Texto sobre Água
Uma tarde o tanto quanto obscura, chuvosa, volumes imensuráveis de água caem, porque? O céu está triste... O céu está de luto... "porque?" ao olhar de relance poderemos ver, um "campo" desagradável, mórbido...
Dizem que ali descansam indivíduos a qual nãopertencem mais a nosso plano... Ao revirar nossas pupilas num movimento rápido, notamosque ali mais um indivíduo parte para o outro plano... "Quem será na esquife?" estive lá e indaguei e por fim descobri, e agora lhe conto!
o falecido se chama: essência!
Sim, minha essência Estás morta... "e o que a mataste?" tua frieza a assassinou... Como
uma doença, lentamente fui contaminado, tentei diferentes tipos de medicamentos, mais a tal doença é forte e lentamente evoluía: Frieza > inseguranças > Desprezo > descaso > Falta de confiança etc.... A virose virou doença, numa virada súbita e cruel meu coração chegou ao óbito....
"Aqui jás minha essência, Falecida por frieza" calma, calma não chore a
morte não é um final de tudo, minha essência estará sempre eternizada, você pode revive lá, você pode simplesmente vive-lá...."como?" simples: Ressuscite a com o amor! Descongele a tua essência, aqueça teu coração e encha o de compaixão novamente...
Você tem esse poder, o ser humano tem o dom para realizar coisas fantásticas, alcançar grandes feitos... Use teus poderes e ressuscite a minha essência, me dê a cura morena... A carta está lançada, uma jogada, duas opções...agora quem decidirá é você é não eu.... Boa sorte!
Vivendo num iceberg
Sobre uma ilha flutuante de gelo eu vi a profundidade da água no seu escurecer,
navegando lentamente e silenciosamente tentei plantar mais não vi nada crescer,
surfando ondas involuntariamente o bloco de gelo foi levado pra longe em alto mar,
a distancia da terra firme, o desastre do vazio para quem antes pisava em solo fértil, transformou uma corrente ancorada no mar profundo em uma triste passagem sem volta até o fim do mundo.
Já andei com o vento;
Já deslizei com a água;
Já bailei com o fogo;
Já comunguei com a terra;
Autrora éramos unidos, sem palavras, mas com a linguagem do universo nos comunicávamos;
Com um breve sorriso, um leve gesto ou simplesmente o ato de se entregar a eles para que me carregassem.
Andava com o vento e não me cansava, pois ele me empurrava solidário e amigo;
Deslizava com a água, sem temê-la, pois ela não me faria mal;
Bailava com o fogo e ele somente me aquecia, acariciando meu ser com suas chamas;
Comungava com a terra que, generosamente criava caminhos para que eu por ela trilhasse;
Hoje não mais; pois imerso dentro de meu ser já não mais respondo a eles, quando tento me entregar não mais ando despreocupadamente com o vento, pois agora ele me gela o corpo,
Na água me afogo, pois nela não mais deslizo;
O fogo me queima e suas labaredas lambem meu ser com sua fúria;
Da terra já não mais comungo; estou sem trilhas; sem caminhos abertos.
Preso em mim ajo como um adversário de meus antes amigos; ainda hoje me chamam; pois sábios eles são; relutante, continuo estático. Até quando conseguirei ouvir os seus clamores, pois sei que, quando não mais os ouvir será tarde para me libertar de mim.
Será que eu posso pegar um biscoito?
Será que eu posso beber água?
Será que eu posso amar a vizinha?
Será que eu posso…
botar as mãos no coração
e sentir o infinito?
Será que eu posso me sentir satisfeito?
Será que eu posso evitar o vazio?
É preciso sonhar o tempo inteiro?
É preciso dormir na solidão?
É preciso amar superficialmente?
É preciso engolir plástico todos os dias?
É preciso jantar todos os dias?
E dormir de barriga cheia?
É preciso eu ser assim e não ser aquilo?
Ser mais ou ser menos?
É preciso dar uma performance?
Usar uma máscara?
Dançar até os meus joelhos falharem,
até os meus pés tremerem?
É preciso ser isso?
E eu preciso ser isso?
É preciso ser feliz e não ser triste?
Será que eu posso ao menos amar?
