Textos de Feliz Ano Novo para celebrar com esperança e otimismo
O que é impossível pra você? Tudo que os outros dizem ser? Não ligue para os outros, acredite nos seus sonhos, corra atrás, lute e quando não der certo, não é motivo para desistir e sim, para que você procure outro caminho, cresça, aprenda e nunca se esqueça: Se uma mentira vira verdade quando alguém acredita, por que seu sonho não pode ser real? Apenas acredite em você.
Porém esteja você alinhado com Deus. Se o seu coração não pulsa exatamente com essa Bíblia, então há algo errado, há algo errado. Não importa o que a sua igreja diz, você não pode entrar através disso. Você terá que entrar pelo que Deus disse. Este é o Livro de onde você será julgado, a Bíblia. Permaneça com Ela!
Acreditamos no amor perfeitinho, mas o amor que mais mexe com a gente é o amor bandido. Aquele que te afasta por vezes de quem se ama e te judia! Aquele que é cheio de erros e falhas de ambos. Aquele intenso cheio de lembranças que não morrem. Que te faz odiar a pessoa por segundos e a ama-la pela vida inteira. Aquele amor que sempre faz a gente encontrar um motivo para estar junto novamente. Que faz a gente se perguntar por que não estamos com a pessoa amada se a amamos. Mas quando esse amor nos encontra é pra mostrar o que é amar! Faz sofrer, faz chorar, faz prometer nunca mais olhar ou falar com ela (e) e no mesmo segundo querer estar novamente naqueles braços. Magoa e quando usamos a razão na mesma hora decidimos não voltar atrás, mais aí o coração manda e a razão obedece! Eita amor bandido esse nosso. Tá na hora da gente prender ele pra sempre em nossos corações, deixar o tempo curar as feridas e não perder mais tempo, porque te amo e você me ama, te quero e você me quer e já não consigo disfarçar! Sei, os outros vão falar que é loucura mas é preciso ser louco para viver de verdade e quando estamos juntos o mundo é você e eu, meu amor!
Não seja leviano com o coração dos outros. Não ature gente de coração leviano. Não perca tempo com inveja. Às vezes se está por cima, às vezes por baixo. A peleja é longa e, no fim, é só você contra você mesmo. Não esqueça os elogios que receber. Esqueça as ofensas. Se conseguir isso, me ensine. Não se sinta culpado por não saber o que fazer da vida. As pessoas mais interessantes que eu conheço não sabiam, aos vinte e dois, o que queriam fazer da vida. Talvez você case, talvez não. Talvez tenha filhos, talvez não. Faça o que fizer, não se auto-congratule demais, nem seja severo demais com você. As suas escolhas tem sempre metade das chances de dar certo. É assim pra todo mundo. Não leia revistas de beleza. Elas só vão fazer você se achar feio. Seja legal com seus irmãos. Eles são a melhor ponte com o seu passado e possivelmente quem vai sempre mesmo te apoiar no futuro. Entenda que amigos vão e vem, mas nunca abra mão de uns poucos e bons. Respeite os mais velhos. E não espere que ninguém segure a sua barra. Cuidado com os conselhos que comprar, mas seja paciente com aqueles que os oferecem. Compartilhar conselhos é um jeito de pescar o passado do lixo, esfregá-lo, repintar as partes feias e reciclar tudo por mais do que vale.
Nota: Texto narrado por Pedro Bial e lançado no Brasil em 2003. É uma versão traduzida de “Everybody's Free to Wear Sunscreen”, que teve por base a coluna "Advice, like youth, probably just wasted on the young" escrita por Mary Schmich e publicada em 1997 no Chicago Tribune. Em 1997, o diretor de cinema Baz Luhrmann criou uma versão musical do texto.
