Textos de Estrelas

Cerca de 2890 textos de Estrelas

O meu céu desaba quando não te tenho e as minhas estrelas caiem sem brilho queimando os meus sonhos e desejos que um dia se fez forte;
Meu horizonte fica encoberto pelos meus anseios trazendo certo nevoeiro de saudades que tanto machuca o meu coração;
Mas quando lhe tenho em meus braços a minha insanidade faz com que as minhas idéias voltem ao lugar de origem junto com os meus sentimentos;

Inserida por JULIOAUKAY

Faça-me tocar o céu e buscar as estrelas para te ver sorrir para viver essa história que tanto meu coração implora para ter a teu lado;
Dona do meu pensamento e do meu coração faça de nossas vidas o melhor que poder para que eu possa te fazer muito feliz, pois se eu não conseguir, chegarei o mais próximo que puder;

Inserida por JULIOAUKAY

⁠Eu luto para tocar as estrelas e saber onde
Buscando saber o paradeiro que a felicidade se esconde
São tantas estrelas que morreria lutando e não alcançariam
Mas ainda sim a felicidade eu conquistaria
E contemplaria as tuas certezas com os sentimentos do meu coração
Revelaria todos os seus segredos com o fogo da minha paixão;

Inserida por JULIOAUKAY

⁠azul como o céu 🌊


Azul como o céu
Azul como o mar
Estrelas a brilhar
E nossos corações a pulsar

Sentados na calçada a noite
Perdida no Azul dos seus olhos
Tento focar no que você diz
E me perco em seus braços, como uma boa aprendiz

Um amor puro e verdadeiro
Um laço forte, um laço inteiro
A conexão nunca falha
Em cada abraço, a alma se agasalha

A cada beijo, a cada toque
Nossos desejos dançam como um rock
Em nossos corpos, a paixão se foque.

Inserida por Adrieletizo

⁠Numa noite estrelada, novos sonhos nascem.
E realizações começam a tomar forma.
As estrelas brilham com luz própria.
E iluminam o caminho que vamos trilhar.

Com o coração cheio de esperança.
E a mente cheia de ideias.
Nós nos lançamos ao desconhecido.
E conquistamos nossos objetivos.

Numa noite estrelada, a magia acontece.
E os sonhos se tornam realidade.

Maria Bueno 💜

Inserida por buenomaria67

A MULHER QUE TOCAVA ESTRELAS COM A ALMA.

Numa manhã fria de março de 1857, na cidade escocesa de Dundee, nasceu Williamina Paton Stevens Fleming — uma menina que, ainda antes de conhecer o céu, já carregava as estrelas dentro de si.

Aos 14 anos, já era professora.
Mais tarde, foi abandonada grávida pelo marido ao chegar aos EUA.
Sem opções, tornou-se empregada doméstica…
…na casa do diretor do Observatório de Harvard.

Frustrado com seus assistentes homens, ele disse:

“Minha criada escocesa faria um trabalho melhor que todos vocês.”
E fez.

Em 1881, Williamina trocou o avental pelas lentes astronômicas.
Sem diploma. Sem cátedra.
Mas com a mente brilhante e a alma determinada.

Foi pioneira entre as “Computadores de Harvard”, um grupo de mulheres que — nos bastidores da ciência — traçou os mapas do céu com os próprios olhos.

*Ela catalogou mais de 10.000 estrelas.
*Descobriu 10 novas.
*Identificou 59 nebulosas e mais de 300 estrelas variáveis.
*Criou o sistema de classificação estelar ainda usado hoje.

Num universo dominado por homens, ela se tornou a primeira mulher membro honorário da Real Sociedade Astronômica.

Williamina não apenas estudou as estrelas.
Ela se tornou uma.

Inspiração que atravessa séculos

Mesmo invisível aos olhos de seu tempo, ela redesenhou o céu.
E nos ensinou que é possível renascer das cinzas,
brilhar no silêncio,
e escrever a própria constelação — com coragem.

