Texto sobre Professor
A escola que educa de verdade
educa para a vida,
onde cada momento dentro da escola
é uma oportunidade de aprender.
Do ato sistematizado do professor
ao informal do zelador.
Dentro da escola, o próprio ar que se respira,
inspira o alvorecer do novo conhecer,
pois a criança assimila tudo que ver.
15 de outubro
Hoje é mais um dia nosso, daqueles que têm turmas de 40 alunos, que às vezes precisam agir na sala como pais/mães ou psicólogos, que ficam mais tempo com os filhos dos outros do que com seus próprios filhos.
Hoje é mais um dia nosso, daqueles que nunca estão com os salários atualizados, que precisam seguir firmes em sindicatos para conseguir seus direitos.
Hoje é mais um dia nosso, daqueles que estudam muito e se especializam por anos, e no caminho sempre encontram descaso do governo.
Hoje é mais um dia nosso, daqueles que ensinam Ciências, Biologia, Química, Física, Português, Literatura, Redação, Matemática, História, Geografia, Artes, Filosofia, Sociologia, Educação Física, Estudos Amazônicos, Inglês, Espanhol, que mostram aos alunos o mundo do conhecimento e muitas vezes não são reconhecidos pela grandiosidade da profissão.
Hoje é mais um dia nosso, daqueles que organizam projetos escolares, que despertam sonhos, que aconselham, que orientam e continuam firmes no seu papel de mestres do ensino.
Hoje é mais um dia nosso e certamente cada um de nós temos muitas histórias para contar, com momentos grandiosos ou difíceis, mas com a certeza de que o nosso trabalho fez alguma diferença na sua vida.
Parabéns a todos nós PROFESSORES!!!!!!
Pode ser advogado
Arquiteto e juíz
Todos eles já foram
Seu aprendiz
Engenheiro mecânico
E até o doutor
Todos eles já precisaram
De você professor
Profissão que educa,ensina
E prepara para vida
Entre todas as profissões
A tua é a mais linda
Profissão sofrida
Sem reconhecimento
Mesmo assim segue transmitindo
A todos o conhecimento
Nesses versos tão singelos
Quero aqui deixar meu agradecimento
E também homenagear
A mãe de todas as profissões
Que carrega na essência
O dom de ensinar
Em 1990, no começo do ano, minha primeira professora chegou com um Monza para a aula; dei-me ao luxo de ficar observando a então moderna antena que se recolheu quando ela desligou o carro. Era para sermos muito felizes, mas as reuniões já no começo do ano letivo, do mesmo jeito que acontecem hoje, fizeram com que ela deixasse a turma, que foi assumida pela professora Ester.
A Ester não tinha o Monza encantador, mas foi a minha professora do restante do ano. Ela me presenteou com o livro "A loja da Dona Raposa". Já são quase 30 anos, e o livro está guardado, podendo ser guardado por outros 30.
A dedicatória dela ainda está comigo: "só se aprende a ler, lendo; a escrever, escrevendo ; a amar, amando." Não a vi mais. Mas tenho a lembrança de alguém que marcou a minha vida.
Toda vez que vejo um amigo professor desempenhando seu papel de forma amorosa, lembro-me dela. E sei que estamos em alguma memória por aí, assim como ela está.
Cada sala de aula é um palco, e cada aluno, um dançarino em uma apresentação invisível. Nessa dança, os números se movem com graça e vigor, e o coreógrafo invisível é a análise de dados. Ah, como esses números dançam, deslizando pelo espaço do conhecimento!
Na escola, a análise de dados é como uma lente mágica que nos permite ver o que os olhos não conseguem. É uma chave para desvendar os segredos da aprendizagem e do ensino. E, no entanto, muitas vezes, essa dança escondida passa despercebida, como um ballet silencioso nos bastidores.
Os professores, como maestros talentosos, conduzem essa orquestra de números com dedicação e paixão. Mas, às vezes, o peso da rotina e das preocupações do dia a dia obscurece a visão do espetáculo. Os números se tornam apenas cifras em relatórios, esquecendo-se de que são os traços de destinos individuais.
A análise de dados é uma ferramenta que nos permite ouvir a melodia silenciosa da mente de nossos alunos. Cada teste, cada avaliação, cada registro de presença é uma nota na partitura da educação. Quando juntamos essas notas, descobrimos harmonias ocultas e dissonâncias que clamam por nossa atenção.
É através da análise desses números que percebemos a necessidade de ajustar nossos passos, personalizar nossos pensamentos e oferecer um apoio especializado quando necessário. É a dança da adaptação, a coreografia da inclusão.
