Texto sobre Luta
DEUS É FIEL
A vida é uma constante luta
Onde não tem lugar para covardes!
A disciplina valoriza os sonhos...
A fe que nos faz alcançar o céu
O trabalho pelo pão de cada dia
Revela valentia com sorriso no rosto
Mesmo que as vezes lágrimas rolem
Pela saudade ou pelas ausências
Que se fazem necessarias pra viver.
O reflexo nos olhos de uma rainha
Mâe que através dos sentimentos
Na capacidade de amar sem limites
Para que entendam um pouco do amor de Deus!
Precisamos valorizar o que temos
Pois sempre alguém nos espera
Para compartilhar até mesmo do pouco
Para que o mundo se torne melhor
Porque o Senhor é o nosso refúgio!
Entao faça o seu melhor
Porque Deus esta no controle!
Jamais esqueça:
DEUS É FIEL!
Filho, não dá para falar desse ser singular sem lembrar de luta, insistência e resiliência. Sua história envolve tantos episódios, tantos capítulos, tantos contextos da natureza humana. Há coisas que se podem ver, outras que se podem acessar, mas há também aquelas que só se revelam quando se olha para além da superfície.
E eu me pergunto: onde você bebeu essas goladas de força e resistência que fizeram de você esse sol? De onde vem essa luz que ilumina o seu avesso e escapa pelos seus poros, mesmo quando a vida insiste em testar sua força?
Talvez seja justamente aí que esteja a sua maior virtude: na humanidade que você carrega. E talvez a sua grandeza esteja nessa espécie de santidade que não se anuncia, não se veste de perfeição, simplesmente existe.
Você é luz porque, mesmo atravessando sombras, não deixou de iluminar.
Que Haja Luta antes que venha o Luto
Nunca se sabe quando é o último dia, o último abraço, a última despedida, o último momento de alegria ao lado daquela pessoa, a última melodia a ser ouvida, o último sorriso compartilhado, a última viagem, os últimos passos, e, devido à falta de tal sabedoria, cada um vai seguindo entre conquistas e adversidades.
Seguimos e não aproveitamos exatamente como deveríamos; ignoramos o fato de que as discussões muitas vezes são à toa e não nos trazem nenhuma serventia, que a vida não permite voltar no tempo, a não ser em pensamentos, e nem sempre vem aquele bom sentimento de nostalgia, podendo ser a porta para um grande lamento.
Quanto mais o bom senso passa a ser escasso, mais necessário ele se torna, pois não deve ser desprezado para que o viver seja bem praticado, o mais aproveitado possível, sem aquela prisão pelas perdas, dificuldades e outras formas de tristeza que tiram a liberdade de usufruir todas bênçãos e presenças de verdade.
Não quero que ninguém se entristeça lendo essas palavras, mas que possamos tratá-las como um alerta para que os últimos suspiros não venham a ser desperdiçados; peço que tudo seja conduzido por Deus, que o presente seja vivido antes que o passado seja saudades, que haja Luta antes que venha o Luto e o próprio mundo se perca na vaidade.
A gente nunca sabe o tamanho da luta que alguém está enfrentando em silêncio.
Por isso, que a nossa passagem pela vida dos outros seja leve. Que a gente saiba oferecer gentileza sem perguntar se será devolvida, cuidado sem fazer alarde e afeto sem medir merecimento.
Há encontros que não resolvem a vida, mas devolvem coragem para continuar.
E isso já é uma forma bonita de amor.
Edna de Andrade
A glória não está simplesmente em vencer a guerra, mas na brava luta pela vida que é o único caminho disposto pela Natureza, para perpetuá-la...
Aglória é o próprio sangue derramado... Isso é glória! Por isso Cristo é Rei! Imagine agora a paz eterna... Você acha mesmo que ela existe? Ele disse que veio para trazer a espada! Há tempos de guerra, e tempos de paz em todo o Universo...
UM INTRÓITO À LEITURA DE O LIVRO DOS MÉDIUNS.
OS SISTEMAS NEGATIVOS E A LUTA CONTRA A EVIDÊNCIA: COMO ALLAN KARDEC DESMONTA AS OBJEÇÕES AO ESPIRITISMO.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro.
No cerne da negação
Toda grande descoberta atravessa o mesmo tribunal da História: primeiro é ridicularizada, depois combatida e, por fim, compreendida. Assim ocorreu com as revoluções científicas, filosóficas e religiosas. O Espiritismo, ao surgir no século XIX, não escapou a esse destino. Em O Livro dos Médiuns, Allan Kardec catalogou e analisou, com serenidade e método, as principais objeções levantadas contra os fenômenos espíritas. Em vez de responder com paixão, respondeu com observação, lógica e experiência.
