Texto sobre Sonhos
Tudo o que você precisa fazer é se afastar das pessoas que nunca te apoiam em nada e só drenam sua energia vital!
Amigos são aqueles que, mesmo que você não tenha nada, estão lá torcendo por você e te dando forças!
Siga seus objetivos!
Lembre-se que os sonhos são seus
e só você pode ou não realizá-los!
@JaneFernandaN
Entre as alturas da conquista, onde desafios florescem,
Prefira os embates que forjam o caminho,
As perdas que ensinam e as dores que fortalecem,
Pois no éter da memória, quando a idade se avizinhar,
Recordará com melancolia o tempo perdido,
Sussurrando ao vento, "Eu poderia ter ousado mais,
Pois na jornada da vida, é na luta que se encontra a glória."
Sabedoria, coragem e compaixão…
A vida, essa jornada única, nos convida a mergulhar em um oceano de autoconhecimento e crescimento. Ao cruzarmos a linha dos 30 anos, descobrimos nuances que antes nos escapavam. Neste ponto, percebemos que o sucesso financeiro varia intensamente, e que sempre haverá alguém que ganha muito mais em um dia de trabalho. Isso, porém, não deve nos desencorajar, mas sim nos inspirar a buscar nosso próprio caminho de realização.
Os sonhos são joias preciosas, e precisamos protegê-los com zelo. Há forças que os ameaçam, e devemos ser vigilantes para não permitir que nossas aspirações sejam sufocadas por influências que desviam nossa atenção e energia. Escutar conselhos de quem não trilhou o caminho que desejamos seguir é desperdiçar nosso potencial. Nossa vida é responsabilidade nossa, e ninguém virá nos resgatar de nós mesmos. É essencial entender que a transformação começa de dentro, com o poder das nossas escolhas.
Ler um único livro pode ser mais valioso do que consumir cem sem reflexão. A sabedoria está em absorver e aplicar essas lições, continuamente, em ciclos de aprendizado e ação. Acreditar que somos o centro das preocupações alheias é um equívoco. Em vez disso, devemos nos libertar das amarras da tristeza e nos lançar na conquista de nossos objetivos.
Quando encontramos alguém mais sábio, devemos ter a humildade de aprender ao invés de competir. A colaboração é uma fonte inesgotável de crescimento. E quanto às tentações que prometem benefícios efêmeros, é vital lembrar que elas não nos levam a lugar algum, apenas desviam nosso curso.
Devemos sempre elevar nossas expectativas, pois são elas que nos impulsionam a lutar e crescer. Treinar para não levar as coisas para o lado pessoal nos poupa de desgastes desnecessários e nos permite focar no que realmente importa. A família que construímos é um pilar de amor e força, muitas vezes mais significativo do que aquela de onde viemos.
Para transformar nossa vida, precisamos reiniciar nossa mente. Em apenas alguns dias de foco e determinação, podemos resgatar nossa confiança e energia. Às vezes, é necessário se afastar por um tempo, desaparecer do mundo, para que possamos emergir renovados e prontos para abraçar a mudança.
A vida é um cântico de possibilidades, e cada dia é um convite para nos tornarmos a melhor versão de nós mesmos. Que possamos sempre buscar a sabedoria, a coragem e a compaixão ao longo desse caminho.
Qual é o peso de um sonho?
Qual é o custo de uma escolha?
Durante a minha jornada, não raras são as vezes em que me perco no caminho, várias são os momentos em que me pergunto se realmente vale a pena lutar por um sonho, se vale a pena passar a vida "fora da caixa" correndo na contra mão do cômodo.
Sofrendo criticas, com insônia , dores de cabeça, cobranças, falta de compreensão, injustiças, altos e baixos dignas da Kingda ka, erros graves, falta de experiências, concorrência desleal, cobrança de propinas, falta de comprometimento, altos impostos.
Onde é a bifurcação que devemos pegar para retornar ao sonho do emprego registrado, do vale refeição e do convênio médico.
Trabalho de 8 horas, décimo terceiro e férias, feriados prolongado e PLR.
Até onde e como devemos encarar um fracasso, uma desistência, um ponto final.
Como identificar que já não dá mais , que definitivamente Deus não tem este propósito em nossa vida.
Quando deve ser imposto o limite a nós mesmos de desistir?
Como saber identificar que este sonho não vem de Deus para nós, como aceitar sem enlouquecer que devemos nos acovardar, que devemos aceitar que somos incompetentes para a tarefa de empresariar.
Como aceitar que não somos capazes de lidar com as incertezas que o cargo de sermos nossos próprio chefes nos imputa.
Definitivamente a 07 anos me pergunto isso, desde os meus 12 anos de idade empreendo neste senário.
