Textos de Feliz Ano Novo para celebrar com esperança e otimismo

sendo bem sincero, ultimamente tenho pensado bastante nas micro coisas que mudaram na minha vida.


tenho crescido, isso me assusta.
o que antes era apenas um pequenino dizendo que queria que alguém se declarasse pra ele com frases lindas expondo todo seu amor e carinho em uma carta, hoje, nem mais sinto toda a intensidade se isso acontecer.


tenho desabado cedo de mais e isso me assusta, unico pensamento que tenho hoje é se vou ficar sozinho no futuro e se realmente vale a pena ter alguem pra chamar de meu companheiro.


depois que vi a humanidade com outros olhos, tive mais umas decepções amorosas e conheci bem a natureza humana e vi o quão complicado é ter algo ou alguém com valores sentimentais postos por mim mesmo.


resultado? acabei me frustrando, me desmontando, me quebrando, me machucando e tudo isso só pra me reconstruir novamente.


hoje, tenho feridas que tenho certeza que nunca vão ser concertadas e apenas mascaro as mesmas com um sorriso e evitando contar dos meus problemas.


Enfim, viva a vida.

Adoro fazer versos, pois, é com Deus que converso e que me da inspiração.
Gosto muito das rimas, acho legal quando combina com a nossa
emoção.
Amo a poesia, pois fala das coisas sentidas do nosso coração.
Só não gosto da mentira, da mesquinharia, da hipocresia, da falsidade e da maldade que consome todo o meu ser. E me faz ver como é ruim uma vida sem amor, é como um dia sem cor, sem beleza, sem as cores da natureza.
A vida é feita de verdades, do amor que faz brotar uma linda poesia que quando feita com alegria, enfeita os nossos dias e nos faz pensar como é linda a vida que vivida com esplendor, nos faz esquecer da dor, da ferida que sempre mexida faz latejar.
A poesia é uma bênção que deixa tudo mais leve, deixa tudo mais alegre e que nos faz sentir a beleza, a delicadeza que são sentimentos bonitos que quando juntamos com sabedoria se faz uma linda poesia.

Não basta apenas falar de amor. Tem que provar que realmente ama o seu próximo. Tem que fazer. A vida não é feita apenas de palavras bonitas, tem que ter o sentimento de verdade. E esse sentimento só é demostrado com atitudes e não com palavras que encantam.
Enquanto uns falam bonito, outros agem, que mesmo com simplicidade fazem diferenciar dos corações mais egoístas que querem ouvir o som dos aplausos das coisas que dizem. Enquanto o Anônimo faz a presença, a grandeza dos seus atos que com carinho, muito amor e dedicação, não tocam apenas o coração endurecido. Faz mais! Acalma, afaga, dar amor, atenção e toda a sua dedicação a quem realmente precisa.

Te celebrei até a exaustão.
Até meu peito sangrar de tanto te oferecer altares.
Flores, palavras, promessas—
eu te ergui em cada canto onde minha alma respirava.


Te fiz retrato, verso, brinde.
Te fiz prioridade.
E você me fez intervalo.


Te celebrei tanto
que virei carnaval vazio.
Confete molhado no chão
de uma festa que só eu dancei.


As alianças?
Viraram pó, metal morto, memória suja.
Jogadas, perdidas, esquecidas
como eu no fundo das tuas gavetas de brigas.


Te busquei até doer os ossos.
Na lágrima, na fúria, no grito engolido.
Quis ser início—
virei fim.
Fim seco.
Fim sem anúncio.
Fim empurrado porta afora
ao som dos teus gritos que me despiram de mim.


Fiquei cego das palavras que te escrevi,
e surdo das certezas que sussurrei pra te manter.
Desmoronei no abismo das tuas dúvidas,
todas elas cavadas em mim.


Mas amar também é quebrar.
E eu quebrei.
Com paixão, com força,
com tudo aquilo que você nunca pediu
e nunca soube receber.


Então vá.
Vai com tua paz que nunca coube em nós.
Porque eu não te busco mais—
não sei mais o caminho,
não lembro mais a porta,
nem o toque da maçaneta que um dia foi casa.


