Textos de declaração de amor
Amor Cigano
Você lê o meu futuro e sabe onde me encontrar
Deixa o rastro do perfume só pra me atiçar
Disse que não queria laço, que era de descolar
Mas montou o seu castelo no meu próprio olhar
Fazer o que se o teu jogo me tira o juízo?
Tô preso no teu beijo e assumo o perigo
Você reclama desse meu amor que vai e vem
Mas corre pro meu colchão e não quer mais ninguém
Diz que sou cigana, que engano o teu coração
Mas adora o gosto quente dessa nossa ilusão
Querendo ou não, você já sabe o caminho de volta
Se eu abrir o sorriso, a tua marra desmorona
Esse amor cigano que prende e desata
Me leva pro céu, me vicia e me mata
De boca em boca, de noite em noite a gente vai além
Mudando de plano, fingindo que não é de ninguém
Mas quando o corpo encosta, a verdade impera
Nenhum outro beijo no mundo supera
Você diz que o mundo é pequeno pra nós dois
Mas some e deixa a saudade pro dia depois
A gente se engana sabendo o final da história
Mas pede mais uma dose na nossa memória
Esse amor cigano que prende e desata
Me leva pro céu, me vicia e me mata
De boca em boca, de noite em noite a gente vai além
Mudando de plano, fingindo que não é de ninguém
Mas quando o corpo encosta, a verdade impera
Nenhum outro beijo no mundo supera
Esse teu amor cigano...
Que te prende e te mata...
Sempre volta pra mim.
A vida passou, infelizmente é difícil falar de amor
Um dia você irá se apaixonar por alguém
Que esse alguém lhe ame a ponto de nunca te deixar como o outro amor deixou
Belas palavras em uma música até reforça o refrão
Como você podia entender que todo aquele momento seria em vão ?
Algum momento relembro na memória
"Pense na história"
Uma bela chuva em uma noite de verão
O momento propício para um poema recitar, "após sete anos e meio tudo acabará"
Laço de Luz
Nosso amor não é chama que se apaga ao vento,
é raiz funda, segura, no solo do tempo —
um olhar que entende antes da palavra vir,
cumplicidade que faz o dia ter mais cor.
É toque suave, afago que acalma o cansaço,
mão que encontra a outra sem precisar chamar,
carinho que mora no gesto, no silêncio,
em cada detalhe que só nós dois sabemos contar.
Não tem pressa, não tem medo, não tem fim:
cresce devagar, forte, como árvore antiga,
e em cada abraço o mundo fica mais pequeno —
porque o que é nosso cabe todo em nós dois.
É esse amor profundo, feito de verdade,
que transforma o simples em pura eternidade.
Bom dia, meu amor.
Acordei hoje com o pensamento em você e a certeza de que a vida fica muito mais bonita desde que você faz parte dela. Queria que o sol de hoje tivesse o brilho do seu sorriso e que o dia fosse tão especial quanto você é para mim.
Que o seu dia seja iluminado, leve e cheio de razões para sorrir. Estou contando os minutos para a gente se encontrar novamente. Amo você!
ÀS IGREJAS DO PLENO AMOR.
Catarina Labouré / Irmã Zoé .
Queridos irmãos, fraternidade e paz descam sobre cada um de nós e permaneça em morada plena no cântaro de nossos sentimentos.
O mundo sacode-se e contorce-se de dores sequazes imperativas das nossas corrupções morais que não cabendo mais no alforje transborda pelos caminhos onde vai o interesse humano que regorgita o veneno sorvido pelo próprio homem.
A iniguidade, a dor, a injustiça e as trevas do orgulho e do egoísmo tem alimentado fartamente o monstro da destruição que investe contra a esperança e a paz.
