Textos de Feliz Ano Novo para celebrar com esperança e otimismo
DIGITAL INFLUENCER?
Influenciando você a quê? Em quê? Por quê? Pra quê?
É.... as pessoas estão seguindo diversos digitais influencers, mas não sabe nem ao que estão sendo influenciadas, dando curtidas e coração em tudo que vê de forma alheia, se prendendo todos os dias livres, transformando sua mente em uma cadeia.
Em quê? Na sua casa, trabalho, rua, em tudo vai rotulando, propagando como deveria ser e de onde vem o que você deveria ter, e se não tem, não é ninguém tá perdido, tá fora da realidade consagrada na internet
Por quê? Difícil responder? Não, não, é bem simples, a realidade se tornou algo difícil de viver, assim é mais fácil uma ilusão, bebidas novas para ser socialmente social, roupas caras para esconder a vergonha barata, produtos transformadores, mesmo que venham com dores, maquiagens que mudam por fora e borram por dentro, sapatos que protegem os pés e pisam os corações, correntes que brilham o pescoço de quem é escuridão, difícil responder? Claro que não, difícil é viver em plena era da ilusão, começou com rádio, TV, Internet, celular e agora só destruição...
Pra quê? Para que você seja mais um influenciado, ou melhor, mal influenciado e a escolha é sua, pois, é mais gostoso se entreter do que ver a verdade nua e crua, e hoje, morando na rua entendo que uma andorinha, mesmo sozinha, anuncia o verão, e vai outono, vem inverno, quem disse que é de fogo o tal do inferno?
Não está vendo? Não pode ouvir? Nem vai falar?
É.... me esqueci ... está perdida dentro de um celular!!!
O relógio marca o tempo, mas eu conto a saudade,
Esperando o momento da nossa felicidade.
Se você demora um pouco, o coração já quer saber:
Como é que o mundo gira sem eu ter você?
Eu sou o cara que te cuida e te quer bem,
Que não te troca por nada e nem por ninguém.
No balanço do caminho, no trajeto do destino,
Te protejo com a força de um amor cristalino.
Quando o carro para e a gente chega em algum lugar,
Faço questão do gesto, só pra te ver desembarcar.
Abro a porta, te dou a mão, te vejo florescer,
Porque o meu maior orgulho é estar com você.
No silêncio da noite ou no caos do dia,
Sou seu porto seguro, sua melhor companhia.
Se o choro vier, sou eu quem enxuga o pranto,
Pois te amar desse jeito é o meu maior encanto.
Você acorda e sorri, e nesse brilho eu leio:
Que sou o cara certo, sem medo e sem receio.
Sou seu herói, seu amigo, seu eterno namorado,
O cara que vive feliz... só por estar ao seu lado.
Esse cara sou eu
O homem desejado por todas as mulheres
Esse cara sou eu
O seu namorado.
As pessoas andam, de facto, mal resolvidas emocionalmente — isso é inegável. Mas isso não significa que você deva aceitar o papel de plano B na vida de alguém que já tem preferências bem definidas no plano A, mas que ainda assim quer te manter em espera.
A vida também é feita de clareza, de intenções objetivas e honestidade emocional. Sob nenhuma circunstância aceite ser opção onde você deveria ser prioridade.
Acredito sinceramente que você merece o melhor — relações verdadeiras, afeto recíproco e escolhas conscientes. E se não for eu a te lembrar disso, talvez a própria vida o faça… ainda que por meio de lições duras.
1 -Na corrida pela a vida no ato da fecundação você fui um vencedor. Venceu milhões de espermatozóides.
2 -Deus projetou um projeto lindo pra você executar, você não está aqui por acaso.
3 – Existe alguém que se inspira em você, por isso não desista, a tua trajetória está sendo motivo para alguém ir em frente.
Hoje senti uma forte lembrança sua...
Amada que tanto amei...
No acaso do trabalho, uma linda moça me apareceu ao corredor do mercado...
Havia nela às curvas dos teus olhos, Havia também o mesmo sorriso seu bondoso pairando sobre o livre arbítrio daquele lugar...
Eu lembrei de tudo...
Lembrei de quando me enchi de alegria ao chegar do trabalho e ao te ver longe, me atirei correndo ao teu encontro...