Sua análise permanece atual porque revela um aspecto permanente da natureza humana: quando a realidade desafia convicções arraigadas, muitos preferem negar os fatos a rever as próprias certezas.
I – OS SISTEMAS. NEGATIVOS: A NEGAÇÃO DA EVIDÊNCIA.
São as doutrinas daqueles que, incapazes de apagar a luz, escolhem fechar os olhos e declarar que o Sol não existe.
1. O Sistema do Charlatanismo (38)
Segundo essa hipótese, todos os fenômenos espíritas seriam fruto de fraude deliberada. Trata-se da generalização do abuso para invalidar o uso: porque alguns recorreram ao embuste, conclui-se que toda manifestação mediúnica é impostura.
Kardec demonstra a fragilidade desse raciocínio. Onde não existe interesse financeiro, prestígio ou benefício material, desaparece o principal motivo para a fraude. Julgar toda a mediunidade pelos casos de falsificação seria tão ilógico quanto negar a autenticidade da moeda porque existem falsificadores.
Contra-argumento: O fato de existir moeda falsa não elimina o Tesouro; apenas confirma que existe algo valioso a ser imitado.
2. O Sistema da Loucura (39)
Quando não é possível acusar o espírita de fraude, tenta-se classificá-lo como insano. Surge, então, o argumento ad hominem disfarçado de diagnóstico.
Kardec observa, porém, uma curiosidade: essa suposta "loucura" parecia atingir justamente estudiosos, magistrados, médicos, cientistas e homens de letras. A hipótese patológica transforma-se, assim, numa tentativa de desqualificar pessoas sem enfrentar os fatos que elas apresentam.
Contra-argumento: Se enxergar além do véu é loucura, talvez a cegueira voluntária seja o mais perigoso dos estados de sanidade.
3. O Sistema da Alucinação (40)
Aqui se admite a sinceridade das testemunhas, mas nega-se a confiabilidade de seus sentidos. Tudo seria uma ilusão coletiva.
Entretanto, os fenômenos observados produziam efeitos físicos concretos: mesas deslocavam-se, objetos caíam, móveis quebravam-se e diversas pessoas podiam verificar simultaneamente o acontecimento.
Uma alucinação não desloca matéria nem produz consequências físicas mensuráveis.
Contra-argumento: Aquilo que pesa, move, quebra e pode ser verificado por vários observadores deixa de pertencer ao campo da simples ilusão.
4. O Sistema do Músculo Estalante (41)
Alguns atribuíram as famosas tiptologias ao estalar voluntário dos tendões do músculo peroneal.
Embora essa hipótese pudesse explicar certos ruídos isolados, fracassava diante dos fatos: os sons respondiam inteligentemente às perguntas, deslocavam-se pelas paredes, teto e móveis, além de ocorrerem sem qualquer contato físico.
Contra-argumento: Explicar respostas inteligentes pelo estalar de um tendão equivale a atribuir uma sinfonia ao rangido de uma porta.
II – OS SISTEMAS DAS CAUSAS FÍSICAS E PSÍQUICAS: A ADMISSÃO PARCIAL DOS FATOS.
Nesta etapa, o fenômeno já não é negado. Reconhece-se sua existência, mas recusa-se sua verdadeira origem.
5. O Sistema das Causas Físicas (42)
Segundo essa interpretação, tudo seria consequência do magnetismo, da eletricidade animal ou de fluidos naturais.
Kardec reconhece a existência dessas forças, mas pergunta: como uma força cega poderia responder perguntas, identificar pessoas, transmitir ensinamentos ou demonstrar vontade própria?
Quando o efeito manifesta inteligência, a causa já não pode ser considerada meramente mecânica.
Contra-argumento: Quando um fluido começa a pensar, deixa de ser apenas fluido para revelar uma inteligência.
6. O Sistema do Reflexo (43)
Essa hipótese afirma que toda comunicação seria apenas a projeção inconsciente do pensamento dos presentes.
Contudo, diversas mensagens continham informações desconhecidas pelos participantes, eram escritas em idiomas ignorados pelo médium ou contrariavam completamente suas opiniões pessoais.
O fenômeno ultrapassava os limites da psicologia individual.
Contra-argumento: Nenhum espelho revela aquilo que nunca esteve diante dele.
7. O Sistema da Alma Coletiva (44)
Propõe que as almas dos presentes se fundiriam numa inteligência coletiva capaz de produzir todas as comunicações.
Kardec registra essa hipótese apenas como curiosidade histórica, observando que ela multiplica as dificuldades em vez de resolvê-las.
