Texto sobre Educação
EDUCAÇÃO INFANTIL: ONDE O
VÍNCULO COMEÇA E O CUIDAR FAZ A DIFERENÇA
A Educação Infantil é o primeiro espaço social fora da família onde a criança aprende a confiar, a se sentir protegida e a criar vínculos. É na creche que muitos pequenos têm, pela primeira vez, uma rotina, um prato de comida, um colo atento e um olhar que observa além do comportamento.
Ser educador na Educação Infantil é assumir uma responsabilidade que vai muito além do ensinar letras, cores ou números. É cuidar do desenvolvimento emocional, físico e social da criança, garantindo seu bem-estar e sua dignidade. Uma creche comprometida é aquela que observa, escuta e age. Que se preocupa não apenas com o que a criança aprende, mas com como ela vive.
Um Relato de Proteção
UM RELATO REAL (NOME FICTÍCIO
Certa vez, acompanhamos a história de uma mãe em situação de vulnerabilidade, cujos cinco filhos estavam matriculados na creche. As crianças viviam em condição de rua e a equipe, atenta, acionou o Conselho Tutelar e a assistência social, conseguindo um abrigo para protegê-los.
Observamos que, na hora da soneca, eles não tinham seus próprios lençóis ou cobertas. A direção providenciou kits de soneca, mas a mãe muitas vezes sumia com eles. O ponto crítico foi em uma sexta-feira: vi a família no ônibus indo em direção à balsa do Guarujá, caminho oposto ao abrigo. Na segunda, a pequena Clarissa (nome fictício) confirmou que passaram o fim de semana em um ambiente de risco. O Conselho foi novamente comunicado. Nossa missão é essa: cuidar, observar e agir para reescrever histórias.
“A creche não é depósito.
É base.
E base precisa de sustentação.
Gotinhas de Amor que Relatam
O Amor como Alicerce da Educação
O amor na educação transcende o mero sentimento; ele se manifesta como uma atitude consciente de cuidado, respeito e compromisso com o desenvolvimento integral do aluno. No ecossistema escolar, relações fundamentadas na empatia e no acolhimento são o combustível que impulsiona o verdadeiro processo de aprendizagem.
Quando o estudante se sente valorizado em sua individualidade, sua motivação floresce. Ambientes afetivamente seguros não apenas ensinam conteúdos, mas fortalecem o desenvolvimento emocional, social e cognitivo, preparando o indivíduo para a vida.
“O vínculo positivo entre educador e estudante é o fator que mais contribui para o aumento da autoconfiança e do interesse genuíno pelos estudos.”
1.1 A Importância do Afeto no Aprendizado
1.2 O amor no ambiente educacional traduz-se em gestos práticos:
Atenção Individualizada: Respeitar o tempo e as necessidades específicas de cada aluno.
Validação Emocional: Reconhecer os sentimentos do estudante para que ele se sinta seguro para aprender com os erros.
Linguagem de Incentivo: Utilizar palavras que fortaleçam a autoestima e a coragem.
Ambiente de Pertencimento: Criar um espaço onde todos sintam que sua presença é essencial.
1.3 A Empatia como Ferramenta de Transformação
1.4 A empatia é a habilidade mestre da prática educativa. Ao se colocar no lugar do aluno, o educador cria uma conexão de confiança onde as dificuldades podem ser expressas sem medo.
“A natureza fez a criança para ser amada e ajudada, não para ser instruída apenas.”
Jean-Jacques Rousseau
O que significa a Educação Infantil para você?
Se me perguntassem hoje qual é a verdadeira missão da Educação Infantil, eu responderia sem hesitar: acolher para transformar. Mais do que preparar a criança para os livros do futuro, a primeira infância é o momento de semear a base de quem ela será para o mundo.
Na minha caminhada como educadora, aprendi que antes das letras e dos números, a criança precisa aprender três pilares fundamentais:
• Empatia – para aprender a olhar o outro com afeto.
• Respeito – para compreender e acolher as diferenças de forma natural.
• Autonomia – para descobrir que suas pequenas mãos e passos têm força e valor.
E como ensinamos tudo isso para os pequenos? A resposta é simples e mágica: através do brincar.
