Texto Sobre Silêncio

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Aprendi a me amar no limite exato da dignidade,
onde o silêncio vira resposta
e a ausência, proteção.

Não me curvo à arrogância disfarçada de poder,
nem alimento egos que se nutrem da minha luz.
Amor próprio é escolher ficar inteiro,
mesmo que isso signifique partir.

Quem é narcisista exige palco;
eu escolho a paz.

"O Reino do Silêncio Povoado
Dizem que o silêncio é o som da solidão, mas na minha casa, ele é apenas o palco onde a vida acontece sem pedir licença. Viver sozinho não é um retiro; é uma curadoria. Aqui, o relógio não dita ordens, e a geografia da sala é um mapa de afetos que não exigem explicações.
Pela manhã, a primeira saudação não vem em palavras, mas no peso morno de um gato que decidiu que meu peito é o melhor lugar do mundo. Logo, o som das patas dos cães no assoalho cria uma percussão alegre, um ritmo que me lembra que, embora eu seja o único humano, nunca estou desacompanhado. Eles não julgam meus pijamas, nem questionam o fato de eu tomar café olhando para a luz que atravessa o vitral que pendurei na janela.
As paredes não são apenas concreto; são janelas para outros mundos. Há uma pinacoteca particular crescendo nos cantos, uma tela a óleo comprada em um sebo, uma fotografia de rua, um esboço que eu mesmo ousei riscar num domingo de chuva. Entre elas, as estantes transbordam. Meus livros são amigos que não interrompem; ficam ali, pacientes, oferecendo o lombo colorido para que eu escolha qual voz quero ouvir naquela noite.
À noite, o ritual se completa com o brilho azulado da tela. Ver um filme sozinho é um ato de entrega total. Posso chorar sem pudor, pausar para analisar a fotografia de uma cena ou simplesmente deixar que a trilha sonora preencha os espaços vazios entre as prateleiras.
Viver assim não é falta de gente, é excesso de si. É descobrir que a liberdade tem o cheiro de papel antigo e o calor de um focinho gelado encostado no tornozelo. No meu pequeno reino, a arte me explica, os bichos me amparam e a solidão, essa velha incompreendida, é apenas o nome que os outros dão para a minha paz."
(Mário Luíz)

No silêncio da noite, o sofrimento se revela,
Como um véu que encobre a alma e a dor se desmantela.
Entre lágrimas e lamentos, a vida se desenrola,
E o ser humano, em sua essência, na dor se consola.
Há quem faça da dor um palco, um teatro de ilusão,
E quem, na busca de atenção, se perca na própria aflição.
Mas há também quem enfrente a dor com coragem e verdade,
Transformando o sofrimento em força e em liberdade.
O coração, muitas vezes, é ferido pela própria jornada,
E o sofrimento, embora cruel, é também uma estrada.
Poucos enxergam a luz que nasce da própria dor,
Mas é na escuridão que o ser humano encontra o seu valor.
Marcos, escritor da literatura, com olhar profundo,
Desvela a dor humana, revelando o que há no fundo.
Na fazenda da avó, cresceu com sabedoria e amor,
E na dor encontrou a essência do verdadeiro valor.
Assim, o sofrimento é parte da vida, um professor silencioso,
E na dor, o ser humano se torna mais forte, mais grandioso.
Que esse poema seja um reflexo do que é ser humano,
E que na dor e na luta encontremos o nosso próprio rum
Na sociedade que se faz de tola e superficial,
A palavra é usada como arma, ferindo o que é especial.
Humilham o deficiente, ignoram a verdade,
Mas não veem o brilho do intelecto em sua totalidade.
Marcos, escritor da literatura, com olhar penetrante,
Revela no papel o que a sociedade, muitas vezes, faz distante.
Como um violino que toca a alma e o coração,
Sua arte é um reflexo de pura emoção.
No barulho do mundo, onde a fofoca é rei,
Marcos traz à tona o que a maioria não vê.
A chama verdadeira, escondida no interior,
É o que ele revela, com amor e com fervor.
Assim, o poema toca a alma, como um céu a brilhar,
E na sinceridade de Marcos, encontramos o verdadeiro olhar.
Que a sociedade aprenda a enxergar além do superficial,
E que o coração humano brilhe de forma especial.
No burburinho da sociedade, a fofoca é rei,
A língua afiada, refletindo a dor que ninguém vê.
Enquanto o mundo se perde em máscaras e ilusões,
Marcos, o escritor, revela as verdadeiras lições.
A alma do outro, muitas vezes, é alvo de julgamento,
E a verdade se perde em meio ao vento.
No papel, Marcos desenha o que poucos ousam contar,
Mostrando a essência que muitos tentam ocultar.
Na busca por aparências, o superficial prevalece,
Enquanto o verdadeiro homem é muitas vezes esquecido e esmorece.
Na estrada da alma, o invejoso não vê,
Pois está cego pela própria sombra, a lhe esconder o que é de lei.
Assim, o poema revela o que o mundo não quer ver,
E na escrita de Marcos, encontramos o verdadeiro saber.
Que a sociedade aprenda a olhar para dentro e enxergar,
Que a verdadeira essência é o que nos faz brilhar.