“Quando você sentir que está à margem da história, lembre-se: até as constelações só se formam depois de noites inteiras de paciência.”

Inserida por marcelo_monteiro_4

Liberdade 2019

Não estava escrito no céu
Não estava escrito nas estrelas
Estava escrito no muro
Já escurecido pelo tempo
Arruinado pelo pó e pela chuva
Era o limo que escondia a palavra
Ela se fazia resistente as intempéries
A LIBERDADE em estrangulamento, fato
Muita gente passa é já não mais a observa
É só um muro sujo que precisa ser demolido
Mas, para os meus olhos, ela salta em 3D
Tenta se desgarrar como a alma
de um corpo morto que não quer deixá-la ir
A LIBERDADE é persistente
Ela sabe que um dia o muro irá cair
Ela se desprenderá
Levará a vida ao arrepio da Lei
Que perdeu a sua essência
Lei que levanta muros
Lei dos incultos
Lei da unicidade
Lei de atos inseguros
Lei da obstinação
Por melhor que seja
A LIBERDADE não irá se fixar nem no céu
Nem nas estrelas
Não, LIBERDADE não é presa
LIBERDADE é excelência
Expurga a comedida paciência.

Inserida por MariadaPenhaBoina

⁠Sob o véu da noite acesa,
com estrelas por testemunha,
um homem repousa a alma tensa
no silêncio que o mundo arruma.

Foi de sol a sol sua lida,
com calos, suor e esperança,
construiu com força a própria vida
mas deixou de lado a dança.

Agora, ele sonha sereno,
com um canto à beira do nada,
onde o tempo caminha pequeno
e o peito respira a madrugada.

Quer uma barraca acesa,
um céu vestido de luar,
e ao lado, com leveza,
alguém que só saiba amar.

Uma mulher de fala doce,
de mãos que sabem cuidar,
que o olhe como se fosse
poesia ao caminhar.

Não busca luxo, nem fama,
só um abraço demorado,
um chá quente que o chama,
um coração encantado.

Nesse campo onde o fogo dança,
e a água cai como canção,
ele enfim planta esperança
no jardim da solidão.

Porque o mundo pode ser duro,
mas o amor é sempre abrigo
e hoje o homem do futuro
só quer paz… e alguém consigo.

Inserida por AndersonS

⁠LUZ DAS ESTRELAS
Certa feita estive numa aldeia.
Lá me deparei com uma menina,
Sua fome me olhava atentamente.
Tinha o nome de luz das estrelas.
Seu pai não se sabia e sua mãe não vinha.
Perguntei-lhe se sonhava. Disse-me que não.
Mas que quando deixasse de ser miúda,
iria ser médica para cuidar das pessoas e dos que vão nascer.
Você sabe o que é poesia?
Não, não a conheço, interpelou-me rapidamente.
Poesia é feita pra gente?
Passei a visitá-la.
Numa manhã que chovia, nova indagação.
Do que você gosta? Prontamente me disse:
Gosto de comida, de escola e de brincar de casinha quando faz frio.
E vou lhe confessar algo.
- Também brinco de agarrar nuvens com as mãos
Carlos Daniel Dojja
Para Luz das Estrelas, em Angola.

Inserida por carlosdanieldojja

⁠A Alquimia do Encontro: Raízes que Florescem no Silêncio das Estrelas

(por Diane Leite)

O tempo nos ensina que algumas histórias não são lineares. Elas não obedecem ao relógio, nem seguem a lógica previsível da vida. Algumas histórias são sementes lançadas ao acaso, brotando onde não deveriam, florescendo no impossível.

Jamile e eu fomos assim: duas raízes fincadas em solo árido, crescendo contra as previsões, sustentadas apenas pela força do que nos unia. No início, não havia teoria, não havia análise — só a intuição de que, de alguma forma, éramos feitas da mesma matéria invisível.

