Textos de Feliz Ano Novo para celebrar com esperança e otimismo

Vinte e Dois de Lucas

(Ou: Minha Última Canção Desesperada)

A noite está andando.
E com ela, tudo vai cessando.
Mais um dia, mais um ciclo,
mais um momento em que —
como sempre —
eu ainda te procuro.

Te procuro como quem espera,
em noite minguante, uma lua cheia.

Não te escrevo com raiva,
nem com aquela febre romântica dos meus 16.
Te escrevo como quem ainda olha pro lado esquerdo da cama
e tenta aceitar que ali não esteve ninguém —
e talvez nunca tenha havido.

Já passou o tempo em que eu esperava te ver por aí.
Mas mesmo assim, às vezes, ainda imagino:

Você, sentada num bar qualquer,
conversando com uma amiga...
ou, quem sabe, rindo com algum desgraçado
que me faria querer dar um soco na barriga,
como se isso fosse me trazer você de volta.
(Mas que ilusão essa minha...)

Às vezes te imagino triste,
com os olhos cheios de mim —
mas sei que isso é mentira bonita,
pra não admitir que fui o único a não ter fim.

A verdade é que nós de agora
já não somos os de antes.
E os de antes… já não voltam a ser os de agora.

O tempo passou, e com ele passou você.
Passaram também meus versos dramáticos,
meus discursos sobre destino,
meus pedidos pro universo te trazer de volta
em alguma manhã chuvosa de domingo.

Hoje, te escrevo menos por saudade,
e mais por hábito.

Talvez seja esse o meu jeito de dizer adeus:
escrevendo até secar.

Mas… quando seca?
Sinceramente — não sei.

Não é mais paixão.
É só memória cansada de se repetir.

Por isso, encerro aqui
os Vinte e Dois de Lucas —
o meu "Neruda de fim de curso",
o meu testamento piegas,
o meu lamento que virou rotina.

E prometo (pela milésima vez):
não vou mais te escrever.
Mas se eu voltar,
é só porque doeu de novo.

Avós e netos,

um amor que nunca passa

Afeto que ultrapassa

Supera qualquer barreira

Juntos formam um laço

Laços de amor

que não se desfaz

netos , um presente do céu

para a vida dos avós todo carinho

sol que ilumina o caminho



edite lima 60/2025

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"A Sabedoria é um Cativeiro com Vista para o Abismo"


Salomão avisou há milênios: quem aumenta o saber, aumenta a dor.
Nietzsche entendeu o recado e transformou solidão em criação.
Maquiavel fez da frieza uma defesa. Greene, uma arte.
Os estoicos aprenderam a não se romper, mesmo quando tudo os feria por dentro.


E eu?
Eu sou introspectivo.
Minha solidão não depende da presença ou ausência de ninguém — ela é estrutura.
Detesto quem invade meu silêncio como se fosse um vazio, quando na verdade é onde eu me reconstruo.
Porque pra estar comigo, tem que suportar a profundidade sem se afogar.


A sabedoria me isolou — não por arrogância, mas porque poucos aguentam a lucidez crua sem disfarces.
Não é orgulho.

"O homem é treinado para vencer — mas nunca para sentir."


Nora Vincent viveu como homem e descobriu a verdade que os livros não contam: ser homem é carregar o mundo calado.
Salomão já havia dito: “Quem aumenta o saber, aumenta a dor.”
O estoico aprende a suportar. O maquiavélico aprende a esconder. O sábio, a entender.
Mas nenhum deles tem permissão para falhar — nem para desabar.
Não é fraqueza. É excesso de consciência.
E até a sabedoria cansa.

Amar é se conhecer de verdade.
O amor não vem do outro para nós,
mas de nós para o outro.


Eu descobri que te amava
quando a razão eu perdi,
quando me vi em ti
e quando meu corpo reagiu ao teu.


Dizem os cientistas que somos pura química,
que é o cheiro e o toque
que nos fazem nos atrair.


Dizem também que o amor só faz sentido
se houver trocas,
se o beijo se encaixar
e os lábios se entrelaçarem.


Eu me sinto completo
quando estou dentro de você.
O tempo para,
e o meu olhar sabe que estou
onde deveria estar.


Você é algo que sempre quis,
mas sei que é completamente complexo
e, assim como eu,
precisa de tempo.


