Textos de Feliz Ano Novo para celebrar com esperança e otimismo
O que me inspira hoje
Eu gosto de escrever
Quando escrevo me lembro
De como é bom viver
E que a escrita é boa para o desenvolvimento
Sou poeta amador
Escrevo alguns, nem tantos poemas de amor
Sempre com respeito pelo leitor
E pela poesia que me fez ser escritor
A escrita está sempre no meu pensamento
Seja quando de dia acordo, seja quando de noite durmo
Ela é mais do que um passatempo
Ela é minha vida, ela é meu mundo
Espero encontrar uma poetisa
Que partilhe o prazer da escrita
Que da nossa partilha nasça uma filha
E que ela se chame a mestra poesia
Quem nunca montou um quebra cabeça !?
Não querendo generalizar mas a nossa vida parece como um quebra cabeça de mil peças que foram espalhadas pelo mundo inteiro mas ou menos como um caça tesouros. As vezes a gente acha as peças com uma facilidade e vai feliz montando, quando inesperadamente tem que sair correndo atrás de outra peça, e tem algumas que pra conseguir encontrar e um teste de sobrevivência.
Eternidade do Nada
(Letra original por Maycon Oliveira dos Santos)
Eu vi o tempo se curvar diante dos meus pensamentos,
Transformei o silêncio em direção.
Há mil verdades presas no vento,
E eu aprendi a ouvir a contradição.
Eu sei o que é cair em ruínas e erguer castelos com o olhar,
Sei quando o mundo cala, é hora de falar.
Porque eu faço da ausência, presença,
Da dor, uma promessa que ascende.
Eu crio eternidade do nada,
E transformo o vazio em chama ardente.
Eu faço da sombra, luz,
E do fim, um novo início — consciente.
Aprendi a amar o caos como um velho amigo,
Ele me ensina onde a ordem se esconde.
Há beleza no perigo,
Quando a alma não se rende ao que não responde.
Eu sei quando o medo tenta se disfarçar de paz,
Mas minha mente é o fogo que jamais se desfaz.
Porque eu faço da ausência, presença,
Da dor, uma promessa que ascende.
Eu crio eternidade do nada,
E transformo o vazio em chama ardente.
Eu faço da sombra, luz,
E do fim, um novo início — consciente.
Se o tempo apagar meus rastros,
Que apague tudo, menos minha intenção.
Pois quem ama com lucidez,
Transforma o destino em criação.
Eu faço da ausência, presença,
Da dor, o mapa da existência.
Crio eternidade do nada,
Sou o eco da própria consciência.
E no fim, quando tudo silencia,
É lá que minha alma começa.
— Por Maycon Oliveira Dos Santos
A rolinha e o voo da liberdade
A rolinha é uma ave que não se preocupa muito com o ninho; geralmente, eles são bem rasos. Aqui em casa, ela botou o ovo diretamente sobre a ripa do telhado. Passava o dia todo chocando esse ovo — cheguei até a pensar que estivesse doente e acabei tocando nela.
Dias depois, o filhote fez seu primeiro voo e acabou caindo na minha varanda. Coloquei-o sobre a parede até que conseguisse realizar seu voo de liberdade.
Mesmo com simplicidade e poucos recursos, a natureza encontra seu caminho e cumpre seu ciclo.
O Pão de Cada Dia e a Arte de Servir
Imagine uma cidade e 2 padarias…
A Padaria A, tradicional e rainha do pedaço por anos. O conforto do hábito, a ausência de risco, mantinham a maioria dos clientes fiéis, mesmo que o pão já não fosse mais tão surpreendente.
A padaria “A” acreditava que sua tradição era seu escudo.
Certo dia, surge a Padaria B. Nova, disposta a ser mais do que apenas um lugar para comprar pão.
Um a um, por curiosidade ou insatisfação sutil, os moradores começam a visitar a B. O boca a boca se espalha. Sem roubo de receita ou rasteira, apenas pela força inegável da livre concorrência em ação, a padaria B passa a ganhar a confiança dos clientes e, logo, sua preferência.
