Textos de Arrependimento
Viajando pela estrada, eu passei em araguari,
Confesso que me arrependi de ter passado ali,
Com meu coração sofrendo, e em prantos de dor,
Fiz os meus lábios sorri pra saudar meu ex amor,
Com seu jeito sorridente, me abraçou alegremente,
Pra não manter esperança, me mostrou sua aliança,
A saudade é castigo, que em meu peito fez de abrigo,
A perda foi uma tortura, sinto muita esta amargura,
Por minha culpa e loucura, perdi uma criatura tão linda e pura.
ARREPENDIMENTO, COMPARAÇÃO E A TORTURA DO “E SE…”
Existe um arrependimento que ensina.
E existe um arrependimento que condena.
O primeiro olha para o passado, reconhece o erro, aprende e segue.
O segundo volta ao passado todos os dias, tentando reescrever aquilo que já aconteceu.
É aí que nasce o “e se…”:
E se eu tivesse escolhido diferente?
E se eu tivesse esperado?
E se eu tivesse percebido antes?
O problema é que essa pergunta não muda o passado.
Ela apenas transforma o passado em tribunal.
E a comparação torna tudo ainda pior: você começa a comparar sua realidade com a vida que imagina que poderia ter vivido — ou com a melhor versão que os outros mostram.
Você deixa de viver a escolha que fez e passa a sofrer pela escolha que não fez.
Mas você não precisa de outra vida para encontrar paz.
Precisa aprender a olhar para trás com verdade, corrigir o que ainda pode ser corrigido e entregar a Deus aquilo que já não está em suas mãos.
O passado pode ensinar.
Mas não precisa continuar sendo seu juiz.
— O Paradoxo da Escolha
Douglas Santos
O SOFRIMENTO ESPIRITUAL QUE ATRAVESSA SÉCULOS: RELATOS DE ESPÍRITOS EM PERTURBAÇÃO E ARREPENDIMENTO SEGUNDO ALLAN KARDEC.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro.
A literatura espírita codificada por Allan Kardec apresenta diversos relatos de Espíritos que, após a desencarnação, descrevem estados de profundo sofrimento moral, perturbação e ilusão temporal. Entre esses testemunhos, encontram-se narrativas em que a percepção do sofrimento é associada a períodos extremamente longos, como séculos ou até milênios.
É importante compreender que, segundo a Doutrina Espírita, o tempo no mundo espiritual não possui necessariamente a mesma dimensão psicológica que o tempo terrestre. O sofrimento do Espírito culpado não é uma pena eterna imposta por Deus, mas uma consequência natural do afastamento voluntário das leis divinas, prolongando-se enquanto permanecem o orgulho, o remorso, a revolta ou a ausência de arrependimento sincero.
O CASO DE LETIL: DOIS SÉCULOS E MEIO DE SOFRIMENTO MORAL.
Em O Céu e o Inferno (1865), Allan Kardec apresenta, na Segunda Parte — “Exemplos” —, comunicações de Espíritos em diferentes condições após a morte.
No capítulo VIII — “Expiações Terrestres” — encontra-se o relato do Espírito denominado Letil. Durante sua existência física, teria exercido a função de juiz inquisidor na Itália, participando de atos marcados pela intolerância religiosa e pela crueldade.
Após a desencarnação, ele descreve um longo período de sofrimento espiritual, consequência do despertar da consciência diante dos próprios erros. O Espírito declara ter sofrido:
“durante dois séculos e meio, até que Deus, tocado pela minha dor e meu arrependimento, permitisse que eu seguisse a vida de expiação.”
A narrativa demonstra um princípio fundamental da filosofia espírita: o sofrimento espiritual não é arbitrário, mas educativo. A consciência, ao despertar, passa a sentir o peso moral das próprias escolhas.
O Espírito não está condenado eternamente; ele inicia um processo de reparação e renovação. A dor torna-se instrumento de transformação íntima.
A ILUSÃO DO TEMPO NO RELATO DOS SÁBIOS INCRÉDULOS.
Na Revista Espírita de dezembro de 1865, Allan Kardec publica o artigo “Espíritos de dois sábios incrédulos a seus antigos amigos da Terra”.
Um dos Espíritos comunicantes, que durante a vida havia cultivado uma visão exclusivamente materialista da existência, descreve a angústia de encontrar-se consciente após a morte física, porém incapaz de manifestar-se plenamente.
Ele afirma:
“Sentir-se ser e não poder manifestar seu ser... tal foi minha posição durante mais de dois meses!... dois séculos!... Ah! as horas de sofrimento são longas.”
