Textos de Amor Famosos
"O Peso do Provedor"
Ser provedor não é sobre quem traz mais dinheiro pra casa.
Não é sobre quem paga mais contas,
ou quem tem o salário maior.
É sobre responsabilidade.
Sobre estar pronto quando o chão treme.
Minha esposa pode ganhar mais.
E eu acho isso incrível.
Mas se um dia faltar,
se só tiver pra um…
eu fico sem.
Se alguém tiver que dormir no chão,
eu durmo.
Se alguém tiver que passar frio,
sou eu.
Se alguém tiver que enfrentar o que assusta,
sou eu que vou.
Porque o papel do homem como provedor não aparece quando tudo tá bem.
Aparece quando o bicho pega.
Quando a casa precisa de direção.
Quando o medo bate e alguém tem que tomar a frente.
Mesmo quando ela não está vendo.
Não é orgulho.
É chamado.
Ser provedor é ser o primeiro a se levantar quando todos estão cansados.
É decidir mesmo quando não sabe o caminho,
e seguir mesmo com medo.
Porque sua família precisa de alguém que vá na frente.
Na hora do perigo, da dúvida, da escolha difícil…
é o homem que tem que estar firme.
Não porque ele é melhor.
Mas porque ele é base.
Ele é o muro entre o caos e os que ama.
Dinheiro é só uma parte disso.
O verdadeiro provedor protege, orienta, decide.
Ele não impõe — ele sustenta.
Se a esposa ganha mais, tudo bem.
Isso não diminui o homem.
Mas ele ainda carrega o peso.
O peso de dizer:
“Se der errado, a culpa é minha. Eu que assumo.”
Porque o provedor não é só o que provê coisas.
É o que provê direção.
É quem segura firme o volante quando a estrada fica escura.
É quem diz “pode dormir tranquila, que eu tô acordado.”
No fim, ser homem é isso.
Estar pronto.
Pra decidir.
Pra proteger.
Pra morrer primeiro, se for preciso.
Não é sobre ser mais.
É sobre estar ali. De verdade.
Com honra.
✨ Além dos Rótulos, Somos Luz✨
“A religião vestiu a fé com rótulos, a política fez da diferença uma arma, e o dinheiro trocou valor por preço. Mas a alma não reconhece bandeiras — ela clama por verdade, por paz, por eternidade. Somos centelhas do mesmo fogo, separados apenas pela ilusão do ego. A sabedoria dos antigos sussurra: quem se conhece, não divide. No fim, tudo que importa é o amor que deixamos e a luz que nos tornamos.”
Se há um instante em que o humano transcende sua condição terrena e toca o sublime, é quando empreende o resgate de um ser além de sua própria espécie. Nesse gesto desinteressado,na essência divina que nos habita irrompe como centelha ética, desobrigada de liturgias ou panteões. O impulso salvador emana das profundezas do ser, brotando não como imperativo externo, mas como epifania interior que converte compaixão em ato concreto.
Aqui, a sacralidade não desce dos céus, mas ascende do âmago da consciência, ética autóctone, forjada na quietude da reflexão e cristalizada em movimento altruísta. Mais que mero afeto, é metafísica aplicada:
reconhecer no Outro (ainda que distinto em forma) um valor intrínseco que demanda tutela.
Nessa alquimia moral, o homem não obedece deuses, mas dialoga com o infinito que carrega em si. Cada ato de proteção animal torna-se, assim, liturgia silenciosa onde o divino não é adorado, mas encarna do testemunho de que a transcendência começa onde termina o egoísmo.
