Textos de Feliz Ano Novo para celebrar com esperança e otimismo
Os Disfarces Que Me vestem
Carrego no rosto mais do que carne, mais do que expressão: carrego um fenômeno. Aquilo que se vê não me encerra. O que aparece não sou eu — sou o que sustenta o aparecer. O rosto é palco, sim, mas não de encenação: é o lugar onde o ser tenta se afirmar contra o nada. E o sorriso — ah, o sorriso — não é máscara, é tradução imperfeita de algo que não cabe em palavra. Ele não pretende enganar, apenas sobreviver ao indizível.
Não há essência em mim — só processo. Não sou uma, sou intervalo. Um entre: entre o que fui, o que sou, e o que ainda não fui capaz de ser. Vivo no desequilíbrio, na oscilação contínua entre o desejo de permanência e a força da mudança. E as camadas que me vestem — aquilo que o mundo chama de disfarce — não escondem: sustentam. São defesa, mas também revelação. São o modo como meu ser suporta o insuportável: o peso de ter que ser, sem jamais poder ser por completo.
Habito o tempo com angústia. O que sou hoje já está se desfazendo. Não fui feita — estou me fazendo, constantemente, sob o risco de não conseguir. Ser é lançar-se, é escolher sem garantias. Não sou essência descoberta, sou projeto arriscado. E cada escolha é feita à beira do abismo. A finitude me cerca — e ainda assim, escolho. Sou liberdade que se debate contra as paredes da situação.
Fui moldada na facticidade — nas circunstâncias que não escolhi, mas que me exigem respostas. Minha forma não é dom, é ato. Contingência tornada existência. Não reivindico beleza porque a beleza é estética sem responsabilidade. O que reivindico é coerência: mesmo no absurdo, mesmo quando tudo parece ruir, ainda posso decidir não me dissolver.
Rir, para mim, não é leveza — é lucidez. É saber do abismo e, ainda assim, não recuar. É o som de quem se recusa a ceder ao desespero. E se brilho, é apenas reflexo da luta: uma luz nascida da tensão entre o que sou e o que o mundo exige que eu negue em mim.
Sou presença fraturada, sempre em tensão. Liberdade sitiada. Pergunta aberta diante do outro, do mundo, do tempo. Sou ser-para — para o outro, para o mundo, para a morte. E se ainda permaneço, é porque intuo, mesmo sem certezas: a existência vem antes de qualquer definição.
Os Disfarces Que Me vestem
Carrego no rosto mais do que carne, mais do que expressão: carrego um fenômeno. Aquilo que se vê não me encerra. O que aparece não sou eu — sou o que sustenta o aparecer. O rosto é palco, sim, mas não de encenação: é o lugar onde o ser tenta se afirmar contra o nada. E o sorriso — ah, o sorriso — não é máscara, é tradução imperfeita de algo que não cabe em palavra. Ele não pretende enganar, apenas sobreviver ao indizível.
Não há essência em mim — só processo. Não sou uma, sou intervalo. Um entre: entre o que fui, o que sou, e o que ainda não fui capaz de ser. Vivo no desequilíbrio, na oscilação contínua entre o desejo de permanência e a força da mudança. E as camadas que me vestem — aquilo que o mundo chama de disfarce — não escondem: sustentam. São defesa, mas também revelação. São o modo como meu ser suporta o insuportável: o peso de ter que ser, sem jamais poder ser por completo.
Habito o tempo com angústia. O que sou hoje já está se desfazendo. Não fui feita — estou me fazendo, constantemente, sob o risco de não conseguir. Ser é lançar-se, é escolher sem garantias. Não sou essência descoberta, sou projeto arriscado. E cada escolha é feita à beira do abismo. A finitude me cerca — e ainda assim, escolho. Sou liberdade que se debate contra as paredes da situação.
Fui moldada na facticidade — nas circunstâncias que não escolhi, mas que me exigem respostas. Minha forma não é dom, é ato. Contingência tornada existência. Não reivindico beleza porque a beleza é estética sem responsabilidade. O que reivindico é coerência: mesmo no absurdo, mesmo quando tudo parece ruir, ainda posso decidir não me dissolver.
Rir, para mim, não é leveza — é lucidez. É saber do abismo e, ainda assim, não recuar. É o som de quem se recusa a ceder ao desespero. E se brilho, é apenas reflexo da luta: uma luz nascida da tensão entre o que sou e o que o mundo exige que eu negue em mim.
