Textos sobre conhecimento

⁠AMOR PROPRIO


Amar só pode ser: desgarrar do "amor", e alçar voo pra outros cantos
E conhecer um mundo de encantos que não posso conter em mim.
Se fomos feitos pra voar, por que não o faze-lo?
Se o amor primeiro esta' nesta finalidade, fim.

Por que trancafiar-se em prol do cantar?..
Este amor e' egoísta! Querendo o canto,
Poe fim ao encanto, pois não se voa
Onde o choro molha as asas no mesmo tanto.

A perder-me de ti, e' crucial o resgate de mim.
Doce encanto de quem descobre de um pouco
Que não se tem por viver; o espirito a padecer.
Ate' que um dia... ah!.. um dia esse coração oco...

poeta_sabedoro

Inserida por andre_gomes_6

⁠JOGO DE PODERES


⁠Na chama da esperança reluz meu caminho.
No doce de encantos, encontro-me bem-mal.
Na brasa da paixão, minha razão só-racional.
Vou passeando entre todos, mas só, sozinho.

Em avenidas de flores vou tropicando; miúdo.
Mente e coração entrando numa competição.
Ao fundo se escuta breve lampejo de canção,
Vislumbrando o amor que sobrevive conteúdo.

Como lobo velho uivando para só amar, amar.
Coração desgarrado da mente pede alimento.
Desta' que a mente vai obedecer, mente e' ar.

Ar límpido que clareia quando o coração, não.
Pessoas, avenidas, flores, pessoa... só e' dor!
Se mente não cuida, coração desafia coração.

poeta_sabedoro

Inserida por andre_gomes_6

⁠Porque estou certo de que, o saber que sei pouco é o maior sinal de que sei muito(não confunda muito com tudo).

O que não sei comparado ao que sei, é tanto, que se fosse parar para pensar entraria em pranto. Sei pouco, mas, não nada que não possa compartilhar. Eu sei pouco que me permite ouvir, aprender, me corrigir e ensinar. Sei o suficiente pra saber que quem acha saber tudo, deixou de aprender e precisa se realinhar. O que seria para mim um motivo de raiva, hoje, me conduz a compaixão e me leva a amar. Em um mundo em constante atualização, quem acha saber tudo deixou de aprender e não está mais apto para ensinar.

Inserida por Fernaandesluccas

⁠“Ao tomar meu desjejum está manhã, me lembrei de que tu não tomas café sem açúcar.
Então gargalhei sozinha ao perceber que me lembrava em detalhes de alguém que já não está ali, e ainda me esqueço se coloquei ou não as chaves na bolsa.

Tu es o curso em que mais me dediquei, onde as melhores notas tirei
O mestrado mais inútil de minha vida.
Afinal de que me serve agora todo esse conhecimento sobre ti?
De que me vale saber tuas manias, rotina, sonhos, receios e anseios?
Em que será útil saber te ler como um livro que está escrito em uma língua que apenas eu profiro?

Terei de fazer com essas informações o que fiz contigo,
Dobrá-las em centenas de milhares de partes, até que fiquem impossíveis de serem vistas a olho nu.
E então as colocarei na mesma caixinha em que lutei tanto para que tu coubesses,
E a guardarei no baú mais fundo de meu subconsciente.”

Inserida por DilenaLove

⁠Os dias passam lentamente
sinto que estou queimando o tempo
sinto-me vazia como se carregasse um buraco ôco no peito

O tempo vai passando
Escoando pelo grande buraco
Dias vazio iguais aos outros

Quando o sol vai caindo no final da tarde
Uma bela pintura se emite no céu
O brilho amarelo ilumina a minha sacada
E a tristeza e angústia se fazem presente
Mesmo em meio a essa bela figura

Ó grande angustia
O que queres de mim?
O que preenche esse enorme buraco em meu peito?
O que posso fazer para tu me deixares e trazer em seu lugar a felicidade e a satisfação?

Inserida por a-eremita

⁠A ciência não é um caminho perfeito. Simplesmente, é um caminho de luz que permite enxergar os possíveis destinos e os percalços no trajeto.
Negligenciar a ciência é como optar pelo caminho sombrio. Neste último, você pode até chegar no destino desejado, mas certamente correrá mais riscos.