No entanto, a análise de dados não é um fim em si mesma; é um meio para alcançar um objetivo maior: o crescimento e o florescimento de nossos alunos. Os números nos contam histórias de desafios superados, de conquistas, mas também de obstáculos a enfrentar.
Lembremos, portanto, que, assim como uma dança, a análise de dados exige prática e habilidade. Ela nos pede para sermos observadores atentos, curiosos exploradores das mentes jovens. Ela nos desafia a dançar no ritmo dos números, ajustando nosso compasso para que cada aluno possa brilhar.
Assim como um dançarino aprimora sua arte com o tempo, a análise de dados na educação se torna mais eficaz à medida que a compreendemos melhor. Ela nos convida a aprender constantemente, a aperfeiçoar nossa técnica e a buscar novas maneiras de traduzir os números em ações significativas.
Em nosso papel de educadores, somos mais do que meros observadores dessa dança. Somos os regentes da sinfonia educacional, os condutores das notas que moldam o futuro. Portanto, que possamos abraçar a análise de dados com o mesmo entusiasmo com que aplaudimos uma performance.
Teia invisível
Em seu altar de livros e esperanças,
A mestra urdia, com mãos pacientes,
Uma teia feita de longas tranças,
Ligando almas a mundos diferentes.
Seus gestos eram como suaves brisas,
Que moldam dunas sem deixar sinal.
E suas palavras, em curvas precisas,
Desenhavam rotas num mapa ancestral.
Os alunos partiam em várias direções,
Com sonhos que ela ajudou a nutrir.
No Brasil profundo ou em novas nações,
Levavam seus ecos, prontos a florir.
Cada encontro era um fio entrelaçado,
Que o tempo cuidava de esticar além.
Mesmo longe, o elo jamais apagado
Resistia ao sopro dos dias que vêm.
A mestra sabia que a sala vazia
Guardava histórias que não têm final.
Pois o saber plantado um dia
Flui como rios num curso imortal.
E assim, sem alarde, deixou sua marca,
Com passos firmes, mas quase sem som.
Uma cátedra viva que nunca se apaga,
E nos corações ressoa como um dom.
Professores, alunos e ostras
Professores são provocadores.
Suas ideias, pequenos grãos.
Um grão faz a ostra sofrer,
e a pérola é a resposta a esse sofrimento.
Os professores lançam grãos no silêncio da gente.
Grãos pequenos, insignificâncias...
Mas as ostras se inquietam com as miudezas,
o saber também incomoda.
Do desconforto do conhecimento,
ostras e mentes fabricam claridades.
Não é só o mar que faz pérolas,
a paciência do ensinar também.
As ideias dos mestres,
esses grãos de perguntas,
é o que fazem brotar no miúdo do nosso pensar
um clarão de entendimento.
Simples é dizer quantas sementes existem dentro de um fruto. O difícil é saber quantos frutos existem dentro de uma semente.
A educação é o meio multiplicador do conhecimento, seu fruto gera novas sementes, que geram novos frutos, que por sua vez geram novas sementes, em uma repetição infinita e exponencial do saber.
Evidente que quando ensinamos compartilhamos o que aprendemos com alguém. Por outro lado, só se pode ensinar quando há uma iniciativa para multiplicação do que foi aprendido. Nesse sentido, ensinar é ser fruto, mas também é ser semente.
Assim vamos seguindo, as vezes tentando contabilizar quantas sementes são parte desse fruto, mas com a conciência de nunca sabermos quantos frutos fazem parte dessa semente.
"Não sou dinheiro, mas posso lhe fazer feliz."
"Não sou palhaço, mas posso lhe fazer sorrir."
"Não sou um gênio, mas posso realizar seus desejos."
"Não sou seu melhor sonho, mas não vou ser seu pesadelo."
"Não sou chocolate, mas vou ser o seu docinho."
"Não sou professor de matemática, mas lhe ajudo com seus problemas."
"Não sou bicho de estimação, mas posso ser seu melhor amigo."
Todo ser se constrói e tem a sua personalidade moldada diante das experiências e exemplos daqueles que lhe podem ser chamados os seus mestres, sejam os seus familiares, os seus amigos e inclusive os seus professores. Gosto destes últimos porquê geralmente o fazem por opção.
Feliz dia dos Professores!
Tem que ser mto prepotente para achar que , nós, animais humanos, somos superiores a qualquer outra forma de vida neste planeta.
Somos todos criaturas de Deus, e pelo pouco que entendo de Deus, ele não tem predileção por nenhuma de suas criaturas, até mesmo pq ele as criou conectadas umas às outras, e nenhuma delas sobrevive fora disso.
No mais, é pura selvageria humana.
