Textos de Feliz Ano Novo para celebrar com esperança e otimismo

Pai,
Hoje acordei de forma diferente.
Quis amar-Te como nunca.
Quis amar-Te verdadeiramente.

Pai,
Só Tu para me tornares Teu filho,
quando eu nada sou se não Teu servo.
Quando Teu servo, tudo o que quer é servir.

Só o Pai para nos ver como filhos, que, mesmo falhos, temos a ousadia de pedir perdão.

Meu Pai, obrigado por me perdoares.
Por me mostrares que o Teu poderoso perdão consegue mudar as nossas vidas.
Obrigado por tudo, meu Pai.

Meu querido Pai, abençoe cada dia da minha vida com a Sua bondade e retidão, para que eu seja capaz de retribuir com paz e servidão.

Obrigado, meu querido Pai, por tudo.
Amém.

Dizer que eu sou o homem da relação... e não deixo vc ser... mentira!


O homem da relação provê a casa... coloca todo dinheiro no lar... e troca ideias com a mulher sobre como guardar uma parte e usar pra laser e necessidades futuras... *e eu não te impeço disso.*


O homem da relação para de desculpas e se entrega pra mulher que ama e a recebe na mesma proporção... *e eu não te impeço disso.*


O homem da relação sabe cada melhoria que precisa ser feita no lar, e faz o quanto antes possível, resolve esses problemas, pinta a casa, conserta o que for necessário, sem mais delongas... *e eu não te impeço disso.*


O homem da relação chama a família pra orar, lê a palavra, anda no caminho de Deus e é o exemplo a ser seguido para seus filhos... *e eu não te impeço disso.*


Então para de jogar palavras ao vento sem embasamento nenhum, e começa a dizer o que realmente faz sentido!!!

⁠Segunda-feira

Hoje é segunda-feira e não importa o quanto estou exausta... minha família precisa ser bem nutrida;

Hoje é segunda-feira e não importa os meus planos, sonhos e expectativas pra hoje... minha família precisa ser bem nutrida;

Hoje é segunda-feira e não importa quão solitária eu esteja me sentindo por mais um dia... minha família precisa ser bem nutrida;

Hoje é segunda-feira e não importa que eu esteja com tpm, cabeça trincando mesmo após me medicar, pesada, inchada... minha família precisa ser bem nutrida;

Hoje é segunda-feira e não importa eu ter pensado tanto em alguém que amo e ter planejado e feito coisas pra agradar esse alguém, e esse alguém ter me abandonado pela milézima vez e eu esteja profundamente decepcionada pela milésima vez... minha família precisa ser bem nutrida;

Eu já falei que hoje é segunda-feira... e minha família precisa ser bem nutrida?

Hoje ao assistir "Annie com E" fiquei bastante emotiva e chorei...


E


Olhando a bagunça da sala, brinquedos infinitos ao chão... definitivamente pensei... *acho que a bagunça me acalma*


Porque?


Talvez remeta parte da minha infância... talvez remeta a mim mesma... Minha mente.

Você

Um dia eu escrevi um poema

Eu escrevi um poema e você era o título

Sua companhia, seu carinho, seus beijos e abraços

Refletia tudo o que eu escrevi nesse poema



Outro dia eu escrevi mais um poema

E coloquei todos os meus sentimentos nele

Tudo que eu sentia por você

Mas até que um dia você mudou

Você mudou do nada, sem dizer o que estava acontecendo

Ou poderia acontecer

Você só foi embora

E até hoje eu não sei bem onde a gente se perdeu



Um dia eu escrevi mais outro poema

E nele eu pediria desculpas por ser intensa demais com você

Um dia eu escrevi mais um outro poema

E nele eu me perdi quando sua notificação chegou...



Eu sinto sua falta, seu abraço

Mas eu não posso ter

Eu não posso, não posso, não posso

Por mais que eu queira estar perto de você

Quem decidiu foi você



Não irei me humilhar

Não irei pedir pra ficar

Você quis assim

Somos maiores de idade

Você sabe seus sentimentos

Se estivesse com dúvida era só conversar

Poderíamos entender onde estava o problema

Mas quem quis embora foi você

Eu deixei para não me machucar



Um dia eu escrevi o último poema

E ele não era para você.

O problema da nossa geração que queremos pegar as coisas tudo prontas.


Não existe mulher e homens prontos.


Não encontraremos em lugar nenhum.


