Texto sobre Paz

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"Decida já logo bem cedo: Que nada e ninguém te roube a paz. Que nada e ninguém decida por você o que fazer. Que ninguém te faça esquecer quem você é. Que palavra nenhuma te entristeça. Que nenhum obstáculo te desanime. E jamais deixam que te faça duvidar da tua fé.”


—By Coelhinha

A Medalha Ajoelhada e Profanada


Não foi um gesto de paz.
Foi uma reverência.
Maria Corina não ofereceu uma medalha,
ofereceu-se.


Despiu-se da dignidade
e a deixou no mármore frio
da Casa Branca,
ajoelhada diante de um homem
que nunca carregou a paz
nem no discurso,
nem nas mãos.


Uma medalha do Nobel
(símbolo que deveria arder
como consciência)
foi reduzida a adorno político,
a chave dourada
tentando abrir portas
que se movem por interesse,
não por justiça.


Há algo de profundamente indecente
em entregar a “paz”
a quem cultiva muros,
ameaças, sanções
e guerras travestidas de ordem.


A medalha não caiu das mãos:
foi arrancada da ética.
Não houve altivez,
não houve soberania,
não houve respeito ao próprio povo.


Houve submissão encenada,
gesto calculado,
dignidade trocada
por um aceno imperial.


Quando a paz é usada
como moeda de barganha,
ela deixa de ser símbolo
e se torna farsa.


E quem a entrega assim,
sem pudor, sem vergonha,
não "enobrece" o destinatário,
empobrece a si mesma,
perdendo cada vestígio de dignidade,
e trai o sentido da palavra
que fingiu honrar.


Vergonha para todo o Universo feminino!
✍©️@MiriamDaCosta

Deodato Júnior
Como SER
o pregador
que a igreja
precisa TER


Apresentação
A paz do Senhor Jesus Cristo, meu irmão. Firme nas promessas, varão? Oh glória! É desse jeito que eu creio! Amém!
Agora, vem comigo e se liga no mistério, vaso! O livro que você tem em mãos, é um manual sobre oratória, customizado sob medida para pregadores e demais ministros evangélicos.
Neste treinamento sobre homilética, você vai decodificar chaves milenares sobre como falar em público e edificar vidas com o poder da palavra.
Portanto, descubra aqui e agora, com exclusividade, tudo o que ninguém jamais te contou sobre o modus operandi e os bastidores do ministério da pregação do evangelho de nosso Senhor Jesus Cristo.

Que a Paz encontre aos que se atrevem a oferecê-la embrulhada na Chantagem!
Amém!


Quando a paz se apresenta como um dom, mas vem embrulhada na chantagem, ela deixa de ser paz para se tornar imposição disfarçada.


Essa manobra é tão antiga quanto as relações humanas: transformar aquilo que deveria ser um gesto nobre em moeda de troca para interesses particulares.


A verdadeira paz nasce do diálogo sincero, do reconhecimento mútuo, do respeito às diferenças.


Ela não exige submissão, não impõe silêncio, não condiciona liberdade.


Mas, quando alguém ousa oferecê-la como prêmio por obediência ou ameaça por resistência, estamos diante de uma contradição cruel: pacificação à força é só guerra com outra roupagem.


Esse tipo de “paz chantagista” aparece na política, quando líderes pregam concórdia desde que todos aceitem suas regras; nas relações pessoais, quando a harmonia depende de uma renúncia unilateral; e até entre nações, quando tratados escondem dominação.


Em todos os casos, o preço cobrado é alto demais: a Integridade, a Dignidade e a Liberdade.


Porque paz Comprada, Negociada ou Imposta não é paz: é só mais uma forma sutil inventada para covardes guerrear.


Que a Paz Autêntica — aquela que não Cobra, não Ameaça e não Finge — abrace a todos que não se prestam ao desserviço de barganhá-la.
Amém!?!

Que a paz alicerçada no ódio dos que espalham o caos jamais alcance os espíritos de bom caráter!
Amém!


Há uma paz descaradamente oferecida que não nasce do amor, mas da dominação e da chantagem.


Uma paz forjada no silêncio imposto, na intimidação disfarçada de ordem, e no medo travestido de harmonia.


