Texto de admiração por uma pessoa especial
Melindre de amiga
Eu não sei se você me ama ou se apenas divide sua atenção entre admiração e desprezo.
Não sei se me deixa esperando de propósito ou se apenas é distraído.
Você é um alguém de bons princípios e valores,e não posso negar que é atencioso,mas porque passa dias parecendo que nem me conhece?
Porque você é mais um que repete a mesma maldita história?
Eu me deixo gastar.
Invisto,amo em pouco tempo de forma verdadeiramente grandiosa,e não faço isso pra receber em troca,mas qual ser humano não espera
pelo menos demonstrada consideração?
Todos os dias me sinto frustada,e mesmo assim continuo amando.
O que ainda não aprendi? ou O que ainda preciso ensinar?
Poque só eu pareço me importar?
Nos dias de angústia,me sinto tentada a te dizer que teu silêncio me agride
O grande mal da maioria das pessoas é sempre visar o exterior e admirar a beleza de um rosto e as curvas de um corpo bem definido.
E talvez lhes falte discernimento
De dar uma chanse apenas de conhecer quem realmente somos, e observar nossas virtudes.
E quem sabe essas pessoas se apaixonariam
mais, ao perceberem nossas verdadeiras e boas intenções.
Meu amor, como eu te admiro, como tenho orgulho de chama-lo de meu amado como tenho orgulho de ser sua, como eu agradeço a Deus por sua vida, e por te-lo colocado no meu caminho. Sei que ao longo de nossas vidas, percorremos caminhos diferentes, mas, Deus estava preparando tudo para o nosso encontro, encontro este, que mudou completamente nossas vidas.
Então quero te dizer o quanto sou feliz ao teu lado, e se eu tivesse a oportunidade de voltar atrás, eu voltaria, e faria tudo de novo...igualzinho...mesmo com a quantidade imensa de problemas que tivemos, as raivas atraídas que causamos aos recalcados, mas enfim, te amo, ontem, amanhã e sempre, e quero dizer, VALEU A PENA!!!!!
Somos criados a base de mentiras
E se um aluno conhece todas, a professora o admira.
Mas se você pensa e a verdade decifra,
Dai o povo critica, e dizem que você delira
Mas tenha calma, respira,
Se tiram sarro de vc, sorria.
Tem pessoas tão inertes na mentira
Que nem se enfiasse a verdade na cara dela, ela não a veria.
O Perdão
O ato do perdão é de se admirar,
Pois um ato difícil como esse
É muito raro de se encontrar,
E para aquele que não liga, não se importa
Quando a uma mágoa bate à sua porta
Pra muitos essa pessoa já estaria Morta,
Pois brigas, casos, decepções, desilusões
São algo que acontece na vida
Para que haja Perdões
O ato do perdão é estupendo
Mas pode ser uma coisa muito sofrida
Se ele for dado no ultimo suspiro de vida,
O perdão é o agradecimento das desculpas
Pois quem errou sabe e carrega a culpa,
O perdão é literalmente para os fortes
Pois ele evita catástrofes e até mortes,
Sei que não é fácil, mas podemos tentar
Sendo assim, mais perdão no mundo iremos encontrar.
Venero, cultuo e admiro a PALAVRA.
Palavra é o que promove amor e o ódio ,
Palavra é o que prende e que solta,
Palavra é o que aproxima ou afasta,
Cuide das palavras que emite , Atenção as palavras que absorve , cuidado com as palavras que propaga.
Palavra é o que salva ou condena o mundo.
Há alguém a fim de você, não digo a fim de provar só do teu beijo, também não digo só de admirar teu corpo, lhe levar pra um lugar qualquer e mostrar o quanto te deseja como mulher.
Há alguém a fim de você, digo além do que os olhos vêm, do que o corpo deseja.
Há alguém a fim de você, que adora conversar, te chamar pra teclar.
Que te ama, te venera, te admira, mas prefere se calar.
