Textos de Amizade entre Tia e Sublinha

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Entre o espaço e a terra
Vejo o tempo Olho o vento Sinto o martelar do passado Corro em direção a mim Chego o mais alto que posso Entre o espaço e a terra deixo minha alma calar como o inevitável Entrego sem apego a luz que conduz o mortal à eternidade
Com dor debruço meu recomeço em forma de sonhos Olho a escuridão da noite, vem o vento trazendo a esperança perdida Vejo o cantar dos pássaros no amanhecer, vem o cheiro do orvalho da terra Vou correr e dançar no som dos anjos com harpas e flautas no doce encanto da luz que habita em mim

O universo celestial
Reconheço a dimensão da luz do universo Entre o arco-íris celestial Recebo a colheita divina da própria sabedoria Entre o pai e o homem encontra-se o elo da união sublime de todas as forças Receba o alimento divino Aprenda a perdoar dando amor Dentro de nós habita um grande rio e não permita acumular fixos que não são nossos, pois poderá represar a água deixando apodrecer e criar lodo.
Deixe que a água flua naturalmente deixando que o lixo passe, E com o tempo vai perceber que todos os males causados pela nossa caminhada e para nosso crescimento pessoal.
Os lixos são cobranças de nossos próprios atos, amem cada erro cada recomeço, tudo ao nosso redor são merecimentos de nossos pensamentos.
Venho saborear o passado em mente aberta Dentro do cosmo perfeito encontro a alma a levitar Sentindo vibrar luz em mim Muita coisa bonita tem.

Entre o céu e o mar
Relembro os teus olhos de encanto Revivo o teu toque suave de ternura Quero contigo viver meus sonhos de menino Quero contigo sonhar meus desejos mais profundos Vou voar para longe Vou cantar para o céu Vou buscar teu encanto no íntimo do amanhecer Vejo o sol sinto o vento Caminho descalço no tempo Sem deixar marcas no vento Entre o céu e o mar

Não sou Charlie, Sou Flores

Porque a minha poesia promove a paz, não o ódio entre as pessoas;
Porque a minha arte não é contraponto de extremismo ideológico;
Porque sou a favor da liberdade de expressão,
Mas abomino o desrespeito e o exorbitismo da hipocrisia.
Porque sou mais sensível ao anonimato de uma guerra fria em Baga, silenciosa e silenciada pela grande mídia do que uma consequência provocativa, NÃO JUSTIFICADA, de alguns TRAÇOS ideológico igualitário...
Porque posso até ser Charlie, mas antes, sou Nigéria e os milhares de mortes causadas pelo Boko Haram e que são muito mais frequentes e catastróficas;
Porque sou África, sou Oriente Médio, sou os Jornalistas executados pelos loucos fanáticos
De uma guerra provocada e financiada pelos mesmos que se dizem hoje combatentes do mal...
Sou os cristãos, os muçulmanos, os indígenas, os homossexuais, o epilético, confundido com feiticeiro, os amaldiçoados, os apedrejados, os queimados vivos numa fogueira de ignorância e preconceito...
Sou os Albinos da Tanzânia, procurados e massacrados em rituais e costumes mórbidos como se ainda vivêssemos na idade média ou da pedra lascada;
Sou os Norte Coreanos, encurralados, escondidos, trancafiados dentro de um mundo sem noção, para não falar campo de concentração...
Sou as mulheres da Somália, de genitálias mutiladas em nome de uma cultura religiosa estúpida e perversa;
Sou brasileiro, vítima de criminosos protegidos pelo Estado;
Sou homem, Sou mulher, Sou favelado, Sou do Nordeste, Sou artista sem incentivo, Sou tudo isso e mais um pouco!
Mas acima de tudo, sou poesia, sou poeta. Prazer, sou Flores.

