Texto sobre Sonhos
Vivo de sonhos esfarrapados, guardados à sete chaves
para um dia que nunca chega.
Escondo minhas verdades, e guardo meus segredos nos ouvidos de outro alguém sem nenhum constrangimento.
Eu me reformato, me recrio, me reinvento!
Vou vivendo à passos lentos!
A minha única urgência é de ser feliz...e eu vou sendo o que Deus quiser e o que nem sempre eu quis.
Eu roubo um beijo do vento que bate em minha boca roubando-me palavras impensadas. Geralmente o que digo, não quer dizer nada!
E assim eu vou seguindo, sem direção, nesta minha bagunça que só eu sei mexer... Disseram-me que isso ainda vai doer!
Mas sei lá...eu ainda to inteira - "Meu Deus quanta bobeira!" - e se nem tudo der certo, eu devolvo, eu conserto, eu revezo...e se ainda assim não funcionar, dai meu bem, eu rezo!
Sonhar é perfumar a alma,
É afagar o coração.
Sonhos que me acalentam os dias,
Sonhos que me invadem as noites.
Sonhos que vem e se vão...
Mas, nunca sonho em vão.
Há sonhos que me dão fé,
E faço deles minha oração.
Há aqueles sonhos adormecidos,
Esperando a redenção.
Também há outros tantos...
Que são mera ilusão.
E assim,
Os sonhos se alastram e crescem,
Feito flores, nos canteiros da minha alma.
Eles embalam tão suavemente meus dias,
Que me faz querer sempre mais...
Porque vivo de sonhos?
É o encontro da liberdade.
Nos sonhos de terra molhada
Nas noites enluaradas
Um mundo de palavras embrulhadas
De todas as magias sonhadas
Com todas as cores usadas
Em meio às pétalas jogadas
É onde tudo acontece
São como flocos de neve
Quando o vapor do encanto congela
E a beleza da vida revela
Com ricas pinceladas no céu
A hora que o arco-íris tira o véu
E clareia a visão da beleza
Mostrando da alma a pureza
Da poesia o abandono
Na incerteza das folhas de outono
O oculto das palavras que rasga a boca
Na navalha afiada do silêncio
Assediando o sentimento na toca
Das mãos que sangram em suplício
Invadindo o coração do poeta
Talvez seja só um profeta
A dizer que a poesia não morreu
São tudo partes de mim, sou eu.
Os sonhos são não somente a realização de desejos, mas o refúgio deles!
De maneira da qual somos traídos pelo conteúdo onírico, realizando desejos latentes vivenciados numa consciência irreal, dirigido sem roteiro pelo grande Outro (o inconsciente), que ao nosso despertar, traz à realidade diurna a frustração de não ter aproveitado o sonho como realmente seu, uma vez que este se configura a cada imagem como sonho rotineiro, resguardando a energia da libido aonde não se possa ter acesso. Neuroticamente, estando em subconsciência, somos atuados pela instância psíquica do controle, que mesmo via sonho, somos castrados para nos resguardar do buraco negro do real.
“Os meus sonhos”
Os meus sonhos o vento não pode levar, mas o que faço com eles? O que faço com os meus sonhos? São tão importantes pra mim, pois somente os mortos não sonham, o que farei? Não posso ficar com eles dentro de mim, eles tem que sair para poderem ter vida. Os sonhos são semelhantes à mulher grávida, o bebê fica um período no ventre da mãe, e no tempo certo ele sai para ter VIDA, e conseqüentemente dar alegrias, se continuar dentro da mãe ele morre, e conseqüentemente trará tristezas. O que devo fazer então, não sonhar mais? Não, de maneira alguma, continue a sonhar, pois somos o sonho de Deus, o próprio criador sonhou, e Ele nos ensina:
“Sonhe! Seja um sonhador, pois Eu o Senhor me manifestei e me manifesto com os meus através de sonhos, mas faça algo além, faça com que os sonhos se tornem vida. Se esforce, tenha ânimo, corra atrás, coloque o seu rosto no chão, grite, chore aos pés do Senhor e clame pelo seu sonho. Sonhadores do Senhor sonhem, sonhem, sonhem, e traga-os a vida em Nome de Jesus.”
