Textos de Amizade entre Tia e Sublinha
A VERDADEIRA IMAGINAÇÃO CRIADORA
Existe uma grande distância entre aquilo que se lê e aquilo que se entende, e é justamente, ao entreato desses longínquos lugares, onde reside a fantasia. Não existem palavras sem imaginação, nem imaginação passiva ao que se traduz em realidade. Pois, em todas as mentes onde sobram juízos, costumam faltar delírios, e sem delirar não se pode caminhar por lugares desconhecidos, conversar com pessoas inexistentes, muito menos dançar despudoradamente, as canções mudas que embalam os bailes jubilosos das maiores quimeras. Tanto por não conseguirem escutar as melodias, quanto pela falta de audácia para despir-se diante da orquestra dos comedimentos que vigiam a prudência dos sensatos para jamais ousarem agir em desigualdade com as convenções sociais que certas formalidades sem forma alguma os impõem.
Ao passo em que se calam e aceitam, se nutrem da única ilusão que não alimenta a alma: comem no prato opaco e sem cor da conveniência, tudo o que seus pares lhe põem goela abaixo, e se fartam da satisfação famélica de ser igual. E mesmo sem jamais serem capazes de distinguir os sabores dos dissabores, arrotam contentes e conformados, ainda com toda fome do mundo inteiro que jamais degustarão.
Na pequenez que se minoram as almas dos acovardados, o mundo inteiro se reduz em proporcionalmente. E enquanto os desvairados sabem que — muitas vezes é preciso perder o teto para enxergar o céu — para os que não avistam o infinito, as distâncias de algumas estrelas lhes escapam à vista. Geralmente, são os brilhos que resplandecem das estrelas mais iluminadas. Entretanto, pelo limite da normalidade serão sempre invisíveis aos olhos opacos dos insensíveis.
A verdadeira imaginação criadora, não se limita ao confinamento de caminhar somente até o limítrofe demarcado pelas palavras que encerram um conto. Mas, em descobrir com novos olhos que — ao chegar naquilo que muitos compreenderão apenas como final — serão capazes de perceber que um ponto, não é nada mais que uma regra ortográfica, e as regras só servem mesmo para os mais obedientes.
Nesse trecho dependerá somente dele delimitar-se. Satisfeito com o que foi lido, ou açorado para desbravar novos sonhos por traz do ponto, fará da sua curiosidade o eufemismo dos transgressores para esboroar as fronteiras invisíveis e seguir além daquilo que foi lido.
Entretanto, é preciso ter bastante cuidado com as palavras. Ao menos, para aqueles que não as consideram tão somente como um mero conjunto representativo de signos com a serventia de expressar um pensamento, ou manifestar uma ideia. Afinal, os pensamentos e as ideias, quando não pronunciadas estarão guardadas para sempre no porão daqueles que não a disseram, enquanto, do contrário, as palavras depois de tomadas vida, permanecerão vivamente soltas e o seu poder dependerá sempre de quem usá-las. As palavras contêm vida ou morte, conquista ou derrota, audácia ou temor, felicidade ou tristeza. Proferidas então, possuem um desmedido poder sobre a vida do outro, podem segregar ou aproximar, construir muros ou estreitar laços, gerar amizades ou destruí-las. Algumas são sedutoras, traiçoeiras e perniciosas.
Muitas vezes, as palavras são como belas melodias que entorpecem os ouvidos surdos pela avidez de escutar aquilo que precisa para acalentar a alma, minorar as angústias, ou remediar as desilusões. Lê-se, portanto, nem sempre aquilo que está realmente escrito, mas o que se tomou por necessidade.
E ainda que, o entendimento humano seja fruto da percepção individual daquilo que vivenciamos, existem muitos olhos enceguecidos pelos anseios sôfregos de enxergarem tudo àquilo que vislumbram decifrar no conteúdo escrito, de uma carta em branco que ninguém jamais escreveu. Portanto, na verdade fantasiosa – onde só é permitida com legitimidade – dentro do universo letrado, não são as expressões mais suntuosas, os fraseados dispostos em adornados, nem os textos mais eruditos que aferem o valor de uma expressão. O escambo volátil que avalia o seu verdadeiro valimento deverá ser medido sempre na significância única de quem a tomou posse em sua manifestação corrente.
