Textos Bonitos

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⁠Pedras da Labuta

No palco da vida, os contrastes se entrelaçam,
Onde uns têm praias e outros, a labuta sem parar.
Choro e fome afligem os humildes,
Enquanto fama joga prata ao vento no ar.

Tempo impiedoso no ambiente ruge,
Escurecendo lembranças na memória,
O calor arde, o dragão voraz.

Partimos repentinamente,
Sem delongas, seguimos em frente,
O passado não mais nos satisfaz.

Ser feliz é sonho a alcançar,
Sorrir e cantar é a essência a buscar,
Mil invenções borbulham em nossa mente,
Mas é quando a poesia se arrebenta,
Que as pedras, enfim, revelam seu canto apaixonado.

Neste mundo diverso, desigual,
Paisagem que oscila entre luz e sombra,
A música dos destinos ecoa, sem igual.

Quem é próspero vive à beira-mar,
Mas quem labuta sem ter lar.
Quem não chora, passa fome a penar,
Mas quem tem fama, joga prata no ar.

O tempo, implacável, impõe suas marcas,
Nos desafios, construímos nossa história,
Caminhamos sem parar, em busca do lugar
Onde a felicidade vem nos abraçar.

Com sorrisos e canções a acompanhar,
Criamos o verso, a prosa, a melodia no ar,
E quando a poesia ressoa e se liberta,
São as pedras que cantam, enfim, com alma inquieta.

Inserida por francisco_dantas

" Aquele que afirma “não vou mudar” não revela firmeza, mas medo; não expressa identidade, mas apego; não manifesta convicção, mas resistência ao próprio crescimento. Psicologicamente, trata-se de um mecanismo defensivo; filosoficamente, de uma negação do devir; espiritualmente, de um atraso voluntário no caminho da evolução.
Mudar não é trair a própria essência, mas permitir que ela se manifeste em níveis mais elevados de consciência. A verdadeira fidelidade a si mesmo não está na rigidez, mas na coragem de transformar-se. Somente aquele que ousa abandonar as antigas máscaras pode, enfim, aproximar-se daquilo que verdadeiramente é. "

Inserida por marcelo_monteiro_4

O Último Encanto e o Cântico do Porão.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro.
O último encanto de alguém não se extingue no instante da desilusão. Ele se recolhe. Regressa ao âmago do ser como uma chama que já não ilumina o exterior, mas passa a aquecer o interior da consciência. É nesse ponto silencioso que o encanto deixa de ser promessa e torna-se revelação. A desilusão não rompe o espírito. Antes o depura. Retira dele o excesso de expectativa e o conduz à nudez essencial do sentir.
É nesse território que surge a alma. Não como figura ornamental do sonho, mas como presença litúrgica do abismo. Ela não habita a luz que distrai, nem a cor que seduz. Habita o cinza primordial onde o ser aprende a sustentar o próprio peso. Seu domínio é o porão, não como cárcere, mas como útero do sentido. Ali, onde a consciência desce sem testemunhas, o espírito encontra sua matéria mais pura.
A alma não dança para ser vista. Ela se move para escutar o eco daquilo que foi esquecido. Cada gesto seu é um rito silencioso em que o eu se dissolve e dá lugar ao essencial. Não há ornamentos em seu percurso, pois toda ornamentação seria excesso diante da verdade que carrega. Sua dança não pede aplauso. Constrange ao recolhimento. Ela ensina que somente quem suporta a própria sombra pode tocar a inteireza do ser.
O porão que ela habita não é negação da luz, mas sua gestação. Ali a consciência aprende que o brilho superficial cansa, enquanto a penumbra forma. A alma revela que a maturidade espiritual não se alcança ascendendo, mas descendo. Despojando-se. Permanecendo. É nesse silêncio espesso que o encanto se refaz sem ilusões e o amor abandona a promessa para tornar-se presença.
Por isso, quando o encanto se desfaz, não é o fim. É a passagem. A alma deixa de buscar cores e aprende a ouvir a música anterior à forma. É essa música! . É esse o estro grave que sustenta o edifício invisível do ser. No seu porão, a alma encontra aquilo que a eleva sem ruído, sem brilho e sem máscaras. E ali compreende que a verdadeira luz não cintila. Ela permanece.

