Texto sobre Luta
Sinônimos de Kamorra:
Sinônimos de kamorra, considerando seu significado informal de luta, discussão, confusão ou revolta, incluem:
briga, confusão, tumulto, discussão, rixa, conflito, baderna, alvoroço, revolta, pancadaria (em contextos de briga física), rusga e desordem.
Esses termos variam ligeiramente dependendo do contexto (verbal, físico ou coletivo), mas todos capturam a ideia de agitação, conflito ou desordem associada a kamorra.
Kamorra não é apenas um nome — é uma identidade forjada no sentido da luta e da singularidade.
Do espanhol, vem Camorra, que significa resistência, enfrentamento e rebeldia contra o que corrompe. Representa a força de quem não se dobra, de quem encara o sistema, as mentiras e as fraquezas do mundo com coragem e firmeza.
Do hebraico, vem Kamocha, que significa “semelhante a ti”. Um termo que remete à ideia de espelho, de essência compartilhada — o reflexo entre o homem e o divino, entre o criador e sua criatura.
Da fusão desses dois mundos nasce Kamorra: o homem que resiste, mas que reconhece em Deus o reflexo de sua força.
Kamorra é resistência com propósito, rebeldia com fé, luta com sentido.
Marcos Kamorra (Filosofia Kamorrista)
“Sou resistência, mas não sem direção."
"Eu"... todas às vezes que o busquei sincero ele me ouviu, estou me falando de uma luta inglória, pois sinto o meu silêncio mais próximo!
Uma sentença se anuncia bruta, que o silêncio que espreita não é interrompido, alguns olhos me tocaiam atrás das névoas de um vazio, parece algo invisível mais vestido para cortar!
"Procurando uma coisa mais querendo outra"; a vida segue mesmo quando a presença de quem amamos não existe mais... reconhecer a perda é o primeiro passo para o cuidado, para um descuidado esmagador!
Não estou me dizendo que vai ser fácil, mas estou me acostumando, quando digo uma coisa ou não deve ser para valer, sem balelas!
" A quem interessa minha derrocada?
Como é mesmo meu nome?...
Eu me chamo luta. Eu me chamo paixão...
Sou a voz que amarga o pranto, não canto...Sou a escoria de quem me julga, sou
o tempo de quem me condena. Quanto a pena, que pena não suavizar o doce de quem saboreia o melhor. Que pena o cavaleiro mascarado, com sua espada justiceira, se esconder atrás da capa. Capa do insano poder, que marginaliza a luta de quem sucumbe em paz.De quem amordaçado deseja dias melhores. De quem na prisão da vida ousou atirar-se. De quem não quis simplesmente sonhar...
...
" Prefiro a incerteza da coragem, a covardia da prisão."
Oscar.
Sigo aqui, deitada na cama numa luta constante entre meus pensamentos e a necessidade de dormir para começar bem uma nova semana.
Já sei que ninguém consegue explicar o que é o amor, eu sempre me pergunto muito sobre isso. Principalmente as duas da manhã de um domingo de verão.
Acho que o amor é a sensação de sentir-se livre e plena.
Antes eu só acreditava em primeiro amor. E com o passar dos anos, eu pude descobrir que a vida está rodeada de amores e que isso não é algo ruim.
Já guardei e calei o amor de pequena, de criança ingênua e de um coração puro.
Pude notarlo também, em longas noites de conversas por telefone ou videochamadas na tentativa de tornar-me presente onde não podia estar.
Já senti amor em uma sexta à noite depois de quatro doses de tequila quando o assunto mais sério era encontrar o Mickey na Disney.
Confesso que não sei bem o que é o amor, mas quando o sinto me sinto viva!
