Textos de Feliz Ano Novo para celebrar com esperança e otimismo
Saudade...
sim,e por que não?
Deslumbrar de luz o coração...
Esquecer, como?
Ah, como é linda tanta emoção!
Tudo de bom,
nesse encontro,
é o que importa...
a beleza, o conforto,
e a coisa sagrada
que existe no nosso coração!
Lembrar de ti?
Sim... eternamente!
Nunca me cansarei,
porque você chegou
e inundou meu coração
com as coisas mais belas,
que nunca pensei!
Desde as mais antigas tradições espirituais, o ser humano interroga-se acerca do sentido último da existência, da natureza da vida e do mistério da morte. Em diferentes épocas e civilizações, essa inquietação assumiu formas variadas, mas sempre convergiu para um mesmo ponto: a tensão permanente entre o apego ao transitório e a busca pelo eterno.
Nos Vedas, encontra-se a emblemática narrativa de Nachiketa, que se dirige a Yama, o senhor da morte, para solicitar-lhe a imortalidade. Diante do pedido, Yama recusa-se a concedê-la, explicando-lhe que a mortalidade constitui parte essencial do ciclo da existência. A verdadeira imortalidade, ensina-lhe, não se alcança pelo prazer sensível, mas pela compreensão do verdadeiro ser. A libertação, nesse horizonte, nasce do autoconhecimento e da superação das ilusões do mundo fenomênico.
Em perspectiva análoga, o budismo apresenta, no Tripitaka, a parábola da jovem tecelã que pede a Sidarta, já iluminado como Buda, que distribua sabedoria a todos. Em resposta, ele ordena que vá à aldeia e interrogue os habitantes acerca de seus desejos. Ao retornar, ela relata pedidos de riqueza, saúde e poder, mas nenhum pedido por sabedoria. “Como posso oferecer aquilo que não desejam?”, indaga o Buda. A lição é clara: o homem, cativo de suas inclinações imediatas, ignora frequentemente aquilo que lhe é essencial.
No cristianismo, os evangelhos narram o encontro de Jesus com o jovem rico, que lhe pergunta sobre o caminho para a vida eterna. Após afirmar cumprir os mandamentos, o jovem ouve a exigência decisiva: vender seus bens e distribuí-los aos pobres. Incapaz de desapegar-se de suas posses, afasta-se entristecido. A salvação, aqui, não é negada, mas condicionada à renúncia e à liberdade interior.
Essas três narrativas, oriundas de contextos culturais e históricos distintos, convergem para uma mesma verdade antropológica: o ser humano deseja aquilo que não compreende plenamente e apega-se àquilo que o impede de transcender. Busca o conforto do imediato e teme o risco da transformação interior. Prefere o perecível ao eterno, o seguro ao verdadeiro, o visível ao essencial.
Desejamos, assim, o que não entendemos. Esquecemos o que precisamos abandonar. Lutamos pelo transitório, mesmo sabendo de sua fragilidade. Sustentamos o insustentável, por receio de perder aquilo que julgamos ser nosso. E, quando o sacrifício se impõe como condição para a plenitude, ainda assim hesitamos, adiamos e recuamos.
Talvez resida aí o drama fundamental da existência humana: saber, em algum nível, que a vida autêntica exige renúncia, mas não possuir, muitas vezes, a coragem de realizá-la. Entre o chamado da transcendência e o peso do apego, movemo-nos em permanente ambiguidade. E é nesse espaço de tensão que se decide, silenciosamente, o destino espiritual de cada indivíduo.
Eu te escolhi por causa dos olhos.
Não, por causa da boca...
Não, não - já sei - foi o sorriso.
Mas daí paro e penso: mesmo de olhos fechados,
numa cara amarrada e de bico, te acho linda.
Acho que me apaixonei mesmo foi pela sua inconsistência.
Esse seu poder de ser e deixar de ser tão rápido.
- não cai na rotina. Fico o dia todo te desvendando...
O relógio tocou – naquela mesma hora, mas eu não queria levantar.
Naquela hora de todas as manhãs – eu fazia o seu café, mas não sem antes de afagar demoradamente o seu cabelo. Observava suas sardas – espalhadas, coloriam suas bochechas e seu sono era sempre tão sereno!
