Textos de Amizade Homem e Mulher
Ontem eu fui apresentada a um grande homem.
Pedi um conselho, ele simplesmente me olhou nos olhos e disse:
“A morte é o limite.”
Caminhou, olhou para trás e me acrescentou:
“Nunca desista daquilo que você não passaria um dia sem lembrar do quanto aquilo seria importante”.
Simplesmente fiquei sem palavras.
AMAR...
Se pra definir o amor um homem precisar sofrer
Eu estou disposto
Se pra definir o amor um homem precisar morrer
Ainda sim ficarei honrado em faze-lo
Mas se para definir o amor um homem precisar amar
Talvez eu não me arrisque
Eis a tarefa mais árdua na vida de um homem
Conseguir amar e ser feliz
A paixão é uma faca
de dois gumes e mortal
tira o homem do mundo
do mundo real
A paixão é uma bomba
megatons sem ton algum
é feitiço de bruxa
um martírio incomum
Vem de fora e nasce dentro
enlouquece o cidadão
deixa o cara careta,distraído e sem razão
Mas me diga quem na vida
nunca se sentiu assim
sem um chão pra pisar
voando igual Querubim
Não tem regras
não tem leis
que segure a sensação
encarcera a cabeça
na fulga do coração
Cotidiano
Certo homem, cuja vida era cheia de afazeres, mas tinha a alma vazia, disse:
– Mas um dia me levantei, e aqui estou, trabalho e pensando no amor. O merecer algo diferente não é meu, porque o que enche meu ser se não o ser "eu", mas o ser "eu" é vazio, talvez esbanje graça nessa terra vil, mas não há nada que o possa preencher, porque por mais que esteja cheio de si, mais ele quer ser.
Não há verão com intensidade, não há inverno com veracidade. Não há outono de renovo, nem primavera do nascer de novo.
Só há espaço a preencher, que as coisas vazias não conseguem suprir. Alma insaciável é essa do ser humano, só ocupa a mente e a vida de coisas sem sentido em meio ao cotidiano.
Como podes tu, homem sensato,
crerdes em tal fantasia
deixar se levar ao desespero
ir a busca constante
sem pensar nem ter medo.
Não vá, não agora,
espere a mim, me deixe lhe dizer.
Evite essa perca de tempo
não vá atrás do inexistente
não vá atrás da felicidade,
coisa que nunca irá encontrar.
O homem torna-se realmente ele mesmo, quando corpo e alma se encontram em íntima unidade; o desafio do eros pode considerar-se verdadeiramente superado, quando se consegue esta unificação.
Se o homem aspira a ser somente espírito e quer rejeitar a carne como uma herança apenas animalesca, então espírito e corpo perdem a sua dignidade.
E se ele, por outro lado, renega o espírito e consequentemente considera a matéria, o corpo, como realidade exclusiva, perde igualmente a sua grandeza.
Mas, nem o espírito ama sozinho, nem o corpo: é o homem, a pessoa, que ama como criatura unitária, de que fazem parte o corpo e a alma. Somente quando ambos se fundem verdadeiramente numa unidade, é que o homem se torna plenamente ele próprio. Só deste modo é que o amor — o eros — pode amadurecer até à sua verdadeira grandeza.
A fé cristã sempre considerou o homem como um ser uni-dual, em que espírito e matéria se compenetram mutuamente, experimentando ambos precisamente desta forma uma nova nobreza. Sim, o eros quer-nos elevar «em êxtase» para o Divino, conduzir-nos para além de nós próprios, mas por isso mesmo requer um caminho de ascese, renúncias, purificações e saneamentos.
AMOR
Diz a lenda que o Senhor, após criar o homem e não tendo mais nada sólido para construir a mulher, tomou um punhado de ingredientes delicados e contraditórios, tais como timidez e ousadia, ciúme e ternura, paixão e ódio, paciência e ansiedade, alegria e tristeza e assim fez a mulher e a entregou ao homem como sua companheira.
Após uma semana, o homem voltou e disse:
Senhor, a criatura que você me deu faz a minha vida infeliz.
Ela fala sem cessar e me atormenta de tal maneira que nem tenho tempo para descansar.