Inserida por marcelo_monteiro_4

A DISCIPLINA DO ESPÍRITO ANTES DO IMPULSO.

“Pensar antes de agir é o primeiro ato da razão soberana. Reagir antes de pensar é a abdicação silenciosa da consciência.”
Autor: Escritor:Marcelo Caetano Monteiro.
O pensamento é o intervalo sagrado entre o estímulo e a decisão. Nele repousa a dignidade humana, tal como sempre foi compreendida pelas tradições clássicas da ética e da filosofia moral. Agir sem refletir é entregar o governo da alma ao acaso das paixões, enquanto pensar antes de agir é restaurar a hierarquia natural, onde a razão conduz e o instinto obedece.
A reação imediata nasce do automatismo psicológico dependente do desequilíbrio e da desordem. Já o pensamento pausado é fruto de educação interior, de memória histórica e de autocontrole, virtudes que o passado sempre soube preservar e que o presente insiste em esquecer, por razões pessoais bem egoístas. Quem pensa governa. Quem apenas reage é governado.
Que cada gesto seja precedido pelo silêncio do juízo, pois é nesse breve recolhimento que o ser humano reafirma sua grandeza moral e reconquista o domínio de si mesmo.

Inserida por marcelo_monteiro_4

O DEGRAU QUE NÃO CONDUZ.
CAPÍTULO XIX.
DO LIVRO: NÃO HÁ ARCO-ÍRIS NO MEU PORÃO.
- Dissertações Psicológicas.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro .
O porão não se revela de súbito. Ele consente. Há dias em que apenas respira por entre frestas invisíveis, exalando uma umidade antiga que não é da terra, mas da memória. Descer é sempre um gesto tardio, porque aquilo que aguarda já estava ali antes do primeiro passo. Nada no porão começa. Tudo continua.
Assim aprendi que o degrau mais perigoso não é o primeiro, mas aquele em que julgamos já conhecer a profundidade. É nesse instante que o chão parece firme, quando na verdade apenas se acostumou ao peso da dúvida. O corpo avança, mas a consciência hesita, pois sabe que cada descida remove uma camada de esquecimento cuidadosamente construída para tornar a vida possível.
Ali há objetos que não pedem nome. Permanecem imóveis não por estarem mortos, mas por saberem demais. Uma cadeira vazia conserva a forma de quem nunca mais voltou. Um espelho opaco não reflete o rosto, apenas devolve a sensação de ter sido visto por algo anterior a nós. No porão, a matéria é cúmplice do silêncio e o silêncio é uma professora severa .
Não há consolo ali. E talvez por isso haja verdade. A dor não se exibe, não suplica, não dramatiza. Ela apenas permanece, como um animal antigo que aprendeu a conviver com a própria ferida. Descobri que sofrer não é o pior destino. O pior é fingir que não se sofre, porque isso exige um esforço diário de mentira que corrói mais do que qualquer ferida aberta.
Então o amor também desce ao porão, mas não como promessa. Ele chega como recordação imperfeita, manchada, por vezes irreconhecível. Ama-se aquilo que não pôde permanecer. Ama-se aquilo que não soube ficar. E nesse amor tardio reside uma ética silenciosa, a de aceitar que nem tudo o que foi verdadeiro conseguiu durar, por isso é ética e não verdade.
Quando retorno à superfície, levo menos do que trouxe. Essa é a única regra que o porão ensina sem palavras. Ele não oferece respostas, apenas retira ilusões. E ao subir, compreendo que viver não é escapar da escuridão, mas aprender a caminhar com ela sem pedir permissão à luz.
Porque quem ousa descer com honestidade jamais sobe vazio, sobe mais lúcido, mais inteiro, e suficientemente forte para sustentar o peso da própria verdade diante do mundo.