Sempre vivi o incerto, sempre possui uma indômita vontade de vencer na adversidade, nunca desanimei por mais de alguns longos dias em branco.
Nunca me senti derrotado, até por que as condições do meio nunca me foram favoráveis, minha evolução é paulatina mas a minha queda é repentina e lépida.
Sinceramente já não sei onde se encontra a linha tênue entre a resiliência e a covardia.
Já não consigo mais acreditar que resiliência não tenha o mesmo significado de burrice.
Já não consigo acreditar que seja possível ser diferente, que seja possível não andar no mesmo sentido.
Minhas orações tem encontrado em minha falta de fé um bom motivo que sirva de questionamento a cerca da capacidade divina da superação e da persistência, da capacidade de identificar a diferença entre um plano e uma sentença divina.
Definitivamente minhas motivações não vem dos meus resultados, não vem das minhas crenças e muito menos do meio em que estou inserido.
Meus sonhos vem da minha capacidade de acreditar que ainda que pareça impossível, ainda que todas as estatísticas estejam desfavoráveis , aínda que meus erros me maltratem e que minhas escolhas evidenciem minha inexperiência,eu não sei desistir eu não sei abandonar ou mudar a rota , não consigo retroceder.
Minha motivação não se vê em livros ou em pessoas comuns com sonhos possíveis , tão pouco em fórmulas baratas vendidas a poucos cruzeiros, não se baseiam em referências bibliográficas ou estereótipos personificados.
Não sei ser cópia , também não sei seguir o exemplo, muito menos os moldes adequados, eu sou intenso, desapegado e constante, ainda que retrogrado.
Eu nunca serei uma referência, um modelo, eu não tenho está pretensão e não faz parte dos meus planos.
Eu só sei que chegarei no final disso tudo, com uma enorme bagagem , alguns longos textos e muitos momentos, terei boas lembranças e algum resultado.
Após está reflexão, me pergunto se realmente não é isso que move um sonhador, a insegurança, a incerteza a superação do medo, o recomeço, a revolta e a fé.
A imaginação de algo intangível aos próprios olhos, sim, a imaginação do intangível até mesmo a nós.
Sim, ainda posso sonhar...
O tempo pode passar pausadamente...
A vida engatinhar arrastadamente...
O sonho em realidade mil anos pode demorar pra se transformar.
Mas ainda posso sonhar.
O que fiz não posso apagar.
Impossível o caminho trilhado deletar.
Pelo que foi perdido só posso chorar...
Lamentar os amores que eu não soube amar.
Mas ainda posso sonhar.
Quem sabe alguns caminhos por onde andei...
bem longe por eles passarei... presentemente neles não estarei.
Talvez alguns jeitos... alguns feitos do passado nunca mais repetirei.
Esses seguramente não os ecoarei.
Talvez...
Meu caminho faço novo.
Vivo o novo.
Não deixe migalhas pra não saber voltar...
O passado sempre pra trás há de ficar.
Talvez...
Mas ainda posso sonhar.
A gente pode sonhar.
A gente sonha até quando não quer,
Até quando não se lembra.
E, sabendo que os sonhos vem de nós mesmos,
Do que sentimos, do que vivemos, do que tememos,
Somos nossos sonhos.
Somos o paraíso, e também o inferno;
Somos a bondade, e também a maldade;
Somos a verdade, e também a mentira.
A dúvida que fica é quais sonhos queremos que virem realidade?
Alexandra ergueu as pálpebras pesadas pelas gotas sedativas do clonazepam e me olhou involuntariamente como se contemplasse apenas o vazio.
- Pai, cadê a Flora?
- Hã?
- A Flora?
- Hã?
- A Flora
- Hã?
- A Flora?
Só então caí na real de sua semiconsciência.
- Dorme, querida, dorme.
Ela voltou ao mundo dos sonhos. Era apenas um daqueles pequenos delírios que temos enquanto dormimos e que por alguma razão agimos
como se estivéssemos acordados, mas na verdade estamos apenas devaneando numa subconsciência que beira a razão.
No fim das contas não nos lembraremos de nadica de nada ao despertar de fato. Mas aí fiquei eu com a inquietante pergunta:
Com o que ou com quem ela estava sonhando? Quem é Flora? Seria o amigo [ou amiga] imaginário de quem ela já me falou várias vezes,
mas que eu nunca levei a sério?
