Texto sobre Liberdade
O caminho da vida é guiado pelo vento que nos impulsiona rumo à liberdade. Cada passo é uma conquista, cada sonho realizado reafirma a dignidade humana que vive dentro de nós. Nunca esqueça o seu valor; a autoestima nasce da certeza de que somos donos do nosso destino, capazes de transformar desafios em oportunidades. Abrace sua essência, confie em você e siga firme os passos rumo à realização e à paz interior.
Estou exausto. Desejo partir, anseio por liberdade. Livre para um lugar onde eu possa me aconchegar sem medo, Um lugar onde eu não precise competir para estar, onde eu não precise me desfazer para fazer algo, um lugar onde eu tenha um cantinho para descansar, onde todo café é quente e toda conversa termina em risada e não em silêncio.
No ponto mais profundo, não há nem mesmo liberdade, porque nunca houve aprisionamento. A noção de libertação só faz sentido enquanto há alguém que se percebe preso. Quando essa base desaparece, não resta conquista, nem estado, nem realização - apenas o que nunca começou e nunca terminará.
Almejada liberdade de um céu azulado, a expressividade de um mar azul, curvas e ondas, olhos iluminados, olhar corajoso, uma flor amável que se destaca de um jeitoso majestoso mesmo em um jardim bastante florido, onde cada detalhe seu é primoroso, corpo bem desenhado, amostra de um paraíso, aspecto sedutor, rosto delicado, espírito caloroso, essência rica em amor, sentimentos raros, vívidos cabelos soltos, sabor de entusiasmo, impacto fortemente enriquecedor.
A porta fechada nunca existiu — era apenas a chave sonhando com liberdade. O espelho engoliu meu rosto e cuspiu um rio que eu não sabia que carregava. As horas fugiram do relógio e foram morar no vazio entre duas respirações. Eu procurei minha sombra e encontrei luz demais, procurei luz e encontrei a noite me esperando de braços abertos. O silêncio falou tudo o que minha voz tinha medo de dizer, e minha voz, então, virou silêncio por gratidão. Não há caminho — apenas pés que insistem em andar mesmo quando o chão se desfez em perguntas. Não há destino — apenas olhos que enxergam sentido onde o acaso dormia. Eu sou o que nunca fui, sou o que ainda não cheguei, sou o intervalo entre dois batimentos onde a vida inteira acontece. E nesse nada que tudo é, finalmente, me encontro inteiro.
Frente ao trono da liberdade, gaivotas sobrevoam a cidade e asas pairam no ar do horizonte em suas cores laranjadas do pôr do sol. As árvores se alegram com o vento e florescem nos raios de luar. A liberdade se faz em sussurros de pássaros que mais se aconchegam a um ribeirão a matar a sede, em tempos de paz e libertação. A liberdade ocupa todos os lugares, e as flores desabrocham sem medo e se diz que tudo vive na terra e as grades opressoras se rasgam no espírito da noite. A natureza tranquila tem suas leis e tudo acontece no tempo certo de se transparecer, em dedos razantes que habitam o instante das palavras insinuadas que ensinam o mar a se fazer acalmar. Eis que são muitas as distâncias e longe se vai o espírito da floresta, que em toda terra vive. Se a humanidade se nega, nega todas as criações e há oceanos a perder de vista. Eu sou um fragmento do absurdo que muito mais se faz instrumento de conversão entre o poema e o mundo. Eis que tenho pensamentos profundos e as palavras não se bastam, se nomeio as borboletas da tarde. O azul arde ternamente nos olhos, levando a mente a comer a beirada da estrada que se alonga nas praias de nossas convicções. Pois eis que o agora traz muitos elementos e se juntam todas as conjunções da imagem. O amor partiu em uma tarde e os olhos que ficam não choram, pois que a vida impele a uma aceitação calma dos limites do agora. O amor tardou, pois que já não somos mais os mesmos e as bocas não encontram caminhos. E se perde nas espectativas o amor que chamamos de vida. Um corpo que mudou, uma taça que se quebrou. Ama-se o que já se passou e a face bela ganha traços inesperados e o amor se faz desesperado se o corpo mudou e envelheceram os sonhos. O amor parte muitas vezes, procura trem, navio, qualquer caminho que fuja da desilusão. E cava a cova do amor que sobra. Apenas um ama sozinho na estação, sentado recolhido sem perspectiva de abrigo. Amar sozinho é como se fartar em um rio seco. A água que não mata a sede, mas é inútil olhar para baixo e para trás, haja visto que trem que leva trás, bagagem, pessoas, novos amores. A vida se faz sol em plena madrugada e os olhos serenos não esperam nada. A vivência se renova e despedidas antigas fazem menos eco na escuridão desfeita, a terra antes rarefeita, se faz em novas colheitas. Dispersam todos os sonhos da primavera e não há alma que note, pois que se olha para o norte e encontra boa sorte.
“Há uma liberdade silenciosa em viver sem a necessidade de aprovação. Quando percebemos que a voz alheia não define o nosso caminho, compreendemos que a verdadeira paz nasce no intervalo entre o que dizem e o que somos. A maturidade está em ouvir sem se abalar, seguir sem se justificar e lembrar que a dignidade nunca depende do aplauso de ninguém.
