Texto sobre Água

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Ele é o Pão da Vida – satisfaz a fome que ninguém vê. (João 6:35)
Ele é a Água Viva – sacia a sede mais profunda do coração. (João 4:14)
Ele é o Bom Pastor – guia, guarda e não abandona.
(João 10:11)
Ele é a Porta – abre caminhos onde o homem diz que não há saída. (João 10:9)
Ele é a Luz – ilumina até o vale mais escuro. (João 8:12)


JESUS é suficiente!

Fazer tempestade
em um copo d’água?!
Não é para mim.
Quando é hora de ser furacão,
eu me torno um Tsunami
servido numa simples xícara de café...


Tempestade em copo d’água?
Dispenso essas fraquezas domésticas.
Quando o mundo exige minha fúria,
não borbulho, transbordo.
Viro um Tsunami aceso,
espremido numa xícara de café
que mal contém o terremoto
que me atravessa...


Tempestade em copo d’água
nunca coube em mim.
Quando o destino pede vento forte,
me ergo inteira,
e o que deveria ser só furacão...
vira Tsunami silencioso,
agitanto a superfície mansa
de uma xícara de café
que me acolhe e detêm
como pode...


Não sei fazer tempestade,
com chuvas, raios,
relâmpagos, trovões,
trovoadas, ventos e etc...
uma única Onda
é o que sou capaz de fazer.


Afinal,
aprendi a ser Tsunami
com as tempestades.


✍©️@MiriamDaCosta

Como uma filha d’água,
entro na floresta da alma
noturna e mágica,
e desapareço de mim mesma.


Mergulho no rio das veias,
misterioso e sanguíneo,
e me inundo por dentro.


Entre a lua escura do mundo
e o meu olhar iluminado de versos,
nasce, serena e abundante,
a cheia do ventre poético
que eu procurava.
✍©️@MiriamDaCosta

Assim como a aquarela
confia à água
o destino das cores,
eu confio ao tempo
o desdobrar do que sou.


Porque há uma sabedoria silenciosa
no que escorre,
no que amadurece sem pressa,
no que se transforma
sem anunciar o instante
exato da mudança.


E assim caminho,
não em disputa com os dias,
mas em suave
convivência com eles.


Trabalhando minha evolução
como quem pinta devagar
sobre o papel da existência,
deixando que o tempo,
com sua natureza fluida,
também participe da obra
que sou...
✍@MiriamDaCosta

22/03 — dia da Água


Dentro do símbolo H₂O
existe a vida
e em seu silêncio transparente
habita o princípio de tudo.


Água que corre
que molda
que insiste
que, mesmo sem forma,
desenha o mundo.


Na fórmula H₂O
existe a vida
latejando invisível
em cada célula
correndo nas veias da terra
e nas nossas,
sem pedir licença.


Água,
o milagre que não grita
mas sustenta tudo.
✍©️ @MiriamDaCosta

A Água Morta


O barco rompe a corda desgastada,
Deixando o cais de espelho raso e frio,
Onde a maré mascara o seu vazio,
E a superfície brilha, imaculada.


Que importa a onda plácida e dourada,
Se não há poço, abismo ou desafio?
O mastro forte exige o mar bravio,
E foge à poça rasa e disfarçada.


É triste, sim, romper a corda gasta,
E ver o cais sumir no nevoeiro,
Sentindo o golpe seco que recorta;


Mas muito mais cruel, e que devasta,
É definhar no fútil estaleiro,
Ancoradouro raso de água morta.

Chora o sertão


No sertão, a chuva forte despenca,
Cortinas de água dançam, se entrelaçam em pencas...
O céu azul, em contraste, se estende,
Nuvens pesadas silenciosas, como segredos que sussurram entre si e se entendem.
A terra sedenta, em êxtase, agradece,
cochichando promessas de vida e renovo...
As folhas vibram com cada gota que desce,
Um milagre sutil, um amor renasce completamente novo.
Os pássaros cantam, festejando a clemência...
Nos riachos fios de água dançantes refletem o brotar de nova alegria...
O chão, antes árido, agora em essência,
recebe a bênção que transforma a secura em terra fértil em florescência.
Da dor à esperança, o ciclo se completa...
Coração do sertão, pulsando em harmonia,
Na dança da chuva, a vida se propaga,
E em cada gota, a natureza se transformando na mais pura poesia.