Há alguém a fim de você, que extrai o seu melhor, está ali pra todas as horas, e até sem compreender, se esforça pra lhe entender.
Há alguém a fim de você, que de longe passa a ser teu admirador secreto. Pelo contrário, faz o tipo "simplezão", mas quem o conhece sabe que é de bom coração.
Às vezes, mas só às vezes, estamos sozinhos apenas por enxergarmos por caprichos superficiais.
Há alguém a fim de você.
Será que parou pra perceber?
Um dia desses...
Você irá não só admirar
Mas amará verdadeiramente
Enquanto isso não acontecer
Não desperdice os que admira
Um dia desses...
Eles também serão amados
Até esse dia chegar
Continuarão sendo admirados
Um dia desses...
A reciprocidade acontecerá
Só resta esperar por isso com calma
Um dia desses...
O grande amor vencerá.
Admirável.
A maneira como lida com os problemas rotineiros. Às vezes acalmando as situações, noutras simplesmente colocando fogo em tudo. Ainda assim, admirável. Tem suas crenças, seus gostos e sua vaidade. Cuidadosa e atenciosa com seu noivo e com o pequeno príncipe que carrega consigo todos os dias. E que logo estará em seus braços. Nossos braços. O seu primeiro dia das mães está próximo e já posso dizer que você é uma mãe incrível. Doando-se por completo para cuidar, ninar e proteger o nosso filho. Ansiosa, e não era para ser diferente, mas ainda sim mais do que preparada. Aprendizados sempre existirão, mas quando existe amor, a fluidez é natural. Apenas aproveite cada pequeno detalhe. Cada sorriso, cada conquista, cada pequeno passo. Pois se tem uma coisa que dizem e que vale a pena ouvir, é que tudo passa muito rápido. Então faça com que seja intenso. Estarei ao seu lado, como sempre estive. Segurando em suas mãos em todos os momentos.
Meditação (sobre a imagem a Mãe)
Mamãe querida estou aqui te olhando e te admirando,
pensando aqui comigo:
Como é que você faz ou consegue forças para cumprir todas tarefas da casa,
do dia, da vida e ainda sobra tempo de monte
para cuidar de nós pequenos filhos amados e adorados por você.
Seu cuidado e carinho muito nos cativa e até nos torna dependentes de sua candura, beleza e carinho.
Sua dedicação nos remete a Deus, o qual agradecemos por nos ter dado você.
Mais do que tudo, o sentimento que nos envolve e tão grande ou maior
que todos tesouros do mundo,
os quais alegria ou satisfação jamais poderia comprar ou proporcionar com tão grande precisão,
no tempo e lugar certo.
Tens em seu semblante a imagem de Deus
que a toma como instrumento para acariciar e cativar àqueles a quem Ele colocou aos seus cuidados,
para que no fim da vida lhes retornassem cobertos de luz,
diplomados com certificação de vida e amor.
Seja feliz Mamãe hoje e sempre!!!
Sinceras são as minhas palavras.
Espontâneo é o meu admirar quando digo essas singelas palavras.
- A sua melhor maquiagem é esse sorriso no teu rosto.
-você fica linda em qualquer vestidinho de 10 reais.
-Tu és perfeita mesmo com os seus defeitos.
Singelo é o meu pensar.
Espontâneo é o meu admirar.
Sinceras são as minhas palavras.
Tem gente que me admira, tem gente que não me suporta.
Tem gente que me faz elogios, tem gente que me critica.
Tem gente que me acha engraçado, tem gente que me acha chato.
Tem gente que me defende, tem gente que me acusa.
Tem gente que acredita em mim. Tem gente que duvida.
Tem gente que me quer perto, tem gente que me quer bem longe.
Tem gente que me ama, tem gente que me odeia.
Agradeça os que estão ao seu lado, respeite os que não estão, não queira agradar tanta gente, pois gente é gente e nunca é como a gente.
A Noite!
Já é noite, ainda estou pela rua
Na calçada, sentado admiro a lua.