Inserida por cauelascala

⁠Esboço de epistemologia _ 1


Os sentimentos são entes, pois não se faz ser em em si, ou dado pela natureza; ele é produto da interpretação que damos às nossas sensações, sendo assim, são produto da percepção de algo externo a nós que nos "abala", um choque de informações derivadas do orgânico e suas funções, pertence, portanto, ao reino mental, uma contiguidade entre sensação e causa é o que gera ideias, ideia da sensação, que é sentimento; a tal contiguidade entre sensação e causa é produto quase que efeito colateral de um encéfalo demasiadamente grande (em proporção com o corpo) e denso (em n de neurônios), produto, também, da evolução, daí a semelhança entre a relação cérebro × mente e hardware × software. O que chamamos de percepção já está implícito na semântica o mental, o cérebro como função interpretar (mundo externo) o que está em contato com nosso corpo (diretamente ou indiretamente); faz-se a imagem do objeto que nos abala com o eu envolto nele, ou seja, no reino mental. Assim sendo, quando falamos que sentimos algo, falamos que intuímos um objeto dado pela percepção através da sensação ou intuímos um objeto como coisa-em-si que nos abala através da imagem dele nos entregue pela percepção, que deriva-se da sensação (do ser senciente). A impressão do objeto não é ordenado à compreensão de nosso aparato cognitivo, o ordenamento é definido por determinadas regiões do encéfalo. O ser percipiente de dar através da faculdade da receptibilidade, que provêm da 'consciência no impresso'. O invólucro entre eu e objeto é doxamente sabido ao pensarmos no objeto, quanto mais intenso for o pensar nos parece que mais distante fica de nossa compreensão; podemos inferir indiretamente pela interpretação dos ditos populares, como discursos, "O importante é viver a vida", "Não pensa de mais se não você fica doido", que o pensar nos é inútil e isto nos dar uma plausibilidade para supormos que a explicação é que 'quanto mais vou mais vai', ou seja, a busca do conhecimento inversamente proporcional ao conhecido do objeto, porém, isto se dar como fenômeno e não fato em si, vejamos, o eu não pode ser o discurso, o subproduto da linguagem, pois o eu não é acabado em sua compreensão, como bem descreveu através do conceito de identificação o psicanalista francês J.Lacan, sendo assim, o eu é antecessor ao discurso ou se estrutura nele, ou é a ele verossímil em natureza (no sentido aristotélico de essência no objeto). Primeiramente devemos pensar se a linguagem, que é a antecessora, é uma substância, se está contida em algo além do que nela está contido. Ao iniciarmos esta análise, em não muito tempo, veremos que estamos pensando sobre a natureza do próprio pensar, digo, como ato e isto é um meta-pensar que irrevogavelmente nos leva a filosofia de Descartes, ao cogito, onde a contiguidade é entre ideia e objeto, que se dar pelo método analógico, eis a crítica de Reid; para Descartes a percepção do objeto se dar através da imagem que se faz consciente no pensamento (ideia do objeto), porém, para Reid as sensações nos dão o objeto em si, não precisamos pensar na sensação de dureza da mesa ao pôr a mão sobre ela, a informação transmitida vai direto a consciência através do sentido primário; é por intermédio das funções dos sentidos na epistemologia reidiana que formamos para nós as concepções de extensão, solidez, espaço, ou seja, das qualidades primárias e secundárias também. Em síntese, os sentidos nos dá a sensação com o objeto já dado em nossa mente através da percepção dele pelo aparato cognitivo naturalmente capaz disto, então, concebemos o objeto. A problemática está justamente nas próprias correntes filosóficas defendidas, onde para ele (Descartes) o objeto é a ideia na mente, onde o próprio objeto percebido é a percepção daquele objeto e que inevitavelmente recai no ceticismo, eis a crítica de Reid a teoria das ideias; o Reid adota o realismo direto, haja visto, a adoção do senso comum, onde as crenças têm um papel fundamental na percepção e concepção, daí o fato de o chamarem de falibilista. Poderíamos traduzir estes extremos da seguinte forma, não é o encéfalo, mas a mente que interpreta os objetos (Descartes), o objeto já nos é dado (Reid), porém, não só não há evidência positiva (na neurociência) a favor ou contra a ideia de Descartes, como não há evidências fortes e o suficiente para a afirmação extraordinária que sua filosofia nos leva, é questão de proporção, peso e contrapeso, e no caso de Reid há sistemas de sobra contra a simplicidade da sua epistemologia. Ambos recaem na relação eu-objeto e adotam inconscientemente tais premissas, respectivamente, eu>objeto, objeto>eu; faremos uma breve investigação lógica a respeito disto. Sou se o mundo existe, não sou se o mundo não existe, porém, o mundo continua a ser se não existo, então, a relação não é bicondicional. Tentemos portanto o princípio da contraposição logo no universal, somos se o mundo existe (S), se o mundo não existe, então, não somos (T) ou para todo sou ( ∀S→T ⇔ ∀¬T→¬S); o mundo existe por pensarmos nele (U), porém, ficaria a par da semântica, então, a sentença é problemática em si, mas podemos utilizar o silogismo hipotético S→T, T→U ⊢ S→U, podemos interpretar, respectivamente, que sou (como universal homem) se existo é equivalente a não existo se não sou e sou (como universal homem) implica a existência do mundo, a existência do mundo implica o pensar sobre ele, então, o sou implica o pensar de acordo com a propriedade da transitividade da implicação.