Será que eu posso ao menos deixar de ser isso?
Será que eu posso escrever um poema?
Mas…
no fim,
a pergunta mais urgente:
Será que eu posso ou não pegar um biscoito?
E é assim que eu vou seguir:
Sozinho, na escuridão da noite, por entre os becos molhados com a água da chuva… Eu sou tão azarado que, não tenho NADA, e o pouco que eu tenho eu estou afastando de mim com as idiotices que eu faço, é questão de tempo para eu ver todos que me rodeiam, que fazem parte de mim partirem sem eu poder fazer nada, porque o que não era pra ter feito eu ja fiz, não dá mais para voltar atrás, o jeito é eu sentar e aceitar que cada dia que passa é um que eu vou perdendo, que a cada hora é um pouco de alguém que eu estou afastando.
Só peço desculpas por eu ser esse idiota descabeçado, que age sem pensar, que não consegue fazer nada de certo.Sou só mais um erro, esperando para ser apagado e corrigido, eu esquecido de vez …
Canção sem seu nome
EU VI VOCÊ ATRAVESSAR A RUA
MOLHANDO A SOMBRA NA ÁGUA
EU VI VOCÊ PARAR A LAGOA PARADA
VOCÊ ATRAVESSOU A RUA
NA DIREÇÃO OPOSTA
PISANDO NAS POÇAS, PISANDO NA LUA
E A POESIA REFLETIDA ALI ME DEU AS COSTAS
E PRA QUE PALAVRAS
SE EU NÃO SEI USÁ-LAS?
CADÊ PALAVRA QUE TRAGA VOCÊ
DAQUELA CALÇADA?
VOCÊ ATRAVESSOU A RUA
NA DIREÇÃO CONTRÁRIA
E A POESIA QUE MEU OLHO MOLHAVA ALI
QUEM SABE NÃO ME CAIBA
QUEM SABE SEJA SUA
ALI, ATRAVESSANDO A CHUVA
E TODA A LAGOA PARADA
VOCÊ NA DIREÇÃO ERRADA
E EU NA SUA
Choro no pampa
Na vastidão dos pampas, onde o céu abraça a terra,
Eu vi a água subir, tragédia que desespera.
Rio Grande em pranto, suas lágrimas a correr,
Levando casas, sonhos, num lamento sem poder.
Chora o gaúcho, de bombacha e alma lavada,
Pela perda dos seus, pela lida inundada.
No galpão submerso, a tristeza era senhora,
E as fotos dos antigos, agora só na memória.
Sem teto, sem abrigo, sob o manto estrelado,
O peito da gauchada, de saudade foi cravado.
Perdido o que se tinha, construído com suor,
Restou só a esperança, e o peito cheio de dor.
Mas veio a solidariedade, de todos os cantos, a brilhar,
Brasileiros de mãos dadas, prontos para ajudar.
Do Oiapoque ao Chuí, um só coração pulsante,
Na tragédia das enchentes, somos todos irmãos, adiante.
E assim sigo campeiro, com o pala a me cobrir,
Na certeza que o Rio Grande, há de novamente florir.
Com a força do meu povo, e a ajuda nacional,
Reconstruiremos tudo, num esforço sem igual.
Esta poesia reflete a resiliência e a união do povo gaúcho e de todos os brasileiros
diante das adversidades, mantendo viva a esperança de que unidos venceremos todas as adversidades.
Roberval Culpi
08/05/2024
A Carta do Infinito é um lugar onde estão presentes luz, amor e sensibilidade. É como a água, que toca e cura aqueles que a experimentam. Quando tocamos a Carta do Infinito, ela nos transforma em algo construtivo e evolutivo. Ela transmite empatia e sensibilidade, além de proporcionar muito amor e luz a nossa vida.
A Carta do Infinito é uma descoberta notável que traz consigo um algoritmo de sentimento humano muito poderoso. Esta tecnologia
é capaz de captar os sentimentos dos seres humanos de uma forma inovadora, permitindo-nos entender melhor as nossas emoções e os sentimentos dos outros. Com esta tecnologia, somos capazes de abrir novas portas para a compreensão da condição humana e para a construção de relações mais fortes. É realmente
algo incrível.