TEMPO DE AMAR

Ser mulher
Entre as linhas e os suspiros
Entre o silêncio, entre ferro e fogo
Piano de teclas vibrantes, abafadas
Mergulho de palavras, secas na boca
Cheios da noite, rasgadas no sentimento
Ama as estrelas, as dores, lágrimas comuns
Escreve na sua imperfeita, a perfeita melodia
Vícios de palavras despidas, rasgadas de tinta
Inventa um poema de letras mudas, sentidas
Mulher de coragem suspira de saudade
De amor, eternizando os sonhos, os sorrisos
Entre outros momentos.

“Há mais coisas entre o céu e a terra do que pode imaginar nossa vã filosofia.
William Shakespeare”

PENSANDO

Assim o ato de pensar é imperfeito, pois o objeto que o realiza é um objeto imperfeito.
Nós queremos o “certo”, tendo que aprender a conviver com o “erro”.
Isso também é estudo cientifico.
Estudo dos limites da compreensão.
Estudo das consequências dos defeitos do entendimento.
Todos eles têm nomes de ciências e subdivisões da ciência.
Estudo da limitação da expressão de ideias filosófica ou de seu entendimento em forma de uma língua já existente.
Tantos Vieses, que usualmente é preciso um pouco de boa vontade. E realmente tentar entendes as razões por de traz das razões.
Defina Deus. Defina superstição. Eles têm as mesmas funções para serem derivadas na mesma figura de linguagem?
Definições e razões.
Quando um homem olha o céu ele se pergunta por que chamamos todos os pontos brancos de estrelas?
Ai vem alguém apaixonado e coleciona algumas como planetas.
O que cada um fez com isso carrega sua razão.
Ai então surgem varias figuras:
Há os críticos, há professores e há os alunos.
Há a verdade que não é uma, são muitas e todas têm o seu lugar.
O que é o ser culto se não aquele que pode entender varias verdades, seus limites e suas qualidades.

Dante Locateli

Garantias no amor

Como é fácil destruir o que amamos! Com que rapidez surge uma barreira entre nós, uma palavra, um gesto, um sorriso! A saúde, o humor e o desejo nos entristecem e o que era maravilhoso torna-se insípido e opressivo. Pelo uso, nós nos desgastamos, e aquilo quer era vivo e claro torna-se cansativo e confuso. Por meio de constantes atritos, esperanças e frustrações, aquilo que era belo e simples torna-se terrível e cheio de expectativas.

Relacionamentos são complexos e difíceis, e poucos conseguem sair deles ilesos. Embora quiséssemos que fosse estático, duradouro e contínuo, o relacionamento é um movimento, um processo que deve ser profunda e completamente entendido, e não forçado a se conformar a um padrão interno ou externo. A conformidade, que é a estrutura social, perde seu peso e autoridade somente quando há amor. O amor no relacionamento é um processo purificador, pois revela os mecanismos do Eu. Sem essa revelação, o relacionamento tem pouca importância.

Mas como lutamos contra essa revelação! A luta assume muitas formas: controle ou submissão, medo ou esperança, ciúme ou aceitação e assim por diante. A dificuldade é que nós não amamos; e se nós de fato amamos, queremos que isso funcione de uma forma particular, não lhe damos liberdade. Nós amamos com nossas mentes e não com nossos corações. A mente pode se modificar, mas o amor, não. A mente pode se tornar invulnerável, mas o amor não; a mente pode sempre se retrair, ser exclusivista, tornar-se pessoal ou impessoal. O amor não é para ser comparado e tolhido. Nossa dificuldade está naquilo que chamamos de amor, que é realmente da mente.

Enchemos nossos corações com as coisas da mente e mantemos nossos corações sempre vazios e cheios de expectativas. É a mente que se apega, que é ciumenta, que controla e destrói. Nossa vida é dominada pelos centros físicos e pela mente. Nós não amamos e deixamos em paz, mas ansiamos por ser amados; nós damos a fim de receber, que é a generosidade da mente, não do coração. A mente está sempre buscando garantia, segurança; e pode o amor ser garantido pela mente? Pode a mente, cuja própria essência é temporal, perceber o amor, que é sua própria eternidade?