O relógio tocou – naquela mesma hora, mas eu não queria levantar.
Sabia que haveria um travesseiro vazio onde era o seu lugar.
Nessa vida vai experimentar a dor e angústia de um jeito que te rasga alma.
E sentimentos tão fortes, que parece que você está se afogado nos próprios pensamentos. Ai é o choro que lava sua alma.
Eu quero gritar e minha voz num sai.
Tudo passa e só um dia ruim nada é eterno e só mais um dia de guerra .
Levanta porque desisti num e opção pra você.😃🫡😭
Eu não imploro amor.
Meu coração não sabe rastejar
por quem escolhe não ficar.
Amor de verdade tem peso,
tem nome dito sem medo,
tem presença que não vacila
quando o silêncio tenta enganar.
Não peço atenção.
Quem sente, oferece.
Quem quer, permanece.
Quem ama, não faz do sumiço
um teste de resistência.
Cansei de esperar por gestos mínimos, por palavras atrasadas,
por afetos que chegam cansados.
Meu amor é grande demais
para caber em descaso.
Se preciso pedir, não é amor.
Se preciso insistir, é ausência.
E ausência não se romantiza,
se enfrenta ou se deixa.
Prefiro a dor limpa da despedida
à esperança enganosa de quem nunca vem.
Porque amar não é implorar para ficar, é ser escolhido sem pedir.
Sou intenso, sou inteiro,
sou feito de sentimento verdadeiro
e por isso mesmo não aceito migalhas disfarçadas de amor.
Clayton Leite
Começar e recomeçar no alvorecer do dia
e no declinar da noite. Um dia inteiro para
refletir, amar e cuidar de quem amamos e
nos doar um pouco mais para quem precisa
de nós. O Hoje é único, amanhã poderá ser
um talvez. Talvez as mesmas possibilidades,
talvez as mesmas chances, talvez as
mesmas oportunidades e talvez as mesmas
companhias. O dia de hoje é único e
devemos alvorecer com que há de melhor
em nós.
Para Onde Vai o Amor Quando Não Há Quem Amar?
Existe um amor que nasce antes do encontro.
Um amor sem rosto, sem nome, sem história
mas não sem peso.
Ele se acumula no peito como algo vivo, pulsante,
pedindo passagem, pedindo destino.
Não é carência.
É excesso.
Há quem diga que vem de outras vidas.
Mas pouco importa a origem quando ele insiste nesta.
Porque amar sem poder tocar,
sem poder oferecer,
é como respirar fundo num quarto sem janelas.
Às vezes alguém aparece.
E por um instante tudo parece fazer sentido.
O coração se apressa, reconhece sinais,
acredita ter encontrado o lugar certo para pousar.
Então eu entrego, não aos poucos,
mas inteira.
E dói perceber, quase sempre tarde demais,
que não era ali.
Nunca foi.
A pessoa vai,
mas o amor fica.
O tempo passa.
Outros chegam, outros partem.
E eu sigo carregando esse amor intacto,
sem ter onde colocá-lo,
sem ter quem o sustente do outro lado.
Ele cresce em silêncio.
Não some.
Não cansa.
Até que nasce um medo:
não o de deixar de amar,
mas o de amar demais
sem testemunha,
sem retorno,
sem encontro.
E então a pergunta se impõe, não como resposta,
mas quase como uma ferida aberta:
O amor precisa de alguém para existir
ou basta existir em quem o sente?
- Mirelle Cerqueira
É uma substância nova. Meu corpo está tão dependente que lateja na falta. É um gosto peculiar – algo como nuvem do céu. Explode como estrela: perfura e faz cócegas nos cantos da boca.
- uma substância única, que de longe sinto o cheiro quando se aproxima: você esbarrando desastrado nos cômodos da casa.
Eu entristecia por Borges, Camões, Jonh Milton, James Joyce, Aldous Huxley, Roberto Bolãno... Ele tocou-me no ombro, era a ternura a falar por si.
- Temos um exemplo ainda mais árduo de limitação que cantou tantas histórias, Beethoven! Se a perda de visão não impediu os escritores de escreverem, imagine compor música sem ouvir... Tentei imaginar o inimaginável.
Bom eram os lábios.