O estertor das bombas de outrora que estilhaçava uma fria e indiferente belicosidade, eis que bate quase que já arrombando todas as portas do mais além na terra e no céu. Irmãos de Jesus, amados e amantes do Cristo, relembremos os primórdios do Evangelho sobrevivendo ensanguentado pelos mártires sem nenhuma particular denominação religiosa o estandarte era tão somente a mensagem cristã. Hoje, hora aponta e convoca os corações de um só amor, de um só pastor e um só rebanho. Somos convidados há muito meus filhos a amparar e estender o socorro a quem é vítima limpa e que se encontra sobre os escombros da maldade que sem dar-se conta devora a si mesma num repasto que não cabe à mesa messiânica. Somos convidados a lutar pela paz distante e tão seguaz tão perto, mas lutar sem atacar, lutar sem ferir, lutar sem o peso das nuvens densas em nossos corações e nem em nossa razão. Não existe o que justifique o aniquilamento de uma reencarnação. Irmãos que somos, como outrora já o provamos estando sob as bênçãos do Cristo. Qual a diferença que nos dividiu que não tenha causa primordial no interesse humano? Hora urge combatentes, sustentáculos do brilho do amor excelso daquele que amou e ama para todo o sempre até os confins do mundo demo-nos as mãos mais uma vez, mas em plena homogeneidade com o coração. Jesus conta com cada alma sempre e sempre uma vez mais,não o abandonemos no horto entregando-nos ao sono da indiferença. O Mestre conta com os vitimados para que busquem força na crença do estar no lugar do outro,conta com os que compadecem para que o samaritano resurja antes do assalto na estrada, conta com cada pensamento de harmonia e paz e esta paz fortalecerá os lares e ao mundo. As potências bélicas estão nas mãos humanas, mas a Lei e a vontade na permissão Divina. Sejamos hoje mais que ontem nos holocaustos Cristãos, mais unidos, compreendendo que tudo tem um curso de meandros,mas somos os herdeiros de Deus a exercer a obra magistral de caráter efetivamente e inequívoco pois só se comprova na fraternidade.
VOLÚPIA
Dóris Araújo
O amor escorre dos meus olhos,
fluido forte, fremente.
No meu peito arde um sentimento intenso:
a luta entre o sim e o não.
Meus lábios tremem e desejam seus beijos
úmidos, quentes e eróticos.
Passeiam pelo meu corpo suas mãos sensuais.
Abraça-me com impetuoso carinho.
Acaricia-me com seus olhos de fogo.
Inspiro o seu cheiro e não expiro.
Guardo-o no meu cérebro...
Volúpia é todo o meu corpo,
quando juntos, fogosos,
ultrapassamos a velocidade do som.
Com êxtase, levanta-me em seus braços viris.
E eu enlouqueço!
Dóris Araújo
ABERTURA
Este é o livro do amor
Do mesmo amor que arde em nosso peito...
Abre-lhe as suas páginas divinas
e sinta o mesmo ardor do qual ele foi feito,
Como lírios em sonhos que provêm do nosso leito!
Livro de mais ninguém!
Somente do amor eleito
Perene em cada estação
E docemente perfeito!
A OBSESSÃO FAMILIAR - E O MITO DA “MEDIUNIDADE MISSIONÁRIA"
Quando o amor se transforma em sugestão psicológica e o lar passa a alimentar ilusões espirituais.
Há uma forma de obsessão pouco discutida nos meios espíritas e espiritualistas. Ela não se manifesta apenas através da influência de Espíritos desencarnados perturbadores, mas também por intermédio das ideias fixas, projeções emocionais e expectativas desmedidas cultivadas dentro do próprio ambiente familiar.
Não são raros os casos em que pais, avós ou parentes passam anos repetindo a uma criança ou adolescente que ele possui uma "mediunidade extraordinária", uma "missão grandiosa" ou uma "tarefa espiritual superior" destinada a mudar o mundo.
Aquilo que inicialmente parece incentivo pode converter-se em verdadeira indução psicológica.
Allan Kardec ensina que a mediunidade é uma faculdade natural, encontrada em diferentes graus na humanidade. Em "O Livro dos Médiuns", item 159, afirma que toda pessoa que sente, num grau qualquer, a influência dos Espíritos é, por isso mesmo, médium. Contudo, em momento algum Kardec estabelece que a mediunidade seja sinônimo de superioridade moral, santidade ou missão especial.
Ao contrário, em "O Livro dos Espíritos", questões 459 e 466, os Espíritos esclarecem que as influências espirituais ocorrem constantemente sobre os pensamentos humanos, e que muitas vezes somos dirigidos por sugestões que sequer percebemos.
Quando uma família insiste continuamente em convencer um filho de que ele é um "escolhido", um "missionário" ou um "enviado espiritual", cria-se um fenômeno delicado: a sugestão sistemática. A criança passa a interpretar acontecimentos comuns como manifestações sobrenaturais. Sonhos tornam-se profecias. Intuições tornam-se revelações. Coincidências transformam-se em sinais divinos.