Se soubesses o fogo que guardo por ti, entenderias a urgência do meu silêncio.

Desejo queima como brasa viva, pede abrigo no teu abraço e encontra paz na tua pele.


Quero o calor da tua presença, o sopro que desfaz a minha solidão e acende cada canto esquecido.

Vem, mulher de fogo, acalenta esta carência com a tua proximidade; deixa que os nossos corpos falem em silêncio.


Beija-me com a pressa de quem não tem tempo a perder; risca em mim as marcas do teu querer.

Entrego-me ao impulso, sem culpa, só com a verdade crua do desejo — voraz, urgente, por ti mulher encantadora.


Eu a amo com carinho desejo

Todos os meus dias

Eu a amo com carinho desejo

Todos os meus dias

Há dias em que o silêncio pesa
como se a casa estivesse cheia de ausências

O tempo passa
mas não passa por mim
ele apenas me atravessa
sem pedir licença

Carrego sorrisos que não uso
palavras que nunca disse
e sonhos que ficaram
encostados no canto da alma

Não é tristeza gritante
é esse cansaço manso
de existir sentindo demais
e sendo pouco sentida

Algumas noites
eu não choro
apenas fico
olhando o escuro
esperando que ele me entenda

Devemos lembrar, mesmo quando tudo parece escuro, que o silêncio de Deus não é ausência, é trabalho invisível. Nos piores dias, quando as forças faltam e as perguntas sobram, o propósito não deixa de existir — ele só não é imediato, nem confortável.


Deus não desperdiça dor. O que hoje parece castigo, amanhã pode se revelar como direção. Muitas vezes, o propósito não está no que acontece, mas no que nasce dentro de nós a partir disso: fé mais madura, coração mais sensível, coragem onde antes havia medo.


Confiar nos piores dias é um ato de entrega. É escolher acreditar que, mesmo sem entender o caminho, Ele já enxerga o destino. E que cada lágrima, cada espera e cada queda fazem parte de uma história maior, escrita com cuidado, mesmo quando não conseguimos ler as linhas.

Lamento por Orelha


Na areia da praia ficou o silêncio,
onde antes corria teu riso canino.
Orelha, amigo de olhar sincero,
te tiraram a vida num ato tão vil, tão mesquinho.


Não foi a natureza, nem o tempo,
foi a mão cruel que não soube amar.
Covardia não vence lealdade,
nem apaga o bem que soubeste deixar.


Teu latido ainda ecoa no vento,
teu afeto mora em quem soube te ver.
Descansa em paz, pequeno guerreiro,
há uma justiça maior a te acolher.


