Textos Amorosos

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Zilda — Mãe, Artesã e Guerreira

Zilda, nome forte, de mulher decidida,
Mãe que fez da arte o fio que tece a vida.
Com linhas, pincéis, agulhas e cores,
Transforma o simples em eternos amores.

Suas mãos, pequenas fábricas de ternura,
Tecem crochê com paciência e doçura.
No tecido, costura não só panos, mas histórias,
Cada ponto, um pedaço das suas memórias.

Com tintas pinta flores que nunca murcham,
Modela o biscuit como quem esculpe a alma,
E entre um artesanato e outro, dá risada,
Mesmo quando a vida foi dura e pesada.

Ah, Zilda… mulher de mil batalhas vencidas,
Suportou as dores, curou feridas,
Mas nunca, nunca perdeu a fé —
Na esperança, no amor, no que vier.

Exemplo de caráter, de ética, de bondade,
Honesta, íntegra, exemplo de verdade.
Cuida dos filhos como quem rega jardim,
E agora acolhe os netos, com o mesmo amor sem fim.

É colo, é conselho, é oração silenciosa,
É força, é coragem, é presença amorosa.
Não se cansa, não desiste, não recua,
Seus passos seguem firmes, sua alma continua.

Nos dias difíceis, ensinou a resistir,
Nos dias felizes, ensinou a sorrir.
E quem a vê, trabalhando com tanto carinho,
Sabe que Zilda é luz, é afeto, é caminho.

Mãe, te celebramos com orgulho e emoção,
Tua vida é poesia, é arte, é inspiração.
E no crochê invisível que tece nosso destino,
Sabemos: teu amor é o mais belo artesanato divino.

Inserida por Zanatinha

⁠Laura, promessa do céu

Falei com Deus em silêncio profundo,com o peito rasgado num mundo tão meu.
Pedi que Ele fosse claro, que fosse justo,que tirasse de mim o peso cruel.

"Se não for pra mim gerar no ventre,que me conceda amar de outro jeito...
Escolha uma amiga, ó Pai, e me ensine a entender Teus planos em meu peito."

E Ele ouviu. Em silêncio divino.
Fez crescer em Camila a doce semente.
Uma semana depois, em vídeo, a notícia:
um bebê a caminho... e o mundo, diferente.

A dor foi aguda, cortante, certeira, mas junto dela veio uma esperança: Se não era meu ventre a casa primeira,
era meu coração a morada da criança.

Laura,nome de flor e de luz.
Veio pequena, promessa do alto, pra me lembrar que amor não escolhe caminho nem forma.

Meses depois, à beira do mar, o céu se pintava em tons de pôr do sol, e entre amigos, risos, um jogo na tela, o cantor leu palavras como um farol...

Era um convite, surpresa encantada, Camila e Thiago, de olhos brilhando, me fizeram madrinha, presente e chamada,e um gol do Flamengo veio comemorando!

Foi mágica a cena, impossível de inventar,o rio, o amor, a música e o futebol...
Laura ali, na barriga de Camila já me fazia sonhar,como estrela surgindo no céu ao arrebol.

Hoje eu sei: não é só quem gera que é mãe,é quem ama, protege, sorri, dá a mão, quem ora.
Laura é minha, de alma e promessa, é flor que nasceu no jardim da oração, da minha oração.

Inserida por RosahyarahAlves

⁠Dois Completos

Ela era riso, era vento, era grito, ninguém via além do jeito esquisito.
Menina sonhadora, alma exagerada, feia diziam... só mais uma engraçada.

Vivendo entre tentativas e rejeição, adolescente em busca de aceitação.
Até que um dia, como quem não quer, ele apareceu... em frente à casa, de bicicleta.

Não disse nada, só um sorriso calado, os dias passaram, o silêncio, aliado.
Ela esperava, o coração em festa, mas ele, quieto, "tímido" e como quem ainda não correspondia nada.