Pois, quão mais grandioso o sentimento inexprimível é guardado no silêncio de dentro, mas diminuto ainda serão as palavras capazes de trazê-las para fora. Contudo, quanto menor for o sentimento, maiores serão as verbalizações disponíveis em descrevê-lo. Assim como toda compreensão que detemos sobre alguma coisa, inexoravelmente – pela própria condição imutável de coisa – será sempre um escravo volátil do tempo, e a sua opinião subordinada às porvindouras e diferentes experiências entre nós e essa mesma coisa.
Valiosas mesmo são as compreensões que não detemos diante dos maiores sentimentos, mas que ao despimos a racionalidade apenas para senti-los, toda e qualquer tentativa de compreensão se torna indispensável. Pois, a beleza que raras vezes se revela além dos limites dos olhos, sente-se com tamanha intensidade que, depois de fitá-la de onde poucos conseguiram vê-la, até mesmo de olhos fechados torna-se capaz de enxergá-la novamente.
A CHAVE DO MEU CORAÇÃO
Quando eu te dar a chave do meu coração,
entre sem fazer barulho.
Ele está adormecido e entorpecido de dor.
Feche a porta, silenciosamente
para que ninguém veja o seu amor entrar.
Ignore comentários a respeito de tudo que ele já viveu.
Depois o regue com muito carinho, ternura e fidelidade, para que se cure do mal que lhe fizeram.
Tenha cuidado, ao tocá-lo, não o machuque mais.
Ele está cheio de cicatrizes e arranhões,
embora tenha amado muito,
mas também...já sofreu de mais da conta.
Nem sei como ele vai o receber se é com o mesmo
entusiasmo de antes....está tão triste.
Passou muito tempo a bombear sozinho, apenas se encantando, se apaixonando por pessoas que não
o queriam.!!
..
Berço é algo que não se vende nem se compra. Ele tem valor, mas não tem preço; não costuma ser entregue em alguns endereços...
É coisa de criação, índole, coração e alma. Às vezes dribla o DNA, embaralha as suas fitas e se engana. Não tem nada a ver com contas bancárias, habilidades diversas ou diplomas.
Ter berço é saber respeitar o outro; é ter o dom de ouvir, falar e calar na hora certa; é se fazer presente quando necessário; é ser discreto, desprovido de preconceito, caridoso sem alarde e grato sempre.
É ser autêntico sem ferir o outro e humilde para enxergar os próprios defeitos; é ser verdadeiro e fiel aos amigos em qualquer situação e em todos os momentos...
É sentir-se bem em todos os lugares, com todas as pessoas, sem perder a identidade.
É a melhor herança que os pais podem deixar aos seus filhos.
Isso é nascer em Berço de Ouro!
O resto... é ouro de tolo.
E foi entre uma noite acordada
e outra mal dormida,
mil horas perdidas pensando
pra fluir o inexplicável.
Que te amo,
pelas razões mais incertas.
Minha mente atravessa
e entorna o efeito da pressa,
interrogando minha razão.
Mas contigo há espasmos
e o coração acelera,
nada dissimula ou desintegra.
As linhas são tênues,
as emoções singulares,
irrestritas e assíduas.
Feitas pra acentuar.
Tudo tem começo meio e fim...
Tem os tantos, os entretantos...
Os meios e os entre os meios...
Os que tem tudo, os que não tem nada!
Tem os que comem muito,
os que comem pouco,
os que comem tudo!!
Por fim,
os melhores finais não são dos que comem
caviar...
e escargots
Ou outras coisas...
O final...
você já sabe!
..
Um Cigarro mentolado
frescor entre pele e aço
Frio na barriga pés descalços
Ofegantes violinistas
Dedilhando seus genitais
Partitura composta
Pôr estímulos sexuais
Robert Johnson
Habita na minha língua
Ouço gemidos de nina simone
O Corpo também se alimenta
Me, engole e deguste
Até matar sua fome
Mulheres molhadas De lágrimas
Homem secos de alívio
corpos bem Maquiados
Escondem o hematoma
olhe bem no fundo
Quando for, ouvir ela dizer
Sobre angústia
Talvez suas calças percam o volume
E Seu, estômago embrulhe
você, odiaria nesse momento
Ser homem
Mas jamais abriria mão
Dos privilégios de ser, um deles.
