Textos de Feliz Ano Novo para celebrar com esperança e otimismo
Entre Planos e Passos — A Humildade que Guia o Caminho
No risco de pensar que tudo controlo,
eu desenho mapas — linhas firmes, destinos certos —
e esqueço que a vida respira além do papel.
Traço caminhos com mãos inquietas,
nomeio chegadas, calculo passos,
como se o amanhã fosse extensão da minha vontade.
Mas há desvios que não pedem licença,
portas que se fecham sem ruído,
e encontros que nascem onde nunca planejei pisar.
Então aprendo — não sem resistência —
que planejar é humano,
mas sustentar o caminho… não me pertence por inteiro.
Há uma direção que não grita,
não impõe — conduz.
Silenciosa, firme, paciente.
E nela descubro:
não sou dono dos dias,
mas também não sou estrangeiro neles.
Caminho.
Com intenção — mas sem rigidez.
Com coragem — mas sem arrogância.
Com fé — não apenas no alto,
mas na travessia que se revela a cada passo.
Se o plano muda, não me quebro.
Se o rumo curva, não me perco.
Porque, no fundo, viver é isso:
desenhar com cuidado —
e aceitar, com humildade,
que há mãos invisíveis
aperfeiçoando o traço.
— Paulo Tondella
O Tempo !
Só ele é a resposta certa para nossas perguntas.
Vejam Bem como deixamos de Amar pessoas ou Lugares?
Só com o tempo por que podemos Amar essas coisas por toda a vida e que talvez mesmo o tempo sendo Implacável não saberemos se um dia irá Apagar .
A Única Certeza que Teremos é apenas o Tempo será Capaz de Nós dar estas respostas.
Amor no Imperativo...
Agora é sério:
Desisto do amor, pois dizem que quando se encontra tem que se agarrar forte a ele.
Como acredito que o amor, o amar deve ser livre, ele sempre me escapa por entre os dedos e assim se vai.
Quero um amor de asas, que me de e alimente os nossos sonhos, um amor que liberta ao invés de grades, de cercadinhos.
Quero um amor sem plaquinhas tipo:
Sai pra lá que esse (a) aqui tem dono(a).
Isso não é amor é doença.
Quero um amor , onde o respeito e a confiança sejam imperativos.
Quero amar e não sofrer, nem morrer de amor quero viver nele e dele.
Eu não guardei meu coração e aí soltei a sua mão
E nesse engano dos desejos
Minhas vontades me deixaram em perigo Mas acredito nesse amorA minha cura é o Seu amorEu vou deixar pra trás tudo que passou Não existe outra verdade , vida nem caminho Jesus: Minha verdade, vida, meu caminho Guilherme Quinto.
Meu irmão.
Quando dizem sua felicidade é a minha felicidade é genuinamente verdadeiro, mesmo que nas pequenas coisas da vida! Porém como é majestoso amar, ser amor. Amor é uma somatização de ambos. Pois só oferecemos o que temos que o sincero e o belo te acometa no seu jeito de ser, mesmo que singelo, que seja oriundo.
Seja você!
Autenticidade é Liberdade.
Seja o que você quiser...
Coragem!
Viva com com vontade, com paixão, com emoção.
Ponha seus sonhos na palma da mão e vá em busca de cada um deles.
Isso é destino!
Isso é fazer feliz a alma...
Se fracassar em algum, não tem problema, faz parte.
Fracasso não é muro é degrau!
- Entusiasmo!
Haredita Angel
02.04.26
Colcha da Vida.
Quando o Amor se Apresenta,
se Você não o assume, não dele Apropria.
Ele pode morrer, mudar a direção ou
simplesmente entender que não era para acontecer.
Assim são feitos os retalhos da vida, trata-se
apenas mais um pedaço de história a ser costurado
na grande colcha da vida.
Mas, jamais deixe de costurar
sua.
Ah!!
Esse mar, de águas
cristalinas, de Marinhos Cavalos.
Velas ao vento,
embarcações a dentro
te navegar. Mar de ilusões,
de promessas para Iemanjá.