Ela insiste em que lhe dê atenção o dia inteiro... e assim as minhas horas são desperdiçadas.
Ela chora por qualquer motivo. Facilmente fica emburrada e fica às vezes muito tempo ociosa. Vim devolvê-la porque não posso viver com ela.
Depois de uma semana o homem voltou ao Criador e disse:
Senhor, minha vida é tão vazia desde que eu trouxe aquela criatura de volta! Eu sempre penso nela: em como ela dançava e cantava, como era graciosa, como me olhava, como conversava comigo e como se achegava a mim.
Ela era agradável de se ver e de se acariciar. Eu gostava de ouvi-la rir.
Por favor, devolva-me ela.
Está bem, disse o Criador. E a devolveu.
Mas, três dias depois, o homem voltou e disse:
Senhor, eu não sei. Eu não consigo explicar, mas depois de toda esta minha experiência com esta criatura, cheguei à conclusão que ela me causa mais problemas do que prazer. Peço-lhe, tomá-la de novo! Não consigo viver com ela!
O Criador respondeu:
Mas também não pode viver sem ela. E virou as costas para o homem e continuou o seu trabalho.
O homem desesperado disse:
Como é que eu vou fazer? Não consigo viver com ela e não consigo viver sem ela.
E arremata o autor: Achei que, com as tentativas, você já tivesse descoberto.
Amor é um sentimento a ser aprendido: É tensão e satisfação - É desejo e hostilidade - É alegria e dor - Um não existe sem o outro.
A felicidade é apenas uma parte integrante do amor. Isto é o que deve ser aprendido. O sofrimento também pertence ao amor. Este é o grande mistério do amor. A sua própria beleza e o seu próprio fardo.
Em todo o esforço que se realiza para o aprendizado do amor é preciso considerar sempre a doação e o sacrifício ao lado da satisfação e da alegria. A pessoa terá sempre que abdicar alguma coisa para possuir ou ganhar uma outra coisa.
Terá que desembolsar algo para obter um bem maior e melhor para sua felicidade.
É como plantar uma árvore frente a uma janela. Ganha sombra, mas perde uma parte da paisagem. Troca o silêncio pelo gorjeio da passarada ao amanhecer.
É preciso considerar tudo isto quando nos dispomos a enfrentar o aprendizado do amor.
E também farás digna de minha morada, é assim o pensamento de um homem de verdade para com a sua companheira;
Todavia morreria por seu amor, minha majestade com a tua força e formosura para com júbilo agraciar-te;
Dar-te-ei o meu coração anunciando de tal forma a plenitude que me envolve regozijando o meu querer;
Enquanto você pensar generalisadamente que
"homem são todos iguais, ou "Hoje em dia mulher não vale 1 real"
considere-se despreparado, você vai encontrar alguém legal e vai perder
esse alguém na mesma velocidade enquanto estiver pensando assim,
você vai tremer por ter encontrado alguém que achou que não existia,
vai estragar tudo.
Então, mude seu pensamento, de uma oportunidade para você
não existe um ser humano igual ao outro, o que existe
são pessoas em momentos semelhantes ou não. Prioridades.
Emoção única, momento singular na vida de um homem.
será que alguém conseguiria tentar explicar o que é ser pai?
Eu não sei, mas sinto...
...é como tentar explicar o inexplicável
ou tentar decifrar o indecifrável.
Aprendi que evitar a felicidade com medo de que ela acabe, é o melhor meio de se tornar infeliz.
Sim, esta é a palavra, Felicidade, e é hoje o que sinto, e tem nome:
Gustavo Henrique...
Como ver Deus!
O homem diz que não acredita em Deus porque não pode vê-lo, porque não pode senti-lo ou porque não concorda em sendo ele tão poderoso permite que coisas ruins aconteçam com seus filhos.
Segundo as sagradas escrituras, isso em qualquer religião, Deus fez o homem a sua imagem e semelhança.
O que isso significa?
O homem enquanto filho ama seu pai, mas acha que ele não está certo em tudo e muitas das vezes em nada.
O homem enquanto pai tudo que faz é para a proteção e felicidade do filho.