Numa dança de emoções eu me vejo
Entre o querer e o temer, eu me vejo preso,
Em teus olhos, olhos como um farol, tua voz que e ecoa como um canto
Que me guiam num caminho que não vejo
Queima a chama do meu coração
Nesse jogo onde a paixão e um leão
Tentação que me consome, que me seduz
Entre a razão e a loucura, me conduz
Não há disfarce que resista ao teu olhar
És o fogo que me incendeia, sem cessar
Quero apostar toda a força do meu amor
Neste duelo onde o desejo é senhar com nosso futuro
Vou até o fim, mesmo que me machuque
Pois contigo, cada dor se reduz a um a uma pequena fração do que realmente foi
Queimando, sem cessar
Até que reste apenas o calor do nosso amor.
Harmonia de Almas: A Dança dos Dois Universos
Entre a névoa dos dias, dois seres se encontram,
Em um universo de pensamentos que se entrelaçam.
Um verso e uma rima, dois corações em sintonia,
Comportamentos que se assemelham, numa dança de harmonia.
Um é como a brisa suave que acaricia a pele,
O outro, como o rio que flui, constante e fiel.
Juntos, formam um oceano de sonhos e desejos,
Em cada gesto, cada olhar, revelam seus ensejos.
Como o sol e a lua, em eterno ciclo a girar,
Complementam-se na escuridão, na luz a brilhar.
Um é a chama ardente, que queima com intensidade,
O outro, a serenidade que acalma em tempestade.
Na dança da vida, são como pássaros em voo,
Cada batida de asa, um elo entre os dois.
Em cada silêncio, um segredo a compartilhar,
Numa linguagem própria, que só eles podem decifrar.
Como duas estrelas, num vasto céu a brilhar,
Guiam-se pelos mesmos sonhos, sem se cansar.
E assim seguem juntos, num eterno compasso,
Duas almas afins, num universo em abraço.
Que se entrelaçam e se confundem, num só ser,
Onde o amor é a meta, o caminho a percorrer.
Em cada gesto, em cada pensamento, uma verdade,
Duas metades que se completam, na eterna dualidade.
Conexões
A música sempre foi uma ponte entre o sentir e o estar, e, através dela foram criadas artes inigualáveis, dilaceráveis e genuínas, assim como os poemas e sonetos.
Os maiores musicistas e escritores surgiram através da dor, o que é trágico ou não, porque através dela as conexão surgem, dando origem a novas histórias.
Considero que os poemas e livros surgiram de uma mente em dilúvio e para não estrugir, nasceram os desabafos e as narrativas.
Quando caminho conectada com o meu eu, observo o que passa despercebido a olho nú, para enxergar além é necessário pausar, observar e apreciar os detalhes. Nos detalhes estão as histórias, as conexões, o amor, a dor, a saudade, as lembranças e a vida.
Caminhando agora pela Vila de Trindade observo os pescadores, eles adentram no mar com uma barco a vela, e param em um ponto específico, por vezes conversam e por vezes colocam a mão na infinitude do mar e é visível a conexão que coexistem entre eles.
Embaixo de uma árvore vejo um casal, eles sorriem e conversam, mas não sinto que estão conectados, estão presentes em tempo e espaço, mas, não estão entregues ao agora. Em outro ponto específico está uma criança que transcende a existência do ser e sentir, ela fecha os olhos, gira e gira, olha para o céu deixando os raios solares tocarem a sua pele, sorri e vai até o mar, com as mãos em conchas ela pega a espuma e assopra, ela lembra a minha criança interna que convive comigo até os dias atuais, a minha vontade era de gritar e dizer: põe uma música para eternizar esse momento em forma de memória afetiva, porém, percebi que o canto dos pássaros eram os acordes e o bater das ondas eram as notas.
