Textos de Feliz Ano Novo para celebrar com esperança e otimismo

Por que se gosta de um autor? Gosta-se de um autor quando, ao lê-lo, tem-se a experiência de comunhão. Arte é isso: comunicar aos outros nossa identidade íntima com eles. Ao lê-lo, eu me leio, melhor me entendo. Somos do mesmo sangue, companheiros no mesmo mundo. Não importa que o autor já tenha morrido há séculos... Inversamente, quando não gosto de um autor, é porque não há comunhão. É como se ele fosse uma comida estranha que causa repulsa

Os dias passam e a gente nem percebe. O relógio gira rápido, as horas são incontáveis, até que a gente se dá conta que tá tudo errado, tudo mal feito, mal pago, mal realizado e não tem como mudar. As pessoas entram na nossa vida,ocupam um espaço em destaque, nos machucam e saem, deixam tudo fora do lugar. Arrumar uma casa é difícil, imagina só um coração machucado,quebrado, dolorido. Um coração frio, como ar condicionado ligado, sem aquecedor. Imagine como é, ajeitar braços sem abraços,lábios sem outros lábios. Isso dói, eu sei, mas o que mais dói é sentir abraços frios, beijos sem sabor e amor com dor. Agora que acabou, deixa ir, deixa arder, deixa queimar... se o fogo se apagou agora, tem outras chamas ainda pra esquentar.

Meu coração tá doendo tanto pelo que está acontecendo. Eu queria tanto poder olhar nos seus olhos e explicar meus motivos. Fazer você sentir que eu realmente TE AMO e não brinco. Não é possível. Nada é possível agora, só resta esperar. Ai, como dói isso tudo, como dói, meu amor, ficar longe de você e às vezes até fingir que não ligo. Mas eu ligo, eu amo você, muito. Por favor, vê se me entende.

Jamais vou me corromper pela fama, o que sempre quis foi ajudar o mundo e as pessoas a se tornarem mais conscientes através da arte, aceitar o sistema da mídia é totalmente tolo e inútil porque vai contra essa ideologia, é me curvar diante de uma indústria que visa apenas o seu lucro, e isso vai contra as regras daquele que faz a arte para sua verdadeira finalização que é alertar, ensinar, discutir ou seja acrescentar.

⁠Depois de perder meu irmão, tive um tempo difícil. Então tomei uma decisão. Disse a mim mesmo que viveria uma vida na qual eu não teria que perder ninguém. Não viveria uma vida divertida. Viveria uma vida na qual eu não sonharia com o futuro. Desde então, nunca tive uma noite de sono confortável. Nunca fiz piada, nunca toquei piano e nunca amei ninguém. Até você pousar no meu mundo um dia. Era assim que eu vivia.

Mentirosos são pessoas covardes, minuciosos.. a ponto de acreditar em suas proprias mentiras, querendo viver o mundo do proximo, nao querendo enxergar sua miseria contida em si mesmo. Covarde é aquele que omiti o seu EU! Menti com mascaras sem apoio. E um dia ela cai. A mentira a covardia se transforma em ruina em seu passado, presente e futuro, com a dor do sofrimento infinito.

Se tem alguma coisa que estou aprendendo com essa louca existência é não julgar o próximo. Não nego que já julguei os outros, e muito, e que atire a primeira pedra quem nunca julgou. É inevitável, entretanto, com o tempo, acredito que seja controlável. Julgamento é uma opinião egoísta sobre algo que idealizamos, e tendemos a nos decepcionar e ficar irritados quando as coisas ou as pessoas não são como queremos. As pessoas são o que são, mas nós somos tão cegos que construímos imagens falsas, criamos armadilhas para nós mesmo. A culpa é toda nossa. Sim, é nossa. Não deixamos os outros serem como são, e qualquer mudança de atitude de outrem já é motivo para desconfiança. Mas o que é isso? Por que apenas não respeitamos a personalidade do próximo sem questionar? Todos têm seus altos e baixos, mas somos tão egoístas por natureza, que qualquer detalhe é motivo para ficarmos exacerbados. Viemos de uma cultura que não tem por princípios aceitar o indivíduo como ele é, e o julgamento torna-se a palavra chave quando se trata de seres humanos. Seriamos tão mais felizes se esquecêssemos de viver a vida do outro e vivêssemos a nossa própria vida, nossa própria privacidade, nossa liberdade. Todos temos o direito de errar, de falhar, e de ser aceito pelo modo que agimos, mas nunca de julgar e sermos julgados. Se agimos de tal modo, por mais impulsivamente que seja, é o modo que, naquele momento, queríamos ter agido. Não existe o certo, não existe o errado, não existe presente, futuro. Cada momento vivido é passado, e é lá que começam as raízes de nosso maléfico ato de julgar. E se pararmos para pensar, julgar não faz sentido, julgar faz sofrer. Compreender e respeitar deveriam ser o topo da pirâmide. É difícil no começo, é necessário paciência, mas isso tudo é adquirido através da experiência. Deslizes acontecerão vez ou outra, somos humanos e propensivos a errar, mas é com o tempo que obtemos a maturidade suficiente para entendermos que o julgamento não nos leva a lugar algum, aliás, é um passo atrás de tudo que acreditamos. Deixar as pessoas ser como são, sem criar expectativas, curtir cada momento, seja ele bom ou ruim, sem pressão. Vamos aprendendo a lidar com as diferenças, ninguém é dono de ninguém, ninguém é dono de si.