Para evitar admitir um Espírito comunicante, cria-se uma entidade ainda mais complexa.
Contra-argumento: Inventar uma consciência coletiva para negar um Espírito individual é trocar um mistério por outro ainda maior.
8. O Sistema Sonambúlico ou da Superexcitação (45)
Segundo essa teoria, o médium apenas teria suas faculdades intelectuais extraordinariamente ampliadas durante o transe.
Kardec admite que estados anímicos especiais existem, mas ressalta que isso não explica mensagens produzidas sobre assuntos totalmente desconhecidos pelo médium, escritas com rapidez, naturalidade e independência de sua consciência.
Contra-argumento: A exaltação pode ampliar talentos existentes, mas não cria conhecimentos inexistentes.
III – OS SISTEMAS TEOLÓGICOS: ENTRE O DEMÔNIO E A INFALIBILIDADE.
Quando a investigação experimental é abandonada, surgem as interpretações exclusivamente dogmáticas.
9. O Sistema Demoníaco (46)
Para essa corrente, todas as comunicações seriam obra exclusiva do demônio.
Kardec responde com uma pergunta decisiva: por que o mal ensinaria constantemente o bem, recomendando caridade, perdão, humildade, oração e amor a Deus?
A própria hipótese contradiz seus pressupostos.
Contra-argumento: Um demônio que ensina o Evangelho trabalha contra si mesmo.
10. O Sistema Otimista (47)
No extremo oposto, acredita-se que todos os Espíritos sejam perfeitos simplesmente porque desencarnaram.
Kardec demonstra que a morte transforma a condição física, não o caráter moral.
O progresso espiritual continua após a desencarnação.
Contra-argumento: A sepultura não é uma escola instantânea de perfeição.
11. O Sistema Uniespírita (48)
Segundo essa interpretação, apenas Cristo se comunicaria, assumindo diferentes identidades.
Kardec mostra que essa hipótese implicaria atribuir ao próprio Cristo comunicações banais, contraditórias ou mesmo mistificadoras, incompatíveis com sua natureza moral.
Contra-argumento: Reduzir toda a multiplicidade espiritual a uma única voz é transformar uma orquestra inteira em uma única nota.
IV – A SÍNTESE DA
OBSERVAÇÃO.
12. O Sistema Multiespírita (49)
Este não nasce da especulação, mas da observação continuada.
Kardec reúne os princípios que decorrem da experiência: os Espíritos são as almas dos homens; conservam sua individualidade; ocupam diferentes graus de evolução; influenciam o mundo material e moral; comunicam-se por intermédio dos médiuns; e revelam sua condição pelo conteúdo de suas manifestações.
Não se trata de uma hipótese isolada, mas da conclusão obtida pela comparação metódica de milhares de comunicações.
Contra-argumento: A verdade não se revela por um único ângulo, mas pela convergência harmoniosa de todos os fatos.
13. O Sistema da Alma Material (50–51)
A última divergência analisada por Kardec é mais terminológica do que doutrinária.
Discute-se se alma e perispírito seriam uma única substância em diferentes graus de depuração ou princípios distintos.
Para Kardec, a distinção permanece útil: a alma é o princípio inteligente; o perispírito é seu envoltório semimaterial. A questão, contudo, não altera os fundamentos morais da Doutrina Espírita.
Como sintetiza Lamennais, o perispírito é o instrumento; a alma é a inteligência que o utiliza.
Contra-argumento: Discutir a natureza do facho enquanto a casa permanece na escuridão é esquecer a finalidade da própria luz.
Conclusão.
Ao examinar cada sistema contrário ao Espiritismo, Allan Kardec não procurou vencer adversários, mas compreender argumentos. Sua metodologia permanece um modelo de investigação racional: observar antes de concluir, comparar antes de afirmar e submeter toda hipótese ao controle dos fatos.
Mais do que responder aos críticos de seu tempo, Kardec demonstrou que nenhuma teoria se sustenta quando ignora a totalidade das evidências. A verdade não teme o exame; ao contrário, fortalece-se por ele.
"Negar um fato é simples; difícil é explicá-lo de maneira mais coerente do que a própria realidade o faz."
Fontes.
Allan Kardec. O Livro dos Médiuns, Segunda Parte, Capítulo IV – Dos Sistemas (38–51).
Allan Kardec. Revista Espírita (1858–1869).
Allan Kardec. O Livro dos Espíritos.
Allan Kardec. A Gênese.
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ABENÇOADA LUTA.