É a paz dos que espalham o caos, mas se dizem pacificadores — dos que confundem obediência com virtude e opressão com estabilidade.


O verdadeiro espírito de bom caráter não se acomoda diante dessa farsa.


Ele sabe que a paz construída sobre as amarras invisíveis do ódio é apenas uma pausa entre violências, um disfarce temporário do desequilíbrio moral.


Que essa falsa paz jamais encontre morada nos corações íntegros, nos Espíritos de bom caráter, pois onde habita o amor pela justiça, o ódio não se cria.


Que jamais sejamos seduzidos pela calmaria ardilosa dos covardes, e que nossa serenidade continue sendo fruto da consciência da Liberdade de Pensar por conta própria, não da submissão e da chantagem.


Amém!

Se a
Fé e a Esperança
desse colo ao Medo, jamais caberíamos no Abraço da Paz.


No colo, talvez ele crescesse em nós como uma criança mimada, exigindo atenção constante, dominando nossos pensamentos e guiando nossas escolhas.


O medo, quando alimentado, torna-se senhor dos nossos passos; limita sonhos, interrompe caminhos e nos convence de que é mais seguro não tentar nada.


Mas a fé não foi feita para sustentá-lo — foi feita para enfrentá-lo.


E a esperança não existe para justificar inseguranças — ela nasce justamente para nos lembrar que há luz mesmo quando os olhos ainda só veem sombra.


A paz não é a ausência de desafios, mas a presença de confiança.


Ela floresce quando, mesmo sentindo medo, escolhemos acreditar.


Quando decidimos seguir apesar das incertezas.


Quando entendemos que o medo pode até bater à porta, mas não precisa sentar-se à mesa.


Fé é dar um passo no escuro confiando que o chão surgirá.


Esperança é manter o coração aceso enquanto não amanhece.


Se fé e esperança acolhessem o medo como verdade absoluta, viveríamos encolhidos, presos a possibilidades que nunca ousamos experimentar.


Não caberíamos no abraço da paz porque estaríamos ocupados demais abraçando nossas próprias inseguranças.


A paz exige espaço — espaço interior que só existe quando soltamos aquilo que nos paralisa.


Que a fé nos fortaleça, que a esperança nos impulsione e que o medo encontre apenas o tempo necessário para nos alertar, mas nunca para nos dominar.


Assim, quando a paz nos envolver, estaremos inteiros — leves o suficiente para permanecer em seu abraço.⁠

⁠Enquanto ignorarmos que o Silêncio compra Paz que Ruído algum alcança, tropeçaremos nos Infortúnios do Barulho.


Vivemos como se o mundo exigisse resposta imediata para tudo — opinião pronta, reação instantânea e presença constante.


O barulho não é apenas externo; ele se infiltra nas frestas da nossa mente, ocupando o espaço onde antes habitava o discernimento.


E, pouco a pouco, passamos a confundir movimento com progresso, exposição com relevância, e ruído com verdade.


O silêncio, por sua vez, foi injustamente associado à omissão ou fraqueza.


Mas há uma força quase invisível nele — uma força que não disputa palco, não implora atenção e não se desgasta tentando convencer.


O silêncio observa, absorve e, sobretudo, preserva.


Ele nos protege da pressa de julgar, da ansiedade de responder e da vaidade de sempre ter algo a dizer.


É curioso perceber que muitos dos nossos maiores infortúnios nascem justamente da incapacidade de nos calar.


Palavras mal colocadas, decisões precipitadas, conflitos desnecessários — tudo alimentado pela urgência caprichosa de participar de todo e qualquer barulho.


Como se o silêncio fosse um vazio a ser preenchido, quando, na verdade, ele é um espaço fértil onde a consciência se reorganiza.


Quem aprende a negociar com o próprio silêncio descobre que nem toda batalha merece voz, nem toda provocação exige resposta e nem toda verdade precisa ser dita no calor do momento.


Há muita inteligência em saber escolher o que dizer, mas há mais sabedoria em escolher o que não dizer.


No fim, o barulho cobra caro: desgasta, confunde e fragmenta.


O silêncio, ao contrário, paga em paz — uma paz que não se compra com razão, nem se impõe com argumentos, mas se constrói na disciplina de saber quando se retirar do caos.