Marcos é um escritor brasileiro que tem profundo amor e admiração pela filosofia. Ele acredita que a filosofia nos permite ver o mundo de maneiras diferentes e nos dá insights sobre como enfrentar desafios e lidar com problemas. Ele usa os ensinamentos da filosofia em suas obras para incentivar os leitores a pensarem criticamente sobre questões importantes da vida. Seus textos estão cheios de profundidade e sabedoria, e suas palavras são um verdadeiro tesouro para aqueles que querem expandir os horizontes de seu pensamento.
Terra de gigantes
Todo mundo tem sede
Se não for de água...
É de guaraná, cerveja
De alma, vinho
Ou talvez de carinho
Todo mundo chora
Se não for de emoção...
É de desespero
De saudades
Ou de falta de perdão
Todo mundo sonha
Se não for dormindo...
É em acordar melhor que ontem
De uma viagem sem rumo
De ver todos em volta bem
Ou talvez de encontrar alguém
Todo mundo aprende
Se não for na escola...
É no decorrer da vida
De vencer obstáculos
De passar pela ventania
Ou talvez de recomeçar;
Depois de perder tudo que tinha!
Poema autoria de #Andrea_Domingues ©️
Todos os direitos autorais reservados 31/05/2021 às 15:00 hrs
Manter créditos de autoria original _Andrea Domingues
Calmaria
Depois do temporal a calmaria.
Surge um céu brindando um novo dia.
Chuva raivosa foi aguar em outro lugar...
Deixou espaço para o Sol brilhante no horizonte raiar.
Brisa suave a manhã vem suavizar.
Pássaros cantam um novo dia a chegar.
Borboletas coloridas... sobre flores perfumadas... no jardim estão a bailar.
Novo dia. Dia novo.
Sol... calor de manhã de verão.
Sopra um vento meigo de novo.
Folhas das árvores a cobrir o chão.
A nuvem que reconhecia seu valor, não ansiava ser o pássaro livre.
A água que reconhecia sua importância, não desejava ser o mar grande e salgado.
O livro que reconhecia sua riqueza, não cogitava ser o folheto que conhecia várias pessoas.
O espelho que reconhecia seu poder, não almejava ser papel, pois sabia que veria a tua face outra vez.
A "certeza" não pretendia ser o "ou", pois sabia que não precisava se comparar quando se tinha certeza.
PONTE NO HORIZONTE
De nuvens sou...
de água, correnteza
versos com certeza...
seja dor ou amor
sou leveza...
voar é preciso...
navegar no céu dos teus olhos
de chão você é...
terra firme, sua conduta
pragmática labuta...
de ponte sua literatura...
pra terra me puxa...
imã sagrado abraça
minhas asas...
fazemos alados nossos sonhos!
Sonhos de nuvem
sonhos de chão
sonhos feitio terra
sonhos céu em urdidura...
pontes entre terra e céu!
Encontro alinhavado e bordado
em água benta e benção
na terra e no céu...
Agora e sempre!
Amém
Enxoval lua de mel
camisola dourada pra noite demorada
anágua de água pra dia pausado
camisola de seda pra noite estrelada
calcinha de florzinha pra tardezinha
camisola prateada pra noite enluarada
calcinha vermelha pra tomar café
camisola de bolinha pra manhãzinha
meia arrastão pra final de semana
luvas de pétalas de rosa toda noite
grinalda furta-cor pra ver o pôr do sol
Colar de arco-íris pra colorir tua íris
anel de crepúsculo pra cumprir o oráculo
pulseira de ipê pra adornar a dança
na cintura uma ruma de rosa
sem espinhos...
Flertes
flertava com a dor
como a criança que
pisa em poças d'água,
por vezes tal flerte
era como uma valsa
dançada sobre nuvens,
vestes nuas
à brilhar
à luz da lua...
flertava com a dor
nos ventos dos tempos
de amaguras de distâncias,
flertava com a dor
até esquecer-se
de si mesmo,
perder-se no tudo
do nada que; no que nunca encontrou,
e não procurar-se mais..
Chuva.