A expressão “dois séculos” nesse contexto revela a intensidade psicológica da experiência espiritual. O Espírito não necessariamente afirma uma contagem cronológica terrestre precisa, mas expressa como a dor moral altera profundamente a percepção da duração.
Essa ideia encontra paralelo nas explicações de André Luiz, especialmente em Nosso Lar, psicografado por Francisco Cândido Xavier. Na obra, os Espíritos esclarecem que estados mentais de sofrimento, culpa e desequilíbrio podem criar uma percepção dilatada do tempo. Um período relativamente curto para a realidade exterior pode parecer imensurável para uma consciência atormentada.
A BASE FILOSÓFICA EM O LIVRO DOS ESPÍRITOS.
Embora O Livro dos Espíritos (1857) não apresente um caso específico de um Espírito sofrendo exatamente por duzentos anos, ele estabelece os fundamentos para compreender essas experiências.
Na questão 240, Allan Kardec questiona os Espíritos sobre a duração da perturbação espiritual após a morte. A resposta esclarece que esse estado varia conforme o progresso moral e intelectual de cada Espírito.
Já na questão 1004, ao tratar da duração das penas futuras, Kardec recebe o ensinamento de que o sofrimento não depende de uma sentença eterna, mas do próprio estado moral do Espírito:
a duração da expiação depende do arrependimento;
o sofrimento cessa quando o Espírito busca sinceramente sua transformação;
Deus oferece sempre caminhos de renovação.
Portanto, séculos de sofrimento espiritual representam, dentro da visão espírita, não uma punição divina, mas a permanência voluntária do Espírito em estados inferiores de consciência.
A VISÃO DE ANDRÉ LUIZ: A CONSCIÊNCIA COMO TEMPLO DO PRÓPRIO DESTINO.
As obras atribuídas ao Espírito André Luiz ampliam essa compreensão ao mostrar que o Espírito leva consigo, após a morte, suas construções mentais, seus sentimentos e suas marcas morais.
Em Nosso Lar, o autor espiritual descreve regiões de sofrimento onde permanecem Espíritos presos aos próprios conflitos interiores. O ambiente exterior reflete, muitas vezes, o estado íntimo da consciência.
A aproximação entre Kardec e André Luiz permite compreender que:
o sofrimento espiritual nasce do desequilíbrio interior;
o arrependimento abre caminhos para a recuperação;
a misericórdia divina acompanha o Espírito em todas as etapas;
nenhuma alma está destinada ao abandono definitivo.
CONCLUSÃO
Os relatos de Espíritos que mencionam “duzentos anos”, “dois séculos e meio” ou períodos semelhantes devem ser compreendidos dentro da perspectiva espiritual e psicológica apresentada pelo Espiritismo.
O tempo, para a consciência em sofrimento, não é apenas uma medida cronológica: é uma experiência moral. A culpa prolonga a dor; o arrependimento inicia a libertação.
A justiça divina, segundo Allan Kardec, não é vingativa, mas educativa. O objetivo final não é o sofrimento, mas a recuperação do Espírito pelo amor, pela reparação e pelo progresso.
Como ensinou Jesus:
“A cada um segundo as suas obras.”
(Mateus 16:27)
Na visão espírita, essa lei não representa condenação, mas responsabilidade e oportunidade permanente de evolução.
FONTES CONSULTADAS.
KARDEC, Allan. O Livro dos Espíritos. Paris, 1857. Questões 240 e 1004.
KARDEC, Allan. O Céu e o Inferno ou A Justiça Divina Segundo o Espiritismo. Paris, 1865. Segunda Parte, Capítulo VIII — Expiações Terrestres.
KARDEC, Allan. Revista Espírita — Jornal de Estudos Psicológicos. Dezembro de 1865. “Espíritos de dois sábios incrédulos a seus antigos amigos da Terra”.
XAVIER, Francisco Cândido. Nosso Lar. Espírito André Luiz. Federação Espírita Brasileira, 1944.
Mas ali, no silêncio do meu arrependimento,
ouço passos de misericórdia se aproximando.
Não são passos de acusação,
mas de um Pastor que conhece cada ferida minha.
Ele não desvia o olhar da minha vergonha,
Ele a atravessa com amor.
E, com mãos marcadas por pregos,
não me aponta o dedo —
me ergue.
Pecado escondido adoece a alma,
corrói em segredo, mata em silêncio.
Mas o arrependimento é chave da vida,
e a confissão abre o rio da graça.