Pois quando a vejo,
Logo me vem aquele desejo.
Que faço, componho, mas não entendo!
O porque dessa paixão,
De poesia fazer, de poesia entoar!.
Meu caderno me chama,
A escrever e pensar,
Pois hoje vai nascer,
Mais uma para recitar!
Hoje a noite é clara, lua cheia.
Hoje nasce sátira.
Prosa e poema.
Hoje nasce mistérios, e grandes histórias.
Hoje tem romance.
Literatura e loucuras.
A noite, tem versos em compasso.
Cheio de hipérboles e Descompassos.
Formo contos e desvendo casos.
Hoje tem saudade, de tempos passados,
Tempos de criança, recordados.
Tempos em que lembro dos meu primeiros passos.
A noite, não é escura e tenebrosa.
A noite, é a melhor hora para poesia e prosa.
A noite, não é fria e sozinha.
A noite, é reflexão e sonhos para melhorar o outro dia.
Uso a noite para escrever, compor e criar.
De dia vêm as ideias.
E de noite, escrevo linhas tortas, linhas retas.
A noite, é meu estilo.
Pois nela produzo com meu dom e minha arte.
Porque a noite, é liberdade não exilio!
Sou dessas
Sento no mato
Olho pro alto
Admiro o abstrato
Piso no chão
Sinto os grãos
Enriqueço com a percepção
Sou dessas
Sonho um mundo melhor
Choro quando estou na pior
Devaneio com tudo ao redor
Sou dessas
Também subo no salto
Me perco no asfalto
Com brilho estrelado
Saio do anonimato
Somos amigos há bastante tempo, né?
No decorrer destes anos todos, eu passei a admirá-la muito. Vi que você tem personalidade, tem caráter, é honesta e batalhadora.
Sabe, dessa admiração nasceu um enorme carinho por você. E eu fui cultivando esse carinho na boa, quietinho, na minha. Não queria fazer alarde disso, pois, até então, eu te via como uma amigona. Nada mais que isso.
Mas um dia eu acordei e lembrei que havia sonhado com você. Nossa, meu coração apertou gostoso. Fiquei aquele dia todo pensando em você e, antes de ir dormir, eu pensei muito e descobri que estava apaixonado por você.
Pô, foi aí que começou o meu suplício. Como dizer isso a você, já que nós somos amigos há tanto tempo? Se eu fizer mal em me abrir para você, desculpa. É que eu já não aguentava mais ficar calado. Você tinha de saber.
Agora, é com você. Não sei o que você vai pensar sobre mim após ler esta carta, mas a sorte está lançada.
TE AMO!
Eles dizem me elogiar, mas eles apenas me criticam.
Eles dizem me admirar, mas eles me evitam.
Eles dizem me aceitar, mas eles só sabem me julgar.
Eles dizem gostar de mim, mas eles me machucam
Eles dizem para mim sorrir, mas eles só me fazem chorar
Eles dizem se importar comigo, mas eles se esqueceram mim...
No livro "Herry Potter-A Escola da Vida" de Agusto Cury(esse senhor que eu admiro muito), ele diz: "A arma do forte é o diálogo e a ferramenta do fraco é a agreção física"... Pra que só partir para agreção física se eu tenho o diálogo(a arma que eu posso contigo)...
O diálogo é uma arma muito perigosa, a famosa arma das arma "DIÁLOGO".
