Texto sobre Água
Minha vida, meu corpo, minha alma,
minha água, meu ar, minha comida
minha tristeza, minha dor, minha alegria,
tudo oq pertence a mim pode pertencer a você,
mereça-as que lhe darei td oq quiser,
lhe ofereço acima de tudo a felicidade,
lhe ofereço o sorriso, conquistas, segurança, confiança,
quer amizade, um futuro, um amor?
Junto vem a dor,
ciumes, tristezas, intrigas, preocupações,
dias de raiva, dias de dores, dias de temores..
porem para todos os dias terá o mais sincero Abraço,
o mais confortável colo
e o mais quente amor...
Cuida bem da mãe natureza. Ela te ama como ninguém. Te dá o ar de graça para você respirar; a água limpa para você beber. O vento é a prova de que você existe. Ele faz você dançar na vida, fazendo-o prosseguir. Apesar de tudo esta vida ainda tem espinhos, mas no meio dos espinhos você encontra o amor, que o fará superar tudo!
Os pássaros estão cantando, felizes, em saber que Deus esta olhando e cuidando de você.
Simples Assim.
Gosto do simples, do pé no chão, do ficar de cócoras. Gosto de água de pote, de cantiga de ninar, de beira de rio, de trote de cavalo, de pôr do sol e do brilho da lua. Olhar o entardecer e ver aquele sol quase morrendo na colina, me dá uma sensação de euforia, de saudade. Já tentou observar um ninho de passarinho? Quanta força a natureza revela naquela sutileza dos galinhos trançados. Assim vivo. Sou meio raizeiro, acredito em chá, em planta, em erva-santa e em benzedeira. Poesia de matuto? Quase choro quando escuto. Velhos sábios, cantado de porteira, espuma de cachoeira. Gosto de causos de assombro, de festa de roça e de cheiro de gente.
Dou rizadas das presepadas das crianças de pernas cinzentas e de riso doce e fácil. Gosto de criança e de cachorro. Sou assim. Quer me agradar? Me dê um beijo, um abraço apertado, um bom dia, um olá. Divida comigo um copo de cerveja, cante comigo uma canção. Morda minha orelha e diga que me ama. Deite se em meu peito e durma, porque amanhã será mais um dia feliz.
Charles Valente
Coração de Elástico
E outro vai por água abaixo
Mas por quê não conquistar o amor?
E eu posso ter pensado que éramos um
Queria lutar nessa guerra sem armas
E eu queria isso, eu queria muito isso
Mas haviam tantas bandeiras vermelhas
Agora outro vai por água abaixo
Sim, vamos ser claros, não vou confiar em ninguém
Você não me destruiu
Ainda estou lutando pela paz
Há quem me dera
Quem me dera se a mesma água que lavo minha face
Lavasse também minha alma
Quem me dera se com a mesma facilidade que uma criança esbanja um sorriso eu pudesse a felicidade encontrar
Quem me dera bater asas e voar
Ir a encontro a alegria que nesta sei que jamais irei encontrar
O retrato do tempo
Sigo o caminho da solidão
Mas que esperei encontrar
Vejo em meu caminho a desilusão
Cada lágrima de tristeza escondo em meu olhar
Assim quando me ver sorrir posso no espelho a verdade encontrar
Olhando nos meus olhos posso ver minha alma chorar
Maluquete maluquinha
escancaro um sorriso
abro alas,
a loucura ofereço água e vinho
é carnaval,
no sambódromo da vida
brindamos,
somos do mesmo bloco
nosso enredo é liberdade
da cabeça aos pés
Lá vem eu e ela
na passarela
no bloco dos pirados
alegrias,
esbanjamos felicidades
festa, folia !
Como diz o ditado popular: água mole em pedra dura tanto bate até que fura.
Alguns dos seres humanos adultos preferem manter-se ignorantes, e reclamam de quem estimula a sua massa cefálica, porém outros, às escondidas, aos poucos vão dando ouvidos, ou lendo, aos implicantes que cobram uma outra postura deles e, consequentemente, devagarinho eles vão conseguindo perceber que é preciso sair da zona de conforto que a ignorância proporciona e avançam esboçando passos de inteligência no que se refere a reflexão sobre o que era alvo da sua paralização intelectual.
Só isso já vale a exposição, as provocações e as porradas dos agressores de cérebros preguiçosos ou inativos.
Desafogo
Aonde queima o fogo
Afoga também a água
E quando se entrega o jogo
Entrega também as mágoas
Guardadas no coração
No auge dessa jornada
E a dor quando vem
É sempre em disparada
A gente quer segurar
E tirar ela com as mãos
Aonde passa o ferro
Fere também a fé
O menino solta um berro
E o destino morre a pé
E quanto mais ele corre
Mais longe parece que é
Aonde passa o riso
Passa também o choro
Só não passa o que é preciso
Pra nos tirar desse agouro
Volta e meia é sempre isso
Sentimento tão valente
Por vezes tão conciso
E forte como um touro.
