Textos de Feliz Ano Novo para celebrar com esperança e otimismo

*🦋 Você pode mudar*

Quem disse que você precisa ser sempre a mesma pessoa? As células do seu corpo se renovam, seus gostos mudam, suas crenças evoluem. Você tem o direito sagrado de se reinventar quantas vezes quiser. Crescer é deixar morrer versões antigas de você.

Compartilha isso com quem precisa se dar permissão para mudar! 🌱

O céu baunilha nasceu com o tom roseá mas minha vida é cinza
Ecos de albatrozes imóveis no ar nas profundezas das ondas dos labirintos-cavernas sem corais
Magicamente areia de porquês ancoras se escora para não deslizar
Subir na direção à luz
Estranhos passando na rua eles simplesmente não existem

Olhares conduzo através da terra mas não posso voa ao redor do sol minhas asas não suportaria

As nuvens todos os dias cai incitando e me convidando a subir
E através da janela na parede o perdão que eu mesmo quero dar
Entram escorrendo nas asas da luz do sol embaixadores da manhã
Meus dias minhas noites somem na imensidão dos cosmos e nada, nada... é minha gravidade mais

Canções de ninar era feitas pelas mães negras de coração perfeitos enquanto os seus caminhas na direção do tronco pelos seus cuidados os matarem

POr Charlanes Oliveira Santos

O barco no rebento do mar a corda fisga segurando o sol aquarela a te a pintura horizontal no céu baunilha na zona de rebentação da minha mente a área onde as ondas se quebram ate a praia formando espuma e borbulhas brumas...
A tarde se derrama lenta, derrete o âmbar do sol no azul,
como se o horizonte respirasse poesia,
como se cada sopro de vento
fosse um sussurro antigo do oceano.
O mar canta seus segredos nas costas das ondas,
e o céu, cor de damasco e silêncio,
inclina-se sobre mim como um abraço.
Gaivotas riscavam os céus nas altura em arabescos livres,
e a luz em lâminas suaves deslizava nas águas como dedos tímidos procurando tocar a alma templo aberto, onde o sol repousa sem pressa, onde o mar conversa com o céu
numa língua que só a sensibilidade entende.
Eu ancorado nesse instante, sinto o mundo suspenso entre duas respirações a do vento que passa e a tua lembrança que fica. E quando o sol se inclina um pouco mais e o mar acende brilhos dourados refletindo na água pedaços de luz que escapam entre as ondas e correm até meus olhos.
O céu, já quase vinho-pêssego, derrete horizontes em linhas suaves, e cada nuvem parece costurada por mãos invisíveis da calma...
O barco balança lento, obediente, e sua sombra se estica na superfície como se também desejasse tocar o fim da tarde.
A água murmura mansa e profunda um idioma líquido que embala o pensamento.
E tudo entra num silêncio perfeito, não o silêncio do vazio,
mas aquele carregado de sentidos, de memórias que o mar devolve em marolas brandas, de saudades que o vento leva, mas não leva.
No encontro entre céu e água, a luz se transforma em promessa:
promessa de paz, de poesia, de eternidade breve, aquela eternidade que só existe quando o coração se abre em silêncio
e aceita ser mareado por dentro.
Aos poucos a cor se desfaz, sobra um azul profundo escorrendo pelos cantos do mundo, e a noite nasce como se despontasse
das próprias ondas.
Eu sigo ali, entre o murmúrio do mar e o último brilho do dia,
sabendo que cada tarde assim é um pedacinho de milagre
que a alma coleciona em segredo.
Tudo vira cor, sombra, desejo, no suave encontro entre mar e infinito, onde cada onda leva algo e devolve mais encanto ainda.

Música em notas timbres viciosos, notas mescladas aos céus, borrifadas de estrelas dos sonhares.
E, na manhã, cavalgando nas notas musicais como arco-íris entre nuvens e sóis dourados.
Ela, de olhos solares na escada,
como se se alimentasse do sol da manhã…
Te vejo nela… a dor do fim de ano.
Em outros olhos vejo os teus,
como nas noites da virada, como fazem falta…
Lembro-me dos reflexos dos fogos de artifício
dançando nos teus olhos na virada do ano.
As sombras da tarde vão se arrastando pelas calçadas,
e eu, imóvel, esperando você voltar…
Outra noite se aproxima, lenta sufocante... a canção já ressoa como punhal entre cordas, o silêncio se quebra como meu coração.
O violoncelo todos distorcendo minha alma agora... que vibra frágil, se contorce, se destorce na envergadura da noite.
E sigo, tropeçando em melodias quebradas, em ritmos que sabem teu nome, em harmonias que te procuram nos espaços vazios para soprar com voz aguda agulhas...
Há uma partitura rasgada no chão cada linha é um caminho que não percorremos, cada pausa é um suspiro que te chama
O vento sopra acordes menores, sussurrando teus gestos, teus ecos, tuas sombras.
E eu componho no escuro, tentando decifrar o que sobra de mim
depois que tua ausência se torna a afinação da madrugada.
As estrelas afinam o céu num tom quase sem esperança,
mas a música insiste, teimosa, ferida, viva repete teu nome nas teclas, nas palhetadas trêmulas, nas notas que sobem e caem
como a saudade caindo no meu peito.
E quando a noite enfim se instala tudo vira concerto de melancolia
a rua, o céu, o vento, o relógio, tudo canta em mim a tua falta.
A melodia me atravessa como lâmina, mas ainda assim a toco…
porque essa música, mesmo torta, triste e eterna poesia é o último lugar onde neste espaço ainda posso te encontrar?

