Texto sobre a Natureza
Não é sempre que estamos no nosso melhor dia, o que é óbvio, faz parte da vulnerabilidade humana, quando a alegria é mais discreta, a aparência não está bem apresentável, um certo desânimo se apresenta, um problema íntimo é externado, um pensamento negativo que tormenta, um sentimento que muito desagradável.
Mas não chega a ser algo que tire a nossa relevância e ainda podemos usá-lo como um forte incentivo para valorizarmos os nossos melhores momentos, percebfendo os muitos motivos de gratidão, de regozijo, usufruindo de forma sensata o nosso valioso tempo, os raros instantes de equilíbrio.
E durante os inevitáveis dias árduos, se mantivermos a luz da nossa fé no Senhor acesa, podemos ser tal como um girassol, que mesmo estando com suas lindas pétalas com pouco vigor, mantém a sua resplandecência com a sua atenção voltada para o que faz bem e revigora a sua natureza.
Mais que ler, escrever.
Transpor o que você tem tomado como limite.
Mais do que ouvir, cantar.
Dar voz as melodias que ressoam em seus coração.
Mais que observar, ser observado.
Percebido como parte fluida da nossa natureza, crescendo.
Mais do que correr atrás do que se deseja, viver o que se deseja.
Se envolver com tal encanto em sua própria vida, de modo que cada dia possa ser sentido como tão único e especial que e.
O que é Deus para mim ...
Para mim Deus está em um passarinho voando.
Em uma borboleta batendo suas lindas asas.
Em uma rosa desabrochando linda e perfumada.
Em uma cachoeira linda e formosa.
Em um rio caudaloso que abastece toda população com sua água.
No mar com sua imensidão e formosura.
Ou em uma simples folha que cai e vai formar o humos para fortificar a terra, fazendo com que ela fique fértil e produtiva.
Deus está em cada um de nós.
Enfim, para mim Deus está em tudo que existe aqui nesta terra e no universo.
Para mim Deus é este universo que faz tudo funcionar certinho sem que ninguém precise colocar a mão, e quando alguém coloca a mão descontrola tudo.
Eu não acredito que Deus seja um SER, e sim o conjunto de tudo isto que eu relato acima e muito mais, aí teria que partir para outras galáxias, espiritualidade, e muito mais coisas que ainda desconhecemos.
Quando digo: “ QUE DEUS TE ABENÇOE “
Estou desejando que vc seja abençoado pelas leis do UNIVERSO E DA NATUREZA !
LEI DA VIDA
Há um voo acima de mim
Estou anos à frente de muitas pessoas
Queria poder parar e esperar
Porém, não posso. Não posso parar.
Há um tempo que não para.
Sou forte o suficiente para encarar
Qualquer coisa que atravessar no meu caminho.
O tempo tem pressa e eu também
Quero chegar o quanto antes.
Eu não vou me curvar a nada.
Meu medo se desfaz em brumas.
Minha vida se arrastou pelo chão e
Não consegui me reerguer
Até minhas asas se desdobrarem,
Vou me arrastar,
Vou me arrastar, até onde eu conseguir
Sangrarei eu sei, mas não me importarei
Sei das minhas forças. Superarei tudo.
É assim a lei da vida. A lei da natureza.
CONSELHOS DO MAR
Olhando para o mar entendi que:
A vida é uma construção.
Aprendemos a amar baseado nos pequenos detalhes.
O amor está entre a neblina da confusão mental.
A paz vive nos momentos de reflexão.
A luz irradia de dentro.
A morte é a libertação do espírito.
Só agradecendo receberemos a recompensa.
Se doando ao próximo seremos agraciados.
Precisamos caminhar com os próprios pés.
Precisamos gostar da nossa companhia.
O que vem é apenas complemento.
Tudo acontece por algum motivo.
Parando e colocando os pés no chão, entenderemos os mistérios e os segredos da natureza.
Que a vida nada mais é que a nossa própria imagem.
