Textos de Feliz Ano Novo para celebrar com esperança e otimismo
É em teu corpo sedoso, cheiroso e tão apetitoso que quero me entrelaçar... Te beijar, te possuir e te realizar como mulher que quer amar;
Espalho rosas perfumadas pelo teu corpo nu e a beijo da cabeça aos pés, sentindo o teu sorriso de gostar...
Me excitarei em ouvir os teus suspiros, gemidos de quem quer o infinito junto aos meus sentimentos de sedução que te desatina te fazendo minha;
E suavemente acaricio a tua nuca para lentamente, vagarosamente beijar o teu corpo saudando as tuas surpresas do meu atrevimento;
Uma boa noite repleta de boas vibrações e que o brilho da lua
Dessa noite tragam um fim de semana mais que maravilhoso
A cada um que estejam visualizando...
E o incenso da paz transmite a luz que falta em teu caminho
Realizando todos os teus sonhos...
Uma boa noite para você que tem um momento com Deus
E agradeceu o seu dia que ainda sim é o melhor presente
Que recebeu para provar que a felicidade não é só um sonho...
Se apegue a fé e a esperança para que a sua voz seja ouvida
E seu coração seja tocado e teu sono seja divino;
Uma boa noite!
Brinde a vida... Brinde a felicidade
Pois de nada adianta o amor
Se não houver responsabilidade...
Respeito e sensibilidade;
Vamos celebrar os sentimentos
Celebremos o que sabemos
Do nosso próprio coração
Seja pela amizade ou pela paixão;
Venha junto a eu caminhar
Cada palmo desse chão...
Para ter a certeza do que
Queremos é realmente
Paixão!
Domine-me e seja o meu algoz... Castigue-me pisando o meu corpo de um jeito
Que te satisfaça... Maltrate-me para seu bel prazer...
Jogue-me em tua cama e com certa violência venha
Despir-me arrancando cada veste de mim;
Instiga-me com proporções pecaminosas
E mostre as suas indecentes e safadas
Mas nunca vulgares ao nosso momento;
Boa noite princesa minha, do querer imensurável que transborda o meu coração;
Minhas sensações se faz tão sólida que representa meus sentimentos com palavras que justificam a minha paixão;
Sou sorrisos largos que se escondem nos elogios que se desprendem da coragem insinuada, corrigida de um certo medo;
E você é o meio resumo em meu batimento que em melodia registra o meu querer;
Amar é... Verdadeiramente sinceridade, companheirismo e renúncias;
Nas primícias dos sentimentos se arrisca um tudo e o nada;
Amar é... Gostar do que não se gosta para agradar a quem lhe tem amor;
Mas acima de tudo, ter um caráter fora do comum... Adquirir fidelidade e vice versa...
Amar é... Se dedicar ao máximo para impressionar o coração de quem acredita em você!
Porque, se amar for uma arte... Não é qualquer um que pode ser artista;
Sempre sonhei em tocar as nuvens com os pés no chão
Dominador do meu destino, eu controlo a minha direção
Meu coração me deu asas e dessa forma eu aprendi a voar
Com minha imaginação eu sobrevivo me deixando amar;
E sou sabido nas palavras quando tento me reinventar
Mas sou inventor da minha história querendo alguém para encontrar;
Ei!
Você mesma que esteja lendo essas palavras
Se você ainda não realizou tudo aquilo que sonhou!
Não tem problema! Amanhã você terá outra oportunidade para estar realizada
E talvez o seu tempo ainda não tenha chegado
Tenha fé e paciência que logo Deus te fará honrada
Porque você é linda e empoderada, com a tua força tenho certeza de que é amada
Erga a cabeça e siga em frente, porque coragem e força você tem
Só falta insistência, otimismo e certeza também;
No escuro da noite uma borboleta buscava o caminho de casa. E no silêncio das trevas um lobo estava ali a vigia-la.
A borboleta com a sua beleza passava a brilhar
E o lobo faminto
Pensava em devorar...
Então, o lobo pronto para atacar
Foi intimidado pela borboleta a perguntar:
_ Posso lhe perguntar com a minha sinceridade?
_ E o lobo respondeu:
_ Sim.
Você irá se satisfazer comigo? De verdade?
_ O lobo respondeu:
_ Claro que não!
Então, por que me ameaças? Nesta escuridão?
_ O lobo respondeu sorrindo...