Sou presença fraturada, sempre em tensão. Liberdade sitiada. Pergunta aberta diante do outro, do mundo, do tempo. Sou ser-para — para o outro, para o mundo, para a morte. E se ainda permaneço, é porque intuo, mesmo sem certezas: a existência vem antes de qualquer definição.
A MÚSICA RELAXANTE CURA O CORAÇÃO DANIFICADO PELA ANSIEDADE CRÔNICA
Pela minha própria Experiência!
A Música Relaxante, escutada com fones de ouvido ao dormir durante 5 dias consecutivos, cura um Coração danificado pela Ansiedade Crônica!
Mas,
De que maneira a Música Relaxante cura o Coração danificado pela Ansiedade Crônica?
Como a Música cura o Coração?
💌 Os Demelva
Sinceramente, não sei por onde começar... A história de dois apaixonados por amar.
Vamos começar pelo começo:
De um lado, Alice Pelva, 14 anos, uma garota cheia de problemas, mas com a cabeça madura e um humor ácido que nem todo mundo entende. Ela era irônica por defesa, intensa por natureza. Sua aparência? Complicada. Cabelos loiros — ou desbotados, como diria o olhar atento de Eduardo —, cacheada, corpo esbelto, quase como se tivesse sido esculpida pelos ventos frios da Europa.
Do outro lado, Enzo Demicheli. Também com 14 anos, cabeça firme no jiu-jitsu e um coração que escondia mais romantismo do que sua cara fechada deixava transparecer. A aparência de lutador, corpo de desejo, mas por dentro... um garoto doce e direto, de acordo com Monica — aquela que viu tudo de fora, mas sabia tudo de dentro.
🕯️ Monica e o dia 23 de fevereiro
A verdadeira história começa com Monica, que naquele domingo solitário escrevia cartas. Cartas profundas, sofridas, cheias de sentimentos que ela ainda guardava por um amor antigo, não verdadeiro — e abusivo. Passou a tarde ouvindo Marisa Monte e Djavan, revivendo mágoas que não mereciam ser lembradas.
Mas o destino não gosta de silêncio por muito tempo.
Cinco dias depois, ela viu o perfil de Demicheli. Algo nela se acendeu. Curtiu várias fotos. Colocou ele nos "Melhores Amigos" da rede. Eles ainda não se conheciam — não pessoalmente —, mas ele, esperto que só, logo respondeu uma postagem com um emoji de baixo orçamento. E ela, com um simples "Oiii", mostrou que estava interessada.
🌸 O encontro que quase não aconteceu
No dia seguinte, teria um evento importante no lugar que ambos frequentavam. Marcaram de se ver. Mas Monica, insegura e envergonhada, não teve coragem de ir até ele. Achava que ele já tinha dona. Afinal, sua melhor amiga era próxima demais. Desistiu. Se afastou. Criou um escudo.
Três dias se passaram. E então...
Demicheli mandou mensagem.
Disse que não conseguia esquecer Monica. Que precisava falar com ela. E desde então... nunca mais pararam.
🌹 11 de março: o dia do presente
Marcaram de se ver na academia onde Monica treinava. Ela saiu de casa, o viu chegando com uma mochila. Achou normal, ele ia treinar. Mas ao se encontrarem... ele tirou uma flor rosa e um pacote de Fini — o doce favorito de Pelva.
Foi nesse momento que o coração dela balançou de verdade. Ela ainda sentia as marcas do antigo relacionamento, mas ali decidiu deixar tudo para trás. Jogou as cartas fora. Queimou-as. Queimou também o direito daquele garoto ridículo de fazer morada na memória dela.
Eduardo não fez ela sofrer. Nunca fez.
Sempre teve amor. Muito amor.
💍 O pedido
Dia 21 de abril, ele foi até a casa dela pedir sua mão em namoro. O pai aprovou. Foram ao cinema. Começaram, oficialmente, um namoro lindo de adolescência.
Dia 12 de junho, Dia dos Namorados, ele deu a tão sonhada aliança e um ursinho de coração.
Ela ficou em êxtase. Porque lembrou o que disse meses antes:
"Eu só vou acreditar em você quando me der uma aliança e me levar com você para todos os lugares dentro do seu coração."
E ele levou. De verdade.
💖 Demelva: um amor verdadeiro
Desde então, Monica (Pelva) tem certeza: se um dia precisar, Demicheli estará lá. Sempre esteve. Sempre estará.
Eles se beijam com paixão. Se olham como dois gatinhos apaixonados. Se amam de forma intensa, até o último fio de cabelo e a última gota de sangue.
