Textos de Amizade Antiga
Rodeio lá no teu Kaspereit
Memória da Ponte Pênsil
antiga e da música
entoada pelo vibrante rio,
Caminhos estreitos,
clima aconchegante
e Natureza em esbanjamento.
Rodeio lá no teu Kaspereit
eu encontrei descanso
para o meu coração e pensamento.
Rodeio lá no teu Kaspereit
eu te amo ainda mais
e me orgulho de ter essa paz.
Rodeio lá no teu Kaspereit
o esplendor do verdor
da tua Mata Atlântica
só aumenta o meu amor
com a tua potência romântica.
Sempre que escuto uma música sertaneja antiga me lembro de pessoas especiais que já se foram, meu avô paterno Antonio Marcolino e o Paranaense Senhor Joaquim, um grande amigo e meio "avô". Saudades.
"E por ultimo marcou saudades
De um tempo bom que já se foi
Esquecido em baixo da figueira
Nosso velho carro de boi."
Meu reino encantado - Daniel
02/07/2023
Quero conquista a moda antiga
Sem whatsapp
Facebook
e lista de contatinhos
quero tudo clichê
amor em tom degradê
quero encontro repentino
mensagens com carinho
sussurradas no ouvido
entregues na ponta da língua
Quero tudo bem clichê
No meu mundo
Eu e você
mundo que você não vê
com todas as versões que você não crê
quero o preto no branco
escovas de dentes encaixadas
cama de casal
lençol bagunçado
gemidos inexprimíveis
um misto de dor e prazer
nós lado a lado
quero tudo bem clichê
amor em tom degradê
quero tempo
e um lugar pra gente sossegado
te quero pra mim
de papel passado
quero tempo
com você
sem status
sem fotos perfeitas
tudo bem clichê
apenas eu e você
ultrapassando qualquer necessidade de expressão
O primeiro estudo significativo sobre saúde mental remonta à antiga Grécia, reconhecida como o berço da civilização ocidental e da filosofia. Galeno de Pérgamo, um médico grego do século II, contribuiu de maneira substancial para o entendimento da saúde mental. Suas observações e escritos sobre a melancolia, então considerada uma manifestação de desequilíbrio no humor, representam um marco fundamental no estudo clássico da psicopatologia.
Livro: Mentes dilaceradas: uma jornada pela saúde mental e a reconstrução do Ser.
Aluviões de amores
Desculpa moço, sou da antiga.
Gosto de mãos dadas.
Conversas alongadas.
Beijos pequenininhos e longos à enxurradas.
Saudades desmanteladas, com choro nas madrugadas, e pazes apaixonadas após as brigas do amor.
Ah, como eu gosto, dos aluviões de amores...
E, todos para sempre!
☆Haredita Angel
Nosso amor em preto e branco
Nosso amor é fotografia antiga,
Uma tela pintada com tons de contraste,
Um jogo entre luz e sombra que intriga,
Um encontro de cores que o tempo afaste.
Eu, o tom escuro, profundo e denso,
Você, a clareza que rasga o breu,
Somos a luta do simples e do imenso,
Do que se esconde e do que nasceu.
É difícil dançar na borda da linha,
Onde as diferenças criam abismos,
Mas também pontes que o amor alinha,
Unindo mundos, vencendo cismas.
Quando a luz falha e o dia se apaga,
Nos resta o desejo de juntos pintar,
Mesmo em cinzas, a chama não esmaga,
O sonho de juntos continuar.
Nosso amor em preto e branco persiste,
Resiste ao tempo, às sombras, ao vento,
Pois na tela da vida, mesmo tão triste,
Há beleza no contraste do sentimento.
A Serra da Tiririca
com o véu do inverno
parece uma noiva antiga
vestida de névoa e silêncios
guardando segredos
nas dobras da manhã...
As pedras úmidas
respiram memórias
de passos descalços
de cantos de passarinhos
escondidos sob mantos
de bruma...
As árvores, imóveis
rezam com os galhos
para o céu cinério...
E o vento?!
Ah o vento!
Sussurra lendas e versos
que só o poeta entende....