Nunca antes havia morrido tanta gente famosa e importante, como vem acontecendo nesses últimos três anos. Desde 2019, antes mesmo da pandemia, a morte acontece entre famosos como nunca antes havia acontecido, uma atrás da outra.
Outro dia foi Boechat, Cristiana Lôbo... hj foi Arnaldo Jabour, fiquei sabendo só agora, por acaso.
Pessoas intelectualmente bem dotadas, conscientes, e sensíveis, saindo de cena... Parece um ciclo se fechando... Isso dá uma sensação de orfandade, insegurança e abandono...
Quem serão seus sucessores daqui a cinquenta anos?
Diante desse quadro sombrio e desolador em que vivemos, crises, caos, incertezas, e decadência generalizada, haverá sucessores à altura deles, ou melhores que os melhores cérebros do mundo de hj, em 2072?
Um país, de séculos a.C., que até hj não saboreia um bom churrasco bovino, macio e suculento, feito na brasa, acompanhado de amigos e de cerveja, estupidamente gelada, tomada moderadamente, no mínimo ainda não sabe viver livremente nem deliciosamente bem. Pode ser que seja uma espécie de "purgatório" para a purificação das almas pecadoras reencarnadas, o Brasil provavelmente continua sendo o paraíso, e o inferno talvez dependa exclusivamente dos ditadores.
Tim-tim!🍺😉
Escrever pra mim é como fazer uma viagem para um futuro qq. Pq escrever é, de certa forma, um modo de sobreviver mesmo depois da nossa morte física. Pq escrever, antes de td, é materializar os nossos pensamentos nas palavras que a eles dão forma. Pq escrever é um jeito de gravar os pensamentos, pois, assim como as fotografias gravam os nossos momentos, as palavras tbm podem "guardar" os nossos pensamentos. Pq escrever tbm é um meio de viver, de viver e não morrer, de morrer e ainda assim não morrer, de morrer completamente e ainda assim continuarmos a viver como pessoas. Pq escrever é viver e sobreviver...
Sempre gostei de escrever td o que eu lia e gostava. Mas eu gostava mesmo era dos provérbios, citações e dos ditos populares, gostava tanto que me tornei uma colecionadora de frases, ainda tenho um dos meus caderninhos lotado de coisas que eu lia e escrevia, desde a infância.
No entanto, eu só me dei conta de que eu, tbm, podia escrever os meus próprios pensamentos depois dos meus trinta anos. E me viciei nisso. Escrever sem compromisso me faz sentir bem.
Quase sempre, sinto um irresistivel impulso que me leva a escrever qq coisa sobre alguma coisa. E não me ligo qdo ninguém gosta, pq às vezes nem eu mesma gosto.
Meu principal hobby é mesmo escrever, isso me atrai mto. Para mim é uma deliciosa viagem mágica, na qual o pensamento é o único condutor. Pq escrever é, afinal, um modo de viajar, sempre, para onde quiser.
Só há uma coisa que me atrai mais do que escrever: viajar no tempo.
Então, o que me leva a escrever é viajar no tempo, ir além do tempo, bater o tempo, sem prender o pensamento...
Portanto, em outras palavras, se quisermos estabelecer uma conexão com alguém de um futuro distante, um parente, por exemplo, que pode supostamente estar vivendo daqui a quatorze mil anos, no século dezesseis mil, podemos escrever, antecipadamente, e nos conectarmos com a décima nona pessoa da décima quarta milésima geração da nossa descendência (um décimo nono de-ca-li-a-ne-to!), mesmo depois da nossa própria morte.
É como se estivéssemos conectados a uma máquina do tempo, com alguém tão próximo e ao mesmo tempo tão distante, com alguém que nunca vimos, nem nunca viremos a conhecer, que nunca haveremos de conhecer; embora faça parte da nossa mesma árvore genealógica.
Escrever, para mim, é isso, é uma maneira de ser percebido a partir da nossa própria essência, mesmo depois de já não existirmos fisicamente, é uma maneira de nos mostrarmos como pessoas, de nos mantermos essencialmente humanos, mesmo qdo estivermos imaterialmente presentes, aqui, no mundo material; e de não desaparecermos, tão rapidamente, completamente, do mapa.
E já que as redes sociais virtuais facilitaram esse processo, então não custa nada escrever uma mensagenzinha, deixar uma frasezinha, um “oizinho” que seja, para o futuro; que, se porventura, um dia, alguém, por ventura, vier a ler, diga: “Uau!"
E vc, tem alguma palavrinha para o futuro?
As políticas inteligentes nunca falham, o que falha é o seu funcionalismo, quando este é colocado nas mãos de indivíduos
ineptos, imbecís, desonestos e (ou) mal-intencionados.