Inserida por marcelo_monteiro_4

O RITMO QUE ESTA NA VIDA.
Livro: Desejo De Sumir.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro .
CAPÍTULO II
Quando esse ritmo é respeitado, as defesas naturais voltam a existir porque elas nunca foram destruídas. Apenas foram abafadas pelo excesso.
As defesas naturais do espírito são antigas. Silenciosas. Elegantes. Não gritam. Não endurecem. Elas operam por seleção. Por limite. Por medida. São a capacidade de sentir sem se diluir. De perceber sem absorver. De acolher sem se confundir com aquilo que vem de fora.
Uma dessas defesas é o discernimento espontâneo. Quando o ritmo interior está preservado, a alma reconhece instintivamente o que lhe pertence e o que não lhe cabe carregar. O sofrimento alheio é visto com respeito, mas não se transforma em peso pessoal. A injustiça é percebida, mas não corrói por dentro. O mundo volta a ser observado com lucidez, não suportado com exaustão.
Outra defesa é a estabilidade emocional profunda. Não se trata de indiferença, mas de eixo. O indivíduo já não reage a cada estímulo. Ele responde quando necessário. O que antes invadia agora apenas passa. Há uma serenidade que não depende das circunstâncias, mas da ordem interna restabelecida.
Há também a defesa do silêncio interior. Quando o ritmo humano é respeitado, o pensamento desacelera e a mente deixa de ruminar o que não pode resolver. O silêncio volta a proteger. Ele impede a contaminação psíquica constante. Dá repouso às emoções. Permite que a consciência respire.
Surge ainda a defesa do tempo. O espírito passa a confiar nos processos lentos. Não exige resolução imediata para tudo. Aceita a maturação. Compreende que nem toda dor pede resposta. Algumas pedem apenas passagem. Outras pedem espera.
E há a mais nobre das defesas naturais. A dignidade interior. Aquela que impede o indivíduo de se violentar para caber em um mundo adoecido. Quando o ritmo ancestral é retomado, a alma se recusa a viver contra si mesma. Ela se preserva sem agressividade. Se afasta sem culpa. Retorna quando está inteira.
Essas defesas não são aprendidas. São lembradas. Sempre estiveram ali, aguardando o momento em que o ser humano ousasse desacelerar e voltar a viver como sempre viveu. Com medida. Com profundidade. Com verdade.

Inserida por marcelo_monteiro_4

O PESO DE SUMIR.

Sumir não é desaparecer do mundo. É retirar-se do excesso. É calar onde o ruído se tornou moralmente insuportável. É um desejo que não nasce da covardia, mas do cansaço antigo de existir sem abrigo. Há quem deseje sumir não para morrer, mas para finalmente respirar fora da vigilância alheia.
Na vida a dois, o desejo de sumir assume outra densidade. Não se trata apenas de fugir de si, mas de ausentar-se do olhar que cobra constância, presença contínua, resposta imediata. Amar também cansa quando o amor é vivido como obrigação de permanência absoluta. O convívio diário pode transformar-se em tribunal silencioso onde cada gesto é julgado e cada silêncio interpretado como culpa.
Sumir, então, passa a ser um pensamento recorrente. Não como traição, mas como defesa. Um recolhimento íntimo onde a alma tenta reorganizar-se longe das expectativas. Há amores que não percebem quando o outro precisa recolher-se para não quebrar-se. E há silêncios que não são abandono, mas súplica por compreensão.
O peso de sumir é carregar a ambiguidade de querer ficar e, ao mesmo tempo, desejar não ser visto. É amar e sentir-se exausto. É desejar o colo e, simultaneamente, a solidão. Na vida a dois, esse peso se agrava porque o sumiço nunca é neutro. Ele sempre fere alguém, mesmo quando é necessário.
Entretanto, ignorar esse desejo é mais perigoso. Quem nunca pode sumir um pouco acaba desaparecendo por dentro. O afastamento consciente pode ser mais honesto que a presença vazia. Às vezes, amar exige a coragem de permitir que o outro se recolha, sem transformá-lo em réu, sem exigir explicações que nem ele mesmo possui.
Desejar sumir não é negar o amor. É tentar salvá-lo do desgaste. É compreender que a vida a dois só permanece digna quando respeita os intervalos da alma. Permanecer não é estar sempre. Permanecer é voltar inteiro.
E somente quem aceita o peso de sumir com lucidez descobre que o verdadeiro compromisso não é com a presença constante, mas com a verdade silenciosa que sustenta o vínculo mesmo quando o mundo exige máscaras.

