Textos de Feliz Ano Novo para celebrar com esperança e otimismo
Abaixar a cabeça é humildade
No ato penitencial da santa missa, e na absolvição sacramental ao reconhecer a necessidade do perdão de Deus
Quando se reconhece que errou e precisa pedir perdão a alguém e humildade.
Ao aceitar e obedecer da hierarquia ou liderança que dá justas orientações fundamentadas nas leis de Deus e normas eclesiásticas
Abaixar a cabeça é covardia
Quando se aceita o erro de qualquer lado: do mesmo nível que você ou de alguém acima do nível hierárquico...
Minha opinião sobre a invasão policial nas comunidades do Rio de Janeiro
O Poder Estatal revelou, mais uma vez, o quanto é ineficiente. Matar pessoas não demonstra sucesso algum; para os desinformados, talvez pareça, mas é apenas o retrato da falência de um Estado que confunde força com justiça.
A própria Constituição Federal já responde a esse tipo de ação:
Art. 1º, inciso III: consagra a dignidade da pessoa humana como um dos fundamentos da República.
Art. 5º: garante direitos e garantias fundamentais, como:
I – igualdade em direitos e obrigações;
III – proibição de tortura ou tratamento desumano ou degradante.
Art. 6º: define os direitos sociais — educação, saúde, trabalho, lazer e segurança —, bases da dignidade e da justiça social.
Art. 226, §7º: vincula o planejamento familiar à dignidade da pessoa humana e à paternidade responsável.
Art. 227: impõe ao Estado, à sociedade e à família o dever de proteger crianças e adolescentes contra toda forma de negligência, violência ou opressão.
Somente citando esses artigos, já fica claro que a violência estatal viola os próprios princípios constitucionais.
O poder público, historicamente, é parte da origem do problema. As facções nasceram do abandono e da brutalidade estatal: no Rio, durante a ditadura militar; em São Paulo, após a chacina do Carandiru. O Estado criou o monstro que hoje tenta exterminar com armas.
O crime não se combate apenas com polícia. É preciso educação, saúde, trabalho e políticas sociais. Também é urgente punir os políticos corruptos que alimentam a miséria e a violência que fingem combater.
Dizem que o amor é distraído, entra pela porta errada e senta na cadeira da amizade, achando que é o seu lugar...
A gente se conheceu em tons de riso, tardes de conversas que não prometiam nada, mas acabaram prometendo tudo.
E eu fui ficando... Fui achando bonito o jeito como você ria das minhas besteiras, como ajeitava o cabelo quando não queria dizer nada e como, sem perceber, virou meu "deslize" mais doce.
Porque, no fundo, eu sabia que era amor, mas só podia ser amizade.
E que destino ingrato, o de quem ama em silêncio e escolhe cuidar de longe, como quem protege uma chama fraca do vento.
Hoje, faço malabarismos pra manter o que sobrou...
A amizade, leveza e afeto que o tempo não levou.
Eu rio das suas piadas e falo dos meus dias, escondendo os versos que ainda escrevo sobre você.
Prefiro o disfarce, porque o coração aprendeu a calar bonito.
Às vezes, escuto Fagner cantando:
"Em outros braços tu resolves tuas crises
Em outras bocas não consigo te esquecer"
Essa, me dá vontade de rir e chorar, porque sinto que, o que escapou de nós não foi amor, foi o tempo certo.
E ainda assim, eu escolho ficar...
Porque te ter por perto, mesmo sem ter pra mim, é o tipo de deslize do qual não posso reclamar.
Eu queria, com a delicadeza das madrugadas, tecer versos de celebração, um poema que fosse festa, um presente de palavras... Suave como vento em junho.
Queria vestir tua existência de flores escritas e acender no papel o brilho de um afeto imenso.
Mas já não posso.
O tempo, sempre tão hábil em roubar excessos, me ensinou a guardar o amor na gaveta do que passou.
Hoje, o que resta é a claridade sóbria da amizade, essa chama mais tranquila que não queima, apenas aquece e não pede mais rimas apaixonadas, apenas o silêncio respeitoso de quem sabe que há distâncias que se tornam permanentes e há corações que desaprendem a sonhar.
E assim, renuncio à poesia que te coroaria, não por falta de beleza em ti, mas porque em mim o amor já se dissolveu, virou memória sem vértice,
rio que correu e agora é mar distante.
Ainda assim, desejo, mesmo sem versos, que tua vida seja música e teus dias floresçam sem precisar do meu poema.
Pois amar e soltar, às vezes, é a maior poesia que consigo escrever.
Entre mil vozes sigo calado,
um riso perto me soa errado,
mas dentro da sombra guardo um clarão,
semente pequena, discreta paixão.