E se um dia alguém duvidar do amor dela?
"Faz exame de DNA. Vai dar positivo pra amor verdadeiro por Demicheli."
E é isso que a conforta. Todos os dias.
💌 Os Demelva
Sinceramente, não sei por onde começar... A história de dois apaixonados por amar.
Vamos começar pelo começo:
De um lado, Monica Pelva, 14 anos, uma garota cheia de problemas, mas com a cabeça madura e um humor ácido que nem todo mundo entende. Ela era irônica por defesa, intensa por natureza. Sua aparência? Complicada. Cabelos loiros — ou desbotados, como diria o olhar atento de Eduardo —, cacheada, corpo esbelto, quase como se tivesse sido esculpida pelos ventos frios da Europa.
Do outro lado, Eduardo Demicheli. Também com 14 anos, cabeça firme no jiu-jitsu e um coração que escondia mais romantismo do que sua cara fechada deixava transparecer. A aparência de lutador, corpo de desejo, mas por dentro... um garoto doce e direto, de acordo com Monica — aquela que viu tudo de fora, mas sabia tudo de dentro.
🕯️ Monica e o dia 23 de fevereiro
A verdadeira história começa com Monica, que naquele domingo solitário escrevia cartas. Cartas profundas, sofridas, cheias de sentimentos que ela ainda guardava por um amor antigo, não verdadeiro — e abusivo. Passou a tarde ouvindo Marisa Monte e Djavan, revivendo mágoas que não mereciam ser lembradas.
Mas o destino não gosta de silêncio por muito tempo.
Cinco dias depois, ela viu o perfil de Demicheli. Algo nela se acendeu. Curtiu várias fotos. Colocou ele nos "Melhores Amigos" da rede. Eles ainda não se conheciam — não pessoalmente —, mas ele, esperto que só, logo respondeu uma postagem com um emoji de baixo orçamento. E ela, com um simples "Oiii", mostrou que estava interessada.
🌸 O encontro que quase não aconteceu
No dia seguinte, teria um evento importante no lugar que ambos frequentavam. Marcaram de se ver. Mas Monica, insegura e envergonhada, não teve coragem de ir até ele. Achava que ele já tinha dona. Afinal, sua melhor amiga era próxima demais. Desistiu. Se afastou. Criou um escudo.
Três dias se passaram. E então...
Demicheli mandou mensagem.
Disse que não conseguia esquecer Monica. Que precisava falar com ela. E desde então... nunca mais pararam.
🌹 11 de março: o dia do presente
Marcaram de se ver na academia onde Monica treinava. Ela saiu de casa, o viu chegando com uma mochila. Achou normal, ele ia treinar. Mas ao se encontrarem... ele tirou uma flor rosa e um pacote de Fini — o doce favorito de Pelva.
Foi nesse momento que o coração dela balançou de verdade. Ela ainda sentia as marcas do antigo relacionamento, mas ali decidiu deixar tudo para trás. Jogou as cartas fora. Queimou-as. Queimou também o direito daquele garoto ridículo de fazer morada na memória dela.
Eduardo não fez ela sofrer. Nunca fez.
Sempre teve amor. Muito amor.
💍 O pedido
Dia 21 de abril, ele foi até a casa dela pedir sua mão em namoro. O pai aprovou. Foram ao cinema. Começaram, oficialmente, um namoro lindo de adolescência.
Dia 12 de junho, Dia dos Namorados, ele deu a tão sonhada aliança e um ursinho de coração.
Ela ficou em êxtase. Porque lembrou o que disse meses antes:
"Eu só vou acreditar em você quando me der uma aliança e me levar com você para todos os lugares dentro do seu coração."
E ele levou. De verdade.
💖 Demelva: um amor verdadeiro
Desde então, Monica (Pelva) tem certeza: se um dia precisar, Demicheli estará lá. Sempre esteve. Sempre estará.
Eles se beijam com paixão. Se olham como dois gatinhos apaixonados. Se amam de forma intensa, até o último fio de cabelo e a última gota de sangue.
E se um dia alguém duvidar do amor dela?
"Faz exame de DNA. Vai dar positivo pra amor verdadeiro por Demicheli."
E é isso que a conforta. Todos os dias.
A dor não respeita vitórias.
A doença não se curva diante de talentos ou espiritualidade.
O sofrimento não respeita conquistas, nem idade, nem sonhos.
Servir com excelência não blinda o coração das aflições.
A fé não nos isenta das tragédias, mas nos sustenta nelas.