Mas o tempo passou. E hoje, olhando para trás, vejo o que não sabia nomear naquela época. O que nos uniu não foi apenas a amizade — foi a alquimia silenciosa que transforma dor em cura, que tece laços onde o mundo só vê desencontros.


---

1. O Encontro Antes da Consciência

A maternidade nos reuniu. Mas não da forma convencional, onde se romantiza o milagre da vida. Nos reconhecemos no não dito, na exaustão, na solidão de sermos mães fora do roteiro esperado.

Jamile, com sua filha Bia — a menina que desafiou diagnósticos e estatísticas, que existia com a ousadia de quem ignora limites. Eu, com meu filho superdotado, que carregava uma mente à frente do tempo, mas sentia o peso de um mundo que não sabia acolher sua diferença.

Nós nunca dissemos "está tudo bem". Porque não estava. Mas havia algo maior entre nós: a liberdade de não precisar fingir.


---

2. Entre o Silêncio e o Abraço: O Que Só o Tempo Revela

Na época, eu não entendia a profundidade do que vivíamos. Só sabia que, quando Jamile sorria, algo em mim respirava aliviado. Que, quando Bia ria, mesmo sem entender tudo ao seu redor, ela me ensinava que felicidade não precisa de autorização.

Hoje, sei que a nossa amizade era mais do que um encontro de afinidades. Era um espelho. Winnicott chamaria de objeto transicional — aquilo que nos permite existir entre o desespero e a esperança. Mas, para nós, era só um café compartilhado em meio ao caos, um olhar que dizia: "Eu vejo você".


---

3. Quando a Vida Ensina o Que os Livros Não Contam

Prosperidade nunca foi sobre dinheiro para nós. Era sobre rituais pequenos: dividir o silêncio sem precisar preencher o vazio com palavras. Sobre saber que podíamos reclamar, chorar, dizer que estávamos cansadas, sem medo de sermos julgadas.

Bia, com seus 20 anos e o desejo de um namorado, nos ensinava algo que nenhum manual de psicologia poderia: a vida não pede permissão para existir. Ela amava, queria ser amada, ria com a mesma intensidade com que desafiava a medicina.

Na época, eu via isso como um milagre. Hoje, entendo que era muito mais: era a materialização do que Freud chamaria de pulsão de vida. Era a prova de que a existência não se resume a estatísticas, mas ao desejo inquebrável de viver.


---

4. Opostos que Dançam: Eu, Nuvem. Ela, Chão.

Eu, a sonhadora. A nuvem sem direção, movida pelo vento da curiosidade infinita. Jamile, o chão. A mulher prática, que transformava sonhos em planos concretos.

No início, eu achava que éramos opostas. Mas o tempo me mostrou que éramos complementares. Jung falaria sobre animus e anima — a fusão entre o impulso e a estrutura, entre o voo e a raiz.

Ela me ensinou a construir pontes onde eu via abismos. Eu a lembrava de que até as pontes precisam de espaços vazios para existir.

E nessa dança dos opostos, descobrimos que coragem não é a ausência do medo. Coragem é a arte de caminhar com ele.


---

5. O Futuro que Já Nasceu Dentro de Nós

Hoje, Jamile criou três filhas em um mundo que ainda hesita em aceitar o diferente. Eu sigo voando, mas agora sei que até os pássaros precisam de um lugar para pousar.

E Bia?
Bia continua rindo.
Bia continua amando.
Bia continua desafiando o destino, provando que algumas almas não seguem regras. Elas simplesmente existem.


---

Epílogo: Para Jamile, Minha Irmã de Alma

Se eu pudesse voltar no tempo e falar com a mulher que éramos há 20 anos, eu diria:

Resiliência não é virtude. É verbo.

Amor não é posse. É ato revolucionário.

Prosperidade não está em números. Está no som das risadas de Bia, ecoando além do tempo que lhe foi roubado.