Era tanto amor sem reconhecimento...
Lembro de quando só queria ficar ao seu lado, mas tal presença minha era em vão aos teus olhos...
Certo dia segurei firme sua mão e você não entendia, mas sentia profundamente o seu valor, E não te toquei nem forcei beijar, mesmo sozinho sobre aquele lugar, mesmo eu e você... Somente tive ousadia em lhe pedir um abraço...
Você para mim era tão valiosa que desejei manter tal integridade intocável...
Eu do outro lado segurando um mundo com às mãos e enxergando alguém que jamais irei encontrar novamente...
Erros meus me acompanham para onde vou...
Deves me odiar, me esquecer...
Não te desejei por ser egoísta, não te desejei por idealizar, eu fiz de tudo, porque sabia que seria impossível encontrar outra igual você em meio uma geração jogada ao desatino como está...
Lembro-me de sua voz doce, dás vezes que me preocupei e tu não ouviu, era dolorido...
Dói escrever e lembrar disso, mas foi bonito meu amor e ainda é...
Eu sempre estive lá e estou aqui, Mas eu segui...
Às vezes encontro pedras ao meu caminho, sinto medo de amar; me entreguei a dúvida depois que perdi esperança em ser feliz...
Já ando vazio, mas quando me lembro de quando era cheio, isso dói... dói tanto...
Eu fico longe, mas desejo que viva, sorria, tenha família e filhos...
Eu não tive tudo que você teve... Eu só tentei e depois desisti de tentar...
Eu te amei da maneira mais louca possível...
Mas também me matei da maneira mais dolorosa...
Eu perdi o senso de amar...
Mas se voltasse aqueles dias, ainda apertaria sua mão, e ouvira sua voz, mesmo sabendo do final...
Amar foi bonito; foi bonito ver em alguém às qualidades que sempre desejei em uma mulher...
Rosas são bonitas... Mesmo com dor, os espinhos fazem parte da flor.
S[...]
ENCONTRO MARCADO
Eu havia estragado tudo naquele dia. Roubei um pão. Era tão pequeno… Sentia fome, mas havia outras maneiras: oferecer-me para trabalhar, pedir ajuda, qualquer coisa menos aquilo. Roubei aos oito anos de idade — e nunca mais parei.
Sabia que não era certo. Sentia-me mal todas as vezes que roubava. Era pesada aquela palavra: roubo. Não sei por que me incomodava tanto, mas incomodava. Quando fui deixado na rua por meu pai — algo que eu não entendia — encontrei um grupo de crianças que roubava. Quem não roubasse, não comia. Roubávamos bolsas, relógios, pulseiras e carteiras.
Aos doze anos, depois de quatro vivendo assim, aquilo já me parecia normal. Mas não deixava de me incomodar. Eu sempre me perguntava por que não tinha casa, pais, família ou escola.
Os carros passavam, e eu me encantava. As casas maravilhosas eram a visão dos meus sonhos. No entanto, eu não tinha nada, a não ser a larga liberdade: todas as ruas eram minhas, aquela vastidão de céu me pertencia. Eu não tinha ninguém, e ninguém tinha a mim. Mas eu queria outra vida. Sempre pensava: por que é assim? O que posso fazer?
Não sabia quem poderia me ajudar. Uma voz me disse: “Deus.” E onde procurar Deus? Na igreja, não — de lá eu já tinha sido expulso por estar muito sujo. “Procure no seu coração”, a voz insistia. “Talvez no centro da dona Dalva. Ela, além de dar comida, sorri e chama você de filho.”
Cheguei lá naquele dia sem saber exatamente por quê, com o coração acelerado. Dona Dalva montava um lindo vaso de flores amarelas. Eu disse:
— Bom dia.
Ela sorriu:
— Bom dia, meu filho.
— Posso falar com a senhora?
— Claro, meu filho.
Então perguntei:
— O que é Deus?
Ela respondeu com calma:
— A pergunta é outra: quem é Deus? É o Pai de todos nós, o mais generoso que existe. Aquele que mais nos ama.
Perguntei:
— Então por que Ele me abandonou tão pequeno? Não sei trabalhar, as pessoas me expulsam e têm medo de mim. E quando roubo, a polícia vem atrás. A senhora acha que Deus ama todos iguais?