Ali
o tempo se curva
como o tronco velho
de um ipê adormecido...
e a alma da serra
embebida de inverno
abraça quem se atreve
a escutar sua poesia muda...
✍©️ @MiriamDaCosta
Minha Mãe...
Me consebeu a vida,
E nesse mundo cresci...
Numa casinha antiga,
Só de alegrias vivi...
E só hoje que reconheço,
Com saudades sem fim...
Todo carinho e apreço,
Que você sente por mim...
Minha Mãe tão querida,
Que traduz alegria no olhar...
Saiba que nunca na vida,
Deixarei de te Amar...
Para minhas queridas mães, Neyde e Francisca...
J. Roberto Lemos
Tenho total domíniodo voo,
Conheço a beleza da rota
com todas as belezas
da antiga América do Sul
e invocações sagradas,
Existem inúmeros perigos
calculados para esta noite
que promete ser
a mais escura de nossas vidas,
Eu confio em você como
quem ama as estrelas no escuro, Porque eu sei que seu coração é meu e você sente a mesma imensidão, Chegou a hora para preparar,
os espíritos da natureza
estão vindo me acompanhar,
eu vou me encontrar
com eles para voar,
vamos até o final do vôo
em paz contigo encontrar.
Terol
No meu celeiro de rimas
busquei e descobri uma
foto nossa bem antiga,
Respirei uma certa nostalgia
ao lembrar de uma noite
gauchesca que dançamos
o quase esquecido Terol,
as tuas esporas luziam,
potentes e acompanhavam
com percussão o ritmo,
e eu também te seguia,
balanço de saia de prenda
faceira no salão também é poesia.
Nunca abrimos
o vinho que
está guardado
na antiga cristaleira,
parei com besteira,
e aquele disco
repeti a noite inteira.
Não sou mais
a mesma ingênua
que chegou
cheia de sonhos.
O scarpin vermelho
está no canto
do meu quarto,
e tenho apenas
que ter bom senso.
A névoa caída
na madrugada
não atrapalhou
os meus olhos.
Nunca precisei ter
enfeites nas mãos
para a antipatia
que a face precisa
esconder com
quem nada fez.
Na penumbra sem
desejar o quê
na vida me tornei:
a estrela solitária
em nostalgia.
Nenhuma cara feia
me intimida,
alguma dúvida
ou pouco caso
com a minha poesia.
A rua de paralelepípedo
- acarinhada,
Essa antiga rua percorrida,
Pelos teus passos
- apaixonada,
É noite, mas em ti é dia;
Respiras o verso,
e exala toda a poesia.
Vês nas casas antigas,
- mil alegrias,
Escutas as conversas,
que não foram ouvidas,
Porque és pessoa mediúnica,
Trazes contigo essa sina,
Quem te conhece,
Não questiona, e nem duvida.
A busca eterna por um amor,
que alucina,
E por algo que te comova,
e te impulsione;
Além das brumas que te escondem,
Os vestígios foram deixados ali,
Ao pé da montanha como oferenda.
Não te surpreenda,
e não te repreendas:
A fé no amor toma forma,
vai à tona certeira,
A forma que não a forma dela:
a forma de todo o amor...
Não desista da vida,
aos poucos ela vai dando a pista.
O CHAMADO CREPUSCULAR DA ALMA ANTIGA.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro.
Do Livro: Primavera De Solidão. Ano: 1990.
Manhumirim - MG.
A saudade ergue-se como figura velada que atravessa lentamente as câmaras internas do ser
Arrasta consigo o peso das horas não vividas e o eco das presenças que cessaram de respirar ao nosso lado.
Não possui voz audível.
Insinua-se como sopro que roça o espírito.
Um murmúrio que fere com doçura.
Cada lembrança torna-se pétala escura repousada sobre o peito.
Nesse sentimento não há desespero
Há gravidade.
Uma melancolia digna que se reveste de nobreza por tocar o que houve de mais verdadeiro na experiência humana.
Ela aproxima-se com passos suspensos.
Traz nos dedos o pó das memórias sorrindo aos ares.
Acende no pensamento a chama pálida dos instantes julgados extintos.
No âmago dessa vivência a saudade revela-se fenômeno psicológico e espiritual porque se ama nessa dimensão.