Sempre acreditar
Meia-noite chamando pela luz quebrada
Sombras dançando à beira da luta
Sussurros queimando como uma doença selvagem
Correndo rápido pelas minhas memórias
Coração de aço frio, mas batendo alto
De pé, destemido, na multidão em fúria
Cada cicatriz é uma marca da verdade
Cada ferida é prova da juventude
Pré-Refrão
Quando a escuridão te puxa para baixo
E o silêncio é o único som
Refrão
Sempre acredite — mesmo quando dói
Como veneno nas minhas veias, mas funciona
Sempre acredite — quando o fogo engana
Através da dor e dos sonhos partidos
Eu me levanto, eu respiro
Eu sempre acredito
Verso 2
Palavras tóxicas como uma arma carregada
Mas eu não vou cair, não vou fugir
Trovões explodindo dentro da minha cabeça
Dançando com as dúvidas que você disse
Céus enegrecidos, mas eu vejo a faísca
Uma chama inquieta dentro da escuridão
Sem rendição, sem recuo
Ouça meu coração batendo em repetição
Pré-Refrão
Quando a noite se torna sua prisão
E o medo está escrevendo cada página
Refrão
Sempre acredite — mesmo quando dói
Como veneno nas minhas veias, mas funciona
Sempre acredite — quando o fogo engana
Através da dor e dos sonhos partidos
Eu me levanto, eu respiro
Eu sempre acredito
Ponte (Momento Power Ballad)
Oh — cada queda me faz mais forte
Oh — eu consigo aguentar mais tempo
Através do veneno, através das mentiras
Eu vejo liberdade nos meus olhos
(Solo)
Refrão Final (Maior / Tom Mais Alto)
Sempre acredite — grite para o céu
Até heróis aprendem a chorar
Sempre acredite — sinta a febre subir
Como uma alma rebelde que nunca morre
Eu me mantenho de pé, eu luto
Sempre acredito esta noite
Final (Grande Encerramento)
Como veneno nas minhas veias
Mas a fé permanece
Eu sempre acredito
O Som da Luta
Uma história sobre coragem, esperança e propósito em Angola
O sol ainda dormia, mas o bairro já acordava.
O cheiro do carvão aceso misturava-se com o barulho dos chapas lotados e das vozes que se perdiam nas ruas estreitas.
Era mais um dia em Angola — onde o relógio da sobrevivência nunca para, e a esperança é o último bem que o povo se permite perder.
No meio daquela correria, Manuel ajeitava o seu pequeno carrinho de madeira, carregado de garrafas de sumo natural que ele mesmo preparava à noite.
Enquanto o resto da cidade ainda sonhava, ele já estava em movimento.
O seu lema era simples:
> “Quem quer mudar de vida, começa antes do sol nascer.”
Manuel não nasceu com oportunidades.
Cresceu num bairro onde a poeira é mais constante do que a eletricidade, onde o trabalho é pesado e o reconhecimento é raro.
Mas, desde cedo, ele aprendeu com a mãe que “trabalhar com dignidade é melhor do que mendigar respeito.”
Durante anos, procurou emprego.
Fez cursos, entregou currículos, e ouviu promessas vazias.
Cada “vamos te ligar” soava como uma esperança que morria devagar.
Até que um dia, cansado de esperar, ele decidiu criar o próprio caminho.
Pegou um carrinho velho, juntou umas frutas emprestadas e começou a vender sumos na rua.
No início, foi alvo de risos e comentários:
“Um formado a vender sumo? Isso é vergonha!”
Mas Manuel respondia com um sorriso e dizia calmamente:
> “Vergonha é roubar. Trabalhar nunca foi.”
O tempo passou.
O carrinho que parecia um fracasso virou uma barraca simples, mas movimentada.
As pessoas começaram a reconhecer o sabor dos seus sumos — e, mais ainda, o brilho da sua determinação.
O que era sobrevivência começou a virar sustento.
E o sustento, aos poucos, virou inspiração.
Manuel passou a ajudar outros jovens do bairro a começarem pequenos negócios.
“Não temos muito”, ele dizia, “mas temos mãos, mente e vontade. Isso já é capital.”
Hoje, quem passa pela sua barraca vê mais do que produtos — vê uma história viva de resistência.
Ele ainda enfrenta dias difíceis, ainda há contas que não fecham, ainda há lágrimas escondidas.
Mas, em cada amanhecer, Manuel prova a si mesmo que o sucesso não é sobre ter tudo — é sobre fazer algo com o pouco que se tem.