Mas não esqueça
que o meu amor é teu.
Não esquece de vir,
nesse jardim,
regar as plantas que são tuas.


E onde a onda passar,
é ali que meu coração vai estar.
Só quero dizer, milhões de vezes,
que meu amor vai ecoar,
porque ele parte de mim para você.


Pois foi ele que decidiu te amar.

Meditar é simplesmente concentrar os pensamentos — habilidade que pode ser desenvolvida por qualquer pessoa e posta em prática em qualquer situação.
Quando você pensa repetidamente em determinado problema, isso é preocupação. Quando você pensa repetidamente na Palavra de Deus, isso é meditação. Se você sabe se preocupar, então já sabe meditar! Basta que desvie a atenção de seus problemas para os versículos bíblicos. Quanto mais você meditar na Palavra de Deus, menores serão suas preocupações.

Os Sentimentos São Uns Trem Doido:Poema Meio Fora do Normal 4


– Quando o Caos Tava de Férias


Acordei no pique, pleno, radiante,
sol batendo, café fumegante.
Olhei no espelho, falei: "É hoje, bebê!",
e até o cabelo decidiu cooperar (milagre, amém!).


Fui pegar o busão, ele veio na hora,
sentei na janelinha, comecei bem agora!
Fone no ouvido, som na medida,
até a playlist parecia entendida.


Cheguei no trampo, chefe de bom humor,
até deu risada, olha que amor!
Trabalho fluindo, sem perrengue, sem treta,
me senti um gênio, tipo Einstein de caneta.


Na hora do almoço, promoção no rolê,
dobro de comida, e eu nem pedi!
O garçom piscou, "Hoje é teu dia!",
e eu só confirmei: "Verdade, sabia!"


A tarde passou sem dor de cabeça,
Wi-Fi bombando, nenhuma surpresa.
E na saída? O céu todo laranja,
aquele fim de tarde que até foto pede licença.


Cheguei em casa, chinelo no pé,
sorvete no pote, série na TV.
E foi aí que entendi, quase chorei:
"MEU DEUS, O UNIVERSO HOJE ME RESPEITOU!"


Então, é isso, às vezes dá ruim,
mas às vezes a vida resolve ajudar.
E quando isso rola, meu irmão,
tem que agradecer e aproveitar!

Os Sentimentos São Uns Trem Doido: Poema Meio Fora do Normal 5


– Sonho ou Pesadelo? Macacos Me Mordam!


Acordei diferente, meio estranho, sei lá...
Olhei pro lado, CADÊ MEU SOFÁ??
Tentei me mexer, mas que agonia,
minhas pernas? Raízes. MINHA CABEÇA? FOLHARIA!


P**@ MERDA, VIREI UMA BANANEIRA!


Antes de surtar, tentei respirar,
mas aí percebi... NÃO TENHO NARIZ PRA PUXAR!
O desespero veio, a mente pirou,
e foi então que um macaquinho chegou...


Primeiro um, depois dois, depois um bando,
olhinho brilhando, já me analisando.
A barriga deles roncava bonito,
e eu, desesperado: "EI, PARÇA, NÃO SOU ALMOÇO, NÃO, RAPAZ!"


Mas quem disse que eles iam ouvir?
Um pulou na minha folha, começou a subir!
Outro cutucou uma banana madura,
e eu sentindo... MEU DEUS, ISSO É MINHA ALTURA?!


A ansiedade bateu: "Vish, deu ruim..."
o medo gritou: "Já era, filhão!"
E eu, plantado, sem poder correr,
vendo minha vida virar vitamina no chão.


Mas aí... PUF! ACORDEI SUANDO,
passei a mão no corpo, tava tudo normal.
Olhei pro lado, nenhum macaco, só meu travesseiro,
e um alívio imenso: "MEU DEUS, FOI SÓ UM PESADÊLO!"


Então fica a lição, pra nunca esquecer:
valorizem as bananas, mas sem fazer sofrer!

“Trabalhar com o que se gosta é uma missão difícil, mas não impossível. Gostar do que se faz, porém, é uma dádiva, uma bênção. Quem faz o que gosta é criança; o adulto faz o que precisa ser feito, não escolhe. A sobrevivência impõe a obrigação de fazer o que precisa ser feito, não há escolhas.”

