Textos de Feliz Ano Novo para celebrar com esperança e otimismo

O Eco da Solidão.


​"Aprendi o que é o amor, aprendi sobre ele e, então, conheci a solidão. Carrego o peso de tantas frustrações e a inquietude de uma alma que se cala por sentir demais e não saber como demonstrar. Nem sempre foi assim, mas agora, a cada passo, a solidão se faz presente. Apesar das contradições evidentes, entrego-me à melancolia dos meus dias; uma dualidade paradoxal, vivida em um sentir que, muitas vezes, parece não ter sentido."

Poucos humanos conheceram o fundo do oceano, mas muitas vezes o utilizam como símbolo de dor, mesmo que em suas profundas águas silenciosas e turvas representem também o início da vida, do amor, toda injustiça e do horror.


Estaria uma hierarquia existêncial em forma evoluída sublimando seu vazio e infinito através de uma carne perecível?


O tempo ajuda quem, com coragem, se afasta do que o reduz. A coisa mais mágica que existe no mundo é existir através do sentir, o resto provavelmente é uma mentira teatral, muitas vezes de mal gosto. E todo homem que não respeita a lei do homem busca o que o beneficia, não o bem comum.


O tempo que se perde sofrendo pode ser utilizado para se preparar para a sublimação extraordinária em paz.


Somos aquilo que fazemos, não o que copiamos ou morremos sonhando.


Parecer real não preenche vazio.


O que é original não pode ser copiado.


Quem é de verdade sabe quem é de mentira.


Destruir a luz não resolve a falta de paz.

Há beleza, quando a luz do sol reflete o teu olhar. Amendoados olhos teus,lábios carnudos, gosto doce, perfume teu. Sinto por todos os lados.Acho,que o mundo cheira você. Chama viva que arde,plenitude quando tua voz eu ouço .
O que isso? Frequência Cardíaca alterada, dispneia, sudorese nas mãos. É como fico ao te ver ,teu sorriso largo,tua timidez ,me deixa fascinada. Você e eu somos um. Me perco em você, porque eu sei que em ti eu me acho. Porque ao te ver, me enxergo. Ninguem quer se perder. Pois eu não sou, tua metade.E nem você é metade minha. Somos apenas dois em um com fome e vontade de nos amar.

A cadeira não sabe que cansa. Suas quatro pernas, verbo intransitivo de sustentação, aguentam nossos silêncios sem conjugação. A janela divide o mundo em sujeito e predicado: lá fora chove, aqui dentro falta.
Objetos não falam, mas nós falamos por eles. A porta decide, a chave permite, a xícara espera — todos verbos humanos, emprestados. É nossa projeção que dá sintaxe ao neutro. A mesa não sente solidão quando vazia; sentimos nós, projetando gramática onde há apenas existência muda.
E assim vivemos entre sujeitos ocultos e objetos que carregam nossos sentidos. A casa inteira é uma oração que nunca termina, pontuada pelo nosso ir e vir. As coisas permanecem, inertes e eloquentes, enquanto nós, desesperados por significado, lhes atribuímos vozes que elas jamais pediram.

Chorão bobão.



Chorar é o que sei fazer de melhor.

Tudo que eu queria era esquecer uma garota.

Que acabei me aproximando mais do que o planejado.

Conclusão.

Sai ferido, mas os ataques não vão parar por aí.

Mas o bobão apaixonado sou eu.

Já deveria ter aprendido a lição há muito tempo.

PROVA DE FOGO


Todo cristão pelo fogo é renovado,
a nossa fé só aumenta se no fogo é provada.
Quem não passa pela prova de fogo logo se desfaz,
pois não suporta as lutas e nem os vendavais.


Se pelo fogo provado eu sou, é porque Cristo por mim tem um grande amor;
quanto maior é a prova de fogo, maior é o valor.
Se pelo fogo provado eu sou, é porque Cristo por mim tem um grande amor;
quanto maior é a prova de fogo, maior é o valor.


Se estás sofrendo na luta na qual és provado,
lembra-se que Cristo sofreu quando a cruz carregou.
Mas em meio a tanta dor, Ele não desistiu,
venceu a morte e o inferno e para os céus subiu.


Se pelo fogo provado eu sou, é porque Cristo por mim tem um grande amor;
quanto maior é a prova de fogo, maior é o valor.
Se pelo fogo provado eu sou, é porque Cristo por mim tem um grande amor;
quanto maior é a prova de fogo, maior é o valor.