A canção entoada melancolia se amontoa nos cantos e se esvai nas paredes... pintura cansada que chora tinta antiga… e de fora vem correndo para dentro o vento... desalinhando cortinas, soprando memórias, sacudindo á alma estendida no varal...
O sol já ameno um amarelo febril quase amendoado mesclando ao claro vermelho tímido da tarde, que se vai devagar,
tingindo se alaranjando entre nuvens enferrujadas...
Solidão enjoada entoa som rasteiro que faz lágrima rasgada se tivesse som... entoa um som rasteiro, quase um ruído de asas quebradas, tal som seria um fio metálico cortando no frio do silêncio singular... entre ecos fabricados
o meu peito nu largado no chão da sala... à noite escorrega na saliência da terra; a lua mingua como um sinal como um presságio lento e antigo que só o coração decifra... o luar ah o luar sempre foi você ... hoje a luz amarelada arranha-me
A poesia já pronta demoro levantar e vou perdendo os pedaços das palavras pelos caminhos e versos estilhaçados fossem migalhas
caindo do bolso rumo à escrivaninha distante, onde o bloco de rascunhos repousa como um pássaro de papel fenix esperando renascer.
Em cada nota baixa e nos momentos que troca á canção e tão fácil escutar o som da própria respiração... no meio copo de vinho falante... a emoção neutraliza a beleza poética do concerto da mente... o coração se desfaz e faz assim

Quero me apaixonar, não só pelo seu corpo
Quero me apaixonar por todas as curvas,defeitos que possa haver no seu corpo
Quero me apaixonar pelo seu caráter,sua dignidade,sua inteligência.
Quero me apaixonar pela mulher maravilhosa que você é
Quero me apaixonar por tudo que você representa.
Quero me apaixonar por você por completo.

Poema dedicado a uma pessoa especial

Isabelle Nogueira

O sol queima a pele
Sua ausência congela o coração
O calor já não me aquece
O que é ruim a sensação...


Filha, não te abandonei
Nem te abandonarei
Por sua ausência chorei
Por sua dor chorarei


Mas sei que sempre te amei
E sempre te amarei
Sei que em meus braços a terei
É o que sempre sonhei.
Te amo sempre Sarah!

Quero apagar a minha existência
Por fim a essa dor ...
Sem forças para insistencia
Que com sol já não sinto calor


Nas letras não encontro fuga
Nas lágrimas não tem alivio.
No silencio só um barulho
E no barulho uma completa solidão


Não tenho o abraço que desejo
Não ouço a voz que anseio
A vida já não importa
Em vida essa dor não a suporta.


Aqui despeço-me das palavras
Despeço do sorriso.
Me desfaço das lembranças
Me despeço de tudo!


Adeus!
A noites bem dormidas.
A boas companhias
A boas comidas;
Serei o alimento da terra.

O Beijo Frio
​Há um inverno guardado no peito,
Fruto de eras de vento e de dor,
Um coração que aprendeu o seu jeito
De não mais se queimar no calor.
​Os dedos tocam, a pele se encontra,
Mas há um muro que o tato não vê.
É uma alma que já fez sua conta
E decidiu que amar é perder.
​O lábio alcança a curva do rosto,
Mas o contato não traz o clarão.
Tem o silêncio de um sol já posto,
A mudez de uma velha canção.
​É o beijo frio de quem se protege,
Onde a entrega é um risco fatal.
Um coração que o medo hoje rege,
Calejado em seu Reino de Sal.
​Não é maldade, nem falta de querer,
É só o peso de tanta cicatriz;
Quem muito teve que sobreviver,
Esquece a pressa de ser feliz.