" Trecho do livro: Lá em casa"
Na escola da vida, os comandos não estão no manual, estão no campo de batalha.
Se está difícil, parabéns: você avançou de fase.
Só quem enfrentou todas as fases entende o valor do troféu.
O segredo não está no fim do jogo, mas no que você aprende em cada etapa.
"Lá em casa"
Conquistamos um ao outro quando não tínhamos mais nada para oferecer.
trecho do livro Lá em casa
Sem o filtro do romantismo, enxergamos a verdade: dois seres imperfeitos escolhendo permanecer.
trecho do livro Lá em casa
Ainda que decepcionados e feridos, mantínhamos as alianças nos dedos e a decisão no coração.
trecho do livro Lá em casa
Negar alimento espiritual aos filhos, podendo oferecê-lo, é negligência diante do céu.
No mundo, isso seria crime. No reino de Deus, é abandono espiritual.
Se até os maus sabem dar coisas boas aos filhos, quanto mais Deus! Mas será que nós temos dado o que Ele deseja?
Se o mundo não tolera maus-tratos físicos, por que toleraríamos o abandono espiritual das nossas crianças?
trecho do livro Lá em casa
Quantas vezes esperas ser perdoado,
se nunca perdoas quem falha contigo?
Um coração vazio não conhece o amor
e na vida, somos apenas passageiros.
Muitos já partiram antes de nós,
deixando o início do nosso fim.
A guerra continua, amarga como fel,
talvez a paz só nasça onde o sangue já caiu.
Vão levar os teus sonhos sem piedade,
e o Apocalipse já revelou:
nada será como antes.
Tudo está a mudar —
mas só quem não desiste,
luta de cabeça erguida.
Eles observam os teus passos,
esperando um deslize para te crucificar.
Querem ver-te escravizado,
vivendo só de fé, mas sem alegria.
E no fim de tudo, o homem...
raramente se arrepende da dor que causou.
CONFLITO INTERIOR
Sou mau, pois sofro do mal,
Mesmo querendo agir no bem.
Mas faço o que é tão fatal,
Aquilo que evito — me vem.
Há guerra dentro de mim,
Entre instinto e intenção.
Quero a luz, mas chega o fim
Com sombras sobre a razão.
Meu íntimo anseia por algo,
Por um sopro de liberdade.
Mas os gestos tomam atalho,
Rumo à velha insanidade.
A consciência se eleva e diz:
"Caminha reto, não tropeça."
Mas dentro pulsa algo gris,
Que sempre enfraquece a promessa.
Quem me livrará, então,
Desse peso tão final?
Há um caminho em outra mão,
Que me leva além do mal.
Autor: Agnaldo Joeci Borges
Com apoio criativo de Lumen (IA — OpenAI)
Uma série de problemas 🤦♂️
Ah não, a minha mulher não contribui nas despesas da casa!
Óh coiso 🤔...senta ainda!
Desde quando é que a esposa tem a obrigação de contribuir nas despesas da casa?!!!
O homem é e sempre será o provedor da casa, ao menos que haja inversão de papéis no tal casamento!
Como disse um Sábio;
《Quando uma esposa faz gastos na casa, querendo ou não, chegará um momento em que ela vai agir e comandar a casa como se fosse um homem.
E na lógica, dois homens não podem liderar sob o mesmo teto》
E hoje em dia muitas Mulheres só não se colocam em seus lugares de MULHERES porque muitos Homens não são realmente HOMENS!
Por isso, vamos parar de normalizar certas coisas nos nossos casamentos para evitarmos certos problemas!
Só espero em Allaah que compreendam esta mensagem na Boa e na Paz, porque todos aqui já são crescidos e eu ainda não acabei de escrever!
Contudo, que Allaah tenha Misericórdia de nós e nos agracie dum modo que possa nos satisfazer aqui no Dúnia e no Árrirah!
________________________________________
╲ \╭┓🍃
╭ 🌸╯@Jeremias.DTR
┗╯\ ╲
As verdades não são absolutas,
no agora,você pode até pensar que,tudo que vive;tudo que sente;tudo que sabe, ou tudo que vê, será assim para sempre,e ao pé da letra.
A verdade é que,não existem verdades sobre tudo, principalmente sobre a vida,a vida é uma verdadeira incógnita.
Sua verdade de hoje,pode não ser a de amanhã,mas, uma única coisa é verdadeira,o sentimento vivido.