(Furtado, Brunno)
03/08/2025)

No Abismo do Silêncio


Num canto escuro da alma caída, Ecoa a dor que não foi compreendida.


A tristeza sussurra em cada vão, E aperta o peito, sem dar perdão.


A depressão chega sem avisar, Como um vento frio a soprar devagar.


Rouba o riso, esvazia a cor, Transforma o amor em cinza e dor.


Um coração partido, sem direção, Sangra memórias em cada pulsação.


Entre os escombros da destruição, Perde-se a fé, perde-se a razão.


O medo se arrasta, sorrateiro e lento, Molda o silêncio, distorce o pensamento.


E a covardia, vestida de calma, Envenena os sonhos e cala a alma.


Surge a tragédia em forma de adeus, Rasgando os céus com gritos seus.


E resta o vazio, frio e calado, Onde antes um ser inteiro tinha habitado.

"Ver o amor sincero se desfazer sem motivo é uma dor silenciosa que só quem está de fora pode sentir. Enquanto os envolvidos se perdem em suas próprias razões, nós, espectadores, testemunhamos a beleza se desvanecer, sem entender por que o que era tão puro se tornou tão frágil."
@paulaaraujobc

Não seja aquela pessoa que só valoriza, só permanece quando tem status envolvido, só se importa quando tá na vibe do rolê caro, da festa chique, do carro bom, e na primeira dificuldade vai embora. O que é status, rolê caro, festa chique comparado a caráter? A família? Comparado ao respeito de quem está perto? Pessoas tem que amar pelo que se é porque o que se tem é relativo, o mundo é gigante e conquistas vem quando não se suga a felicidade a liberdade dos outros, quando não força o outro a viver uma vida que não se tem.
@paulaaraujobc

Refúgio


Voltei a desenhar, traços de dor
Para os olhos alheios, pode ser amor.
mas quem sabe a verdade vê além da beleza
É um grito de socorro, uma frágil certeza
Cada linha que traço é um grito contido
um sussurro da alma em desespero perdido,
nos dias de sombra, a tristeza me guia
e nas lágrimas secas surge a melodia.
Minhas mãos se movem como um dançarino
retratando o caos que habita o destino
O lápis desliza em meio ao tormento
criando paisagens de um profundo lamento.
Ricos detalhes nascem da minha ruína
A beleza do triste, a arte que ensina.
Pedir ajuda é um peso que sufoca e enlaça
afundo na mente onde a esperança se esvazia e passa
Cada traço é um grito que ecoa no escuro
Um retrato de vida que revela o futuro
Mas na fragilidade dos sonhos desfeitos
encontro a força nos meus próprios defeitos
A arte é meu refúgio, meu abrigo sutil,
Um espelho quebrado que reflete o perfil.

Desespero pelo alívio


parem!
escutem o grito em que mim se faz!
o ar foge, o peito se estraçalha
o pulmão se entrega mas o corpo não cessa
em espasmo de morte
em vida que falha!
a mente em caos
um trovão interior
o corpo exausto em agonia que se alastra!
eu grito por calma mas a força me escapa
dominada, tomada, em tormenta que me atrapassa!
não sou um fantasma eu estou aqui, presa!
quero sair, quero parar, quero o silêncio final!
mas estou atrasada, na dor me afogando
e a escapar da dor, um abismo me chama igual!
chás, remédios, o veneno que me abraça por horas de paz
por um instante de calmaria!
que a dose me leve, que o nada me envolva
que eu nunca mais acorde, que se acabe a agonia!
Decisões ruins? Sim! Eu sabia o preço!
Mas a vida não importava, o vazio era meu lar!
eu queria sumir, mergulhar no nada completo
abraçar o conforto do vazio
sem mais lutas.

A Alma Imoral: o ventre da transgressão sagrada


Há dentro de cada ser humano uma centelha que jamais se ajoelha. Um incêndio suave, quase inaudível, mas queima por inteiro os véus do hábito. É a alma. E ela não é dócil. Nunca foi. A alma é a guardiã de uma fidelidade anterior à obediência, anterior à moral aprendida — uma fidelidade à própria vida, em sua urgência de ser viva.