O Calor no Inverno das Grades
​A carta é o grito que atravessa o muro,
De um coração que a cela não calou.
Escreve o "guerreiro" em seu tempo escuro,
Sobre a vida que o crime lhe roubou.
​Diz que a ostentação é marionete,
Um brilho falso que cega o olhar.
Quem no dinheiro a alma compromete,
No cemitério ou na grade vai morar.
​Fala de "porta estreita" e "porta larga",
Do "coração que calejou" na solidão.
A liberdade tem um gosto amargo,
Se a mente ainda vive na prisão.
​Mas entre as linhas de caligrafia incerta,
Há um sopro de vida, um calor, um perdão.
A mão que escreve é a alma que desperta,
Buscando em Cristo a sua redenção.

Minha oração hoje vai para todas as criança que não possuem o privilégio de ser criança...
Àquelas que tem no olhar o cansaço da lida, ou que tão pequenas já dão a luz a outras crianças...
A quem não tem voz e morre enterrada viva por conta da tradição, e por aquelas que acamadas num leito de hospital, têm seu mundinho reduzido a um quarto.
Por aquelas que são privados da acessibilidade e compõem os grupos negligenciados por falta de conhecimento ou descaso.
Oro, desejando que mais leis protejam estas e mais vozes possam engrossar este coro em amor, no engajamento e abrigo. Pois no final das contas, amor vale mais que qualquer brinquedo.
Oro também por adultos que abraçaram as mais diversas causas em favor desses miúdos. Por Abigail Aquino

SÃO PAULO é feita por pessoas...
Pessoas como você que trabalham 8 horas por dia, mais 2 horas no transporte público.
São Paulo é você que apesar do conforto do carro, sofre com o stress do trânsito diário.
É você que ousou sair de casa para estar na cracolândia ou encara de frente os problemas da periferia trazendo soluções e resgatando alguns junto com a comunidade...
É você que sofre no hospital público sem um leito para amenizar a dor...
É o profissional da saúde, que se desgasta e dá o seu melhor apesar da precariedade.
Sim, SP é também, e talvez mais de você, que faz da rua sua casa por falta de moradia.
É daqueles que andam com lixinho na mão até encontrar uma lixeira.
Dos que seguram a bolsa na rua como se protegessem um tesouro...
É da mãe que faz duas jornadas diarias de trabalho...
Daqueles que amam a cidade e cuidam, limpando a praça ou simplesmente não sujando com lixo ou spray como se fosse, propriedade exclusiva, sua.
São Paulo é você que insiste em permanecer para amenizar o sofrimento e torná-la um lugar melhor.
SP é dos que ficam, apesar da insegurança, da poluição, do descaso e da violência.
São Paulo é um lugar onde a diversidade mora... Com gente de todo tipo e diversos lugares... São Paulo é casa para imigrantes... Morada do menino de rua que busca migalhas para continuar de pé.
E... apesar da dúvida de alguns, aqui também há amor e empatia. Basta um olhar mais atento...
São Paulo é cada um de vocês juntos... Pessoas que fazem a diferença apesar de nem todas serem paulistanas...
Parabéns aos que teimam em amar e cuidar desta fantástica cidade de pedra, onde o caminhar é rodeado de muito som bom com voz anônima pelas ruas; artistas desconhecidos, recicladores resilientes, estátuas que persistem em continuar vivas e alguns outros corajosos que batalham pelo pão de cada dia.
É lugar também dos tocadores, humoristas e ambulantes poetas que sobrevivem à multidão descontente em meio às superlotações no metrô, no ônibus ou nas enormes filas de espera e que sem perceber, aliviam nosso cansaço nos roubando sorrisos com suas histórias, canções e gestos...

Minha oração hoje, vai para vocacionados da área da saúde que optaram por cuidar do outro mesmo sabendo do risco.

Por idosos que nos dias comuns já se sentem solitários e terão que duplicar a solidão em meio à crise na área da saúde.

Por meus amigos e ONGs que mesmo tendo pouco, insistem em ajudar os que estão em situação de vulnerabilidade. Willian Ventura

Para famílias e vítimas do coronavírus que sofrem com a dor da perda e a dúvida sobre a recorrência na família.

Por aqueles que não possuem água disponível e ouvem incessantemente a informação sobre a importância de lavar as mãos durante a pandemia.

O preço do amor

Dar ou receber um videogame, não elimina o controle;

Demonstrar que tem fogo, não apaga o desrespeito;

Flores não tiram o mal cheiro da traição.

Chocolate não elimina o gosto da desilusão.

Nem joias substituem a riqueza da companhia.

Portanto, Ame sem reservas. Controle coisas, não pessoas, respeite. Ser fiel em tempos onde o amor é líquido, faz toda diferença. E neste dia dos namorados seja presente.

A escassez é um indutor da criatividade e inovação.
⁠Nas montanhas da Bolívia, vi paredes construídas com Adobe.
Em Minas, professor transforma terras em tinta, para atender comunidade quilombola.
Sucatas são transformadas em material para robótica por educadora.