Há uma forma de evangelho que não se encontra apenas nas páginas escritas, nem repousa exclusivamente nos templos erigidos pela tradição humana. Trata-se de um evangelho vivo, silencioso, invisível aos olhos apressados, porém profundamente legível à consciência que se encontra em sintonia com o bem, o bom e o belo. É o evangelho da doação, aquele que se escreve com gestos e se consagra no sacrifício cotidiano.
Aquele que se entrega ao próximo sob a luz do amor de Jesus não apenas auxilia, mas transforma-se em instrumento da própria luz que oferece. E, nesse movimento sublime, ocorre um fenômeno espiritual de alta significação moral: ao doar-se, o indivíduo é também abençoado pela mesma claridade que irradia. A lei de reciprocidade espiritual não é mecânica, mas profundamente ética, conforme ensina a doutrina quando afirma que "fora da caridade não há salvação", indicando que a verdadeira ascensão se dá pelo exercício constante do amor ativo.
Consideremos uma simples narrativa.
Em uma pequena casa de paredes simples, vive Helena, uma mulher já avançada em idade, cujo tempo, aos olhos do mundo, seria de descanso. Contudo, para ela, o tempo deixou de ser propriedade pessoal. Ao despertar, antes mesmo de cuidar de si, dirige-se ao quarto do marido enfermo. Ali, a primeira oportunidade de luta se manifesta: não uma luta ruidosa, mas íntima, contra o cansaço, contra a impaciência, contra a tentação de desistir. Cada gesto de cuidado é uma página desse evangelho invisível.
Mais tarde, ao sair para a rua, Helena encontra uma vizinha abatida pela dor de uma perda recente. Ainda que seus próprios fardos sejam pesados, ela interrompe seu caminho. Eis outra oportunidade de doação. Não há discursos elaborados, apenas presença, escuta e silêncio respeitoso. Nesse instante, o amor não se proclama, mas se faz sentir.
No mercado, um jovem em dificuldade tenta organizar suas compras com recursos escassos. Helena, discretamente, completa o valor que lhe falta. Ninguém observa, ninguém aplaude. Contudo, no plano moral, essa ação reverbera como um ato de elevada dignidade espiritual. Aqui se revela mais uma face da luta: vencer o egoísmo silenciosamente.
Ao retornar ao lar, já ao entardecer, o corpo cansado revela o preço físico de sua jornada. Porém, sua alma encontra-se em serenidade. Ela compreende, ainda que intuitivamente, que o tempo não lhe pertence quando é consagrado ao amor. Nesse entendimento, repousa uma liberdade profunda: a de não viver para si, mas através do bem.
Essa narrativa simples evidencia que o campo da luta bendita não se limita a grandes feitos. Ele se encontra no lar, na rua, nas relações cotidianas, nos encontros aparentemente banais. Cada circunstância é uma convocação. Cada necessidade alheia é uma porta que se abre para o exercício do amor.
A doutrina esclarece que o verdadeiro espírita é reconhecido pela sua transformação moral e pelos esforços que faz para domar suas más inclinações. Tal ensinamento não se restringe a um ideal abstrato, mas se concretiza exatamente nesses momentos descritos. É no domínio de si mesmo que o amor se torna ação legítima.
E mais ainda, quando se afirma que a prece é um ato de adoração, compreende-se que a vida inteira pode converter-se em prece quando orientada pelo serviço ao próximo. Cada gesto de auxílio é uma oração viva, cada renúncia é um cântico silencioso, cada ato de paciência é uma elevação da alma.
Assim, aquele que vive esse evangelho invisível não busca reconhecimento, pois sua recompensa não está nas aparências transitórias, mas na íntima comunhão com a lei divina, que é justiça, amor e caridade.
Que se compreenda, portanto, que a abençoada luta não é um peso imposto, mas uma dádiva concedida àqueles que já conseguem perceber a grandeza de servir. E, mesmo quando o mundo não vê, quando o cansaço se impõe e quando o retorno não vem, ainda assim, cada ato de amor permanece inscrito na eternidade moral do espírito.
FONTES DE APOIO.
"O Livro dos Espíritos", questões 886 e 659.
"O Evangelho Segundo o Espiritismo", capítulo XV.
"Obras Póstumas", estudo sobre a caridade e a moral espírita.
Que cada instante da existência seja reconhecido como solo fértil dessa luta bendita, onde o espírito que ama não se perde, mas se engrandece na mais alta dignidade do bem vivido.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro
O pessimismo paralisa, o otimismo cego ilude, mas há uma terceira via, a lucidez que luta mesmo ferida. Viver é um ato de resistência consciente, onde cada respiração se torna uma afirmação contra o desgaste do tempo. Não busque eternidade em feitos grandiosos, mas no olhar que, por um instante, foi capaz de enxergar além da superfície. Às vezes, é em um gesto simples que o infinito se revela, quase como um sopro que atravessa o tempo.