Quem ama jamais esquece,
quem sente, jamais se cala.
Orelha vive na memória
e no clamor de toda alma que não se conforma.

Sou feito de silêncio que observa e de palavras que só saem quando o coração manda.
Carrego intensidade nos gestos simples e profundidade nos detalhes que quase ninguém nota.
Não passo pela vida — eu sinto a vida.
Tenho alma antiga, dessas que acreditam em conexão, em energia, em olhar que fala mais que discurso.
Sou leal até quando isso dói, verdadeiro até quando o mais fácil seria fingir.
Meu afeto não é raso: quando gosto, é inteiro; quando cuido, é de verdade.
Não confundo paz com ausência — eu reconheço paz quando alguém chega e o caos se aquieta.
Amo em silêncio quando preciso, escrevo quando o peito transborda, e respeito mesmo quando meu coração pede mais.
Sou feito de luz, mas não ignoro minhas sombras — aprendi com elas.
Tenho fé no que não se vê, sensibilidade no que poucos entendem
e coragem de sentir num mundo que ensina a endurecer.
Sou intensidade com propósito.
Sou sentimento com consciência.
Sou alguém que ama bonito, mesmo quando ama quieto.

Nirvana dos escombros

Este nirvana é um abismo calmo,
um silêncio que abafou o grito.
É a raiz que sonda o vazio
na terra árida e tolhida.

Sob a lâmina das cobranças,
cresci em solo de desamparo,
e o colo que a noite pedia
virou pó dentro do peito amargo.

Na adulta que não conquista,
só resta o sabor letárgico
de tentar ser o que esperam
e ainda carregar o fardo.

É o nirvana da decepção,
da alma inquieta e torta,
um céu de nuvens pesadas,
um porto que não aporta.

É raiva que não se grita,
desamparo enraizado.
É buscar um pouco de abrigo
e achar o mundo trancado.

E se paz existe em algum lugar,
não é aqui, não é nesta dor.
É só o vestígio da ressaca
de um amor que não veio, doutor.

Eu perdi o meu pai
No auge da pandemia
Quando a vacina ainda não vinha
E o silêncio do mundo era feito de incertezas
Sem proteção, sem respostas —
Só a dor crua da perda.


Quatro anos depois
Perdi a minha mãe
Quase lado a lado com os seus aniversários:
Ela em 19 de dezembro,
Ele em 20 de janeiro…
Como se o calendário guardasse um luto
E os dias se recusassem a passar
Sem lembrar de quem tanto amei.


No meu mundo existem memórias,
Milhares de lembranças que doem
E me moldam,
E me ensinam que a ausência é presença disfarçada:
Nos risos que ecoam,
No silêncio das manhãs vazias,
No sabor da saudade que não se despe.


Saudade do filho caçula
Que mesmo sem vocês
Segue o legado.
Segue a força, a coragem e a verdade
Da Família Araújo de Vasconcelos —
Que não se acaba,
Que não se perde,
Que vive em mim.


E no meu eu…
O amor permanece,
Imenso, indelével, eterno.

Com o tempo, aprendi a ser quem sou
e a ouvir o meu próprio ritmo.
Entre o barulho e o silêncio,
é na calma que encontro paz
e onde minhas ideias florescem.


Gosto da vida simples,
das pequenas alegrias
que iluminam o dia sem esforço.
Não sigo padrões que aprisionam;
prefiro a liberdade da mente desperta.


Alguns vivem presos à própria verdade,
girando em círculos sem perceber.
Por isso escolho a serenidade:
um lugar silencioso
onde a alma respira
e a mente vê além dos olhos.

O Silêncio da Harmonia


Agora, neste instante, você tem diante de si a chave para se tornar inteiro.
Deixe a vida fluir sem pressa, sem resistir ao seu curso,
pois é nesse espaço de entrega que a verdadeira harmonia nasce.
A felicidade, que por tanto tempo você procurou,
não é algo a ser alcançado, mas uma presença silenciosa
que se instala dentro de você e se espalha como um perfume leve,
tocando tudo ao seu redor.