...MaisA gente sempre sabe quando o fim está próximo. Quando já não é mais possível adiar. Quando a estrada já não permite que sigamos em frente. Nada além de um novo rumo, um novo capítulo da história. Já não é mais possível fazer curvas, retornos, nada mais nos prende ali. Não há mais argumentos que justifiquem a nossa permanência. A não ser o medo. O medo do novo. Do incerto. De tudo aquilo que tira a sensação de segurança do peito. De tudo aquilo que parece não ser firme o suficiente para que nós mergulhemos de cabeça. Todos que me veem me enxergam como a pessoa mais bem resolvida do mundo. A mais decidida. A que encoraja a todos, a que estimula a cada amigo ou conhecido a ir além dos seus próprios limites, sair da zona de conforto, não ter medo do escuro, do que ainda não se pode saber se vale a pena insistir, persistir ou desistir. Mas de perto, olhando assim, em zoom, eu não passo de mais um desses seres humanos meio perdidos, tentando saber qual é o seu lugar no mundo, por onde preciso ir para chegar onde quero ou se tomo meia dúzia de decisões irrevogáveis que mudarão o meu destino para sempre. Se você me perguntasse hoje, neste segundo, a queima roupa, o que me prende, eu diria – o medo. Em contrapartida, tenho tentado me aproximar cada vez mais de tudo aquilo que não me impede de bater asas. De voar. De ir além. Mas, ridiculamente, eu não saio do conforto e da segurança do chão. Eu não bato as tais asas que sinto prenderem, que sigo procurando espaço suficiente para abrir. Vivo a dualidade de um passarinho que sonha em conhecer o mundo, tem a porta da gaiola aberta, mas não se move. Não sai do lugar. Eu só não queria ter tanto medo. Queria que alguém me jurasse, me prometesse que tudo vai dar certo, que não vou me arrepender do próximo passo, que não preciso do que é mais cômodo e menos feliz, só por não ter certeza se a vida vai me sorrir de volta ou vai me receber com uma porta na cara e um aviso de – volte mais tarde. A gente sempre sabe quando o fim está próximo. Quando já não é mais possível adiar. Quando a estrada já não permite que sigamos mais em frente. É como aqueles jogos de videogame que a tela te empurra para frente e te obriga a enfrentar todos os vilões, todas as dificuldades que surgirem pelo caminho. Mas repito – tenho medo. Se você me perguntasse hoje, neste segundo, a queima roupa, o que me prende a este presente que já não me acelera o coração, não me faz feliz, não me faz bem, pelo contrário, me suga, me sufoca, me maltrata, me maldiz, me adoece, eu diria – a falta de coragem. Vivo a angustia de ser um passarinho com sonhos do tamanho do mundo, com a oportunidade de realizar, ao menos por ora, pequenos feitos, mas que não se move. Não sai do lugar. Por medo de que só a vontade de ser feliz não seja suficiente para ser.
CONVERSE! Muitas amizades, namoros, casamentos terminam por falta de dialogo. Quando não existe o habito de conversar abertamente com quem se convive, passa a existir uma lacuna entre estas pessoas. Está lacuna poderá ser preenchida com a inveja, intriga ou mentira de outras pessoas. Poderá ser preenchida com a incompreensão entre você e quem se gosta. Então não deixe de usar a conversa. Não permita que as palavras não ditas se tornem em lágrimas de adeus, de um injusto adeus.
Não compreendo como certas pessoas se auto titulam " diferentes" dos outros sendo que : Frequentam os mesmos lugares que eles, dão risada das mesmas piadas, bebem as mesmas bebidas, discutem sempre os mesmos assuntos e ainda sim se consideram diferentes... O nome disso não é diferença, se chama hipocrisia ! ( Prz-M)
Sou impulsiva e não consigo viver nada pela metade. A superficialidade me irrita..... Tenho poucos amigos, mas faço qualquer coisa por eles. Tive um grande amor, mas a morte o levou..... sou uma romântica incurável... Pareço forte, e sou, mas menos do que as pessoas acham. Tenho uma fragilidade que poucos, muito poucos conhecem. Uma delicadeza e uma doçura que busco sufocar para poder viver. Em um primeiro contato,me acham pedante...mas é que sou tímida, e a presença de estranhos me coloca na defesa.....Não é fácil passar esta barreira. Gosto de dançar e de falar. Sou meio barulhenta... mas me refugio no silêncio. Erro e erro muito, mas reconheço meus erros. Sei pedir desculpas e lamento muito não poder corrigir o mal que fiz a algumas pessoas. Sou ética e tenho caráter, apesar de errar. Sempre acho que as pessoas merecem uma segunda chance e que podem ser melhores.