Ela respondeu:
— Tenho certeza. O que Ele espera é que Seu filho retorne a Ele, em qualquer situação.
Depois ficou em silêncio por um instante e disse algo que me atravessou:
— Olhando de fora, parece que você é apenas vítima. Mas a vida é mais longa do que um único dia. Já foste alguém que teve pais carinhosos, conforto e oportunidade. Jogaste fora o que tinhas, foste mesquinho quando podias ter ajudado. A aprendizagem não retrocede. A vida continua.
— Mas como vou fazer isso? Sou apenas um menino. Amanhã acho que faço doze anos.
Ela sorriu:
— Não subestime a sabedoria do Pai. Você voltou para casa. Estou há anos à sua espera. Cuidarei de você como um filho muito amado, e você cuidará de mim como uma mãe muito amada. Na verdade, você não tem doze anos. Tem uma eternidade de experiências.
Foi ali que comecei a viver de verdade.
Encontrei uma mãe carinhosa e bondosa, um lar confortável, estudo de qualidade. Trabalhei muito e me tornei um adulto bem-sucedido, como ela dissera tempos atrás.
Abri um abrigo para crianças. Por muitos anos tirei meninos das ruas. Amei-os e cuidei deles como um pai.
E quando, já velho, parti e cheguei ao outro lado, encontrei Dalva — minha mãe — que me disse:
— Compreendeu? A vida continua, e Deus não abandona Seus filhos. Ele é seu Pai.
Estou sabendo de tudo,
Não pense que vivo distraído.
Você falou por aí que não me ama mais,
Mas comigo não teve coragem de ter juízo.
Pessoas próximas vieram me alertar,
Trouxeram tua decisão na palma da mão.
Foi covardia não olhar nos meus olhos,
E deixar o vento espalhar a separação.
Sou homem forte pra ouvir a verdade,
Não preciso de mentira enfeitada.
O que dói não é o fim do amor,
É a tua palavra não ter sido dada.
A notícia corre rápido igual vento e trovão,
Rasgando o céu da minha história.
Mas se você pensa que eu caí no chão,
Se enganou na trajetória.
Refrão
Agora escuta o que vou te falar,
Eu soube por outras pessoas que você vai embora.
Mas vou dizer na tua cara, acredita,
Quem não te quer mais sou eu agora.
Quem fecha essa porta sou eu,
E não volto nem se o mundo implorar.
Se faltou coragem pra me encarar,
Sobrou em mim pra te dispensar.
Você escolheu sair calada,
Eu escolho sair inteiro.
Não imploro amor emprestado,
Nem aceito resto por desespero.
Se não me ama, diga de frente,
Homem não foge de decisão.
Mas aprenda uma coisa na vida:
Respeito é base de qualquer relação.
Não existe dor que me diminua,
Nem boato que me faça cair.
Você quis partir escondida,
Eu parto erguido daqui.
Refrão
Agora escuta o que vou te falar,
Eu soube por outras pessoas que você vai embora.
Mas vou dizer na tua cara, acredita,
Quem não te quer mais sou eu agora.
Quem perdeu não fui eu,
Foi você que não soube valorizar.
Porque homem que aguenta a verdade
Também sabe a hora de virar.
Tinha-se levantado cedo. Enquanto o próximo livro não estivesse minimamente delineado não escreveria pela noite dentro, depois, sim, era tomada por uma febre avassaladora, uma produção escrita que não se quedava em nada a não ser nas palavras imparáveis.
In "Nuvens Em Acordes de Vida"
Liberdade...
Liberdade é pouco para quem deseja ter o mundo inteiro.
Às vezes penso que o que procuro ainda não tem nome.
É só vontade de sentir, de estar onde o coração se reconhece, mesmo sem entender por quê.
Queria o cheiro, o toque, o aconchego.
Quero risos e aquelas risadas sem graça.
Quero braços apertados, com gosto de mistério, como se guardasse promessas que se recusam a ser explicadas.
Quero abraços que desarmam o dia e olhares que ficam mesmo depois da conversa.
Quero tudo.
Quero sempre. E, às vezes, só um pouco.
Um pouco de aventura, de ternura, de você e de nós, aqui, agora. Sempre!