Olhares passam, não me percebem,
sou mar sem barcos que nele se atrevem,
mas no fundo das águas, quieto, escondido,
há um peixe dourado que insiste em ter brilho.
Sou chama acesa perdida no frio,
vento me corta, me torna vazio,
mas toda brasa, ainda que fraca,
se agarra à madeira e a vida destaca.
Carrego no peito a multidão da solidão,
ruídos dançam, mas falta canção,
porém sei que a noite, tão longa e fechada,
um dia se abre em aurora dourada.
Eco sem porto, palavra sem mão,
me faço poema, me invento canção,
pois mesmo que o mundo não queira me ouvir,
meu próprio silêncio começa a sorrir.
E sigo entre vidas, ferido, mas são,
corpo presente, pulsando emoção,
a solidão pode ser dura prisão,
mas guarda a chave no próprio coração.
No meio da multidão,
meu silêncio grita mais alto
Rostos passam, vozes se misturam,
mas nenhum olhar me alcança
É estranho...
o coração apertado
caminha cercado de passos,
e ainda assim tropeça no vazio
O riso alheio ecoa,
mas não encontra eco em mim
Sou ilha em um mar de gente,
sou sombra que dança sem par
E nessa solidão barulhenta,
aprendo a me escutar
mesmo que doa,
mesmo que a saudade seja só
daquilo que nunca chegou.
Cercado de gente, me sentindo só,
um mundo tão cheio, mas dentro é pó
Os risos ressoam, não chegam aqui,
sou barco sem vela, perdido em si
Tantas vozes falam, nem sei como escutar,
procuro um abraço que venha ficar
O tempo me cerca, mas não me contém,
sou vento que passa sem prender ninguém
No meio da festa, vazio eu sou,
sendo um fogo apagado que nunca queimou
E mesmo entre muitos, me encontro assim:
sozinho no mundo, sozinho em mim
Quando criança, pensei ser piada. Ou mais uma forma de prender a atenção das pessoas, ficção. Porém, hoje posso ver, sem sequer procurar, pessoas plugadas a tomadas, esperando suas vidas carregar.
Pensei que teria que viver muito mais pra presenciar, pessoas sendo trocadas por máquinas, sinonimadas a contatos na lista que contabiliza amizades, mas, aparentemente, estava errado. E creio ainda que, pela forma como segue, ninguém de fato percebeu estar assistindo o passar da vida pela tela do telefone.
Sopra o vento contra os ouvidos e ensurdece. Cala os gritos que te querem de volta.
Pinga a chuva contra a pele e umedece. Camufla as lágrimas e chora. Projeta a luz contra os olhos e ofusca. Apaga o farol que me conduz e afunda. Estampa um sorriso contra o peito e queima. Queima saudade, lágrima e farol, o amor que era acabou — e só sobrou sua marca, enganosa, que te vende a mim, eternamente.
Não faz muito tempo,
senti saudades de alguma coisa.
Pensei em escrever a respeito.
Mas,não escrevi.
Mudaram os dias, e me esqueci da saudade.
E nunca mais lembrei.
Esse poema não é a respeito
da saudade (que esqueci)
mas sobre o poema que nunca
existiu (apesar da saudade).
Em não me desperdiçar narrando,
perdi uma memória.
Uma lembrança que chegou
a doer por um momento,
e inspirou um verso que nunca rimou.
Me perdi em não me desperdiçar.
Seguindo aquela estrada Passa carro e placa, passa casa e pássaro, passa o tempo e a vida. Seguindo aquela estrada Passa boi, passa pasto, passa gente e passo, passa bicho, passa o mato, passa paisagem e retrato. Seguindo aquela estrada Passa o mundo — e eu passo. Passa flor — e eu passo.
Passa amor — e eu passo. Mas logo paro. Retrocedo. Passa amor — e eu paro. E não passo mais nada.
Eu acho que devia chorar, fazer pingar um pouco desse mar que, com esse seu peso descortês, já empena meu andar.
Eu acho que devia me arriscar, sei lá, construir um novo caminho, doando, por fim, esse coração, sem esmero e emoção, a um outro homem de lata que, por qualquer que seja o motivo, deseje ainda amar.
Vida
Às vezes pessoas com depressão pedem a Deus para morrer, mas a verdade é que elas apenas têm medo de viver.
A vida é feita de escolhas, e as pessoas escolheram romantizar, "o amor? ", não! Romantizar o preconceito, o racismo e o machismo, como se fosse apenas um brincadeira. CRESÇA!.
O tempo não para, e ele não é ilimitado! Pra que gastá-lo se lamentando? Por que as pessoas se machucam tanto? Por que não agarrar sua vida como se fosse um bem precioso? Se ame e, se quiser mudar, mude!, mas mude pra melhor! Porque pessoas vão e vêm, mas você não pode fugir dos seus próprios reflexos.