SENTIMENTOS COMPLETOS
Nessa vida jamais almejei coisas impossíveis, porém Deus sempre foi generoso comigo, naquela época eu já estava quase desistindo de encontrar alguém que me entendesse e me completasse de verdade, mas foi então que você apareceu, naquele momento não achei que fosse possível a nossa convivência, mas você com seu jeito encantador foi me mostrando pouco a pouco que as coisas nem sempre são o que parecem ser, a partir dali você foi me conquistando com o seu jeito de ser, não por ser aquilo que me agradava ou por ser aquilo que eu queria ver naquele momento, mas sim porque você estava sendo você , estava totalmente entregue aquela situação, sem medo errar, estava arriscando tudo e sua determinação me enchia de forças para seguir em frente não importava o que acontecesse, foi então que senti que estava completo , senti que não faltava nada, estava tudo perfeito , senti que mais nada poderia nos abalar, sua incrível confiança sempre me deixava esperançoso que tudo ia dar certo, os dias turbulentos que tanto me deixava angustiado , hoje em dia não me preocupam mais, porque sei que você e Deus estão comigo e sei que coisas impossíveis são apenas questões de opinião, porque com você, eu sei que sempre estarei no paraíso.
SINTO FALTA I
Sinto falta de muita coisa ou de quase nada,
Sinto falta do que era simples, inocente,
Sinto falta do que não entendia
e de contos de fada,
Sinto falta da poesia,
Do sol poente.
Sinto falta de Castro Alves a Manoel Bandeira,
Sinto falta de Gonçalves Dias a Tom Jobim,
Sinto falta dos frutos de minha goiabeira,
Sinto falta da inocência que chegou ao fim.
Sinto falta de poemas e versos,
Que um dia fiz e hoje perdidos ou dispersos,
Sinto falta de amigos, de minha mãe e de meu pai,
Sinto falta de sonhos e tenho saudades que do coração não sai.
Autor: Agnaldo Borges
24/04/2005
DEPOIS DA CURVA, HÁ UM RIO
Pouco importa o sol ardente,
O rosto molhado e a garganta seca;
Pouco importa a poeira da estrada,
Os pés descalços e as pedras no caminho;
Pouco importa o andamento sem fim,
As pernas cansadas e o quase parar;
Pouco importa as quedas sofridas,
Os laços desfeitos e o tempo perdido;
Pouco importa o pensamento distante,
A saudade no peito e a incerteza constante;
Pouco importa se a vida é dura,
Os sonhos são muitos e o tempo é pouco;
Depois da curva, há um rio.
Dádiva de um sonho
Flor Azul
Era meia noite...
E o céu brilhava entre as estrelas...
E no meu quarto...
Despi me e deitei me...
Confusa em meio a tantos devaneios...
De repente sinto um perfume no ar...
E como sempre...
Ele está lá...
Com uma Flor Azul em suas mãos...
A flor dos meus sonhos...
Olho assustada para a porta e ela continua trancada...
...Se aproxima de mansinho e já não sinto medo...
Me beija suavemente, enquanto coloca a flor em meus cabelos...
Acordo na manhã seguinte...
Nua, sozinha, com os lençóis em desalinho...
Meio atordoada...
Começo a acreditar...
Que tudo não passou de um lindo sonho...
Mas o cheiro da Flor Azul ainda está no ar...
Me cubro com um lençol...
Vou até a janela...
Olho para fora e nada vejo...
E nesse exato momento...
A Flor Azul cai do meu cabelo...
O tempo passa com rapidez...
Daquela noite não me esqueço...
Os sonhos são engraçados...
Pois, estão sempre a um passo da realidade...
Um dia abri a porta procurando uma saída...
E o encontro com a Flor Azul em mãos...
Novamente...
Invadindo a minha vida...
Receita? Pra poesia?
Este olhar ávido que tudo perscruta.
Esses ouvidos atentos que tudo escuta...
Essa inquietude... não importa a latitude, nem a longitude...
Um amor desconjuntado.
Um vento que chega de qualquer lado...
Uma viagem.
Uma fatia do luar.
Luz e sombra a lhe acompanhar.
Gritos internos.
Silêncios eternos.
Quantas mil outras coisas mais...
Um caminho deserto.
Um regato de águas borbulhantes...
Um agora... um depois ou um antes...
Um sonho queimado.
Um bolo estragado.
Uma mistura letal.
Um vazio.
Um dia normal....
Tristezas ou alegrias...
E assim nasce uma poesia.
E por falar em morte...
Quando você se dá conta de que ela está aí à espreita, só esperando o momento certo, você só quer viver sua vida frágil, você só quer tempo, você só quer viver o tempo todo que você tem.
Quando você se dá conta de que ela é inevitável... - morrer ou não morrer, eis a questão... que não existe... porque, quando se trata de morte, todo mundo está no mesmo barco... que irá afundar... inevitavelmente -, você só quer a vida em todos os seus poros, você só quer respirar e respirar... até sugar todo o ar que é possível... você só quer, lá bem no fundo, bem no fundo, evitá-la.
Mas não há caminho que leve você pra longe dela; ao contrário, a cada passo, mais perto do abismo você se encontra... e inevitavelmente você cairá.