A verdade é que os clientes buscam algo que vai além de um CNPJ com tradição.
Eles buscam conexão. Querem ser ouvidos, atendidos com cordialidade e personalização. Querem se sentir únicos. E isso é:
* É ser chamado pelo nome.
* É ter o aniversário lembrado.
* É o cuidado em um contrato bem feito.
* É o brinde simples, mas cheio de significado.
Muitas vezes, não é o preço que define o vencedor, mas sim a forma como o negócio é conduzido: o ouvir, o carinho, a atenção, a sensibilidade. É sobre construir parcerias com pessoas, e não apenas focar em lucros. É vender bem, mas entregar além.
Quando um concorrente surge, ele não é apenas uma ameaça; é um espelho e uma oportunidade de aprendizado.
De analisar: Onde estão as qualidades deles? E, mais crucialmente: Onde estão as nossas falhas e nossos pontos fortes?
No mundo corporativo (e na vida pessoal), a capacidade de aprender com o concorrente, apesar da sua própria história e experiência, é o que garante a evolução ou decreta o seu fim.
Essa escola , é mais olhar ou vigiar a vida do outro, mas de olhar para a sua própria através da lente da concorrência, e decidir entregar mais do que “mais do mesmo.”
E você, Como você está negociando o seu “pão”?
Amor e Respeito
Amor é respeito.
É silêncio quando o outro precisa falar,
é palavra doce quando o coração quer gritar,
é presença que conforta,
mesmo quando o corpo está distante.
É olhar e entender sem precisar perguntar,
é segurar a mão quando o mundo desaba,
é esperar o tempo certo de cada emoção,
sem pressa, sem cobrança,
porque o amor verdadeiro não corre — ele floresce.
Amar é cuidar sem prender,
é estar junto e deixar o outro ser livre,
é querer o bem mesmo quando o caminho se separa,
é sorrir com o sorriso do outro
e se calar quando o silêncio fala mais alto.
Respeito é a alma do amor.
É ele quem dá base aos dias difíceis,
quem ensina que o amor não é domínio,
é parceria, é troca, é compreensão.
É saber pedir desculpas,
é ter humildade para reconhecer os erros,
é entender que ninguém é perfeito,
mas que o esforço de amar já é um milagre em si.
O amor não grita, ele conversa.
Não fere, ele cuida.
Não impõe, ele convida.
Ele é carinho no toque,
educação no olhar,
delicadeza nas atitudes pequenas
que, juntas, constroem eternidades.
Amar é plantar confiança todos os dias,
regar com gestos e paciência,
e colher o fruto do respeito —
doce, maduro e verdadeiro.
É enxergar beleza até nas imperfeições,
é rir das diferenças e celebrar o encontro,
é caminhar lado a lado,
sem que um precise se esconder na sombra do outro.
Porque o amor é luz.
E o respeito é o caminho por onde essa luz se espalha.
Quando há respeito, o amor cresce.
Quando há carinho, o mundo muda.
E quando há educação entre duas almas,
nasce algo que o tempo não apaga:
a certeza de que amar é, antes de tudo,
respeitar.
O Estoico
Quando tua mensagem cai no vazio,
Não te percas atrás de ecos frios.
O mundo não pede teu desespero,
Nem tua voz implora por janeiro.
Quem ignora teu ser não te define,
A alma que é tua, só ela te afine.
Não corras atrás de sombra ou vento,
Mantém-te firme, com teu próprio alento.
O choro não veste tua dignidade,
O silêncio, às vezes, é liberdade.
E o coração que não implora atenção
É um templo de calma, pura razão.
Não há poder em mãos que não se oferecem,
Nem razão em súplicas que não merecem.
O mundo gira em seu próprio compasso,
E a paz reside em quem não entra em embaraço.
Não te ajoelhes diante do abandono,
Não peças amor onde não há entono.
Cada passo firme que dás em tua estrada
É mais valioso que a atenção roubada.
O estoico sabe que sentir é humano,
Mas implorar, jamais, é desumano.
Quem espera por resposta, que espere em silêncio,
E quem procura validação, que a busque em si mesmo.