Não tem. Não há ninguém pronto.

Relacionamento é gerado. É na forja do namoro que homem e mulher estarão prontos pra construir uma família.

PAI MAIOR 💓


Quando somos jovens não temos as nossas próprias referências de vida ,mas com o passar dos anos acontece o " START "


E nesse momento percebemos o quanto já vivemos e lembramos dos momentos que marcaram as nossas vidas.


Onde era sorte , hoje não é mais!


E assim conhecemos o nosso Criador que sempre esteve do nosso lado ,nas situações mais difíceis.


Hoje eu vivo para agradecer a cada momento , para louvar esse " PAI " dedicado , amoroso e fiel.


Deus seja louvado ! Meu Único Deus !
Obrigada Papai !

Tem algo em você que me desmonta.
Que me prende sem esforço, me provoca sem palavras, me domina sem tocar.
E quando eu acho que estou recuperando a razão, vem você de novo.
Inescapável. Inexplicável.
E eu já nem tento mais entender.
Porque o que eu sinto por você
não cabe em lógica, em regra, em moral.
É impulso. É meu corpo chamando o seu.
É minha mente criando cenas que eu não controlo.
Não consigo parar de imaginar tudo o que faria com você.
Culpa do olhar que não desvia, do sorriso de canto, das mensagens de madrugada.
Da sua mão no meu ombro.
O que viria depois, e depois, e depois.
Eu sei. Sei que é errado.
Sei que já passamos dos limites.
Sei que o mundo lá fora apontaria o dedo pra mim.
Mas, por algum motivo, isso nunca me fez sentir culpa.
E talvez isso seja o mais perigoso de tudo.
Eu não me sinto errada, mesmo sabendo que estou.
Me sinto viva. Acelerada. Desafiada.
Tem algo em você que acende algo que ninguém jamais acendeu.
Que me faz perder a noção de certo ou errado.
Me faz querer esquecer do tempo, do bom senso, das consequências.
E só ficar aqui, no agora.
Num mundo que eu criei onde só tem eu e você.
Mesmo sabendo que não tem só nós dois.
Nem sei o que somos. Não sei até onde vai.
Mas sei que enquanto houver essa tensão,
essa química muda,
essa urgência em te ter, eu vou continuar sentindo.
Eu sei que eu deveria parar por aqui, mas por que eu quero mais?

Li uma vez que tudo vale a pena
se não vira amor
vira poema
e se nem isso virar
vira silêncio,
saudade e momentos
e também vale
porquê sinto demais
as vezes não cabe em palavras
nem em toque
só transborda e fica
já amei quem nunca soube
já escrevi pra quem nem leu
mas cada ausência que deixou saudade
fiz rima com pedaços meus
amar é cair sem plano,
mas escrever é cair de pé
então tudo bem se doer
tudo bem se não durar
porque no fim
quem sente de verdade
sempre tem o que contar
e mesmo que vá embora
eu fico
inteira, mesmo em pedaços
com cada verso feito cicatriz bonita
porque quem ama assim
mesmo na dor,
se eterniza
e mesmo que ninguém ouça
mesmo que ninguém volte
eu sigo fazendo morada nas estrelinhas
onde tudo que vivi
ainda respira e se recorta
feito cicatriz que vira arte
e eu conto
porque sentir é um jeito bonito de existir
mesmo que não volte
mesmo que não fique
o que é real não parte!

No silêncio doce da madrugada,
Teu nome ecoa no meu coração,
Tua presença é luz na estrada,
Teu toque, minha salvação.


Nos teus olhos, o céu inteiro,
No teu beijo, a eternidade,
Te amar é um sonho verdadeiro,
Meu abrigo, minha verdade.


Se o tempo tentasse apagar,
O que em nós nasceu tão forte,
Mesmo o destino iria lembrar:
Nosso amor é maior que a sorte.

Um velho sábio disse-me:"A amizade não se prova nas palavras ditas ao teu lado, mas nos gestos quando não estás presente."

Esse velho era o meu avô.

Anos depois, vi o que ele queria dizer. Vi amigos que, outrora, criticavam comigo certos rostos, sorrirem para esses mesmos rostos como se nada tivesse sido dito. E percebi que, neste mundo, não é o inimigo que nos surpreende — é o amigo que troca a lealdade por conveniência.

Diz pra mim que é de verdade,
que o que eu sinto não é só meu.
Jura que também te queimou por dentro,
quando nossos olhos se encontraram.