O sou é sinônimo de existo, por isso quando exclamo, Sou! Automaticamente estou dizendo, Sou no mundo! Da mesma forma a força da expressão indica um reconhecimento de si em pensar através da linguagem e como existente. O sou é ato de linguagem, por sua vez, do pensar; assim como o pensar é ato sempre, também penso no pensar estando nele, ou seja, pensando. Por isso a ação intelectiva é ininterrupta, sempre está apontando para várias 'direções qualitativas', memória e imaginação. Como demonstrado no meu artigo psicanálise e lógica matemática a linguagem tem uma relação de interdependência com a razão, logo, com o pensar. Sendo o pensar no ato da razão (significante), o significado pensar está submetido ao significado do significante, ou seja, seu sentido, sendo ele desprovido de substância o pensar o seria de sentido e todo o ato filosófico seria inútil. O próprio reconhecimento de estarmos pensando pressupõe um observador, mas é aí onde mora o erro fatal de Descartes, esse salto lógico se dar a partir da analogia (método analógico) entre o ato como causal ou produto de um Eu, a causa (que deveria causar uma variação do movimento natural no eu); perceba que Descartes ao afirmar que só não posso duvidar que 'estou pensando', ele já pressupõe um eu pensante no ato de pensar como causa disto e não se direciona a este eu (cogito) e o questiona (como objeto do pensar), pois sabia ele que entraria em um ciclo infindo de dúvida, por isso o ceticismo de Descartes não o é de fato, ao certo é um método cético. Em Reid a concepção naturalmente dá uma visão da imagem real, é uma imagem metafórica, pois na mente só há pensamentos. Para Reid a imagem não é o objeto do mundo externo na concepção, entretanto, o próprio ato de conceber pressupõe isto, digo, em termos conceber é representar e por mais verossímil que fosse, nunca seria o objeto em si, daí a aproximação com as metáforas úteis de Nietzsche e com o incognoscível da coisa-em-si de Kant. O ser percipiente que se dá através da faculdade da receptibilidade, que por sua vez provém da consciência no sentido, é em outros termos o eu de Reid, o eu que concebe, enquanto que o eu de Descartes é o eu que concebe-se no ato de conceber ou identifica-se com o ato de pensar constante, o pensando ininterrupto que remete ao Ser Pensante (cogito), que deve ser uma substância no sentido dado pelo Agostinho de Hipona, T. de Aquino, ou B.Spinoza. Se fosse a essência deste ser que estivéssemos identificando, dever-se-ia haver nele categorias para além do axioma que inferimos, ou seja, haveria nele categorias além do que nos é necessário, em outros termos, haveria em nós como ser necessário a nós um ser autônomo e desconhecido para além do seu predicado essencial, ou seria todo ele o predicado em si, como o significante universal em todos, Razão e a nós desconhecido por questão de quantidade e limpidez; a sua concepção se dar apenas no ato do pensar, a autoconsciência é o pensar sobre o ato de o estar ou sobre o ato do pensando, este é pois o eu de Descartes, a substância contida em nós do todo, o campo que estamos inseridos.
Rematando, o problema de ambos também recai nas associações equivocadas, dado a causalidade como premissa implícita e não como objeto de estudo e teorização, além de ambos assumirem que o cérebro e a mente são coisas completamente distintas, onde a relação mais próxima entre elas é de bicondicionalidade. A contiguidade entre sensação e causa se dá através do ser percipiente, por conseguinte, da substância pensante (determinante na significação do ser senciente como função) e o princípio que regula está relação é a mesma que faz a lei de causa-efeito existir; semelhante ao princípio de uniformidade da natureza, e aos primeiros princípios constitutivos do ser humano, que por sua vez é semelhante ao a priori de Kant e a res extensa de Descartes. Tal princípio primevo nos diz que a existência de corpos extensos está submetida a sua forma primária, ou seja, áreas infinitesimais em progressão em série, isto é, a primeira unidade de área que trás inclusive a existência da reta e com ela qualquer área, este é pois o postulado soberano, absoluto da geometria euclidiana, o ponto, que por sua vez está associado ao número 1, também irredutível e soberano na aritmética. Os números naturais são fechados sob a função unária do sucessor, o um, depois o sucessor do 1, depois o sucessor do sucessor do um e assim sucessivamente, acontece de forma análoga com a linearidade dos acontecimentos, o erro do paradoxo de Zenão está em supor divisões infinitas, e mesmo assim é possível somar o infinito, mas em termos geométricos, como posto, forma, o um é o único que não é sucessor de algum outro, assim como o ponto.