Aleluia, louvado seja o Senhor dos Exércitos.
"Cabe a nós sonhar, e ao Senhor torná-los realidade". Amém!
Acordei cedo, meio tonta, ao olhar no espelho, não me reconheci...
Lembrei-me dos sonhos e de tantos dias passados, quantos sonhos já havia conquistado? Por que demora tanto, e por que a felicidade se faz apenas em tão curtos momentos? Dá uma saudade tão grande de ser feliz!
A todo o momento alguém fala comigo através de algum escrito ou fotografia, porém, a mensagem que mais consegui ler foi quando as olhei nos olhos e pude notá-las longe dos rótulos; vi tantas histórias e compreendi - se me atentar em um dia posso aprender tantas coisas que jamais imaginária, se não me manter segura meio as almofadas de meu umbigo, perceberei que o outro tem sentimento, e que seus olhos traduzem o que eu estava necessitando para continuar a escrever meus livros. Ah! Esses pequenos detalhes tão santos que me trazem a inspiração... Objetos e coisas, pessoas e sentimentos tão cheio de detalhes... Distraio-me de mim mesma ao observar o mundo, esquecendo-me dos anseios que em muitas vezes me tornam algoz.
Passei os olhos nas páginas de minha vida, tive medo... Poderia escrever minha biografia, daria um livro, no mínimo útil aos julgadores existentes entre o bem e o mal. Desisti. Não seria capaz de ver meus pedaços contados entre os becos e palácios; prefiro dizê-los nas entrelinhas de meus sonhos poéticos ou na brincadeira do inverso ao criar as personagens que realizam o meu sonho de ser o que eu nunca fui.
Penso em minha extensão... Como estou os criando - se já não estão criados, e mesmo assim, olho e vejo-os ainda tão pequeninos, fazendo ninho em meu ventre como se ainda estivessem no útero. Não pude fazer de meus filhos a realização dos meus sonhos perdidos. Dei a eles a escolha em ser aquilo que os fazem felizes. Compreendo isso por amor, pois sei que amar a um filho é não obrigá-lo a viver com as minhas mentiras.
Enfim... Foi uma manhã tremenda... Apenas vinte minutos de reflexão. Voltei ao ofício amado realizado pelo Microsoft Office Word, receptor de minhas barbáries secretas... Renasci... Refiz-me daquilo que meus olhos incrédulos não poderiam acreditar... Amar também deve ser assim - o acalento de uma fagulha capaz de salvar a vida inteira... A isto chamo escrever.
Acordei cedo, meio tonta, ao olhar no espelho, não me reconheci...
Lembrei-me dos sonhos e de tantos dias passados, quantos sonhos já havia conquistado? Por que demora tanto, e por que a felicidade se faz apenas em tão curtos momentos? Dá uma saudade tão grande de ser feliz!
A todo o momento alguém fala comigo através de algum escrito ou fotografia, porém, a mensagem que mais consegui ler foi quando as olhei nos olhos e pude notá-las longe dos rótulos; vi tantas histórias e compreendi - se me atentar em um dia posso aprender tantas coisas que jamais imaginária, se não me manter segura meio as almofadas de meu umbigo, perceberei que o outro tem sentimento, e que seus olhos traduzem o que eu estava necessitando para continuar a escrever meus livros. Ah! Esses pequenos detalhes tão santos que me trazem a inspiração... Objetos e coisas, pessoas e sentimentos tão cheio de detalhes... Distraio-me de mim mesma ao observar o mundo, esquecendo-me dos anseios que em muitas vezes me tornam algoz.
Passei os olhos nas páginas de minha vida, tive medo... Poderia escrever minha biografia, daria um livro, no mínimo útil aos julgadores existentes entre o bem e o mal. Desisti. Não seria capaz de ver meus pedaços contados entre os becos e palácios; prefiro dizê-los nas entrelinhas de meus sonhos poéticos ou na brincadeira do inverso ao criar as personagens que realizam o meu sonho de ser o que eu nunca fui.