Em muitos casos, não há má-fé. Há afeto, entusiasmo e desconhecimento. Entretanto, o resultado pode ser profundamente prejudicial ao equilíbrio psicológico e espiritual.
Kardec adverte, em "O Livro dos Médiuns", capítulo XXIII, que a obsessão não ocorre apenas por ação direta dos Espíritos inferiores. Ela encontra terreno fértil nas imperfeições humanas, no orgulho, na vaidade e nas ideias fixas.
Nesse sentido, o culto familiar à "missão espiritual" pode tornar-se um poderoso instrumento de fascinação. A fascinação, segundo Kardec, é uma das formas mais perigosas de obsessão, porque altera a capacidade crítica do indivíduo, levando-o a aceitar sem exame aquilo que deseja acreditar.
José Herculano Pires observava que um dos maiores perigos do movimento espírita é a substituição do estudo pelo personalismo. Quando a figura do médium passa a ser mais importante que o conteúdo moral da Doutrina, abre-se espaço para mistificações, fanatismos e desequilíbrios.
A verdadeira grandeza espiritual não necessita de proclamações familiares nem de títulos espirituais. Os grandes missionários da humanidade foram reconhecidos pelas obras, pela renúncia e pelo serviço prestado ao próximo, não por anúncios antecipados de parentes ou admiradores.
O próprio Espírito Emmanuel adverte que a mediunidade é instrumento de trabalho e responsabilidade, jamais certificado de elevação moral.
A Doutrina Espírita é clara ao ensinar que a evolução se mede pelas virtudes conquistadas. Em "O Livro dos Espíritos", questão 625, encontramos Jesus como o modelo e guia da Humanidade. Não é a capacidade de ver Espíritos que define a grandeza de alguém, mas a capacidade de amar, servir, perdoar e melhorar a si mesmo.
Muitos jovens adoecem emocionalmente ao carregar expectativas familiares desproporcionais. Sentem-se obrigados a produzir fenômenos, receber mensagens ou apresentar dons extraordinários para corresponder às crenças dos pais. Outros desenvolvem sentimentos de superioridade espiritual, comprometendo o próprio progresso moral.
O lar deve ser escola de equilíbrio, não laboratório de exaltações místicas.
Se uma faculdade mediúnica realmente existir, ela se manifestará naturalmente e deverá ser educada com estudo sério, disciplina, humildade e observação criteriosa, conforme recomenda Kardec.
A função dos pais não é decretar missões espirituais para os filhos. Sua missão é mais simples e mais sublime: educar consciências, formar caracteres e ensinar valores.
Toda vez que a família substitui a educação pela exaltação, corre o risco de alimentar ilusões.
Toda vez que substitui o estudo pelo entusiasmo, aproxima-se do fanatismo.
E toda vez que transforma uma possibilidade mediúnica em símbolo de superioridade, afasta-se dos princípios fundamentais do Espiritismo.
A prudência, ensinava Kardec, é uma das maiores garantias contra o erro.
No campo da mediunidade, menos deslumbramento e mais discernimento continuam sendo a melhor proteção contra as obsessões visíveis e invisíveis.
Fundamentação Doutrinária
Questão 459 de O Livro dos Espíritos: os Espíritos influenciam nossos pensamentos e atos.
Questão 466: a influência espiritual varia conforme nossas disposições morais.
Questão 625: Jesus é o modelo e guia para a Humanidade.
Questão 919: o autoconhecimento é um dos maiores instrumentos de progresso espiritual.
Capítulo XXIII de O Livro dos Médiuns: estudo da obsessão, subjugação e fascinação.
Item 159 de O Livro dos Médiuns: definição de médium.
Capítulo XX dos Médiuns: responsabilidade moral do exercício mediúnico.
Alerta aos Familiares:
Nem toda sensibilidade é mediunidade.
Nem toda mediunidade representa moralidade.
Nem toda criança sensível está vendo Espíritos.
Nem toda intuição é revelação espiritual.
Nem todo sonho possui significado transcendente.
A repetição constante de narrativas místicas pode criar dependência emocional, fantasias de grandeza e dificuldades psicológicas reais.
A melhor proteção para um possível médium continua sendo: estudo, equilíbrio emocional, senso crítico, vida moral saudável e ausência de deslumbramento.
Fontes:
O Livro dos Espíritos.
O Livro dos Médiuns.
Fonte Viva.