No trono da liberdade as borboletas entram pela janela e fazem festa nas suas almas a pousar seus pés de águia. Eu observo e não me movo nas cores mais belas entre elas entrelaçadas. Nesse momento não quero pensar em nada, apenas olhar e divagar sobre as cores variadas que me deixam sobressaltada. Faço uma pausa de pensar em glória e alegria e a natureza me convida a ver os pássaros que esvoaçam na planície de vales pouco explorados, como se carregassem o propósito da humanidade. Os ouvidos da liberdade plenos dos ditames de seu espírito, voltam os olhos ao sol e fios de prata tecem teias inequívocas e sua empreitada ardilosa é digna de exílio. Dispersam os sonhos de prosperidade em primaveras e as flores regozijam o mensageiro da misericórdia no suspiro do mar a trazer lágrimas do céu das memórias. Louvados sejam o céu e o mar, que a terra vermelha contrasta. E o dia se passa. A lua se ergueu na cidade na quietude do sono do sol. A madrugada fria murmura ao vento melodias. Seja o que for, continuaramos a ser. A chuva torrencial no solo da solidão levam os galhos mortos e muito mais enterra nossas raízes na terra. Eis o que se espera em um momento de poético otimismo. Andamos altivos a carregar nossa honra e há vida em muitos mares muitos nunca navegados, idílicas paisagem para esquecer as andanças de nossos caminhos sobre a estrada. Por tal frugalidade os rios riam e seguiam rotas de margem. Um homem quieto e magro silenciava o mês de maio e escondia seu entendimento que certeiro seguia sem qualquer lamento, pois acariava as cordas vocais e suas mãos tocavam flautas inaudíveis no tempo de meu esquecimento e eu me transportava para águas passadas que já não me acrescentava alimentos de vida e minha sina era deixar passar o que passado está. Eu sou uma palavra gentil que atravessa os dedos do verso. Eu sou a filhas dos elementos que enaltece o momento presente.
A vida é um campo aberto e temos a liberdade para escolher as sementes, porém a inevitabilidade da colheita é obrigatória. Eu creio que as instituições, assemelham-se a uma plantação, que ao receber cuidados, direção e dedicação constantes, crescem e produzem frutos, ao serem negligenciada, a plantação enfraquece, seca e, com o tempo, vira mato seco, onde o fogo consome. Uma instituição, governos, igrejas, agremiações esportivas, ou uma família não são estruturas estáticas, e dependem de cuidados contínuos, assim como um cultivo qualquer. Tudo depende do preparo do solo, irrigação, poda e proteção contra pragas. O solo representa os valores e princípios que sustentam o grupo; sementes são objetivos, sonhos e propósitos; a água corresponde ao investimento diário: tempo, dedicação, diálogo e trabalho; apoda simboliza correções necessárias, disciplina e ajustes de rumo; as pragas podem ser conflitos, corrupção, egoísmo, negligência ou divisões internas; e os frutos são os resultados visíveis: crescimento, harmonia, prosperidade e legado. E acredite, uma plantação não morre apenas por ataques externos, muitas vezes enfraquece por falta de cuidados internos, seja ela uma horta, uma grande fazenda, ou instituições de pessoas. Frequentemente o maior risco não virá de fora, mas da negligência, da perda de propósito ou da incapacidade de corrigir problemas enquanto ainda são pequenos. Vemos na própria Bíblia frequentemente essa imagem. Israel é comparado a uma vinha; Jesus fala da videira e dos ramos; e o Reino de Deus é ilustrado por sementes que crescem em diferentes tipos de solo. Em Gênesis, o ser humano recebe a responsabilidade de cultivar e guardar o jardim. Nos Salmos, o justo é comparado a uma árvore plantada junto a ribeiros de águas, que dá fruto no tempo certo. Os profetas falam de Israel como uma vinha que deveria produzir bons frutos, Jesus ensina por meio de sementes, solos, figueiras, videiras e colheitas. Paulo usa a linguagem de plantar, regar e colher para falar da obra de Deus e das consequências das escolhas humanas .Os povos antigos sempre se guiaram pela natureza, fazia parte do cotidiano deles, porque todas as nações tinham a imagem de deuses que traziam verdades profundas: “Deus criou um mundo onde crescimento saudável exige cultivo, tempo e perseverança”, não apenas no sentido material, mas também moral e espiritual. E desde o jardim do Éden até a visão da árvore da vida no Apocalipse, a Escritura está repleta da linguagem do cultivo, do crescimento e dos frutos. A liberdade de escolha está intimamente ligada ao princípio da semeadura e da colheita. Deus dá liberdade para escolher as sementes, mas não para determinar os resultados dessas sementes. Em outras palavras: "Somos livres para semear, mas não somos livres para mudar a natureza da colheita” e toda árvore dará frutos conforme sua semente; e nenhuma delas prosperará por acaso. Se não preparar o solo, selecionar as sementes, regar, proteger e, muitas vezes, podar, a própria negligência, falta de cuidados e administração, enfraquecerá as raízes, não terão forças para crescer, e pouco a pouco secarão e morrerão. Um único princípio, que vale para todos os governos na terra, e os frutos revelarão a qualidade do cultivo. Todos os dias recebemos de Deus o campo e as sementes da vida. Somos livres para escolher o que plantar, onde plantar e quanto plantar. Mas a colheita obedecerá à natureza daquilo que foi semeado. A sabedoria não está apenas em desejar bons frutos, mas em escolher boas sementes. examinar as sementes antes de esperar os frutos. Talvez seja por isso que a Bíblia trate a liberdade com tanta seriedade. Ela não é apenas o direito de escolher; é também a responsabilidade de viver com as consequências das escolhas feitas.