Carnudos, precisos. Me embalavam a boca, como se fizesse dela um bombom. A ponta da minha língua já hipnotizada, já não sabia outro sabor, ao não ser o daquela boca. E não importava: o tempo, a hora, onde, quando... importava os olhos que sorriam, quando enfim ele me largava e me olhava fundo. Penetrava a alma. Como aquele cafajeste me enrolava! E como eu adorava ser enrolada por ele.
Ele saiu da manada.
Pequeno, preto e branco, andando com aquele passo desajeitado que a natureza lhe deu, atravessou a praia como quem atravessa um pensamento. Enquanto os outros seguiam juntos, no fluxo seguro da repetição, ele escolheu a direção oposta. Não corria do grupo. Corria para algo.
O vídeo rodou o mundo: um pinguim-de-Magalhães caminhando sozinho em direção a um aglomerado de pessoas numa praia da América do Sul. Turistas curiosos, celulares erguidos, risadas contidas. E lá vinha ele, decidido, como se carregasse no peito uma pergunta maior que o medo.
Não era bravura.
Era curiosidade.
E talvez também cansaço.
Porque até os animais, em sua simplicidade, nos lembram que existe um momento em que seguir apenas por seguir deixa de fazer sentido.
A manada protege.
Mas também limita.
A manada orienta.
Mas também silencia a inquietação.
Enquanto seus semelhantes permaneciam agrupados, repetindo a coreografia instintiva da sobrevivência, ele caminhava em direção ao desconhecido — em direção ao barulho, à luz, ao estranho. Em direção àquilo que não fazia parte do roteiro natural da sua espécie.
E ali, naquele gesto simples, quase cômico, estava uma das cenas mais humanas já registradas por uma câmera.
Quantas vezes nós também não sentimos esse chamado silencioso?
A vontade de sair do caminho previsível.
De atravessar a praia enquanto todos seguem para o mar.
De ir em direção às perguntas, mesmo quando o confortável seria permanecer nas respostas prontas do grupo.
O pinguim não sabia que estava sendo filmado.
Não sabia que se tornaria símbolo.
Não sabia que sua pequena rebeldia atravessaria continentes em forma de reflexão.
Ele apenas seguiu o impulso de olhar para outro lado.
Talvez estivesse perdido.
Talvez estivesse curioso.
Talvez estivesse cansado de andar para onde todos andavam.
Mas, naquele momento, ele fez algo que poucos têm coragem de fazer:
Ele escolheu a própria direção.
E isso, para nós, humanos, é quase revolucionário.
Porque sair da manada não é um ato de desprezo pelo grupo.
É um ato de fidelidade a si mesmo.
É reconhecer que, em algum ponto da caminhada, a consciência pede um passo diferente. Um passo solitário. Um passo que não pode ser explicado, apenas sentido.
O pinguim caminhou até as pessoas, olhou ao redor, parou, observou. Depois, com a mesma simplicidade com que saiu, voltou para o mar.
Como quem diz:
“Eu só precisava olhar o outro lado.”
E essa talvez seja a lição mais delicada daquela cena real, capturada por acaso e eternizada por milhares de compartilhamentos:
Nem sempre sair é abandonar.
Às vezes, sair é compreender melhor para onde se deve voltar.
E há momentos na vida em que precisamos ser esse pinguim:
deixar a segurança do coletivo por alguns passos,
enfrentar o olhar curioso do mundo,
e permitir que a própria inquietação nos conduza.
Porque quem nunca se permite atravessar a praia sozinho
jamais descobre
o tamanho do próprio horizonte.
Autor: John Presley Costa Santos
Alimentar os desejos, dia após dia, é dar munição ao inimigo interior.
Chega um ponto em que ele se fortalece o suficiente para inverter toda a situação,
na qual antes o homem julgava estar no controle e, depois, torna-se refém dos próprios desejos.
Uma coisa é o desejo estar nas mãos do homem;
outra, totalmente diferente, é o homem estar sob o domínio do desejo,
sendo manipulado, exposto e reduzido de forma miserável,
até ter sua dignidade estigmatizada e destruída.
As consequências são desastrosas.
Eu tenho um conceito sobre o amor: amar é ir além de algo simples; é mais do que admirar um ser vivente. O amor faz com que tudo à sua volta, mesmo em meio ao caos, se torne perfeito, pois a presença daquela pessoa, mesmo em situações difíceis, faz com que você não precise de mais nada além de oferecer o melhor a ela.