Ceifa de Luz.
Vereda Familiar.
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NA SEARA DO AMOR:
O DISCÍPULO É RECONHECIDO PELO QUE SENTE E PRATICA.
Marcelo Caetano Monteiro.
“Nisto conhecerão todos que sois meus discípulos: se vos amardes uns aos outros.”
— Jesus, João 13:35, Bíblia de Jerusalém
Introdução:
A marca do verdadeiro trabalhador do Cristo.
Jesus, em sua sublime pedagogia moral, legou à Humanidade não apenas um código de virtudes, mas o sinal distintivo de seus verdadeiros seguidores: o amor fraterno vivido com autenticidade. A frase “Os meus discípulos serão reconhecidos por muito se amarem” é uma síntese interpretativa fiel do Evangelho segundo João 13:35. Esse ensinamento ecoa na Doutrina Espírita como pilar da regeneração do homem de si para as sociedades universais.
Com Jesus e Kardec aprendemos amor como Identidade Espiritual.
No Espiritismo, o tema do amor como reconhecimento do discípulo fiel é central.Em O Evangelho segundo o Espiritismo, especialmente:
Capítulo XI – Amar o próximo como a si mesmo,
Item 4: “Fora da caridade não há salvação”, reafirmando que o amor ao próximo é o verdadeiro sinal da elevação moral.
Item 13: Os Espíritos nos dizem que “o amor resume a doutrina de Jesus inteira, porque esse é o sentimento por excelência.”
Em O Livro dos Espíritos, encontramos o fundamento dessa moral elevada:
Questão 886: Quando Kardec pergunta qual o verdadeiro sentido da caridade, os Espíritos respondem: “Benevolência para com todos, indulgência para as imperfeições dos outros, perdão das ofensas.”
O Evangelho segundo o Espiritismo:
Capítulo XVII - Sede perfeito.Os bons espíritas “Reconhece-se o verdadeiro espírita pela sua transformação moral e pelos esforços que faz para domar suas más inclinações."
A frase retoma a mesma ideia do Cristo: é pela conduta amorosa diária, nos esforços empreendidos com o real desejo de se melhorar que se reconhece o discípulo.
Na Revista Espírita, edição de julho de 1865, há um texto de Allan Kardec intitulado O egoísmo e o orgulho – causas do sofrimento, no qual ele ressalta:
“Enquanto o homem não colocar o amor ao próximo acima de suas vaidades e interesses mesquinhos, não poderá dizer que segue a Cristo.”
Léon Denis: A Dinâmica do Amor no Coração do Trabalhador.
Em O Problema do Ser, do Destino e da Dor, Léon Denis aprofunda o ideal cristão sob a luz da razão:
Capítulo XX – O Dever, ele escreve:
“O amor é a força suprema que rege os mundos; o dever é a aplicação do amor. Quem ama,serve. Quem serve, realiza o bem.”
Em O Grande Enigma, no Capítulo XVI – O Culto do Belo, Denis aponta:
“O verdadeiro discípulo do Cristo é aquele que faz da sua vida um apostolado silencioso,irradiando a luz do bem por onde passa.”
Joana de Ângelis: A Psicologia do Amor como Alimento da Alma.
Na obra Vida Feliz (Divaldo Franco – Espírito Joana de Ângelis):
Mensagem 45:
“Ama sempre,mesmo quando não sejas correspondido,porque o amor é fonte que desata correntes e dissolve as algemas do sofrimento.”
Em Jesus e Atualidade, capítulo 1 – Discípulos de Jesus:
“O discípulo real do Mestre é o que ama sem impor,serve sem exigir,permanece quando todos partem,e se sacrifica em nome do bem.”
Joana nos apresenta o amor não como emoção instável,mas como decisão de doação contínua, que é o verdadeiro critério de reconhecimento espiritual.
Raul Teixeira: O Trabalhador da Seara de Coração Humilde.
No livro Na Seara do Mestre (Espírito Camilo – psicografia de Raul Teixeira):
Capítulo "Discípulos de Ontem, Servidores de Hoje",encontramos:
“Jesus não busca especialistas em letras, mas corações dóceis e voluntários.O sinal é o amor:quem ama,não cansa de servir.”
Raul reforça o caráter prático do amor no cotidiano das casas espíritas, no acolhimento, no passe, na escuta fraterna formas pelas quais o discípulo se revela.