Ídolos
A grande diferença entre ter ídolos e admirar pessoas, é que os primeiros, deve-se adorar e reverenciar. Jamais contestar. Quem admiramos são exemplos de conduta, personalidade e carisma. Nunca tive ídolo algum. No máximo, profunda admiração por pessoas comuns. Paulo Francis, Pepe Escobar, William Blake, por exemplo. Muitos amigos bem-pensantes e resolvidos, envolvem-se em brigas terceirizadas em nome de causas, movimentos aos quais sequer pertencem, ou receberam endosso. Justificam como 'autos de fé' em relação a justiçamentos que 'devem' ser feitos. Para mim, pura vassalagem por camuflado complexo de culpa. Assumida, inculcada, introjetada; realmente, não sei, e creio que muitos desses sequer questionem suas devoções. Nunca tive qualquer indício de 'culpa herdada' já que me livrei do cristianismo. E, isso, com três anos de idade. Da mesma forma, sequer me prostrei aos pés de ídolos estatuescos ou imaginários. Penso que ambos os ganchos estejam ligados intimamente a crenças. Na ausência de uma, se liga a outra. Um dos segredos de desvio de caminho do 'relicare'(religar), é que tiram a possibilidade de nos conectarmos com nossos 'Eus' internos, e colocam fetiches míticos no lugar. Uma das 'grandes feitiçarias' da humanidade. Meu ídolo é quem eu virei a ser, com minhas fraquezas superadas e meus vícios controlados. Mas, talvez meu 'eu' futuro não seja melhor do que o presente, ou de traços dos 'eus' do passado. Quem sabe? Nenhuma crença ou agremiação político-filosófica pode responder a isso.
(Sergio Pacca)
Enquanto Possível Viver: Enxergar.
Reparou estiver admirando algo que poderia ter revivido por mais tempo?
Sim talvez não!!! Fará o possível aproveitando superando, deve aproveitar.
Aproveitar ministra momento.É passar os olhos por onde tenha permissão.
Querer é querer.Manter controle do respeito é saber.Tente.Um tempo!
O tempo válido aproveita.Tempo devemos conciliar.
Saber adequado um tempo onde possa enxergar.
Permaneço:
Enxergar...
Enquanto Possível Viver:
Eu pretendo pela frente efetuar caminhos, vitória alcançar.
Claro! Lógico, percorrerei confiante, sendo deslumbrante,
Revigorar modo vivente propõe conquista, aperfeiçoar.
Entrelaçar ocasião garante momento, sem ser intrigante.
Pretender é querer. querer é possuir determinado diferencial.
Enquanto possível viver devemos adquirir certo consciente.
Querer normalmente acontece, construir sim, sem padecer.
Um caminho, vindo, vindo surgidos, caminhos fornecidos.
Ser possível garante, novos caminhos sendo estabelecidos.
(Enxergar torna visível aprender!)
(Enquanto Possível Viver: Enxergar!)
(Enxergar Enquanto Possível: Viver!)
Conforme dito pronunciado:
Conjunto colaborativo garante exuberante caminho...
Segmento da Vivência.
FILAMENTOS DE UM PÔR-DO-SOL ANDRÓGINO (*)
Admirava-o. Não perdi a admiração. Acredito que ela tenha aumentado. O bizarro, é que nunca cheguei a pensar como tudo havia acontecido. Eu era, testemunha ocular de um gesto que o personalizou, ainda que não tenha tido a intenção, seu trabalho bastaria, como bastou. Entre os estandartes da demência e da genialidade, fez-se eterno.
O vermelho deslizava-lhe pelo pescoço, avolumando pequenas poças, coágulos, gosmas, querubins malditos, formas mortas, abortos, abutres, assentados nos pêlos da sua barba. Seu olhar fixo, sem nenhum tremor, como se nada acontecesse, e não fora ele o autor, intérprete, diretor, cenário e palco do monólogo vermelho. A colcha que cobria a cama ganhava nova coloração e forma, pintura primitiva, esvaindo-se das minas da carne, viscosa e quente, contrastando à indiferença do seu olhar, parede e alcova, da emoção. O corpo demonstrando declínio ante a dor não exposta e fraqueza natural, quedou-se devagarzinho, de encontro à cama.
O instrumento cúmplice, banhado de vermelho, parecia um bumerangue aborígene, pássaro apocalíptico da trilogia da negligência. Nós éramos mórbidos epigramas do triângulo em gestação. Cortado pelo gélido pincel, foi-lhe a carne dividida, lembrando o pão da santa ceia, às avessas.