Inserida por marcelo_monteiro_4



Final de tarde, outonal hora sagrada,
cantam pássaros em despedida ao dia,
pela paisagem chega uma brisa perfumada
trazendo de algum lugar a prece Ave Maria
Final de tarde, tudo vai seguindo o tempo,
olhando apenas o que lá atrás ficou,
mas há sonhos novos e bons, sem lamentos,
neste devaneio nem percebo que tão só estou
Chego a ouvir o toque do meu coração,
um ritmo quente, quase de felicidade,
ele seria bem melhor em diapasão
se junto ao teu tocasse em realidade

Inserida por neusamarilda

Um homem muito rico, no fim de expediente de sua empresa, desceu para a praça que havia bem de frente ao prédio onde trabalhava.
Avistou um rapaz que estava olhando para o chão, de forma pensativa e com um largo sorriso (provavelmente resultado de seus pensamentos).
Sentou - se ao lado dele e disse: "Eu nasci pobre. Desejei por toda minha vida a fortuna de outros homens, a imagem que carregavam, seus carros e mansões. Eu queria tudo aquilo. Hoje eu possuo tudo e muito mais, tudo que carregue um cifrão escrito "vende-se" eu posso ter. E em todos esses anos eu nunca sorri como você sorriu pensando na vida." O rapaz, meio surpreso por tudo que foi dito pelo homem desconhecido, respondeu: "Eu nasci pobre também, não enriqueci e nem conquistei tudo que gostaria de ter conquistado. Mas sorri pela gratidão de tudo o que conquistei. Sorri por lembrar da minha esposa em casa, dos meus filhos na escola, sorri pelo teto sob a cabeça de todos eles nos dias frios e chuvosos, e até pela piscina de plástico nos dias quentes. O beijo de quem se ama, o abraço de alguém importante, e as pequenas conquistas são motivos para se viver."
O empresário olhou para ele e disse: "No fim das contas, você é muito mais rico do que que eu".
Sorriram juntos, conversaram por mais algum tempo, e numa despedida amigável, ele se foi...

Inserida por MatheusHoracio

-Você se considera uma pessoa infeliz?
Ela questionou o rapaz, no meio de um diálogo. Ele olhou para as próprias mãos e em seguida disse.
-Infelicidade é interpretativa. Se me perguntasse se sou feliz, provavelmente diria que não, mas se me perguntasse se sou infeliz, não saberia responder. Porque eu tenho saúde, tenho uma casa, seria justo com as pessoas que não possuem tais coisas? O que define a felicidade?
Ainda sim, possuindo essas coisas é possível ser infeliz. Porque felicidade é a ausência das coisas que não nos fazem bem, e infelicidade é a simples presença delas.

Inserida por MatheusHoracio

O mesmo final

Chegaram naquele ponto
De dar frio no estômago.
O medo os rodava
E ambos temia a desilusão.
Duas pessoas, duas mentes
Mentes que de alguma forma
Se ligavam se uniam,
Até o mesmo medo era o mesmo.
Duas mentes diferente
Que se ligavam, que se amava.
Duas mentes que experimentarão
Das virtudes do amor
E sofrerão a dor da desilusão.
Agora tinha medo de tomar
Do copo que só o amor podia dar.
Eles podiam e tinham
Medo de ser feliz.
Ambos sabia o perigo
Mas qual tolo quer sofrer primeiro
Antes de conseguir a felicidade?
Qual tolo se arrisca a experimentar
A dor que tanto temia?
O amor embora com dor terá seu valor?
As mentes que se conectava
Sabia da dor que derruba o sofredor.
Arriscaracam mais uma vez cair no
Arrisco que como um disco
Girava repetindo o mesmo fim.