Quando o assunto é amor eu me torno clichê, fico a "moda antiga" , viro uma romântica descontrolável, fico até brega… do tipo que escreve cartas, faz surpresas,descreve o tamanho do seu amor o tempo todo. Quando se trata do amor eu fico besta, idiota, viajo na maionese, fico o dia inteiro no mundo da lua. Quando se trata do amor, pra mim vale tudo, até me entregar por inteiro.
“A diferença de quem está na luz e na escuridão é a seguinte: Quem está na luz, enxerga mais longe e dá mais passos à sua frente com rapidez para alcançar seu objetivo. Quem está na escuridão, não tem uma boa visão e dá passos com medo de cair no abismo e sempre está lento, dificultando a passagem de muitos.”
John Donne já sugeria que nenhum homem poderia existir sozinho. Ele afirma que nós somos todos interligados, e que a perda de um ser humano é também a nossa perda. Nesse mesmo sentido, a morte de uma pessoa é a nossa própria morte, ou seja, cada vez que os sinos dobram, a humanidade perde algo precioso: uma vida, e, com ela, toda uma história. O som dos sinos é um lembrete de nossa própria mortalidade, de nossa própria fragilidade.
Não vou mais me arrastejar atrás de você, como fiz durante muito tempo. Descobri um novo amor, ele é bem maior daquele que sentia por você. Tá curioso? Pois bem, vou te contar que amor é esse… Ele se chama AMOR PRÓPRIO. Realmente estou impressionada como não descobri ele antes. Ele é incrivel, faz me sentir tão bem, tão I-N-D-E-P-E-N-D-E-N-T-E. Me mostrou que pra ser feliz, não preciso depender de ninguém, a não ser de mim mesma. Você deve tá se perguntando o que é isso… Bom, espero que um dia descubra, mesmo que seja tarde.
Temos um problema. Um problema chatinho chamado: ciúmes. Existe algumas definições sobre o ciúmes. Esse sentimento é natural do ser humano pela falta de exclusividade sobre o sentimento de alguém, ou não necessariamente. O fato é que: nem todas as pessoas sabem lidar com esse sentimento e acabam sufocando o outro. E claro, ninguém se sente bem sendo sufocado. Tudo bem que ciúmes às vezes tem seu ponto positivo, significa: cuidado, zelar por algo que você imagina ser seu. Você já deveria aprender que ninguém é de ninguém. Você não comprou aquela pessoa, você não assinou algum contrato que em alguma cláusula afirma que aquela pessoa é inteiramente sua até o fim da tua vida. Enfim, ninguém gosta de viver reprimido, preso, comprimido. Quando gostamos de alguém, achamos que temos o direito de tê-la. Ninguém pode tocar, pegar, morder, usar um pouquinho, muito menos chegar perto. É horrível saber que outra pessoa também pode fazer a tua pessoa feliz. A sensação de que outro sujeito também possa arrancar sorrisos do teu sujeito, conversar, sentir o cheirinho, seguir os bocejos pela manhã ou dormir de conchinha com a mesma qualidade que você ou até melhor, é tenso. É terrível saber que outra pessoa também possa gostar de quem você gosta, e quem você gosta pode também gostar de outra pessoa, e você pode ficar muito bem (ou muito mal), sozinho. Dói saber que as pessoas não são nossas. Que não sendo nossas, não vão ficar para sempre e em qualquer momento podem desistir da gente, podem ir embora, podem não querer mais ouvir a nossa vozinha chata e provar nosso temperamento difícil.