A noite a comunidade do vilarejo acende as luzes coloridas, as árvores servem de suporte, as pedras que ficam longe das árvores ganham uma fogueira de enfeite, aqui há muitas luzes, mas a lua e as estrelas continuam sendo as protagonistas.
Com a marguerita na mão e com a música O destino não quis - de Maneva, passo uma lupa nos acontecimentos que estão surgindo, observo três pessoas, e ali já detectei um sinal alerta, por um instante sinto pena deles, estão perdidos, e o se encontrar é complexo. Algum cidadão poderia avisar para o moço de sorriso largo e olhar triste sair dali, ele vai destruir o que resta de seu coração, nem todo estudo em comportamento humano - me fez compreender o porquê alguns seres humanos insistem em mutilar-se. A vida é como trem, passa em alta velocidade, não vale a pena vegetar, você não merece ser o anti-herói dessa história, espero que você consiga se encontrar e colar os seus pedaços quando tudo isso terminar.
Amizade entre o homem e a mulher é a maior riqueza que pode se existir, existe confiança por ambas as partes, amor e carinho. Existe cuidado, existe brincadeiras e gracinhas, só se deve ficar de olhos abertos para que todo esse amor de amigo, amor de irmão, não vire um amor de homem e mulher, e as chances de acabar com a amizade depois é de 95%. As que mesmo depois de não terem dado certo, continuarem amigos, esses sim, são e sempre serão eternos. Agradeça a Deus por eles.
Eu ate posso ter nascido para ama-lo, mas você? Você nasceu pra amar a prima, a tia, a menina esquisita, a nerd pequenina, a menina da Vila 86, a desconhecida da Avenida Paulista, a menina que não sai da casa da vizinha, você nasceu pra amar qualquer uma dessas, menos eu, que por você tudo fazia.
Toda tia no Natal pergunta sobre as namoradinhas. Esse ano foi diferente, toda tia ( e tio) perguntava da barba, a namoradinha tava la só observando de canto de olho. Mal sabem eles que tudo começou por causa dela, então deixa ela quietinha aí, sendo exuberante do jeito que é. Porque quanto mais a barba cresce, mais cresce meu amor, não só por ela, mas por você! ❤
O restaurante da tia dica na praia grande é um lugar aconchegante. Se vê apaixonados, solitários felizes, leitores, observadores, idealistas, degustadores curiosos, se vê Mirlas...em algum canto mais frio, com uma caneca de chopp, uma bolsa marrom, uma caneta prateada, uma caderneta cheia de processos de campanhas para publicidade, e uma respiração ofegante vestindo um vestido com listras vermelhas, com um cabelo em formato de abacaxi, dançando com o vento artificial do ar condicionado, mas mesmo assim suando decisões difíceis. Entretanto o que mais me chama atenção é a moça da mesa ao lado. Ela tem um sorriso que não cabe na mesa dela. Ela é livre. ❤
“O tempo passa, a terra gira e o mundo dá muitas voltas. Só a tia Márcia continua morando exatamente no mesmo lugar. A mesma pintura da casa, agora já descascada. A mesma solteirice, sem ambição nem projeto de futuro. A mesma blusa cor de manga, já num tom amarronzado e com um fio de cabelo branco impregnado. A vida passou e a tia Márcia ficou lá, parada no ponto de partida. Ninguém decifra a vibe dela e ela nem sabe o que é vibe. Tia Márcia não sabe mexer no celular, em compensação, sabe fazer um bolo de fubá e um café passado na hora daqueles que não se encontra em cafeteria nenhuma do mundo. Quando recebe visitas, não gosta que tirem nada do lugar. Da velha televisão, tem medo que mexam no botão e tirem do canal costumeiro que assiste todos os dias desde os tempos de `Roque Santeiro`. Ontem ela se mostrou feliz com o fim do horário de verão. O que isso implica pra ela ? Só sai de casa uma vez por mês pra ir no mercado e sacar a pensão, e às vezes vai ao posto de saúde pegar remédio e medir a pressão. “
Eu queria agradecer, a Deus simplesmente por me dar a melhor família do mundo Pais , irmã, tios, tias, primos e primas, avos e avos. Eu agradeço a Deus pelos amigos que ele me colocou na vida, aquelas pessoas únicas que me faz rir quando você acho que não vou rir e sem querer me mostra que ainda gente boa no mundo, ou me dão uma palavra quando eu mais preciso. Eu agradeço a Deus pela vida que eu tenho, pelo fato de eu ter saúde para me levantar todos o dias, que apesar das turbulências que acontece pelo caminho eu sei que posso superar cada obstaculo. E principalmente agradeço a Deus por tudo.