Quero desmemorizar teu rosto.
Quero esquecer a curva do teu sorriso
e rasgar o som daquela música
que já não pertence a lugar nenhum.


A dor é necessária.
E eu aceito a dor.
Mas não aceito mais você.

Todos os dia
resistimos ao medo,
as tentações e todas as provocações.
Enfrentamos a fúria do mal,
os azedumes alheios,
a falta de caráter e todos os
tipos de pertubações.
Para isso,
temos um Deus dentro de nós dizendo:
Enquanto seu coração
estiver repleto de mim,
mal nenhum te atingirá.

Num simples instante, o comum virou poesia
E o tempo parou quando eu vi você chegar
Era só mais um dia, uma noite qualquer
Mas o mundo mudou quando pude te encontrar


E agora eu compreendo o que é felicidade
Em cada detalhe, em cada olhar
Mariana, você é a minha realidade
O amor que eu sonhei pra poder encontrar


Mariana, flor que desabrochou em mim
Mariana, o melhor que há em meu jardim
Seu nome ecoa no meu peito como uma canção
É pura melodia, minha doce paixão
Mariana, razão do meu viver
Em seus braços eu quero sempre acolher
O mundo inteiro pode até girar
Mas é no seu amor que eu quero morar
Seu sorriso ilumina minhas madrugadas
Seu abraço aquece como o sol da manhã
São suas palavras, doces risadas
Que fazem minha vida tão especial




Seu sorriso ilumina minhas madrugadas
Seu abraço aquece como o sol da manhã
São suas palavras, doces risadas
Que fazem minha vida tão especial


E agora eu compreendo o que é felicidade
Em cada detalhe, em cada olhar
Mariana, você é a minha realidade
O amor que eu sonhei pra poder encontrar


E se um dia eu tivesse que definir
O que é o amor, o que é ser feliz
Eu mostraria uma foto dos seus olhos
Onde eu me perco e me encontro, num só instante
Onde tudo faz sentido, onde tudo é importante

OS MAL - AFORTUNADOS (Luiz Maria Borges dos Reis)
Na bíblia Sagrada vemos as bem-aventuranças contidas no sermão do monte, Lc 6.20-23.
1 - Vendo Jesus as multidões, subiu ao monte, e, como se assentasse, aproximaram-se os seus discípulos;
2 - e ele passou a ensiná-los, dizendo:
3 - Bem-aventurados os humildes de espírito, porque deles é o reino dos céus.
4 - Bem-aventurados os que choram, porque serão consolados.
5 - Bem-aventurados os mansos, porque herdarão a terra.
6 - Bem-aventurados os que têm fome e sede de justiça, porque serão fartos.
7 - Bem-aventurados os misericordiosos, porque alcançarão misericórdia.
8 - Bem-aventurados os limpos de coração, porque verão a Deus.
9 - Bem-aventurados os pacificadores, porque serão chamados filhos de Deus.
10 - Bem-aventurados os perseguidos por causa da justiça, porque deles é o reino dos céus.
11 - Bem-aventurados sois quando, por minha causa, vos injuriarem, e vos perseguirem, e, mentindo, disserem todo mal contra vós.
12 - Regozijai-vos e exultai, porque é grande o vosso galardão nos céus; pois assim perseguiram aos profetas que viveram antes de vós.
Ao contrário de tudo isso, pude notar hoje ao ouvir uma moça de idade não muito avançada, dizer que está lutando contra a dependência do álcool e das drogas ilícitas, e por várias vezes ao passar pelas ruas da cidade morrendo de sede buscava tomar um copo de água fresca para saciar a sede e ninguém a atendia por medo de ser atacada ou saqueada por ela estar drogada ou alcoolizada.
Vejam quanta maldade do povo aparentemente religioso de frequência diária aos cultos religiosos que sequer tem piedade das pessoas menos favorecidas pela vida e portadoras de doença incurável do álcool ou das drogas ilícitas que além de serem rejeitadas pela sociedade como um todo, são também penalizadas pelas pessoas que as rejeitam como se fossem seres abomináveis pela sociedade civil.
Por fim, ela frisou que quando estava chovendo bastante, ela bebia a água das poças deixadas nas ruas pelas chuvas e muitas das vezes em algumas vendas ou bares da cidade, lhe forneciam a água morna direta da torneira ou quente, como se ela fosse não um ser humano e sim um animal irracional qualquer.
E eu então pergunto-lhes:
1 - Onde está o espírito humanitário deste povo tão religioso quanto parece?
2 - Não seria esse o povo mal – afortunado ao invés de ser o povo bem – aventurado como previsto no Sermão da Montanha?
Ainda dá tempo de mudar de pensamento se quiser ir para a Pátria Celeste, senão serão todos jogados no fogo eterno do inferno, conforme está escrito em Mateus 13:42-43 Bíblia Sagrada, e os lançarão numa fornalha ardente, onde haverá choro e ranger de dentes. Então os justos brilharão como o sol no reino de seu Pai. Quem é capaz de ouvir, ouça com atenção!”