O corpo busca permanência. A alma, travessia. O corpo se acomoda à tradição como quem repousa em um leito estreito, feito por mãos alheias. A alma, por sua vez, acorda no meio da noite, ofegante, desejando mundos que ainda não foram ditos. Ela sabe que há leis que matam o espírito em nome da aparência, e há transgressões que salvam a essência daquilo que chamamos divino.


Ela é chamada de imoral — mas só por aqueles que confundem moral com medo, virtude com imobilidade. A alma não se curva diante do que está cristalizado. Ela se curva diante do que pulsa, do que ama, do que ainda tem sangue nas veias.


Há uma sabedoria feroz em sua desobediência. Quando ela rompe, não é por desdém, é por fidelidade ao que é essencial. Ela rompe para que a tradição não apodreça em seu próprio vitral. Para que a herança não se transforme em cárcere. Para que a fé não se transforme em idolatria da forma.


A alma tem sede de inteireza. Mas não da inteireza que se encaixa, e sim daquela que se reinventa. Por isso, ela abandona o espelho — porque sabe que o reflexo não é realidade, é convenção. E convenção, para ela, é só a moldura de um retrato sem vida.


Ela se recusa a ser um eco. Quer ser gênese.


Ela se recusa a seguir por lealdade cega. Quer escavar o caminho com as próprias mãos, sangrando, se preciso for, mas em verdade.


E assim, escandalosamente viva, a alma imoral atravessa séculos, escrituras, liturgias. Beija o abismo com confiança, abraça a contradição como quem reencontra um irmão perdido. Porque ela sabe: onde há contradição, há criação. Onde há ruptura, há nascimento.


A alma imoral é, no fundo, a parte de Deus que em nós não aceita ser domesticada. É o divino selvagem. O sagrado que diz não — para poder dizer sim com inteireza. É o ventre da mudança, é o exílio da conformidade, é o lugar onde a verdade deixa de ser mandamento e se torna presença.


Não há futuro possível sem essa alma. Não há tradição que sobreviva sem a coragem de sua traição. E não há fé que mereça ser vivida, se não for atravessada por esse fogo lúcido — que arde, rompe e liberta.


Porque a alma, quando imoral, não se perde: ela regressa ao início, onde tudo era ainda promessa.

Quando o Universo Me Beijou Com Teu Nome

por Tamara T. Guglielmi

Dizem que o universo nasceu de uma explosão,
mas eu — eu sei:
ele nasceu no instante exato em que teus olhos
beberam os meus sem pressa.
Tudo antes disso era silêncio esperando voz,
partitura sem melodia,
uma prece sussurrada por estrelas órfãs.

As estrelas?
São cicatrizes do céu —
um céu que se rompeu de tanto te desejar.
O tempo?
Apenas um bicho manso,
que se deita entre nossos corpos suados,
oferecendo-nos o agora com olhos de eternidade.

Quando me tocas,
as galáxias se inclinam em reverência,
e até o caos cessa seus gritos,
para ouvir o som do teu nome nos meus lábios.
Planetas giram ao redor da curva dos teus ombros
como se ali estivesse o eixo de todos os milagres.

Teu riso?
Ah, teu riso...
é o idioma que os anjos esqueceram,
mas que minha alma sempre soube de cor.
É retorno ao ventre do mundo,
à primeira música,
à origem do amor antes de haver palavra.

Te amar é habitar todos os tempos,
todos os corpos, todas as danças.
É caminhar descalça sobre campos dourados
na infância de alguém que ainda não nasceu.
É dançar no meio da chuva
com a febre de quem sabe que está vivo.
É ser poema antigo —
aquele que tua pele reconhece antes dos olhos.

Somos feitos da mesma substância
que os deuses guardaram só para si:
carne embriagada de céu,
pecado redimido em milagre,
beijo que carrega tanto morte quanto ressurreição.

Se o universo acabar, que me desintegre em teus braços.
Se houver outra vida, que eu renasça do lado esquerdo do teu peito,
onde mora o teu silêncio mais terno.
E se o nada for tudo o que restar,
que eu o atravesse com teu nome em meus lábios,
como oração sem fim.
Porque mesmo no escuro —
te amarei com a luz que deixaste em mim.

Carta para o meu grande amor!