- Tiago Scheimann
403🙏🌹 ter um bom coração, ter luz ... O missionario no plano físico passam por grandes lutas e um enorme sacrifício para concluir o seu feito, isso faz parte da evolução do ser, onde seres se destacam pela coragem em fazer o bem coletivo sem pensar em si, no seu conforto nos seus, o bem coletivo é a meta...
Os grandes missionários do plano físico renunciam às suas particularidades e conforto da sua vida para o bem fazer, não pensam em recompensa, fazem sem segundas intenções, vem no "DNA" é espiritual, a missão que lhes foi conferida pela luz divina veio com o propósito de o bem fazer em prol de todos sem a quem olhar, mesmo presenciando e vivendo crueldades junto àqueles que sofrem e sente na pele injustiças em toda a sua trajetória de lutas, às trevas tenta de todas as formas destruí-los, Tantos são os missionários e suas lutas que se unem pelo bem de todos e cada qual com a sua tarefa divina no plano físico...
Tarefeiros da luz não desistam dos seus compromissos com a dinvidade sigam na força e na paz, Deus com todos.🌹🙏BOM DIA FAMÍLIA. Ayache Vidal.
401🙏🌹É espiritual, contra às trevas, a luta do bem contra o mal é árdua e difícil e a vitória vem através da renúncia de coisas que nos faz desviar dos caminhos divino, da verdade, da luz, é necessário que o despertar da consciência chegue na vida de cada um de nós, a humanidade está distorcendo a verdade que o mestre Jesus nos deixou como legado, o encantamento das trevas não está restrito apenas na base política, governista, e no judiciário, mas em todos os seguimentos público sociais, a instituição familiar é a mais afetada e isso é muito triste onde valores são invertidos, distorcidos e o povo se contamina dia após dia, esqueceram do aprendizado cristão, deixaram para traz a ética e o moral, repassando para os filhos, em seguida nas escolas e religiões que também os contaminam...
Onde ouvimos coisas absurdas de pregadores, padres, pastores e palestrantes espíritas cristã, lógico que a carapuça só serve para quem serve, vemos aí quase todo o judiciário comprometido em todas às instâncias onde muitos advogados, associados e juristas fecham os olhos para todo absurdo que ocorre nas esferas superiores onde muitos condenam inocentes por crimes não praticado assinam embaixo o teatro de inverdades aplaudindo o feito, onde até desinformados enxergam os erros jurídicos, pior são às faculdades e universidades por onde passam alunos que aprendem todo esse distúrbio e descontrole de um aprendizado desconecto, e historiadores que divulgam mentiras para quem acredita, não estudaram a geopolítica dentro da realidade, distorcendo fatos condenando inocentes e absolvendo culpados, assim ignorando o sofrimento cruel e covarde que o povo sofre e sofreu cada qual em sua existência...
Temos que esquecer nossas vaidades e deixar de lado às coisas materiais, se dedicando às coisas espirituais que nos libertar vamos orar, se dedicar às preces e vibrações de luz, assim o oculto se revelará, o despertar da consciência é o caminho da libertação e da escravidão humana em todos os sentidos, não se trata de ideologia política partidária, mas de uma batalha espiritual contra às trevas e forças malignas, onde missionários da luz do plano físico e espiritual travam para nos mostrar o caminho para Deus, para, Jesus, para luz divina "conhecereis a verdade que libertar" Deus conosco sempre...🌹🙏BOM DIA FAMÍLIA. Ayache Vidal.
Um poema grande morde a isca do poeta ai começa a luta pela palavra certa, o jogo é indo cansando o danado em frase aberta, dando linha pra não perder a pesca, o bruto pesa na rima — o poeta enrola o raciocínio focado na meta; o branco rabeia na mente negando a palavra: o poeta astuto solta mais linha vendo a oportunidade na água, sabe que usou isca pra grande sinestesia quem narra embarca no peso da pesca criando o gosto por frases onde tem
poesia
Leonardo Mesquita
Não me é concebível que o Dia de Luta por Direitos das Mulheres seja edulcorado para virar
Dias de Glórias
— nem Política nem Comercial.
Quando uma data nascida da dor e na dor, da resistência e da coragem coletiva é transformada em vitrine de marketing ou palanque de conveniências, algo essencial se perde no meio do caminho.
A Memória das Mulheres que enfrentaram jornadas desumanas, violência, silenciamento e invisibilidade não foi construída para decorar discursos, mas para provocar mudanças reais na estrutura da sociedade.