Cícero Marcos

O tempo passa tão rápido não é?
Nem vi ele passar
O seu sorriso desapareceu
O seu cheiro
Só sobrou eu
Eu deveria ter passado mais tempo com você
Agora é tarde
Só resta os ossos
Poeira
E sonhos finalizados e inacabados
Eu deveria ter aproveitado mais não é?
Eu achava que você iria ficar comigo para sempre
Achei que seria pelo menos um tempão
Mas quando vi
Seu corpo estava dentro de um caixão
Frio e destruído
Sua vida esvaiu na estrada
Seu sangue banhando aquele carro que antes era nossa carroça de grandes viagens
Eu estava te esperando aquele dia
Mas a morte chegou com a sua coroa nas mãos
Ela colocou a coroa banhada de seu sangue na minha cabeça
E eu agora era a nova rainha.
Rainha de sangue
Coroada pela morte
Agora era minha vez de continuar o que você construiu até aqui
Mas sem você.
Eu não queria aquela coroa sangrenta, mas você construiu tudo com tanta paixão.
Não tenho escolha, eu te amo

Eu te amo.

Gloriosos foram os dias que dancei
Dancei sem parar ao escutar as batidas
Batidas do samba, poesias e melodias
Se eu pudesse voltaria onde alcancei


Foi apenas um instante...
Maldita sejam as amarguras
Que padecem meu coração
Será que um dia eu irei?


Irei um dia sentir alegrias?
Que meu coração se curará?
Que meu coração se erguerá?
Não sei Mais...


Sinto falta de um passado distante
Onde eu via luz onde ia
Um abraço seu que sempre estava ao meu alcance
Agora debaixo da Terra me resta só a nostalgia

Hoje o mundo se curva em respeito,
não apenas por um dia,
mas pela história inteira
que cada mulher carrega.
São passos firmes na estrada,
mesmo quando o caminho pesa,
é a força que levanta o mundo
com mãos cheias de delicadeza.
Mulher é doçura no olhar,
é coragem no coração,
é luz que transforma a vida
em amor e superação.
Que hoje seja lembrado
o valor que sempre existiu,
porque a grandeza da mulher
é algo que o tempo construiu.

Persistir na bondade é uma das mais belas formas de servir a Deus. Muitas vezes fazemos o bem e não recebemos compreensão ou carinho em troca, mas isso não deve nos desanimar.


O verdadeiro bem nasce do coração e não depende da resposta do mundo. Quem continua sendo bondoso, mesmo diante das dificuldades, fortalece a própria luz interior.


Sejamos firmes no amor, pacientes nas atitudes e generosos nas pequenas coisas. A bondade repetida todos os dias transforma o coração e ilumina o caminho de muitos. ✨


Tenham um lindo dia!

Ruínas da verdade


Chegam os tempos das incertezas.
Quando quase nada encanta,
ao saber da verdade dos truques;
A magia de tudo se esvai.
Os belos discursos, o teor das palavras frenéticas,
perdem a veemência
com o caráter de papel do preletor.


A democracia é relativa aos interesses;
E a vergonha se mede pelo tamanho e pelo lucro da barganha.
As casas e os homens da justiça
parecem recicláveis, misturas de tudo.


O poder nas mãos de roedores,
que nada plantam, nada produzem,
só consomem e deixam restos.


Tempos de incertezas, rumos ao caos.
Caminha-se para a ruína
no tempo de tantas informações.
A ganância consome
primeiro a capacidade de projetar um futuro melhor.

Eu fiz tanto.
Fiz muito.
Me doei até doer, e depois doei mais um pouco, só pra ver se o mundo parava de te esmagar.


Eu segurei tua mão no momento mais difícil da tua vida.
Eu fiquei.
Eu fui presença quando era mais fácil ser desculpa.
Eu fui constância quando você me empurrava para fora da tua vida como quem empurra uma cadeira que tá ocupando espaço demais.


E eu aceitei.
Porque eu te amava daquele jeito perigoso: o amor que acha que paciência resolve tudo, que carinho convence, que cuidado abre portas.


Avisa quando chegar.


Eu repeti isso mil vezes, como quem tenta manter alguém inteiro por telepatia.
Não era só “me avisa”.
Era “não some”.
Era “não morre”.
Era “não me deixa do lado de fora sem nem saber se você ainda existe”.