Para mim, a Educação Infantil vem do brincar. O brincar não é um passatempo ou uma distração; é a linguagem universal da infância. É na brincadeira, no faz de conta, no chão da sala e na roda de histórias que a criança experimenta o mundo, resolve conflitos, elabora suas emoções e aprende a conviver.
Através do brincar, nós podemos ensinar tudo. Podemos falar de limites, de sentimentos, de regras e, acima de tudo, de amor. É no lúdico que a mágica acontece.
Sejam muito bem-vindos ao meu blog! Aqui, vamos conversar sobre uma educação afetuosa, inclusiva e viva. Porque o futuro brilha mais bonito no sorriso de quem aprende brincando.
Com carinho,
Rosana Figueira | Educadora & Escritora
A educação não transforma apenas a inteligência. Ela molda sensibilidades, organiza o caráter e ensina a alma a caminhar com dignidade diante da vida. Porque aprender não é apenas acumular conhecimento, mas tornar-se alguém capaz de carregar luz suficiente para não se perder na própria escuridão.
- Tiago Scheimann
Está na nossa Constituição Brasileira que todos os brasileiros têm o direito à educação, saúde, alimentação, trabalho, moradia, transporte, lazer, segurança, previdência social, proteção à maternidade e à infância, e assistência aos desamparados. Esses direitos devem ser garantidos e pagos pelo Estado, com o nosso próprio dinheiro, para beneficiar a população. Porém, o que vemos é que não seguem nada do que está escrito na Constituição.
A educação, que deveria ser um direito fundamental, é uma farsa. Está sabotada e não merece nem o nome de educação, pois não cumpre com o seu papel. Não temos saúde, pois se tivéssemos, não veríamos pessoas morrendo nas portas dos hospitais. Não temos alimentação, pois, se tivéssemos, não haveria pessoas passando fome nas ruas. Não temos moradia, pois, se tivéssemos, não haveria tanta gente pagando aluguel ou em situação de rua, sem ter onde morar.
Ou seja, a Constituição não é respeitada em nada do que está escrito. Eles passam por cima de tudo e desviam o nosso dinheiro, que deveria ser utilizado para o nosso benefício, para pagar os interesses de banqueiros, investidores, financiadores de campanha e megaempresários, tanto nacionais quanto internacionais.
Art. 6º – São direitos sociais a educação, a saúde, a alimentação, o trabalho, a moradia, o transporte, o lazer, a segurança, a previdência social, a proteção à maternidade e à infância, a assistência aos desamparados, na forma desta Constituição.
A ignorância nunca se limitou á palavras ditas com ódio ou ausência de educação. Ela vai mais longe do que isso, ela alcança as perspectivas sociais e intelectuais deturpadas, respinga das conversas mais informais até chegar na culta. Ela faz morada nas ações movidas pelas emoções, se expande do maior ao menor, sem escolher cor ou rostos. Angustiante és, todo aquele que vê os demais ao seu redor como tudo, menos como pessoas iguais á ele, cruel é todo aquele que faz das suas palavras esmola, e não se decide a qual Santo dá - lá. Ademais, junto dessa quimera, há algo maior, que conhecemos como a falta de empatia. Sim, isso é aquilo que você finge não ver. É o bom dia do mendigo que você ignora numa segunda de manhã, ou a compaixão que você torna escassa quando falham, menos quando se trata de você. No momento da irá se conhece o imprudente, porém no momento da compaixão se acha o sábio. O perdão só não é lícito se não convém ao seu "eu". As palavras não pesam tanto quando são "suas".
O mau humor não é tão ruim assim, quando é o "seu" humor. Por fim, á empatia se aplica ao tolo no singular, mas na pluralidade se conhece o justo.
Vamos repensar?
Freire — “Educação não transforma o mundo. Educação muda pessoas. Pessoas transformam o mundo.”
“A educação que apenas informa cria acumuladores de conhecimento; a educação que desperta consciência cria transformadores da realidade. O maior analfabeto não é quem não lê palavras, mas quem não interpreta o mundo.”
Carlos Eduardo Balcarse
Reflexão do texto
1 Educação? Educações: aprender com o índio.
Principais questões para reflexão.