A falta de dinheiro não pode te paralisar.

⁠Às vezes, um dia é pesado demais para se viver! Por isso, viva um momento de cada vez da melhor maneira possível e com a quantidade maior de leveza que conseguir! E ao final do dia, quando visualizar o todo, verás que fizestes um bomtrabalho e e quem sabe, amanhã será mais fácil viver um dia de cada vez! Anime-se
19122023

Quando o amor tem pressa. Por Abigail Aquino

Quando "tem que ser agora", antes que se descubra as diferenças.
Enquanto houver beleza aparente para distrair os defeitos. Sim, tem pressa antes que o dinheiro acabe.
Tem pressa quando a intenção é não dar tempo para pensar com coerência.
Quando o amor é liquido e sabe que em breve vai escorrer por entre os dedos.
O "amor" tem pressa quando não é amor.
Quando tem que acontecer logo, antes que a vontade passe.
Quando sabe que se trata de sentimento nômade e não tem tempo para fixar raizes.
Quando o que vale é o agora, não o pra sempre.
Tem pressa quando não conhece profundamente, não é paciente, não espera, não crê, não sofre.

Beija-flor


Andava sem rumo
Carregando imensa dor
Perdida, eu assumo
Uma vida sem cor


Tentando me reinventar
Busquei me recompor
Vagando à minha própria procura
Cruzei com um beija-flor


Um símbolo de sorte
Que trouxe renascimento
Mostrando-me um norte
Repleto de sentimento


Com um instinto autêntico
Que transborda beleza
Misturando o real e o místico
Enchendo meu mundo de leveza


Um encontro do destino
Lúcido e certeiro
Você chegou de repente
Me conquistando por inteiro


De talento evidente
E de sensação pura
Tu és o meu presente
E também o meu futuro


Da beleza sem igual
Criamos como o acesso
É transcendental


Contigo vou sem medo
Para além do mundo da lua
Eu te sinto um segredo
É meu tanto todinha tua


Teu jeito de asas me encanta
Teus voos aqui me fascinam
És incrível e espontânea
Como teus gestos me cativam


Me ensinando a todo momento
Por mais bela lição
Provando que o sentimento
Vai além da razão


Uma união imprevisível
O contraponto perfeito
Mostrando que o impossível
É questão de conceito


Logo acaba essa espera
Meu querido beija-flor
Vem chegando a primavera
E junto dela o teu amor


É bom voar contigo
Criei asas e cor
Eu sou teu caminho
E tu és meu beija-flor

“Se o homem só é bom vigiado por um deus, ele não é moral — é um animal adestrado.
A moral religiosa não cria homens bons, cria covardes obedientes.
Onde a bondade depende do medo do inferno, não há virtude — há servidão.
Quem precisa de um céu para não ser um canalha já escolheu a própria miséria.
Deuses são muletas morais para quem não sustenta o próprio caráter."

Deus Eterno,
Fonte de toda vida, luz que nunca se apaga,
hoje eu me coloco diante de Ti com a fé que atravessa gerações.
Que em mim haja a confiança de Abraão,
que caminhou sem ver o destino,
mas creu na promessa acima do medo.
Que eu tenha a esperança de Sara,
que acreditou quando tudo dizia que era tarde demais,
e viu o impossível nascer.
Coloca em meu coração a obediência de Isaque,
a resiliência de Jacó,
e a fidelidade de José,
que mesmo traído, preso e esquecido,
nunca deixou de confiar no Teu propósito.
Dá-me a coragem de Moisés,
para enfrentar desertos, mares e opressões,
sabendo que Tu és Aquele que abre caminhos onde não existem.
Reveste-me com a fé de Josué,
que acreditou que muralhas caem
quando o coração permanece firme em Ti.
Que eu tenha a ousadia de Davi,
que não confiou na força, mas no Teu nome,
e venceu gigantes que pareciam invencíveis.
Ensina-me a ter a sabedoria de Salomão,
a perseverança de Jó,
que mesmo ferido, adorou,
mesmo sem respostas, permaneceu fiel.
Concede-me a fé dos profetas,
que falaram a verdade mesmo quando estavam sozinhos,
e a humildade de Maria,
que disse “sim” mesmo sem entender tudo.
Coloca em mim a fé viva dos apóstolos,
que deixaram tudo para seguir a verdade,
e o amor que tudo suporta,
que perdoa, levanta e transforma.
Que a minha fé não dependa do que vejo,
mas do que creio.
Que eu confie mesmo no silêncio,
espere mesmo na noite,
e caminhe mesmo sem sinais.
Que minha vida seja testemunho,
minha palavra seja luz,
e meu coração seja morada da Tua presença.
Amém. 🙏✨