Texto sobre o Passado
Cada novo dia é uma chance diferente, não importa o que aconteceu antes.
Tire do passado os melhores ensinamentos que conseguir, mas coloque seu tempo, sua força e sua atenção no que está adiante.
O seu passado pode trazer à memória dores e até desespero. Porém, lembre-se de que D'us esteve tão presente no seu passado quanto está no presente e no futuro.
E isso basta!
Das palavras que se foram...
Já joguei cartas e poemas que o passado passou a limpo. Já rasguei tantas frases tolas escritas no calor da emoção. Já amassei bilhetinhos rasos e declarações exaltadas, rabisquei sobre o que já estava escrito, e disse tudo igual de um jeito diferente. As palavras dançam no papel, e por vezes dançam mal, mesmo assim seu ritmo é único, não há igual...Nas horas mais improváveis elas parecem bailarinas ao luar flutuando entre vaga-lumes, de repente caem e se misturam às folhas secas...O ritmo das letras não pausam, apenas diminuem...Enquanto puderem meus dedos bailar, danço. E com cada letra e sinal como se ao som de uma nota e ponto uma vírgula viesse a brilhar, vou escrevendo meus silêncios falantes, e meus risos secretos.Já perdi poema, poesia e texto sem fim, a cada letra perdida se foi junto um pouco de mim... meus pensamentos mais caros de graça os vi partir...Doei aos olhos que leem, e aos corações que podem sentir..
As palavras vão e com elas nossa energia, quem as leva distribui, esconde ou aprecia, mas no fim ...não há fim!
O Pensamento sobre as Eras:
O Passado:O Silêncio Forçado
Durante séculos, a sabedoria feminina foi confinada ao ambiente doméstico, sob a égide de um patriarcado que via a mulher como coadjuvante. A estrutura familiar era uma hierarquia de comando, não de parceria. O "lugar da mulher" era um conceito geográfico e social rígido, onde o silêncio era a maior virtude esperada.
O Presente:O Despertar e o Atrito
Vivemos o tempo da transição. As conquistas são inegáveis: ocupação de espaços de poder, independência financeira e o direito à voz. Porém, esse progresso gera atrito.
A Violência: O aumento visível da violência muitas vezes é a reação desesperada de estruturas antigas que se recusam a morrer.
A Família e Sociedade: Estamos renegociando o que significa ser família. O desafio atual é equilibrar a autonomia individual com o cuidado coletivo, combatendo o preconceito que ainda rotula a mulher que escolhe caminhos fora do padrão tradicional.
O Futuro: ASabedoria da Integração
O futuro que o sábio vislumbra não é uma inversão de poder (a substituição de uma opressão por outra), mas a superação do gênero como limitador de humanidade. A sociedade sábia será aquela onde a "conquista" de uma mulher não seja vista como um evento extraordinário, mas como a normalidade de um potencial humano sendo plenamente exercido.
A reflexão central:
A sabedoria da vida nos ensina que o patriarcado não feriu apenas as mulheres, mas desumanizou os homens ao proibi-los de sentir e cuidar. O Dia da Mulher é o marco dessa correção histórica: uma busca por um mundo onde a força não precise ser violenta e a sensibilidade não seja vista como fraqueza.
O Ontem: A Identidade Sob Medida.
No passado, a identidade feminina era um figurino desenhado por mãos alheias.
O conceito de família era, muitas vezes, uma estrutura de posse e não de afeto compartilhado.
A sabedoria daquela época era a da sobrevivência e da resiliência silenciosa.
O preconceito não era uma opinião, era a lei; a violência não era um crime, era um método de controle aceito pelo tecido social.
O passado é uma foto antiga, o futuro é uma foto em branco, temos memória e imaginação, não podemos viver no passado nem no futuro, o passado traz depressão e o futuro ansiedade, nossa geração e cheia de ansiedades e depressões, porque vive no passado ou no futuro, precisa nos libertar desse ciclo e viver o presente.
Pensa comigo.
Trilhos da Emoção
Muito bom retornar ao passado
Através da música
Em som apurado.
Uma linda canção
super romântica
Remexendo os sentimentos,
Agitando a rítmica do coração.
Escuto "Rolling Stones, Lady Jane"...