A Educação é um processo de formação do indivíduo para suas vivencias em determinada cultura, os índios perceberam que a divergência da educação pode variar de acordo com a sua aplicação, dependendo da necessidade pratica para cada cultura, educação sem ação pratica é conhecimento acumulado, mas nada colabora com o meio que está situado se não possuir ação pratica.
A educação brasileira, assim como de qualquer outra nação possui fragmentos de uma construção cultural, assim divergem em sua educação, pois o processo de educação também é aprendido em “comunidade”, isso consequentemente influencia no processo de educação para a dominação de uma sociedade, sendo fator importantíssimo a educação principalmente de uma linguagem, o domínio cultural exerce um poder de influenciar o processo educativo, assim tendo controle do capital cultural de formação humana, determinando fiz práticos uteis e limitados a interesse do “dominante”.
Temos então a figura da escola como agente colaborativo no processo da formação e construção da educação, sendo grande maioria das vezes as escolas o principal canal de formação educacional, a escolarização é um método muitas vezes manipulados por agentes “dominadores” afim de impor a uma determinada sociedade seus ideais, camuflando através da transformação da educação em um processo gradativo, hora construtivo hora destrutivo, como uma lâmina de dois gumes.
Infelizmente vemos a educação no Brasil sofrendo com diversas trocas de poder na briga pelo “domínio” a busca do troféu, triste que percebo a formação escolar sendo muitas vezes utilizadas apenas para manipulação e controle de um grupo circunscritos de interesses particulares, perdendo muitas vezes a essência de sua finalidade que é construir no aluno a habilidade de selecionar a informação de maneira responsável e a habilidade de buscar informação que não lhe foi solicitada.
Então temos a escola como participante, uma ferramenta educativa, como saber então nosso papel de cidadão se opondo a influencias de poderes que muitas vezes são mais destrutivos que construtivos? Claro que a resposta é o pensamento crítico, os alunos precisam aprender que haverá horas que terão que pagar o preço de buscar a verdade a solução e as respostas por conta própria.
Tive a infeliz experiência em minha vida de ter por alguns anos passados por escolas públicas que além de extremamente precárias são verdadeiros “BIG BROTHERS MALIGNOS”, onde apenas uma parte do grupo docente estava interessada de levar a educação de forma concisa, muitas vezes tendo deparado com professores seguindo normas de uma AUTARQUIA chamada MEC, que infelizmente dita completamente as regras do material de estudo para formação de base, que visa atender apenas a necessidade individual do próprio estado, sendo então alvo de manipulação e interesse, então temos um veículo de comunicação escolar extremamente obsoleto, um sistema prussiano de disputa, favoritismo, afim de atender uma demanda mínima para atender processos industriais, desenvolvendo a educação dentro de uma estrutura limitada.
Devido a essa terrível experiencia, venho dedicando-me a uma série de estudos, autodidata, sobre a educação e a formação de profissionais, ao longo de quase oito anos acompanhando o partir de um observador de um líder, há uma grande necessidade das pessoas de um “aconselhador” pois em toda sua vida tiveram pessoas lhe dando o que deveria fazer, estudar e pensar, e em um determinado momento encontram-se sem rumo para sua vida, sem respostas, não conseguem construir um senso crítico e desenvolver suas próprias vidas a partir de um pensamento genuíno, então o curso de licenciatura em filosofia é parte de uma missão em ajudar dentro do processo educacional e escolarização para formação de futuros membros de uma sociedade crítica, capaz de avaliar e tomar decisões a partir de observação, primeiramente do próprio comportamento, e em seguida do ambiente de sociedade que vive, como participante de um cultura ser capaz de avaliar, decidir, buscar e selecionar informações corretas, opondo-se a falsas falácias e entrando em ação na busca de um aprendizado verdadeiro.
Então tenho como missão de educador por hora informal, a missão de retirar este cidadão de um ambiente de conforto e aceitação, levando-o a caminhar em suas próprias ideias a partir de um olhar crítico, investigativo e conclusivo. Sendo assim a construção de um homem em sua essência moral, ontológico e individual, e um homem, social, ético, responsável, que busca a aprimoração de suas ações e o aperfeiçoamento de sua sociedade.
Capital concentrada nas mãos da aristocracia. Trabalho duro e educação não permite ascensão social sem qualquer possibilidade de mobilidade social.
A Herança é uma obsessão de herdeiros ricos. Sobretudo os primogênitos.
