Textos de Feliz Ano Novo para celebrar com esperança e otimismo
A FLOR QUE AMAVA O MAR
Havia uma flor à beira de um rio que se apaixonou pelo mar. Talvez por ouvir o sussurro das águas do rio, que corriam ansiosas para desembocarem na sua imensidão, passou a amar profundamente aquele ser conhecido apenas pelo ouvir falar do vento e dos pássaros. Apaixonou-se por alguém que nunca viu, mas nunca viu; de longe ouvia o canto ritmado das ondas e se imaginava naqueles braços, numa dança contínua da qual só os que têm em si muito amor sabem o ir e vir. Sonhava com o dia em que pudesse estar envolvida por aquele tão admirado e imenso ser. E sentiria suas pétalas acarinhadas por alguém que, certamente, lhe saberia a alma de flor delicada.
Tanto sonhou e pediu, que um pássaro, sensibilizado, mesmo avisando-lhe do risco que corria, atendeu seu pedido de cortar-lhe a haste. Seguindo o rio e deixando-se levar pela correnteza, iria ao encontro de seu querido e a ele juntar-se-ia para sempre.
Caindo no rio, sentiu de imediato seu corpo gelar naquelas águas rudes e fortes que a arrastavam rapidamente. A princípio, gostou daquela velocidade com que ia ao seu destino. Depois sentiu a primeira mordida de um peixe que lhe amputou parte de uma pétala; começou, então, seu caminho de sofrimento. Troncos no meio do caminho insistiam em lhe obstruir a passagem e, cega, sendo levada pela força da água, batia contra pedras que iam lhe dilacerando e tirando sua beleza de flor. Enormes cachoeiras traziam quedas violentas. Medo vencido por uma determinação de quem sabe o que quer. Mesmo quase desmaiada e toda machucada, levava consigo o alento de ir encontrar com seu amor. Todas as dores do mundo não se comparavam à felicidade de realizar o seu sonho. Tudo vale a pena quando se ama.
Até que, muitos dias depois, totalmente deformada e quase inconsciente, viu chegado o momento com o qual sonhou. As águas do rio encontravam-se com o mar com tanto ímpeto que, no encontro, foi arremessada para cima. Naquele exato instante, olhou para o céu e agradeceu a Deus por haver chegado a quem tanto amou. E seus pedaços boiaram inertes sobre aquelas águas que, minutos depois, sequer lembrariam daquela pequenina criatura - um dia tão linda - Flor.
Poucos, além dos pássaros e do vento, souberam da flor, mas ela realizou seu sonho. Conheceu o mar!
Na vida, não podemos reclamar dos caminhos que escolhemos. Qualquer caminho é uma opção nossa. Até morrer de amor.
Pensando nisso, entre duas lágrimas com gosto de sal e o esboço de um sorriso irônico, de repente, me dei conta de uma coisa:
- Eu conheci o mar!
Aquele olhar que lançaste-me naquela noite
Fez com que sonhasse contigo
Minha alma torturava-me com um açoite
Por estares longe, e isso soa como castigo
A paixão que sinto não pode ser medida
Nem as estrelas seriam capazes de fazê-lo
Espero anciosamente para fazer-te a declaração
Já idealizo o sim, e cuidarei de ti com muito zelo
Meus braços anseiam pelos teus
Não consigo tirar-te de meus pensamentos
Contigo quero estar,
e só isso importa agora
Não entendo esses jogos de sentimentos
Que me puxaram com tal intensidade
Você me trouxe a alegria de cantar esta cançao
e querer acima de tudo,
o desejo de com você
ser feliz e amado por toda a eternidade
Aos poucos fui percebendo que nem todo abraço é de afeto .
Aos poucos fui percebendo que nem todo choro é de tristeza e de que nem todo sorriso é de alegria.
Rapidamente eu aprendi o errado e aos poucos alguém foi me ensinando o certo.
Aos poucos fui caminhando em direçao à escuridão,e não sabia onde estava.
Aos poucos fui cavando meu próprio túmulo e sepultando minha opinião.
Aos poucos fui perdendo um pouco de mim através de você ,sem saber se era real.
Aos poucos fui percebendo que a pessoa de quem eu não gostava é a que queria meu bem.
Aos poucos fui percebendo que, a pessoa que estava distante é a que deveria estar perto.
Aos poucos fui percebendo que é possivel tirar forcas de um livro.(a biblia)
Aos poucos fui percebendo que meu verdadeiro amigo mora dentro de mim.