E aí eu fico com essa pergunta suja, que ninguém gosta de dizer em voz alta porque parece cobrança, mas não é:
eu merecia respeito.


Merecia uma conversa final.
Uma conversa de verdade.
Cara a cara, sem a covardia confortável de uma tela.
Sem eu ter que ler o fim como quem lê notificação de banco.


Eu merecia mais do que uma mensagem.


Porque eu não fui pouco.
Eu não fui distração.
Eu não fui “qualquer um”.
Eu fui o cara que ficou quando era feio, quando era pesado, quando era madrugada, quando era silêncio, quando era cansaço por dentro.
Eu fui o que você teve coragem de usar como abrigo.
E depois, quando o tempo virou, eu virei excesso. Virei incômodo. Virei algo que você precisava remover.


Avisa quando chegar.


Eu também engoli o outro tipo de dor, aquela que não dá pra explicar sem parecer pequeno:
você nunca me assumiu.
Nunca postou que estava comigo.
Nunca colocou meu nome com orgulho em lugar nenhum.


Eu era presença no teu dia, mas não existia no teu mundo.


E isso é um tipo de abandono que começa cedo.
Começa enquanto ainda tem beijo, ainda tem rotina, ainda tem “boa noite”.
Só que o amor vai ficando clandestino.
Vai ficando escondido.
Vai ficando com cara de coisa que você não tem certeza se quer.


E quando você não assume, você deixa a outra pessoa sempre pronta para ser descartável.
Porque descartável é quem não aparece.


Eu olhava e faltava foto.
Faltava “nós”.
Faltava o básico que não é vaidade, é lugar.


E eu fiquei tentando ser lugar com gesto.
Com cuidado.
Com música.
Com texto.
Com ritual.
Com presença.
Como se eu pudesse compensar o que você não tinha coragem de afirmar.


Avisa quando chegar.


Eu te dei mão, e você me devolveu parede.
Eu te dei paciência, e você me devolveu dúvida.
Eu te dei o melhor que eu tinha, e você me devolveu silêncio.


E o silêncio, no começo, eu romantizei.
Eu achei bonito.
Achei maduro.
Achei que era “teu jeito”.


Mas depois eu entendi: tem silêncio que é só falta de escolha.
Tem silêncio que é a pessoa deixando você se acostumar com a ausência antes de ir embora de vez.
Tem silêncio que é treino para o fim.


E o fim veio do jeito mais injusto para quem se doou:
sem cerimônia.
Sem conversa.
Sem aquela dignidade mínima de olhar no olho e dizer “acabou” como gente adulta.


E aí entra a parte que você falou, e eu não vou fingir que não existe:
pra mim, isso pareceu punição.


Não porque eu tenho certeza do que você quis.
Mas porque foi assim que bateu no meu corpo: como castigo.


Como se todo meu esforço tivesse virado um erro.
Como se eu ter ficado tivesse sido um exagero vergonhoso.
Como se eu ter sido leal merecesse ser cortado rápido, pra não dar tempo de eu falar nada, de eu perguntar nada, de eu existir por mais cinco minutos.


Avisa quando chegar.


Eu lembro do começo, eu lembro do meu jeito de tentar fazer dar certo:
eu oferecendo encontro, oferecendo conversa, oferecendo rua, oferecendo tempo.
“Quer que eu vá aí?”
Eu queria resolver com presença, porque eu sou desse tipo: eu apareço.
Eu não sumo.


E é exatamente por isso que me destrói:
eu fiquei, e você saiu por mensagem.


Eu não estou pedindo eternidade.
Eu não estou pedindo que você volte.
Eu não estou pedindo que você mude o que sente.


Eu estou dizendo o básico, o mais básico:
eu merecia ser encerrado com respeito.


Porque tem uma diferença enorme entre “terminar” e “descartar”.
E eu tô com a sensação de descarte atravessada na garganta.


Eu fui cuidado.
Eu fui mão.
Eu fui constância.


E eu não virei memória bonita.
Eu virei algo que você removeu.


Avisa quando chegar.


Hoje, quando o celular acende, dá raiva.
Porque eu sinto o impulso do hábito e lembro que não tem mais “cheguei”.
Tem só eu, com essa frase sobrando, repetindo ela como quem tenta chamar de volta a humanidade de alguém.