É, e eu sei que eu vivo dizendo isso. E vou continuar dizendo. Ou melhor: nem vou dizer mais nada sobre isso. E sabe por quê ? Porque quando isso atingir o extremo insuportável do insuportável vai obrigá-lo a se levantar da sua cadeira.
Rede social não é um lugar apropriado para vc ser vc msm no estilo a la vontê.
Rede social é um local público como qq outro lugar público real. E cada lugar, público ou não, requer um comportamento diferente, e as boas maneiras exigem que vc se retraia e diminua a dimensão de certas liberdades em determinados ambientes. Td é só uma questão de bom senso e autocrítica, ou de vergonha na cara.
Bom, pelo menos eu penso assim, mas isso não quer dizer que eu siga isso ao pé da letra.
Se um dia eu puder, realizarei meu desejo de conhecer alguns lugares que vi na TV, antes que chegue a velhice, acompanhada de alguma restrição, e me impeça de viajar.
A Ilha Bororé em São Paulo me pareceu um lugar muito agradável e acabou de entrar na minha lista de desejos. Você tem uma lista de “desejos turísticos”?
A gente nasce com uma certa taxa de hormônios da paixão, e essa taxa possui as doses certas para cada apaixonamento. Na vida, a gente vai se apaixonando e desapaixonando. E quando a gente se desapaixona por alguém, acabou, não há reposição hormonal para se apaixonar pela mesma pessoa.
Fora disso pode ser desequilíbrio hormonal, ou carência, ou problema de baixa autoestima, ou ideia fixa, ou até mesmo sentimento de posse.
Vivo por viver,
Pensando no que vou fazer,
Sabedoria me anima,
Me faz entreter.
Vivo fazendo rima,
Pra ver onde vai dar,
Saudade tenho ainda,
Do grande e belo mar,
Na vida tive sorte,
Outros acham que não,
Já levei alguns cortes,
Mas olha a questão.
Estava a falar bobagem,
Na dita ocasião,
Parece sacanagem,
Mas é verdade meu irmão.
As vezes sem assunto,
Me vejo em algum lugar,
Muitas vezes lhe pergunto,
O que lhe vem a faltar?
Olho pra árvores,
Vejo o infinito,
Já fui em muitos lugares,
Muito bonitos,
Participei de tanta história,
Que as vezes me pergunto,
Pra onde vai tanta memória?
Que eu tanto junto.
Talvez vá para a glória,
Aonde desejo ir,
Ou fique só na memória,
Parado bem aqui,
Minha mãe brava lutadora,
Se foi embora,
Era minha professora,
E nessa hora,
É que entendo,
O valor de uma família,
As vezes lamento,
A falta da partilha,
Vivo sozinho,
Numa casa grande,
Tentando ser bonzinho,
Sempre constante,
Olhando os passarinhos,
Fico radiante,
Em seus ninhos,
Vivem contagiantes,
O silêncio me acalma,
Me leva a meditar.
As vezes alcanso a alma,
No desejo de me entregar,
No rio que vai pro mar,
Água doce tem demais,
Sinto que o ar,
Nos sopra de frente e de trás,
Gostaria que mudasse,
Que refletisse,
Que perguntasse,
Por que disse?
Que quer mudar?
Se saudade lhe pertence,
Dentro da vida,
Em todo lugar.
O conhecimento,
de que tudo é bom,
Me libertou do mau.
Tudo tem seu direito,
Na Divina luz,
Só é perfeito,
O criador,
Sem conceitos,
E com amor,
Entende a cruz,
De cada um,
Por onde for,
E vive a partilhar,
Dentro de nosso interior,
Se faz brilhar,
Para sempre por,
Uma interrogação,
Será que vivemos,
uma prisão?
Ou nos esquecemos.
De toda razão.
Por que podemos viver assim,
Donos de tudo e da verdade,
Mas só a caridade,
Nos mostra o saber,
Dos irmãos e da família,
Por que viemos a viver!
A incrível partilha,
Que engradece não humilha,
Tudo cresce,
Em família,
E a prece,
É a partilha,
Do infinito,
e do invisível,
Quebra os mitos,
E torna crível.
O poder de atravessar,
Entender o todo,
E tudo que há.
Sem questionar,
O por que de tudo,
Pois pra Deus,
Aqui no mundo,
Todos os seus,
São oriundos,
Do infinito,
Multiverso,
Sabemos tão pouco,
Por isso te peço,
Pra não ser louco.
De ofender seus irmãos,
Pois a paz e a calma,
Lhe mostrarão,
A sua própria alma,
Na questão!
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