Aos poucos fui percebendo que a minha segunda casa não era tão boa quanto a primeira, como eu pensava.
Aos poucos minha casinha de chocolate foi derretendo e não pude fazer nada.
Nos diziam que não eramos mais crianças , mas nos tratava como crianças.
pequenas de mais para terem alguma importancia, mimadas demais para fazerem alguma coisa.
Aos poucos fui percebendo que eu não estava à altura de certas pessoa,mas aos poucos fui percebendo também que eu não precisava me rebaixar tanto, para chegar à alutura delas.
Aos poucos fui percebendo que:
As pequenas coisas... ficam.
As pequenas palavras... marcam.
As grandes amizades... nunca morrem.
Porque a saudade só vem depois do amor?
Seria melhor perguntar ao vento porque ele sempre se dobra em cada curva, mas o vento às vezes sopra longe daqui, esperar o vento é mesmo quem espera o amor que se foi. Nosso amor está perto, porém longe do coração, mas distante se nem distante se encontra esse amor, a saudade se prepara para atacar. A sobra dos sabores do amor é que atrai a saudade, vem como um animal sorrateiro, que nem cheiro vem sentir, como a essência do perfume que sobrou de ti. Tivera uma amostra, dessa tua virtude, com tudo que me prepara, entretanto preparado não está o coração, como se fossem anjos sem asas em resistir. O amor se nos dá asas não sei, mas o sereno da madrugada se mostra como sem tempo, em tempo, com tempo á resistir.
Como seria saudade depois de ti? Não me deste tempo para me acostumar, mas sempre o tempo vem como de costume, sem amor pra recordar. Se a saudade me faz chorar ao perceber que estou sem você aqui, quem dera essa saudade não viesse existir, futuro do amor com saudade, tem vontade de sumir. Sem conseguir tirar-te do coração, me sinto tão só, restando somente adentrar nesse mar, mas o rio dos sonhos vai desaguar em sua fonte de amor me afogar. Pena seria fazer tudo voltar ao começo, pois teria que sofrer outra vez, não tem coisa pior que sentir as coisas serem duas, com desejo de se repetir o que não serviu. Sinto-me preso entre as loucuras do que sem querer viesses aflorar, pois liberta-me do que só você saberia como me liberar, coração preso somente sabe sofrer enquanto, não sara, se é que sara.
Se somente amar e amar me viria livre desse dissabor, também sonharia com o mais completo amor, amar sem pudor, porque a saudade só vem depois do amor?*
Acredito que ela seja a metade escondida, a forma de dizer que nem tudo acabou, que nem tudo foi em vão e ainda a restos de amor. Talvez seja por isso, que ao acabarmos, ela com um tom suave, com uma fala mansa, vem desacorrentar o adeus, as palavras sórdidas ditas de cabeça quente, o lugar vazio na mesa, trazendo o sabor da sobremesa que antes insípida.
A saudade renova sua face, tira a palidez sem cerimônias. A saudade é uma forma de lembrar de fatos congelados e registrados na mente, em fusão disso faz você lembrar de um passado, que por sinal ainda não está totalmente esgotado na sua vida, na sua intimidade e na sua rotina.
Não que a saudade só venha depois do amor, é que antes não havia espaço pra ela, o ambiente era rodeada de cumplicidade, e atenções eram dadas para outros casos. Não que a dor só venha depois do amor, é que por achar que tudo foi em vão, você chega a desacreditar no amor, chega a trapacear seu coração, com isso acumulo de lembranças te perturba, tira o sono e transita como sombra em tua morada. Não é que a lamentação só vem depois do amor, é que antes não sobrava tempo para lamentar, mesmo com a falta de apetite, a barriga apenas sentia um frio, que alimentava e que a enganava. Não é que tudo vem só depois do amor, é que após você acordar pra vida, passara a observar, a verdadeira face de um ângulo diferente, sentiras o vento de um jeito indiferente, pelo simples fato de trazer o odor de um perfume, ouviras a música e acharas sem rima, e ao mesmo sem a proeza, também choraras ao ouvi-la desesperadamente, e perguntaras a si por que isso só acontece com você, achando que o outro só porque tem uma vida diferente da sua é sinal que esteja feliz, e quanto você morrendo aos poucos. Então, se tudo vem depois do amor é por culpa sua, por se entregar e amar primeiro o outro, por dedicar sua vida a ele, e em procedência disso as conseqüências acabam tomando o lugar dele, acabam revelando segredos privados, de um gosto amargo. Não que o que te contem pode ser contido, o amor quando chega é como um furacão, e torna-se o personagem principal, e você de uma só vez leva todos pra assistir o espetáculo, come pipoca, sorrir, se emociona, se assusta, se acovarda, se impressiona e em suspense te assusta, e quando menos se espera, a peça acabou, e você era apenas um espectador cheio de expectativas e sonhos dissolvidos após ligarem à luz, contudo tudo acaba se desfazendo e aparecendo nitidamente depois do amor.