Meu amor,

Dizem que o universo nasceu de uma explosão.
Mas eu — que te encontrei — sei de outra verdade:
o universo nasceu no instante em que teus olhos beberam os meus com aquela lentidão que só os deuses conhecem.
Tudo antes disso era ensaio.
Era o silêncio à espera da tua voz.
Era partitura sem melodia,
uma oração perdida entre galáxias,
à espera do milagre que és.

As estrelas — hoje eu entendo —
são cicatrizes do céu,
fissuras sagradas por onde tua existência transbordou.
E o tempo?
O tempo se tornou um animal manso.
Deita-se entre nós, nos observa em reverência,
e oferece o agora como um altar.

Quando me tocas, algo acontece que a ciência não explica.
As galáxias se dobram como folhas de papel em tuas mãos,
e até o caos, que sempre me acompanhou,
se cala para ouvir o som do teu nome no meu corpo.
Há planetas girando ao redor do teu ombro,
como se ali morasse o eixo do divino.

Teu riso, meu amor...
Teu riso é o idioma que os anjos esqueceram,
mas que minha alma nunca deixou de falar.
Quando ouço tua alegria,
volto ao ventre do mundo.
Sou feita de lava e canto,
de luz primeira,
de amor antes da linguagem.

Amar-te é caminhar por todos os tempos
com os pés descalços e o coração nu.
É habitar corpos que ainda não existem,
é dançar no meio da chuva
como quem celebra o sagrado no ordinário.
É ser poema antigo,
escrito em uma língua que só tua pele decifra.

Somos feitos, tu e eu,
da mesma substância que os deuses esconderam:
carne embriagada de céu,
pecado redimido em milagre,
beijo que conhece a morte e ainda assim escolhe viver.

Se o universo decidir desabar,
que me desintegre em teus braços.
Se houver outro mundo,
que eu renasça do lado esquerdo do teu peito,
na morada mais secreta do teu silêncio.

E se, por fim, tudo se desfizer
e o nada for o único idioma possível,
ainda assim,
eu levarei teu nome comigo —
como se fosse uma oração
que nem o escuro ousa apagar.

Com tudo que há de eterno em mim,
Te amo.

T.

Quando criança não tínhamos olhos maldosos; não pensávamos em ganhar vantagem; não nos sentíamos superiores ou perfeitos, nem percebíamos as diferenças ou nos julgávamos melhores, apenas vivíamos e nos divertíamos.

Então a gente cresceu! E aí era preciso tomar atitudes, ter responsabilidades, assumir compromissos e honra-los. E tudo isso que não tínhamos, quando criança, tivemos que aprender a ser. Entretanto, passamos a notar as diferenças, se tornar preconceituoso e desrespeitoso com o próximo, pois perdemos o coração de criança!

É pessoal, foi preciso crescer, foi preciso mudar, foi preciso ter compromissos e atitudes; todavia algo que não era preciso, deixamos acontecer: “o envelhecer do coração”. Ter um coração de criança nos faz acreditar nos sonhos, por mais impossíveis que sejam; nos faz ser amor, carinho, afeto, dedicação e, principalmente, abraços e sorrisos!

Que você ao crescer, ou se já cresceu, continue firme nas suas decisões, fiel em seus compromissos, digno com o próximo, respeitoso com as diferenças e solidário ao que necessita sem jamais perder o coração, as palhaçadas e alegrias de criança!

A todo tempo confie no Senhor, pois Ele é bom e a sua bondade dura para sempre.

Não tenha medo das más notícias, mas creia que o Senhor te guarda e proteje. Lembre-se de Davi contra Golias; Moisés contra Faraó; Daniel contra os leões e outros fatos ocorridos na Bíblia que te faz acreditar que o Senhor cuida e guarda.

Mantenha-se motivado nas promessas e cuidado de Jesus e não mude quem é pela maldade humana, mas seja à luz e esperança para aqueles que vivem na escuridão.

A beleza do sucesso e da conquista está no fato de NÃO ser fácil conseguir. Pois os desafios te fazem crescer e entender que conquista verdadeira não é o que você obtém, mas sim, o que se torna quando se levanta e encara a vida de frente sabendo que:

“Em tudo somos atribulados, porém não angustiados; perplexos, porém não desanimados; perseguidos, porém não desamparados; abatidos, porém não destruídos”.

Sabendo que Cristo contigo está e te faz vencer.