Por favor, chore! Ainda há tempo.
Muitas pessoas cresceram e principalmente os meninos ouvindo frases equivocadas como: "engole esse choro", "pessoas fortes não choram", "chorar só piora as coisas", "lágrimas são sinal de fraqueza". Com isso, muitas estão emocionalmente doentes, tristes e magoadas. As lágrimas que não caíram e os sentimentos que não foram expressos se acumularam internamente, fermentando e se transformando em angústia, revolta e depressão.
Por favor, chore! Pelo bem da sua alma. Desabafe, alivie-se, permita-se, sentir e manifestar e falar dos seus sentimentos e das suas emoções. Não com revolta ou rancor, mas com bons afetos, sentimentos e amor.
Daniel Francisco da Costa
NADA!
Andas tão longe de mim. Desvairada da dor...
Sentes o meu abraço, sentes o meu beijo;
De sorrisos se transborda, sentes o meu desejo,
Vês-me, mas não enxergas o meu amor!
Pareces o quê? A lua? O sol? Não tens fulgor!
– Transbordo a alma ao seu almejo...
Não tens corpo em mim, apenas lampejos
Aos teus olhos de infinito, sem esplendor...
Parecia-me dos céus a mais bela estrela...
Não és nada! Apenas eu estou de vê-la...
És tu, de minha cobiça-louca, a imaculada!
Serás por um instante de meu tremor o arder?
Já não acredito em vida, ao meu querer;
Que tão longe de mim, amor, tu não és nada!
© Dolandmay Walter
A felicidade é complexa.
É curioso como a mentalidade e a natureza humana podem ser tão contraditórias. Alguns, mesmo com tão pouco e tantas limitações, conseguem viver com gratidão, alegria e paz interior. Enquanto isso, outros, cercados de recursos abundantes e desfrutando de boa saúde, enfrentam batalhas silenciosas contra a tristeza, a desmotivação e a angústia. Isso nos faz pensar que a verdadeira felicidade talvez não esteja no que se tem, mas em como se vive.
Daniel Francisco da Costa.
Manuela
Numa tarde ensolarada, passaste uma garota na orla da praia, eu estava acompanhado, mas não pude deixar de nota-lá.
Sua camisa de longe minha atenção chamará. Ali vi uma oportunidade de criar uma ligação. Eu a elogiei e logo depois ela retornará.
A interação foi sucinta, exalou um jeito meigo e, ao mesmo tempo, distinta.
Manuelase chama ela, garota agradável, detém bons e curiosos gostos, marcante e admirável.
A vi uma só vez, na tarde ensolarada de algum mês.
Manuela se chama ela.
— de Lorenzo Almeida, para Manuela Marques.
Do que se trata viver?
Viver trata-se de entender a própria dor, para que assim não se atinge os males e socos que o mundo nos dá.
Se trata de viver sabendo que valerá cada segundo o dedicado no que estamos fazendo.
Saber que, de uma hora ou outra não veremos os rostos que estamos assimilarizados
Morrer, sabendo o que foi viver.
Acredite em Mim até o seu último dia na terra, e verás, ó filho, o que tenho para ti.
Descansarás sobre as Minhas nuvens, e Eu carregarei todo o seu júbilo.
Cruzaste a jornada da vida Comigo em teu peito, e Eu cruzarei a eternidade com você em Meu coração.
És o Meu filho. Não temas o mal — ele jamais encostará em ti, pois Eu habito em ti.
Não rezo pedindo a Deus que me cure os sentimentos internos.
Se não os houvesse, o que seria de mim sem meu amor por ele?
Não rezo pedindo a Deus que mude o coração, os pensamentos…
Constantemente eu peço que leve a resposta a tudo aquilo que ele ainda não decifrou.
Meu coração não cabe pouca coisa, e eu não sei ser pequena por dentro.
Sou nova, mas penso em centenas de sonhos.
Me casar, ser mãe…
Eu, como qualquer outro ser humano, também tenho minhas dúvidas.
Mas, devo me lembrar que a constância não é pra qualquer um.
Já furei a bolha. Já quis deixar de sonhar alto por medo da solidão, às vezes até da felicidade em excesso. Medo dos meus sentimentos em excesso.
Ele me jogou em um turbilhão de emoções onde eu aprendi como lidar com todas elas, junto dele.
Eu aprendi a lidar com a enfermidade, aprendi a lidar com a calma, com a paciência na espera, até com a dor da incerteza…
Mas, se eu tivesse que listar, citando todas as vezes que ele me fez sorrir… não existiria papéis o suficiente no mundo para escrever tudo.
Ele me faz sonhar e respirar.
Hoje eu tive a certeza que ele carrega as minhas felicidades com ele. E eu o agradeço muito por isso.
Vou sentir falta quando acabar
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