"Sonhei com uma maquete que o fundo inteiro era azul, como se representasse a água! Em cima dela havia 4 símbolos, 1 símbolo que era um gênio, em seguida após ele, um símbolo que era a IA, na parte de baixo um par de chinelos, eles eram azuis, dentro era colorido como arco-íris, depois desse par de chinelos havia um monte, no sonho ele era o monte Roraima, porém ele era todo branco, como se tivesse gelo nele."




Agosto de 2024

10 de julho de 2024


"Essa noite, sonhei que estava em um colchão dentro da água, em um local que parecia um pântano, água barrenta e parada, meio selvagem, estava em cima do colchão tentando dormir com meu marido, mas eu não conseguia, ficava amedrontada com o aspecto do lugar que nos rodeava, e acabei me levantando e dando um salto até a margem, avistei um pássaro, como uma galinha d'água e ele pegava um micro peixe, e deixou esse peixinho pequeno cair na água, eu fiquei observando e com pena dele, mas na verdade ele jogou o peixe para fisgar um outro maior e ele entrou na água em seguida e trouxe um peixe bem grande no bico, então ele não comeu o peixe, somente o estraçalhou e o deixou lá, não vi para qual direção foi, somente acordei "

A Água que Escolhi Dividir

Um dia me empurraram para o fundo de um poço.
Escuro. Frio. Silencioso.
Ali eu conheci a dor pelo nome,
a solidão pelo abraço,
e as lágrimas pelo sabor.

Quem me feriu foi embora,
acreditando que ali seria o meu fim.

Mas Deus desceu onde ninguém desceria.
Sentou-se ao meu lado no silêncio,
secou minhas lágrimas,
fortaleceu meus braços
e me ensinou a subir.

Cada pedra virou um degrau.
Cada cicatriz virou força.
Até que um dia eu alcancei a luz.

Lá de cima descobri algo precioso:
quem já conheceu a sede
aprende a encontrar água.

Passei a tirar água do poço
para matar a sede de quem chegava cansado,
ferido, sem esperança.

Então a vida me surpreendeu.

No caminho encontrei justamente quem havia me lançado naquele abismo.

Desta vez, porém, era ela quem estava fraca.
Era ela quem tinha sede.
Era ela quem estendia as mãos.

Eu poderia ter lembrado de tudo.
Poderia ter dito:
“Agora é a sua vez.”

Muitos esperavam isso de mim.

Mas havia algo maior dentro do meu coração.

Porque Deus nunca me deu água
para que eu escolhesse quem merece beber.

Ele me deu água
para que eu nunca esquecesse de onde Ele me tirou.

Então estendi minhas mãos.

Dividi a água que eu tinha.

Ajudei quem um dia me abandonou.

Não porque a dor não existiu.
Não porque esqueci as feridas.
Mas porque o amor de Deus foi maior do que elas.

O perdão não muda o passado.
Mas muda completamente quem escolhe perdoar.

No fim, compreendi que o maior milagre não foi sair do poço.

Foi não deixar que o poço permanecesse dentro de mim.

Desilusão


Ó realidade,
que me toca
e fere minha carne.


Através dos reflexos da água,
vejo histórias se formarem:
contos do passado
que, outrora preciosos,
tornaram-se fardos
para o presente.


Águas turvas.
Silêncio mórbido.


Quisera eu
adormecer no abraço da ignorância,
para que a realidade
não me revelasse
que a joia mais bela
transformou-se
numa sórdida bijuteria.


E o que antes eu chamava de tesouro
era apenas o brilho breve
de um metal sem valor,
capaz de enganar os olhos,
mas jamais o tempo.


Hoje, ao tocar essa falsa riqueza,
meus dedos não encontram ouro,
apenas o frio
de uma ilusão desfeita.