Quando você se dá conta de quão próxima ela está, você sente o quanto ela é sombria, o quanto gostaria de não ter de encará-la, o quanto você gostaria de não ter de enfrentar esse inimigo sem face, o quanto enigmática ela é. Qual o rosto da morte? Qual o sabor da morte? Qual o cheiro da morte? Qual será o gesto personalizado da morte na sua própria direção - como ela se fará real pra você?
E por falar em morte...
Você se dá conta de como a vida é bela?
A vida em anos dividida... interessante isso de o tempo 'ter sido cortado em fatias' chamadas anos - ilusão de que estamos sempre a recomeçar, enquanto estamos a respirar... esperanças que se renovam, planos, desejos, sonhos de que tudo vai ser novo de novo.
Sonhe, e sonhe, e sonhe...
Não quero acabar com seus sonhos... mas tudo vai mesmo é acabar.
Sonhar? Tomo tanto cuidado...
E quando amanhece assim tão devagar?
Sol claro... mas sem brilho.
Um murmurinho de saudade
paira por sobre a cidade.
Os telhados acordam um a um.
Cada amanhecer é assim que acontece.
E depois...
Depois anoitece.
Um dia a dia (a)normal.
Sem brilho.
Sem calor.
Sem amor.
Um dia a dia de sonhos controlados.
O medo de sonhar errado.
Passos trôpegos,
mais um obstáculo...
você errou o cálculo
a força acabou,
a sorte não virou...
é o mesmo vento
soprando na mesma direção,
levando pra bem longe
todos os sonhos do seu coração.
Cambaleante...
E o que você quer cada vez mais distante.
A vida, traiçoeira,
não sabe o que é lealdade,
se diverte passando rasteira,
dá a carta errada
e tira você da jogada.
Alguém menos deprê do que eu
escreveu: "continue se levantando
até a vida cansar de te derrubar"...
Agora é com você... pode escolher...
vai mais uma vez se levantar?
Que seus pés não se cansem do tamanho da estrada,
que a paz, o amor, a serenidade acompanhem sua jornada...
Que a vida lhe seja um eterno sorrir
que a dor nunca lhe faça desistir.
Que seus sonhos se realizem,
e que, acima de tudo,
você esteja segur@ de que
o caminho de Deus está a seguir...
que seus pés não vacilem...
seja lá onde pisem.
Menino cigano
Dos olhos negros como o mais negro breu...
O que foi que te aconteceu?
Cadê o brilho dos teus negros olhos?
Cadê o riso escancarado?
Você foi para um... e eles foram para outro lado?
Os teus negros cabelos
Que qualquer vento faziam balançar
Como balança um barquinho no mar...
Perderam por que seu brilho e sua leveza?
Foram pra longe levados pela, da vida, forte correnteza?
Meu menino cigano...
A vida pra ti foi um erro, um engano?
Ah menino cigano, se não me engano, foi tua mão que um dia me apontou a certa direção... lembra?
Sei dos teus sonhos e ilusões...
Deixe-me agora... Que contigo aprendi... Deixe-me segurar tua mão...
Verás que lenta, mas constantemente, os ventos mudam a direção 😘
Esperança
Sim, eu sigo
com toda a esperança do mundo.
Não me desespero nem por um segundo
Sim, eu espero o dia seguinte.
Sim, eu espero o alinhamento dos luminares, dos astros.
Sim, eu espero que encontres no meio de tantos outros os meus rastros...
Tenho feito trilhas de migalhas.
Tenho marcado território.
Tenho conectado nossos caminhos, nossas trilhas.
Tenho sintonizado nossos horários.
Loucura, insanidade?
Alienação, demência?
Paranoia, doidice?
Paciência?
Quem sabe?
Sim, eu intuo o instante.
Sim, eu te incluo nos meus sonhos.
Mas eu vivo...
não apenas a tudo sobrevivo.
Como alguém que por mares desconhecidos velejou...
sigo entre aqueles que a vida decepcionou.
Os dias vazios, as horas amargas
as dores que minha voz embarga.
E o silêncio se faz audível
penetra profundamente nos meus olhos
e por onde quer que eu olho
tudo é como o silêncio... profundo e invisível.
Os ruídos da noite não me assombram mais
sonho, e sonho, e sonho
de vencer um dia serei capaz...
sonho sonhos...
Tudo o que sei
é que nada sei.
Tudo o que planejei
sonhei, busquei
foi como fumaça no ar.
Agora vou parar,
sem planos,
sem enganos...
sem sonhos,
sem pesadelos,
sem buscas,
sem desencontros....
quem sabe assim (des)encontro...
ou sou (des)encontrada?
Sei, sei... comigo é tudo ou nada!