Novos ciclos
Cada ciclo é um novo acontecimento, uma nova história, um novo momento, uma nova busca. A cada dia que se encerra, novos ciclos se fecham. E a cada amanhecer, outros iniciam. Vivemos abrindo e fechando ciclos. É a lei da vida. A Lei da natureza se manifestando por meio de sinais. Que saibamos fechar todos os ciclos, identificá-los e aceitá-los diariamente.
Enigma
Sou uma mulher que a vida ensinou a dar valor às pequenas coisas. Talvez pela educação que recebi. Talvez por morar numa cidade pequena. Talvez porque não tive tantas e tantas oportunidades como às de hoje ou talvez porque já nasci com este olhar que crê nas belezas que a natureza oferece.
Sou uma mulher cujo semblante quer dizer muitas coisas. No olhar há um livro a ser decifrado, cada página uma história, cada linha um segredo. Assim sou eu, cheia de enigmas como qualquer ser humano, que tem dentro da caixa seus segredos.
Sou uma mulher, que às vezes se sente tão adulta que leva no ombro o mundo inteiro e outras vezes tão frágil quanto uma criança que ainda brinca de ser feliz.
Assim, sou eu, às vezes uma criança, noutras mulher.
O sol se despede devagar,
tingindo o céu de ouro velho e sonho.
As nuvens, douradas, flutuam no horizonte,
e as sombras se esticam, preguiçosas.
O vento sussurra histórias antigas,
o dia se inclina, entregando-se à noite.
Tudo se banha em luz morna,
como um abraço que aquece a alma.
E ali, parado, contemplo o milagre,
uma obra que não pede aplausos.
Só o silêncio basta,
porque o ouro velho fala por si.
Eu gosto de água, de rio, de vento, de cheiro de terra molhada, de olhar nos olhos das pessoas e perceber o que elas são longe de toda a loucura cotidiana.
A natureza é algo que nos cura de nós mesmos, de nossos estragos, de nossas erupções, de tragédias causadas por outros e no final por nós.
Ela nos salva de tudo e de nada.
🌻
Tudo o que precisamos agora ...é gradiosamente e apenas isso.
A Perpétua Mentira que Impulsiona o Orgulho último e a Ambição última da Alma Humana Terrestre: 'Com Certeza não vão Morrer, mas vão ser como o Criador da Natureza'!
Imbuído nesta Mentira, a Alma Humana Terrestre avança com a sua Inteligência Artificial rumo à construção do Homem Artificial e à Falsa Imortalidade Afastando-se cada vez mais do Criador da Natureza!
ONDE ESTAMOS?
Todos estamos no Cosmo com Abundância de Recursos, mas, quase Todas as Pessoas do Planeta Terra estão apenas no Corpo com Escassez de Recursos!
Os que estão no Cosmo tem o Corpo apenas como um Meio temporário para Deleitar-se nas Maravilhas da Natureza!
Os que estão apenas no Corpo lutam por permanência do Corpo, bem como por riqueza material, e são atormentados pelo Medo de perde-lo!
A CONCLUSÃO DE TODAS AS CONCLUSÕES!
O que tem feito até então?
Sintonizar-se ao Artificial e Praticar Inconscientemente os três Odiar:
Odiar-se, Odiar o Próximo, Odiar o Planeta Terra!
O que te falta fazer?
Sintonizar-se a Natureza e Praticar Conscientemente os três Amar:
Amar-se, Amar o Próximo, Amar o Planeta Terra!
QUAL É A FINALIDADE DA EXISTÊNCIA DO HOMEM?
Para quê o Homem existe?
O Homem existe para:
Contemplar a si mesmo e a Natureza!
Sentir e dar significado aos elementos e fenômenos da Natureza!
Maravilhar-se com a Natureza!
Perceber a Ordem e o Ordenador existentes na Natureza!
Manifestar imaginação e criatividade em harmonia com a Natureza!
Manifestar gratidão por existir!
O QUE É AMAR-SE A SI MESMO?