Aplicações na Seara: O Amor como Ação
A seara de Jesus não é feita de teorias, mas de mãos estendidas,gestos anônimos e sacrifícios discretos.Os trabalhadores espíritas são convidados a ser reconhecidos pelo que sentem,mas principalmente pelo que praticam em silêncio,com doçura,renúncia e espírito de cooperação.
Quem se oferece ao serviço na Seara do Cristo deve trazer no coração a sua insígnia: a bondade ativa.
*Conclusão Consoladora.
O verdadeiro discípulo não é o que fala mais,nem o que se destaca aos olhos do mundo,mas aquele que ama discretamente,que perdoa com sinceridade,e que serve mesmo quando incompreendido.
Lembremos as palavras do Mestre:
“Nisto conhecerão todos que sois meus discípulos: se vos amardes uns aos outros.”
(João 13:35)
Que cada gesto nosso,cada palavra e cada renúncia seja como uma pétala de luz ofertada ao Cristo,para que a seara floresça onde houver espinhos.
“Na obra do bem,não importa o tamanho da tua missão,mas que tenhamos a nossa no cerne íntimo imantado ao tamanho do nosso amor.”
Referências:
Bíblia de Jerusalém – João 13:35
KARDEC, Allan. O Evangelho segundo o Espiritismo, cap. XI, itens 4 e 13.
KARDEC, Allan. O Livro dos Espíritos, questões 886 e 917.
KARDEC, Allan. Revista Espírita, julho de 1865, artigo O egoísmo e o orgulho – causas do sofrimento.
DENIS, Léon. O Problema do Ser, do Destino e da Dor, cap. XX – O Dever.
DENIS, Léon. O Grande Enigma, cap. XVI – O Culto do Belo.
JOANA DE ÂNGELIS. Jesus e Atualidade, cap. 1.
JOANA DE ÂNGELIS. Vida Feliz, mensagem 45.
CAMILO (espírito), psicografia de Raul Teixeira. Na Seara do Mestre, cap. “Discípulos de Ontem, Servidores de Hoje”.
"Meu amor, eu sei que os dias têm sido pesados e que a sua alma parece cansada. Às vezes, o mundo exige tanto de você que esquecem o quanto você já carrega. Mas eu vejo você. Vejo a sua força, mesmo quando você se sente frágil, e vejo a sua luz, mesmo quando tudo ao redor parece escuro.
Não se cobre tanto, não tente carregar o mundo nas costas. Respeite o seu tempo, respira. Eu estou aqui, não só para os dias de sorriso, mas principalmente para segurar a sua mão quando o chão parecer faltar. Você é a mulher mais forte e batalhadora que eu conheço, e nós vamos passar por isso juntos, um passo de cada vez. O seu coração é precioso demais, e eu estou aqui para cuidar dele. Eu amo você."
Wilson Trindade
Nosso Amor
No brilho dos teus olhos me perco apaixonado,
Teu sorriso encanta, meu coração acelerado.
És a luz que ilumina meu caminho sem fim,
Te amo profundamente, és tudo para mim.
No compasso do meu coração, dança a emoção,
Teu amor é a chama que aquece minha solidão.
Nas estrelas do céu, escrevo nosso destino,
Te amo infinitamente, és meu porto seguro, meu abrigo divino.
Mesmo distantes, nossos corações se encontram,
A saudade aperta, mas o amor não se desmonta.
A distância é apenas um obstáculo passageiro,
Pois nosso amor é eterno, verdadeiro e inteiro.
Andressa, meu amor, minha doce princesa,
Teus olhos brilham como estrelas na noite,
Teu sorriso, um sol que em meu coração acende,
Cada instante contigo é um novo deleite.
Teus cabelos ruivos, como fogo que arde,
Em cada fio, a paixão que me envolve,
Teu jeito suave, tua força encantada,
Fazem meu mundo girar, meu amor se resolve.
Nos teus braços, encontrei meu lar,
Teu riso é a música que sempre quero ouvir,
Em cada toque, um universo a explorar,
Andressa, contigo, aprendi a sorrir.
Prometo te amar, na alegria e na dor,
Ser teu abrigo, teu porto seguro,
E juntos, escreveremos nossa história de amor,
Minha ruiva, minha vida, és meu futuro.
Daniel Vinicius de Moraes
Stefany meu amor
Stefany, tua boca é crime que me vicia,
Teu corpo é mapa, me guia e me inicia.