_ não quero me satisfazer, somente caço as minhas presas é o meu jeito de viver!
Moral da história...
Muita dàs vezes as pessoas não se benefiarão em lhe atacar
É só pelo prazer de ter ver triste ou na satisfação de te derrotar;
Na mitologia Grega, Pandora foi a primeira mulher que existiu. Recebeu de cada um dos Deuses um a graça, de outro a beleza, de outros a persuasão, a inteligência, a paciência, a meiguice, a habilidade na dança e nos trabalhos manuais. Hermes, porém, pôs no seu coração a traição e a mentira. Foi feita à semelhança das deusas imortais como um castigo de Zeus aos homens por uma “treta” com Prometeu. Enfim, casou-se com Epimeteu que tinha em seu poder uma caixa que havia ganhado dos deuses, esta continha todos os males (a caixa de Pandora). Avisou a mulher que não a abrisse. Pandora não resistiu à curiosidade abriu e os males escaparam. Por mais depressa que providenciasse fechá-la, restou apenas um único: a esperança. E dali em diante, foram os homens afligidos por todos os males.
A esperança estava na caixa como um mal, o que é de se refletir, a esperança podia ser interpretada como um mal por fazer as pessoas acreditarem ou terem a sensação de que podem controlar o futuro, e ao pensar que se pode controlar o futuro isso pode se tornar um perigo por agir com ilusão.
A esperança seria afinal algo bom ou algo ruim?
A única coisa que seu é que a esperança é fascinante por se tornar um dilema, ela pode ser boa e pode ser ruim, dependendo não dela, mas de quem a usa.
Tropeçar na generalização e no floreio das narrativas é, no mínimo, atentar contra a complexidade.
Há uma tentação constante de transformar o mundo em algo mais simples do que ele realmente é.
Talvez porque a simplicidade ofereça conforto, rapidez e a ilusão de compreensão.
Narrativas bem acabadas, personagens facilmente identificáveis, causas e consequências organizadas em linhas retas: tudo isso nos dá a sensação de que dominamos aquilo que observamos.
No entanto, a realidade raramente se submete a esse tipo de enquadramento.
Quando comprimimos experiências humanas para caberem em discursos elegantes, frequentemente deixamos de fora as contradições, as ambiguidades e os silêncios que também compõem a verdade.
Generalizações podem funcionar como atalhos cognitivos, mas, quando adotadas sem cuidado, tornam-se ferramentas de apagamento.
O singular desaparece.
O contexto perde relevância.
E o que era vivo transforma-se em caricatura.
A complexidade não é um defeito a ser corrigido; é uma característica fundamental da existência.
Pessoas não são apenas a soma de suas opiniões.
Eventos não decorrem de uma única causa.
Conflitos não se explicam por uma única perspectiva.
Quanto mais nos aproximamos de algo com honestidade, mais percebemos que as respostas definitivas são escassas e que as perguntas costumam ser muito mais profundas do que imaginávamos.
Isso não significa abandonar a busca por sentido, mas reconhecer os limites das nossas interpretações.
Há uma diferença enorme entre tornar algo compreensível e torná-lo simplista.
A primeira atitude exige escuta, nuances e disposição para rever certezas.
A segunda apenas acomoda a realidade aos contornos das nossas expectativas.
Talvez a maturidade intelectual resida justamente nessa disposição de conviver com o que não se resolve facilmente.
Em aceitar que compreender não é dominar, mas aproximar-se.
E que, diante da complexidade do mundo e das pessoas, a humildade pode ser mais esclarecedora do que qualquer narrativa excessivamente polida.
Porque nem tudo precisa ser reduzido para ser entendido.
Algumas verdades exigem espaço para permanecerem amplas, contraditórias e, por isso mesmo, profundamente humanas.
O fato de ninguém ser obrigado a fazer companhia para ninguém não é licença poética para abandonar na solidão quem estava na solitude.
Há uma diferença deveras silenciosa, mas profunda, entre estar só e sentir-se sozinho.
A solitude é uma escolha, um espaço de encontro consigo mesmo, onde o silêncio não pesa e a ausência de vozes não se transforma em vazio.
A solidão, por outro lado, muitas vezes surge quando aquilo que era abrigo se torna isolamento, quando a liberdade de estar consigo cede lugar à sensação de ter sido deixado para trás.