Quando alguém lhe perguntou o que o manteve firme em tempos de desespero, ele respondeu sem hesitar:
> “Foi a fé. Eu acreditei que Deus não me fez para desistir.”
O som da luta continua ecoando nas ruas do bairro.
O mesmo som que vem dos vendedores, das zungueiras, dos mototaxistas, dos estudantes que andam quilômetros para aprender.
Cada um à sua maneira, todos gritam a mesma verdade:
“Enquanto houver esperança, há motivo para continuar.”
E assim, no coração de Angola, entre poeira e calor, entre lágrimas e sorrisos, nasce uma geração que aprendeu a lutar com o que tem — e a acreditar que o amanhã pode, sim, ser melhor.
> Porque em cada angolano há um guerreiro.
E enquanto o coração bater, nunca vamos desistir.
No Processo
No processo há dor,
há medo que cala,
choro que inunda,
e luta que rala.
Vontade de ir embora,
sumir, desistir,
deitar no escuro
e parar de insistir.
Mas entre os espinhos
há mãos invisíveis,
tocando teu peito
com forças incríveis.
Mesmo quando o chão
parece ruir,
há graça do alto
pra te conduzir.
O amparo divino
não falha jamais,
Ele chega em silêncio,
mas traz muita paz.
Na hora mais dura,
no vale mais frio,
Deus sopra esperança
e traz o alívio.
Então não desista,
o céu te sustenta.
Cada lágrima rola,
mas a fé te aumenta.
Você não está só
na trilha a seguir:
há um Deus que te abraça
e te faz resistir.
Há caminhos que só existem, quando a gente insiste em prosseguir!
Desde 2021 estou na luta para mudar a história da Misofonia no Brasil. Talvez eu não veja o resultado final.Talvez nem esteja aqui quando tudo florescer. Mas isso não é sobre aplausos — sempre foi sobre propósito e legado.
Uma amiga, médica, me disse um dia:
“Eu te vejo com um facão na mão, abrindo a mata, cortando o impossível e criando a trilha.”
Talvez seja isso.
Se meu papel for abrir caminho na mata fechada, que outros construam as estradas.
Que eu seja pontes para o que vem pela frente. Que edifiquem onde hoje só há silêncio, dor e desinformação.
Nem todo mundo nasce para descansar na obra pronta. Alguns nascem para rasgar o primeiro caminho.
Sentimento do dia!
03|03|2026 #Anápolis
Mulher: matriz da vida
Tua luta firme e incansável nos protege todos os dias.
Tua força vigorosa e admirável nos sustenta todos os dias.
Tua sensibilidade delicada e humana nos ensina todos os dias.
Tua sabedoria prudente e luminosa nos orienta todos os dias.
Tua presença doce e inspiradora ilumina nossos caminhos todos os dias.
Tua esperança viva e resiliente renova nossas vidas todos os dias.
Teu brilho sereno e materno no olhar traduz tua delicadeza de ser mãe.
Teu sorriso largo e acolhedor nos encanta e nos abraça.
Teu carinho terno e generoso nos fortalece suavemente.
Teu carinho constante e afetuoso revela tua amabilidade e proteção.
Teu amor sincero e fiel e tua fé firme e serena são símbolos de paz interior.
Teu significado nobre e profundo é importante para todos nós eternamente.
Ainda estou aqui
Quanto tempo passou
Daquela luta sobrevivi
Provando meu valor
Fora tanto tempo procurando
E aqui estou eu
Ainda meu Pai observando
Ele que me deu
Me deu lindo tesouro
Para conservar e guardar
Seu valor é maior que ouro
Linda presença se manifestar
Andar dentro da verdade
Assim é que se diz
Caminho reto é fidelidade
E nele ser feliz
A vida é uma caminhada constante. Uma luta incessante. Haverá obstáculos pelo caminho.
Sempre haverá uma nova montanha. E nem sempre é possível remover. É necessário escalar.
Vozes dizem que você não vai conseguir. Que você é pequeno e os sonhos que está sonhando são grandes. Que não vai alcançar.
Lutas abatem você.