Ela estava arrancada dele, definitivamente separados. Não fiz nada. Senti que não deveria interferir. No entanto, não poderia abandonar aquele momento trágico e sedutor, sem pegar um souvenir.
Quanto tempo sonhei com aquela tarde no Louvre. Lá estava eu, entre dezenas de grandes mestres, todos fascinantes com seus estilos, e rupturas que marcaram época, contudo, queria encontrá-lo, devorá-lo ao vivo, longe das reproduções e slides, que durante anos foram companheiros nas salas de aula. Somente ele, nenhum outro, de tal forma, conseguia desequilibrar-me, colocando-me à deriva emocional. Diante da sua arte, caminhava entre as plantações de trigo, girassóis e moinhos. Nessa viagem, frenesi de quem parte sem ausentar-se, somente retornava a mim mesmo, quando os alunos em coro, chamavam-me.
Andando pelos corredores do Louvre, escarnavam-me o olhar babando as gosmas saborosas das retinas, Delaroche, Velasquez, Picasso, Gaugain, Renoir, Monet, que me provocou compreensível – breve – parada. Ele, de certa forma, bordava as lantejoulas do meu frenesi. Continuei a busca, com a certeza da sua proximidade. Subitamente, como se algo, chamasse-me a atenção, tocando-me às costas, virei-me, e o paraíso descerrou as cortinas – a luz amarela – estrela vésper da sua pintura, mergulhava na umidez vermelha dos meus olhos.
Ignorando as pessoas em volta, perdendo com mais intensidade a noção do tempo, ao êxtase tântrico pictórico, minha alma alada, já não era alma. Era um arco-íris pousando no útero da tela, onde fiquei, até que uma voz – sempre elas – trouxe-me de volta para o outro lado – a terceira margem do rio do tempo – ao insistir que estava na hora de fechar o museu.
Saindo do Louvre, meus olhos garimpavam o transe. Na indiscreta verticalidade do abismo, encontrei o metal cortante. Minhas náufragas, suadas digitais, revelaram a dissimulada atração. Ao guardá-lo, no bolso esquerdo da jaqueta, forte era a sensação de Ícaro, cujas asas a monotonia, não mais haveria de derreter. No balanço do meu andar, o metal batia e voltava sobre meu coração, como chibatadas, açoitando a dolorida ansiedade.
A uma quadra do hotel, resolvi parar num café, escolhendo uma mesa na calçada. Após a primeira taça de vinho tinto seco, vejo-me novamente em seu quarto. Ele com o instrumento em riste, no topo da orelha, não ousava dizer absolutamente nada. Quedou silente. Os músculos de sua face e seus olhos eram os mesmos bailarinos paralíticos, completando a alegoria do hiato, antecedendo ao gesto. Sua mão, única expressão de vida, desceu num frêmito impulso guilhotinador. Um desejo irremovível de amputar. Em queda, as gotas de sangue eram filamentos de um pôr-do-sol andrógino.
Sentado no café, o garçom perguntava-me se queria outra garrafa. Pedi a conta, ao mesmo tempo em que apalpava os bolsos da jaqueta.
Chegando ao hotel, peguei a chave, tomei o elevador. Dentro do apartamento, ouvi o farfalhar das asas de dois pássaros vermelhos, fui ao lavabo, postei-me frente ao espelho, retirando, primeiro do bolso esquerdo da jaqueta, o dócil e inofensivo cortante metal. Depois foi a vez do souvenir. Ao empunhar o metal sobre minha orelha, no canto esquerdo superior do espelho, Van Gogh, observava-me passivamente. No mármore do banheiro, a orelha de Van Gogh, já não estava sozinha.
(*) EUGENIO SANTANA é Jornalista, Escritor, Ensaísta, Biógrafo e Redator publicitário. Pertence à UBE - União Brasileira de Escritores. Colaborador da ADESG, AMORC e do Greenpeace. Autor de nove livros publicados. Gestor e fundador da Hórus/9 Editora e Diretor de Redação da Revista Panorama Goiano.
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