Você me olha e o juízo desafia,
Me chama e eu vou, sem freio, sem trégua, sem dia.
Teu beijo é chama que arde e alumia,
Teu toque é verso que o peito arrepia.
Se for pra ficar, que seja ousadia:
Te quero inteira, sem pausa, sem trégua, pura poesia.
Sou teu sem medo, sem rédea, sem guia.
Se for pecado, que seja alegria.
Stefany, vem cá, que hoje o mundo se arrepia:
Só nós dois, fogo, amor e fantasia.
Daniel Vinicius de Moraes
As pessoas estão sempre se curando do amor.
De alguma forma, isso as renova.
É como se estivéssemos sempre nos tornando versões novas de nós mesmos —
moldando um alguém que esteja apto a tentar tudo outra vez.
Vejo isso como uma forma de melhoria:
mexendo aqui, mudando ali,
ajustando pedaços que antes doíam demais.
E, no fim de tudo,
torcemos para que, da próxima vez que nossos corpos e mentes forem danificados,
seja um pouco mais fácil se reconstruir.
E recomeçar.
Amor é deixar parte de você para as pessoas, para o mundo.
Parte do seu ar;
Parte dos seus pensamentos;
Parte dos seus conhecimentos;
Parte das suas ideias;
Parte do que você sente;
Parte do que você fala;
Parte do que você faz;
Parte do que você vive.
Deixar você aqui na natureza, para que, quando a morte te levar, você continue vivo dentro das pessoas.
Amor não está só em um sentimento egoísta chamado "amor próprio", voltado para o próprio umbigo. Isso é o ego gritando!
Amor está no que vive diariamente, no padeiro que deu bom dia, nas plantas que plantou pela cidade, nas pessoas que ajudou de coração, no abraço na mãe, nos parentes, nos amigos, nos desconhecidos, o carinho com os animais, nos afetos com quem mais precisa, nas palavras positivas, na tranquilidade diante das ofensas, no compartilhamento de alimentos, de experiências, de histórias com seus semelhantes, na natureza, no ar, na vida...
Hoje em dia, as pessoas amam o "amor", mas não amam as pessoas.
Minha Terra, Meu Amor Maior
Terra abençoada por Deus, de céu tão azul,
onde o verde das matas nunca tem fim,
rios que cantam, árvores que abraçam,
e a natureza brilha, beleza que não cabe em mim.
Tem florestas, campos, frutas doces e fartas,
alimento que vem da terra, dom sem igual,
animais livres, cores que encantam,
cada canto aqui é um lugar especial.
O povo brasileiro — ah, esse é o coração!
Amor no olhar, carinho em cada mão,
recebe a todos como se fossem irmãos,
leveza, alegria, alma de quem é coração.
Há diferenças, sim, e erros na política,
coisas que doem, que poderiam ser melhores,
mas são sombras pequenas perto de tanta luz,
não apagam o brilho das nossas flores.
Mesmo com tudo, com o que pode falhar,
esse é o meu chão, a minha raiz,
não há nada igual, em nenhum lugar,
o Brasil é tudo o que eu sempre quis.
Agradeço a Deus, de todo o meu ser,
por me dar essa pátria, essa nacionalidade,
é a terra mais linda que se pode ter,
minha vida, meu orgulho, minha verdade.
Amor pela Excelência é o estado em que a busca por qualidade deixa de ser obrigação e passa a ser expressão natural de quem se compromete com o seu melhor.
É o que transforma disciplina em prazer, consistência em identidade e entrega em propósito.
O amor pela excelência sustenta a constância ao longo do tempo, pois conecta o fazer com significado, tornando a evolução um processo contínuo e consciente.
"Ofereci confiança, oportunidade e parte de mim em forma de negócio.
Era amor, era fé, era acreditar no outro.
E quem não correspondeu, quem não valorizou, mostrou apenas sua própria medida.
Não perdi nada: Só reconheci onde minha energia vale e onde não deve ser desperdiçada.
O valor não está no que dei, mas em quem sou.. Inteira, lúcida e inteira de novo."
O abandono dói porque rompe expectativas, mas também ensina sobre limites, amor-próprio e sobre a natureza impermanente das conexões humanas. Não é vingança nem ressentimento que traz paz; é reconhecimento..
você ainda é inteira, valiosa, mesmo quando alguém decide caminhar por outra trilha.
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