A água brota do chão, pura e sem contaminação
Corre, desce, molha a plantação
Continua sua estrada até chegar no ribeirão
Daí vai para o rio onde começa a lamentação.
Esgoto, entulho e veneno atingem seu coração
E na veia desse rio que era pra conduzir vida
Só conduz destruição.
Básico são os outros
Básico é copo d'água sem gelo e uísque Cowboy sem emoção
é solidão abundante e tristeza falseada nas mesas dos bares
básico são os olhares chorosos das pessoas
escondidos por detrás de largos sorrisos de desespero
e o desesperado soluço engasgado no peito
na iminência de rasgar as entranhas de dentro para fora
e transbordar feito fazem os vulcões em cólera.
Básico é o levante furioso dos insetos
disputando os melhores lugares em sua parede favorita
carregando e entremeando os restos mortos de carne
que se encontram caídos no chão
levando-os para as fendas e buracos abertos pelos pregos sujos
que sustentam os engordurados quadros com propagandas
de conhaque, cerveja e cachaça.
Básico é uma pitada de raios dourados de meia lua na retina
e uma noite inteira cheia de estrelas num céu à sua escolha.
Básico é não querer ser o que não se é
e sendo, não ser o que se pode.
Básico é sentir a poesia entrando pelas narinas
queimando a pele, alterando a pulsação
feito o vento frio que maltrata o corpo em uma bucólica manhã de inverno.
Básico é não morrer de véspera, por antecipação
ou viver a vida numa pressa desmedida
embalado por um repetitivo e antiquado refrão.
Básico é embriaguez no mês de dezembro
- às vésperas do natal -
sem pessoas nos pontos de ônibus
cães ladrando pelas ruas
e larápios espreitando a melhor ocasião.
Básicos são os tombos que se cai no caminho de volta pra casa
com a gravata retorcida no colarinho da camisa
e a cara amassada de tanto sono.
Básico é a chave da porta da sala
que insiste em não abrir a fechadura do portão
e o movimento do lápis desembestado na folha
e o da borracha, desgovernada na contramão.
Básico são os outros, nós não.
A água que cai do céu tem um cheiro bom!
Ar limpo e tempo fresco, o que mais quero é chuva e sossego...
"O que eu quero? Sossego
Não está vendo, não estou nessa
O que eu quero?
Sossego, eu quero sossego
O que eu quero? Sossego, O que eu quero? Sossego, O que eu quero? SOSSEGO!" (Tim Maia)
Coisas que a gente já sabe mas que não pode esquecer volume I :
Água e óleo, se misturam SIM mas não se dissolvem. A água é mais densa do que o óleo, que logo toma seu lugar acima dela.
"DENSO" - Profundo,intenso,que tem muita massa em relação ao volume
em outras palavras TAMUJUNTO MAS NÃO TAMUMISTURADO!
Água-Viva
O pé na estrada não sente
Que o rumo já se perdeu
Na Consciência do viajante
Sua lucidez voou para um espaço livre
Tudo indica que há palmeiras
No final do caminho
Há indícios de água-viva no meio do mar
Não mais morto.
E a atmosfera se faz verde, brilhante
Posso divisar a luz, o sol e a vida
Sentida em cada poro que se abre
E deixa passar o suor de minha angústia
De minha espera.
Passou o cavalo louco, talvez espantado
Pelo fantasma do meu medo
Que me persegue constantemente
E não há nada que o possa exorcizar
Talvez seja essa lua cheia que o desperta.
Repetem-se as cenas em câmara lenta
A realidade se fragmenta
E cada um desses cacos se transforma
Num lindo sonho voando devagar
Poro infinito, mas enxotado pela Rainha
Do mundo da Realidade.
"Fora, não há lugar para você"
E ele se vai, tão docemente...
Eu me fixei ao chão
E daqui não posso sair
Cogumelos são meus vizinhos
E me embriagam
Viajo com eles até a galáxia mais próxima
Sem passaporte ou suporte
Com a inconsciência do inconsciente fotografado
Vou mais além e me perco pra longe
Bem longe de mim
O quebra-cabeças se embaralha
Se emaranha na mesa da sorte
O seu outro "eu" anda por aí, sem saber
Dos perigos que corro a cada dia
Ele pouco sabe das minhas mil mortes
Do solo perigoso que possuo e que pode
Desmoronar a casa instante.
Do efeito cicatrizante que tem o seu olhar
Sobre minhas feridas
Da luta maior gerada com a suspeita
De que sesse amor me faz percorrer
A "Terra Prometida".