Eu prometo te dar o melhor de mim,
se me disser que também perdeu o ar.
Cada segundo ao teu lado é tão pouco,
pra esse amor que não sabe esperar.


É tão claro, tão gritante,
a sorte apontou pra você…
e você, distraído, nem vê.


Por ser exato, o amor transborda.
Por ser encantado, ele se entrega.
E por ser amor, ele invade e fica —
até o último suspiro.


Então me diz…
onde você está agora,
além de dentro de mim?

O Almejo Do Céu Noturno.


"Do alpendre, contemplo o céu, seu belo resplendor e com uma vasta gama de cores. Sua imensidão me torna insignificante, pequeno, sem importância. Mas isso tudo acaba quando o Sol nasce, ofuscando a beleza que me abraçava há noite. Por culpa dele, só na próxima noite terei o céu que tanto almejo."

O Peso das Raízes e dos Frutos


Tu que carregas o nome de Filho,
Diz-me: fizeste da tua alma um altar suave
Onde queimaste cada desejo jovem,
E ergueste, em silêncio, a oferenda do teu ser?
Diz-me: caminhaste sobre as pedras agudas da obediência,
Molhando o chão com o orvalho das tuas renúncias,
Acreditando que o amor se tece com fios de sacrifício?
Ah, filho... o altar queimou até cinzas,
E as pedras deixaram marcas mais profundas que o dever.


Tu que carregas agora o nome de Pai,
Diz-me: moldaste os teus braços em colunas fortes,
Pensando que a força bastaria a conter o vento?
Diz-me: semeaste no jardim do outro
As flores que nunca brotaram no teu próprio deserto,
Regando-as com a água acumulada das tuas lágrimas não choradas?
Ah, pai... os ventos sopram de lugares desconhecidos,
E as raízes alheias bebem de fontes que não controlas.


Mas, eis o Desamparo:


Entre o altar extinto e o jardim insondável,
Há um vale silencioso.
Não é de ingratidão, nem de fracasso.
É o vale primordial, onde ecoa o primeiro grito
Que nenhum sacrifício de filho acalma,
Que nenhuma promessa de pai preenche.


Chamas-te "bom" e carregaste a coroa de espinhos da expectativa,
Tua própria mão a tecendo, fio a fio de ansiedade.
"Fiz de tudo", dizes, e é verdade!
Fizeste do teu sangue uma ponte sobre o abismo.
Mas o abismo não se preenche com pontes, apenas se atravessa... nu.


O desamparo que sentes não é falta de amor dado ou recebido.
É o eco daquele primeiro instante em que o mundo te viu
E tu viste o mundo,
E percebeste, na carne frágil da alma,
Que nascer é chegar estrangeiro a um lar terreno,
Que gerar é enviar outro estrangeiro à mesma terra estranha.


Sábio é quem, no fim das pontes construídas,
Se ajoelha diante do vale primordial e diz,
Eis o solo sagrado do humano...
Nem meu pai o preencheu para mim...
Nem eu o preencherei para meu filhos..
Aqui, na vastidão deste desamparo,
Encontro-te, ó estrangeiro que sou em mim mesmo, amigo companheiro...
E te saúdo. Juntos, sob o mesmo céu desconhecido,
Respiraremos a liberdade terrível de sermos apenas...
"O que somos."
Te amo eternamente meu pai.. "Demóstenes Carvalho de Toledo"


André Vicente Carvalho de Toledo.

⁠Se alguém me pedisse um conselho eu diria: Seja sempre você. Com seus defeitos, manias e qualidades e não invente de mudar só para agradar os outros, pois é consigo mesmo(a) que você tem a maior prioridade. Se tiver que mudar, mude por você ou para agradar a Deus e fazer o bem a você primeiramente. Quem te ama te aceita. Mas se depois de tudo a pessoa me pedir um segundo conselho e lhe direi: Já que você não pode sentar diante de si mesmo (a), senta em frente a um espelho e perde perdão a você pelo que te fez passar aqui, quando o que mais você deseja e merecia era ser feliz e não foi. Pede perdão ao teu próprio coração, de coração!!!
Mas como não sou conselheiro, dizia: Segue o teu coração, ele é o teu guia.


Claudio Nascimento

Sobre o Peso Invisível Que Habita os Ombros Mesmo Quando o Mundo Sorri


Há um lugar dentro de mim
onde os passos não se repetem,
mas continuam a ecoar,
como se cada som fosse a lembrança
de algo que nunca aconteceu.