Talvez não seja o mundo que esteja excessivamente barulhento.


Talvez sejamos nós que ainda não aprendemos o valor de permanecer em Silêncio quando tudo ao redor insiste em Gritar.

⁠Se os Covardes lutassem as guerras que planejam, certamente o mundo já teria encontrado a Paz.


Há uma distância muito confortável entre desejar o conflito e encarar suas consequências.


É nesse intervalo que muitos se escondem — inflamam discursos, alimentam rivalidades e espalham certezas, mas jamais se colocam na linha de frente daquilo que defendem com tanta convicção.


A guerra, para esses, é sempre uma ideia… nunca uma vivência.


O problema é que palavras também ferem, inflamam e mobilizam.


Quem planta o ódio, mesmo à distância, terceiriza a dor para outros corpos, outras famílias, outras realidades.


A covardia não está apenas em fugir do confronto físico, mas em instigar batalhas sem assumir qualquer responsabilidade pelo rastro medonho que deixam.


Talvez a paz não seja tão inalcançável quanto parece — talvez ela seja apenas sabotada por aqueles que preferem o conforto da retórica ao peso da realidade.


Porque quem conhece de perto o custo de uma guerra dificilmente a romantiza.


Quem sente na pele o impacto da destruição não a trata como solução.


No fim, verdadeira coragem não está em lutar, mas em evitar a luta quando ela pode ser evitada.


Está em conter o impulso, em desarmar o discurso, em recusar o papel de incendiário em um mundo que já arde demais.


Se todos fossem obrigados a sustentar, com o sacrifício da própria vida, as guerras que desejam — ou escolhem —, talvez descobríssemos algo essencial: a maioria dos conflitos nunca teria começado.

⁠A guerra está posta: quem será o mais Corajoso, o que espalha a Paz ou o que espalha a Guerra?


À primeira vista, pode até parecer que coragem é atributo natural de quem avança, de quem impõe, de quem domina pelo ruído das armas e pela força da imposição.


Há uma sedução quase instintiva no poder de ferir antes de ser ferido, de atacar antes de compreender.


Mas talvez essa seja apenas a forma mais primitiva de coragem — aquela que nasce do medo travestido de bravura.


Espalhar guerra exige impulso.


Espalhar paz exige consciência.


A guerra encontra terreno fértil no orgulho, na pressa e na incapacidade de escutar.


Ela se alimenta de certezas rígidas e da necessidade de vencer, mesmo que à custa de tudo.


Já a paz é mais exigente: pede silêncio interno, pede revisão de si, pede o desconforto de reconhecer a própria parcela de erro.


Não há nada de automático em escolher a paz quando tudo à volta só grita por confronto.


Talvez o verdadeiro corajoso não seja aquele que nunca recua, mas aquele que sabe quando não avançar.


Porque conter-se, muitas vezes, é mais difícil do que reagir.


Perdoar, então, nem se fala — é quase um ato de rebeldia em um mundo que ensina a devolver na mesma moeda.


Espalhar guerra é tão fácil e contagioso que rapidamente meio mundo abarrotado de apaixonados escolhe um lado.


Espalhar paz é um trabalho paciente, quase invisível, que muito raramente recebe aplausos imediatos.


A guerra constrói heróis de momento; a paz constrói humanidade ao longo do tempo.


No fim, a pergunta não é apenas sobre quem é mais corajoso.


É sobre qual coragem queremos cultivar dentro de nós.


Aquela que explode para fora ou a que se sustenta por dentro.


Porque talvez a maior ousadia na contemporaneidade, no meio dessa polarização medonha, seja justamente recusar-se a guerrear quando todos esperam que você lute.

Aprendendo a sofrer em paz


Ela sorri

— e o mundo dela cabe em outro olhar, enquanto o meu desaba em silêncio.
Ela habita um mundo onde eu não existo, eem mim restam lembranças e um precipício.


O tempo parece zombar de mim,
Transformando sonho em algo sem fim.
O que era abrigo virou despedida,
E eu sigo distante, preso à antiga vida.


O amor que era refúgio virou dor,
Espelho quebrado do que restou do amor.
Ela segue sorrindo,
sem olhar para trás, eeu fico aqui…
aprendendo a sofrer em paz.