Enquanto ouço, um cenário descortina,
Na minha imaginação...
Eu ainda menina,
O coração em flor
Corria nos trilhos da emoção,
Viajando num trem chamado adolescência!
***
É SÓ UMA REFLEXÃO I
As pessoas do passado sempre tiveram as mesmas expressões e comportamentos de hoje. O mesmo jeito de franzir a testa diante de uma notícia inesperada no rádio da padaria, a mesma curva nos lábios ao sentir o cheiro do café passado na cozinha da infância ou aquela paçoca pilada na hora pela avó. O tempo não apaga o ser estranho que somos, nem o muda na sua essência; ele apenas desbota as bordas da fotografia, mas o sorriso, aquele, continua sendo o mesmo...
Todos caminhamos pelas mesmas veredas do ontem, com aquelas flores sem cor que margeiam o asfalto dos nossos dias junto aquelas fotos sorridentes. E, de repente, sem aviso, sempre encontramos pessoas que nos fazem lembrar de quem fomos, de quem somos, como se o espelho do passado surgisse na fila do supermercado ou na pressa do ponto de ônibus. O reflexo somos nos mesmo. Somos os responsáveis pelos nossos atos...
Ventos balançando os cabelos, trazendo aquele cheiro de terra molhada que anuncia a chuva ou o aroma distante de um jasmim. Expressões com aquela mistura de sons e tristeza no olhar, como se a pessoa guardasse dentro de si o eco de uma música antiga e a poeira de um caminho há muito não percorrido. Os olhos fixos nos retângulos da vida, nas telas que brilham, nos livros abertos sobre a mesa, nas janelas dos prédios que testemunham silenciosos nossas alegrias e derrotas...
Às vezes um sorriso atravessa o cansaço do rosto, ou quem sabe um momento bobo, um riso solto no almoço de domingo, misturado com as lembranças dos bons momentos que teimam em ecoar. Estamos, hoje, debaixo das mesmas árvores das milhares existentes no mundo, sentindo a mesma sombra que acolheu nossos pais e amigos que se foram. Elas estão ali, silenciosas ou espantadas com o vento, fazendo parte de um dia de chuva, suas folhas sendo o único teto para os pássaros e nossas memórias mais antigas forçando uma lágrima embaixo de tanto poderio...
Às vezes, passar um tempo longe de um lugar ou de um rosto vira sinônimo daquela saudade que só sentimos poucas vezes no ano, como alguns feriados da alma. Adoro, simplesmente adoro ver essas expressões que se distraem em meio a tantas, um olhar perdido no horizonte enquanto o corpo parado espera o sinal abrir. E saber, com uma certeza calma, que sempre estivemos lá, na essência do mundo, correndo em meio às árvores dos parques, da selva, na pressa da juventude que fomos um dia, e na calmaria dos ventos que, ainda sopra em nós o cheiro de uma saudade que sempre vem...
--- Risomar Sírley da Silva ---
Toda fotografia já nasce passado.
A luz do Sol leva oito minutos para tocar a Terra.
Quando aperto o obturador, o instante já não existe mais.
Nunca fotografo o presente absoluto.
Fotografo aquilo que acabou de deixar de ser.
A fotografia não é captura.
É testemunho.
É memória luminosa.
Rasgou as velhas roupas do passado como quem corta cordas invisíveis. Cada fio que caía era um sopro de liberdade, uma promessa de si mesmo que não se enrolaria mais em nostalgias fáceis. O prazer momentâneo sussurrava em cada canto — o chamado das mesas cheias, dos abraços sem compromisso, dos consolos rápidos — mas ele fechava os ouvidos.
Escolher o melhor para si é coragem que não se veste de glamour. É se colocar inteiro diante do mundo e dizer: “Não mais me contentarei com migalhas, mesmo que doces.” Há uma dor doce nisso, um aperto nos ombros e no coração, porque renunciar é um rito silencioso que só o próprio corpo entende.
Mas há também poesia no sacrifício. Cada passo para longe do que não serve é um avanço rumo à plenitude que ninguém pode roubar. É o gosto de um vinho guardado, saboreado depois de anos, ou o perfume das flores que crescem em solo inesperado, intenso, solto, sem pressa.