Assim, tua alma não se curva, não chora,
Mesmo quando a indiferença te devora.
E aqueles que tentarem medir teu valor
Verão apenas tua calma, teu próprio fulgor.
Porque a vida não se entrega a súplicas alheias,
Mas se honra quem mantém suas ideias.
E no silêncio, no abandono, na solidão,
Floresce a força, cresce a razão.
🏛️ O Estoico
por Marcos — escritor e mestre
Caminha sereno o estoico,
com os olhos firmes no agora.
Nada o abala por completo,
pois conhece o valor da demora.
Aprendeu com o tempo e o livro
que o silêncio também ensina,
que a mente é templo sagrado
e o coração, sua oficina.
Não busca o ouro das glórias,
nem o aplauso passageiro;
prefere o brilho do saber,
o pensar simples, verdadeiro.
Quando a dor lhe toca o peito,
ele a acolhe como lição,
pois sabe que toda ferida
lapida a alma e a razão.
Escrever é seu exercício,
seu refúgio e devoção.
Nas palavras, ele encontra
a pureza da contemplação.
Mestre é quem ensina e aprende,
quem cala e ainda inspira,
quem faz da vida uma escola
e do amor, sua maior lira.
O estoico não teme o destino,
nem se perde na ilusão;
vive o instante com firmeza,
sem ceder à confusão.
Marcos — o escritor que medita,
o mestre que busca e ensina —
carrega nas mãos a calma,
e na mente, a disciplina.
🌄 O Estoico
por Marcos — o escritor que aprende com a vida
O estoico caminha só,
mas nunca está sozinho.
Ele aprendeu que a paz
nasce no próprio caminho.
Quando solta as mágoas antigas,
a alma enfim respira.
O passado perde o peso,
e o coração se inspira.
Ficar consigo mesmo
é ato de coragem e fé,
é olhar dentro dos próprios olhos
e dizer: “Tudo bem ser quem é.”
A vida ensina com quedas,
mas também com o levantar.
E quem aprende a se escutar
já começou a se curar.
O estoico não foge da dor,
ele a acolhe, e depois deixa ir.
Porque sabe: o que não liberta
não serve para seguir.
A sabedoria é silêncio,
a força é compaixão.
E quem larga o que magoa
ganha leveza e direção.
Marcos — o escritor e mestre —
vive o que escreve e sente:
que o maior triunfo humano
é estar em paz com a mente.
🕊️ O Estoico
por Marcos — escritor e mestre de si mesmo
Quando te provocarem,
não entre no jogo.
O silêncio é tua espada,
e a calma, teu escudo novo.
Quem provoca quer ruído,
quer ver tua paz quebrar.
Mas o estoico sabe disso —
ele apenas respira e olhar.
Não responde com raiva,
não devolve a ofensa.
Sabe que quem grita alto
carrega dentro a carência.
A força está no controle,
não em vencer discussão.
Quem domina o próprio fogo
não queima o coração.
Deixa o mundo se agitar,
segue firme no teu centro.
A paz é tua morada,
teu templo é o pensamento.
Ser estoico é ser livre
de tudo que quer te ferir.
É escolher a serenidade
e deixar o ego ir.
Marcos — o estoico consciente —
aprendeu com o tempo e a dor:
que o verdadeiro poder humano
é não reagir com rancor.
Que de mim emane!
Que de mim emane,
não o reflexo dos outros,
mas a centelha do que sou.
Mesmo que venha o viés,
que eu emane coerência —
pois coerência é o abrigo
dos que ainda creem na verdade.
Se houver confusão,
que eu emane clareza;
não a clareza dos que explicam,
mas a dos que compreendem.
Se houver divergência,
que eu emane convergência;
não por desejo de consenso,
mas por amor ao encontro.
Se me impuserem a arbitrariedade,
que eu emane colaboração;
porque o poder que se impõe
é pequeno diante do gesto que partilha.
Se eu vir a injustiça,
que eu emane ética —
mesmo que doa,
mesmo que me isole,
mesmo que me cale.
E se o mundo se encerrar no próprio umbigo,
que eu ainda emane comunhão.