E o pior é isso:
eu ainda me importo.


Mesmo zangado.
Mesmo humilhado.
Mesmo cansado.
Mesmo com vontade de arrancar de mim tudo que eu te dei.


Eu ainda me importo.
E isso me dá nojo e saudade ao mesmo tempo.


Então eu vou te dizer a última coisa que eu sei dizer sem me diminuir, porque essa frase foi minha casa e agora é meu corte:


Avisa quando chegar.

Purificar a alma
gritar ... ficar calma
como a limpar?

respirar fundo, expirar

fechar os olhos e sorrir ...
imaginar um prazer ...

uma oração ler ...


um pensamento profundo
desligar-se do mundo ...


ouvir a chuva cair ...
ver campos, jardins a florir
olhar o mar... o rio
um espaço vazio...

sentir por dentro ...
novo renascimento

O comando é o pensamento

vamos o programar ...
para nos encontrar

no nosso interior
dominar a dor

nos amar, valorizar

somos nós a sentir

não vamos desistir

Bom dia, eu digo
Você responde
Bom dia.
Um novo dia nasceu
Mas tudo parece o mesmo
Mesmos problemas
Mesmas reclamações
Mesmos passos...
Só mudou a maneira de ser problema
Mas é o mesmo.
Será que um dia vamos resolver?
Será que um dia vamos fazer valer?
Será que um dia vamos fazer valer toda nossa cruz?
Não sei, sempre incerto...
Te vejo num véu escuro, uma cortina de fumaça...
Precisa fazer tudo isso?
Até quando vai deixar tudo pra debaixo do tapete?
Até quando vai ser assim?
Até quando...

Sobre as flores

Quando morrer
Não se preocupe
Vão cuidar bem de você
Vão te vestir
Arrumar seus cabelos
Arrumar tempo
Cancelar compromissos
Mover-se para se despedirem
Irão chorar por você
Irão estar com você
Irão lembrar de você
Irão te elogiar

Mas por favor
Não espere isso enquanto estiver vivo

A morte do fim.


Criamos e idealizamos um divino que possa aliviar o nosso sofrimento de existir sem respostas e sem sentido. A falta de respostas da vida e do que vem depois da morte inquieta a nossa mente, fazendo com que esperemos que a nossa existência se encha de alguma esperança.


Ao mesmo tempo, também queremos nos sentir seres especiais, carregados de significado aqui e além daqui. A vida parece injusta quando pensamos que a morte pode ser apenas o fim, mesmo que o fim seja, de fato, a própria morte.

meus pensamentos não estão voltados ao mundo, meu corpo está apenas sobrevivendo nesse mundo.
Meus olhos enxergaram a maldade do homem, e a busca constante pelo poder. o mundo é a causa insenssante da dor e do caos mental, onde realmente estou, além de viver no silêncio apenas observando o tempo passar e ver o corpo morrer e o homem sem propósito verdadeiro de vida.

O mapa das estrelas reside nas tuas mãos, um cosmos contido na suavidade da pele, mas o meu universo favorito é a pequena sílaba dita ao acordar ao sussurro do teu nome que anula o silêncio e o transforma em melodia.

Se o sol é a tua intensidade e o universo a sua complexidade serei sua força de existir, a luz que ilumina seu caminho a segurança para seu sorriso.

Quero ser a sua simplicidade a necessidade do abraço da segurança; uma pequena parte da minha existência pão no dia a água a poesia, o verso gravado na pedra da eternidade, nos tornamos um corpo e uma alma, na criação nascemos separados crescemos na busca e nos encontramos e moldamos. mas o espaço entre as linhas estão em branco cabe apenas nós escrever juntar as palavra e escrever a história os poemas deixamos para os momentos que viveremos,você me decifra com seu olhar, você respira a calma e preenche a ausência.

O poeta ao escrever não te criou apenas decorou sua alma; neste encontro entre dos seres predestinados a viverem em união que não é ponto de partida nem de chegada mas o próprio caminhar e ao descobrir que a magias é a rotina compartilhada, os momentos que os nossos caminhos são apenas um só, não podemos seguir se não estamos sintonizados com nossos sonhos e desejos; onde nossos olhos é o único milagre que se repete sem esgotar a felicidade o desejo o amor a união e juntos somos a percepção, somos a certeza do princípio sem final.