Depois de anos de um sono profundo, acordei
E quando pensei maravilhado que veria os campos verdejantes no que havia sonhado
A vida, caminhando em meio as estrelas, me presenteou com a imagem dela
Seu perfume vibrava em mim como todas as respostas que pedi
Ela não só sorria como toda aquela energia para mim
Era o mundo inteiro esperando ela sair do calabouço escuro que ela se escondia
Todas essas pessoas esperavam como a um cometa cintilante a volta daquela mulher
E não esperavam sós… ela sabia de tudo… o plano que não tinha dado certo, e todos os testes eram antes
Onde o caos era só um espelho mal polido
Onde o reflexo da sua luz tremia, mas nunca se perdia
O mundo a queria inteira, mas ela voltava em pedaços de fogo
Cada centelha era um renascimento, cada lágrima um novo acordo
Caminhou descalça entre entre escombros do passado, daquilo que ela chamava de destino, ou aprendizado
Com as mãos abertas, como quem já não teme o divino
Porque ela era o próprio milagre — o improvável vestido de coragem
E no silêncio que antes a calava, agora ecoava a sua verdade
As estrelas se ajeitaram no céu pra vê-la passar
E mesmo o tempo, que tudo julga, teve que se calar
Pois ali ia ela, não mais prisioneira da dor
Mas soberana de si mesma, feita de sombra e flor
E eu, apenas testemunha daquele clarão inesperado
Soube enfim: meu sono era só espera
Pra vê-la surgir, e com um olhar, mudar meu mundo.
Sim! Eu sou uma alma velha, cheia de cicatrizes que adquiri pelo caminho. E nessas experiências errantes, acumulei estórias e histórias, tragédias e glórias, e exibo com orgulho cada uma delas, pois, ou foram forjadas na dor ou no amor, e delas, formaram o homem que sou hoje: imperfeito, cheio de falhas, mas justo, capaz de reconhecer onde sou bom e onde preciso melhorar. A vida é um diamante bruto que requer lapidação do nascimento até o nosso último suspiro. E mesmo com todo o esforço, jamais seremos suficientemente bons, mas cabe a nós a obrigação de continuar esse trabalho dia após dia se quisermos manter o brilho.
Autor: José Luis de Lima Martins
24/04/2025 - 09:36 a.m
Enquanto Eu Morro em Silêncio
Eu sorrio…
Mas só por fora.
Por dentro, sou tempestade contida,
grito abafado,
alma que chora.
Te amo com a intensidade de um naufrágio,
me afogo no zelo,
te espero no vácuo,
e você…
mal percebe que existo.
Cuido de ti como quem cuida do último sopro,
te coloco acima,
e me abaixo,
me apago devagar
só pra ver tua luz brilhar.
Mas não há retorno.
Não há gesto, não há olhar.
Só o silêncio cortante
de quem não sabe — ou não quer — amar.
Sigo te dando tudo,
mesmo sem receber nada.
Meus “estou bem” são mentiras moldadas
pra esconder a dor
que me esmaga em cada madrugada.
Sangro…
em silêncio.
Enquanto finjo que não dói,
que não sinto,
que não estou sendo destruído
por dentro.
E o pior não é o abandono,
é ser ignorado mesmo estando ao lado,
é o amor que entrego
ser descartado
como algo sem valor, sem cuidado.
Eu existo.
Mas só eu sei.
Só eu sinto.
E talvez, um dia, você perceba…
quando já for tarde demais.
— Maycon Oliveira – O Escritor Invisível
Escolha orar em concordância com as promessas de Deus, e, ao fazer isso,
a paz que excede todo entendimento humano guardará o seu coração e a sua mente em Cristo Jesus. Essa paz, que só Ele pode oferecer, é a certeza de que, mesmo em meio às adversidades, o Senhor está no controle e cuidará de cada detalhe de nossa vida.
Existem momentos na vida que nos revelam quem realmente caminha ao nosso lado. Nem sempre a descoberta acontece nas festas, nas conquistas ou nos dias de alegria. Muitas vezes, é na dor, na doença e na dificuldade que enxergamos com clareza quem é verdadeiro.
Em tempos de fragilidade, quando a saúde nos escapa por entre os dedos, encontramos algo ainda mais precioso: o amor genuíno, o cuidado silencioso e as orações sinceras daqueles que nos veem além da nossa condição. Nessas horas, pequenos gestos se transformam em grandes demonstrações de afeto, e cada palavra de encorajamento se torna um abraço na alma.
Minha esposa é essa pessoa.
Ela é a presença firme quando o corpo fraqueja, o sorriso que ilumina os dias mais escuros, a força silenciosa que me lembra que ainda sou especial, ainda sou útil, ainda sou amado.