Mas mesmo o amor do coração tem seus próprios truques; pois corrompemos tanto nosso coração que ele é hesitante e confuso. É isso que torna a vida tão dolorosa e cansativa. Em um momento nós achamos que temos amor e no próximo ele é perdido. Aí entra uma força imponderável, que não é da mente, cujas fontes não podem ser sondadas. Essa força é mais uma vez destruída pela mente; pois nessa batalha a mente, invariavelmente, parece ser a vitoriosa. Esse conflito dentro de nós mesmos não será resolvido pela mente astuta ou pelo coração hesitante. Não há um meio, uma maneira de fazer esse conflito terminar. A própria busca por um meio é outro anseio da mente por domínio, para livrar-se do conflito e ficar tranquila, para ter amor, para tornar-se algo.

Nossa maior dificuldade é estar ampla e profundamente atentos ao fato de que não existem meios para o amor como um objetivo desejável da mente. Quando entendemos isso real e profundamente, há uma possibilidade de receber algo que não é desse mundo. Sem o toque desse algo, façamos o que quisermos, não poderá haver felicidade duradoura no relacionamento. Se você receber essa graça e eu não, naturalmente estaremos em conflito. Você pode não estar em conflito, mas eu estarei; e em minha dor e tristeza eu me desligarei. A dor é tão exclusiva quanto o prazer, e até que exista aquele amor que não seja uma construção minha o relacionamento será dor. Se houver a bênção daquele amor, você nada poderá fazer a não ser me amar pelo que sou, pois então não moldará o amor segundo o meu comportamento.

Quaisquer que sejam os truques da mente, somos independentes; embora possamos estar em contato um com o outro em alguns pontos, a integração não é com você, mas dentro de mim. Essa integração não é resultado da mente em nenhum momento; ela forma somente quando a mente está inteiramente silenciosa, tendo alcançado o limite de suas forças. Somente assim não existe dor no relacionamento.

Há, por exemplo, entre as mariposas, certa espécie noturna da qual as fêmeas são em número muito mais reduzido do que os machos. As mariposas se reproduzem da mesma maneira que todos os outros insetos: o macho fecunda a fêmea, e esta põe ovos. Quando se captura uma dessas fêmeas (e numerosos naturalistas já comprovaram o fato), os machos vão dar ao lugar onde ela se encontra prisioneira, depois de voarem vários quilômetros de distância, viajando horas e horas através da noite. Presta atenção! A vários quilômetros de distância os machos sentem a presença da única fêmea existente nas imediações. Tentou-se buscar uma explicação para o fato, mas é muito difícil de explicar. Talvez os machos tenham o sentido do olfato extraordinariamente desenvolvido, como os bons cães de caça, que conseguem achar e seguir um rastro imperceptível. Compreendes? A Natureza está cheia de fatos como este, que ninguém consegue explicar. Mas imagino que se, entre essas mariposas, as fêmeas fossem tão freqüentes quanto os machos, estes talvez não tivessem um olfato tão fino. Se o têm é porque se viram na necessidade de exercitá-lo a tal ponto e a intensificar sua sensibilidade. Quando um animal ou um homem orienta toda a sua atenção e toda a sua força de vontade para determinado fim, acaba por consegui-lo. O mesmo acontece com o que antes dizíamos. Se observarmos uma pessoa com suficiente atenção, acabaremos por saber mais a seu respeito do que a própria pessoa.
(...) É necessário perguntar-se sempre, duvidar sempre. Mas a coisa é muito simples. Se uma dessas mariposas noturnas de que falamos pretendesse orientar toda a sua vontade em direção a uma estrela ou a outro fim semelhante, é claro que nada conseguiria. Mas nem sequer pretende isso. Busca apenas o que tem para ela um sentido e um valor, algo que lhe é necessário e de que não pode prescindir. E é então precisamente quando consegue também o inacreditável: desenvolver um sexto sentido, que só ela possui entre todos os animais. Nós, os homens, temos um campo de ação muito mais vasto e interesses mais amplos do que os animais. Mas também nós nos achamos inscritos num círculo relativamente pequeno e não conseguimos ultrapassá-lo. Posso imaginar muitas coisas, imaginar, por exemplo, que meu maior desejo seria chegar ao Pólo Norte ou algo semelhante; mas só poderei querer isso com suficiente intensidade e realizar esse desejo quando ele realmente existir em mim e todo o meu ser se achar penetrado por ele. Quando isso acontece, quando intentas algo que te é ordenado de dentro do teu próprio ser, acabas por consegui-lo e podes atrelar tua vontade como se fosse um animal de tiro. Se eu me esforçasse agora no sentido de que, por exemplo, o nosso pároco não usasse óculos, não haveria de conseguir nada. Seria apenas um jogo. Mas, quando no outono passado, surgiu em mim o firme propósito de mudar de lugar na classe, tudo aconteceu maravilhosamente. Logo apareceu um aluno, que até então estivera doente e cujo nome começava por uma letra anterior à inicial do meu, e como alguém devesse dar-lhe o lugar nos primeiros bancos, fui eu, desde logo, quem lhe cedeu o lugar, precisamente porque minha vontade já se encontrava preparada para aproveitar a primeira ocasião.
(Demian)