Melhor despir-se diante da cruz,
do que ser exposto no dia final.
Melhor chorar agora aos pés do Cordeiro,
do que ouvir d’Ele: “Nunca vos conheci”.
Jesus curava só entrando em certos lugares.
Sua presença trazia arrependimento em uns, resistência em outros, mas sempre havia um trabalho de Deus acontecendo.
João 1:5 diz que “a luz resplandece nas trevas, e as trevas não a venceram”.
Isso significa que, onde Jesus chegava, algo precisava se posicionar: ou a pessoa se rendia, ou resistia. miriamleal
Ainda há tempo para arrependimento. O mesmo tempo que cobra, também concede misericórdia aos que se quebrantam. Porque o Senhor resiste ao soberbo, mas derrama graça sobre os humildes.
Que o coração seja tratado agora, antes que o tempo trate depois.
Porque no fim, não vence quem machuca… vence quem permanece inteiro diante de Deus. miriamleal
Em parte da história do tempo grita o arrependimento
Trouxe ele o amor e uma paixão não correspondida.
Ombro a ombro residiu minha vaidade, chave coragem, medo cadeado
Naquele tronco modesto que fiz minha vontade,
Surge berço, de desejo mútuo.
Quisera eu o amor ser a noite para que possa deitar-me no chão e apreciar à beleza das estrelas junto com a lua.
Engano, a noite é o amor jovem e afortunado.
A covardia abraça-me em um calabouço infinito que o tempo tornou minha casa
Feliz quem sabe, amando-o junto ao mundo que daria pra ele se tais desejos fossem realizados
Ame a mim moço bonito
Aprecie minha felicidade
Note-me, para que possa descobrir a minha beleza.
Quisera eu o amor ser a noite para que o dia sinta inveja do brilho que a lua causa em meu rosto.
Mentira, a noite é amor maduro e confortável.
Seu silêncio tomou meu coração
E o dele meu grito não alcançava
Farto de de mim e de tudo em mim
Pois até um passo em falso mudaria alguma coisa.
Ficaria feliz meu amigo
Então quisera eu o amor ser a noite para que as luzes dedicasem seu brilho somente a um corpo.
Ardil, a noite é o amor maduro e platônico.
Elástico tempo, por mais que estique, as lembranças tendem a voltar
Memorados sentimentos superados, ou não!?
Perpétuo vago a consideração pelo aprendizado, torne-se a verdade, a noite é o amor puido e arrependido.
O dia é o amor verdadeiro
Perfeito momento direi que gostava de ti.
Sem pecado
José filho de Jacob, precisou de se arrepender? Isto diante de Deus? Aparentemente, José não tinha nenhum pecado! Mas como é evidente, José não era sem pecado! Porque se algum homem fosse sem pecado ( pecado Original)! Esse homem poderia ser o salvador do mundo a nível espiritual, como Deus na sua justiça exigia. José foi o salvador do mundo ( da fome do Egipto)! José foi o símbolo do redentor, que foi morto antes da fundação do mundo. Mas José não foi isento de "Pecado"! Porque se o fosse, poderia ser o salvador real do mundo. Mas não foi.
Foi necessário vir o verbo Divino, para ser feita a justiça de Deus.
Não só José tinha pecado, como todos os homens que têm nascido no mundo! Noé, Daniel e job mais alguns, que têm que ser nomeados. E "Maria"( Mãe do Verbo encarnado), também não foi isenta de pecado. Pois foi salva, pelo Deus seu salvador.
Jesus Cristo é o único isento de Pecado. Por isso deu a vida, pela humanidade, diante da Justiça ⚖️ de Deus!
Pesos desnecessários que liberei:
Eu não preciso sentir culpa.
Não me arrependo do que fiz.
Não sou obrigado a seguir o que os outros esperam.
Não sou obrigado a viver como a sociedade quer.
Não preciso agradar a família ou ninguém.
Não sou obrigado a conversar ou a ser algo que não sou.
Não preciso ter mais do que preciso, nem ser rico.
Não sou obrigado a fazer faculdade, ou a trabalhar onde não quero.
Não sou obrigado a casar, a conviver com as mesmas pessoas ou a me apegar a nada.
Não sou obrigado a ficar onde não me sinto bem, ou a esperar o tempo dos outros.
Não sou obrigado a seguir as ordens dos outros, nem a fazer o que não quero.
Eu faço o que eu quiser.
Não faço nada, se não me sinto disposto.
Vivo do meu jeito, no meu tempo.
Escolho com quem estar, e onde ir.
Converso se for para agregar.