Uma regra rígida da elite.
Também têm grande poder político movidos por um desejo de proteger sua renda, proteger seu mundo. O poder aristocrático.
No olho do furacão
Educação vem de berço... Qual o berço? O meu, o seu, ou aquele que nunca o teve? Medimos por nossa régua algo que não pode ser medido, que é o outro. 'Mas ele não tem educação!'. Nunca senti educação ao julgar também. Sabe, reconstruir não significa destruir tudo. Afinal, somos um dente-de-leão no olho do furacão chamado vida. Alguns foram bem plantados, outros não... Alguns até nasceram em terras promissoras, mas isso também não significa que serão fortes. Eu não quero ser o furacão que destrói o dente-de-leão; eu quero ser um pouco da proteína que nutre a terra, que o faz ficar mais forte a cada dia.
O Livro dos Espíritos e a Educação: A Pedagogia Espiritual de Allan Kardec.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro.
Entre os inúmeros aspectos que tornam "O Livro dos Espíritos" uma obra singular na história do pensamento humano, um dos mais relevantes e, ao mesmo tempo, menos percebidos, é a sua extraordinária estrutura didática. A elaboração metodológica da obra revela a experiência pedagógica de Allan Kardec, educador formado sob a influência do grande mestre suíço Johann Heinrich Pestalozzi, cuja concepção educacional valorizava o desenvolvimento integral do ser humano.
Todavia, a didática presente em "O Livro dos Espíritos" transcende os limites convencionais da técnica de ensino. Não se trata apenas de um método destinado à transmissão de conhecimentos. Sua natureza é mais profunda e elevada, constituindo uma verdadeira pedagogia espiritual. Sob essa perspectiva, aproxima-se muito mais da monumental "Didática Magna", de Comenius, do que dos modernos manuais técnicos de instrução.
A educação espírita emerge espontaneamente das páginas da obra, como água cristalina que brota naturalmente de uma fonte perene. Tal característica pode ser observada já na Introdução do livro. Longe de representar uma simples apresentação editorial, ela constitui uma autêntica introdução à própria Doutrina Espírita.
Em vez de limitar-se a justificar ou explicar a publicação, Kardec oferece ao leitor uma ampla abertura para a compreensão integral do Espiritismo. Simultaneamente, posiciona a Doutrina no vasto cenário da cultura humana, estabelecendo pontes entre diversos campos do conhecimento que, até então, encontravam-se frequentemente em conflito.
Essa harmonização possuía importância fundamental. Durante séculos, a fragmentação das áreas do saber constituiu um dos maiores obstáculos à compreensão global da natureza humana. As divergências entre concepções religiosas, científicas, filosóficas e materialistas dificultavam uma visão unificada da existência.
Décadas mais tarde, o pesquisador norte-americano destacou a existência dessas múltiplas interpretações conflitantes sobre o homem, identificando perspectivas teológicas, materialistas, espiritualistas e científicas como frequentemente inconciliáveis.
Entretanto, aquilo que a Parapsicologia procuraria realizar posteriormente já havia sido alcançado por Kardec um século antes através de "O Livro dos Espíritos". A obra apresentou uma visão integrada do ser humano, da vida e da realidade espiritual, oferecendo uma síntese capaz de superar antagonismos históricos entre diferentes formas de conhecimento.
Tal fato demonstra que a metodologia kardeciana ultrapassa os limites da simples didática para atingir autênticas dimensões pedagógicas. Embora não possa ser classificada formalmente como um tratado de Pedagogia, a obra apresenta todas as características de um verdadeiro manual de educação, compreendida em seu sentido mais amplo e elevado.
Seu propósito é simultaneamente instruir e educar. O ensino manifesta-se desde as primeiras páginas e mantém-se contínuo ao longo de toda a obra. Contudo, essa instrução não se restringe à transmissão de informações ou conceitos teóricos. Pelo contrário, conduz o estudante para um processo de aperfeiçoamento moral, intelectual e espiritual.
Ao concluir sua leitura, o leitor atento não apenas amplia seus conhecimentos. Ele adquire uma nova concepção acerca do homem, da vida, do Universo e das leis que regem a existência. Mais do que isso, compreende o significado profundo de sua jornada evolutiva, reconhecendo que o destino supremo da criatura consiste em harmonizar-se progressivamente com a Inteligência Suprema e Causa Primária de todas as coisas: Deus.