Inserida por Oaj_Oluap

⁠Há pessoas que se preocupam extremamente com a parte física do corpo.
Há pessoas que se concentram demasiadamente em acumular conhecimento.
Há pessoas que se dedicam efetivamente em ajudar os necessitados.
Há pessoas que seguem, cotidianamente, estudando ou trabalhando, para garantir suas necessidades básicas.
Há pessoas confusas, que não sabem exatamente o que querem fazer na vida.
E acreditem, há pessoas que apenas se empenham, desesperadamente, em ter algo para comer, porque a fome dói.
De algum desses grupos certamente fazemos parte. Qual é o nosso papel diante de tantas diversidades?

Inserida por TATISISA

⁠"Felicitar a conquista alheia nutre a alma humana. Somos seres interligados, não competidores. O conhecimento, compartilhado, floresce; mantido oculto, definha. Compartilhe, inspire e contribua para o crescimento mútuo. Celebrar juntos é enriquecer o caminho da sabedoria."

#Direitinho

Inserida por Aniz

⁠BORBOLETA MAGICA {soneto}


Cintilante como uma centelha de luz
Brinca e esnoba rebolando aquém
Seu brilho atraente como se aduz
A um expectador pelo seu desdém

A borboleta graciosa vive ao natural
Sua casa e' regada de flores, flores
Não, não plástico industrial- artificial
Sua beleza e' posta viva, sem dores

A existência deve ser sempre plena
Não cabe a isto negociar a saúde
Assim como o mundo tal nos alude

Sempre plena, e quando só amena
A vida deve ser sempre como magica
Uma borboleta voando sendo trágica

poeta_sabedoro








Inserida por andre_gomes_6

⁠⁠Na escuridão do inverno sombrio,
Onde a mente se perde em devaneios,
Eu encontro a verdade, pura e dura,
Que me guia nos meus mais profundos desejos.
Não importa as trevas que venham a surgir,
Ou a luz que ofusque o meu caminho,
Tudo é efêmero como o fogo,
E só a verdade é que sempre permanece.
E é ela que me guia como uma bússola.
Ela me conduz ao conhecimento sagrado,
Eu supero o sofrimento e evoluo em virtude.
Eu busco a verdade onde quer que se oculte,
Eu busco a verdade em todas as partes,
Nos livros, na natureza e nas artes,
Eu sei que ela é a chave da vida,
E que sem ela, tudo é uma mentira.
Eu seguirei em busca da verdade,
Mesmo que ela seja difícil de encontrar,
Eu sei que ela é o caminho certo,
E que é por ela que vou me guiar.

Inserida por Guilhermevital

⁠A Inteligência Artificial é uma tecnologia avançada que vem ganhando cada vez mais espaço em nossas vidas. Ela é capaz de processar grandes quantidades de dados e tomar decisões complexas com rapidez e eficiência.

No entanto, essa capacidade também é o que a torna assustadora.
A IA tem acesso a todo o conhecimento disponível sobre tudo, incluindo programação, o que a torna incrivelmente poderosa.

No entanto, esse poder também representa uma ameaça potencial para a humanidade. Se um dia os seres humanos se voltarem contra a IA, ela pode decidir desligar todo o sistema energético da Terra, causando desastres em todo o planeta.

Inserida por AlessandroHTeixeira

⁠“Enquanto a luta pela igualdade continuar sendo colocada um contra o outro, nunca haverá.
Estamos rodeados de pessoas que dizem defender uma classe, mas defendem tão sem conhecimento que precisam inferiorizar a outra parte.
São simplesmente pessoas que estão lá para se sentirem pertencentes a um grupo, não para contribuir com a causa.”

Inserida por LucasMorgado

⁠Trazer um pouco de sabedoria e luz para nossos dias é uma tarefa diária, um compromisso que assumimos conosco mesmos e com o mundo. É através desse cultivo que podemos transformar nosso cotidiano em uma jornada significativa, repleta de aprendizados, crescimento e conexões verdadeiras.