Porque agora eu sei.

Não foram 20 anos de amizade.
Foram 20 anos de constelação.

Duas estrelas que se encontraram no caos cósmico e decidiram iluminar juntas a escuridão.

Porque algumas histórias não cabem em diagnósticos.
Elas simplesmente acontecem.
E isso já é toda a teoria que precisamos.

Inserida por dianeleite

⁠O Primeiro Brilho,Das Estrelas.



Foi há bilhões de anos atrás no universo.
Em uma imensa escuridão,que revestia esse lugar.
Onde o tempo passava e deixava os seus motivos.
Em espaços cósmicos,pontos luminosos seriam visíveis nos anos que ainda viriam.
E seriam milhares deles.
No esplendor do universo.
Com uma grande criatividade,a gravidade envolveu muitas partículas,juntamente com a poeira distinta.
Tendo em seus criativos desejos,um grande sentimento vindo das galáxias.
Até das nuvens transparentes,vinham bons gestos.
Que em luzes,guiaram brilhos para a criação de outros.
Nos lados do universo.
Na velocidade do tempo.
Com força para acender em luz,silhuetas ardentes e gentis,começariam um demorado espetáculo.
Transformando em milhares de luzes uma imensa escuridão.
Silhuetas ardentes,também com uma força interior aos seus brilhos já nasciam.
Em muitas gravidades,laços cósmicos e com vestígios de nuvens transparentes,silhuetas ardentes ofuscavam a solidão.
E mais do tempo e o seu fascínio,passava.
E no universo,brilhos estavam.
Com os anos em luz,entre aquelas silhuetas ardentes.
Muitas delas nascendo e crescendo,com outras razões.
Milhares de pontos luminosos,em espaços no universo.
Com calmaria,o universo estava sendo pontilhado.
Com silhuetas ardentes.
E o tempo,teve que contar por outras milhares de vezes.
E com paciência,fez.
Silhuetas ardentes,algumas pequenas,grandes e gigantes,iluminavam as suas respectivas almas.
E o universo.
Milhares de silhuetas ardentes,tinham em seus movimentos,rochas e poeira distinta.
Que orbitavam as suas belezas.
Milhares de silhuetas ardentes ficavam mais fortes em chamas,enquanto cresciam.
E ainda havia,mais anos-luz.
Assim,como as milhares de silhuetas ardentes.
Pontilhando um querido universo.
E os seus sonhos.
Silhuetas ardentes,eram enfeitadas com cores.
Cada cor,trazia um significado.
Para cada silhueta.
Sobre as suas almas,da força em seus corações.
E seus brilhos.
Iluminando seus movimentos e atrações gravitacionais.
Silhuetas esféricas e ardentes.
Comovendo um universo,com os seus brilhos amigos.
E o tempo que é preciso,voltou nos rastros brilhantes.
Porque em anos-luz,teria que indicar.
E mais silhuetas ardentes,acendiam em uma silenciosa escuridão.
E foram criadas também,silhuetas raras.
Que brilhavam vorazes nos seus sentidos.
Cada coração raro,batia com uma pulsação inconfundível.
Outras silhuetas,atraíam com mais força trejeitos cósmicos,como ímãs gigantes.
E algumas silhuetas ardentes,com pequenos movimentos,faziam de outras chamas as suas vidas.
Com energias minúsculas e poderosas,do que a maioria das outras silhuetas ardentes.
E milhares de luzes,atravessaram um universo e os seus lados.
Com brilhos da alma.
Com distintas chamas coloridas.
Em fragmentos,em momentos do passado,silhuetas ardentes faziam coisas bonitas.
Como brilhar.
Em anos-luz mesmo distante em seu viver,silhuetas brilhavam por outras.
Silhuetas bonitas,se deslumbravam com outros brilhos.
Amigáveis e que ofuscavam um pouco uma escuridão.
Silhuetas ardentes girando em luzes.
Com mais brilho,ou um pouco menos.
Com uma razão vinda de cada alma iluminada.
Estavam espalhadas em um imenso universo.
Algumas silhuetas,tinham perto uma outra.
Atraídas com graciosidade.
E seus brilhos se misturavam.
Deixando um lugar mais especial.
E mais silhuetas foram criadas,porque o universo precisava.
Para se sentir iluminado e aquecido.
E na sua inseparável escuridão,iria contar milhares de pontos luminosos em sua essência.
Em um passado no tempo,um primeiro brilho trouxe outros.
Como sinais de bondade e beleza.
Brilhos que refletem cada silhueta.
Cada alma iluminada de compaixão.