Poesia romântica


Lírio


Você nasceu lírio no meu silêncio,
branco de paz no meio do caos que eu era,
floresceu onde minhas dores tinham medo de existir,
e ensinou ao meu coração que amar também é repouso.


Teu amor não grita, ele perfuma,
fica no ar mesmo quando você vai embora,
é cuidado que não pesa, é presença que cura,
como quem toca a alma sem pedir nada em troca.


Se um dia eu murchar, fica,
regue-me com teu olhar simples e sincero,
porque amar você é como ser campo aberto:
mesmo ferido, ainda escolho florescer.

Feliz Ano Novo a todos com muita paz, solidariedade, fé, esperança no porvir de novos tempos.

Um novo ano se aproxima e com ele toda nossa ansiedade na expectativa, que seja um ano rompente, de transformações e envolvente.
Rompendo todas as barreiras que afasta o homem de si mesmo.
Que transforme a magia dos sonhos em realidade, e a vontade de fazer em ação.
Que envolva cada coração na emoção do amor, na simplicidade de ser feliz, na abundância de se doar e na humildade de receber. Na espontaneidade de ser luz e estender a mão.
Deixar de ser povo, para ser constelação.

Inserida por Waldetes

Paz Cristalina

Oh branca luz cristalina,
Es o conforto para este povo
Farto de inertes dores
Almejando outras cores

Cores...
Sem menor importancia
As mais frias das cores frias
Que ignoram a ignorancia
Na alegria presente que se faz
Iluminando minha andanca
Com a eterna chama da paz
Sem a menor lembranca

Lembranca...
Da paz que se planta,
E do amor que encanta
O perpetuo olhar de esperanca!

Da minha obra "Lembrancas"

Desejo um dia maravilhoso com muita paz a todos filhos dessa Bela Patria.

Fopenze Nhacafula

Inserida por fopenze

Quem Sou?


Queria ser sua alegria e sua paz
Seu dia de chuva para fazer brotar a semente do amor
Que nasce com todo esplendor
No coração de quem dá valor.


Queria ser o sol que brilha
Para aquecer sua alma e te trazer alegria
Oferecer-te um lugar seguro
E ser o dono de seu futuro.


Queria guiar seus passos
Proteger-te do cansaço
E na sua hora de dor
Amparar-te com meu amor.


Queria caminhar ao seu lado
Em todos os lugares onde for
Para quando você cansar
Nos meus braços eu te tomar.


Queria ser a água que te sacia
Seu mais perfeito amor
Sua paz e alegria e te fazer um vencedor

POR QUE SOU SEU SALVADOR!

Inserida por marcelo-martins

Médicos
Nos destinos de paz, no acontecimento da morte ou vida de guerra. No hoje do talvez seja o uniforme de honra de um soldado de cura. Contrario de um sonho profissional passado, é o recomendo de honra do poeta. A solidão branca, o sangue necessário da competência, os mortos desistidos, o recomeço após um tempo grande de paz vazia de um cidadão do soldado, a salvamento de crianças, as frases de bem estar e de despedida com parcialidade jornalística, pois nada na sala é pessoal, no quarto sentimento profissional e humano. Os corredores correndo para melhorar, curar, dar vida e salvar. Desejam com todos os plurais que a palavra não deseja; paz. Vinda por eles, pela a ciência, por milagres, por coadjuvantes, que seja aplicada. Que não retire dos médicos o destino insondável, a assistência que proporcionam a paz.
(Tiago Nogueira).

Inserida por Fabrica

SÓ ELA ...nasce da paz de melodias,renasce de sorrisos de cada bem dada permissão!
INCRÍVEL COMO ELA... nivela-se ao justo total da beleza de uma azul forma de olhar !
SÓ ELA... manda e desmanda em tudo o que seduz minha sapiência.
SÓ VC... que esteve contida na fala,na música,na cor, no toque,no batom... E POR VERDADE NO QUE AQUELA NOITE PERMITIU QUE HOUVESSE!