Que assim eu emane,
ainda que nada volte.
Pois quem emana o bem
não o faz por retorno —
mas porque já o habita.
Na Superfície do Ser
William Contraponto
Vivemos tempos em que a superfície parece suficiente. Alguns permanecem nela por alienação: distraídos, anestesiados pelo cotidiano, pelos hábitos repetidos, pelo brilho falso das conveniências sociais. Seus olhos não enxergam além do espelho que lhes é oferecido; caminham sobre o mundo como quem atravessa um lago congelado, sem perceber a profundidade das águas abaixo.
Outros permanecem na superfície por escolha — ou melhor, para alienar. Criam ilusões, distorcem verdades, constroem muros de banalidade que escondem o abismo da realidade. Manipulam, distraem, desorientam. Mantêm os outros na superfície para preservar seu próprio conforto, sua própria sensação de controle, sua própria fuga do que é essencial.
Entre os que se deixam levar e os que conduzem, há a fratura do pensamento: a consciência, quando desperta, percebe o vão que separa a vida plena da vida aparente. E é nesse vão que reside a urgência do questionamento — da busca por profundidade, da recusa em aceitar o mundo tal como nos é apresentado.
Viver é decidir entre ser superfície ou mergulhar. Mas talvez o maior risco seja descobrir que, mesmo mergulhando, a superfície nunca desaparece: ela nos observa, sempre pronta a nos chamar de volta.
A Menina e o Cachorro
Uma criança brinca com um cachorro
no meio da praça.
Na Praça do Patriarca,
foi lá que eu vi.
Entre cinco e seis anos de idade,
tinha a criança.
Igualmente jovem era o animal.
A garota abraça, beija,
se desmancha em carinhos...
O cachorro retribui lambendo animado
o rosto da menina.
Os dois caem,
rolam no chão.
A menina ora por cima do cão,
ora por baixo.
Alguns pedestres param,
observam, riem, tiram fotos,
maravilhados com a beleza da cena.
Outros, apressados,
submersos em seus problemas,
incapazes de enxergar o mundo à sua volta,
passam sem nada perceber.
Uma mulher se aproxima,
afaga a cabeça do cachorro.
A menina se levanta,
fica de pé, imóvel, séria.
Em sua seriedade,
o esboço de um sorriso enigmático,
quase imperceptível,
me fez lembrar Mona Lisa.
Com o olhar fixo na mulher
acariciando o pequeno animal,
a menina parecia esperar sua vez
de também receber carinho.
A mulher, no entanto, se levanta,
faz um último carinho no cão, arruma a blusa,
ignora a criança e vai embora,
diluindo o sorriso de Mona Lisa da menina,
que a acompanha com o olhar desapontado.
E eu, que a tudo assistia, pensei:
— Infelizmente é assim que nós estamos agora!
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Nascida em meio à pandemia, em 2020, esta crônica em versos descreve uma cena real: uma garotinha em situação de rua e seu cachorro, na Praça do Patriarca, em São Paulo.
Face 6
Para alargar horizontes,
precisa mesmo de uma lida
nas linhas clássicas da beleza
distorcida.
Escrita dura, indelicada,
treina tua alma.
Relaxa.
Deixa assim — aceita.
Não te rebele.
Guarda as lágrimas salgadas,
geladas,
e ora.
Para alargar horizontes
(sem dificuldade),
uma varinha…
um
mago inglês,
transformando a vida
num amontoado de dados —
todos com a face seis.
o sol às vezes só sabe ferir e queimar.
Mas depois de tanto tempo a caminhar,
a lua surge devagar — para te curar.
Ela não fere, só sabe escutar,
fica contigo até o dia clarear.
E quando a noite voltar a brilhar,
vamos juntos para o mar,
sentir a brisa do luar a nos tocar.
Meu amor, a dor é temporária — pode acreditar.
Porque sempre haverá uma nova noite
para recomeçar.
A dor é a única sensação boa que nos prova vivos,
a chama que conserva nossa humanidade —
bondosa, frágil, e curiosamente estranha.