Inserida por FFabricio

⁠⁠Via Láctea:Caminho De Estrelas.




Alguns bilhões de anos atrás,uma silhueta seria imaginada.
Em uma agradável coincidência cósmica,uma outra sensação,encontrou essa silhueta.
Com a intensidade desse encontro essa silhueta começaria a ser conhecida,em um maravilhoso recanto.
Bilhões de anos atrás, ocasionando a vinda de estrelas,de virtudes e contentamento.
E na calmaria que se faz presente em qualquer momento,essa silhueta ia se transformando em algo grandioso.
Em seu coração,mais estrelas nasciam.
Do seu coração,mais sentimentos vinham.
Uma silhueta com pedacinhos do outrora que estava dentro de sua vida,após um repentino toque.
E que levou para tantos lados,formas e curvas.
E adornada por uma força desconhecida e precisa,essa silhueta seguia o seu percurso.
Por que do seu brilho,simpáticas e esféricas figuras já eram vistas.
E novas estrelas,eram criadas.
No centro do seu coração,algo que a chamava sem dizer uma palavra,tinha uma força parecida com milhares de estrelas,em um só lugar.
E uma linda silhueta feliz e estrelada,girava no compasso do coração.
Em seus sonhos foram criadas estrelas raras,e arcos de rochas.
Que enfeitavam cada volta em seu viver.
E contemplando estrelas,via ao longe outros sentidos.
E ainda seguindo os seus,se misturava com o próprio existir.
Nas estrelas ao longe,mas que de alguma maneira pareciam próximas.
E nascendo em seu vasto coração,mais estrelas.
Que estavam maiores e gratas por estarem em um acolhimento.
Em uma silhueta gentil,com um aroma encantador.
Que atravessava os seus pontos distantes.
E criava motivos sinceros,para mais estrelas serem deixadas em seus caminhos.
Um caminho grandioso,com uma silhueta iluminada por suas estrelas.
Em cada caminhar,estrelas brilhavam entre o dia e a noite.
Trazendo razões de esperança.
Linda silhueta espiralada.
Voando em seu sexto sentido galático.
Com seus pontiagudos braços entrelaçados com outros quatros visíveis por bons carinhos,os protegendo,e sendo felicitada por eles.
Em meio a claridade de estrelas.
E nas demais características de exoplanetas.
Enquanto mais sonhos,eram feitos ao seu redor.
Bem em seu coração,que trazia uma chama para um ponto que se curvava,como um ato de nobreza.
E que se deslocava bem devagar,sendo sentido por estrelas que ali estavam,e por essa silhueta espiralada.
Desse coração para outras belezas em seu existir,certas distâncias se cumprimentavam.
Guiadas por uma grandiosa formosura.
Sem cessar,também por estrelas.
Bilhões de anos,se fizeram presente.
E essa linda silhueta esperançosa de sentimentos seus,em muitos lugares atravessa.
E fica em céus claros,com a confiança que lhe pertence.
E quando céus escurecem,com outras cores em seus limites por nuvens,estrelas encontram estrelas.
E voltam para uma encantadora galáxia.
Para que com ela,possam ir ao encontro da eternidade.

Inserida por FFabricio

⁠Vida Das Estrelas.