Acontece que enquanto filho por achar que o pai esta errado, o homem cai se machuca, e a única coisa que o pai pode fazer e cuidar sarar as feridas e novamente deixar que ele tente novamente.
O mesmo faz Deus, e se coisas ruins acontece com seus filhos, ele sofre junto, mas o que pode fazer é estar sempre pronto a cuidar sarar as feridas e deixar que tente novamente.
Portanto para ver Deus, olhe para o homem enquanto filho e enquanto pai, para senti-lo, sinta o amor de filho e o amor de pai e finalmente para entender seus motivos, entenda os motivos do homem e suas impotências enquanto filho e enquanto pai.
A essência do Homem
A vida tem seu Juízo,
Na terra e no paraíso;
É preciso ser preciso,
Na escolha do sorriso.
O ético e o colarinho,
Diferenciam-se no ninho;
Um curte a realização,
O outro a corrupção.
O mal sono traz o bom sonho.
O amor um ar risonho,
A nuvem negra a boa chuva;
A mãos ásperas a fina luva.
A guerra traz o terror.
O encontro de almas traz o amor;
Deus traz a Paz, por favor!
Faz esse mundo encantador.
Para os reis a estrela guia,
Para os sobrinhos a doce tia;
Para a música a harmonia.
Para os magos a alquimia.
Élciojosé
Tudo que desejo …
É um homem
Que me cubra de beijos
Que me fale baixinho
E sacie meus desejos
Tudo que desejo…
É estar apaixonada
Admirar a pessoa amada
E com meu gesto
Faze-lo sentir
O êxtase do amor
Escorregar em seu corpo
Descobrir seus segredos
Tornar-me cúmplice
Do mais bonito sentimento…
O prazer de dar prazer.
Tudo que desejo
É poder chorar e ser ouvida
É poder ouvir chorar
Com um ombro amigo
A partilhar esta dualidade da vida.
Tudo que desejo
É fazer um homem feliz e …
Ser feliz podendo brindar
O feliz encontro
Proporcionado por Deus.
Borboletas a vida, o homem, tudo é obra de deus
Há dias não as vejo,
Só as rosas, posso contemplar,
Mas hoje fui surpreendido,
Ela entrou voando,
Tocou a rosa,
Voou novamente,
Em outro dia ela veio
Marrom, hoje amarela,
Não é que seja a mais bela,
Mas a atenção me chamou,
Desfilou sua beleza,
Muito me encantou,
Até um beija flor,
A acompanhou,
Mas ele foi tão rápido
Que nem sequer me deixou,
Fotografa-lo, chegou tão ligeiro,
Beijou a rosa e voou,
Isto tudo é obra do Senhor,
Que fez tudo com amor,
Para nosso prazer contemplar,
Mas sua obra grandiosa,
Foi o homem criar,
Portanto, devemos amar,
Ele nos mostrou o caminho,
Em que devemos trilhar,
Amando, sendo justos e fieis,
Porque seu exemplo deixou,
Até por nos derramou,
Todo seu sangue, para nos salvar.
Francisco Júnior -Patos PB
22.06.2013
O homem olha para a nuvem,
O homem tem um sonho,
Ele espera, ele chora,
Com força luta,
Mesmo sem saber que luta é glória,
A nuvem traz a chuva,
A chuva traz a flor,
Da flor nasce o fruto,
Do fruto vem o sabor,
O sabor abre um sorriso e a lágrima evapora,
Retornando àquela nuvem que pranto trouxe outrora.
A AREIA E A PEDRA
Certo Homem queria saber sobre valores, e procura um ancião onde pergunta sobre como descobrir aqueles que permanecem para sempre, quais os que perduram por toda a vida! Então o ancião disse: Pegue um punhado de areia e uma pedra ao chão, depois entre num barco e navegue até o meio do rio em sua correnteza e, ao chegar, jogue um após o outro nas águas e fique a observá-los até cada um desaparecer da sua vista, e volte até aqui.
O Homem assim o fez. Voltando ao ancião, lhe perguntou sobre a razão de ter observado a areia e a pedra colocada sobre as águas.