Fatos da vida real:

Desperar pra quê?...

Vá com calma companheiro! Certa vez eu estava muito desesperado por uma grave situação financeira pela qual passava à época, e, minha cunhada Isabel, me disse mesmo assim: "Vai com calma Borges que vai dar tudo certo", e eu um tanto desanimado a repliquei: "E se não der certo?', ao que ela de imediato me respondeu: "Pelo menos você ficou calmo." E não é que tudo deu certo Graças a Deus. Abraços fraternos.

Acenda a lamparina, um lampião, a lanterna, uma vela ou mesmo um fósforo.
Se olhe no espelho arrume o cabelo, ajeite o sorriso, um que seja simplório.
Saia pra andar, correr, pensar, sentir, não se prenda a sua cruz.
Saia do escuro espante a solidão que tenta te abraçar enquanto apaga sua luz.

👉🏼 Atravessar a Si Mesmo


“A maior aventura de um ser humano não é atravessar o mundo, é atravessar a si mesmo. Encontros, perdas, afetos e silêncios são as estradas dessa viagem. A vida fala conosco o tempo todo e quase sempre através de coisas simples. Ela só se revela de verdade a quem aprende a ouvir o que não foi dito, sentir o que não se vê e enxergar o sentido escondido em cada queda, desvio e recomeço.”

Às vezes a vida aperta, e aperta forte.


Tem gente que conhece bem esse lugar…
Gente que já foi deixada de lado pelos amigos, esquecida pela família, empurrada para o fundo da fila da vida.


Mas mesmo assim, não desiste.


Segue caminhando com o pouco que tem, com o muito que sente, com a fé que ninguém vê, mas que sustenta por dentro.
Porque quem aprendeu a se levantar sozinho descobre que nunca esteve realmente só.


E é por isso que alguns vencem silenciosamente:
porque continuam, mesmo quando tudo dizia para parar.


Mesmo contra a maré, mesmo com o vento contrario, apenas continua pois tem convicção não vive de momentos mas de propositos, a vida recompensa pessoas assim que são únicas.


Vida Difícil, por Paulo Butura

O céu durado e o banco no ribeiro a beira amar…
Sozinho o vento bate forte..., mas eu lembro-me de não ter que fazer sozinho desistir antes da queda... voltar ao conforto...
Se eu ainda o ser das minhas nostalgia e se lembrar de quem poderia te sido do irreparável que não mais me aprisiona escolho se livre alternativas escolhas de sempre...
A noite dentro do azul profundo perturbador e sombrio da troca do tarde alaranjada... inicio da noite que impõe uma nostalgia estranha de encerramento de mais um dia
Versos grudentos neste ditas sobre a tela de fundo preto nada se ver somente a voz que dura provoca a lenta criação de uma solidão profundidade que as palavras medem com as sombras poema contorcido por cima dos meus músculos a carne tenta respirar sílaba na firmeza dúbia... Já faz semanas que você não vem aqui me fazer lembrar dela...
A vida parece poesia em alguns lugares em algumas almas... E em alguns fadados a escrevê-las na solidão da tal percepção

*🦋 Você pode mudar*

Quem disse que você precisa ser sempre a mesma pessoa? As células do seu corpo se renovam, seus gostos mudam, suas crenças evoluem. Você tem o direito sagrado de se reinventar quantas vezes quiser. Crescer é deixar morrer versões antigas de você.