Estou aprendendo a apreciar cada vez mais esse tal de tempo, pavor de alguns e aliado indiscutível de outros. O tempo é soberano, irredutível, democrático. Fala, mostra, oferece, retira, instrui, aprimora, seleciona. Ele está sempre por perto, sutil, passando aqui e ali, modificando formas, cores, situações, pessoas. Trabalha silencioso, levando embora o ímpeto, o viço, “aquele” momento, a glória de outros tempos, mas deixa ao alcance dos que se dispuserem a buscar, o conforto da experiência, da sabedoria, da cautela, do auto conhecimento. Pacientemente
ele tenta nos mostrar que os momentos são únicos, que a vida é passagem, que nada nos pertence. Que ninguém é tão insignificante ou tão importante quanto supomos. De uma maneira ou de outra, o tempo acaba sendo o nosso (severo) mestre.
Por vezes, duramente, ele nos retira coisas valiosas para nos fazer simplesmente enxergá-las. Impõe limites, forçando-nos a viver no presente. Noutras, generosamente, nos compensa com oportunidades inúmeras de superação, crescimento e reciclagem, dando-nos espaço e condições para reavaliar (pré) conceitos e valores, de alterar rotas, fazer novas escolhas e até de compensar a leviana juventude. Para os que percebem (e aceitam) a impermanência, surge o desafio, a mudança, novos (e talvez maravilhosos) momentos e finalmente a adaptação, o aprimoramento, a renovação. Um tempo para viver de forma seletiva, em outra velocidade. Um tempo de se vestir de si mesmo. De se ver singular. Um tempo em que o instante vivido basta. Para aqueles que rejeitam a passagem resta a estagnação, o desconforto de um corpo que muda, de uma cortina que se fecha, de uma história que virou antiga.
APOSSANDO DE MIM
(Luiz Islo Nantes Teixeira/Carolina Teixeira)
Voce foi se apossando de mim
De uma forma tao quente
Voce foi se apossando de mim
Assim tao impunemente
Ocupando meus espacos vazios
E dando-me o seu sorriso alegre
Domando meus sentimentos frios
E perfumando a minha pele
Voce foi se apossando de mim
Quando nem mesmo eu resistia
Voce foi se apossando de mim
Assim tao a revelia
Ensinando-me como ter prazer
Esquentando todo sangue em meu corpo
Mostrando que amar e dar e receber
Sem nunca ser um peso morto
Voce foi se apossando de mim
Com consciencia e razao
Voce foi se apossando de mim
E eu nao pude dizer nao
Voce foi se apossando de mim
De uma forma sua e pra sempre
Voce ainda esta se apossando de mim
Definitivamente
(c)2007 Globrazil/Islo Nantes Music(ASCAP)
Ó meu Pai, dá-me o direito
De dizer coisas sem sentido
De não ter que ser perfeito
Pretérito, sujeito, artigo definido
De me apaixonar todo dia
De ser mais jovem que meu filho
E ir aprendendo com ele
A magia de nunca perder o brilho
Virar os dados do destino
De me contradizer, de não ter meta
Me reinventar, ser meu próprio Deus
Viver menino, morrer poeta
Retome Meus Sentidos
Como você não pode entender
meu jeito de te olhar
Tento não pensar em você
mas meu interior teima em continuar
Até quando não vai perceber
que eu não deixei de te amar
Me tornei tão fraca
Sem você por perto
Eu sinto a falta de tudo
Não estar mais certo
Minha alma está adormecida
E ela vai continuar
Se você não me encontrar
Minha alma está fria e vazia
E ela vai continuar ... assim
Então venha e me busque
Estou morrendo aos poucos
Não me deixe partir
Desperte meu interior
Não posso e nem quero ir
Me acorde desse sono profundo
que parece não ter fim
Retome meus sentidos
Me perdi na escuridão
Me encontre e grite meu nome
Antes que eu desapareça
Me ache num nada
Entre a vida e a morte
E eu estarei lá
Eu posso te esperar o tempo que for
Porque o que sinto por você é eterno
Agora sem você nada é verdadeiro
Parece que estou presa numa fantasia
Me leve de volta a realidade
Transforme minha vida vazia
Retome meus sentidos
Eu fui criada pra você
Você foi feito pra mim
Numa combinação perfeita
Não se pode ter um fim
Você é a luz do meu lado obscuro
é a verdade de todos meus mistérios
é o único sorriso das minhas tristezas
Parece que me tornei
Como uma lágrima
Que apenas surge nas mágoas
Estou caindo e desaparecendo
Parece que estou morta
Como se tivesse envenenada
Só você é a minha cura
Aqueles momentos
Significam algo pra você?