“Dezessete anos foram necessários para que tia Márcia finalmente compreendesse o significado de “feedback” . Agora, o apresentador do seu telejornal de preferência, repete com insistência um tal de “podcast”. Pelo adiantado da idade e pela dificuldade, presumo que Tia Márcia não viverá o suficiente para assimilar esse novo linguajar.”
Minha tia não acreditava em horoscopo larmente, nesse dia, ia ao centro da cidade com ela ajudar a trazer uns pacotes pra abastecer um armarinho que ela trabalhava e toda vez antes de sair costumava, como todo dia fazia, ouvir as previsões de Omar Cardoso, famoso astrólogo da época, pro seu signo, escorpião. E nesse dia após ouvir o signo dela ela pediu esperasse e ouvisse o meu. - Minha tia vamos "simbora"! Ela, - Espera, ouve o teu, primeiro. É mentira, mas... O meu vinha depois do dela. Pois bem: Sagitário! Manda, seu Omar... Sagitário... Péssimo dia para viagens!!! Eita! Vou mais não minha tia. - Menino isso é mentira! - É?! Mas ele disse que era um péssimo dia pra viagens, vou mais não! Depois o ônibus cai da ponte no Rio Capibaribe, eu não sei nadar, morro! Olha ai... - Mas, ele quis dizer, viagens longas, pra São Paulo, Rio... - Mas, não deixa ser uma viagem, pelo sim pelo não, vou mais não.
“Adolescentes são criaturas insistentes. Partem para o apelativo pra que Tia Márcia use carro de aplicativo. É algo absolutamente inútil para ela que não tem celular, não usa cartão de crédito nem viaja para nenhum lugar. No dia da compra do mês, quem a conduz para casa é o velho taxista Miguel, que executa essa tarefa desde os tempos do Corcel. Agora ele ficou doente e parou com as corridas de repente. Tia Márcia está temerária, terá que usar outro chofer do ponto da rodoviária . O cara é barbudo, fala gírias, tem brinco na orelha e veste camiseta vermelha. Além disso o carro dele é moderno, tem dvd, ar condicionado e adesivo de bailes do lado externo. Há dias ela não consegue dormir com confiança, preocupada com tamanha mudança. Buscando uma nova opção, foi no ponto dos carroceiros para testar uma charrete , um veículo de tração. Não deu certo, a carroça é alta - o pedalete força sua joanete.”
“Tia Márcia ganhou um gato, que já veio batizado pelo nome de TAPETE (anotado num bilhete). TAPETE tem um topete, e o topete do TAPETE fica todo arrepiado em virtude de um cacoete. Uma bola de gorducho, passa o dia no chão deitado, estirado e enchendo o bucho. TAPETE não come rato, a não ser servido no prato, com um bom carboidrato ( já caçado, esviscerado, temperado e desossado). Quando a fome lhe acomete - e isso é muito frequente - TAPETE vira de lado, miando estrondosamente. É um gato preguiçoso, que nunca atende ao chamado, não gosta de visita, nem de ser acarinhado. Tia Márcia apegou com o bicho, diz que lhe faz companhia. Nem pra ela ele olha - dorme, come, bebe e mia. “
Mais um dia louco, a tia da cozinha me proibiu o café, eu acho que é errado. Me privar do café, é me privar da minha liberdade mental. O Café me ajuda em vários aspectos, um deles, é mais importante que é a concentração. Acho errado da parte dela, porém eu entendo a atitude dela. Mas quem nos disse que a vida seria fácil? Temos que aprender a lidar com situações, sendo elas boas ou ruins, quando conseguimos isso, a vida fica menos complicada.
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