É verdade que ninguém tem o dever de permanecer onde não deseja estar.
Relações não podem ser sustentadas por obrigação, e afeto não floresce sob imposição.
Mas reconhecer essa liberdade não significa ignorar o impacto que nossas ausências produzem na vida de quem caminhava ao nosso lado.
A maturidade das relações não está apenas no direito de partir, mas também na responsabilidade de compreender o que a partida representa.
Muitas vezes, a pessoa que parecia bastar-se não era alguém que dispensava vínculos; apenas havia aprendido a conviver bem consigo mesma.
Confundimos independência com invulnerabilidade e acabamos acreditando que quem aprecia a própria companhia não sente a falta da companhia alheia.
Sentir falta, entretanto, é parte inerente da experiência humana.
Nem mesmo os mais autossuficientes são imunes ao afeto, ao pertencimento ou à dor das rupturas.
Existe uma delicadeza que deveria acompanhar os encontros e desencontros da vida: a consciência de que passamos pela história dos outros deixando marcas.
Algumas são lembranças leves; outras, cicatrizes profundas.
Não se trata de permanecer por pena, nem de carregar responsabilidades que não nos cabem.
Trata-se de agir com humanidade suficiente para não transformar nossa liberdade em descuido e nossa escolha em negligência emocional.
Porque, no fim das contas, a verdadeira consideração não está em nunca partir.
Está em não esquecer que, enquanto estivemos presentes, ocupamos um espaço real na vida de alguém.
E que a forma como saímos desse espaço pode determinar se aquela pessoa continuará habitando sua própria solitude ou será empurrada para uma solidão que nunca escolheu.
Os que temem a Complexidade “simplesmente” deixam de viver experiências Extraordinárias.
Vivemos em uma época que valoriza respostas rápidas, caminhos curtos e soluções instantâneas.
Muitas vezes, somos levados a acreditar que tudo o que é valioso deve ser simples, fácil e urgente.
No entanto, a vida raramente revela suas maiores riquezas por meio da superficialidade.
As experiências mais transformadoras costumam nascer justamente daquilo que exige paciência, dedicação e coragem para enfrentar o desconhecido.
A complexidade assusta porque nos confronta com nossas limitações.
Ela nos obriga a abandonar certezas, a fazer perguntas difíceis e a percorrer trajetos que ainda não possuem mapas prontos.
Diante dela, muitos recuam.
Preferem a segurança do familiar à possibilidade do extraordinário.
Mas é nesse movimento de evitar o desafio que acabam renunciando às descobertas profundas sobre o mundo, sobre os outros e sobre si mesmos.
Nenhuma grande realização surgiu da fuga diante da complexidade.
As relações mais significativas, os projetos mais inspiradores, os aprendizados mais duradouros e os sonhos mais grandiosos carregam em si camadas, nuances e desafios.
Tudo aquilo que realmente nos transforma exige um mergulho para muito além da superfície.
Aceitar a complexidade não significa gostar da dificuldade, mas compreender que ela é parte do processo de crescimento.
Significa reconhecer que algumas respostas levam tempo para amadurecer, que certos caminhos demandam persistência e que o valor de uma experiência nem sempre pode ser medido pela facilidade com que ela é alcançada.
As experiências extraordinárias não pertencem apenas aos mais talentosos ou aos mais afortunados.
Elas pertencem, sobretudo, àqueles que têm a coragem de permanecer quando as coisas se tornam complexas.
Aos que não desistem diante das dúvidas.
Aos que compreendem que, muitas vezes, o extraordinário está escondido exatamente atrás daquilo que parecia complicado demais para ser enfrentado.
Por isso, talvez a verdadeira pergunta não seja se a complexidade vale a pena, mas o que estamos deixando de viver quando escolhemos evitá-la.
Afinal, cada desafio acolhido pode se transformar em uma porta para horizontes que jamais seriam alcançados por quem decidiu permanecer apenas no terreno confortável da simplicidade.
É nesse encontro entre Coragem e Complexidade que nascem as Experiências que marcam a vida e ampliam a nossa Visão de Mundo.
Leveza não é fraqueza
Demorei a entender...
que ser leve não é ser frágil...
e morrer todos os dias e renascer em flor...
é ser firme o suficiente para soltar o que pesa.
Carrego dores com delicadeza...
para que elas não arranhem quem passa por mim.