Se sou realmente o que você quer
Querido me prove o que sente
Não tenho razões pra seguir
Vivo entre sofrimentos
Mas abri meus olhos
Me lembrei de tudo
Só agora percebi que
sem seu amor
sem você...
sem seu calor
Não existo...
Sapatilhas
Nunca se apaixone por uma bailarina.
Essas almas leves e lindas podem te levar a loucura.
Elas podem parecer inocentes à primeira vista,
com aqueles passinhos de quem não quer nada,
mas assim que elas te tiram para dançar, você não consegue mais fugir.
E entre giros e voltas elas vão te enfeitiçando,
e quando você acha que as tem, elas se livram rapidamente num rodopio gracioso,
e lá vai você tentando alcançá-las novamente.
Mas, caso você não leve a sério meu conselho e acabe caindo nos encantos dessas moças, dance.
Dance sem medo de se cansar,
pois não há nada melhor do que se apaixonar por uma bailarina.
E a gente vai se olhar e rir de todo esse dramalhão, vou te chamar de bobo, você vai me chamar de besta e amanhã de manhã um outro sol, não mais tão quente e nem tão brilhoso quanto antes, vai nos convidar pra passear enroscados na calçada da mesma ruazinha apertada e sem graça de sempre, como sempre foi. E as pessoas vão perguntar se você voltou.
E você vai dizer que nem foi.
Amadurecer...
É deixar que falem tudo, sem que isso mude quem você é,
É ter coragem de enfrentar seus medos e sair da neutra zona de conforto,
É sair do muro, agir, tomar decisões e saber lidar com elas,
É aprender com os erros, sem se vitimizar,
É saber perdoar e pedir perdão,
É se afastar de pessoas negativas e situações que ameaçam a sua paz,
É ser feliz pelo que vc tem e não viver se lamentando pelo que te falta,
E ter a sabedoria de aceitar que nem tudo é perfeito.
Que Deus leve, para bem longe de nós,
tudo aquilo que nos diminui,
tudo que nos atrasa,
tudo que pensamos ser bom e não é.
Que nos livre dos enganos e das ilusões,
que nos permita tomar decisões hoje,
que antes, os apegos vazios tornavam impossíveis.
Que alargue nossa visão...
que estreite nosso orgulho...
que nos molde à Sua Vontade.
Amém.
Amar é....o tempo todo pensar em voce?
Amar é...ficar sem chão se não tem nenhum email seu?
Amar é...dormir querendo sonhar com voce?
Amar é...tudo que vejo, lembrar de voce?
Amar é...acordar e te dar Bom dia mesmo nesta distancia?
Amar é...tudo que sinto vir correndo te contar?
Amar é...quando voce esta quieto me preocupar?
Amar é...querer te sentir sempre feliz?
Amar é...cada vez que passo pelo pc, ver se voce esta on?
Amar é...mesmo sem te ver, sentir voce presente?
Amar é...saber o que voce esta sentindo?
Amar é...abrir um sorriso enorme quando te ve chegando?
Amar é...a alegria em cada vez que meu celular toca e nele tem uma mensagem sua?
Se isso tudo é amar...e mais tantas outras coisas...eu amo voce cabeção!!!
Ser...
Mesmo que para isso seja necessário sofrer
Sofre...
Antes sentir a dor da originalidade, que alegrias de falsificações e inverdades
Sente...
E que o seu sentir possa incomodar os acomodados que convivem com a gente
Convive...