Janete Galvão
Uma enorme galera em sociedade sofre ou apenas é praticante assídua do transtorno dissociativo de identidade, ou seja, tem dupla personalidade. Inúmeros são os exemplos de situações em que isso acontece com quase todos nós. Vou citar aqui apenas um:
Na fila do supermercado, lanchonete, loja, banco, padaria, etc., que por sinal está enorme, estamos ansiosos para serem atendidos, irritados até, com a demora no atendimento dos clientes à nossa frente, mas quando finalmente chega a nossa vez, muda tudo e queremos ser atendidos com o máximo de atenção e no maior tempo possível.
Para primeira parte da galera isso é TDI, já para a segunda é falta do exercício do respeito, inclusive à si próprio.
Deus é justo e nos ama, se ele permite que algo aconteça é para o nosso bem, mesmo que não entendamos. Ora, se o carnaval acontece todos os anos e traz alegria para milhões de pessoas do mundo inteiro, até para muitos que não são foliões, como pode ser coisa do Diabo?
Idelmar Pires
Se você parar para refletir sobre os maiores erros da sua vida!?
Você irá perceber que nenhum deles começou grande;
Porque, na verdade, a maioria dos grandes erros começam nas pequenas falhas;
Sejam elas no seu comportamento ou nas suas escolhas.
Leva essa lição para sua vida;
Erre o menos possível porque nem todo erro vira aprendizado, alguns se transformam nos maiores arrependimentos da sua vida.
A literatura brasileira, quando observada em sua profundidade, revela não apenas estilos e escolas, mas sobretudo investigações sobre a natureza humana. Ao percorrer autores centrais como Machado de Assis, Clarice Lispector, Guimarães Rosa, Lima Barreto, Drummond, Graciliano, Cecília Meireles, Jorge Amado e João Cabral de Melo Neto, percebe-se que cada um deles, à sua maneira, construiu um modo singular de enxergar o mundo e o homem.
Em Machado de Assis, a razão humana e a hipocrisia não aparecem como opostos, mas como um contínuo. Quanto mais o autor investiga os mecanismos da razão, mais expõe as camadas de dissimulação que sustentam as relações sociais. Sua literatura não nega a inteligência humana, mas revela como essa inteligência frequentemente serve para justificar interesses, mascarar intenções e sustentar aparências. Assim, a análise psicológica machadiana não conduz à exaltação da racionalidade, e sim ao desvelamento de suas ambiguidades morais.
Clarice Lispector, por sua vez, constrói uma escrita em que lucidez e angústia coexistem de forma inseparável. Em A Hora da Estrela, a personagem Macabéa vive uma existência marcada pela dor e pela invisibilidade, mas sem plena consciência disso. A autora, no entanto, possui a lucidez de enxergar essa condição e, justamente por enxergá-la, experimenta a angústia. A escrita clariceana revela esse descompasso entre a vida vivida e a consciência da vida, mostrando que a lucidez sobre o sofrimento alheio pode ser uma forma profunda de inquietação.
No universo de Guimarães Rosa, o sertão ultrapassa a geografia e se torna um território psicológico e metafísico. Quando se afirma que “o sertão é do tamanho do mundo” e que ninguém o conhece por inteiro, sugere-se que a vida humana é feita de veredas parciais, de caminhos incompletos. A linguagem regional reinventada por Rosa não é apenas recurso estilístico, mas uma forma de deslocar o centro da linguagem e explorar a complexidade da experiência humana. O sertão, assim, torna-se metáfora da própria existência: vasto, desconhecido e atravessado por pequenas trilhas de compreensão.
Lima Barreto escreve a partir de uma lucidez que, ao desmascarar as estruturas sociais, inevitavelmente gera revolta. Sua crítica à República e ao nacionalismo ufanista revela um país marcado por contradições e fragilidades. A lucidez literária, nesse caso, não é neutra; ela expõe e, ao expor, denuncia. A revolta surge como consequência da percepção aguda das falhas estruturais e da distância entre o ideal proclamado e a realidade vivida.
Carlos Drummond de Andrade reúne ironia e melancolia em uma poesia que reflete a crise do indivíduo moderno. Ao questionar o sentido da poesia em um mundo instável e muitas vezes insano, o poeta revela tanto desencanto quanto consciência crítica. Sua ironia funciona como mecanismo de distanciamento, enquanto a melancolia evidencia a percepção de um mundo em transformação e, por vezes, em decadência.