Penso em minha extensão... Como estou os criando - se já não estão criados, e mesmo assim, olho e vejo-os ainda tão pequeninos, fazendo ninho em meu ventre como se ainda estivessem no útero. Não pude fazer de meus filhos a realização dos meus sonhos perdidos. Dei a eles a escolha em ser aquilo que os fazem felizes. Compreendo isso por amor, pois sei que amar a um filho é não obrigá-lo a viver com as minhas mentiras.
Enfim... Foi uma manhã tremenda... Apenas vinte minutos de reflexão. Voltei ao ofício amado realizado pelo Microsoft Office Word, receptor de minhas barbáries secretas... Renasci... Refiz-me daquilo que meus olhos incrédulos não poderiam acreditar... Amar também deve ser assim - o acalento de uma fagulha capaz de salvar a vida inteira... A isto chamo escrever.
"Experimente realizar tudo aquilo que desejas.Crie estratégias para alcançar seus sonhos.Pense que suas tentativas serão infalíveis, e que é possível que os teus pés saiam do chão.Solte-se, liberte-se do seu casulo, livra-te de tuas amarras e então levante vôo, como
borboleta."
Sonha, menina, sonha,
mas não tira os pés do chão.
Viver de sonhos é bom
mas é triste a ilusão.
Ame e acredite
mas mantenha os punhos de aço.
A vida é um picadeiro
mas ninguém quer ser palhaço.
Atreva-se e arrisque-se
mas fique de olhos abertos.
Lembre-se que nem tudo é miragem
quando se está no deserto.
Se cair no fundo do poço,
suba pelas paredes.
Se a coisa ficar preta,
relaxa e monta uma rede.
Miséria pouca é bobagem,
então esbanje alegria.
Pra não perder-se na vida
caminha sempre na trilha.
E se o sol não aparecer
ou a solidão chegar,
procura na sua bagagem
que sempre um remédio há.
O que importa é não desistir
mesmo a vida dando nó.
Mostra a língua e faz caretas
que ninguém vive de dó!
Pra não cair na rotina
ponha pimenta na vida
e se a fé acaso faltar
reza que Deus dá guarita!
Como um rio
Água de sono único,
O lago entre montes,
Vive plácido, cristalino
Os sonhos da mediocridade.
Em si mesmo estancado
Jamais ousa planícies.
Assim inerte, estacionado,
Só se ocupa de reflexos:
A idiotia em vaidade consumida.
Não evolui nem retrocede,
Não conhece nenhum caminho,
Não questiona necessidade,
Tampouco conhece o próximo lago.
“Quem sai da idiotia entra no discurso”.*
Idiotia é lago sem discurso,
Porque “presença física
Não estabelece comunidade”.*
Avisai aos lagos do arroio:
O esforço digno por seu breve caminho!
Quem se extrai do eu,
Depara-se com outros eus
Com mesmos direitos que os seus
E sua evolução é uma relação com eles.
Só água de muitos arroios
Torna-se incessante como um rio.
Só o rio é apto aos longos caminhos.
Oceano é água de todos os caminhos.
Só conhecem oceano
Águas que fluem como um rio.
MINHA VIDA É ASSIM
De onde eu vim?
``pais dos sonhos``
O que trago?
``um coração ferido``
O que procuro?
``um coração perdido``
Do que sinto falta?
``de carinho``
Ja amei?
``sim``
O que achei?
``diferente``
Amei na riqueza?
``não na riqueza mais na alegria``
Odeio?
``sim``
Quem?
``a inveja e a solidão``
Poe que eu choro?
``por que eu sofro``
Por que sofro?
``por que ainda TE AMO!!!
É como ter muitos sonhos. Metas e objetivos a serem alcançados.
Milhões de milhas a percorrer.
É desejar fortemente alçar voo; um voo livre, que no começo aos olhos dos outros, possa até parecer desajeitado, mas que te levará aquele caminho o qual você sempre desejou.
É torcer para chegar o momento de planar... e apenas seguir o vento, deixá-lo te levar.