"A proteção da liberdade exige que o erro judiciário seja corrigido. Mas a proteção da segurança jurídica reclama que a coisa julgada não seja desconstituída por mera substituição de interpretações possíveis. O equilíbrio entre esses dois valores é o que preserva a legitimidade da revisão criminal."
Vivemos em uma época que celebra a liberdade como um dogma inquestionável. A felicidade é vendida como um produto, uma conquista individual, um destino a ser alcançado. No entanto, sob o brilho superficial dessa promessa, opera uma máquina social cruel, individualista e competitiva, que produz não realização, mas uma miséria sutil e generalizada.
A busca contemporânea de felicidade e liberdade é, em grande medida, uma ilusão arquitetada pelo próprio ego, que teme o caos, a ambiguidade, a dúvida e o verdadeiro contato com o outro. Em uma sociedade que premia o individualismo e o egoísmo, ser "livre" muitas vezes significa isolar-se, competir e proteger o que é "seu".
Liberdade é não ter limites para se fazer tudo o que não prejudique outras pessoas. Liberdade é ter respeito pelo espaço alheio. Liberdade é estar nos braços do meu amor, ainda que presa pelo seu abraço aconchegante. Liberdade é poder fazer o que se quer, no momento em que quiser, nos lugares e com as pessoas que se pode. Enfim, liberdade não é viver sem regras ou limites. Liberdade é saber conviver e não ser esmagado por elas…
Vive-se uma época em que a liberdade — individual e econômica — é proclamada como fim supremo, enquanto, em paralelo, a autonomia é silenciosamente entregue a objetos que não pensam, não sentem, não sofrem, mas passam a orientar o modo de viver. Busca-se independência e aceita-se condução; exalta-se escolha e pratica-se delegação. E, nesse paradoxo, quanto mais se fala em liberdade, mais se normaliza a dependência que a esvazia.
Toda forma de pensamento que nos impede de questionar pode aprisionar a alma. A liberdade nasce quando ousamos retirar a venda dos olhos e contemplar a luz que sempre esteve além do véu. Não é abandonar crenças ou ideias, mas permitir que a consciência desperte para enxergar com mais profundidade, discernimento e amor.
Vivemos em um tempo de diminuição das diferenças, com a usual liberdade de expressão virtual. ficou bem mais claro que pensamos, vivemos e somos bem diferentes, com isto a renovada ação humanista é inclusiva. Desde as bipolaridades, os portadores do transtorno do Espectro Autista (TEA) como as variações sexuais de gêneros. Afastamos nos do certo e errado, como também do normal e especial, velhas posições de polarização doutrinarias acadêmicas, caíram por terra pela liberdade constitutiva humana de sermos todos únicos, sem o menor direito ético e moral de estabelecermos padrões conhecidos.
A liberdade do pensamento, reside na estrutura consciente e plena dos saberes. Assim como na independência plena das escolhas, que por hora, acha que é a melhor. O livre pensador, jamais afirma que está certo definitivamente, pois o conhecimento caminha e quando erra, volta atrás por humildade humana do conhecimento, desprovida de vaidade. Reformula, desdiz e corrige para chegar mais próximo da verdade, que nunca será soberana e absoluta.
A única forma de exercer nossa soberania e a verdadeira liberdade em nossa nação continental, é pela exaltação constante de nossa verdadeira historia, pelo culto ao comportamento cívico e o personalíssimo proposito de fortalecer nossa própria identidade com nossas festas, crenças e costumes, diferenciando nos e blindando nos de todas as culturas de todos os lugares do planeta.
Todo artista de verdade possui em si a total liberdade na sua complexa criatividade e sendo assim, tem o direito de criar, aprimorar e inovar uma obra de sua própria autoria genuína, sem obedecer os mesmos temas, desenhos, traços, movimentos e cores utilizadas no passado. A marcação do tempo fica a cabo dos críticos e historiadores pois para o verdadeiro artista, não existe este tempo, com o passado, o presente e o futuro, tudo é uma coisa só, entre os sentidos, medos e desejos na livre perspectiva de se melhor expressar.
Não existe amor proibido, ele brota da mais profunda liberdade, se ele não palpita mais por mim, ao bater por outra pessoa,vocês terão todas as forças necessárias, caso se gostem mesmo, tem tudo para se entregarem a ele intensamente, o apoio está ai,para vive-lo mas não pensem que eu farei parte de suas vidas, e muito menos, olharei em suas caras.
