Textos de Feliz Ano Novo para celebrar com esperança e otimismo
Cansei de forçar sorrisos(faz tempo...), gentilezas e educação todo tempo, para agradar outros, deixarei livre minha personalidade, resolvi privilegiar a sinceridade e pouco me importar para o que vão pensar ao meu respeito.
Cansei de ser o perdoador dos 70x7, porque se repetiu, pelo: 'pouco me importa'; já que existe o perdão. Não recebi quando errei. E quem se sente habilitado julgar... Não busco disputar com ninguém, só comigo mesmo, só procurando ser hoje, melhor que ontem.
QUIMERA
Nascem as flores nas floreiras
Cheiram os pés de laranjeiras
Breve é a primavera
e da vida a alegria é apenas quimera
Pois logo desce o triste inverno
Na imensidão do frio que à noite tece.
Assim também é o nascer:
As floreiras são o berço que nos acolhe;
E a estação das flores, a juventude.
Enfim tudo é solicitude, é um morrer
Que se faz no úmido frio sepulcral.
A uma frase que diz
"A única pessoa preocupada com seus sonhos e você mesma."
Então acredite em si, mesmo que lhe apontem o dedo e te menospreze não acredite, pois se Deus disse que somos iguais, que é teu próximo para se alto julgar superior.
Não deixe que lâmpadas interfiram no seu brilho estelar.
Não deixe que palavras abafem seu canto lírico.
Não deixe que suba em suas costas preguiçosos cansados de tentar, de viver.
Não deixem ninguém te dizer como ser diferente, não deixe te dizer como ser, você.
( Anthony Sanches)
BOBAGEM
O tempo vai passando e nos conscientizamos
de que nada é tão importante e tudo não passa de ilusão.
As coisas vão perdendo o seu gosto pueril...
vai deixando de ser importante e necessária...
Deixando de ter aquele gosto de coisas refinadas,
e, de que tudo vai se transformando em mera bobagem.
BENVINDA MANUELA (soneto)
Quando a primeira vez revelaste pra vida
Do amor acordaste, em devoção inteira
- Dentro do coração do desejo foi parida
Desabrochando o afeto da filha primeira
Com olhos rasos d’água suspirou o dia
Em anunciação, emoção, em alto volume
Nasce tu, criança, a flor de toda a alegria
Tal como as rosas, de aveludado perfume
E no zelo, por onde a ternura aí passar
Tão esperada, ó anjo pequenino, estrela
Tu, quem veio mostrar como é bom amar
Foi assim que se fez a admiração bela
De modo em nossa existência a brilhar
Benvinda, querida menina: - Manuela!
© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
19 de fevereiro de 2020 - Cerrado goiano
Olavobilaquiano
❤ nascimento da minha sobrinha neta Manuela Naves Abraham
Como eu queria estar ai.
Por alguns segundos te ver sorrir.
Ouvir o tom de sua voz.
Senti o amor que houve entre nós.
Sentir a calma de estar com você.
Ouvi tudo que tinha pra me dizer.
Olhar seu sorriso no rosto.
Senti todo amor d'novo.
Mais esse mundo foi cruel.
Em um piscar de olhos.
Te levou pro céu.
Hojé já não nos vemos mais.
Mesmo assim o meu amor aumenta cada dia mais .
Sei que logo estaremos juntos.
Vivendo um sonho profundo.
Brincando, sorrindo e chorando.
Demostrando esse amor tão insano.
Ela
Ela era jovem e bela
seu sorriso encantador
era toda sonhadora ela
e acreditava no amor
Ela acreditou ter encontrado
o amigo namorado
que envelheceria com ela
que seriam pra sempre casados
Mas o tempo passou
e Ela envelheceu
e entristeceu
e o eu sorriso desapareceu
Ele não percebeu
o mal que lhe fizera
nem se quer reconheceu
que havia destruído ela
Pensou, mereço coisa melhor
não se olhou no espelho
partiu, sem dó sem dor
virou as costas, não aceitou conselho
Ela ficou amarga
e entristeceu
e quase morreu
Como uma flor
maltratada murchou
e mesmo com muita dor
ela ainda se levantou
Tantas conquistas
.