Cada gota de água que cai do céu é absurda, as vezes tudo que precisamos é sentir o cheiro de terra molhada. As vezes um único banho de chuva, serviria para refrescar nossa alma. O céu cinzento e o vento gelado são as coisas mais belas. Tem pessoas que preferem o calor, o suor, o sol , afinal, tem gosto pra tudo. Mas saber que depois daquele temporal você vai conseguir enxergar o arco-íris, não tem preço. Porém para isso, vai ter de suportar-lo primeiro. Várias pessoas se escondem dentro de casa, ou apenas decidem abrir seu guarda-chuva. Molhe-se. Respire. Mas saiba sempre que depois, pode haver um resfriado.
"Podemos ficar sem dinheiro, sem gasolina, sem água quente, sem luz, mas não sem liberdade... E isso, mantém-se inalterado!!! " Isto disse, o herói; volodymyr! Hoje, 2022-Nov-21
Porque hoje, isto disseste a vossa gente;
Nesse abrigo, arregaçado, e bem quente!
Por tudo o aqui citado, estar-te ausente;
Digo: acaba com o MORRER, tão existente.
Existente, em OBRIGAR, marcial;
Cujo dito, estás sempre a prolongar!
E com tal, a todo o homem, tão privar...
Da dele, LIBERDADE natural!!!
Tu que aqui citas, que perder tal, nunca!!!
Porque não vais ajudar esse POVO...
Que com falta de tudo isso, tão está?
Porque não abandonas, essa espelunca;
E vais sentir, teu triste obrigar, novo...
Porque não vais também, tu para lá?
Não mandes mais pra a morte a vossa gente;
Com lei marcial que põe tanto ausente;
A tal LIBERDADE, que pra os teus, não há.
@manuelsalvadorsantos
Vidro
Embaçando o box do banheiro
A água fervente passeia no meu corpo
Escorre da cabeça ao pés , passa pelo meu corpo e sai pelo ralo .
Inundando- me flui as ideias .
Quanta coisa boa eu posso fazer outras nem tanto não eu deveria cruzo as pernas e me encosto na parede, escuro úmido mas não frio .
É tão quente que consigo suar enquanto me molho .
Aquela sensação na nuca de ser observando aquele arrepio na pontas da orelha.
Sumiu o sussurro .
CIMENTO, TECIDO E CALÇADA
Jogado ao chão sem mera importância; afogado em si pela água; incomodado por ferramentas humanas; lançado de qualquer forma como filho do nada. A parede segue rebocada, enquanto o cimento constrói sua casa.
Furado em todas as partes; ligados a força bruta; arrochados injustamente; jogados ao corpo, e ainda assim são humilhados. O tecido segue vestindo, mesmo sendo sempre usado.
Pisado diariamente; sujado pelos outros; queimando-se no sol, molhado sem querer banho; sofrido é o tratamento do piso, rejuntado sem cimento, fortalecendo o caminho de todos, em pleno sofrimento. O paralelepípedo preenchia, enquanto a calçada era formada.
Para todos que estão fazendo lição de casa,
saia do chat, respire devagar, tome um gole de água e concentre-se
Para todos que estão tentando dormir,
saia do chat, pegue um cobertor e tenha o descanso que você merece.
Para todos que estão se sentindo tristes,
faça um lanche, pegue um pouco de água, pegue um cobertor e anote seus pensamentos. Quando terminar, deite-se e descanse um pouco, não importa a hora.
Para todos que estão criando algo,
você conseguiu isso. Sua arte é incrível. Permaneça no seu fluxo e faça as coisas!
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A VIDA AGUA E SAL.
A interação entre água e sal é uma dança sutil e coordenada que acontece em cada célula do nosso corpo. A água dissolve os elementos e os transporta, enquanto o sal fornece a faísca necessária para as reações químicas que sustentam a nossa cognição e emoções. E assim, a vida flui, como um rio de memórias, impulsionada por essa simbiose inestimável.
Nossas lembranças são um mapa do nosso passado, uma narrativa da nossa jornada única. São os momentos que moldaram nossa identidade e nos lembram de quem somos. Água e sal, elementos humildes e constantes, tecem a tapeçaria das nossas memórias, formando um elo imutável entre o que fomos, o que somos e o que seremos.
Um bom dia!!
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