Com aqueles que há muito tempo não vivem e deposite sonhos e sorrisos, para que teus olhos continuem a brilhar
Brilhe...
E que seja o teu brilho como o grão de milho; que alimenta, enche os olhos e os ouvidos dos que desejam sonhar
Sonhe...
E acompanhe seus sonhos quando eles começarem a engatinhar, assim, logo poderá estar diante de um grande realidade que corre pra lá e pra cá
Calma...
Ainda sim ande devagar, pois não tem a certeza de quanta verdade é capaz de suportar!
Sempre sofri demais com os problemas alheios, sabe aquilo de sofrer junto? Como se fosse comigo....tomava o problema pra mim e este me absorvia... Chegava a ficar doente de preocupação com os outros, até que entendi que quando o problema era comigo, ah ....ele era problema meu mesmo, ninguém se preocupava tanto a ponto de compartilhar do meu sofrimento ou de se colocar em meu lugar, enfim....Isso não fazia bem a mim e com certeza não faz bem pra ninguém...Não recuso ajuda, mas não vou mais abraçar os problemas de ninguém, é uma carga pesada demais para os meus ombros. Cada um deve carregar o peso dos próprios problemas, até para amadurecimento, superação e crescimento espiritual.
Rosangela Zorio
EIS UM PEQUENO FATO:
Você vai morrer.
(...)
REAÇÃO AO FATO SUPRACITADO:
Isso preocupa você?
Insisto - não tenha medo.
Sou tudo, menos injusta
(...)
UM ANÚNCIO TRANQUILIZADOR:
Por favor, mantenha a calma, apesar da ameaça anterior.
Sou só garganta...
Não sou violenta.
Não sou maldosa.
Sou um resultado.
Carpe Diem
As operações matemáticas da vida contrariam as regras da ciência, na vida as operações se contradizem, não respeitam a lógica, na vida nada é simples ou absoluto.
As somas muitas vezes se transformam em subtrações, elas parecem estar paralelas mas em sentidos opostos, quando somamos mais um dia aqueles que já vivemos automaticamente também subtraímos um dia daqueles que nos restam para viver, quando multiplicamos nossos sonhos também acabamos dividindo o nosso tempo, com isso a vida acaba se transformando para muitas pessoas em uma equação insolúvel , onde todos estão debruçados tentando obter o resultado final, sendo que na realidade o importante não está no resultado final, mas nas formas como você conseguiu equilibrar estas operações na vida.
O que afinal entendemos por aproveitar o dia presente se vivemos aprisionados entre o passado e o futuro.
Vivemos atormentados pelas nossas ações passadas que não podem mais ser alteradas, parecemos expectadores cativos do mesmo velho cinema abandonado onde nas madrugadas frias reprisa filmes de terror contendo somente os melhores momentos de nossos próprios erros e pecados, e ao invés de aprendermos com nossas falhas e arquiva-las, apenas voltamos á bilheteria para comprar um novo bilhete para a próxima sessão.
Ficamos sonhando ansiosos com um futuro que somente existirá se soubermos equacionar adequadamente as nossas ações no presente.
A solução para a equação da vida está no momento presente, é o resultado das suas atitudes e decisões agora, hoje, neste exato momento em que você está lendo esta linha do texto.
Não existe viver ontem ou amanhã , somente o HOJE .
Por isso Carpie diem
"Se tiver que amar, ame hoje. Se tiver que sorrir, sorria hoje. Se tiver que chorar, chore hoje. Pois o importante é viver hoje. O ontem já foi e o amanhã talvez não venha."
Carpe diem
Carpe Diem, "aproveite o dia presente", escreveu Horácio, um poeta guerreiro que habitou o vasto império romano, em tempos do principesco Augustus. Sensível como um barômetro, o velho Quintus Horatius Flaccus um dia elevou o olhar aos céus e captou o fluir silencioso das águas do rio tempo. A visão da transitoriedade aflorou na sentença: Carpe Diem, aproveite o dia presente, pois ele é tudo que é dado ao homem usufruir. Passado é história, água corrida que não volta. Futuro é hipótese, probabilidade apenas, incerteza e risco, impalpável demais para ser levada tão a sério.