Foi na sala, com Djavan no ar, que ela tentou o amor declarar; 1⁰ ela colocou "Oceano", mas ele não entendeu, coitado, ela pôs " Fato consumado", queria apenas ser beijada.

Ela o beijou, ele saiu, e em palavras desdenhou: "Era isso que você queria me falar ?" Ele se foi... ela sem ação, foi a procura dele no mesmo instante...

...Uma pedra jogada, num gesto sem nexo dela , e ele? Seguiu ainda mais perplexo, sem entender.
Mas o coração é bicho sem juízo, ele apaixonou-se assim, sem aviso.

Dois loucos, crescendo em confusão, mas firmes, de mãos dadas na contramão.
O tempo passou, fez deles maduros, superaram medos, encararam futuros.

Os filhos não vieram, mas o amor ficou, e como família, a vida os moldou.
São dois, mas vivem como um só ser, completos, imperfeitos, só pra se entender.

Entre lágrimas, risos, noites em claro, apoiam-se no tudo, até no raro.
Não são metades, são inteiros, sim, amam-se no caos, no começo, no meio e no fim.

Ela: " A boneca doida"
Ele: " O boboyo" Eternos apaixonados.

Porque o amor, quando é de verdade, não precisa de molde ou de metade.
Basta ser dois, com alma e defeitos, dois corações batendo do jeito perfeito de cada um , em prol de um amor que não idealiza, mas é realista.

Inserida por RosahyarahAlves

Namorados no mirante

Eles eram mais antigos que o silêncio
A perscrutar-se intimamente os sonhos
Tal como duas súbitas estátuas
Em que apenas o olhar restasse humano.
Qualquer toque, por certo, desfaria
Os seus corpos sem tempo em pura cinza.
Remontavam às origens – a realidade
Neles se fez, de substância, imagem.
Dela a face era fria, a que o desejo
Como um hictus, houvesse adormecido
Dele apenas restava o eterno grito
Da espécie – tudo mais tinha morrido.
Caíam lentamente na voragem
Como duas estrelas que gravitam
Juntas para, depois, num grande abraço
Rolarem pelo espaço e se perderem
Transformadas no magma incandescente
Que milênios mais tarde explode em amor
E da matéria reproduz o tempo
Nas galáxias da vida no infinito.

Eles eram mais antigos que o silêncio...

Vinicius de Moraes
Para viver um grande amor. São Paulo: Companhia das Letras, 1991.
Inserida por Valeriateixeira

⁠Norma é o norte que aponta o começo,
É base firme, é chão que sustenta o acesso.
Sem ela, o passo se perde no espaço,
Com ela, o gesto se alinha com o traço.

É a regra interna, o código da alma,
Que traduz o propósito e acalma.
Não é prisão, é trilho de escolha,
É guia do sábio, é voz que acolha.

Norma é clareza no meio do ruído,
É direção sem que haja alarido.
Quem casa com ela, planta estrutura,
Colhe excelência com alma e ternura.

Inserida por ronaldo_jose_damaceno

⁠Constância é o compasso da alma que insiste,
É força serena que nunca desiste.
Ela levanta quando tudo fraqueja,
É chama acesa que o tempo não apaga ou despreza.

É ritmo firme, sem pressa ou demora,
É presença diária que nunca vai embora.
Constância é o elo entre o sonho e a ação,
É quem constrói castelos com o tijolo da repetição.

Não grita, não salta, apenas permanece,
E no silêncio, tudo ela tece.
É no gesto que se repete com fé e razão,
Que se ergue a ponte para a superação.

Inserida por ronaldo_jose_damaceno

COMO É DIFÍCIL...
Como é difícil me afastar,
quando tudo em mim, ainda quer ficar.⁠
Como é difícil desistir,
quando meu coração ainda sussurra: insiste!
Como é difícil soltar a última esperança,
aquela que a gente guarda bem escondida, sabe?
Como se fosse possível salvar um futuro
que você nunca, nem quis.