É:
CUIDAR DAS ONDAS CEREBRAIS através de sintonia com vibrações da Natureza e repouso correto; CUIDAR DA MENTE através de absorção de informação ambiental saudável; CUIDAR DO CORPO através de alimentação correta, limpeza correta e ato corporal correto; DESAPEGAR-SE dos impulsos da Mente ou do Corpo e dos estímulos externos; CONVIVER E ADQUIRIR RECURSOS teóricos, técnicos e materiais de forma correta; BUSCAR SABEDORIA; MANIFESTAR CRIATIVIDADE correta; E RESPEITAR O LIVRE-ARBÍTRIO dos outros.
Uma trama muito
ruim que o fim
desconhecemos,
Vis nos ofendem
daquilo que
não merecemos.
Nos perturbam todo
o dia com o intento
de no futuro nunca
mais sermos:
estamos vivendo
um real pesadelo.
Nós percebemos
a insistência dos
que desejam ceifar
tudo o quê há
de mais precioso
em nosso caminho:
Das nossas próprias
origens alguns até
se esqueceram,
Caíram no plano
de nunca mais não
nos pertencermos,
Não escapam da visão
deles nem as árvores
que são os nossos
insignes signos:
as Araucárias do meu,
do teu e do nosso destino.
Por ela sou
lágrimas,
desespero
e agarramento
pelas patas,
garras, cantos
terras,
correntezas
das águas
e no mais
alto dos
mil céus;
ela existe
por todo
o lugar,
e até mesmo
nas brumas
das cavernas
e profundezas.
Por ela sou
desconforto,
inquietação
e tormento
pelas peles,
faros, plumas,
asas, ossos,
barbatanas,
ruídos, sons,
escamas,
e pegadas;
ela existe,
deixa rastros,
é só observar.
Por ela sou
altiva, grito,
e assumo
que sempre
tento pelos
caules, folhas,
troncos,
sementes,
frutos,
espinhos,
pedras
fósseis
e areias,
há muito
mais Pátria
do que
te ensinaram,
e muitos
imaginam:
é nelas
que estão
a mística
do Estado
e tua vida.
Por ela sou
aquilo que
você ignora,
e mesmo
resistindo
me atormento.
Soberania
não se
negocia,
não se
flexibiliza,
não se
anistia,
não se
usa de
enfeite,
e tampouco
de amuleto,
e não se
coloca
em degredo,
e não se
desperdiça
nem em
cumprimento.
Descubra o que existe além do horizonte. Descubra o que o amor tem a oferecer. Descubra a dor. Descubra a alegria. Descubra os sentimentos. Descubra o que as estrelas oferecem aos seus pensamentos. Descubra a natureza, e saiba que aquele vento que ondula o capim e mexe as folhas das árvores, também pode mexer com você. Descubra o que DEUS fez ao Ser com todo capricho e com toda a perfeição... Se una a natureza e aos seus sentimentos e sinta... Pois esta é a vida.
Algumas pessoas religiosas acusam os céticos de não terem nada além de um mundo frio, vazio e científico. Eu tenho apenas arte, música, literatura, teatro, as maravilhas da natureza, matemática, o espírito humano, sexo, o cosmo, amizade, história, ciência, imaginação, sonhos, oceanos, montanhas, amor e a beleza do nascer de uma nova vida. Pra mim, está bom.
A MULHER DE UM HOMEM Só
Há muitas espécies em extinção na natureza. Desde os ursos Panda até a “mulher de um homem só”.
Se por acaso alguém encontrar alguma por aí encaminhe para o Fantástico, pois se trata de raridade.
A “mulher de um homem só” para quem não sabe, só teve na vida, um único namorado, ainda na adolescência. Muito jovem casou-se com ele. Sua “performance” sexual limitava-se a alguns tímidos beijinhos (os famosos selinhos de hoje) e uma ou outra mão-boba na perna da donzela que, de tão culpada, rezava a noite inteira rosários e rosários em penitência. E de joelhos, para que o pecado fosse mais facilmente perdoado.
O encontro amoroso só podia acontecer no sofá da sala, aos domingos à tarde, sob a vigilância da família inteira que se revezava na guarda do hímen da moça.