É tirar os planos e as idéias do papel; do travesseiro.
É tornar tudo verdadeiro!
É sempre bom encontrar pessoas que nos inspiram, pessoas que realmente alcançaram os seus sonhos, isso me motiva a buscar cada vez mais os meus objetivos.
É muito constrangedor olhar o tempo e ver as horas passando e escorrendo entre os nossos. O meu medo de perder é a minha força é o meu escudo contra o fracasso, vou buscar com todo o vigor a realização que procuro o reconhecimento que mereço, vou ser o mais incrível que eu puder vou chegar ao topo do mundo e deixar a minha marca na calçada da fama. Pois é minha vida é uma grande corrida contra o tempo e a chegada é o topo do mundo.
Os tempo nunca vai voltar, mas os sonho das pessoas não tem fim.
Acordei cedo, meio tonta, ao olhar no espelho, não me reconheci...
Lembrei-me dos sonhos e de tantos dias passados, quantos sonhos já havia conquistado? Por que demora tanto, e por que a felicidade se faz apenas, em tão curtos momentos, que de me lembrar, dá uma saudade tão grande de ser feliz?
ONDE ESTÁ O CULPADO?
Sentada em minha velha poltrona ao som de sonhos vis, embriagada por um perfume barato, imagino a vida correndo lá fora, e discorro do que tento imaginar sobre o que seja... Não vejo o oxigênio, mas imagino o que ele consegue ser, através do que faz, enchendo os meus pulmões de vida, enquanto os poluo com a fumaça acinzentada que me persegue em momentos de solidão, tão parecido ao que imagino ver, pessoas franzinas andando por entre cubículos estreitos de uma viela que as levará para algum lugar, e se não levar, deitam-se por entre seus cacos e cantam alguma música cafona enquanto observam o céu, esperando ansiosamente pela noite...
Às vezes, também passo o dia esperando pela noite, somente para ver no céu, a brilhantina cabal de estrelas com olhos curiosos, enquanto imagino-me olhando-as, são as taizinhas que lá estão sempre no mesmo lugar e horário a observar o mundo sob os seus pés.
As estrelas curiosas olham estupefatas as ignorâncias mórbidas a saltarem em timbres reluzentes das valetas humanas... O ódio fede a roupa mofada no obsoleto gesto inútil do falso abraço por conveniência. Conveniência política, comercial nos passos da globalização... Uma palavra bonita, mas que possui o significado tão mesquinho ao cobrir a beleza natural daquilo que o homem não criou e sempre esteve lá, para ser apreciado, ou destruído pela fumaça imunda de meu cigarro, ou gases soltos no ar das infernais máquinas industriais de um submundo qualquer de se ganhar dinheiro.
Ah... Não tenho culpa por morrer entregue ao desleixo... Sou franzina, fraca e medíocre aos olhos do mundo... Não posso me levantar de minha velha poltrona e mudar nem mesmo o que existe dentro de mim... A ganância fétida de um dia atrás do outro... Os dias passam... Passarão a vida toda... Vou olhar para o lado para achar o culpado, ele deve estar em algum lugar... Dentro de mim, não iria se esconder, sou impotente, já pronunciei-me réu confesso com as mãos presas à corrente da cegueira, não posso mover sem perder o descanso que traz o cochilo após descarregar a lavagem de consciência... Já disse, o problema não está em mim. Já estou fazendo a minha parte tentando achar o culpado e entregá-lo à humanidade sedente de justiça com os seus dedos apontados como as armas no morro da roçinha tentando achar o culpado.
Quem quiser seguir, este rumo, pode seguir, fazendo-o com os olhos fechados, na busca do culpado das mazelas que soltam pus de um mundo pachorrento habitado tão somente por designados inocentes como a mim.
A esta altura, abraço-me às almofadas e tento me esconder para não verem em minha face sem vergonha as veredas da hipocrisia, até que meu desassossego enverga o som tímido que sai quase insignificante de minha voz... Digo – sim... Talvez eu possa ter tido alguma parcela de culpa em algum aspecto de minha vida, mesmo que mínima... Escondo-me novamente, olhando pela espreita da almofada o feixe de luz que causa fobia a minha visão turva.