A sua dedicação, suas orações e seu amor incondicional me mostram, a cada dia, o verdadeiro significado da gratidão.
É por ela, e por tudo que ela representa, que eu sigo em frente, mais forte, mais confiante e infinitamente grato.
Sorrir é um gesto que me ajuda à cativar o carinho das pessoas que estão à minha volta ..
O nosso coração transborda de alegria...
Quando o nosso interior é exterior estão de harmonia plena do verdadeiro amor que estamos transmitindo...
Grandes portas se abrem para gente...
Bora espalhar amor...
Dias Fátima
Ciclos se encerram
E outros vêm
Aprendi a levantar
E ir, e deixar tudo
Sem olhar para trás
Meu amor, meu carinho
Minha paciência, entra
Em novos ciclos
Eu tenho o controle
De chegar e ir embora
Nada e ninguém me
Prende
Quebro todos os pilares
Estou me nutrindo
E indo para o real
E isto já me basta
Você - matheus nunes
Se eu fosse um travesti, eu usaria seu nome
Um oftalmologista sonharia em operar seus olhos,
e um cardiologista jamais veria
um coração como o teu.
No cabo da minha bengala,
gravaria suas digitais.
Nos meus ouvidos, um fone com tua voz
Procuro uma cidade com seu sobrenome
para que lá eu seja sepultado.
Meu CPF começa com sua idade
e termina nos anos em que te procurei.
Deveria existir um idioma com seu nome,
mas eu teria ciúmes —
todos o teriam na boca.
Se eu morrer primeiro,
serei seu anjo da guarda.
Se você morrer antes,
te visitarei no pós-vida,
todos os domingos.
Sentado na varanda,
tocaria meu violão,
tocaria sua canção,
olhando para a porteira,
esperando, quem sabe um dia,
Você passe por ela.
Desamores
Li teu Diário de “Amores Delirantes”!
Também não fui para ti a felicidade...
Fui mais outro alívio às tuas dores angustiantes,
Furtivas sensações de um amor de verdade!
Fui paixão repetida de teus antigos amantes
Descendo correntezas requintadas de magias,
Águas passadas em leitos ofegantes
Regressadas em pulsões de nostalgias!
O nosso amor também acabou em fantasias
Transbordantes de efêmeras alegrias...
— sou resquício Dos teus sonhos infantis...
Dos teus traumas dilemáticos recalcados
Agora sou vontade e desejos insaciados!!
Sou página virada do teu Livro Infeliz!!
Somos Forjados na Fragilidade dos Nossos Fracassos, Erguendo Muros em Meio á Aflição e só Abrindo as Portas do Coração Quando Alguém nos faz Enxergar o Mundo em Novas Cores.
E é Nessa Singularidade de Cada História que Aprendemos Algo:
Nosso Valor Não se Mede no Reflexo Alheio, Mas na Coragem de Florescer na Própria Verdade.
Eu sei que acabou
Ela deixou tão claro
Mas ainda me pego pensando
Naquele sorriso que iluminava
Ah... ela era tão linda
Eu sei que acabou
Mas não entendo direito
O que aconteceu?
O que se perdeu?
Ela nunca me explicou,
Só partiu em silêncio
Eu sei que acabou
Sei que ela se foi
Mas ainda sonho acordado
Me vendo ao seu lado
Conhecendo seus pais
Na cidade onde ela cresceu
Eu sei que acabou
E preciso deixá-la ir
Não há mais o que fazer
“Adorei te conhecer”
Foram as últimas palavras
Agora tudo se perdeu
E eu sei... acabou
Plagiando o irmão Luiz Gonzaga em sua canção "Acácia Amarela", transcrevo minha versão...
Ela é tão linda, é tão bela,
Aquela Casa Espírita que nos ensina a sermos justos e buscar a elevação espiritual, a perdoar e sermos indulgentes, amar e servir.
Sou um Trabalhador da Última Hora, que sirvo sem esperar nada em troca, seguindo os ensinamentos do Mestre Jesus Cristo.
Ali todo mal é enfrentado, e somente o Bem e a crença em Deus e em Jesus Cristo, nos mantém firmes na seara.
Vivemos em Harmonia com a Lei Natural!