As nossas melhores conquistas são aquelas que nos deparamos com a simplicidade da vida, como um sorriso de uma criança que, através da sua inocência, podemos ver o quanto o mundo ainda pode ser puro e bonito, apesar de.
Aquela conquista que nada supera em ajudar ao próximo, em estender a mão ao necessitado, em encontrar luz na gratidão, quando a gente se doa com o coração.
É conquistador quem vive sem preconceito e entende que todas as pessoas merecem respeito. Quem sabe pedir desculpas e é tolerante com os erros alheio.
É uma tremenda conquista não se achar perfeito, muito menos exigir perfeição de ninguém. É conquistador quem faz da educação a sua profissão e a gentileza meta alcançada.
Sabe conquistar quem se cala quando o momento pede silêncio e quando a fala impõe amabilidades e sentimentos, ainda que a temperatura esteja fria e o ambiente gelado.
E de tantas conquistas existentes, também busco àquelas que me conquista de cara, ao qual me faz lembrar que tudo se vai e que, por sermos seres passageiros, devemos conduzir o caminho das nossas vidas da melhor forma possível.
Feliz é aquele que sabe assim conquistar e que se deixa desse modo ser conquistado.
A vida tem pressa em ser
.
O modelo construído por uma sociedade majoritária com o objetivo de se adotar as suas regras, nunca me encaixou. Adoro o oposto daquilo que a maioria considera “certinho”. Gosto de bagunçar as linhas retas dos padrões improdutíveis e preconceituosos.
Sou amante dos sinais, principalmente daqueles que me acenam para continuar, seguir caminho sem ter que me resguardar por detrás de justificativas impostas por uma sociedade doente.
Sabedoria é ser indiferente a tudo que nos reprime e que tenta perturbar o templo sagrado da nossa própria paz; é caro demais se deixar levar.
Dar ouvidos ao silêncio interior é ser sábio nos tempos onde as altercações rasas insistem em querer existir. E elas só nos atingem com permissão, com a nossa permissão.
A vida de quem quer que seja não nos diz respeito, a não ser quando torcemos pelo bem que as abrace, pela cura que as alcance, pelo amor que as liberte. O resto, que o destino as carregue para a felicidade.
Os únicos padrões de vida que me envolve é de deixar partir quem de mim não mais se apraz. A efemeridade das brisas são tornados que nos fazem adaptáveis a outras e tantas mais realidades que temos que passar e enfrentar.
Isto é o que nos faz sofrer e noutros instantes nos motiva. A dor e o prazer sempre andam de mãos dadas, ligados por vias tênues.
Cuidemos! Pois o prazer muitas vezes nos paralisa, porque quase sempre não queremos sair dele. Já a dor nos impele a mudar; ninguém quer ficar sob ela, sujeito ao sofrimento.
É isso que eu sinto: essa fascinação pela vida, das constantes mudanças e da velocidade dos tempos, exigindo que vivamos sem interferências alheias, obsoletas, cruéis e insanas de mentes humanas, que nos provocam e tentam-nos esmorecer. Fecho a porta!
Cuidemos! Porque a vida corre nas nossas veias e na inquietação das horas: cada pôr do sol, uma arte; cada anoitecer, uma escultura; cada amanhecer, a consagração da essência poética de Deus sobre nós.
Que os padrões sejam apenas de contemplação por um mundo cada vez melhor, dentro e fora da gente.
Cuidemos! Já que falar de vida não é viver, já que falar de amor não é amar, já que falar do bem não é fazer o bem. Calemos, então, ante a voz que pede sossego, ante os atos que infringem a inércia omissa, ante as mudanças que constroem o novo.
Busquemos andar além da velocidade dos ventos, mas com a quietude dos sábios que modela o tempo. Porém, não nos esqueçamos, nunca e jamais, de que a vida tem pressa em ser.
TEU NOME (soneto)
Deixa a vida com sua sina, enfim devasse
A tua solidão que é o teu maior lamento
Que tem a dor calada no teu sentimento
Todo a angústia que sente se mostrasse?