Sob essa ótica, "O Livro dos Espíritos" permanece como uma das mais importantes obras educacionais da humanidade, não apenas por ensinar conceitos, mas por promover a transformação interior do indivíduo, orientando-o na construção consciente de sua própria evolução espiritual.
Fonte:
Texto baseado em "Pedagogia Espírita", de J. Herculano Pires, inspirado na análise da dimensão educacional de "O Livro dos Espíritos", de Allan Kardec.
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Essa é a Minha Mãe
Minha mãe nasceu no regime machista,
onde o silêncio era educação,
onde mulher aprendia cedo
que obedecer também era obrigação.
Ela cresceu ouvindo que homem manda,
que mulher deve compreender,
que certas portas não eram para ela,
e que questionar era aprender a perder.
Hoje ela cultiva o machismo,
não porque inventou suas raízes,
mas porque algumas correntes antigas
parecem familiares demais para serem vistas.
A visão dela é machista,
e talvez ela nem perceba.
Carrega dentro dos próprios olhos
a mesma prisão que um dia a cercou.
O feminismo nunca existiu na vida dela,
não como escolha, não como caminho.
Talvez porque, quando ela era jovem,
ninguém lhe mostrou que havia outro destino.
Talvez ela nunca tenha conhecido o feminismo.
Talvez nunca tenha precisado desse nome.
Talvez tenha apenas aprendido a sobreviver
com as regras que lhe deram.
Não uma vilã.
Não uma santa.
Apenas uma mulher moldada pelo seu tempo,
que carregou o passado para dentro do presente.
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Outra direção
(Mauro A Evaristo)
Jamais vá confundir gratidão
Com as regras da educação
Ou com os dogmas da religião,
É preciso que acorde para perceber
Que existe poder infinito em você
E isso lhe faz evoluir ou crescer
Logo a melhor maneira de ver a gratidão
É como olhar pra outra direção.
feradapoesia.blogspot.com
Inclusão digital e social
Trabalhos sociais como placa bonita!
Sera obstáculo para educação.
Qual é impacto social digital na vida do aluno.
Será que este ensino foi completo e absoluto para cada aluno...
Estatuto da criança adolescente abriu novas possibilidades com contexto digital. Mas pequenos lampejos são os detalhes em que criticamos. A falta do intelecto do docente.
Cadê a sua educação ?
Hoje falei para uma atendente bancária: "Não grite comigo, tenho o péssimo hábito de revidar !"
Estava eu, em frente a uma mulher de meia idade, solicitando educadamente que ela fizesse uma transferência de valor para um outro banco. A atendente, num tom de voz pretensioso e alterado afirmou-me que a conta que eu estava mostrando para ela estava errada e negou-se a efetuar a transferência.
Percebi um certo desconforto nela, algo a incomodava e não era eu.
Pensei então que o dia estava sendo ruim para ela e que talvez ela pudesse ter razão quanto ao número da conta bancária e fui ao outro Banco para confirmar.
Confirmada a conta, nada de errado, voltei ao banco para realizar a transferência, peguei nova senha, esperei e tive a sorte de ser atendida pela mesma mulher.
Digo sorte porque falam que o raio não cai duas vezes no mesmo lugar: é mentira!
Cinco estações de trabalho, cinco atendentes: duas vezes, no mesmo dia, atendida pela mesma pessoa...
Ela me reconheceu e gritou: "Já não falei que esta conta está errada!?"
Eu respondi calmamente e baixo: "Não grite comigo, tenho o péssimo hábito de revidar ! E mais, educação enferruja por falta de uso. Por favor, faça a transferência porque acabo de confirmar a conta!"
Depois disso, não lembro mais de ter ouvido a voz dela. Mesmo assim, antes de ir embora, agradeci e disse: "não se esqueça de ser feliz !"
E eu ? Saí de lá e fui tomar sorvete !
Um vencedor é medido pelas suas atitudes pelo seu caráter pela sua educação e pelo modo como tratar seus semelhantes, não pelos bens conquistados ou riqueza, quando se tem o espírito rico de amor e compartilhar com as pessoas que ama.
