo é simples, basta repetir os passos até chegar lá. O que torna o caminho difícil são os obstáculos que aparecem no seu trajeto. Às vezes, esses obstáculos servem para que você mude o andar, os passos, a forma de caminhar, para continuar em frente e chegar onde quer.


Mas antes de alcançar o objetivo, é preciso andar por caminhos desconhecidos, se arriscar, se jogar, parar, cair, até perceber que seus passos estão cada vez mais firmes em um único caminho. Só assim você vai perceber que está no caminho certo em busca do seu objetivo e do seu sentido.


Mas cuidado, às vezes o que você acha que é o objetivo, pode ser apenas uma ilusão, e a ilusão está no que o mundo te diz para fazer. O verdadeiro sentido está no que você realmente quer fazer, no caminho que você quer seguir, e geralmente esse caminho é aquele que te faz bem consigo mesmo, que tem a ver com você.

Quando minha razão evita sentir o amor que está dentro de mim, no centro do meu peito, o que acontece é que esse sentimento não expresso se transforma em algo negativo, como angústia, vazio, tristeza, ódio, agonia, frustração, entre outros.


Eu não preciso ter medo nem tentar evitar esse amor que está dentro de mim. O que eu realmente preciso fazer é permitir que esse amor flua, me entregar a ele e aceitar esse sentimento puro, vivo, completo e cheio de amor que existe no meu peito. Quando faço isso, permito que o amor preencha meu ser, e assim, ele desfaz as emoções negativas, trazendo mais paz e equilíbrio para minha vida.

Há momentos na história em que o silêncio alheio diz mais do que qualquer grito. O país respira outro ar, e a sensação é quase de "déjà vu"; quando a verdade finalmente encontra seu caminho, muita gente prefere olhar para o chão, como quem tenta esconder o próprio passado.


Por anos fui tratado como exagerado, radical, “petista demais”, simplesmente por defender justiça social, dignidade e um país minimamente humano. Teve gente que atravessou a rua para não falar comigo. Teve quem me atacasse nas redes como se pensar diferente fosse um crime. Fui julgado, ridicularizado e empurrado para a margem por acreditar na política como instrumento de transformação. E por acreditar em Lula como grande estadista — o homem que a história já registrou.


Hoje, nesses dias, olhando o cenário, não preciso dizer nada. A vida tem um senso de ironia que não falha. Há quem esteja descobrindo, tardiamente, a vergonha alheia por tudo aquilo que defendeu. Eu apenas sigo firme. Porque minha luta nunca foi sobre direita ou esquerda: foi, é e sempre será sobre humanidade. É gratificante fazer parte do lado certo da História.


Paguei caro por ser coerente. Perdi oportunidades, perdi pseudos amigos, fiquei vulnerável economicamente. Penso diferente, sinto diferente, luto diferente — e isso incomodou muita gente. Ainda assim, continuo aqui, acreditando num país mais justo, solidário e possível. Para mim, para minha família e para quem ainda ousa sonhar.


A política passa. As pessoas ficam. E, diante de qualquer rótulo, continuo escolhendo ser humano, sempre.
Logo, entre ser de Direita ou de Esquerda, antes escolho ser Humano.


Linha por linha, sigo entregando aquilo que acredito: coragem, coerência e compromisso com o outro.


Humberto Brassioli Corsi

Eu te amo


Rezo a Deus todo dia para que você fique bem
Desejo todo o bem a você, meu amor
Você não é minha, mas vai ser
Agora eu entendo bem o "eu não sou seu dono" de Caetano veloso
Não quero ser seu dono, quero que você me escolha
Você, --------, eu quero que você me escolha
Eu não sou especial, não sou interessante
Sou apenas eu, mas me escolha
Não te darei o mundo, ele não merece alguém como você
Te darei meu amor, meu amor desfigurado
Mas é tudo que eu tenho
Se me escolher, posso te oferecer o meu mundo
Ele não é bonito, pelo contrário, ele é igual a mim
Tão feio quanto, mas pelo menos você pode ser você mesma
Você não precisa ser forte, apenas seja minha
Se nem isso quiser, tudo bem
Aceitarei de bom grado, meu mundo é inteiramente seu, meu amor
Nâo ofereça nada, o amor é assim
Não quero nada seu, mas se você quiser me dar seu amor
Junto desse seu sorriso lindo, dessa sua risada, desse seu jeito esquisito que eu amo

Só algo.