Vivemos presos num corpo que abriga uma alma partida,
oscilando entre depressão e felicidade,
tão diversas e profundas quanto a própria existência
neste mundo sem sentido concreto
Com o passar dos anos e com a chegada dos meus 37 anos, a maturidade trouxe consigo uma compreensão mais profunda sobre minhas próprias necessidades e limites. Passei a identificar, de forma cada vez mais clara, a importância de preservar minha paz espiritual e, por esse motivo, tenho me abstido de prazeres momentâneos e superficiais. Estou em busca de conexões verdadeiras e profundas, que contribuam para a minha evolução pessoal.
Diante disso, optei por permanecer solteira até encontrar alguém cuja visão de mundo se alinhe à minha e que ressoe com a perspectiva de vida que venho construindo. Não estou em busca ativa, pois alcancei a plenitude em estar só e em apreciar minha própria companhia. Tenho escolhido não me envolver carnalmente com outras pessoas, pois acredito fielmente em valores que considero cada vez mais raros, como fidelidade, reciprocidade e integridade.
Somente me permitirei envolver novamente com alguém que desperte meu interesse de forma genuína e que respeite integralmente minha maneira de ser, agir e pensar. Almejo uma relação com alguém disposto a assumir-me e a assumir, de maneira consciente, todas as responsabilidades afetivas que esse compromisso exige. Portanto, só me envolverei novamente com alguém que deseje, comigo, construir uma família.
Por que devo me preocupar?
Se a energia boa que brota de mim
é tão ou mais intensa que a energia ruim que vem do outro.
Na pior das hipóteses, elas se anulam.
Minha positividade tem uma receita simples:
Amar o amor que me acolhe.
Acolher o amor desprovido.
Sempre em gestos concretos
e silêncio contemplativo.
JESUS PORTO SEGURO
Quando a vida paira, oscila, quando nossos sentimentos pesam e quando os ventos mudam sem avisar, nós lembramos de uma verdade que acalma nosso coração por dentro: NÓS AMAMOS JESUS, E ELE É O NOSSO PORTO SEGURO.
É nos braços dEle que encontramos descanso, direção e paz. Jesus não é apenas um abrigo na tempestade; Ele é Aquele que acalma a tempestade fora e dentro de nós.
“O SENHOR É A MINHA ROCHA, A MINHA FORTALEZA E O MEU LIBERTADOR.” SALMOS 18: 2
GRATIDAO A DEUS, HOJE E SEMPRE
Com Carinho&Amizade
FCNóbrega
CHEGANDO EM GRAMADO
É mesmo muito matuto
Na entrada de Gramado
Zé Matuto deu um grito
Motorista atrapalhado
Eu fico por aqui mesmo
Vou descendo com cuidado.
Gritou: para motorista
O senhor é abestado
Veja o nome aí na frente
Sou um matuto letrado
Não me faça de bobo
Eu fico aqui em Gramado.
Foi aquela gozação
Mas Zé não queria ouvir
Agarrou a mala no braço
O senhor pode seguir
Meu destino é esse
Sei bem pra onde ir.
O dia passava rápido
Zé nunca via maldade
Quando dois elementos
Lhe sorriu com falsidade
Agarraram a sua mala
Partindo em velocidade.
Zé viu seus sonhos
Perdido numa estrada
Sentou começou chorar
Já passava da madrugada
Quando aparece um casal
Levando pra sua morada.
O pobre relatou tudo
Mas estava tão cansado
Depois de um bom jantar
Caiu de sono pesado
Acordou com o Sol alto
Tava todo atrapalhado.
O casal lhe prometeu
Levar pra conhecer a cidade
Zé Matuto se escantou
Com aquela claridade
Era luz pra todo canto
O cheiro de felicidade.
Seu dinheiro foi roubado
Não tinha como viajar
O casal comprou passagem
Zé então pode voltar
Em agradecimento ao casal
O dinheiro iria enviar.
Enfim, Zé chegou em casa
De joelhos agradeceu
Nao acreditava em sonhos
Sabe o que padeceu
O nordeste era seu lugar
De cansado adormeceu.
Autoria Irá Rodrigues.
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