Inserida por raissaemi

Paz, amor, humor, sabedoria, amizade, cumplicidade, primavera, verão, outono, inverno, respeito, sucesso, esperança, paixão, gentileza, natureza, liberdade, segurança, fantasia, igualdade, sorte, família, alegria, surpresas, brincadeiras, loucuras, verdades, simplicidade, diversão, sonhos, musicas, desejo, atitude, beijo, igualdade..
É só dessas coisas que eu preciso pra hoje..
Amanhã a gente enfeita, incrementa, conta uma piada idiota para todos rirem da sua cara, qualquer coisa, faça "aquilo" que te faça se sentir bem e que se dane o resto, não vivemos nesse mundo para dar um sentido a palavra "monotonia", nós não fazemos só o que é certo nas horas certas do jeito certo, somos humanos e com falhas "óbvio", mas tem mais por traz disso, DEUS nos deu a vida para ser feliz, e todos nós temos a capacidade de conseguir. Vamos olhar pra frente, não vai acontecer nada se eu ficar só aqui parada o dia todo pensando em como minha vida poderia ser, bom se não foi daquele jeito, pelo menos não se esgotaram as tentativas. eu sei que posso ser melhor, melhor que ontem, melhor que semana passada, melhor em casa com a minha família, melhor com meus amigos, melhor no meu trabalho ou na escola.. a tipica frase que nunca perde o sentido "Eu posso, Eu quero e eu CONSIGO".

Inserida por carolinip

Se é a Paz que procuramos;
Por quê não há encontramos,
Solte o seu amor, antes de dizer,
Faça sua parte pelo Mundo, que todos farão por você,
Se estamos bem aparentemente é apenas uma ilusão,
Querem que nos curvemos diante de um pranto sem chão,
Trazendo o Amor é a melhor forma de obter a Paz,
Para que no fim o ''Grande Deus'' não nos deixe jamais.''

Inserida por RastaelShivaya

Encontro com a essência de Deus

Viajei demais
Viajei para tão longe
Tentando encontrar a paz.
Levei comigo um coração vazio
Onde caberia e ainda sobraria espaço para tudo que comprei.

Até que alguém me disse em sonho:
Eu sou o Caminho, a Verdade e a Vida,
Morri por você e lhe Dou a Paz e a felicidade,
Que o mundo com todas as riquezas não pode comprar.
Estou sempre ao seu lado, esperando você abrir a porta
Do seu coração para Eu entrar.

Tudo neste mundo é passageiro
E a vida tem pressa, passa com rapidez
O momento de ser feliz é agora, e plantar
Os melhores frutos em nossos corações
Que é a casa do Senhor.

Inserida por rodrigonyrak

A paz interior

A paz interior é esse caminho que queremos todos atravessar. É essa senda onde as culpas ficaram para trás, o sentimento de dever cumprido fica presente e o arco-íris aponta para o infinito. Buscamos todos, com vontade, força, verdadeira luta.
Somos, talvez, um pouco desajeitados nessa nossa busca. Queremos sim, com a força do nosso coração e da nossa alma, mas tropeçamos sempre nesses sentimentos humanos que nos fazem, se não iguais a todo mundo, bem parecidos.
Acumulamos os restos do dia, nos esquecemos de varrer a casa da alma a cada noite para o repouso tranqüilo e reparador para o novo recomeço na manhã seguinte.
Temos dificuldade em perdoar, esquecer, passar por cima e ir em frente. E a alma se inquieta, a paz tarda a chegar porque colocamos, nós mesmos, impedimentos. Achamos que dar o braço a torcer e seguir em frente seria nos curvar e somos por demais orgulhosos para isso. Optamos, então, por buscar a paz de outras maneiras. Outras maneiras... como se existissem..."
Não haverá paz no mundo enquanto ela não começar no coração do homem. Enquanto esse mesmo homem não começar a tirar de si as pedrinhas que incomodam a si e aos outros e não pensar na felicidade alheia como um objetivo tão importante como a felicidade própria.
Não haverá paz interior enquanto o exterior estiver em guerra, enquanto não compreendermos que somos o sal da terra e que se nossa luz não brilhar todos os caminhos serão escuros.
A paz interior não está no alto ou em baixo, nos mares ou nas montanhas e nem mesmo nas maravilhosas flores que tanto nos fascinam.
A paz interior começa onde começa nossa compreensão de que nada somos se de nós não damos. Se não a encontramos, é porque buscamos errado. Ela não começa do lado de fora, ela começa e se termina em nós.

Inserida por Epena