Compartilha isso com quem precisa se dar permissão para mudar! 🌱

O céu baunilha nasceu com o tom roseá mas minha vida é cinza
Ecos de albatrozes imóveis no ar nas profundezas das ondas dos labirintos-cavernas sem corais
Magicamente areia de porquês ancoras se escora para não deslizar
Subir na direção à luz
Estranhos passando na rua eles simplesmente não existem

Olhares conduzo através da terra mas não posso voa ao redor do sol minhas asas não suportaria

As nuvens todos os dias cai incitando e me convidando a subir
E através da janela na parede o perdão que eu mesmo quero dar
Entram escorrendo nas asas da luz do sol embaixadores da manhã
Meus dias minhas noites somem na imensidão dos cosmos e nada, nada... é minha gravidade mais

Canções de ninar era feitas pelas mães negras de coração perfeitos enquanto os seus caminhas na direção do tronco pelos seus cuidados os matarem

POr Charlanes Oliveira Santos

O barco no rebento do mar a corda fisga segurando o sol aquarela a te a pintura horizontal no céu baunilha na zona de rebentação da minha mente a área onde as ondas se quebram ate a praia formando espuma e borbulhas brumas...
A tarde se derrama lenta, derrete o âmbar do sol no azul,
como se o horizonte respirasse poesia,
como se cada sopro de vento
fosse um sussurro antigo do oceano.
O mar canta seus segredos nas costas das ondas,
e o céu, cor de damasco e silêncio,
inclina-se sobre mim como um abraço.
Gaivotas riscavam os céus nas altura em arabescos livres,
e a luz em lâminas suaves deslizava nas águas como dedos tímidos procurando tocar a alma templo aberto, onde o sol repousa sem pressa, onde o mar conversa com o céu
numa língua que só a sensibilidade entende.
Eu ancorado nesse instante, sinto o mundo suspenso entre duas respirações a do vento que passa e a tua lembrança que fica. E quando o sol se inclina um pouco mais e o mar acende brilhos dourados refletindo na água pedaços de luz que escapam entre as ondas e correm até meus olhos.
O céu, já quase vinho-pêssego, derrete horizontes em linhas suaves, e cada nuvem parece costurada por mãos invisíveis da calma...
O barco balança lento, obediente, e sua sombra se estica na superfície como se também desejasse tocar o fim da tarde.
A água murmura mansa e profunda um idioma líquido que embala o pensamento.
E tudo entra num silêncio perfeito, não o silêncio do vazio,
mas aquele carregado de sentidos, de memórias que o mar devolve em marolas brandas, de saudades que o vento leva, mas não leva.
No encontro entre céu e água, a luz se transforma em promessa:
promessa de paz, de poesia, de eternidade breve, aquela eternidade que só existe quando o coração se abre em silêncio
e aceita ser mareado por dentro.
Aos poucos a cor se desfaz, sobra um azul profundo escorrendo pelos cantos do mundo, e a noite nasce como se despontasse
das próprias ondas.
Eu sigo ali, entre o murmúrio do mar e o último brilho do dia,
sabendo que cada tarde assim é um pedacinho de milagre
que a alma coleciona em segredo.
Tudo vira cor, sombra, desejo, no suave encontro entre mar e infinito, onde cada onda leva algo e devolve mais encanto ainda.