O frio chegou, mas a minha alma está quente.
Porém não esquenta o suficiente.
Não espanta a fraqueza e a falta de coragem.
A procrastinação domina a mente
Ela sabe e aceita.
No meio dessa teia.
Sigo no embalo, esperando algo.
Novo, velho, sábio, alegre e feliz ou… só algo.

"Todos somos iguais, mas alguns olham para as estrelas."
Oscar Wilde jogou essa frase no mundo como quem acende um fósforo num depósito de gasolina. Parece delicada. Não é. Ela acusa.
Somos iguais. Feitos da mesma carne que apodrece, do mesmo sangue que enferruja nas veias, do mesmo relógio que não negocia um segundo sequer. O coveiro não pergunta quanto você ganhou. A terra não distingue diplomas de fracassos.
Mas há uma diferença brutal.
Alguns escolhem viver olhando para o próprio umbigo. Passam a vida discutindo a prestação do carro, a promoção que não veio, o vizinho, o político, o futebol. Fazem da rotina um altar e se ajoelham diante dela todos os dias. Chamam isso de maturidade. Eu chamo de anestesia.
Os outros... levantam a cabeça.
Olham para as estrelas porque desconfiam que existe algo obscenamente maior do que pagar contas e esperar a sexta-feira. Carregam uma inquietação que não lhes dá descanso. Fazem perguntas que ninguém quer ouvir. Preferem uma verdade que fere a uma mentira confortável.
E você?
Quando foi a última vez que encarou o silêncio sem pegar o celular?
Quando foi a última vez que perguntou se a vida que leva foi escolhida por você ou empurrada goela abaixo por uma sociedade que premia a obediência e chama isso de sucesso?
Talvez você esteja vivo apenas biologicamente. Respirar é um reflexo. Viver exige coragem.
As estrelas nunca estiveram longe. Longe está o homem que desaprendeu a sonhar. Que trocou a curiosidade pela certeza, a liberdade pela segurança, a alma por um salário e uma parcela em doze vezes.
A tragédia não é morrer.
A tragédia é chegar ao fim sem jamais ter levantado os olhos.
Porque quem passa a vida olhando para o chão acaba acreditando que o chão é tudo o que existe.

Não é por acaso que temos dois olhos, dois ouvidos e apenas uma boca. Isso mostra que devemos observar e ouvir mais do que falar. Antes de dizer qualquer coisa, é preciso entender.

Escutar e olhar nos ensinam muito mais do que falar. Quem fala sem ouvir, quem fala sem olhar, fala sem saber. A boca é só um, porque falar deve ser a última etapa, depois de aprender.

E isso vale para a comunicação em geral. Ser fluente não é apenas saber outros idiomas ou escrever bonito. É saber falar a linguagem certa para cada pessoa. É explicar algo difícil de um jeito simples para sua avó, para uma criança, para um universitário, para um humilde, para quem nunca ouviu falar do assunto.

Cada pessoa entende de um jeito. Para comunicar bem, você precisa ouvir e observar qual é a linguagem dela. Só assim você vai conseguir falar para que ela realmente entenda.

Mas isso exige humildade. Se o ego falar mais alto, você só vai criar conflitos, porque não ouviu nem entendeu antes de falar.

Por isso, dois olhos, dois ouvidos e uma boca. Primeiro, observe. Depois, escute. Por último, fale.

Se eu tô mal com algo, é porque eu não aceito esse algo ou não mudo esse algo, se eu não aceito e nem mudo, é óbvio que vou ficar mal.

O esquema não é tomar anti-depressivo, nem continuar mal, o esquema é eu aceitar esse mal ou mudar esse mal, porque aceitando esse mal, eu fico bem, mudando esse mal, eu também fico bem, o que me impede disso, é só o medo, medo do que vão pensar ou achar, caso eu mude, caso eu aceite, só isso.

Só é difícil, se eu dificultar.

O que temos à direita?