O Ancião indagou ao Homem sobre a areia! O que percebeste ao coloca-la sobre as águas? O Homem disse que a princípio, a areia pairou sobre as águas liberando uma fina poeira, caindo tudo sobre as águas fez-se uma mistura de cor barrenta, rodou um pouco fazendo um círculo meio distorcido e depois começou a se afastar lentamente e dissolver a sua cor até desaparecer por completo.
Em seguida o Ancião pergunta ao Homem sobre a pedra colocada sobre as águas! O que percebeste quando a pedra foi colocada sobre as águas? O Homem disse que ao contrário da areia, a pedra, imediatamente quando colocada nas águas, afundou, sendo a princípio, lento e de balanço de um lado para o outro, até desaparecer da sua vista na profundeza do rio.
O Ancião disse que, os valores que perduram são como a pedra que se funda por sua solidez, indo de um lado ao outro das intensões, e, ainda que não o vejamos com clareza em sua profundidade, sabemos que ele está a onde o colocamos, a onde o fundamos. Os valores que permanecem são em sua essência, uma força de massa persistente, passando a existir como contribuição a construção da moral para o indivíduo em seu bem estar, em acúmulo, também servem para contribuir ao estado de bem para a harmonia da vida de si e do outro. Encontrando estes valores irás bem!
Porém, tal qual a areia que se espalha como poeira, e que, ao cair sobre as águas lhe escurece, mas, rapidamente se dissipa, esta é como os valores passageiros que, por não terem consistência e solidificação, ao ser procurado como norteador à vida, não o encontramos jamais depois que se dissipam. São valores aparentes, de fácil desaparecimento, por não tratarem do que virá a ser o que existe de bem a sociedade em sua moral, procurando apenas o que pode ser ao agrado de indivíduos que vivem para si, sem jamais se importar com o outro em seu bem estar.
Então, disse o Ancião: Solidifique seus conceitos sobre o certo e o errado, sobre a decisão e a aceitação, estes valores poderão anunciar tuas obrigações e avaliar tuas intensões, indicando, por exemplo, o sentido de honestidade, responsabilidade, liberdade, felicidade, o bem, o mal e etc., já que são valores que nunca deixarão de existir, pois foram fundados e não espalhados, foram depositados em lugar que sabes onde se encontram, pois quando fundados, passaram a fazer parte de você, em tua consciência.
Tá vendo?
Veja só que saco que é um homem sensível que fica explicando, todo magoadinho porque uma mulher diz com todas as letras aquilo que acha deles. E de forma geral, não foi nem específico!
E é um equívoco quando você usa o plural. Não, não é todo homem sensível que despreza uma mulher como eu. Ao contrário, eu atraio esse tipo de homem aos montes porque sou o complemento, o aspecto masculino, o espelho. É por isso que eu também atraio esse tipo de homem. Para que me adoce, para que me amoleça, para que eu aprenda a aceitar a ternura e a delicadeza. O que me irrita em vocês é a melosidade, o chororô sem fim, a autopiedade e principalmente essa mania chatérima de dar importância demais a besteiras, como, por exemplo, esse texto aqui.
Óbvio que vocês tem qualidades. Óbvio que tem gente que curte.
Óbvio que eu já entendi porque eu atraio tantos homens desse perfil.
O que eu ainda não entendi é porque eles, mesmo sabendo que eu não aguento esse lero-lero, continuam me dando trela.
Eu optei em seguir por um caminho que é sentido contrário do Prosperar do Homem...
posso parar e voltar...
posso cortar caminho para felicidades efêmeras
Felicidades pequenas encontradas em Mizunos iguais...
de belos carros, acompanhado de eternas prestações...
Mas não, eu amo o caminho que trilho consigo andar de olhos fechados
e quando fecho...
é como se estivesse andando mais rápido ao objetivo.
Já tinham vinte e duas ligações perdidas no meu celular, aquilo estava ficando sério, o homem de terno que eu havia conhecido no banco estava se apaixonando por mim.
Por mais que eu quisesse aquilo, eu não poderia me arriscar, não cabia sentimento neste meu pequeno músculo.
O celular tocou mais uma vez, eu precisava por um ponto final naquela situação.
- Alô.
- Olá querida.
- Precisamos conversar.