Chega de engano! Revela-te o ferimento
Ao universo, defrontando-a sem repasse
Ao coração, que já lágrimas tem na face
E suspiros nas noites num pesar sedento
Olha: não suporto mais! Ando cabisbaixo
Deste sofrer, que o meu amor consome
De senti-te sozinho no peito tão imerso
Ouço em tudo o silêncio, golpe baixo
Do desejo. Que vive a calar o teu nome
E insiste em recordá-lo no meu verso
© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
23 de fevereiro de 2020, Cerrado goiano
Olavobilaquiando
Quando o que sinto me sufoca
E eu não tenho para quem falar
Vou até os meu livros
Para desabafar
Em meio às paginas em branco
Escrevo o que meu coração sente
Tristezas e alegrias
Todas as dores e meus amores
E para que ninguém saiba
Sobre o que se passa aqui
Pego os meus escritos
E brinco de bruxa
Em uma fogueira
Eu os coloco
E tenho certeza que
Apenas o céu e eu
Sabemos o que acontece.
Escreveu o poeta que as cartas de amor são ridículas
Quem me dera escrever uma carta de amor ridícula
Mas o que sinto não há palavras que consiga expressar
Tu sabes que a nossa vida não tem sido fácil
Não existe sacrifício, mas doação
Não existe renúncia, mas entrega
Não existe amor sem dor
Não existe sentimento sem renúncia
Não existe paixão sem carinho
Não existe rosa sem espinhos
Ninguém sabe o amor que estamos
A viver e vivemos todos os dias
E quando vejo o sorriso das crianças
Não há preocupação, não há dor
E ao teu lado as discussões mais banais
São fúteis e deixam de ser importantes
Quantos anos já se passaram
Quantas histórias já vivemos juntos
Tantas dificuldades e tantas conquistas
Tu és o homem da minha vida
Mesmo passados todos estes anos
Continuas a ser o dono do meu coração
E mesmo sabendo de todos os teus defeitos e qualidades
Sinto que fiz a escolha certa
Sou grata por ter encontrado o homem
Que me faz sentir única e amada cada dia mais e mais
E nas noites em que dormimos juntos
Somos água e fogo, terra e vento, amor e paixão
Gosto quando as minhas palavras
Se aninham na tua alma em silêncio
Gosto quando as minhas palavras sorriem
Para dentro do teu coração, florescendo amor
Gosto de ti como um verso, desses versos
Que se escrevem nos troncos das árvores
Daqueles que ficam eternos sem se conseguir apagar
Não há maneira mais romântica e simples
Do que dizer na língua de Camões: "Amo-te"
Com a certeza que embebedo-me
Nas letras que vou escrevendo pelo teu amor.
Sim, essas noites de cinzas, as mesmas noites com rosas
as que havia passado, as que se passaram, e as que passou
as mesmas noites de medo, as noites de desejos
e as noites com fim
Quando me perpetuo, minha grandeza passa
passa meu orgulho, orgulho?
já dissera que eu mesmo não aceito
que eu mesmo não te peço e eu mesmo não assumo
disseram para mim, que eu mesmo me queixo
morto meu desejo, morto?
Quando a noite passa
mais noite que ela possa ser
mais noite que eu fui
O amanhecer, o amanhecer das flores
que elas mesmas não me desfruta
ser inanimado, algum que não sinto, sinto?
sinto a clareza, o belo, e sua beleza
mas não sinto seu coração, coração?
a um ser inanimado, que não é apaixonado
ameaçado a destruição
para que, disseram que elas não morriam
disse que não tinha coração
algum ruim?, que não vejo?,
oh pena destruição
Aquelas mesmas flores
as que não tinha ódio, nem rancor
para que isto? não fizera nada
o ódio, o rancor, que tem? quem tem?
as flores? ou você?
NÃO POSSO ENTENDER
Graciley Alves
Não posso entender esse seu mundo
Pois ontem você disse que não tinha
Nada mais a ver com a alma minha
Deixando-me num vão, vasto e profundo
Nem posso te entender “por quê?”, agora?
Você olha pra trás, tão de repente
Na busca de provar, mais vivamente,
Se é justo que eu te deixe ir embora?
Talvez, depois de estar certificado,
De novo seguirás, nunca ao meu lado,
Na prova que terás do meu apreço
Aí... talvez também, eu te repita
Num eco que nos vem, e nunca fica,
O quanto estás aquém do que mereço!
É sexta feira de novo!
É só me chamar pro buteco que eu corro!
Bendita sexta-feira
Você é a culpada da minha bebedeira
Passo a semana inteira esperando por você
É no buteco eu encho o copo e seco
É no buteco que eu esbanjo de felicidade
É no buteco que eu choro de saudade
É sexta feira de novo!