Há um certo conforto em celebrar conquistas com flores, campanhas publicitárias e hashtags bem elaboradas.
O problema é quando essa estética da homenagem passa a substituir o compromisso com a transformação.
A luta, então, vira cerimônia; a denúncia vira slogan; e a história vira produto.
Direitos não nasceram de gentilezas institucionais nem de estratégias de branding.
Foram arrancados à força da persistência de Mulheres que se recusaram a aceitar o lugar que lhes foi imposto.
Cada avanço carrega o peso de muitas que pagaram caro demais para que hoje se fale ou se sonhe em igualdade.
Por isso, quando o dia que deveria ser de memória crítica se transforma apenas em ocasião para discursos oportunos e promoções temáticas, corremos o risco de anestesiar aquilo que ainda precisa incomodar.
Porque enquanto houver violência, desigualdade e silenciamento, essa data não pode ser apenas comemorativa — ela precisa continuar sendo inquietante.
O verdadeiro respeito a essa luta não está na doçura das homenagens, mas na honestidade de reconhecer que ainda há muito a ser enfrentado.
Afinal, datas históricas não existem para nos confortar; existem para nos lembrar de que a história ainda está sendo escrita — e de que a Responsabilidade por ela também é nossa.
Feliz Dia de Lutas — Feliz Futuro de Glórias, Mulheres!
O
Machismo Invisível:
As Sutilezas que Enfraquecem
a
Nossa Luta.
Para fortalecermos Honestamente a Luta contra a Violência de Gênero, primeiramente precisamos quase todos nos desconstruirmos…
A começar pelo hábito de “feminilizar” a pessoa do machista que fingimos combater.
Há uma contradição muito silenciosa nisso.
Quando associamos o comportamento machista a algo “feminino” como forma de ofensa, não estamos combatendo o machismo — estamos apenas reafirmando, disfarçadamente, a mesma lógica que sustenta o problema.
É como tentar apagar um incêndio jogando sobre ele o combustível que fingimos rejeitar.
Essa distorção revela o quanto o machismo não está apenas nos atos mais explícitos, mas também nos detalhes da linguagem, nas piadas, nas expressões automáticas, nos vícios culturais que repetimos sem perceber.
Combatê-lo exige mais do que apontar o outro — exige coragem para revisitar a si mesmo.
Porque é sempre mais confortável enxergar o machismo como algo externo, encarnado em figuras caricatas, distantes de nós.
O difícil é admitir que ele também se manifesta em pequenas permissões, em risos coniventes, em palavras mal escolhidas que carregam séculos de desvalorização, demonização e desumanização do Feminino.
Desconstruir-se, nesse contexto, não é um gesto de fraqueza — é um ato de responsabilidade.
É reconhecer que a luta contra a Violência de Gênero não se sustenta apenas em Discursos Inflamados ou indignações pontuais, mas na coerência entre o que se defende e o que se pratica, inclusive no invisível.
Enquanto o Feminino continuar sendo usado como sinônimo de inferioridade, fragilidade ou motivo de ridicularização, o machismo seguirá confortável, até mesmo entre aqueles que juram combatê-lo.
E talvez o verdadeiro avanço comece quando entendermos que não basta lutar contra o agressor — é preciso também desarmar, dentro de nós, as ideias medonhas que o legitimam.
Mulher: matriz da vida
Tua luta firme e incansável nos protege todos os dias.
Tua força vigorosa e admirável nos sustenta todos os dias.
Tua sensibilidade delicada e humana nos ensina todos os dias.
Tua sabedoria prudente e luminosa nos orienta todos os dias.
Tua presença doce e inspiradora ilumina nossos caminhos todos os dias.
Tua esperança viva e resiliente renova nossas vidas todos os dias.
Teu brilho sereno e materno no olhar traduz tua delicadeza de ser mãe.
Teu sorriso largo e acolhedor nos encanta e nos abraça.
Teu carinho terno e generoso nos fortalece suavemente.
Teu carinho constante e afetuoso revela tua amabilidade e proteção.
Teu amor sincero e fiel e tua fé firme e serena são símbolos de paz interior.
Teu significado nobre e profundo é importante para todos nós eternamente.
Tempo, tenho um acordo contigo
Nunca fui do tipo de pessoa que luta por seus sonhos, mas sempre sonhei. Não sei o que será do meu futuro, mesmo agora no presente, nunca imaginei que seria assim. Por vezes no "passado" deitada em minha cama, como agora, pensava como seria meu futuro, e veja como é. Até onde cheguei, será que meu futuro será pior que meu presente?