Música em notas timbres viciosos, notas mescladas aos céus, borrifadas de estrelas dos sonhares.
E, na manhã, cavalgando nas notas musicais como arco-íris entre nuvens e sóis dourados.
Ela, de olhos solares na escada,
como se se alimentasse do sol da manhã…
Te vejo nela… a dor do fim de ano.
Em outros olhos vejo os teus,
como nas noites da virada, como fazem falta…
Lembro-me dos reflexos dos fogos de artifício
dançando nos teus olhos na virada do ano.
As sombras da tarde vão se arrastando pelas calçadas,
e eu, imóvel, esperando você voltar…
Outra noite se aproxima, lenta sufocante... a canção já ressoa como punhal entre cordas, o silêncio se quebra como meu coração.
O violoncelo todos distorcendo minha alma agora... que vibra frágil, se contorce, se destorce na envergadura da noite.
E sigo, tropeçando em melodias quebradas, em ritmos que sabem teu nome, em harmonias que te procuram nos espaços vazios para soprar com voz aguda agulhas...
Há uma partitura rasgada no chão cada linha é um caminho que não percorremos, cada pausa é um suspiro que te chama
O vento sopra acordes menores, sussurrando teus gestos, teus ecos, tuas sombras.
E eu componho no escuro, tentando decifrar o que sobra de mim
depois que tua ausência se torna a afinação da madrugada.
As estrelas afinam o céu num tom quase sem esperança,
mas a música insiste, teimosa, ferida, viva repete teu nome nas teclas, nas palhetadas trêmulas, nas notas que sobem e caem
como a saudade caindo no meu peito.
E quando a noite enfim se instala tudo vira concerto de melancolia
a rua, o céu, o vento, o relógio, tudo canta em mim a tua falta.
A melodia me atravessa como lâmina, mas ainda assim a toco…
porque essa música, mesmo torta, triste e eterna poesia é o último lugar onde neste espaço ainda posso te encontrar?

A canção entoada melancolia se amontoa nos cantos e se esvai nas paredes... pintura cansada que chora tinta antiga… e de fora vem correndo para dentro o vento... desalinhando cortinas, soprando memórias, sacudindo á alma estendida no varal...
O sol já ameno um amarelo febril quase amendoado mesclando ao claro vermelho tímido da tarde, que se vai devagar,
tingindo se alaranjando entre nuvens enferrujadas...
Solidão enjoada entoa som rasteiro que faz lágrima rasgada se tivesse som... entoa um som rasteiro, quase um ruído de asas quebradas, tal som seria um fio metálico cortando no frio do silêncio singular... entre ecos fabricados
o meu peito nu largado no chão da sala... à noite escorrega na saliência da terra; a lua mingua como um sinal como um presságio lento e antigo que só o coração decifra... o luar ah o luar sempre foi você ... hoje a luz amarelada arranha-me
A poesia já pronta demoro levantar e vou perdendo os pedaços das palavras pelos caminhos e versos estilhaçados fossem migalhas
caindo do bolso rumo à escrivaninha distante, onde o bloco de rascunhos repousa como um pássaro de papel fenix esperando renascer.
Em cada nota baixa e nos momentos que troca á canção e tão fácil escutar o som da própria respiração... no meio copo de vinho falante... a emoção neutraliza a beleza poética do concerto da mente... o coração se desfaz e faz assim

Quero me apaixonar, não só pelo seu corpo
Quero me apaixonar por todas as curvas,defeitos que possa haver no seu corpo
Quero me apaixonar pelo seu caráter,sua dignidade,sua inteligência.
Quero me apaixonar pela mulher maravilhosa que você é
Quero me apaixonar por tudo que você representa.
Quero me apaixonar por você por completo.

Poema dedicado a uma pessoa especial

Isabelle Nogueira

O sol queima a pele
Sua ausência congela o coração
O calor já não me aquece
O que é ruim a sensação...


Filha, não te abandonei
Nem te abandonarei
Por sua ausência chorei
Por sua dor chorarei


Mas sei que sempre te amei
E sempre te amarei
Sei que em meus braços a terei
É o que sempre sonhei.
Te amo sempre Sarah!

Quero apagar a minha existência
Por fim a essa dor ...
Sem forças para insistencia
Que com sol já não sinto calor


Nas letras não encontro fuga
Nas lágrimas não tem alivio.
No silencio só um barulho
E no barulho uma completa solidão


Não tenho o abraço que desejo
Não ouço a voz que anseio
A vida já não importa
Em vida essa dor não a suporta.


Aqui despeço-me das palavras
Despeço do sorriso.
Me desfaço das lembranças
Me despeço de tudo!


Adeus!
A noites bem dormidas.
A boas companhias
A boas comidas;
Serei o alimento da terra.