Que assim seja!
Por: Alberto Mesquita
Saudade dói
Algumas pessoas falam que quando agente chora é uma das formas mais belas de se limpar a alma,
Entre um desenho e outro sempre irei te encontrar, você está no barulho da chuva, na música bonita, você está nos sonhos mais profundos,
Em forma de filme eu vi agente realizando o nosso sonho de tirar incontáveis fotos do nosso casamento em Paris ,
Depois do oceano em linha reta olhando para o horizonte eu vejo, eu sinto você ai na Irlanda,
Foi uma surpresa imaginar a nossa distância um dia, tem sido um sufoco olhar para o mar com essa vela acesa nas mãos esperando os próximos vinte seis dias acabarem,
Dei dois gritos bem alto dizendo que te amo na esperança que as ondas do mar os levem até você,
A ansiedade e a emoção se juntaram com a saudade e ao ver tuas fotos, nossas fotos, lágrimas afogaram a tela do meu celular,
Me levantei e com um sorriso no rosto no cair da noite respirei forte e perguntei a lua se ela poderia cuidar de você por mim.
Poema para Marina e Kayron
O encontro de dois corações
A psicóloga e as emoções,
O advogado e as ações;
Duas pessoas e suas distinções.
Eles resolvem casar,
Celebrar,
Com uma linda história para contar,
Lembrar,
Um amor para exaltar.
Um relacionamento baseado em construções,
Superações,
Realizações,
Sem manual de instruções,
Mas repleto de ascensões.
Daqui para frente há muito o que vivenciar.
As areias para recordar.
Uma família a iniciar,
Assim como o Huck veio para alegrar,
O dia de hoje é para eternizar.
Se Deus é nosso pai, por que ele nos deixa sofrer?
Essa pergunta é legítima. E talvez a primeira verdade dura seja esta: nós não somos filhos de Deus, somos criaturas. Segundo a própria Bíblia, o único filho de Deus aqui na terra foi Jesus. Nós fomos criados, não gerados por ele como filhos íntimos.
E sendo criaturas com livre arbítrio, colhemos as consequências das nossas próprias escolhas, e também das escolhas dos outros. Se Deus interviesse toda vez que o ser humano cometesse uma injustiça, o mundo seria feito de robôs, não de consciências livres.
Deus não é o pai humano idealizado que impede todo sofrimento. E talvez o silêncio dele seja exatamente o teste: ver o que fazemos com a liberdade que nos deu.
É duro aceitar, mas se existe um Deus, Ele nos criou, não para sermos mimados por sua proteção, mas para sermos responsáveis, até mesmo quando sofremos por erros que não cometemos
Para tudo nesta vida há um propósito, um tempo determinado por Deus. Cada prova e cada luta que enfrentamos aqui é um processo de aperfeiçoamento. Assim como o ouro precisa ser derretido na forja e depois martelado repetidas vezes até alcançar a forma desejada pelo ferreiro, nós também passamos por fases de transformação.
No entanto, Deus, o maior Artífice do universo, não escolheu o ouro nem a prata — Ele escolheu o barro, o mais simples e comum dos materiais, para realizar Sua obra-prima. E mais do que isso: diferentemente do ferreiro, Deus não queima nem golpeia o homem com dureza. Ele nos prova por meio das adversidades, sim, mas também nos promete Sua presença no dia da nossa maior angústia.
Esse é o verdadeiro amor: o amor daquele que se entregou por nós, simples barro, para nos tornar vasos de honra em suas mãos.
Coração de Terra Santa
No campo manso e calado,
repousa um coração,
cercado por velha cerca,
feita de negação.
Dentro, um lago dorme em paz,
flores nascem sem rumor,
árvores falam com o vento
segredos do interior.
Fora, olhares se acumulam,
pedem passo, mas não vão,
pois ali diz o aviso:
“Proibido, irmão, entrar não”.
É terra que ninguém pisa,
nem por amor, nem por dor.
O peito guarda o que é só seu,
semente, sonho e ardor.
Quem vê de fora não sabe,
o que pulsa sem mostrar,
coração é chão sagrado —
só o dono pode pisar.