E então, o mundo se torna mais calmo, mais verdadeiro.
A serenidade que você busca lá fora já existe dentro de você,
esperando apenas ser reconhecida.
Porque a paz, meu amigo, não está em algum lugar distante,
mas no profundo silêncio de quem se permite ser,
aqui e agora.

Quando a Lua Sussurra


No silêncio da sombra,
uma luz se ergue serena.
Não chora pelo que fere,
sua força é calma que acena.


Caminha por noites densas,
mas sua presença ilumina.
Se veste de simplicidade,
sorri como quem guarda aurora.


Quando a Lua sussurra segredos,
ela brilha em brilho raro,
e cada passo deixa traços de encanto
onde antes havia apenas silêncio.


Estrela de brilho infinito,
que floresce na sombra,
transforma a vida em beleza
e dá ao mundo seu calor calmo,
silencioso, eterno.

Embora você não saiba,
existo no intervalo do teu dia —
sou o silêncio que te observa
quando a cidade faz barulho demais.
Sou um admirador sem rosto,
anônimo como o vento que passa
e ainda assim conhece cada curva do teu gesto.
Não busco palco, nem aplausos,
prefiro a discrição de quem sente
e deseja em segredo.
Caminho distante da multidão,
mas perigosamente perto de você.
Admiro tua nobreza,
essa elegância que não se veste —
nasce.
Teu jeito ocupa espaços
que meus olhos fingem não habitar.
E enquanto o mundo dorme,
me permito sonhar sem culpa:
não uma festa barulhenta,
mas um encontro lento,
onde o tempo perde a roupa
e a noite aprende nossos nomes.

Olhar


Há um homem de olhar fundo,
Que atravessa o silêncio e o mundo
Olhar que fala sem dizer,
Que sabe ler a alma e o ser.


Seu sorriso guarda mistério,
Calmo, forte, quase etéreo,
Quando se aproxima, o ar muda,
Tudo fica mais vivo, mais lua.


Seu toque é verso bem escrito,
Firme, doce, nunca aflito,
É presença que envolve e acalma,
Como abrigo certo pra alma.


E quando o amor se faz calor,
É chama mansa, é puro ardor,
Não grita, não fere, só fica,
Como quem ama e multiplica.


É desse homem que eu falo aqui,
Que marca, que fica, que faz sentir,
Não por excesso, mas por verdade,
Um amor que nasce da profundidade💜

Permaneço no silêncio em meditação,
Conversando com a alma, fugindo da ilusão.
Busco entender por que o amor não foi bastante,
Se entreguei meu mundo inteiro num segundo constante.
Enquanto tantos mendigam migalhas pelo chão,
Confundem carência com amor, vazio com paixão.
E sofrem em labirintos da própria mente,
Distantes do afeto real, do toque presente.


Não quero um amor que só saiba encantar,
Perfume bonito que o vento faz passar.
Quero verdade que fique quando o dia escurecer,
Um amor que saiba ficar, não apenas aparecer.


Onde anda você, meu amor forasteiro?
Que não tem endereço, mas mora no meu peito inteiro.
Estou em meditação, buscando conhecimento,
Tentando curar o coração do desalento.
Se o amor existe além da dor que senti,
Que ele encontre o caminho de volta pra mim.


Cansei de promessas vestidas de desejo,
De palavras vazias que não sustentam um beijo.
Amar é presença, é coragem, é chão,
Não é fuga bonita nem falsa emoção.

Um silêncio, sempre, realmente, será a melhor resposta?
A vida ensina, depende: depende se a resposta for movida por ingratidão, porque poderá se arrepender e remoer o que não vale a pena!
A vida apela: aguarde alguns instantes para responder após uma fala, é um tempo precioso para sentir, se alguém pode estar mentindo ou dizendo a verdade!
Cantar às vezes é a melhor resposta para ignorar uma dor, e depois eu deixo o mundo mostrar o que sabe... "não vejo minhas cicatrizes como marcas de batalhas, mas como marcas de vitórias"!