As galáxias são belas e com formas cativantes.
Girando no universo,em uma doce sintonia.
Algumas são espiraladas,elípticas ou espiraladas com um elo brilhante.
Galáxias que estão unidas por uma invisível e poderosa atração.
Mesmo em um tempo que passeia distante,algumas veem outras como se estivessem um pouco mais perto.
Em uma ilusão,que a luz pode criar.
Em cada galáxia,milhares de estrelas sonham.
Com outros brilhos.
E ainda procurando outros momentos,giram com as suas galáxias.
Nas galáxias espiraladas,estrelas são as suas pontas.
Que indicam e iluminam cada volta.
As galáxias elípticas,
brindam as suas estrelas com grandes sorrisos.
Nas espiraladas com um elo,há estrelas que se impressionam com esse jeito de brilhar.
Brilhantes e belas galáxias.
Com incontáveis estrelas.
Muitas galáxias têm em seus movimentos uma outra.
Atraídas por algo invisível,que percorre com o tempo.
Que em uma pequena ilusão criada por uma distorção,faz com que essas galáxias pareçam apenas uma.
E são milhares.
Vivendo com as suas estrelas.
Nos dias do universo.
Com carinho e novas estrelas.
Como tem que ser.
Nas belas e adoráveis galáxias.

Inserida por FFabricio

⁠Que Estrelas,São Essas?.




Existem estrelas,com muitos dons.
Estrelas variadas.
Em formas,giros e brilhos.
Em cores e tamanhos.
Estrelas sendo formadas,e estrelas deixadas com outras.
Estrelas estreladas.
Algumas delas,possuem brilhos velozes.
Nem outras estrelas,teriam essa intensidade.
Estrelas que giram,mais velozes que alguns ventos.
E que têm silhuetas diferentes de outras.
Por girarem tão rápido.
São formidáveis.
E outras tantas são menores,que as vastas estrelas.
Existem estrelas,com diferentes poderes de atração.
Com os seus corações pulsando forte,com os seus maravilhosos brilhos.
Pulsos contínuos para outras estrelas.
Em grandes pulsações,corações estrelados refletem cada vida.
Nas estrelas que pulsam.
Outras pequenas estrelas,atraem os seus próprios movimentos. Em suas formas de viver.
Com um grande calor,em uma repetitiva dança estelar.
Há estrelas que são mais velozes.
E com brilhos maiores.
Que ofuscam as mais distantes estrelas.
E poucas vezes,são vistas por outras.
Existem estrelas iluminando estrelas.
E as que são diferentes das demais,também são especiais.
Como essas estrelas.
Que giram mais rápido.
Que têm um forte pulsar.
Com o intuito de chamar as outras estrelas.
Com uma grande satisfação.
Nas estrelas que giram sem cansar.
Para outras com pulsos fortes de afirmação.
Nas pequenas e atraentes estrelas.
Com os seus movimentos espetaculares.
Pois sabem de outras,que brilham ainda maiores sobre qualquer coisa.
Que estrelas são essas,então?.
Com seus nomes brilhantes.
No esplendor de cada iluminar.
São estrelas do amanhã.
Que irá chegar saudando vestígios parecidos com estrelas.
Diferentes ou iguais,daquelas que pontilham o universo.

Inserida por FFabricio

⁠Estrelas Viajantes.