Ser gentil consigo mesmo não é indulgência; é firmeza. É reconhecer que você merece o melhor, ainda que seja caro, ainda que seja solitário, ainda que precise atravessar tempestades interiores. É aceitar que a reconstrução dói, que a vida não se repete nem se empresta, e que a cada manhã há um pedaço de você que renasce.
Reviver é isso: um gesto íntimo, visceral e silencioso. É dançar com suas próprias feridas, abraçar a coragem que faz do abandono do velho uma vitória e da escolha consciente, o maior dos prazeres.
Revisitei o passado
e foi uma das piores escolhas
Que eu já fiz.
O animo que eu estava
Para viver tudo de novo
Se desfez em nevoa
Que pairava sobre mim.
E na minha frente tudo destruído.
Tudo em pedaços,
E com cheiro de mofo.
A nevoa gritava feliz
E lá via eu.
Os sentimentos e tudo
Absolutamente tudo
Deixando de existir
No sopro do vento.
Ano passado eu era uma pessoa.
Esse ano eu sou outra.
Não foi dinheiro que mudou minha postura.
Não foi fama, nem status.
Foi consciência.
Não fiquei rico…
Eu fiquei mais atento.
Não sou mais o mesmo idiota que aceitava pouco, que se explicava demais, que engolia seco pra manter paz com quem vivia em guerra.
Hoje minhas palavras têm habilidade.
Meu silêncio tem estratégia.
Minha presença tem harmonia.
Aprendi que ser real não é ser bruto é ser firme.
Não é atacar, é não se permitir diminuir.
Ano passado eu reagia.
Esse ano eu escolho.
E isso muda tudo.
By Evans Araújo
O CHORO!
Nessa grande angústia da vida
Que eu tenho passado
O choro é meu companheiro
Quando fico angustiada
Me mantém aliviado
Faço ele de aliado
Nessa insônia profunda
Uma ansiedade fora do normal
Um aperto forte no peito
Chorar é minha solução
Um alívio pro coração
Lágrimas escorrendo
De todo jeito caindo ao chão.
Acaba bem
.
Todo meu passado
Num recorte de papel
Está contado.
.
A vida em versos vivos
Se vos conta
De um amor que não tem conta.
.
Se era ela a pretendida
Eu já não sei,
Sei apenas não ser eu pretenso dela.
.
Todo meu escrito
Num papel amarelado
Pelo tempo mal tradado!!!
.
Minha vida numa fábula
Se vos conta...
A história não acaba bem.
.
Edney Valentim Araújo
1994...
Queria eu prever futuro
Queria eu não ser mais impuro
Queria eu voltar ao passado
Queria eu ter o meu amor ao meu lado
Hoje o que resta são lágrimas
Lembranças bonitas em meu coração
Que hoje são gatilhos da cruel solidão
Agora me pergunto ao destino fizestes me apaixonar pela perfeição?
Invejo Tesla por ter descoberto a luz
Admiro Jesus por não temer a cruz
Não sou nenhum Shakespeare para falar de amor
Mas por você eu enfrento até a mais horrível dor
Eu te amo, meu amor
vez ou outra o meu "eu do passado" vem me dar um abraço
vez ou outra o meu "eu da infância" me chama para brincar
vez ou outra... o meu "eu do futuro" me leva para passear e me mostra que vale a pena chorar e que toda essa luta valerá muito a pena se eu decidir ficar
Fazer aniversário
é deixar marcas no tempo
e ter construído na mente
um passado de lembranças.
Um livro ainda com páginas em branco,
que ainda cabem muitas outras histórias,
Nossa vida é como as letras do alfabeto.
Tem sentido quando sobrepostas a outras.
Os pais e irmãos formam a palavra: família.
Tios, sobrinhos, primos formam: carinho.
Profissão, estudos, amigos: realização.
Quando as palavras não fizerem sentido,
São porque foram escritas noutro idioma.
Se procurar tradução, pode ser: felicidade
Quando não encontrar, some novas letras.
Elas certamente estarão em algum lugar,
No presente ou futuro, continue a procurar.
Responsabilidade Radical
Enquanto você culpa, você não muda.