E é tudo quanto tenho no momento
Procuro arrancá-lo com todas as forças
Que já não possuo.
Versos d’um exilado
Eu vou partir. Na límpida corrente
Rasga o batel o leito d’água fina
- Albatroz deslizando mansamente
Como se fosse vaporosa Ondina.
Exilado de ti, oh! Pátria! Ausente
Irei cantar a mágoa peregrina
Como canta o pastor a matutina
Trova d’amor, à luz do sol nascente!
Não mais virei talvez e, lá sozinho,
Hei de lembrar-me do meu pátrio ninho,
D’onde levo comigo a nostalgia
E esta lembrança que hoje me quebranta
E que eu levo hoje como a imagem santa
Dos sonhos todos que já tive um dia!
EXPIAÇÃO
A tua memória nasce como a água,
e corre pela pedra monótona da vida.
Só as folhas que te tocam não sabem:
tu és só distância longa, sem medida.
E tudo que vai por ti, não tem destino.
Apenas bruma beijar-te-á, minha criança.
E tudo que te ama, conhece do teu fado...
(Só eu que ainda te tenho na esperança).
Eu não faço drama...
Muito menos choro...
Eu não tenho culpa...
Se escorre água dos meus olhos...
Eu não tenho culpa...
De te amar tanto...
Surgiu assim. Como um relâmpago...
Já tentei de tudo! O que me resta agora, é só ficar te observando...
Mesmo sem ter você ao meu lado...
Eu tive o dia mais feliz da minha vida...
Foi o dia em que eu ouvi você dizer, que estava apaixonada...
Meu coração acelerou, e meus olhos enxeram-se de lágrimas...
Mas eu me pergunto...
Para quê falar que ama...
Sem ao menos saber o que está sentindo...
Isso acaba me iludindo...
Mesmo assim, ainda hoje meu coração fala que te ama...
E quem sabe um dia...
Me verás como eu mesmo a vejo...
Esperarei com muito sofrimento...
O dia de meu lamento...
O dia, em que te verei com outro...
E a tristeza me dominar...
Mas aí eu já terei aprendido...
A conviver com o meu destino...
Esperarei mesmo que não haja promessas...
Você cair em meus braços...
Esperarei até o último suspiro de minha vida...
Porque tudo o que sinto por ti, ó, amada...
Eu posso tentar resumir em três palavras...
...Eu, te, amo...
A esperança soterrada
Em uma lama de vergonha
Desce a água tão pesada
Quanto a culpa que a acompanha
Essas barragens rompidas
Essas vidas estraçalhadas
Essas famílias perdidas
Em busca de quase nada
As tragédias disfarçadas
Deixam crimes escondidos
Com pessoas abandonadas
Com tantos sonhos perdidos
Chora a mãe que procurava
Chora o pai que ainda procura
Dorme a criança que brincava
Embaixo de uma terra escura
Talvez essa dor tão forte
Um dia vire ferida
Pois talvez seja na morte
que damos sentido à vida
Quando tento apagar palavras, esquecer momentos...cai como jato de água, surge como fogo ! Me queima, me banha...assanha pele, sentidos. Escorre pelos poros, incendeia...coração, alma ! Chega como ventania arrastando tudo e me leva, me joga perto de ti. Ouço palavras, caladas...sinto o silêncio, vejo músicas tocadas, lembro risos escondidos, olhares disfarçados...me engano ! Caio de bruços no chão da sala, estremeço de frio...te procuro ! Cigarros, na mão taça de vinhos, me embriago...escancaro o riso e sorrio de mim: debocho da minha loucura e acompanho minha insensatez !
18/06/2017
“Um escravo tinha que trabalhar duramente para ter comida moradia água, e sem ter direito de escolha muito menos serviços médicos...
No Brasil Somos obrigados a Trabalhar duramente para ter comida, moradia água e luz, sem direito a reclamar dos preços estipulados pelas empresas e impostos do governo, e sem serviços médicos”. O que somos?
Os opostos se atraem
Você é água ,
eu sou fogo ,
Você é doçura ,
eu as vezes não suporto ,
o meu amargor ,
Você é água ,
eu sou óleo ,
Você é brisa calma ,
eu muitas vezes, sou agitado ,
Você é meiga ,
eu rustico ,sistemático ,
Você sonha em casar , de branco ,de véu e grinalda ,
eu só quero te desposar ,
Onde só quero ,eu e você e Deus de testemunho ,
Sou diferente de você em quase tudo ,
Mais na essência somos iguais ,
E nas loucuras e delírios de amor ,
Eu te realizo ,
e você me realiza ,
Temos uma sintonia louca ,
Porque os opostos se atraem .
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