Nem toda vitória traz plena satisfação, assim como nem toda derrota significa o fim. Às vezes a vitória mima o vencedor, mas a derrota, com seu amargo sabor, sempre mostra suas falhas e torna sua próxima vitória muito mais valiosa, porque aquele que vence sem nunca ter sido derrotado não consegue distinguir o sabor de uma pequena vitória do sabor de uma grande vitória.

Em plena madrugada, nos dois na hora errada, brincando de passado recordar é viver, você esta me olhando eu aqui pensando que amanhã é certo a gente se arrepender, é sempre assim conta pra mim, porque a nossa historia nunca tem um fim, beijar você ou te perder me responda agora o que vou fazer, é sempre essa vontade de ver o lado errado porque a gente nunca se despede de vez, você esta me querendo e eu estou me perdendo e os dois estão vivendo nessa insensatez, é sempre assim conta pra mim porque a nossa historia nunca tem um fim beijar você ou te perder me responda agora o que vou fazer, indecisão você me fez querer te ter só mais uma vez.

A única pessoa neste mundo que pode me julgar sou eu mesma. Conheço meu passado. Sei por quais caminhos percorri. Conheço meus erros e as razões que me fizeram errar. Ninguém, absolutamente ninguém sabe das minhas dores e muito menos conhece minhas cicatrizes. Portanto, não aceito lição de moral dos outros.

A verdade é que observando todas as coisas belas e dada a sua perfeição, a forma e harmonia como se inteiram, toda pessoa deve ter um par (de asas) perdido ou achado por aí nesse mundão de Meu Deus! Daí a gente espera, não espera, pega estrada, segue o curso, corta caminho ou roda como numa ciranda, muda o rumo, erra/acerta o passo e cruza com alguém que nos faz experimentar sensações até então desconhecidas porque vindas de um jeito novo. Que nos faz delirar, provocar uma sinergia, um descompasso em meio ao calor trêmulo dos passos, o desejo ardente de perde-se naquele abraço, embriagar-se de beijos, fundirem-se entreolhares e entregar-se com paixão. O novo, vestido de flores, sol e sorrisos, tecido de algodão bordado de carícias e coração. Doce como algodão-doce e leve, com a leveza que só as plumas tem. E mesmo banhado de chuva é como um beijo cítrico molhado que te aquece ao tempo que provoca arrepios. Deseja vesti-lo, sentir colado à pele o teu avesso, o vestido mais perfeito, e reza para que te caia bem, que te vista como uma luva, que se encaixe perfeitamente em você, na medida certa do/para o amor, sem mais.

"A alma é uma coleção de belos quadros adormecidos envoltos pelas sombras. Vez por outra, entretanto, defrontamo-nos com um rosto - não precisa ser um rosto inteiro, basta uma música na voz, uma maneira de olhar, ou um jeito de tocar com a mão... - que, sem razões, faz o belo quadro adormecido acordar. Quando isso acontece, somos possuídos pela certeza de que esse rosto é o que procurávamos desde toda a eternidade... O corpo estremece...

Se tivermos cuidado e sorte – sobretudo, talvez, sorte – quem sabe, dê certo? Não é fácil. Tampouco impossível. E se existe essa centelha quase palpável, essa esperança intensa que chamamos de amor, então não há nada mais sensato a fazer do que soltarmos as mãos dos trapézios, perdermos a frágil segurança de nossas solidões e nos enlaçarmos em pleno ar. Talvez nos esborrachemos. Talvez saiamos voando. Não temos como saber se vai dar certo – o verdadeiro encontro só se dá ao tirarmos os pés do chão –, mas a vida não tem nenhum sentido se não for para dar o salto.