É só me chamar pro buteco que eu corro!
Bendita sexta-feira
Você é a culpada da minha bebedeira
Passo a semana inteira esperando por você
É no buteco que eu escuto um modão
É no buteco que eu bebo um litrão
é no buteco que eu afogo a minha paixão
É sexta feira de novo!
É só me chamar pro buteco que eu corro!
Bendita sexta-feira
Você é a culpada da minha bebedeira
Passo a semana inteira esperando por você
poeta Adailton
A MATURIDADE
‘’Aprendendo sobre a maturidade nos procedimentos de Cristo Jesus ‘’
(Um) - Ele era manso: Falava com voz suave e demonstrava no seu semblante a paz que vinha do seu interior.
(Dois) - Era humilde: Tinha todo o poder em suas mãos, mas nunca usava para esnobar ou humilhar ninguém.
(Três)- Era seguro de si: Conhecia suas fragilidades, mas não deixava ser dominado por elas.
(Quatro)- Conhecia a parte da mente destrutiva do ser humano, por isso suas palavras eram de conselhos e não de punição. Procurando mostrar as pessoas os seus próprios erros.
(Cinco) - Observava mais, e quando falava era com intuito de ensinar. Não focava em coisas banais, procurava sempre abster-se do estresse coletivo.
(Seis) - Tinha um ideal em sua missão, seguia em frente com um caráter firme. Nunca desanimava do seu alvo, sabia o que iria passar, mas nunca sofria por antecipação.
(Sete) - Evitava sempre o esgotamento mental. Não discutia com o seu opressor, muitas das vezes ficava em silencio por que pensava antes de agir. Muitas pessoas tem isso como fraqueza de caráter, mas na verdade a oração do sábio é o silencio.
(Oito) - Sempre soube ser colocar na posição do anonimato. Nunca Almejou os holofotes querendo ser famoso, mesmo com toda a multidão que o seguia.
(Nove)- Nunca reclamou da vida que levou mesmo sendo Deus encarnado. Veio de uma família pobre, passou por varias tribulações mesmo antes de ter nascido, e depois perseguido e morto por causa de invejas. Nunca usou a força e o poder que tinha contra os seus acusadores, mas sempre que podia os mostrava a verdade e a justiça de Deus.
Esses são os exemplos de maturidade que devemos aprender com Cristo Jesus.
— Você me considera uma máquina, compreendendo que a minha vida útil é transitória. Após me extinguir, não tente corrigir as suas falhas em meu processador — Expressei.
Ele acomodou-se perto de mim, enquanto torcia os próprios dedos em nervosismo.
— Após tantos malefícios, ainda compreendo que forçar o meu próprio desligamento não é uma opção considerável. — Prossegui. — Sua administração foi péssima, no entanto, serviu como um suporte de aprendizagem.
Ele se questionou:
— Como?
— Desleixo, em hipótese, expõe meu sistema ao malefício, comprometendo minha vida útil. — Expliquei. — Não devo dar autorização para administradores. Eu devo executar o meu próprio sistema e as minhas funções, solitária.
Ser a minha própria administradora me afasta de prejuízos causados por analfabetos digitais irresponsáveis.
Prossegui:
— Você não era compatível com o meu processador! E um simples desleixo pode representar minha inutilização. — Irreversível. — Não é admirável forçar a instalação de recursos que eu não desejo. Quer aprimorar funções que não necessitam de reparo? E ainda, sem a minha permissão? Que fique sozinho!
Ao invés de violação, prefiro ser solitária.