Depois de muitas e silenciosas tardes de namoro começava a ficar urgente passar à próxima fase, a do noivado, ante-sala para o casamento. “Os outros” já estão falando , dizia o pai, referindo-se a urgência em casar os pombinhos antes que acontecesse o pior.
E o noivado era festejado com muita comida e muitos doces, familiares presentes na festa e uma bela aliança de ouro na mão direita dos noivos. Tudo isso vinha acompanhado de autorização paterna para andarem de mãos dadas e “de braços”. Podiam passear, mas sem dispensar o “doce- de- pera “.
A núpcias da “mulher de um homem só” eram rigorosamente preparadas e implicava em muita festa , despesas enormes, quase sempre maiores que o poder econômico de muitas famílias.
A festa durava o dia inteiro, tudo isso depois de semanas de exaustos preparativos. O vestido da noiva, obrigatoriamente branco, acompanhado de véu e grinalda de flores de laranjeira, só podia ser usado pelas moças-donzelas, virgens, de comportamento comprovadamente casto, avalizadas pelo pároco da igreja local, inclusive.
A preparação da vida futura da “mulher de um homem só” parava por aí. Ela sabia através de conversinhas com casadas recentes que teria que passar por grandes apuros na noite de núpcias, mesmo assim, munida de muita coragem, encarava o fálico marido com toda coragem de que dispunha. Traumaticamente chegava até o matadouro, vestida em camisola de sedas e rendas, de preferência branca para combinar com sua pureza. Curiosidade havia, mas o medo era maior. A possibilidade da dor superava qualquer possibilidade de esperar por algo que pudesse ser bom.
Era um ritual de passagem doloroso, sofrido, onde dor e alegria se confundiam. Muitas se separavam das famílias e iam viver em lugares distantes e como aves migratórias chegavam tristes acompanhadas daquele quase desconhecido que iria fazer gato e sapato da pobrezinha.
Mas era assim que tinha de ser e todas as moças queriam casar. Ficar solteira era uma vergonha. Solteironas, nem pensar. Seria a condenação de “ficar para titia” ou cuidar dos irmãos mais novos e arcar com os pais quando envelhecessem. Melhor o matadouro, morder o travesseiro e tornar-se mulher (como se já não o fossem). Tornar-se, para sempre, “mulher de um homem só”.
Ensinadas na lei do sacrifício e da doação acolheriam os filhos que deus mandasse, uma dúzia deles e nunca esqueceria nem o nome nem o aniversário de nenhum, afinal seu título era de nobreza- rainha do lar – quase uma santa.Dava até a impressão que os filhos foram concebidos sem sexo, como Jesus. Essa mulher não podia ter a visão de seu marido despido. Sexo só santificado, diziam os padres. Tinha que passar pela água-benta, pelo confessionário e era preciso zelar a vida inteira pela reputação, abdicar de enfeites e perfumes.
Quem ouve uma história dessas nos dias de hoje pensa que é pura lenda. Mas ainda existem algumas dessas mulheres vagando por aí. Não conseguem entender muito bem quem são as extravagantes e voluptuosas” mulheres de muitos homens” que desfilam pelas ruas enfiadas em “jeans” apertados, barriguinhas à mostra, seios empinados, bundas arrebitadas, equilibrando-se em saltos muito altos e finos. Não se falando que exalam perfumes libidinosos que provocam paixões avassaladoras. Todas sem donos, livres pensam as “mulheres de um homem só” ou será que o mundo mudou tanto que agora são eles que têm de obedecer, comportar-se e se submeterem ao desejo delas?
Será que eles é que viraram “homens de uma mulher só?”
Não queremos, irmãos, que ignoreis a natureza da tribulação que nos sobreveio na Ásia, porquanto foi acima das nossas forças, a ponto de desesperamos até da própria vida. Contudo, já em nós mesmos, tivemos a sentença de morte, para que não confiemos em nós e sim no Deus que ressuscita os mortos; o qual nos livrou e livrará de tão grande morte; em quem temos esperado que ainda continuará a livrar-nos.