Sou o que desejo ser, sem cobranças externas.
Viajo para onde meu coração me leva.
Vivo para mim mesmo, sem precisar de validação.
Não sou egoísta, sou livre. Egoísmo é tentar me fazer viver contra minha vontade.
Quem se magoa com a minha vida, isso não é problema meu, é problema da pessoa.
Eu não carrego pesos, apenas leveza e paz.
Desfaço as crenças que limitam meu ser, liberando espaço para viver de forma mais completa e verdadeira. O que não me serve, eu deixo ir.
Não me sinto culpado nem arrependido por nada que fiz ou faça; sinto-me apenas responsável pelas consequências dos meus atos, porém sempre consciente de cada um deles.
É mais fácil sentir arrependimento pelo que tive a oportunidade de fazer e não fiz, do que pelo que fiz. O que fiz está feito, já faz parte da minha história. O que não fiz, no entanto, não posso mais voltar atrás.
Se Deus abominasse os Pecadores e não o Pecado, certamente não haveria Arrependimento passível de Perdão.
Pode parecer uma inversão sutil, mas profunda o bastante para revelar o quanto a esperança humana estaria condenada desde o princípio.
Se o erro definisse o ser, e não apenas o seu agir, então cada falha seria uma sentença definitiva, cada queda um veredito irreversível.
Não haveria espaço para recomeços, nem sentido em reconhecer a própria culpa, pois o arrependimento não encontraria eco — apenas rejeição.
Mas há algo de profundamente restaurador na ideia de que o pecado é reprovado, não o pecador.
Isso separa o erro da essência, a falha da identidade.
Permite que o ser humano, mesmo em sua imperfeição, não seja reduzido ao pior de si.
É essa distinção que sustenta a possibilidade de transformação — não como um apagamento do passado, mas como um ressignificar do presente.
Arrepender-se, então, deixa de ser um ato de desespero e passa a ser um movimento de retorno.
Um reconhecimento de que, apesar das escolhas equivocadas, ainda há um caminho de volta.
E que — o Céu é uma escolha possível!
E o perdão, longe de ser uma absolvição barata, torna-se um convite à mudança genuína, à reconstrução interior.
Talvez o maior perigo esteja justamente em fazer o oposto: quando nós, humanos, passamos a condenar, a desumanizar pessoas em vez de atitudes.
Quando rotulamos, descartamos e definimos o outro por seus erros, nos colocamos na contramão daquilo que dizemos acreditar.
Criamos um mundo onde ninguém pode mudar, porque ninguém é visto além da própria falha.
No fim, a possibilidade do Perdão não revela apenas algo sobre o Divino, mas expõe também um desafio profundamente humano: aprender a olhar para si e para o outro com a mesma medida de Misericórdia que tanto desejamos receber.
Não há arrependimento de mãos ensanguentadas que devolva a vida de um inocente.
Essa é uma das verdades mais duras que a existência humana pode encarar.
Há erros que podem ser corrigidos, palavras que podem ser retiradas, pontes que podem ser reconstruídas e feridas que o tempo até consegue cicatrizar.
Mas existem escolhas cujas consequências atravessam o limite do reparável.
Quando uma vida inocente é interrompida, não há remorso capaz de inverter o curso dos acontecimentos, nem lágrimas doloridas e suficientes para preencher o vazio deixado por uma ausência definitiva.
O arrependimento possui um valor inegável.
Ele revela a consciência desperta para o peso dos próprios atos.
É a alma reconhecendo aquilo que antes ignorou, desprezou ou justificou.
Contudo, o arrependimento não é uma máquina do tempo.
Sua função não é apagar o passado, mas impedir que a mesma escuridão continue produzindo destruições futuras.
Talvez por isso a responsabilidade seja uma virtude tão necessária.
Antes de cada decisão, existe um instante muito silencioso em que ainda somos livres para escolher.
Depois que a ação se concretiza, passamos a ser prisioneiros de suas consequências.
A verdadeira liberdade habita o momento da escolha; a responsabilidade habita tudo o que vem depois.
Vivemos em uma época em que frequentemente se busca justificativas para tudo.
Circunstâncias, emoções, traumas e pressões são apresentados como explicações para atitudes que jamais deveriam ter acontecido.
Embora compreender as causas de uma tragédia seja muito importante, nenhuma explicação transforma o errado em certo, nem devolve à vítima aquilo que lhe foi tirado.
A compreensão pode esclarecer; a justificativa, porém, não absolve.
Existe também uma lição bastante dolorosa sobre o valor da vida humana.