Como é difícil fazer o que precisa,
quando o que eu gostaria era simplesmente, viver.
Estar contigo. Amar você.
Mesmo que só eu estivesse inteira nisso.
Como é difícil aceitar que,
a presença sem entrega, é ausência disfarçada.
E que acolhimento sem intenção de ficar,
é só mais um jeito bonito de me abandonar devagar.
Eu não queria partir,
mas precisei.
Porque antes de te amar, eu precisei me amar o suficiente pra entender que,
eu não caibo nos teus limites.
O meu caminho eu sigo,
e a ti desejo, amor.
Porque apesar do silêncio que carrega no peito,
há em você uma alma sedenta por amar sem medo.

Há lugares lindos
a tua espera,
Mas só chegará lá quando não temeres,
a tua própria intensidade.

E quando esse dia chegar,
que saiba reconhecer o milagre de sentir,
sem precisar se esconder.
Ah, como é difícil...

Inserida por FranBonetti

⁠Paciência é o tempo vestido de esperança,
É flor que desabrocha na calma da confiança.
É saber que o fruto não nasce ao gritar,
Mas no silêncio de quem escolhe esperar.

É arte de ouvir o relógio do universo,
Mesmo quando o coração grita em verso.
Paciência é ponte entre o querer e o chegar,
É saber que o caminho também faz o caminhar.

Ela não para, apenas desacelera,
Dá espaço para a vida, sem pressa ou espera.
É atitude nobre de alma madura,
Que entende: o processo também é a cura.

Inserida por ronaldo_jose_damaceno

⁠CRISTAL QUEBRADO (soneto)

Neste versejar estreito e amarrotado
uma saudade, dura, estirada na rede
de verso tedioso, o dia, assim, despede
suspirando com sonho desencantado
e em um canto da imaginação, a sede
de ilusões, desejos, no pesar bordado
delicado tal um copo de cristal lavrado
em que, às vezes, a sofrência excede

é trova com choro, o que muito sente
cada rima, uma rima com uma solidão
bêbedo de dor, que dói n’alma da gente
poética que faz o coração abandonado
deixando o soneto cheio de sensação
nota, e cicatriz de um cristal quebrado.

© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
02 junho, 2025, 19’36” – Araguari, MG

Inserida por LucianoSpagnol

⁠PROPÓSITO

O propósito é a melodia singular que ressoa em nossa alma, o fio condutor que dá sentido a cada passo e ilumina o caminho. Não é um destino fixo, mas a constante busca por alinhar nossas ações e paixões àquilo que realmente importa, nutrindo a essência de quem somos e a contribuição que desejamos oferecer ao mundo.

Inserida por FabianaBarbosafb


A ILUSÃO DOS ANÔNIMOS

Muitos usam filtros e fotos ensaiadas para esconder frustrações, tentando alimentar o ego.
Mas esquecem o sabor da vida simples: o cheiro das flores, um abraço apertado, um momento verdadeiro.

Vivemos numa era imediatista, onde o olho no olho foi trocado por emojis e frases prontas.
Mandamos "bom dia" com imagens de Google, mas não temos tempo para um gesto real:
abraçar um filho, beijar quem amamos, dar carinho ao cachorro ou bênção aos pais.

Por quê?
Porque estamos ocupados demais em mostrar o "eu ideal", esquecendo de viver o "eu real".

Bom dia, vida!
Texto: Fhayom ✍

Inserida por Fhayon

Hoje, eu decido voltar para mim.
Depois de tantas esperas, silêncios e gestos que nunca vieram,
hoje eu paro de procurar fora o que sempre mereci dentro:
respeito, presença, delicadeza, reciprocidade.

Fui ficando em silêncio por medo de perder,
quando, na verdade, eu estava me perdendo.
A cada não dito, a cada gesto ignorado,
a cada vez que eu quis ligar — e não pude —
um pedacinho meu ficava mais longe de mim.

Mas agora, não mais.

Não é que eu deixei de amar.
É que comecei a me amar também.
E isso muda tudo.