Não deseja destruir.
Deseja recordar.
Deseja restaurar o sentido do que fomos ao caminhar alhures.
Conduz o olhar ao útero distante e íntimo onde repousam as próprias sombras filhas de si mesmas.
É lamento silencioso porque nasce no interior onde a linguagem não alcança somente brinca, também chora e recolhe-se na penumbra.
É lúgubre porque conhece a profundidade do tempo com o seu corte lento constante e implacável amigo.
Quando grita dentro de nós não há violência.
Há convocação.
Como se o interior do ser abrisse uma porta antiga sem a chave certa ou já perdida e ignorada.
Por ela penetra uma presença que não pretende partir é mister ficar um pouco na dor.
Nesse encontro sutil compreende-se que não sofremos pela ausência.
Sofremos pelo significado que ela deixou impregnado por todos os meandros.
Gravado como marca indelével nas paredes do espírito em constante fuga , mas que fica.
E assim mesmo envolta em sombras essa voz crepuscular eleva o ser à dignidade silenciosa de continuar fiel àquilo que o tempo jamais conseguiu apagar.
Eis o epitáfio: " Fiel ao seu gênio , fiel a si mesmo. "
CONFISSÃO DIANTE DA LUZ ANTIGA.
Ah, mas é justamente do pó que o espírito aprende a erguer os olhos. A mansidão que te fere não te acusa. Ela revela. Quem se sabe maculado já iniciou o caminho da purificação, pois o erro reconhecido deixa de ser abismo e torna-se degrau. A terra suja que mencionas é a mesma da qual brotam as raízes mais profundas. Nada há de indigno naquele que se curva com verdade, pois a humildade sempre foi o idioma silencioso do sagrado. E quando a alma, cansada de si, confessa a própria poeira, é sinal de que já começou a recordar de onde vem a luz que a chama.
Pelo Espírito: Abiner.
Mensagem recebida na noite : 05/02/2026.
Esta tua essência sincera, charmosa à moda antiga é tão apaixonante que faz eu viajar no tempo e usufruir momentos emocionantes, memoráveis, numa viagem fascinante de avivamento, sentindo um sabor veemente de felicidade em um antigo universo.
Reação espontânea, muito revigorante que já é suficiente para evidenciar que a tua existência é profundamente impactante, que permite eu sonhar acordado com uma exultação distinta durante um sonho amável em cada detalhe, um lindo lugar temporário que inspira.
Essencialidade que claramente está fora da sua época, mas que não perde a sua verdade, nem o esplendor da sua beleza, abraçada pela simplicidade, às vezes, equilibrada, seja em um caminho real ou em um trajeto lúdico, talvez, um tipo de mundo ideal.
Devido a nossa imperfeição humana, acredito que este equilíbrio é momentâneo, por isso que é raro e vale tanto e sempre quando o alcança, ele faz a diferença, ajuda a preservar a tua sanidade entre situações doces e amargas, alegrias e tristezas.
E desta forma, permaneces esperta para a realidade, tendo em vista, que a parte da tua perceção lúdica e antiga não chega a ser um sinônimo de plena ingenuidade e ainda contribui para perceber que a vida é uma benção apesar das adversidades.
A minha relação com a poesia não é antiga para ser honesto, nunca foi por mim sonhada durante à infância ou querida na adolescência, muito menos imaginada em boa parte desta minha fase adulta, assim, passei anos da minha vida, sem conhecê-la, senti-la e nem percebê-la no universo a minha volta, ou seja, uma ocasião tardia, todavia, posso dizer que aconteceu na hora certa, em um dos momentos que eu mais precisava e foi uma das melhores coisas que poderiam acontecer e com certeza, uma das mais inusitadas.
No começo, era um estranho entrando no mundo poético, tinha muita dificuldade, não sabia ao certo sobre o que falar, quais palavras seriam usadas, a minha criatividade parecia estar quase sempre dormindo, a inspiração era muito escassa, mas a princípio, fiz algumas frases curtas, pensadas e outras de improviso, o importante era que tivessem o mínimo de significado e que fosse algo repetitivo, mesmo tendo falhado várias vezes, o que é normal principalmente para quem está aprendendo.