- Ih, lá vem problema. – Ele riu. – Onde?
- Naquele bar que fomos com seus amigos.
- Está certo, que horas?
- Ás sete.
- Então até lá, beijos querida. Amo-te.
- Até lá.
Desliguei o pequeno aparelho e caminhei até a janela, muitos culpam a vida. Separei uma roupa simples e entrei no banho, não gosto de fazer pequenas garoas virarem grandes tempestades, não aumento, não choro, não grito, não me estresso por bobeiras, sempre fui assim.
Deixei que a água escorre-se pelos meus fios de cabelo, passei a mão por diversas vezes no rosto. Terminar um namoro nunca é fácil, é como chegar no final de um livro que poderia ter uma continuação maravilhosa, mas não tem. Sai do banho e me vesti, procurei pelo pente e fiz um rápido coque. Não estávamos nem há um mês juntos e ele já dizia que me amava, quando você sabe que ama alguém?
Peguei a chave do carro e dirigi até o pequeno estabelecimento, antes de entrar pensei em algumas palavras que o confortariam.
Andei com passos lerdos até o homem de cabelos castanho escuro.
- Não posso ficar com você.
Ele me encarou surpreso, eu poderia ter me aproximado de outra maneira, ter lhe dado um ou dois beijos, ter dito que estava com saudades, como os outros casais fazem, mas eu não tinha pena e não sabia ser falsa como aquelas pessoas.
- E por quê? – Foi o que ele me perguntou.
- Porque não posso ser apenas de uma pessoa.
- E por quê?
- Porque seria arriscado demais.
- Arriscado?
- Sim!
- O que seria arriscado?
- Entregar o meu coração a alguém que provavelmente não saberia cuidar dele.
- Então você tem medo de se apaixonar?
- Não se pode ter medo do que não se acredita.
- E você não acredita no amor?
- Prefiro não acreditar no que me dá medo.
- Mas...?
- É simples, não sou do tipo que abre espaço para sentimentos, meu coração não foi feito para guardar frescurinhas.
- Ele foi feito para o que então?
- Para fazer o trabalho dele, e é o que ele faz.
- O trabalho dele?
- Bombear o sangue do meu corpo.
- Apenas?
- Apenas.
Ele me fitou por alguns minutos em silêncio, esperei que ele falasse algo, mas nada foi dito, a conversa deveria ter acabado ali, eu deveria ter me levantado e ido embora como já havia feito milhões de vezes com outros homens, mas aquele rapaz de olhos intensos me prendia.
- Isso não é certo!
- O que não é certo?
- Você não amar;
- Errado é sentir dor e lutar para isso.
- Ninguém luta pra sentir dor!
- Quem ama luta.
- Você não sabe.
- Sei sim.
- Então é por isso que você tem medo.
- Não tenho medo!
- Tem sim, medo de alguém machucar o seu coração, de novo.
- Você está louco.
- Quem foi?
- Quem foi o que?
- Que despedaçou seu coração?
- Ninguém despedaçou o meu coração.
- Quem foi? – Insistiu ele.
- Um cara.
- Que era?
- O homem mais lindo de todos, ele me dava a melhor sensação do mundo, mas agora já não importa.
- Importa sim.
- Não importa não, já foi, é passado, já colei todos os caquinhos, meu coração está concertado e ele aprendeu.
- A não amar?
- A não ser burro!
O silêncio voltou a pairar sobre nós dois, aquelas perguntas me irritavam.
- Você não pode fugir pra sempre.
- Fugir?
- Do amor.
Ele se levantou e sem me dar tchau ou um beijo - como os casais recém separados fazem - ele se foi, eu estava sozinha naquele lugar vazio, tão vazio quanto o meu coração que, triste e solitário, só queria ser amado.
Novos tempos
Não estamos mais no tempo dos coronéis
Naquele tempo que o homem tudo podia
Em que as mulheres escravizadas
Aceitavam as regras por intimidação,
As pobres Amélias consumidas.
Ainda existe por aí, homens coronéis,
Que vivem no passado
Achando que indo aos bordéis
Ainda serão reverenciados.
Pobres ignorantes do planeta
Irão ficar somente embriagados.
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