Percebi que o que me machuca não é a ausência de lembrancas fisicas.
É a ausência de significado por trás disso.
É a ausência de presença.
É a ausência de mim na vida de alguém que esteve inteiro na minha.

Eu me entreguei. Me doei.
Esperei sinais, aceitei migalhas, li entrelinhas.
Mas agora, eu leio meu próprio coração.
E ele grita por mim.

Hoje, eu volto para mim.
Para a mulher que cuida, que sente, que merece ser cuidada também.
Para a mulher que não quer viver de "quases",
mas de inteiros.

Se alguém não sabe me amar, tudo bem.
Eu sei.
E vou recomeçar — daqui, de dentro, com calma e verdade.

Porque eu sou minha. E isso… basta.
Hoje, eu volto para mim.
E não me deixo mais sozinha.

Inserida por SolPaschoal

⁠Uma breve reflexão da música Chão de Giz, de Zé Ramalho.
Essa música é um prelúdio de uma paixão sem reciprocidade — sente-se a dor dele ao declamar a música (poesia) para seu amor, que é casada.
Ele, por ser jovem, amante, e ela, casada — mais velha e em uma sociedade onde as mulheres não possuíam direitos de separação —, deveria aceitar o casamento ruim.
Zé Ramalho escreveu essa dor em poesia, para deixar claro que ia embora, para nunca mais voltar para os braços da mulher.

Inserida por TarinMichael

⁠SENTIMENTO DE CRISTAL (soneto)

Num soneto amoroso, a poesia pura
esquecida de sua encabulação
sente nos versos o afago e ternura
suspirado da angelical emoção
Enquanto espalha a formosura
nas entrelinhas, aquela sensação
tímido, se modela da ventura
e romântico, o amor, doce razão

Quando surge, por fim, encantada
a prosa, cheia de rima apaixonada
sussurrada em uma trama especial
E o poema, apaixonado, feliz, seduz
os versos consoantes e divina luz
murmurando sentimento de cristal.

© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
07 junho, 2025, 16’46” – Araguari, MG

Inserida por LucianoSpagnol

⁠Eu caminhei em um campo de rosas.
Linda, eu pensei que seria para sempre feliz,
Com muita beleza…
Até que eu caí e me machuquei nos espinhos da flor.
Dói, mas continuo correndo.
Está doendo.
Eu sinto meu coração chorar
Vendo aquela rosa que me machucou.
Mas eu a amo tanto…
Por que ela me machucou?

Inserida por AlucardLV

⁠i tuoi mali spaventano (soneto)

Outono... as sonatinas ao vento
suspiros, as inspirações matinais
em cada tom, o vivo sentimento
exalando as emoções essenciais
No cerrado, outono, movimento
lento, faz-se ao coração ter mais
cadência, que em cada tormento
aquela saudade, sempre iguais!

E, assim, mais um outono, pardo
trazendo no seu fardo sensações
em um canto que encanta e canta
É a voz outonal do poético bardo
Que pulsa cada uma das paixões
Onde, então, seus males espanta!

© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
08 junho, 2025, 16’38” – Araguari, MG

Inserida por LucianoSpagnol

⁠Valsa sem fim.

Imagino nós dois, dançando acordados,
Ao som de Djavan, com taças de vinho em nossas mãos.
Você vem até mim e me beija —
Seus lábios cor-de-rosa tocam os meus,
Nossas línguas bailam em uma valsa sem fim.

Eu não me canso de olhar-te.
Olhar no fundo dos teus olhos castanhos como cobre
É como olhar o paraíso — se é que isso existe.
Nos seus cabelos, a noite se manifesta:
Uma cortina de escuridão
Que abraça minha alma e me conduz
Por um universo de emoções.

E enquanto dançamos,
Me pergunto:
Será amor, ou só o desejo de não estar só?
Talvez seja ambos.
Talvez nem um, nem outro.
Mas ali, nos seus braços,
Eu existo.