Hoje em dia, eu fico constamente inspirado, observo atentamente o máximo possível e visto tudo que consigo com a minha perceção e passo para algumas linhas, trechos e parágrafos, portanto, faço uma interpretação bastante sincera, lúdica, realista, poética, que logo é devidamente externada em pensamentos, palavras e sentimentos sincronizados, poemas providos de almas, vivos em cada verso, este é o jeito que a minha arte é expressada, uma essência simples e intensa, um lugar onde sinto-me em casa, graças a Deus, posso falar que sou um poeta.
Virose antiga
Que estranha a humanidade, que precisou de um vírus, para entender a igualdade...
Todos estão solidários, preocupam-se com o futuro...
Até o mais desligado, agora desceu de seu “muro”.
Fico pensando no vírus, que a muito mata de fome, miséria, ignorância... Apenas um vírus sem nome...
Será que se esse vírus, atingisse a todos humanos, todos unidos em um plano, poderiam sobreviver?
Mas essa virose atinge, aqueles que estão distantes, e nem por só um instante, vejo o mundo se mover.
Talvez esse poema, soe como um “casuísmo”,mas o vírus da fome tem nome: Ele se chama: Egoísmo!
Sinfonia em Silêncio:
Eu poderia dizer que te amo, a frase antiga e leve,
Mas nos meus lábios, hoje, um peso novo se inscreve.
Outrora, a melodia fluiu, singela e sem temor,
Mas teu compasso acende em mim um sentimento maior.
É mergulhar em sono denso, onde a alma se abandona,
E o coração, enfim liberto, confessa que a paixão detona.
Um cárcere de afectos rotos, rendido ao teu poder,
O amor, enfim, me alcança fundo, não posso mais correr.
É pegar a estrada aberta, sem pressa e sem destino,
E no horizonte vasto, sentir-me um peregrino
Lavado em luz e cores puras, um éden a alcançar,
Onde cada suspiro teu me ensina a respirar.
É a ânsia de viver a vida em cada instante raro,
Guardar no peito cada segundo, teu sorriso tão claro.
Para então, por breves pausas, o tempo adormecer,
Em cada piscada perdida no momento de te ver.
Meus sentidos te pressentem, um radar delicado,
Em cada célula, a tua aura, um tremor extasiado.
Teu toque acende em meu corpo uma febre voraz,
E a euforia me consome, em um incêndio audaz.
Meu coração, qual rio bravo, em fúria desmedida,
Faz meu sangue ser torrente, por toda a minha vida,
Ao som da tua voz que ecoa, canção que me desarma,
Desfazendo as fortalezas, incendiando minha alma.
Não posso aprisionar em "amo" a vastidão que sinto,
É um oceano sem margens, um universo infinito.
Por isso, em cada gesto, em cada olhar profundo,
Eu te vivo em silêncio, neste amor sem segundo.
Só sei ser assim, em cada fibra do meu ser,
Um poema vivo em teu encontro, eterno amanhecer.
Solidão
Há um vazio em mim agora. Amigos já não tenho mais, sou como um cigano, vagando sozinho nas estradas da juventude.
Sou apenas um viajante só, ha procura de uma amizade. Não interessa quem seja, o que faz ou fez, só importa que terei um companheiro, pra rir, chorar, beber, e viajar.
"ANJO AMIGO DESEJO UM LINDO DIA"
As raízes do amor penetram fundo e vão longe, são artérias que nutrem nossas vidas, e por isso devemos cuidar para que recebam a água e o sol de que precisam para alimentarmos.
Quando você põe no mundo alguma coisa boa, alguma coisa boa volta para você alguma ocasião em que você se sentiu nutrido pelo amor dos outros! Tudo na Natureza é espontaneamente generoso.
Podemos ser generosos na ação, no sentimento e no pensamento.
Quando agimos generosamente, partimos de uma consciência de prosperidade e abundância, na qual a ênfase está na qualidade e na quantidade sentimos generosamente, a doação é espontânea e invisível pensamos generosamente, compreendemos que a alegria de dar e capacidade plena de receber são partes de uma única dádiva.