Garrafas com juras de amor lançadas ao mar.
Mar, de verde Esmeralda, que é raso.
Crianças brincam,
Pegam jacaré.
Nas areias fazem castelos de contos de sereias, e princesas.
Ah!!
Esse mar, mar de amor.
Mar de amar, de navegar.
Sereno mar.
Eu Amo todas as suas curvas,
Em ti me perco e me encontro,
Nossos corpos se encaixam feito luvas,
Em seu toque me perco e me desmonto.
Te desejo como se fosse primeira vez,
Te amo desde o primeiro sorriso,
te espero no sim, no não e talvez,
Pois te quero pra sempre comigo.
Te amo, simplesmente te amo
Fiquemos assim então:
Entre nós dois,
cabe somente as flores de um jardim.
A rua que divide as calçadas,
o lago que divide as margens.
O inverno, os galhos vazios e as folhas no chão.
Que secas, sem vida, anunciam em nós uma nova estação.
O recomeço diário de de cada manhã.
O renascer e o morrer ao fim de cada estação.
Depois daquele dia nunca mais chorei.
As lágrimas que por ti derramei, umedeceram as minhas raízes.
Tornaram o meu tronco forte, me deram raízes seguras, bem plantadas no solo.
Frutifiquei, cresci, frondoso me tornei.
hoje, o que escorre de mim é o orvalho da noite, que em minhas folhas deixo escorrer
em um leve, um suave pingar.
Malícia
Alma capturada,
Um sequestro salivar.
Letras quentes,
Com vontade de letrar.
Versar a fantasia, e perceber
Tão inocente rebeldia
No corpo tenro,
amanhecer
Há maldade?
A maldade?
Ah, a maldade..
uma sintonia!
Repousa num céu de vontades,
Encarna a superfície sem espaço.
Beija a boca, depois os lábios.
Aquilo que alimenta a volúpia,
Satisfaz sonhos, vida e saudade.
Solidão
A solidão é como uma velha senhora cansada.
Olhos fundos com sonhos desfeitos.
Guarda seus dias de glória na lembrança, Sorri inquieta diante crua realidade.
A solidão é a presença constante daquilo que não deveria ter partido, mas se foi.
A cor rasgada de um arco-íris, a íris presa numa retina que arde pela dor.
Uma bebida amarga que rasga o peito enquanto desce pela garganta, machucada por gritos da sua alma inquieta.
Solidão, passeio inveterado pelo paraíso das trevas.
Parceira de um abismo sedento pela próxima alma desavisada.
Deserto de palmas numa canção, que silenciosa brada aos ventos a sua mórbida sentença.
Solidão, sempre ela a perturbar os dias cinzas, sob um céu que já foi azul.
A fumaça sobe em direção ao imenso
vazio, um corpo trafega de mãos dadas com a ansiedade e, chamando por socorro encontra no medo um perfeito aliado.
Feitiço jogado num espelho, refletido no devaneio da esperança de encontrar abrigo para sua canção.
A voz abraçada por paredes, o corpo vigiado por concreto, a cabeça repousada no travesseiro...
Assim a velha adormece, buscando em seus sonhos a companhia que lhe falta. (Júlio Raizer)
Há um pouco de tudo em tudo que vemos.
Há o barulho do silêncio, na tépida madrugada.
A chuva que rola solta pela areia seca de uma duna em movimento.
O brilho do sol por trás da noite enluarada,
A cantiga nova repelida do firmamento,
As vozes de uma multidão numa cabeça já cansada.
A fantasia na realidade digerida
Transforma em cantos o redondo dessa vida.
Sem fome num banquete já servido,
Gritaria aos milhares se pelo menos um tivesse ouvido.
Indaga-se a renúncia da pena quando faltam letras,
Procura-se a poesia no campo já florido.
Em sílabas mortas o guardião fez moradia.
Trancou a porta e se afogou na água fria.
Sentiu-se imponente sob o sol da manhã
Gotejou lampejos de suplício na tarde vã.
Lutando contra o mundo, soldado único se fazia.