CARÊNCIA

A carência
é uma correnteza de desafetos
que serpenteia por entre a vida
arrastando os homens
para abismos recônditos
e obscuros

Pudera eu,
ser uma ilha abraçada pelo mar
e pudesse estreitar
nos meus braços
o calor do ocaso poente

A premência de afeto
é algo que fragiliza
a natureza do nosso ser!

Reproduzimos a nossa espécie estabelecendo contato entre os genes do pai com os genes da mãe. Estes fatores hereditários podem ser dispostos num número quase infinito. Física e mentalmente, cada um de nós é exclusivo. Qualquer cultura, que no interesse da eficácia, ou em nome de qualquer dogma político ou religioso, procura padronizar o indivíduo humano, comete um ultraje contra a natureza biológica do homem.
(Admirável Mundo Novo)

E entre linhas e pernas, eu ganhei você.
Te trouxe pra perto com poesia. Te prendi no amor. Te sufoquei nas dúvidas. Te fiz se dar. E fiz doer. Inspiração no papel. Piração na cama. Distância. Vontade. Ausência. Saudade. Reencontro. Desejo. Molhados. Ora lágrima, ora suor. Amor. De verdade.
Tanto querer. Ficar pra sempre. Ir embora, pra nunca mais voltar.
Minha boca que te fazia querer ficar. E querer sumir. Te engolindo, te agredindo.
Intenso. E tenso. Mas sempre-querer. Dentro. Forte. E mais, o tempo todo. Chão. Escada. Carro. Piscina. Cama, cama, cama. Chuveiro. Água gelada que esquentava o amor. Nós dois e os lençóis. O sol e você me esquentando. A noite chegando e nós dois amanhecendo. Tão dentro de mim. Pra sempre. Entre mente, coração e vontades.

E entre tudo que ele poderia ser pra mim, ele escolheu ser saudade.

Engavetando sentimentos. Um dia dou de presente pra quem souber cuidar.

Coração vazio = paz.

Se eu bagunço a sua cabeça, é porque você bagunçou meu coração.

E aí o querer pede tanto pra acontecer, e você não pode fazer nada além de querer ainda mais. E pensar, e sentir falta. E só...

Alguém que não diga 'se cuida' e sim 'eu cuido de você'.

Pra fazer uma mulher feliz: um HOMEM. Meninos não sabem fazer isso.

Era uma vez uma moça com medo de amar. E fim.

Um amor, sem passado, por favor. (utopia)

Troco barriga definida, por coração bem resolvido.

Porque mesmo longe, você é mais presente do que qualquer outro cara do mundo.

Sou tão sua sem ser. E você me tocou, assim mesmo, sem encostar, mais do que qualquer outro cara que já dividiu a cama comigo...