Culpar o passado, as pessoas, as circunstâncias podem até fazer sentido — mas não resolve.
Porque tudo o que está fora de você foge do seu controle.
Responsabilidade radical não é assumir culpa por tudo. É assumir poder sobre o que você pode
fazer a partir de agora.
E isso muda completamente o jogo.
Ação do dia:
Hoje, diante de um problema, pergunte: “O que está sob meu controle aqui?”
Um povo
O Israel de hoje não é nada em si próprio! Assim como no passado também não foi nada! Mas há um Deus todo Poderoso, que esse sim é o Senhor de todo o mundo! De todas as nações! Muito mais de Israel. Porque Deus prometeu salvar a nação de Israel, não por a nação, mas porque Deus cumpre o que prometeu.
Tendo em conta isso, no fim Deus vai salvar pela fé em Jesus Cristo, toda uma nação de Israel. Tudo isto está em profecia. Desde Isaías a Zacarias, há esta promessa. Em Apocalipse fala- nos dá batalha de Armagedon. Quando Israel não ter salvador. Então aparecerá no Monte das oliveiras, Jesus Cristo. Então o povo o aceitará. Paulo em Romanos , nos fala desta salvação. Paulo adverte os gentios, salvos...
Paulo diz que se Deus não poupou Israel em si próprio, para os gentios não se gloriarem em si próprios, para não serem destruídos também.
Portanto igreja e Israel têm ser salvos, pela fé em Jesus Cristo! De outro modo não! Israel e igreja só são um único povo em Jesus Cristo. Efésios fala disto! Amém! Amém
Começar com Jesus sem desatar os nós do passado? Cuidado, amigo... isso machuca.
Imagine zarpar em uma nova jornada ao lado de Jesus, cheio de esperança, mas carregando correntes invisíveis do ontem.
Aqueles rancores não resolvidos, mágoas pendentes, promessas quebradas... Eles não somem sozinhos. Eles se enroscam nos relacionamentos atuais e sabotam os futuros.
A Bíblia nos alerta: "Não vos enganeis: de Deus não se zomba; pois aquilo que o homem semear, isso também ceifará" (Gálatas 6:7). Se semeamos discórdia no passado, colhemos frutos amargos no presente.
Jesus mesmo nos ensina a curar primeiro: "Portanto, se estás para oferecer o teu dom diante do altar, e aí te lembrares de que teu irmão tem alguma coisa contra ti, deixa ali diante do altar o teu dom, vai primeiro reconciliar-te com teu irmão; e, então, vem oferecer o teu dom" (Mateus 5:23-24).
*Comece direito: confesse, perdoe, solte. Desate os nós com a graça de Cristo, que liberta de todo jugo (João 8:36).*
Passado...Futuro...Presente...
O passado é uma casa onde já moramos,
e que podemos visitar vez ou outra,
sem nos demorarmos nela.
O presente é a casa onde vivemos
e que precisamos cuidar com atenção.
O futuro é uma casa em construção,
da qual ainda não sabemos
se chegaremos a abrir a porta.
O passado é uma casa velha que ainda cheira a nós,
paredes impregnadas de ecos,
móveis que guardam nossos silêncios.
Visitamos, às vezes, só para lembrar
que já fomos outros
e que não podemos morar ali de novo.
O presente é a única casa habitável:
tem luz acesa, chão gasto,
plantas que precisam de água
e um telhado que pede reparos —
é viva, é urgente, é agora.
O futuro é um terreno em obras, poeira suspensa,
barulho de martelos, vento atravessando vãos.
Não sabemos se veremos essa casa pronta,
nem se haverá chave para nós,
mas seguimos sonhando a planta dela.
O passado é uma casa onde deixamos
versões antigas de nós;
às vezes voltamos, devagar,
como quem acaricia um álbum amarelado,
mas sabemos que não há cama pronta
nem lugar para ficar.
O presente é a casa que respira conosco,
com suas frestas, suas manhãs,
seus pequenos cuidados cotidianos
que sustentam o que somos.
O futuro é uma casa azul desenhada no horizonte,
em obras, em névoa, em promessa,
e caminhamos rumo a ela
sem saber se um dia
ela nos reconhecerá na porta.
✍©️@MiriamDaCosta