A solidão não chegou como tempestade,
nem como rajada de vento
foi se infiltrando
nas frestas mais estreitas
da minha rotina,
ocupando o ar sem pedir licença,
até que respirar e tê-la perto
se tornaram a mesma coisa.


No princípio, imaginei que fosse ausência,
um buraco a ser tapado
com conversas, música,
ou o simples ruído de outros corpos passando.
Mas havia nela
uma densidade particular,
uma matéria invisível
que parecia moldar o contorno
de tudo o que me cercava.


Aprendi que a solidão não é
o silêncio ao redor,
mas o peso dentro,
uma pedra colocada onde antes
morava o impulso de chamar alguém pelo nome.


Ela é paciente,
ensina que o mundo se move
sem precisar de testemunhas,
que a respiração pode ser
a única prova
de que ainda se existe.


Falar comigo mesmo
deixou de ser confissão
e se tornou um rito
um pacto que mantém
o frágil edifício da mente
de pé no meio da madrugada.


Alguns dias ela me prende,
como corda atada à cintura,
puxando para um fundo que não se vê.
Outros, se espalha
como luz pálida sobre campos vazios,
onde cada passo que já dei
parece ter sido apagado pelo vento.


E sem despedidas,
permanece:
invisível,
inseparável,
uma presença imóvel
que me habita
com a mesma intensidade
com que o sangue habita as veias.

Quem disse que as flores

não podem criar suas próprias cores?

Que suas danças

não possam ter suas próprias formas?



Ritmam, ao perambular

com seu amante, o vento.

E o vento?

Esse, que amaria também o mar,

ao se reproduzirem no próprio som,

todos eles orquestrados

por seu senhor, o Tempo.



E o Tempo,

com sua nuance de amor,

dono de toda composição

da letrada vida,

traz o que se vive para ser livre…

para se viver a vida.

NUM CAFÉ, O TEMPO PAROU...

Trago comigo um amor em segredo,
que tem morada na minha ilusão;
amor sem nome, sem culpa, sem medo,
que veio do fundo da solidão!

Pintei seu rosto na tela da mente,
onde o amor, em silêncio, florescia;
a cor do afeto — sutil e envolvente —
tingiu de ternura a melancolia.

Vaguei nas ruas da perseverança,
em busca de algo que nunca se achou;
no rastro fugaz de parca esperança,
o amor calado mais fundo ecoou!

Um dia o vi — por acaso ou bruxedo —,
num café, e então minha alma se avia;
surgiu qual fosse um feitiço de enredo,
e pensei: “Será ela? Quem diria!”

O tempo parou — tremi de surpresa —
não era a mesma, mas lembrava tanto,
que meu olhar se perdeu na incerteza,
e até busquei conservar o encanto!

Mas, sem defesa, rendido à realidade,
voltei à vida, ao mundo real!
E então, sentindo uma estranha saudade,
amei — de novo — um amor sem final!

Nelson de Medeiros.

ENTRE O SONO E O DESEJO

No limiar da noite, ela surgia,
e vinha envolta em véus de claridade;
seus olhos, dois abismos de saudade,
tinham a cor da dor que não se esfria!

Jamais tocada, sempre se esvaía,
na dança lenta da minha ansiedade;
mas sumia, ao toque da verdade,
como a bruma que o sol desfaz ao dia!

Então, já no fim da madrugada, volta
e me sussurra um verso derradeiro:

“— O amor é sonho imortal e constante”!

Então desperto só, mas sem revolta,
com seu perfume preso ao travesseiro,
cheio de esperança daquele instante!



Nelson de Medeiros

08/03/2023, no auge da pandemia.

HORA TRISTE



O momento transcende a fim de mundo;

o bardo se aconchega à solidão,

e, prenhe de um pesar cruel, profundo,

chora a angústia de atroz desilusão!



Na penumbra da alma, o céu é profundo,

e o pranto inunda toda a escuridão;

então um verso nasce, e num segundo,

canta a mágoa que habita o coração!



Mas mesmo em meio à sombra que consome,

o bardo insiste em seu cantar dolente,

buscando luz no abismo da saudade!



O tempo passa, lento e indiferente,

e cria, então, a estrofe com seu nome,

na rima rica da felicidade!



Nelson de Medeiros