Espero que não. É muito triste voce quando criança fica sonhando "acordada" de como que seria meu futuro, das coisas que ira fazer, da sua profissão, e quando voce fica adulta/o vê o que se tornou, onde chegou e o que conquistou. Voce muda seus sonhos, mais ainda sonha. Nada será como antes, nem voce é como antes. Queria voltar a ser criança, pena que não posso, adoraria voltar a brincar de casinha com minhas vizinhas.
Ficar na rua brincando até a noitecer. Pegar minhas bonecas e fazer de conta que sou mãe delas. São tantas lembranças, são tantos momentos, são tantas pessoas que fizeram parte da minha infância, que não fazem mais parte de nada.
É tudo tão injusto, porque voce vive tantas emoções, é feliz em cada situação quando criança e depois de adulto tudo fica esquecido no tempo, como se não tivesse existido.
Como se voce nunca tivesse vivido nada, como se tudo fosse realmente um sonho. Feliz aquele /a que ainda é criança, que carrega a pureza em seu coração, que não sabe o que é trair, enganar, matar nem roubar e mentir. Feliz aquela criança que têm como única preocupação que horas que vai começa o desenho favorito na Tv. Ou, com que rouba sua boneca vai usar, ou se os meninos vão vir joga bola.
Enfim, feliz aquela criança que sabe ser "criança". Que brinca como criança, que têmos sonhos de criança. Que não se modifique pela tecnologia, que não virou uma uma cópia de um adulto mentiroso. Eu queria voltar a ser criança porque sabia faze do meu mundo uma grande brincadeira, atitude que agora perdi o rumo, não comando mais a "peça teatral" da minha vida, sou levada.
Cheguei em um ponto, que perder o sorriso virou rotina. Ocultar uma dor já tiro de letra, mentir que estou bem, já ganhei do pinóquio. Já nem sei quem sou, ou quem quero ser.
Não sei como fecho esse livro de horrores da minha vida, para que novas páginas ganham vida, e veem com cores vivas. Já apaguei muitas linhas, outras preferir riscar, como quem tenta enganar alguma coisa, outras a minha "caneta" estava fraca, que nem a "cor" saia.
Nunca fui de deixar que percebessem, na verdade ninguém nunca soube mesmo nada.
Nunca fui protagonista, sempre figurante, sempre deixei os "outros" serem aplaudidos, sempre fechei a cortina, sempre aplaudi o que na verdade queria é ser aplaudida. Mais também que bobagem a minha, alguém que acorda às 04h56m e vem com uma vontade louca de escrever, desabafar, que seja. Onde só quer deixar umas linhas que já não faze sentido, realmente deixou de sonhar, pois acabará de acorda.
Esse texto foi escrito no meu diário. Sim! eu tenho um diário, não penso que só quem é adolescente usa-o. Desde os meus 17 anos eu tenho diário, são até hoje quatro, e pelo que vi, ira durar só até dezembro, por isso já comprei o quinto. 2013 começo com novas páginas e livro novo. Gosto de diário, pois nele desabafo, conto coisas que ninguém sabe, é como um "amigo" que venha a saber tudo de mim, e não diz nada a ninguém.
Nunca fui do tipo de pessoa que se abri com amigos/a, sempre guardei muito o que sinto, o que penso. Só me abria com meu Pai e isso acabou me deixando o tipo pessoa que se fecha diante um problema. É fato, que são raras as pessoas com quem voce pode confiar, o tempo sempre mostra quem é quem, e foram esses pensamentos que me fizeram não confiar muito nas pessoas, sempre "confiar sem confiar".
É uma forma de se poupar, quem voce acha que é, nem sempre é, e quem voce não acha nada, sempre é quem voce pode contar.. Estou em um momento difícil em minha vida, estou abrindo mão de pessoas das quais coloque antes no topo das minhas prioridades. Na verdade não estou tirando ninguém da minha vida, nunca fiz isso, nunca tiro ninguém, o tempo me mostra quem é quem, e onde merece ficar.
Estou precisando de tempo, tempo para mim, tempo para aquetar esse meu coração cansado, estou precisando renovar meus sonhos, reabastecer minha "alma", carrega-la de fé, amor e esperança.
Estou precisando limpa minha "casa interna" por toda sujeira para fora, abrir às janelas, deixar o sol entra, por umas flores no meu jardim, deixar o vento me tocar, ver um pouco o pôr-do- sol.
Deixar de lado a armadura, usar o branco como escolha, esquecer o passado ruim, e deixar o futuro bom vir. Ter mais fé, e deixar o e deixa meus pés guiarem meu caminho, tendo como desejo não encontrar "pedras" mas se as encontrar guarda-las todas e não ter medo de nada.