Preciso aprender que tudo seu tempo. Que as pessoas entram em saem da sua vida como as pessoas que passam por você pelas ruas. Elas simplesmente passam. Algumas deixando doses de aprendizado, outras deixando raiva mesmo que a gente lute para não sentir um sentimento ruim. Preciso controlar minha incrível ansiedade de querer tudo pra ontem, que achar que eu domino o tempo da minha vida. Assim, as coisas não fluem como devem ser. Atropelando aprendizados, motivando despercebida o egoísmo e enxergando que no final nada valeu a pena por causa da pressa. Se acalmar e deixar as coisas acontecerem é a solução, eu sei. Só ainda não aprendi onde compro essa solução. Ansiedade, dá um tempo! Eu preciso de férias, você me sufoca.
Como John Owen observou, alguns dos mais horrendos pecados cometidos por alguns dos mais santos na história, foram praticados não em período de adversidade mas de prosperidade. Pior que isto, aqueles pecados foram cometidos depois de anos de fidelidade através de adversidades, sofrimentos e perseguições num grau que não podemos começar a relatar. Homens como Davi, Noé, Ezequias pecaram mais gravemente em períodos de prosperidade.
Eu amo o seu sorriso escondido, e os seus olhos... todos num retrato que eu tenho guardado. Seu cheiro as vezes o vento me trás, e nesse momento sinto você perto de mim, e é tão bom. Sua voz eu tenho gravada na memória, ouço quantas vezes eu quiser. Eu tenho você aqui comigo o tempo todo, e você nem sabe.
Poucas coisas me tocam mais profundamente do que ver alguém discriminado e desacreditado vencendo, contrariando as estatísticas e deixando todos os seus críticos de boca aberta. No momento da vitória, uma das únicas coisas que passam pela cabeça, em frações de segundos, é um filme completo com todas as dificuldades superadas, obstáculos vencidos e a certeza de que tudo valeu a pena.Mas também é inevitável lembrar de todos os soldados feridos que ficaram pelo caminho. Gente que lutou, sonhou, mas que em algum momento perdeu a fé, até mesmo em si, e resolveu seguir um plano B. Talvez estes, com um pouquinho mais de perseverança estariam comemorando também. Estatísticas estão aí para serem contrariadas e você veio a este mundo para fazer a diferença e não para ser mais um nessa multidão de desacreditados!
Quando vi aqueles rostos falsificados naquele patético momento, senti uma vontade anormal de querer gargalhar alto, mais tão alto até ouvir a minha voz misturar-se ao eco da batida eletrônica que tocava no bar da esquina. Maaas, não consegui ser demasiadamente maldosa. E o que deveria ter sido uma gargalhada maquiavélica, saiu em forma de um sorriso, fino e pueril.
Hoje pensei no que poderia falar, mas dai pensei que seria mais proveitoso em vez de falar, mostrar. Então pensei que em vez de mostrar eu pudesse ensinar. Mas adiante vi que tão pouco aprenderia o que iria ensinar, então comecei a me auto aprendizar, educar, ensinar, instruir, comandar, condicionar... Foi no resultado desse contesto de ações e reflexões que me tornei o que sou. Pensar é a chave para tudo!
Nó na garganta, lágrimas escorrendo sobre os olhos, olhar disperso há multidão e coração doendo. Assim que meu corpo está reagindo a todas essas mudanças que você me proporcionou. Tentando esconder de tudo e de todas essas sensações, toda essa agonia que veio acercar meu corpo de uns tempos para cá, pessoas perguntando o por quê deu estar agindo assim, mas não falo ,tenho que preservar seu segredo não vou contar a ninguém,por mais que todo esse sigilo esteja desgastando meu ser e abrindo rachaduras no meu coração. Eu não vou decepcioná-la não de novo, me preocupo mesmo que ache que esteja me preocupando e me desgastando em vão.Agora você terá mais pessoas a sua volta pra cuidarem de você e eu já não lhe serei mais útil como antes e nosso tempo junto se tornará cada vez mais escasso e mais raro. Acho que esse fatalmente pode ser o nosso fim .
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