Inserida por OrlandoBiotoviski

Em algum tempo você olhará para trás e se lembrará de muitas coisas, talvez da sua infância, dos seus pais, dos seus amigos do passado, dos seus erros, e até mesmo dos seus amores antigos.
Em algum momento dessas lembraças eu aparecerei e mesmo estando em outro lugar tirarei um sorriso seu, pois você mesmo dizia que eu tinha o dom de te fazer sorrir pelo simples fato de existir, nesse momento você se lembrará do seu maior erro para comigo, se lembrará de como em pedaços fiquei depois que tu partiu, e do fracasso ao tentar te impedir de parti.
Você dizia que o mundo pertencia a nós, é que junto iriamos percorrer por todos lugares possíveis, mas você partiu. No momento de sua ida você e eu sabíamos que não mais nos encontraria, você seguiu em frente me deixando em seu passado mesmo eu sendo oque você tanto queria.
Mas você não poderia imaginar que mesmo estando no seu passado presente iria estar em seus pensamentos, sempre a lembrar que em algum lugar eu iria estar.
A essa altura de suas lembranças você se lembrará da minha morte, se lembrará de como leve voei sobre aquela ponte que me joguei, e em suas lembranças você ouvirá eu dizer "Que algumas coisas conseguimos mudar e por isso devemos nos alegrar com essas coisas, mas outras coisas não conseguimos mudar e que também devemos nos alegrar com essas coisas". Nesse momento você chorará, mas não por tristeza, mas por se lembrar das alegrias que lhe proporcionei, e porque foi o meu pedido de se alegrar pelo oque não pode mudar, você não pode mudar o passado, mas teve força para ir escrevendo seu presente comigo vivo em suas lembranças

Inserida por OrlandoBiotoviski

Desespero
Porque as pessoas que mais merecem viver, que mais querem viver, aquelas que mais amamos parecem perecer mais cedo? O mundo ainda tem algumas pessoas cheias de amor, cheias de vontade para ajudar os outros, mas são desprovidas de oportunidade, tais são oferecidas abertamente a pessoas insolentes e arrogantes. A maldade domina o coração de muitos os levando a atos altamente estupido e pouco gentil, Porque disso? Violências e doenças desolam todo o mundo, e ainda à pessoas que diz que o mundo nunca esteve tão bom, que o mundo esta ideal para todos. Eu com minha mente insana e com meu mais alto grau de loucura penso de maneira sã e dou uma risada sarcástica para aquele cujo a mente os impelem de acreditar naquilo que seus olhos vêem, não precisa de muito QI para notarmos a real situação. Novamente mesmo sabendo a resposta me pergunto do por que de tudo isso, mas a pergunta não é feita para levantar uma questão, na verdade é só pra fortalecer a esperança que tenho, a esperança de que tudo isso pode mudar...
O SISTEMA É MUITO CRUEL, E ELE BATE FORTE, DESTRÓI SONHOS, sonhos que as vezes levaram tempos para ser concluídos.
#Indignação #MundoHostil

Inserida por OrlandoBiotoviski

O Medo

O maior medo que se pode ter,
É o medo de não conseguir vencer
os seus medos, isso é terrível.
O medo em si é tão saboroso
Como a própria alegria.

Afinal o medo não é apenas um
Sentimento vazio, o medo traz
Grandes virtudes, virtudes que
Podem ser saboreadas.
"A virtude de sair como vencedor."

Essa não há preço, a doce sensação
Do ganho, de vitoria.
Não se limite apenas ao medo,
Sinta a grande nostalgia da dor.
A dor alegra corações, corações que fraco já estão.

Talvez ainda aja coração
Em meu corpo, talvez ele não
Esteja totalmente destruído.
A mania de querer mostrar que
Sou mais forte que meus medos

Essa tal mania me fez perde
A pouca alegria que me restava,
Me reduzindo ao um iceberg.
O frio em que me encontro não pode
Ser quebrado. não culpo o medo.