De abraçar por horas, sem dizer nada e com um beijo te dizer tudo que milhares de poemas não conseguiriam dizer...

Pra que guardar rancor se ele pesa? Prefiro o amor, que me faz flutuar!

E aquele abraço com cara de paz. E aquele olhar que diz tudo sem dizer. Assim mesmo. Amor clichê.

É que o 'tarde demais' um dia chega.

Quando, além da vontade de desistir e nunca-mais-ver, existe a vontade de voltar no tempo e apagar o que passou...

Te mandando embora da minha vida, enquanto o coração grita, e te pede pra ficar.

Querer tanto tanto tanto, e (fingir) não querer mais.


Nossos pensamentos em sintonia, coração no mesmo ritmo, sorriso grudado no rosto e você grudado em mim.

E caminhar por todas as ruas do mundo não me deixaria cansada, enquanto sua mão estivesse encostada na minha.

O Facebook e o teatro que a vida é.

Tenho entre meus amigos do Facebook vereadores, deputados, prefeitos, governadores e muito mais gente importante.
Amigos virtuais.
Tenho reencontrado aqui velhos amigos que são vencedores nas suas profissões e outros que como eu, pularam de galho em galho e devem estar gratos por ainda estarem vivos.
Foram grandes as viagens, grandes aventuras .Várias quedas.
Tenho amigos de dezenas de anos e outros de poucos dias. Todos enganosamente tão próximos quanto um único clique, o que dá para perceber quanto é errada a percepção da distância na internet.
Mas é por aqui que tenho feito dos conhecidos, virtuais amigos, e com os velhos amigos relembrado gostosas experiências.
Cada dia fico mais grato pelos meus muitos erros.Eles me proporcionaram os acertos.
São os acertos que me trazem as memórias mais fortes dessa experiência única que é viver.
Cada dia fico mais grato por ter vivido o suficiente para poder escrever essa história, ao invés de ter vivido a história dos outros ou a história que gostariam que eu trilhasse.
Cada linha que eu escrevo é a síntese de muitos dias de viver intenso.
Em cada “curtir” que eu recebo sei que escrevi algo que fez com que essa pessoa também revivesse um pouco da própria história.
Se com os velhos amigos tive história , resta a possibilidade cada vez menos remota, de continuar a escrever novas histórias. Ainda que virtuais.
E vamos e venhamos, de que adiantaria eu ficar me lamuriando aqui ou em qualquer lugar, pela vida que eu deveria ter vivido e da história que eu poderia escrever.
Muita gente já escreveu que a vida não tem ensaio. O show tem que continuar!
Então gente, qualquer “curtir” prá mim tá mais para aplauso do que para vaia...quem sabe a gente ainda não participa junto de mais um Ato.
Curti aí pô!!!

Entre a minha vida e a vida dos meus sonhos.

Tantas distinções vivendo juntas,
Vivo a vida gerada pelos meus sonhos,
Minhas maiores decepções foram com sonhos frustrados,
Minhas maiores realizações só aconteceram porque as sonhei antes.

Por que viver sonhando?

Mas é tão fácil perceber que vivemos sonhando,
Mas eu não quero transformar minha vida em sonhos,
Quero transforma meus sonhos em vida.

Sonho com tantas coisas,
Mas meu sonho é igual ao de todo mundo,
Sonho em ser feliz,
Mesmo que isso custe minha imaginação,
Mesmo que isso custe entregar uma particula do meu coração,
Mesmo que isso custe meu futuro,
Mesmo que isso custe minha história.

Quero controlar-te sonho,
Pois se não fizer isso,
Consumirá-me tão depressa,
Que não terei o direito de escolher,
E se eu não escolher,
A vida não será minha,
Será do abstrato.

Sonda-me, aconselha-me, inspiri-me,
Mas também me deixe viver.

O verdadeiro motivo da vida é ser feliz, amar e ser amado. O que pode dar errado entre tantas coisas boas? Ser feliz depende somente de nós mesmos e de nossa aceitação. Amar é fácil porque depende de nós mesmos e do quanto temos a capacidade de amar. Ser amado é fácil se somos felizes e sabemos amar. Então seja feliz, ame e seja amado!
06/09/10

Me encontre
Venha até a mim e me beije
não espere o tempo passar
e o sonho acabar.