Eu não tenho uma estória, tenho uma verdade: "existem olhares que prometem algo em silêncio, mas depois se fecham"!
Rejeição dói, amor não dói; eu não consigo viver com talvez, se é como um pouso não programado!
Existe um velho ditado, um pouco sinistro até: "é melhor usar uma camisa usada, do que usar uma nova sem botões"!
Vou fazer um pedido, de coração para outro coração: algumas vezes e muitas até, aprendi a comemorar um final com um começo, mas às vezes o melhor começo pode não ser o primeiro começo!

Parece destinada ao silêncio e espanto, quando certas máscaras caem... "a plateia se emocionou e pedia mais, mas o ator some"!
Tem convites que é melhor recusar, para não tentar remendar o que alguém resolveu distorcer, e se igualar; o tempo mostra o que alguém colheu o que plantou!
Tem dias que doem mais que os outros e não revigora, mas com consciência humana o desamor some; toda emoção está guardada a espera de ser liberta, nos cuidados diários dos pequenos e grandes detalhes!
Um aplauso é uma oferenda que não deixa uma vida triste, mas poucos se repetem quando se cansam; posso ter na vida repetidamente a mesma causa, jamais o mesmo instante!

Um Mestre para a Eternidade.


Morre o Homem; nasce a Lenda.
Minas Gerais amanhece mais silenciosa. A ciência penal brasileira perde uma de suas mais elevadas consciências, e o Direito, órfão, curva-se em reverência. Parte um mestre; permanece um legado. O professor Geraldo Barbosa do Nascimento atravessa agora o limiar do tempo humano para habitar a eternidade dos justos — daqueles que ensinaram não apenas normas, mas valores; não apenas leis, mas humanidade.
Foi no alvorecer da década de 1990, em Teófilo Otoni, quando ingressei na Faculdade de Direito, que tive o privilégio raro de conhecer aquele que se revelou o mais completo professor de Direito Penal que Minas Gerais já produziu. O Dr. Geraldo Barbosa não ensinava códigos: formava consciências. Sua sala de aula era um espaço de reflexão ética, de densidade filosófica e de profundo compromisso social.
Com sabedoria incomum, ensinava a ciência penal brasileira dialogando com o Direito Comparado, trazendo à vida autores clássicos e modernos, como o mestre espanhol Sebastián Soler, e tantos outros que encontravam, em sua voz serena, tradução viva e atual. O “Dr. Geraldinho”, como era carinhosamente chamado, possuía a rara virtude de tornar o complexo compreensível sem jamais empobrecer o conteúdo — sinal inequívoco dos grandes mestres.
Sua atuação profissional foi marcada por ética inabalável, zelo acadêmico e distinção intelectual. Em tempos de superficialidade e pragmatismo raso, o professor Geraldo Barbosa era resistência: acreditava na função civilizatória do Direito Penal, na dignidade da pessoa humana e no papel do jurista como guardião da justiça e da razão.
Hoje, o Direito brasileiro perde uma de suas maiores autoridades. A academia perde um farol. A sociedade perde um intérprete sensível da dor humana. Mas o céu — se houver salas de aula na eternidade — ganha um professor completo, incumbido de ensinar princípios éticos, valores morais e o verdadeiro sentido da justiça.
Aos familiares, amigos, alunos e admiradores, ficam as mais profundas condolências e o abraço solidário diante dessa perda irreparável. Que encontrem conforto na certeza de que o professor Geraldo Barbosa do Nascimento não partiu: foi eternizado na memória jurídica, moral e humana de todos que tiveram o privilégio de aprender com ele.
O mestre se vai.
O legado permanece.
E a ciência penal agradece, em silêncio reverente.