Inserida por gl3nd4_s4nt0s

⁠Setembro dormiu cedo

Areia nos bolsos e o cheiro do mar no cabelo.
Era só isso. E, por um tempo, foi tudo.
As janelas do carro abertas,
e você dizendo que não queria prometer nada.
Eu disse que também não queria.
Era mentira.

Te esperei como quem espera verão em cidade fria.
Escrevi seu nome na parte de dentro dos meus pensamentos
e apaguei com o canto da mão —
como se isso bastasse pra esquecer.

Mas ainda vejo a gente,
preso num instante que nunca virou agora,
num fim de tarde que não sabia que era fim.
Setembro dormiu cedo,
e eu fiquei acordado esperando você voltar da escola.

Eu me lembro:
das suas costas contra o céu dourado,
de quando você dizia "só hoje",
como se amanhã não fosse pesar.

A gente se encontrou no intervalo do mundo,
nos bastidores da vida real.
Promessas murmuradas atrás do mercado,
planos que só eu levava a sério.
Você era um talvez disfarçado de agora.
E eu achava que tinha sorte.

Eu cancelei noites, amigos,
e até a mim,
só pra ter mais alguns minutos de você.
Você, que nunca foi meu.
Mas me chamava de "sorte"
quando esquecia o nome das outras.

A gente era o que não era.
O que quase foi.
O que não coube no tempo certo.
E eu ainda te procuro nos dias nublados
e nas músicas tristes demais pra tocar de manhã.

Você se lembra?
Do portão velho,
do meu "entra no carro",
da minha espera que você nunca pediu?
Do sol batendo no seu ombro,
e de mim achando que aquilo era amor?

Setembro dormiu cedo.
E eu fiquei, sozinho,
esperando que você acordasse de novo pra mim.
Mas não acordou.

Você nunca foi meu.
Mas fui inteiro por você.

Inserida por NaicanEscobar

⁠Tantos olhares por aí...
janelas da alma, sem fim.
Alguns curiosos, a espreitar,
outros cansados, a sonhar.

Há o brilho breve do que passa,
e o pesar mudo que se disfarça.
Olhares que julgam sem conhecer,
e os que acolhem, sem querer.

Em cada um, um mundo se encerra,
histórias contadas sem guerra.
Tantas vidas em um piscar,
tantas verdades a nos guiar.

E no meio de tanto ver,
o meu olhar, tentando entender.

Inserida por MensageiroLeal

⁠Quando observamos a prudência como uma análise crítica do inconsciente humano e da relação estabelecida com o outro, percebemos uma íntima ligação dela como um elemento regulador que, de certa forma, regula a dor. A prudência pode ser considerada uma virtude prática.
A prudência, nesse sentido, apresenta uma faceta de introspecção, na qual o indivíduo, ao olhar para as profundezas de si mesmo, percebe como sua posição em relação ao problema é determinante para o estabelecimento da dor. Nesse sentido, sua análise começa quando ele se implica na sua dor, deixando de ser mero agente passivo e tornando-se protagonista na construção de uma nova realidade psíquica.
No caminho da prudência, o indivíduo busca novos conhecimentos que lhe trarão uma nova perspectiva de vida sob outro ângulo. Esse conhecimento sobre o que é humano lhe permitirá atuar de maneira mais eficaz consigo mesmo, retirando a ignorância que o impede de entender sua complexidade como um ser espiritual.
Dessa forma, ao trazer para o consciente o seu inconsciente, ele se torna capaz de mudar sua posição frente ao problema. E, ao fazer isso, encontra a função reguladora que ameniza a dor por meio da prudência. Ao agir assim, muda sua concepção sobre o outro, pois também mudou sua concepção de si mesmo. Nesse novo caminho, já não é refém de emoções provocadas por situações externas, mas consegue nutrir boas emoções internamente, mantendo-se em equilíbrio e resgatando a noção de humanidade.
Afinal de contas, o amor é prudente!

Inserida por joseluisdesousa20232