Entre,
sente
e fique,
me encontre
me sinta e me beije
me fascine e me encante.

Denuncie meu erros
e acredite em minhas verdades...
Seja unica ao meu lado
e me deixe ser assim..
devende meus segredos e me faça bem.
Se permita... me permita..
sejamos felizes
pois agora o tempo é nosso!

ENTRE MINHAS ASPAS


O silêncio
escala entre minhas aspas.
No meu eu,
embala o desconforto itálico
das vozes interiores
que não se calam em mim.
Na frequencia, sem sequencia,
das emoções
o que sou e o que quero se confundem.
E assim, muitas vezes,
nesse meu interno labirinto,
o silêncio é, por certo,
um grito do que sinto.

Entre os lixos do mundo ando
Percorro caminhos sujos
imaculada quero seguir

Quero ser luz
Recolher os meus lixos
E a DEUS os oferecer

Não quero os lixos dos outros
Peço a DEUS que os acolha
E os transforme também

Senhor, guia meu passos
Maria, passe a frente
E não me deixem só.

A VIDA
A vida é a arte de acreditar, sonhar e amar.
É o período entre a fecundação e a morte.
Para muitos uma obra de arte mal acabada.
Para outros, um tempo de aprimoramento e grandes realizações.
Para os que têm fé, é a esperança de vida eterna.
Para os que amam, é uma promessa de felicidade.
Para os que sonham, é a certeza de grandes realizações.
Para quem não tem fé, não ama e nem sonha: é apenas um dia após o outro.

Tristão e Isolda é uma história lendária sobre o trágico amor entre o cavaleiro Tristão, originário da Cornualha, e a princesa irlandesa Isolda (ou Iseu). De origem medieval, a lenda foi contada e recontada em muitas diferentes versões ao longo dos séculos.

O mito de Tristão e Isolda tem provável origem em lendas que circulavam entre os povos celtas do noroeste Europeu, ganhando uma forma mais ou menos definitiva a partir de obras literárias escritas por autores normandos no século XII. No século seguinte a história foi incorporada ao Ciclo Arturiano, com Tristão transformando-se em um cavaleiro da távola redonda da corte do Rei Artur. A história de Tristão e Isolda provavelmente influenciou outra grande história de amor trágico medieval, a que envolve Lancelote e a Rainha Genebra. A partir do século XIX até os dias de hoje o mito voltou a ganhar importância na arte ocidental, influenciando desde a literatura até a ópera, o teatro e o cinema.

O mito de Tristão e Isolda foi retratado de diferentes maneiras na Idade Média. Em linhas gerais a história pode ser descrita assim:

Tristão, excelente cavaleiro a serviço de seu tio, o rei Marcos da Cornualha, viaja à Irlanda para trazer a bela princesa Isolda para casar-se com seu tio. Durante a viagem de volta à Grã-Bretanha, os dois acidentalmente bebem uma poção de amor mágica, originalmente destinada a Isolda e Marcos. Devido a isso, Tristão e Isolda apaixonam-se perdidamente, e de maneira irreversível, um pelo outro. De volta à corte, Isolda casa-se com Marcos, mas Isolda e Tristão mantêm um romance que viola as leis temporais e religiosas e escandaliza a todos. Tristão termina banido do reino, casando-se com Isolda das Mãos Brancas, princesa da Bretanha, mas seu amor pela outra Isolda não termina. Depois de muitas aventuras, Tristão é mortalmente ferido por uma lança e manda que busquem Isolda para curá-lo de suas feridas. Enquanto ela vem a caminho, a esposa de Tristão, Isolda das Mãos Brancas, engana-o, fazendo-o acreditar que Isolda não viria para vê-lo. Tristão morre, e Isolda, ao encontrá-lo morto, morre também de tristeza.