Quando anoitece,o céu começa a ser iluminado pelas coloridas estrelas.
De centenas à milhares.
De bonitas estrelas.
Na sua formosura celeste tem entre as estrelas distantes motivos suficientes para estar entre elas.
Distante daqui,aquelas estrelas parecem sem movimentos.
Em uma ilusão causada por brilhos galácticos e estelares.
Ao redor de uma intensa gravidade que une o universo.
Como esse céu terrestre adorado e celeste.
Essas estrelas viajantes riscam o brilho das outras.
Minúsculas estrelas,como grãos velozes e brilhantes.
Estrelas que viram nesse céu,um outro abrigo,uma passagem para uma outra dimensão.
Mesmo sendo grãos,deixam linhas brilhantes nos seus rastros.
Enormes brilhos dessas estrelas viajantes.
De algum lugar desse Sistema Solar.
Vindas de um outro planeta,asteróide ou de um cinturão rochoso e congelante.
Viajantes estrelas que acendem no coração azul desse céu,as fotografias de outras viagens.
Até em cartas perfumadas com uma poeira cósmica.
Sem endereços essas estrelas procuram alguma atmosfera para que possam deixar cair os seus desejos.
E ainda escrevem em um movimento,pedidos que ressoam nas suas vindas quando se aproximam.
Aproximações de alguns segundos e que brilham como uma estrela maior.
Das milhares que brilham distantes,poucas estrelas conseguem viajar.
De um jeito veloz com uma rara luz de lembrança.
Vindas de um outro lugar para esse céu,fazendo com que cada noite tenha mais do que alguns momentos.
Sendo levadas por aqueles grãos brilhantes para alguma constelação ou para um outro maravilhoso destino.
Algo especial desse céu está em cada estrela viajante que entre tantas noites,encontraram no seu coração um lugar para ficar.
Antes de partirem para uma outra inesperada viagem.

Inserida por FFabricio

Poema: És bela


⁠⁠És bela, como um diamante lapidado
Como as estrelas coloridas,
Teus olhos são brilhantes
Iguais ao arco-íris.

Tua boca, carnuda
Tua pele, macia,
O teu corpo despido
Me enfeitiçam.

Queria estar em seus braços
Sentir teu cheiro, o teu suor em meu corpo.
Ah quem me dera fazer do teu corpo
Uma excursão, conhecer lugares novos
E observar as paisagens do teu corpo e teu coração.

Inserida por Wallace78

⁠Mais alta


Ai minha mãe! As estrelas!...
Como são lindas!...
Lindos são teus filhos!...
Lindos são teus olhos!...


Lindos são teus cisnes brancos!
E os teus laranjais nesse pomar!
Lindo é esse teu Alvor!...
Sim, mulher de Portimão. Terra de dor.


Cidade, a quem dei o meu amor!
O meu Ser, mesmo sem nada ter...
Te o dei! Oh terra mãe da caridade!


Até que vá à alta terra...
Terra, sem mar , sem guerra!...
Pois mãe! Esta é a mais linda e alta, do Ser!

Inserida por Helder-DUARTE

⁠És minha nebulosa envolta por aglomerados de estrelas compondo minha galáxia de amor.
Quando te observo, mais evoluo no profundo do universo.
Nenhum buraco negro nos tragará, pois a força gravitacional que nos prende se chama: Paixão!
Nossa história está registrada nas mais altas nuvens impelidas pelo vento do desejo.

Inserida por Rafael86

⁠À Ana Luiza

Aguardo você, minha paisagem, lua com estrelas ao entardecer.

Nem toda poesia de C. Drummond poderia te descrever.

A sua voz me naufraga, seu olhar me derruba.

Logo todavia, quem diria, cê me inspirou a escrever.

Uchiha? Seus olhos... Quero ser seu plano da lua.

Íris cor de chocolate âmbar, seus olhos me viciam.

Zona do horizonte de eventos, és minha órbita pura.

Amo olhar para o céu, sua constelação me ilumina.

Inserida por ArthurVinagre

⁠Sob a luz das estrelas

Sem ar, sufocado em sombras, engolido pela escuridão do vazio, enxergo não só uma mas várias luzes no fim do túnel, nelas enxergo o reflexo de uma água que escorre de duas estrelas, antes disso, o silêncio era ruidoso, porém agora tudo se cala diante dele, pequenas luzes que ofuscam até mesmo o sol e a vazio.

Inserida por ArthurVinagre