Faço do silêncio, abrigo.
Falo pouco, mas sinto muito.
A leveza é resistência...
Já fui tempestade sem sentido...
hoje sou garoa persistente...
molho devagar...
mas alcanço fundo.
Quem acha que minha calma é passividade,
não viu as guerras que venci por dentro.
A leveza que carrego foi esculpida em silêncio,
entre perdas que calei...
e recomeços que ninguém viu.
Quando nascemos temos toda a energia de Deus.
À medida que crescemos vamos dispersando e perdendo esta energia.
Raiva, rancor, saudosismo, ansiedade, bebidas alcoólicas, drogas, comidas não saudáveis, tudo isso faz você se afastar da sua melhor energia.
Feliz aquele que na sua jornada adulta reencontra sua criança e com ela sua melhor energia: a energia de Deus !
Não dá pra reclamar de violência, deslizando os dedos sobre a Morte ou os Traumas Iluminados de alguém.
Porque, nessa claridade azul, há mais que uma morte à mesa.
A primeira é a visível — os corpos entregues ao espetáculo.
A segunda, a sensível — a alma dos que assistem, lentamente embotada.
A terceira, a coletiva — o apodrecimento ético de uma sociedade que transforma tragédia em passatempo.
E a quarta… a mais cruel — a que quase sempre se esconde no brilho da própria tela, comprada às vezes no mercado negro, com o preço invisível da dor de quem a perdeu.
Há quem, sem perceber, alise o sangue seco nesses vidros, julgando a partir da zona confortável de sua poltrona, o mesmo crime que alimenta.
Banquete farto, servido à luz fria do progresso —
onde cada toque é um gole de conforto e uma migalha de culpa.
É o Banquete das Mortes Iluminadas!
Eu quero beijar os seus olhos
Queria lamber seus cabelos
Desejo morder os seus dentes
encontrar-te de repente
Se você me desse um segundo
Pra eu te prometer o mundo
Você não queria mais nada
Estaria apaixonada
Eu preciso fazer uma
pra te conquistar
Ficar longe
Ninguém se acostuma
E você nem pra me olhar
Não existe nada pior
que não sentir
O cheiro bom do seu suor
Eu tenho tanta coisa
pra fazer
Mas eu preciso
Fazer-te entender
Que eu só faço
Por você.
Hoje
Sem saber por quê
Fui lembrar
De um tempo que ficou pra trás
E vi alguém
Alguém que eu já não sou mais
Porquanto,
A despedida é uma constância
Só que quase que despercebida
E as fases da vida, tem prazo de validade
De vez em quando
Quase vemos isso, qual criança
A se rir de um medo bobo que não finda
Pra no fim da vida ter segredo
A saber-se o mesmo ainda... e ninguém vê
Pois, se conhecimento é uma conquista
A lista do que não sabemos permanece vasta
E é preciso ser um grande tolo pra pensar vencer
Vida, doce vida
Passa tão depressa
Quanto um lindo verso de lua cheia
O dia vem, pouca gente viu a lua
e o luar... ninguém
A gente segue, abandonando
Um medo ou outro ao longo do caminho
Como quem se despede de velha amizade
Mas que ainda existirão
Um dia após o fim da eternidade
Há um tempo a despir-se também
De todo e qualquer orgulho
Como espelho que se parte
Agora partimos
Sem fazer barulho, alarde ou ruido
Nem querer se fazer ouvido
Pois, quanto mais a gente cresce
Mais a gente se apequena
de tanto pensar, se pensa
E vê que não vale a pena.
Edson Ricardo Paiva.
Um dia você descobre
que a vida não foi à toa
e que, apesar de não ser tão boa
não há dor que não se cure
não há dor que pra sempre dure
e que, infelizmente
não existe dor que não doa
o que existe realmente
é dor que se sente à toa
tem a dor que te consome
e a dor que sem pena te rói
mas a dor menos amena
é a dor que apesar de ser dor
você nunca sabe onde dói.
Ser ou não ser?
Veja a cor da cereja
Não importa
a tonalidade do vermelho
a rosa também nasce branca
Nem sempre a cereja é vermelha
Nem sempre tudo é somente
aquilo a que se assemelha
Os espelhos também mentem
Melhor confiar na intuição
Entre o Céu e o chão
É sempre aconselhável
conhecer o que se quer
Antes de querer
Eis a questão!
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