Ninguém pode te julgar te apontar o dedo e dizer q vc não é bom, Deus sabe muito bem quem você realmente é.
Um vencedor não é medido pelas suas vitorias mais sim por todas as vezes que caiu e conseguiu se levantar com dignidade e força para continuar em frente.
Quando eu for eleita, a minha principal prioridade será a educação! Mais escolas e mais profissionais qualificados. Para um professor poder exercer sua profissão nas nossas escolas, eles primeiro terão que fazer uma prova, os melhores serão escolhidos e muito bem pagos. Vou exigir uma atenção especial para os que tem mais dificuldades de aprendizado. E falta de respeito com o professor ou com o aluno, terá punição.
Quando eu for eleita, a saúde será melhorada em até 90%. Teremos médicos de plantão MESMO, para a hora que precisar, eles estarem lá prontos para atender a população sem muita espera. Teremos remédios grátis e quando for marcado uma consulta, o médico irá te atender no dia marcado, sem adições. Teremos carros a disposição, caso aconteça algo mais grave e o paciente tenha que ser transferido para uma unidade mais qualificada.
Quando eu for eleita, abrirei uma nova creche, para as mães poderem trabalhar mais tranquilas enquanto seus filhos estão sendo muito bem tratados e ensinados.
Quando eu for eleita, farei um parque na cidade, onde os jovens possam se encontrar sem ter que consumir algo para poder usar o espaço.
Quando eu for eleita, teremos cantores na nossa exposição agropecuária, escolhidos por votação dos nossos cidadãos. Nossa festa tão conhecida, ainda mais espetacular!
Ela será sem dúvidas, a melhor da região!
Quando eu for eleita, abrirei uma agência de namoro, assim os jovens solteiros interessados em algo mais sério, fará o seu cadastro e poderá conhecer o amor da sua vida que de preferência more em sua cidade.
Peço a todos que me deem um voto de confiança, garanto que irei fazer o melhor por nossa cidade. Divino ainda mais divino.
E aí, quem votaria em mim?
KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK
Minha educação e principalmente minha Empatia não estão condicionadas aos comportamentos (funcionais ou disfuncionais) de outras pessoas.
Dessa forma, não se espante ao me ver sorrir e oferecer ajuda a quem já me ofendeu! Eu sou assim: nada de rancor; prefiro empatia, paz e amor!
Acredito que é no momento que uma pessoa "demonstra" não ter Empatia que devemos ser mais empáticos com ela!
Mas a Sociedade acredita em quê? Por quê?
Preconceituoso x Nordestino
É um sujeito maldoso
gente sem educação
o tal do preconceituoso
é alma sem coração
é um cabra rancoroso
bicho mais preguiçoso
disfarçado de cidadão
Eu conheço o Nordestino
porque sou nordestinense
trabalha desde menino
na lavoura Maranhense
no sertão Pernambucano
no agreste Paraibano
e na pesca Cearense
O cabra preconceituoso
pensa que sabe demais
se acha bem grandioso
e bom em tudo que faz
más só termina sozinho
e vai seguindo o caminho
dos braços do satanás
O Nordestino é valente
um povo bem destemido
o sol que encara de frente
reflete o rosto sofrido
é calo que brota da mão
é raça de Lampião
é o dever sempre cumprido
O preconceito é um fato
daqueles que se abomina
é proclamar o maltrato
a quem já tem dura cina
e esse bicho selvagem
tem inveja é da coragem
que vem da mão Nordestina.
Estou muito indignada, a educação pública é uma piada. A escola é um depósito de crianças, as salas são super lotadas e as crianças super mal educadas.
Não existe profissionais qualificados trabalhando nas escolas tais como psicólogos e inspetores, é tudo feito de qualquer jeito, enquanto tiver essa hipocrisia de "educação", nós todos seremos marionetes nas mãos de governos que só querem o poder.
Pais omissos que não querem impor limites aos filhos, professores que não têm compromisso e crianças mal educadas que só vão para a escola pois seus pais recebem o bolsa miséria e também não conseguem ficar o dia todo com seu filho.
Enquanto tiver esse tipo de "EDUCAÇÃO", seremos vítimas do SISTEMA.
Mas quem é esse tal de sistema? Somos nós, todos nós... Como podemos aceitar isso