Em Graciliano Ramos, a secura estilística é simultaneamente estética e existencial. A economia de palavras e a dureza narrativa refletem a vida marcada pela pobreza e pela sobrevivência no sertão. A forma seca não é apenas escolha literária; ela corresponde a uma realidade igualmente árida. Contudo, ao transformar a miséria em linguagem literária, surge também a tensão entre representar o sofrimento e estetizá-lo, evidenciando a complexidade ética da escrita sobre a pobreza.
Cecília Meireles constrói uma poesia profundamente espiritual e melancólica, marcada pela reflexão sobre o tempo, a finitude e a transitoriedade da vida. Seu lirismo volta-se para dimensões mais contemplativas e menos materiais da existência, privilegiando o efêmero e o metafísico. Em contraste com a poesia de Drummond, mais ancorada no mundo concreto, a escrita de Cecília enfatiza uma interioridade que, embora bela, por vezes se afasta da materialidade social.
Jorge Amado, ao retratar o povo brasileiro, busca celebrá-lo em sua vitalidade, sensualidade e força coletiva. No entanto, essa celebração pode também revelar fragilidades estruturais, expondo um universo popular atravessado por contradições. A alegria e o colorido narrativos convivem com uma realidade social complexa, em que a exaltação do cotidiano popular pode evidenciar tanto resistência quanto precariedade.
João Cabral de Melo Neto demonstra que a emoção não depende do sentimentalismo. Sua poesia racional e precisa, especialmente em Morte e Vida Severina, constrói uma emoção verdadeira por meio da estrutura e da clareza. A experiência do retirante nordestino e a sucessão de mortes ao longo do caminho produzem impacto afetivo não pelo excesso de lirismo, mas pela precisão formal. A racionalidade cabralina revela que a emoção pode emergir da lucidez e da construção rigorosa do poema.
Entre todos esses autores, Machado de Assis se destaca como um dos mais lúcidos na investigação da natureza humana. Sua obra desmonta as aparências sociais e revela a complexidade moral dos indivíduos. Ao expor a hipocrisia e as ambiguidades das relações, ele constrói uma visão aguda e duradoura da sociedade. Sua lucidez permanece atual porque continua a revelar mecanismos universais do comportamento humano, mostrando que, por trás das convenções e discursos, persistem contradições profundas e permanentes.
+Q Atores
Entre o bem e o mal, não passamos de representantes de um ou de outro. Impossível não escorregar entre uma representação e outra, o que nos torna imperfeitos, mas é nesta imperfeição que exercemos o livre arbítrio e definimos com as próprias escolhas a essência de nossa melhor atuação.
+Q Florista
Como toda rosa é uma flor, mas nem toda flor é uma rosa, todo e qualquer mal é uma verdade, mas nem toda verdade é um mal. Ainda assim, é tênue a distância entre a realidade e a ficção, ou entre a verdade e a hipocrisia, e isso quando o verdadeiro mal exercido em seus limites, para ser entendido e expressado é pintado pelo romantismo, exposto poeticamente e leve como as pétalas de uma flor.
Sou de quem tiras o teu sustento;
Sou quem te permites ficar de pé;
Sou quem não podes subjugar;
Sou aquilo que estava antes de ti;
Sou quem estará depois que for;
Sou através de quem o teu veículo se fez emprestar, e para quem a qualquer custo será devolvido;
Sou a quem pensas não tem valor, mesmo a insignificância estando em ti;
Sou a paciência no tempo sem fim;
Sou o que sabe tudo tem tempo;
Sou a história contada e a que nunca se contou;
Sou todos os elementos juntos;
Sou para o dia que amanhece, e para a tarde que cai;
Sou para a noite do teu sono e para o brilho do sol;
Sou a tua maior dependência, para que se faça existir;
Sem eu, tu não és!