Sendo assim, deixo aqui usando palavras um pouco sem sentido, mais que para mim foram todas sentidas, digo que preciso de tempo, apenas tempo. E volto em algum momento .
“Tenho visto tua luta minha pequena… Eu estou contigo nunca te deixei, nem te deixarei confie em mim. Você pode até não entender o porque coloquei isso no seu coração e não deu certo agora, mas; nem sempre o certo tem que ser agora, continue acreditando; eu estou contigo, e surpresas virão.”
— com amor Deus.
SONHO A LUTA
Me vi poeta, de um esquecido ritual
Na pedra rubra na ilusão de haver feito
Uma honraria desmerecida. De sonhar
No momento em que minha vida, estreito.
Incluí um em mim esta verdade, estar
Fazendo a coisa certa... iludi, julguei
Hoje me cobram, os tais ancestrais
Que do tempo não digam, ancorei.
Maltratei as rosas de minha volúpia
Por trazê-las nas mãos, as mãos que te dei
Com tudo arrumado, começo e fim.
Voltar ao sonho,
Já não distraem os poetas.
Tantas vezes dei o lugar foco, da lei
E ao transformar-me no comum, se esvaem
Momentos impossíveis, pedaços que não sei.
O emblema rebrilha, forçado contra-mão
Contra o dia, tempo que resvala o sol
E derrete-se na fornalha, o meu coração.
Se nisto não vejo sentido, os outros nós
Que pela vida pontilhei varandas até no chão
Tentarei se encontro nas rachaduras secas
O sentido que sou, o que recolhe a mão
Sou alguém, e se já me perca.
Num plano distante vejo o mundo la fora e tudo pelo que me mantenho em luta,
em guarda.
Vejo os relacionamentos com o mundo exterior.
Todo bem e todo mal na busca da realização.
Neste plano o relógio se movimenta tão rápido que sempre faltam algumas voltas para completar o meu dia.
O mundo la fora e cruel,
me atropelaria facilmente,
trituraria meu coração por nada.
E neste cenário,
eu sou reprodução do ambiente.
Correndo,
correndo...
Num plano intermediario,
observo as minhas ligacoes afetivas,
tão vulneráveis quanto uma bolha de sabão.
Na maioria das vezes vejo claramente que só restarão os elos escritos pelo código genético.
Só a convivência obrigatória,
esfacelada pelo tempo,
pela vontade de fugir.
Mas não há possibilidade de fuga,
estou tão presa aqui quanto no primeiro plano,
e tudo necessário,
seguir adiante e necessário,
esquecer de si mesmo e necessário,
aprender a ultrapassar o próprio sentimento primordial.
Num plano mais próximo,
aqui onde estou de pé,
presa atrás de um a vidraça ,
assisto de dentro de mim,
o que me tornei,
seguindo os moldes da necessidade,
tudo la fora e furacão,
intensidade,
velocidade.
Mas vejo tudo em camera lenta,
não sei o que busco em meio aos destroços la fora.
Talves só olhar pra você e sentir que vale a pena só por um instante.
E quando estes três planos da minha realidade forem sobrepostos ,
um filme de poucos segundos vai mostrar você passando por mim sem me notar,
sem me enxergar, sem me tocar,
e deixar um imenso vazio onde você nunca esteve!
Se fez então uma aparência mais agradável
Era a luta por uma transição
Mesmo não sentindo-se confortável, continuou
Lutou e continua à pelejar
Saiu à procura de sementes
Encontrou
Várias
Agora ele está com uma ninfa em seu quarto
Desejando-lhe sorte
Espera que esteja viva
Para que possa renascer como cigarra e cantar
Semeou então algumas sementes
Buscou encontrar novas
Colheu-as
E agora percebe que este trabalho
Não é para um único solitário
Ele deseja um alguém
Quer ouvir o canto da cigarra
Ver a terra se levantar
Semear novamente suas sementes
Por ele
Por ela
Por eles
A nova metamorfose mostrou-lhe a face
Sai do casulo as costas de uma cigarra
Nasce e luta em si uma virtude nova
Esta enciuma, pois causa medo
E ele está mais agradável
Jovem
Neste mês ele está dez anos mais novo.
"O fruto da luta pelo amor pode ser o orgulho de simplesmente lutar, ou a paixão ganha a todo dia ao lado de quem amamos, de qualquer forma, o amor nunca nos deixa passar em vão por dores ou lágrimas, cedo ou tarde ele recompensa a luta com algo maior, e isso nós podemos decidir, podemos esquecer ou podemos simplesmente por isso viver, cedo ou tarde eu poderei simplesmente dizer:
- Eu amo você."
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