Talvez você perca o ânimo e a sua fé fique abalada. Você fica perdido. Sem direção.
Não desista. Continue em frente. Continue tentando.
E Não pare de caminhar.
Complete a sua jornada
NO RITMO DO ALGORITMO
A luta incansável, mas determinada a avançar
num labirinto cheio de fios emaranhados.
Versos desconexos, frases aleatórias
em poesias floradas.
Mundo digital busca algoritmo,
o poeta antigo, a essência que segue num só ritmo,
atual, na modernidade, com lógica e fluido.
E nessa quimera,as palavrasficam em inércia...
flopadas.
Lu Lena / 2026
O pessimismo paralisa, o otimismo cego ilude, mas há uma terceira via, a lucidez que luta mesmo ferida. Viver é um ato de resistência consciente, onde cada respiração se torna uma afirmação contra o desgaste do tempo. Não busque eternidade em feitos grandiosos, mas no olhar que, por um instante, foi capaz de enxergar além da superfície. Às vezes, é em um gesto simples que o infinito se revela, quase como um sopro que atravessa o tempo.
- Tiago Scheimann
Carla,
Minha luta por nós não é fácil. Todos os dias, enfrento batalhas que ninguém vê: luto contra demônios, contra forças invisíveis que tentam nos cercar e contra o mais perigoso de todos os seres o próprio ser humano e sua maldade silenciosa.
O mundo tenta nos derrubar, mas o que eles não sabem é que o meu amor por você é o meu escudo. Posso estar cansado, mas não recuo. Por você, eu enfrento o visível e o invisível, porque proteger o que temos é a única missão que dá sentido à minha coragem.
Eu não desisto de nós. Nunca!!!!!
DeBrunoParaCarla
Não me é concebível que o Dia de Luta por Direitos das Mulheres seja edulcorado para virar
Dias de Glórias
— nem Política nem Comercial.
Quando uma data nascida da dor e na dor, da resistência e da coragem coletiva é transformada em vitrine de marketing ou palanque de conveniências, algo essencial se perde no meio do caminho.
A Memória das Mulheres que enfrentaram jornadas desumanas, violência, silenciamento e invisibilidade não foi construída para decorar discursos, mas para provocar mudanças reais na estrutura da sociedade.
Há um certo conforto em celebrar conquistas com flores, campanhas publicitárias e hashtags bem elaboradas.
O problema é quando essa estética da homenagem passa a substituir o compromisso com a transformação.
A luta, então, vira cerimônia; a denúncia vira slogan; e a história vira produto.
Direitos não nasceram de gentilezas institucionais nem de estratégias de branding.
Foram arrancados à força da persistência de Mulheres que se recusaram a aceitar o lugar que lhes foi imposto.
Cada avanço carrega o peso de muitas que pagaram caro demais para que hoje se fale ou se sonhe em igualdade.
Por isso, quando o dia que deveria ser de memória crítica se transforma apenas em ocasião para discursos oportunos e promoções temáticas, corremos o risco de anestesiar aquilo que ainda precisa incomodar.
Porque enquanto houver violência, desigualdade e silenciamento, essa data não pode ser apenas comemorativa — ela precisa continuar sendo inquietante.
O verdadeiro respeito a essa luta não está na doçura das homenagens, mas na honestidade de reconhecer que ainda há muito a ser enfrentado.
Afinal, datas históricas não existem para nos confortar; existem para nos lembrar de que a história ainda está sendo escrita — e de que a Responsabilidade por ela também é nossa.
Feliz Dia de Lutas — Feliz Futuro de Glórias, Mulheres!
O
Machismo Invisível:
As Sutilezas que Enfraquecem
a
Nossa Luta.
Para fortalecermos Honestamente a Luta contra a Violência de Gênero, primeiramente precisamos quase todos nos desconstruirmos…
A começar pelo hábito de “feminilizar” a pessoa do machista que fingimos combater.
Há uma contradição muito silenciosa nisso.
Quando associamos o comportamento machista a algo “feminino” como forma de ofensa, não estamos combatendo o machismo — estamos apenas reafirmando, disfarçadamente, a mesma lógica que sustenta o problema.