A formação clássica e obrigatória do ser humano nunca esteve tão exposta como nos últimos anos. Mesmo que, por tradição histórica entre pais e filhos, ou melhor, pela escolarização formal, percebemos discursos de direita sem fundamentação histórica.
Um idealismo imposto, alimentado pela condução do outro. Outro que acumula bens enquanto defende corruptos e marginalizados.
É lamentável ver pessoas sem aprofundamento intelectual submeterem-se a defender aqueles que estão no topo do lucro, apenas por discursarem de forma bonita, mas sem argumentos lógicos e fundamentados.
É preocupante notar a ignorância e a persistência em não compreender que, mesmo servindo a uma espécie de escravidão doutrinária, muitos dependem das políticas públicas associadas à esquerda.
Buscam e cobram seus direitos, mas acabam por cuspir no prato do qual se alimentam.

Reino de Ontem

Abraços que ficaram suspensos no ar,
beijos que o tempo, teimoso, não conseguiu roubar.
E aquele tremor da primeira vez —
coração batendo mais forte que os pés no chão de terra.

Éramos artesãos de brinquedos e de sonhos,
as mãos calejadas de pião e linha de pipa.
O vento era nosso cúmplice,
e o céu, um quintal sem cerca.

Corremos com os irmãos até a rua virar infinita,
o riso ecoando mais alto que qualquer sino.
Veio a noite, veio a lua,
e a escuridão era só um jeito diferente de clarear.

Futebol descalço nos paralelepípedos quentes —
a liberdade cabia inteira na sola do pé.
Não havia lei, não havia relógio,
só o doce gosto de descobrir o mundo
a cada gol gritado com a alma.

Esconde-esconde atrás do tempo,
bicicleta girando estradas que não tinham fim.
Nada pesava. Nada doía.
Só existia o agora, e o agora era eterno.

Hoje a saudade me visita sem avisar.
Senta comigo no meio-fio da memória
e me devolve o cheiro da terra molhada,
o som do pião dançando,
o calor da infância que eu não quero —
que eu não posso — deixar.

Infância: meu reino, minha primeira pátria.
E eu, exilado do tempo,
ainda volto pra brincar.

Já sentiu como se lugar nenhum fosse capaz de te acolher? Como se uma parte de você quisesse fugir de si mesma?

Às vezes, a vida parece uma estrada coberta de espinhos, mas cercada por uma paisagem linda. Há momentos em que os espinhos são tão pequenos que nem conseguimos enxergá-los, apenas sentimos a dor a cada passo.

Mesmo assim, isso não significa que seja o fim. São apenas percalços da caminhada, desafios que precisam ser enfrentados e, aos poucos, resolvidos. A estrada continua. E, por mais difíceis que sejam alguns trechos, a beleza da paisagem ainda existe, esperando por nós logo adiante.

A maior árvore do mundo, em termos de altura, é uma sequóia chamada Hyperion, que chega a impressionantes 115,61 metros de altura. Incrível, não? Ela foi descoberta em 2006 na Califórnia. Essa árvore levou séculos para crescer e alcançar esse tamanho extraordinário. O que eu quero te mostrar com isso é o seguinte: se você deseja construir algo duradouro, se quer plantar algo que tenha valor na humanidade, saiba que você precisará dedicar sua vida inteira ao processo. Isso significa viver com intenção, seguindo seus sentimentos e convicções, porque é esse caminho que dá sentido à vida.


E, é importante que você entenda: ao plantar, talvez você não colha os frutos imediatamente. Talvez nunca veja o crescimento inteiro daquilo que semeou. Mas, o que você plantou estará ali, pronto para ser regado e nutrido por aqueles que vierem depois de você. Alguém, algum dia, descobrirá o sentido dessa árvore e a cuidará até que ela cresça, se fortaleça e se torne útil para todos que passarem por ela.


Veja, Jesus fez algo semelhante. Sua árvore foi plantada há mais de 2 mil anos, e não se trata de "nome", de "história" ou de "obrigação". O que ele fez foi viver de maneira verdadeira, seguir suas próprias vontades, sem medo de ser quem realmente era. Essa foi sua maneira de plantar algo que ainda cresce e dá frutos, mesmo depois de tanto tempo.


Então, assim como essa grande árvore ou como Jesus fez, o que realmente importa é viver com propósito, em harmonia com o que você acredita. Isso é plantar. Viver é, de certa forma, uma maneira de viver e deixar algo que transcende o nosso tempo.