Muitas vezes, ela só é percebida em sua plenitude quando já não pode ser recuperada.
A presença que parecia comum torna-se insubstituível.
A voz que era rotina transforma-se em profundo silêncio.
E aquilo que foi tratado como descartável revela-se um universo inteiro que jamais voltará a existir.
Por isso, mais do que refletir sobre o arrependimento, é necessário refletir sobre a consciência.
Sobre o cuidado com as próprias ações.
Sobre a capacidade de enxergar a humanidade do outro antes que seja tarde demais.
Porque a verdadeira sabedoria não está em lamentar o mal causado, mas em impedir que ele aconteça.
No fim, o arrependimento pode transformar quem errou, mas não ressuscita quem partiu.
E talvez essa seja a razão pela qual algumas escolhas carregam um peso tão imenso: elas nos lembram que há danos que o tempo não desfaz, palavras que silêncio algum corrige e vidas que, uma vez perdidas, permanecem para sempre além do alcance de qualquer pedido de perdão.
Anos depois não se arrependa por não ter viajado, você não fez nenhum esforço para isso
Anos depois não se arrependa por não ter feito o que queria, você não se moveu para que isso acontecesse
Anos depois não se arrependa por não ter falado o que queria, você não abriu a boca e ficou com medo
Anos depois não se arrependa do caminho tomado, porque você escolheu o mais fácil
Não se arrependa. Mas viva inconformado , sempre tentando mudar. Não se contente com o que te faz meio feliz,
ou que te deixa completamente comodo. Comodismo,Conforto, contento é diferente de felicidade.
Enquanto eu estava perto
Vi você voltando,
Arrependida, assustada, amando
Sorri sendo sincero,
Enlouqueço enquanto espero
Seus sutis sentimentos.
Leves lembranças, lamentos
Daquele dito desumano
Instável, incompreensível insano
Que quis quebra-la.
Restou resolver rouba-la
Tirar todos tormentos
Seus sórdidos sofrimentos.
'Um arrependimento? (anônimo)
Pra que se arrepender?
A vida tem que seguir
Por um tempo pode doer
Mas o importante é moldar o caminho que esta a seguir
A vida é assim
Uma escolha errada
E seu mundo desaba
Mais não significa que é o fim
Acho que arrependimento não deveria existir
Deveria existir mais consciência
Para levantarem a cabeça
E pagarem seus erros com caráter, disciplina e paciência
Nós humanos somos o ser vivo mais evoluído
Temos a capacidade de raciocinar avançada
Nós moldamos nosso mundo
É só não tomar decisões desesperada...
Quem eu magoei não esta mais aqui comigo do meu lado,sinto falta de tudo isso.Se arrependimento matasse eu ja estaria morto a muito tempo,tentei de tudo para conquistar o coração dela mais deu tudo errado.O amor é isso ai,quando você magoa não tem como voltar atrás,
o porque disso,ela já te esqueceu pra sempre.
Separação
Se vai aos prantos
Prantos de sangue
Sangue de arrependimento
De mentiras em vao
Sem paz
Com amor garrado em rancor
Se arrepende de um dia ter sentido amor
Em falencia, triste vai sozinho
entra em sua casa
sente teu perfume
e tem lembranças do carinho
e do corpo nu na cama vazia
como sua falta me faz
me faz encher de odio
e diminuir minha paz
por favor, amor se vai
Vai!
nao volta
para casa, nao retorna
não volta nao ama
mas ainda assim te amo minha lua...
Não adianta se arrepender depois de fazer!
Atitudes ganham e afastam as pessoas, dê valor enquanto tem... suas lágrimas não trará ninguém de volta, desculpas não apagam o passado e arrependimentos não reconquista ninguém...
O amor é uma conquista diária então semeie, regue e cuide, pq depois que ele morre não adianta ficar triste pq ele não volta!
Hoje me perguntaram se eu me arrependo de algo..Logo pensei em responder o que respondo sempre e o que muitos respondem "só me arrependo do que não fiz", o que é pura mentira..
Sempre que nos fazem esse tipo de perguntas, na mesma hora vem milhoes de coisas que nos arrependemos, ou até mesmo poucas coisas, mas nós sempre nos arrependemos de algo, independente de ser sentimental, sobre relacionamentos, ou sobre coisas materiais..
Mas por orgulho, dizemos que não nos arrependemos de nada que fizemos e de tudo que não fizemos..ah o orgulho!
Esse infelizmente sempre vem na frente..Levantando muros, fechando portas, janelas, e outras coisas..