É místico, é forte, é sobrenatural e fenomenal. O amor é inexplicável, assim como o futuro é incerto para nós, pois, afinal, só conseguimos senti-lo no presente, sendo um sentimento lindo e prazeroso.
DESFEZ O ENCANTO
Cansei de chorar
Cansei de sofrer
Vou me valorizar
Tchau-Zinho pra você
Eu era apaixonado por você
Mais o tempo passa
Você faz trapaças
A verdade veio átona
A muitos anos você apronta
Descobrir a mentira
Só existe uma saída
É cada um pro seu canto
Você não me amou
Desfez o encanto
Cansei de chorar
Cansei de sofrer
Vou me valorizar
Tchau-Zinho pra você
Cansei de chorar
Cansei de sofrer
Vou sair a procurar
Felicidades onde tu estas.
Poeta Antonio Luis
08/02/2015
SOU UM NOVO HOMEM
Faço tudo, e farei um pouco mais.
Por te amar por te amar
Por voce, de tudo sou capaz.
Ela chegou
Bagunçou minha solidão
Eu não acreditava em amor
Ela me mostrou um mundo novo
Que eu não conhecia
A semente ela plantou
E hoje estar colhendo
Eu sou um novo homem
Aprendi amar com você
Todas as noites divido contigo meu prazer.
Faço tudo, e farei um pouco mais.
Por te amar por te amar
Por você de tudo sou capaz
Sou um novo homem
Você me resgatou
Hoje tenho consciência
Que existe amor
E o meu é você,
Poeta Antonio Luis
TO CURADO
Você me chutava dizia não me querer
Agora quem não te quer Sou eu
Você é passado não me lembro mais
Que um dia fui seu
Você já morou em meu pensamento
Hoje não faz parte de mim
Ficou pra trás
Nosso relacionamento chegou ao fim
To curado daquela doença
Que se chama gosta de você
Estou bem comigo mesmo
Aranquei o selo da paixão
E você achava que eu estava
Em suas mãos
Hoje estou no controle da situação
Você me chutava dizia não me querer
Agora quem não te quer Sou eu
To curado to curado
A vida me deu Uma nova chance
Outro amor apareceu um novo lance
Poeta Antonio Luis
SÓ PRECISA DIZEM,VEM
Não deixe a felicidade escapar das suas mãos
Não deixe de amar por indecisão
Eu estou aqui entregue a você
Não me deixe ir não sei como te esquecer
Se existe alguém no mundo que te quer
Esse alguém sou eu
Depois não vá lamentar
Porque me perdeu
Um dia você vai parar E vai pensar
Em um bobo que te quis
E vai chorar vai perceber
Que não estar feliz
Então vai lembrar que no passado alguém andou atrás de você
E você desprezou
O dia é hoje quem espera demais um dia cansa
Se você me quer entra na dança
E me namora sem pensar em mais nada
Que eu jogo tudo pro Alto pra você ser a minha amada
Só precisa dizer,vem, que estou a te esperar
E eu vou feito um louco pra te amar.
Poeta Antonio Luís
AMOR A DISTÂNCIA
Quantas vezes sonhei com você bem perto
E quando acordei o meu quarto deserto
Sozinho estou penando o amor
Quem me deixou quem me deu abrigo
Hoje vivi distante não faz sentido
Pra me amar tem que viver comigo
Amor a distância não rola não
Agente se ama na contra mão
Cada um no seu canto os dois na solidão
Amor a distância é assim
Tenho que sobreviver você longe de mim.
Poeta Antonio Luís
10:35 AM 14 de julho de 2015
VOCÊ É MEU MAR
quero mergulhar nos seus beijos
dividindo o mesmo desejo
você é meu mar quero navegar
te amando oba
sou pescador de amor
tentei te visgar mais fui visgado
pelo elo da paixão
você deságua em mim uma louca sensação
é abstrato uma ficção
te chamar de mar
te chamo por que te amo
você é uma guerreira tao linda e verdadeira.
quero mergulhar nos seus beijos
dividindo o mesmo desejo
você é meu mar quero navegar
te amando oba
Antônio Luís Compositor
31/07/2015
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