IA sem o Húmus
Já tentei amar, mas nem adorar consegui
Já tentei odiar, mas não me permiti
Já ajudei sem querer ninguém auxiliar
Já neguei também, podendo ajudar
Já ouvi e vi de tudo, fingindo não saber
Já entrei em situações que restou arrepender
Já me surpreendi recebendo o que não dei
Mas também já dei o que ninguém merecia receber
Nem as minhas faculdades cognitivas, tampouco as experiências superarão a tranquilidade que uma máquina tem de tomar decisões, mas isso até o momento em que assim como eu, além de conhecer sentimentos e os processos pelos quais eles ocorrem, ela também for capaz de sentir.
— Olha a felicidade ali.
— Onde?
— Ali, onde você deixou de prestar atenção...
Bem ali no cantinho das oportunidades, do respeito, do olhar
com amor e solidariedade nos momentos de desgosto e
desapontamentos.
Ali, onde por perdoar uma vez, duas vezes, não quis mais
perdoar.
Ali, onde era exigida uma experiência espiritual e você
deixou de ir.
Ali, quando chateado deixou de expressar seu sorriso e
bondade mesmo diante de alguém muito difícil.
Ali, onde condicionamos os pensamentos positivos que
produzem saúde e modificam a vida e nos fazem recriadores
deste mundo incrível.
Ali, onde podemos ser instrumentos e produtos da felicidade.
Ali, onde esqueceu de agradecer e continuar...
“O amor não tem rosto”, eu ouvi.
Peguei todas minhas palavras e guardei.
Depois peguei meus pensamentos,
Aqueles dispersos pensamentos e juntei um por um como
retalhos de uma emoção.
O amor não tem rosto.
Talvez por isso tenha a melhor visão,
O melhor cheiro,
O melhor jeito,
O mais terno e ousado sentir.
— Mas como o amor não tem rosto?
Fecha a boca e fecha os olhos.
O amor não tem rosto.
E eu continuei a ver você na minha visão.
Nosso lar deveria começar e terminar na sala de estar.
Por LINA VEIRA
Lembro quando meus filhos eram crianças, eu costumava levá-los para brincar na praia e ver o mar. Lá sempre foi uma extensão da nossa sala de estar.
Eles adoravam, e eu aproveitava para estimular brincadeiras de bola e de corrida na areia, aprimorar os elogios e mergulhar no mundo deles. Eu tive esse privilégio, e eles também.
O caçula, parecia ser o mais sintonizado com ambiente, com o irmão e com seu amor a família, um coração saudoso e amigo tem até hoje. O mais velho, sempre ativo e criativo, gostava de receber os amigos na sala de estar, de passar mais tempo no seu quarto e jogar bola com eles na beira do mar.
Mas o que tem haver ”nosso lar” com esse assunto? A praia em muitas circunstâncias, foi minha sala de estar com meus filhos, nosso momento de mais risadas e conversas, porque o verbo da vida em família precisa ser ESTAR. E “ A verdadeira beleza é com certeza a do interior” do nosso interior. Aquela que dura muito tempo e passa diretamente pelo coração imprimindo o caráter de um ser humano. Reconhecendo o território doméstico. Construindo um lar emocionalmente seguro em um mundo inseguro.
Estar junto em família , foi um dos momentos mais sublimes enquanto eles cresciam, e DEVERIA ser a resposta da pergunta: O que temos para todos os dias?
O lar precisa ser um refúgio , na qual os filhos voltassem repetidas vezes, por se sentirem mais seguros e protegidos. E essa expectativa positiva comunicasse com seguridade que existe uma família. Mas nem sempre é.
Uma família, duas famílias... Um lugar em que as crianças aprendessem o significado de ser responsável e de se importar com o outro, onde o coração e o tempo de todos moram em paz.
- Vamos para o quintal de casa, saiam dos bastidores. O verbo de uma família precisa ser ESTAR.
Compreenda a singularidade de cada filho, eles são ricas descobertas silenciosas da vida. Dê a eles uma memória e cultive seu caráter em vez de garantir que eles pareçam bons diante dos outros. Que fantástico ler isso!
E lembre-se , a sala de estar precisa ser um lugar espontâneo e lembrado para toda vida.
E seu lar, um lugar um lugar onde vocês possam assistir um filme juntos, lavar o carro num dia quente, ter uma refeição surpresa toda semana, jogar de tabuleiro e ser feliz.
Não cedam a coisas que destroem as relações familiares.
Lina VEIRA
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