Grite! Uma falta de paz inunda a arapuca armada dentro da consciência. Obedeço – Sim! Sou culpada, pronto! Pronto? Levanta daí... Faça o que pode fazer e não faz porque quer escrevinhar poesias... Escreva, vamos! Assine seu atestado de culpa, gritando em letras... Se não chegar aos becos e vielas fedidas, chegará a algum lugar que se há alfabetização... Olhos que aprenderam a ler e não crescerão ridicularizados por sua própria ação em ler o mundo entre as almofadas do meu sofá. Eles lerão, não somente o que eu queira escrever, mas saberão que nas entrelinhas existe alguém que se acovarda diante de sua oportunidade de ser melhor, diante de um mundo que poderia se tornar melhor, se ao menos eu, começasse por mim, a fazer a minha parte.
Busquei em sonhos teu corpo,mais ao acordar chorei amargamente...
Pois nao te encontrei ao meu lado,e a tristeza veio a me perturbar...
Como pode me deixar aqui nessa ilusao infinita de voce,como pode fazer me teamar tanto e depois ir embora?
Foi facil te conhecer...foi facil teamar...pois tu eras um anjo que hoje só me faz chorar.
O barco de sonhos
Eu tinha um barco de sonhos
Que veleja no mar
Um dia uma onda forte
Quase vi ele vira
Eu tinha um barco na sombra
Dos sonhos que vem do mar
Era um belo e pueril
O filho da flor gentil
Com um cetro a vadiar
Eu via um barco de sonhos
Que navegava no mar
Um dia uma tempestade
Tsunami de verdade
Vindo de qualquer lugar
Quis o meu barco virar
Naquele mar furto frágil
Eu e o sonho singelo
Partiu pra desafiar
Ai foi que aprendi
Do sonho e o barco que fiz
Nem o mar tirou de mim
Mesmo na fúria que crescia
Senti que o mar encolhia
Para o meu barco passar
Todo amor tem o seu elo
No barco eu fui verdadeiro
Mesmo por ser sorrateiro
Quero meu barco no mar
Leveza nas asas, firmeza nos pés;
Sorriso de quem amava, lágrimas de quem sofria
Sonhos de quem buscava, decepção que ressurgia
Devaneios de uma estrada, quimeras de uma fera.
Miríades de planos, orvalho nos ombros,
Joelhos calejados, olhos cansados.
Esbouço um tanto desanimado, desenho reinventado.
Fé dilaceradora, orgulho de lutadora.
Olhar não vencido, futuro destemido.
Outono puramente vivido, inverno tempestivo
Melodia que bramia, no coração repercutia.
Vento que inebria, sol que irradia.
História reescrita, voracidade manuscrita.
Chuva de lamentos, tufão em andamento,
Revolto estava o mar, no dia em que desejaram me calar.
Aos céus eu clamei, e com as estrelas me consolei.
Deslumbrante estava a lua, no dia em que vesti minha armadura.
Felicidade me encontrava, enquanto meu cavalo eu selava.
Liberdade me aguardava, para esta inevitável jornada.
Na vida me fiz poeta, nos sonhos poesia.
Meu nome: versos e prosa.
Sobrenome: melodia.
Me visto de canção,
me cubro de fantasia.
Respiro a música
exalo a alegria.
Felicidade já tem nome,
só não posso revelar.
Talvez se chame proibido,
só sei que não dar pra contar.
Música encanta e canta,
fala, por quem não pode falar !
Perto de Você eu estou
Mesmo que apenas em sonhos , Pensamentos
Perto de você sempre quero estar
Mesmo você não me amando , eu sempre vou te amar
Por que o verdadeiro ' amor ' , não nasce da noite pro dia
Nem do ontem pro hoje , nasce com o tempo
E com as coisas que passamos juntos
Isso é de verdade , não to te iludindo
Posso estar acordado ou dormindo
To com você , amo você
por isso estou sempre sorrindo .