Assim o amor não se mede pela eternidade prometida, mas pelo presente vivido, pelo instante onde tudo o que é vasto se torna íntimo; o íntimo se torna o segredo e não será contado em uma história, poucos conhecem e sabem de nossa existência até o momento que o tempo se esgotar e na última página deste livro o vazio a página em branco nem nossos nomes será lembrado.
A esperança não é uma espera contínua mas o reconhecimento de que enquanto houver um sorriso seu para desenhar o horizonte de nossas vidas o livro da existência seguirá sendo escrito página por página.

E com o tempo você aprende que ninguém te paralisa,
Exceto, se você permitir!
Com o tempo você aprende que erros todos cometem,
Mas poucos tem coragem de aprender com eles e seguir em frente.
Com o tempo você aprende que há mais força em ti do que você supunha
E quando muitos pensam que você está prostrada ao chão,
Você está buscando forças em Deus para alçar voos mais altos e romper barreiras,
Seguir em frente.
Com o tempo você aprende que há mais coragem em ti do que medo.
Você aprende que é preciso transformar medo em coragem e prosseguir sempre,
Afinal, esta é a lei da vida!
O medo só paralisa os covardes!
Portanto, vale o recado:
Caiu?
Doeu?
Se Machucou?
Pronto, agora engole o choro, sacode a poeira e siga em frente sem pestanejar
Afinal, há um futuro brilhante a tua espera e só depende de ti conquistár ou não!
Você, eu não sei,
Mas eu?
Eu já estou preparando meu voou!

Refletindo sobre a vida

Acredito que com o passar do tempo, a experiência de vida me fez compreender o medo de amar que algumas pessoas desenvolvem no decorrer de suas vivências afetivas.

Idas e vindas da vida! Inícios e términos de relacionamentos, tudo isso é muito doloroso e cansativo! Afinal, não é fácil construir, desconstruir e reconstruir sonhos, planos, sentimentos e memórias.

Ignorar ou tentar apagar pessoas que foram, são e sempre serão partes essenciais de nossas histórias faz pouco sentido, mesmo que o emocional, as vezes, te prive desta compreensão, você é o resultado da soma de todas as suas experiências vivenciais.

O passado é uma boa ferramenta, uma espécie de bússola que nos mostra, não pra não pra onde ir, mas sim de onde viemos. As vezes entender isso já ajuda a resolver muita coisa!

Seria muito bom, se as mudanças de fase de nossas vidas não doecem, mas crescer dói, mudar dói, sair da zona de conforto é doloroso! Por ser assim, quando compreendemos o processo é que nós nos moldamos e conquistamos as melhores versões de nós mesmos.

Aprendemos a nos colocarmos no lugar do outro, a perdoar o outro, a perdoar a nós mesmos e usar tudo isso em favor dos nossos passos seguintes.

Não julgo o medo que algumas pessoas desenvolvem, mas tudo nessa vida é questão de escolha! Posso me tornar uma vítima do medo ou o herói da minha própria história, permitindo a mim mesmo assimilar tudo que foi vivido como experiência.

Todo mundo deseja ser feliz! Sem exceção. Mas pra isso, é preciso organizar a bagunça que a falta de auto conhecimento deixa na mente e principalmente no coração.

Viver em paz consigo mesmo requer um ato de perdão interminável! Afinal erros e acertos são comuns na jornada. O que se faz a partir da compreensão disso é que faz toda a diferença.

O orgulho não pode fazer parte do repertório emocional de alguém que deseja ser feliz! O orgulho engana as pessoas e faz com que elas se sintam ridículas ou inferiores por admitir ou expressar o que nunca deveria deixar de ser dito por nós: "Sinto muito. Me perdoe. Te amo. Sou grato”.

Essas 4 frases são a base do Ho’oponopono, uma filosofia Havaiana muito poderosa. Recomendo a todos o uso diário.

Espero que de coração que você assuma o comando de sua vida e seja muito feliz com o mundo e as pessoas a sua volta. Quando tudo está organizado por dentro, as bagunças do lado de fora serão bem mais fáceis pra você!

Sinto muito se a leitura não foi o que você esperava!

Me perdoe, estou em processo de constante aprendizagem!

Te amo e por isso desejo que tu sejas muito feliz!

Sou grato pela sua atenção e companhia até o fim deste relato.