Carpe Diem, nestas duas palavras latinas, um alerta, um conselho, uma filosofia de vida. Viver é já. Existir é hoje. Nenhum tempo além. Nenhum lugar além. Se tiver de ser, que seja eternamente agora. Ou talvez jamais, porque as águas do rio tempo não voltam – e ainda que voltassem não nos encontrariam, pois não seríamos mais os mesmos. Tudo flui, dizia Heródoto. Tudo muda. A única coisa que permanece é a improcedência. Nada é eterno, pois que tudo é chama, fluxo, incapacidade, escorregar-se, deixar de ser. Carpe Diem. Se tiver de viver, que seja agora.
A advertência de Horácio é sábia. É sobretudo útil. Talvez mais útil ainda nestes tempos sobrecarregados, de cenhos sombrios, estafados na tentativa de construir defesas antecipadas contra difusos perigos de um amanhã improvável. Apólices de seguro na mão, e vamos nós, seguros e inseguros.
Carpe Diem, ouçamos Horácio, que perscrustou uma verdadeira profunda – e traduziu-a numa norma simples. Viver hoje – fazer hoje. Ser hoje. Sem essa de não poder ser feliz no domingo porque há contas a pagar na segunda. O conflito é amanhã? Deixa pra lá..... Amanhã você pode ser até enforcado, mas até que chegue amanhã, aproveite bem o seu pescoço. Viver no passado é neurótico, é inútil, é um viver virtual. Carpe Diem, colha seu dia, como quem colhe um fruto maduro, na hora exata. Um descuido e o fruto se perde.
"Carpe Diem" quer dizer "colha o dia". Colha o dia como se fosse um fruto maduro que amanhã estará podre. A vida não pode ser economizada para amanhã. Acontece sempre no presente.
Saudades... Saudades que não sai da minha vida,
Deita comigo e não me deixa dormi,
vou trabalhar e ela vem junto do meu lado,
tento mudar o meu pensamento,
mas é a saudade que vem em todos os momentos...
Não aguënto mas sentir saudades,
Deixa eu matar ela para que ela não me mate,
Deixa eu tiver para eu me sentir melhor
Eu ti adoro!!!
Romance da Bela infanta
Chorava a infanta chorava na porta da camarinha
Perguntou-lhe o rei seu pai: Por que choras filha minha?
Eu não choro senhor pai, se chorasse razão tinha
Todas eu vejo casadas, só a mim vejo sozinha.
Procurei no meu reinado, filha, quem te merecia
Só achei o conde Olário e esse já mulher havia
Ai meu rei pai de minh’alma, esse mesmo é que eu queria
Mande aqui chamar o conde pela vossa escravaria
Palavras não eram ditas, já o conde chegaria
E que a vossa majestade quer com minha senhoria?
Mando que mate a condessa pra casar com minha filha
E traga a cabeça dela nesta dourada bacia
Sai o conde por ali com tristeza em demasia
Ter que matar a mulher, e a mulher não merecia
A condessa que o esperava para abraça-lo corria
Com o filhinho nos braços já de longe bem ouvia
Sentaram-se os dois a mesa, nem um nem outro comia
As lágrimas eram tantas que pela mesa corriam
Porque choras senhor conde, desafogue essa agonia
Me dê a sua tristeza que lhe dou a minha alegria
Ou te mandam pra batalha ou te mandam pra Turquia
Nem me mandam pra batalha nem me mandam pra Turquia
O rei manda que te mate, pra que case com sua filha
E quer a sua cabeça nessa dourada bacia
Não me mate senhor conde, um remédio haveria
Vou meter-me em um convento da ordem da freiraria
Lá guardarei castidade e a fé que te devia.
Como pode ser tal coisa condessa da minha vida
O rei manda que te mate pra casar com sua filha
E quer sua cabeça nessa dourada bacia
Deus que te perdoe meu senhor conde lá na hora da cotia
Me tragam aqui meu filho entranhas da minha vida
Deste sangue do meu peito, beberá por despedida
Bebe meu filhinho, bebe, este leite de agonia
Hoje aqui ainda tens mãe que tanto bem te queria
Amanhã terás madrasta de mais alta fidalguia
Já ouço tocar o sino, ai meu Deus quem morreria?
Morreu foi a bela infanta, pela culpa que trazia
Descasar os bem casados, coisa que Deus não queria.
Em algum momento o mundo se tornou um lugar fútil, superficial e de aparências.
Já não se vivem os momentos, os registram através de selfies postadas nas redes sociais.
Esse excesso de exposição esconde consigo uma procura insaciável por aprovação.
Se busca a aprovação de pessoas que em muitas vezes nem se sabe quem são.
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