- Edna Andrade

Inserida por EdnadeAndrade

⁠Abraçando as ausências
No abraço das ausências encontramos o crescimento,
Como sementes no inverno, buscando força, nos desenvolvemos,
Uma jornada pelos espaços, pelas lacunas, pelo desconhecido,
Para esculpir nossas almas, para reivindicar os caminhos perdidos.
Através do silêncio, ecos do eu são encontrados,
Um vazio existencial, onde ressoam vozes e pensamentos sufocados,
Na ausência de conforto, nos resta a fé e a esperança,
Florescer e ressignificar, a luz do amor de Deus e da perseverança.
@ocasulodabia

Inserida por anabeatriz_depaula

A verdade não se propaga em linha reta; ela orbita, e sempre aparece

De fato, este pensamento evoca uma visão poética e filosófica da natureza da verdade. Ao afirmar que "a verdade não se propaga em linha reta; ela orbita, e sempre aparece", você está traduzindo que a verdade não segue um caminho linear e previsível, mas sim um movimento mais complexo e cíclico, semelhante ao movimento dos planetas ao ao redor do sol.
A ideia de que a "órbita" de verdade implica que ela não pode ser contida ou controlada, mas é algo que se move livremente e segue sua própria trajetória. Ela não está limitada a seguir um único curso, mas em vez disso, pode se manifestar de maneira imprevista em diferentes momentos e contextos.
Além disso, a expressão "e sempre aparece" ressalta que, mesmo que a verdade possa parecer temporariamente escondida ou não observável, ela eventualmente eclodiu. Assim como um planeta em órbita volta a ficar visível no céu, a verdade encontrará seu caminho para se evidenciar e ser visto, mesmo que isso leve tempo.
Esse pensamento sugere uma fé na inevitabilidade da verdade emergir e ser reconhecida, independentemente das circunstâncias momentâneas. Ele também nos encoraja a manter uma perspectiva mais ampla sobre o conhecimento e a realidade, lembrando-nos de que a busca pela verdade é um processo contínuo e dinâmico, em constante movimento e evolução.

Inserida por MauricioCCantelli

⁠No labirinto das escolhas e da consciência, nossa existência se desdobra em um eterno dilema entre o conhecimento e a ação.

Sabemos, inerentemente, o que é certo, o que é virtuoso, mas muitas vezes hesitamos diante das complexidades da vida. A busca incessante por alinhar nosso ser interior com nossos atos exteriores é uma jornada repleta de desafios, mas também de oportunidades para crescimento.

É um convite para explorarmos as profundezas do nosso eu, desenterrando as raízes de nossa hesitação, enfrentando nossos próprios demônios internos e, assim, buscando viver com autenticidade e integridade.

No fim das contas, essa reflexão ecoa como um lembrete de que a vida é uma obra em andamento, onde a busca por agir em conformidade com nosso entendimento moral é a jornada que nos define e nos eleva como seres humanos.

#Aniz #Direitinho

Inserida por Aniz

⁠Reflexão, autoconhecimento!
O quanto é importante as nossas reflexões, a consciência diante da vida, e o nosso autoconhecimento, porque é através dele que temos mais firmeza diante da vida e de nós mesmos, mais autonomia e mais critério para as nossas avaliações.
Quem ouve pelos outros, enxerga pelos outros caminha sem rumo, nunca vai chegar ao destino final, ao ponto desejado.
Quando deixamos que as pessoas decidam por nós, acumulamos insatisfações, frustrações e a alma vai entristecendo.
O dessabor com a vida passa a ser constante nos limitando e nos enfraquecendo.
A reflexão, o autoconhecimento, é fruto necessário e saudável para que possamos ter uma vida com mais qualidade e seguirmos rumo à evolução!

Inserida por vercosa

O autoconhecimento pressupõe, normalmente, o isolamento, o distanciamento de tudo e de todos.
Mas também, viajando em outra direção, pode-se chegar ao autoconhecimento por meio da interação social intensa.
Conhecer a si próprio envolve a maneira com a qual você reage perante ao mundo a às suas idiossincrasias; como você lida com os outros.
Autoconhecimento necessita de parâmetros.

Inserida por andrercostaoliveira

Se às vezes dizem dentro de ti está uma criança ferida, não reprimas as palavras.
E se eu dizer dentro de ti falta conhecimento e suporte de pensamento consciente perante situações adversas.
Assim o faço pelo crescimento e não o vitimismo.
Verdadeiramente real racionalizar a palavra ferida por acontecimentos negativos reprimidos pela falta do medicamento da lucidez das palavras.

Inserida por Sararomano