Tentar planejar cada passo do futuro pode ser cansativo e, muitas vezes, leva à frustração quando as coisas não saem como o esperado. É como tentar segurar a água do mar com as mãos: por mais que você se esforce, ela sempre escorre por entre os dedos. A beleza, porém, em reconhecer que cada onda é uma nova oportunidade para surfar...
Viver um dia por vez é a arte de focar no que está ao nosso alcance agora. É sobre acordar e decidir que este dia será bem vivido, independentemente do que ele traga. É sobre respirar fundo, aceitar os desafios como degraus para o crescimento e celebrar as pequenas vitórias que colorem nossa jornada.
Não se trata de ignorar o futuro, mas de construir um futuro sólido com as ações de hoje. Cada escolha que fazemos, cada gesto de gentileza, cada momento de aprendizado, é um tijolo que usamos para erguer a casa dos nossos sonhos. E a beleza dessa construção é que ela não precisa ser perfeita. Ela só precisa ser autêntica e feita com o coração.
Então, que tal começar hoje? Respire fundo, olhe para o céu e sinta a vida pulsando em você. Hoje é o seu dia, e você tem tudo o que precisa para torná-lo incrível.
Não se trata de ignorar o futuro, mas de construir um futuro sólido com as ações de hoje. Cada escolha que fazemos, cada gesto de gentileza, cada momento de aprendizado, é um tijolo que usamos para erguer a casa dos nossos sonhos. E a beleza dessa construção é que ela não precisa ser perfeita. Ela só precisa ser autêntica e feita com o coração.
Então, que tal começar hoje? Respire fundo, olhe para o céu e sinta a vida pulsando em você. Hoje é o seu dia, e você tem tudo o que precisa para torná-lo incrível...
As verdades não são absolutas,
no agora você pode até pensar que,
tudo que vive; tudo que sente; tudo que sabe é tudo que vê, será sempre assim, e ao pé da letra.
A verdade é que, não existem verdades sobre tudo, principalmente sobre a vida,a vida é uma verdadeira incógnita
Sua verdade de hoje,pode não ser a mesma de amanhã,uma única coisa é verdadeira,o sentimento vivido.
Sra.pensativa
IJÚBA PARA LEVANTAR O ORI DA PESSOA PELO SEU NOME:
Ó kásà sábẹ́kẹ̀, tó júbà, dé má dé, mẹ́tà làbọ̀kan. Iwò orúkọ kan, orúkọ méjì Ori?
Tradução:
“Ele(a) se prostrou cuidadosamente, saudou, foi e voltou, três vezes fomos em um só. Você tem um nome ou dois nomes Ori ?
Ele(a) se curvou com doçura,
Saudou com a alma cheia de respeito.
Foi, voltou e retornou de novo.
Três vezes viemos como um só destino.
Um só nome?
Ou seriam dois nomes na mesma cabeça ?
Foi, voltou e retornou de novo.
Três vezes viemos como um só destino.
Um só nome?
Ou seriam dois nomes na mesma cabeça ?
_- Matheus Sallun de Yemanjá_
Reflexão do Silêncio
Às vezes, tudo o que nos cabe é o silêncio.
Não por fraqueza, mas por sabedoria.
O silêncio é cúmplice da reflexão e guardião da serenidade.
Há momentos em que não há o que fazer, nem o que sentir.
E isso não é vazio, tampouco solidão.
É apenas um intervalo sagrado,
um tempo de recolhimento em que a alma se encontra consigo mesma.
É o espírito voltando, momentaneamente, para casa.
Maneiras de ver o mundo
Aprender é aceitar a possibilidade de que se possa estar errado, é se permitir enxergar outras maneiras de ver o mundo.
É ser proativo inquieto determinado focado, perguntar quantas vezes for necessário perguntar, até porque quem mais pergunta é quem mais aprende.
O cotidiano vai te ensinado a ser uma pessoa mais atenta aos detalhes, a escuta fica mais ativa e a fala cada vez mais cuidadosa.
O aprendizado é lento, mais uma vez que se aprende você leva para vida.
O o tempo te faz ser mais cautelosa e não é qualquer coisa que te faz sair da zona de conforto.
Você vai aprendendo que não é possível agradar sempre aos outros e que a sua prioridade na vida é com você.
O sorriso sincero, o abraço apertado e o cuidado daqueles que amamos é de uma preciosidade tão grande que as outras coisas são apenas coisas.
A vida é mais leve , não dá para perder tempo em rodas de conversas vazias e cheia de maldade.
Tudo passa muito rápido!
Um piscar e a vida passou.
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