É como tentar apagar um incêndio jogando sobre ele o combustível que fingimos rejeitar.
Essa distorção revela o quanto o machismo não está apenas nos atos mais explícitos, mas também nos detalhes da linguagem, nas piadas, nas expressões automáticas, nos vícios culturais que repetimos sem perceber.
Combatê-lo exige mais do que apontar o outro — exige coragem para revisitar a si mesmo.
Porque é sempre mais confortável enxergar o machismo como algo externo, encarnado em figuras caricatas, distantes de nós.
O difícil é admitir que ele também se manifesta em pequenas permissões, em risos coniventes, em palavras mal escolhidas que carregam séculos de desvalorização, demonização e desumanização do Feminino.
Desconstruir-se, nesse contexto, não é um gesto de fraqueza — é um ato de responsabilidade.
É reconhecer que a luta contra a Violência de Gênero não se sustenta apenas em Discursos Inflamados ou indignações pontuais, mas na coerência entre o que se defende e o que se pratica, inclusive no invisível.
Enquanto o Feminino continuar sendo usado como sinônimo de inferioridade, fragilidade ou motivo de ridicularização, o machismo seguirá confortável, até mesmo entre aqueles que juram combatê-lo.
E talvez o verdadeiro avanço comece quando entendermos que não basta lutar contra o agressor — é preciso também desarmar, dentro de nós, as ideias medonhas que o legitimam.
Tempo, tenho um acordo contigo
Nunca fui do tipo de pessoa que luta por seus sonhos, mas sempre sonhei. Não sei o que será do meu futuro, mesmo agora no presente, nunca imaginei que seria assim. Por vezes no "passado" deitada em minha cama, como agora, pensava como seria meu futuro, e veja como é. Até onde cheguei, será que meu futuro será pior que meu presente?
Espero que não. É muito triste voce quando criança fica sonhando "acordada" de como que seria meu futuro, das coisas que ira fazer, da sua profissão, e quando voce fica adulta/o vê o que se tornou, onde chegou e o que conquistou. Voce muda seus sonhos, mais ainda sonha. Nada será como antes, nem voce é como antes. Queria voltar a ser criança, pena que não posso, adoraria voltar a brincar de casinha com minhas vizinhas.
Ficar na rua brincando até a noitecer. Pegar minhas bonecas e fazer de conta que sou mãe delas. São tantas lembranças, são tantos momentos, são tantas pessoas que fizeram parte da minha infância, que não fazem mais parte de nada.
É tudo tão injusto, porque voce vive tantas emoções, é feliz em cada situação quando criança e depois de adulto tudo fica esquecido no tempo, como se não tivesse existido.
Como se voce nunca tivesse vivido nada, como se tudo fosse realmente um sonho. Feliz aquele /a que ainda é criança, que carrega a pureza em seu coração, que não sabe o que é trair, enganar, matar nem roubar e mentir. Feliz aquela criança que têm como única preocupação que horas que vai começa o desenho favorito na Tv. Ou, com que rouba sua boneca vai usar, ou se os meninos vão vir joga bola.
Enfim, feliz aquela criança que sabe ser "criança". Que brinca como criança, que têmos sonhos de criança. Que não se modifique pela tecnologia, que não virou uma uma cópia de um adulto mentiroso. Eu queria voltar a ser criança porque sabia faze do meu mundo uma grande brincadeira, atitude que agora perdi o rumo, não comando mais a "peça teatral" da minha vida, sou levada.
Cheguei em um ponto, que perder o sorriso virou rotina. Ocultar uma dor já tiro de letra, mentir que estou bem, já ganhei do pinóquio. Já nem sei quem sou, ou quem quero ser.
Não sei como fecho esse livro de horrores da minha vida, para que novas páginas ganham vida, e veem com cores vivas. Já apaguei muitas linhas, outras preferir riscar, como quem tenta enganar alguma coisa, outras a minha "caneta" estava fraca, que nem a "cor" saia.
Nunca fui de deixar que percebessem, na verdade ninguém nunca soube mesmo nada.