Culpo a coragem e minha rebeldia.
Fui rebelde em acreditar
Que poderia vencer o meu
Maior medo o medo
De não ser capaz de ter o que digo ser meu.

Apesar de estar amargurado,
Despedaçado, e descontente
Ainda assim penso que poderia conseguir.
Mas agora não irei encara-lo
Pois esse medo me faz querer

Obter o que digo que a
Mim pertence.
Agora em alta voz, Digo;
Vai embora medo! e
Me dê novamente a minha liberdade,

Devolva minha alegria desprezada,
Leve suas virtudes, e me traga
Todos aqueles antigos sentimentos que tu me roubastes.
E nunca mais me atormente com
A dor da perca.

Inserida por OrlandoBiotoviski

Diante dessa loucura que muitos chamam de solidão,
Me encontro como um violão sem afinação,
Embora sem perfeito tom, ainda sai algum som.
Por mais louco ou solitario eu seja,
Encontro nisso uma razão feliz pra viver.
Muitos consideram felicidade algo distante da infelicidade.
Assim como muitos consideram felicidade viver em pura infelicidade.
Como sempre é questão de opnião e não me importo com sua opção,
Se te faz feliz, no minimo será bom pra mim.

Inserida por OrlandoBiotoviski

Já fui tolo em acreditar que viveria só de escuridão,
Mas acontece que eu estava pobre de coração.
Agora com o coração cheio acredito que para
A escuridão nunca mais irei voltar.
Um homem com o coração cheio se contenta
Com a vida e com o ar que respira.
Um homem com o coração cheio
Ama a vida e espera o melhor dela.

Inserida por OrlandoBiotoviski

"" Mesmo que pareça não ter valido a pena,
Ainda que a dor não tenha sido pequena,
Ainda assim valeu.
Valeu a esperança, valeu o desejo, valeu o amor.
E se a saudade é o presente, o futuro será certeza:
De que apesar da perda, ainda haverá muito o que sonhar, haverá muito o que viver, haverá muito o que amar ...""

Inserida por OscarKlemz

De repente você se dá conta que não era tanto assim, que aquele sorriso, outrora tão encantador, na verdade só te fez sofrer e agora é um eco do passado.
De repente você não lembra a toda hora que aquela pessoa existe e com calma se dá conta que passa o dia sem lembrar, nem mesmo a musica que antes tocava tão fundo ao coração, agora é apenas uma canção de amor.
De repente você entende que para amar alguém é preciso parceria, troca e que isso você nunca teve. De repente seus pensamentos já não a buscam como antes e você se pergunta: Por que isso está acontecendo?
E a resposta vem do próprio coração, que antes batia impulsionado pelo desejo, agora bate em sintonia com a vida real que seus olhos veem e querem viver.... Agora seu coração está pronto para amar, por que antes ...Antes era só uma deliciosa paixão.

Inserida por OscarKlemz

... Bom dia e que seja realmente um bom dia
De muitas lutas mas também vitórias
De muitos sonhos e realizações
De muita paz e serenidade...
Bom dia ainda que chova
Decerto há o que semear
Bom dia a todos e todas que se sustentam na virtude da honestidade.
Bom dia aos que ensinam e aos que aprendem
Bom dia aos que recebem e passam adiante o fruto de sua sabedoria.
Bom dia. Que hoje você possa ser mais do que realmente é e se supere.
Que você tenha de fato um ótimo dia.

Inserida por OscarKlemz

Infinito
Busco nas lembranças de um amor que não vivi,
Em uma saudade que não senti,
De um beijo que nunca dei
A esperança de um dia te encontrar

E nesse dia, toda espera toda agonia.
Esvairá.
Como água que desce da fonte
O sonho libertar.

Num desaguar de paixão
Onde corpo e a alma,
Infinitos,
Vão enfim se revelar.

Inserida por OscarKlemz