⁠Calmaria

Depois do temporal a calmaria.
Surge um céu brindando um novo dia.
Chuva raivosa foi aguar em outro lugar...
Deixou espaço para o Sol brilhante no horizonte raiar.
Brisa suave a manhã vem suavizar.
Pássaros cantam um novo dia a chegar.
Borboletas coloridas... sobre flores perfumadas... no jardim estão a bailar.
Novo dia. Dia novo.
Sol... calor de manhã de verão.
Sopra um vento meigo de novo.
Folhas das árvores a cobrir o chão.

A rendição




De joelhos a rendição foi covarde,


Na podridão da futilidade a água suja era servida, mas as suas taças quebraram ofuscadas pelo brilho perpétuo do pecado,


Um grito muito forte umedeceu a sala fria e despertou a inquietude de um corpo teimoso, preso na melodia da recusa,


Na promessa quebrada a confissão veio como canção melancólica e de sabor agridoce,


Quem não soube dividir o mundo comigo, jamais poderia ter levado o meu coração junto a si.

Papéis invertidos




Te carreguei nas minhas sombras,


Te dei pão e água quando precisou,


Te apresentei um mundo que você não conhecia,


Sou grato hoje pôr os papéis terem se invertido,


São tantos ensinamentos, são tantas experiências,


O acaso abraçou o que causou impacto e agora vive da razão.

Doce foi o veneno experimentado inocentemente,


A água bate na rocha e ela não corresponde, mas sente,


A neve cai, o tapete na floresta é branco, o lobo ruiva sagaz na escuridão, mas a fogueira continua acesa,


A lua ficou escura por breves minutos deixando o mar agitado, depois voltou a iluminar o céu e tudo se acalmou, o rio corre solto levando os troncos secos e os podres, a coruja vigia a noite, alguns pássaros dormem, a natureza sabe se organizar,


O amor não é algo a temer escuto estes ruídos por aí, então me ensinem a viver sem medo de amar.

Bom dia.
Enquanto a água do café esquenta e a manhã vai entrando pela janela, a gente nem percebe que a vida também se ajeita devagar dentro de nós.
Há coisas que permanecem. Há coisas que, aos poucos, aprendemos a deixar ir.
E talvez a paz esteja justamente nisso: confiar que Deus cuida daquilo que precisa ficar e, com carinho, alivia as mãos daquilo que já pode ser solto.


Edna de Andrade

Água Rasa


Caminho onde o fundo ainda aparece, mas o reflexo mente profundidade.
Teus olhos me chamam sem prometer afogo, eeu entro mesmo sabendo nadar pouco.


O sol toca a pele da água
e tudo parece seguro demais.
Mas há correntes mansas que puxam devagar o que não faz barulho.


Teu nome boia perto da margem,
não sei se âncora ou convite.
Fico com os pés no chão
e o coração já fora do lugar.


Água rasa não grita perigo,
só ensina tarde demais.
E eu, molhado de quase,
aprendo teu silêncio pelo frio.

"Beba o café enquanto ele está quente.
Reflita sobre a sabedoria da água que não discute, desvia-se dos obstáculos.
Fale com calma,
saboreando cada palavra.
Abrace-se.
Ame -se.
Cuide-se.
Aprenda que ninguém fará nada por você se você não fizer primeiro."
Haredita Angel
31.10.25

Mansões de ricos poderoso somente espíritos de mundo vazio...
Piscina vazia quem quiser ir água desperdício pode manter dez famílias.
Tudo que tem vai ser parte da poeira de tempo de futilidade.
Monarquia existe para que se vivemos numa democracia...
Disputa o poder com poder do povo...
Ainda desmerecendo o povo título de eleitor na mãos e o diploma de burro no bolso. Sera que ainda temos voto de cabresto
Aberração que seu mundo tudo é aceitável.

O fogo e a gravidade.
Sublimação na função da água, em linguagem única.
Vertente banalizada sobre o curso inato do desvio da alucinação.
​Pois o vento reflete o ar reciclado — composto de oxigênio limpo e elementos abstratos —,
já que o ser humano transcende sua composição efêmera.
​Nos estados unidos dos corpos mentais,
surgem variantes oriundas das ondas massivas,
proporcionais ao fluxo galáctico.
Por Celso Roberto Nadilo
Natureza do ser