"Em sua época, Chesterton dividiu a espécie humana em três categorias: 'pessoas simples', 'intelectuais' e 'poetas'. As 'pessoas simples' são capazes de sentir, mas não de expressar seus sentimentos; os 'intelectuais' são capazes de menosprezar com perfeição os sentimentos das 'pessoas simples'; de ridicularizá-las e de arrancar de si próprios esse sentimentos; os "poetas", ao contrário, foram agraciados com a capacidade de expressar aquilo que tudo mundo sente, mas ninguém sabe dizer."

Cuidado com a feitiçaria gospel, pessoas que gastam sua vida e tempo orando contra, torcendo contra sua vida e sucesso só para provarem que estão certas e que você é errada. Se apegue a Deus e confie nEle pois conhece seu coração e pode reverter todo mal e perseguição em bençãos sobre você. CREIA!

Posso estar enganado – e sempre haverá quem aponte uma exceção ao que vou dizer -, mas a primeira grande pergunta que uma pessoa deve fazer a si mesma em relação à sua vida profissional é: “Qual é a minha vocação?”. Quando alguém que nasceu com vocação para ser empregado resolve ser empreendedor, dificilmente dá certo. E quando um empreendedor nato resolve trabalhar em uma empresa, também não se dá bem. Em minha carreira, eu convivi com muitos funcionários assim, que tinham aquele espírito empreendedor à flor da pele. Uma das características desses profissionais é que eles conseguem arrumar encrenca em tempo recorde. Na primeira semana de trabalho, já estão reclamando que a Área Financeira é lenta, que RH não funciona, que em Marketing todo o mundo é poeta. “Horário”, então, é um conceito que eles abominam. Quando eles têm uma idéia e alguém lhes diz que é preciso preencher um formulário de três vias, eles reagem como se tivessem sido ofendidos. E não fazem isso porque são contra o mundo; fazem isso porque o biorritmo natural do empreendedor é diferente do ritmo do empregado.

Max Gehringer
GEHRINGER, M. Arregace as Mangas: Liberte Seu Espírito Empreendedor. São Paulo: Papirus Editora, 2004.
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A ficção nos permite deslizar para dentro dessas outras cabeças, para esses outros lugares, e olhar através de outros olhos. Então, no conto, paramos antes de morrer, ou morremos de forma indireta ou sem prejuízo e, no mundo além do conto, viramos a página ou fechamos o livro e terminamos de viver nossa vida.

Acredito no Paraíso e também no Inferno. Nunca vi nenhum dos dois mas acredito que existam. Têm que existir. Porque sem um Paraíso, sem Inferno, estamos todos destinados ao limbo. ... Paraíso... Inferno... Limbo... ninguém sabe ao certo para onde vamos... ou o que nos espera quando chegarmos lá. Porém, a única coisa que podemos dizer com certeza, com toda segurança... são os momentos que nos levam a outro lugar. Momentos são Paraíso na Terra. E talvez, por ora, seja tudo o que precisamos saber.

Sorte não é encontrar um trevo de quatro folhas, é encontrar pessoas desnudas de maldade, leves como beija-flor, delicadas como borboletas, puras como lírio do campo e perfumadas como acácias desabrochando sob o luar. Pessoas que ao sorrirem abrem todas as janelas do céu, e te fazem sentir parte dele.

Por mais que a gente se sinta seguro, a vida nos apresenta seus descaminhos. Nossas escolhas são fundamentais, para um "final feliz". Ninguém está aqui apenas pensando em viver por viver, e assim colhendo para si, resultados aleatórios. Temos um objetivo para nossas vidas. Ninguém é tão grande, que não sinta o desejo de aprender, e nem tão pequeno que não saiba ensinar. Estamos aqui, para sermos úteis. Somos aprendizes. Chegará porém, a hora em que precisaremos por em prática as lições, que aprendemos na vida. Não estou falando de pessoas ou situações, mas de caráter e princípios. Seguindo por esta linha, a grande questão é: estamos selecionando as coisas que edificam, ou temos nos apegado somente em coisas consideradas fúteis, que não edificam em nada? Qual o tipo de lazer, que você escolhe para seus momentos de recreação? Qual o tipo de leitura que mais lhe atrai? Quais as conversas que você mais gosta de participar? São perguntas, que deveríamos ter feito à nós mesmos, ao longo da vida. Se chegamos aqui, do jeito que somos, é porque estamos colhendo aquilo que um dia plantamos. Alguém pode perguntar: Como assim? A resposta, certamente é óbvia. Você é, aquilo que você aprendeu, e escolheu para si mesmo.