Nunca fui protagonista, sempre figurante, sempre deixei os "outros" serem aplaudidos, sempre fechei a cortina, sempre aplaudi o que na verdade queria é ser aplaudida. Mais também que bobagem a minha, alguém que acorda às 04h56m e vem com uma vontade louca de escrever, desabafar, que seja. Onde só quer deixar umas linhas que já não faze sentido, realmente deixou de sonhar, pois acabará de acorda.
Esse texto foi escrito no meu diário. Sim! eu tenho um diário, não penso que só quem é adolescente usa-o. Desde os meus 17 anos eu tenho diário, são até hoje quatro, e pelo que vi, ira durar só até dezembro, por isso já comprei o quinto. 2013 começo com novas páginas e livro novo. Gosto de diário, pois nele desabafo, conto coisas que ninguém sabe, é como um "amigo" que venha a saber tudo de mim, e não diz nada a ninguém.
Nunca fui do tipo de pessoa que se abri com amigos/a, sempre guardei muito o que sinto, o que penso. Só me abria com meu Pai e isso acabou me deixando o tipo pessoa que se fecha diante um problema. É fato, que são raras as pessoas com quem voce pode confiar, o tempo sempre mostra quem é quem, e foram esses pensamentos que me fizeram não confiar muito nas pessoas, sempre "confiar sem confiar".
É uma forma de se poupar, quem voce acha que é, nem sempre é, e quem voce não acha nada, sempre é quem voce pode contar.. Estou em um momento difícil em minha vida, estou abrindo mão de pessoas das quais coloque antes no topo das minhas prioridades. Na verdade não estou tirando ninguém da minha vida, nunca fiz isso, nunca tiro ninguém, o tempo me mostra quem é quem, e onde merece ficar.
Estou precisando de tempo, tempo para mim, tempo para aquetar esse meu coração cansado, estou precisando renovar meus sonhos, reabastecer minha "alma", carrega-la de fé, amor e esperança.
Estou precisando limpa minha "casa interna" por toda sujeira para fora, abrir às janelas, deixar o sol entra, por umas flores no meu jardim, deixar o vento me tocar, ver um pouco o pôr-do- sol.
Deixar de lado a armadura, usar o branco como escolha, esquecer o passado ruim, e deixar o futuro bom vir. Ter mais fé, e deixar o e deixa meus pés guiarem meu caminho, tendo como desejo não encontrar "pedras" mas se as encontrar guarda-las todas e não ter medo de nada.
Sendo assim, deixo aqui usando palavras um pouco sem sentido, mais que para mim foram todas sentidas, digo que preciso de tempo, apenas tempo. E volto em algum momento .
“Tenho visto tua luta minha pequena… Eu estou contigo nunca te deixei, nem te deixarei confie em mim. Você pode até não entender o porque coloquei isso no seu coração e não deu certo agora, mas; nem sempre o certo tem que ser agora, continue acreditando; eu estou contigo, e surpresas virão.”
— com amor Deus.
SONHO A LUTA
Me vi poeta, de um esquecido ritual
Na pedra rubra na ilusão de haver feito
Uma honraria desmerecida. De sonhar
No momento em que minha vida, estreito.
Incluí um em mim esta verdade, estar
Fazendo a coisa certa... iludi, julguei
Hoje me cobram, os tais ancestrais
Que do tempo não digam, ancorei.
Maltratei as rosas de minha volúpia
Por trazê-las nas mãos, as mãos que te dei
Com tudo arrumado, começo e fim.
Voltar ao sonho,
Já não distraem os poetas.
Tantas vezes dei o lugar foco, da lei
E ao transformar-me no comum, se esvaem
Momentos impossíveis, pedaços que não sei.
O emblema rebrilha, forçado contra-mão
Contra o dia, tempo que resvala o sol
E derrete-se na fornalha, o meu coração.
Se nisto não vejo sentido, os outros nós
Que pela vida pontilhei varandas até no chão
Tentarei se encontro nas rachaduras secas
O sentido que sou, o que recolhe a mão
Sou alguém, e se já me perca.