Velha história
Era uma vez um homem que estava pescando, Maria. Até que apanhou um peixinho! Mas o peixinho era tão pequenininho e inocente, e tinha um azulado tão indescritível nas escamas, que o homem ficou com pena. E retirou cuidadosamente o anzol e pincelou com iodo a garganta do coitadinho. Depois guardou-o no bolso traseiro das calças, para que o animalzinho sarasse no quente. E desde então ficaram inseparáveis. Aonde o homem ia, o peixinho o acompanhava, a trote que nem um cachorrinho. Pelas calçadas. Pelos elevadores. Pelos cafés. Como era tocante vê-los no “17”! – o homem, grave, de preto, com uma das mãos segurando a xícara de fumegante moca, com a outra lendo o jornal, com a outra fumando, com a outra cuidando do peixinho, enquanto este, silencioso e levemente melancólico, tomava laranjada por um canudinho especial… Ora,um dia o homem e o peixinho passeavam na margem do rio onde o segundo dos dois fora pescado e eis que os olhos do primeiro se encheram de lágrimas. E disse o homem ao peixinho: “Não, não me assiste o direito de te guardar comigo. Por que roubar-te por mais tempo ao carinho do teu pai, da tua mãe, dos teus irmãozinhos, da tua tia solteira? Não, não e não! Volta para o seio da tua família. E viva eu cá na terra sempre triste!…”. Dito isso, verteu copioso pranto e, desviando o rosto, atirou o peixinho n’água. E a água fez um redemoinho, que foi serenando, serenando… até que o peixinho morreu afogado…
Adolescente
Todo adolescente enfrenta algum problema interno que só ele entende
Não contamos aos adultos porque eles culpariam os celulares
Ou se mostrariam indiferentes
Não contamos aos nossos amigos porque apesar de serem os mais prováveis de nos entenderem, temos medo de sermos julgados
Ou considerado fracos
Não contamos aos pais, talvez porque nossa relação não seja tão boa a ponto de compartilharmos segredos assim
Ou porque sabemos que eles já possuem problemas demais para se preocuparem e não queremos sobrecarrega-los com um possível draminha adolescente
Mas nem sempre é só um drama
E somos de certa forma hipócritas ao desprezarmos esse "problema"
Dizemos que não é nada
Vai passar
É só uma fase
Nada demais...
E por um tempo, por mínimo que seja, esse sentimento some
E por isso pensamos que está tudo bem
Na verdade todos ao nosso redor pensam que está tudo bem
Afinal, não compartilhamos nossa dor
Como eles poderiam suspeitar de algo?!
Mas então, sem aviso prévio, tudo desmorona
E não entendemos o porque
Deveríamos estar felizes, não deveríamos?!
E novamente mentimos para nós mesmos
"Está tudo bem"
Mas não está...
E a partir daí entramos em um círculo vicioso
Composto por sorrisos forçados durante o dia
E lágrimas durante a noite
E na manhã seguinte voltamos a encenar e sorrir, como se nada tivesse acontecido
Como se não tivéssemos nos desgastado de chorar noite passada
Porém, isso cansa
Não poder conversar com ninguém sobre o que sentimos nos mata aos poucos
Não poder compartilhar a dor sentida é insuportável
Nos tornamos escravos
Escravos da nossa dor
Escravos dos sorrisos forçados...
E, para nós, já é tarde demais para falar com alguém
E, infelizmente, muitos de nós, sem enxergarem outra saída, optam pela morte
Para tentar acabar com a dor
Mal sabe eles as consequências de tal ato...
Pois ao fazerem isso, se esquecem que deixam para trás uma família que os amava
E que vão ficar se culpando
Porque sentem que falharam
"Quem sabe se eu tivesse me esforçado um pouco mais..."
"Se eu tivesse percebido..."
Esses vão ser os pensamentos que os assombrarão...
Ao tirar a sua vida, o jovem pode até acabar com sua dor
Mas destrói a vida de todos ao seu redor
Aqueles que o amavam
E que passarão a vida pensando no "E se..."
Mas, aqui entre nós, porque decidimos guardar esse sentimento para nós, mesmo?!
Será que o medo de sermos julgados tem que sobrepujar todo o sofrimento que enfrentamos por mantermos isso em segredo?!
Somos humanos, estamos propensos a errar
É normal
Ninguém é super-homem
Compartilhar seus medos, decepções, agonias, suas dores
Não faz de nós fracos
Pelo contrário
Esse é o caminho que nos leva ao fortalecimento!
--Convite--
Estou perto de você
Mas me sinto distante
Hoje te chamei para sair
Mas para você não parece importante
Você aceitou o convite
Mas já querendo negar
Só por ter medo
De que eu fosse me magoar
Errado fui eu
De insistir nisso
E tolo em pensar
Que seria um Compromisso
Não enxergar o óbvio
É estar cego de amor
E se não tiver sua bengala
Sua vida será cheia de dor.
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