Num alarido majestoso colheu a flor solitária de um buquê róseo,
e presenteou suas lembranças no esquecimento da sua história... (Júlio Raizer)
DoceMente
O chocolate doce em contraste com a pimenta que exalta o sabor discreto das folhas provadas.
Linhas desenhadas com o pincel da imensidão azul.
O infinito que para sempre lhe foi dado.
Cumplicidade na cena de um filme, e a ação afetiva que ele traz.
As cenas rodam distantes no mesmo levante que a insônia fugaz.
Um pouco do mundo no universo de um homem só.
O incompreensível do destino sem dó nos anos que rodaram demais.
O tempo é vilão das alturas.
O tempo é o alicerce da vida.
O tempo que tampa as feridas e deixa numa teia ardida a amarra da sua exposição.
A música continua baixinho quando em coro ouvimos o artista dizer: "São Jorge por favor me empresta o dragão"
Paródias da sonoridade escrita em lampejos de celebração.
E hoje o dia continua tristonho para o sol distante que componho.
Júlio Raizer
Adjacências
Perfume, volume. Algum momento insano.
Fique parado, não se mova.
Reprove a cortina que cobriu a porta,
É na janela que ela devia estar.
Cáucaso, o destino evidente.
Caos que causou a fúria itinerante
Vassalos do príncipe dormente
Confiados ao berço retirante
Alegoria de uma caverna vazia
Pássaros mortos em seus ninhos
Na pluma que o coração trazia
Fecharam-se livros sem vizinhos
Rio aborrecido e minguante
Curva em suas pedras a majestade
Desse ribeiro fosco sem idade
Saiu galopando o rocinante.
Odor fresco num vazio. Todo instante pensado.
Não ande, corra.
Aprove a navalha que deslizou na pele.
Diga que é o pescoço que ela deve cortar. (Júlio Raizer )
DIA TRISTONHO
Hoje é um dia tristonho para o sol distante que componho
Ruas de terra com plantações ao redor sorteiam as pétalas da nostalgia de menino.
O menino chora!
A descoberta nas areias desertas que o banho de água doce deixou.
Experimenta o amargo das gotas que lavam a face.
O menino chora!
A inocência trazida num rosto que mostra em cada sulco as marcas que a vida lhe deu.
Sem ar o menino chora!
Dormindo no carro, escondido na areia, saindo do barro...
O menino chora!
Amargor da angústia, aperta o peito que reopousa no leito.
Deitado reclama do estômago que incomoda.
Sorver o coro angelical numa despedida fúnebre é a cena que a peça nunca quis encenar.
Sabores e sonhos.
Formas e doces.
Temperos da vida. (Júlio Raizer)
A Noite Além
A noite deseja ser a senhora da madrugada, sem saber que ela é o vácuo entre os dias.
Aflita, acolhe sua alma.
Adormece, numa estepe crua e semovente.
Voando, persegue seu trauma.
Inquieta, busca cobrir com seu manto, as lamúrias da fenda passageira.
Não celebra a paz, não celebra a guerra, não celebra.
Céu ébrio, vulto perdido.
Sombras acalentadas numa imensidão soturna.
Sabores em desmérito, cores do além. (Júlio Raizer)
Todo Poesia
A poesia se esconde nos impronunciáveis momentos provados pela alma.
A tentativa objetiva de expressar a subjetividade dos mistérios.
Poesia é fantasia, é mágica é maestria.
O contorno do corpo sob a luz da lua, envolto num cobertor para fugir do frio.
O sono gostoso enquanto espera pelo jantar.
Poesia é o segredo das noites em fuga, o esconderijo nas manhãs de sol. (Júlio Raizer)
Livre, ELA
O cheiro da liberdade.
O gosto de encontrar a si mesma dentro do próprio corpo.
As linhas e curvas que jorram numa envergonhada sensação,
o que realmente ela queria dizer, e explodir sentindo.
Mostre sua messiva,
Assim, sorrindo, deixe sua história..
Seja.. quem nunca deixou… Seja!
(Júlio Raizer)
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