Texto quando se quer Terminar de Alguém

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Celebrar mortes em qualquer circunstância ou zombar da saúde de alguém têm o mesmo peso moral e espiritual.


Quem exibe seletividade e manifesta este tipo de atitude não tem apreço a própria vida.


Espero que o assassinato do Charlie Kirk que era herói para uns e anti-herói para outros sirva de evolução para a consciência coletiva a não mais repetir mais este tipo de atitude.


Toda a vida importa, gostemos ou não.

26/12


Prestigie o talento do outro,


porque no futuro,


alguém irá te retribuir em dobro.


...


26/11


Não tenha medo


de defender a sua imagem,


Ela é o seu real patrimônio,


mesmo que digam que


é só a sua imagem,


Tu não és miragem,


e sim realidade.


...


26/10


Não desista de ser paz


quando ninguém traz,


e a falta faz.

"Enterro de anão... Ninguém viu. Cabeça de bacalhau... Ninguém viu. Alguém que fale mal de si (próprio)... Ninguém viu. E alguém que fale mal dos outros? Alguém viu ou ouviu?"
Frase Minha 0152, Criada no Ano 2007

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"Notoriedade de verdade ocorre quando não conseguem deixar de pensar e de falar em Alguém, todos os dias, dia e noite! TemSidoAssim. Conseguem lembrar de Alguém Notorio de Verdade?"
Frase Minha 0294, Criada no Ano 2008
Adaptada e Atualizada em 2025


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"É tão fácil e honrado ser Democrata de Verdade, que estranho quando alguém insiste em ser Democrata de Mentira, apenas nos Discursos, nas Redes Sociais e envergonhando a familia. Estranha opção!" †😊
Frase Minha 0637, Criada no Ano 2013


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"Sinceramente? Por que alguém grato a Deus precisa agradecer para a Plateia e nas Redes Sociais? E com aqueles textos apelativos, nada convincentes e até piegas? Por quê? Não podem agradecer direta e somente a Deus, em silencio, sem Plateia? Poizé!"
Frase Minha 0648, Criada no Ano 2013

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"Alguém que tem uma quitanda em Inhaúma e oferece 'delivery', não está globalizado, sinto muito. Está bobalizando, isso, sim. E papagaiando, também. (Inhaúma é um bairro do Rio de Janeiro, distante 15km do centro da cidade)."
0778 | Criado por Mim | Em 2014

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"Falar mal do dinheiro e de quem tem dinheiro (honesto) faz de você alguém 'Bonzinho'? Então, seja 'Bonzinho' de verdade e não receba mais seu salario e outras rendas. Deixe tudo para mim!"
Texto Meu 0873, Criado em 2017

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"É Cristão alguém que se diz Cristão decidir o que outra Criatura de Deus quer ou precisa? Mesmo sem ter sido solicitado? Salivas agem assim, fantasiados de Evangelizadores ou Profetas. E acham que todos são incautos. Como pode algo assim?"
Texto Meu 0880, Criado em 2018


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"Muito menos no Dia do Trabalho eu trabalho. Isso incomoda alguém? Será que não 'enobrecerei'? Será que nunca estarei dignificado? Será que vou queimar no mármore do Inferno? Será?"
Texto Meu 0883, Criado em 2018


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"O bom do convívio com humanos é que ao menor erro meu (não deles) sempre surge alguém dizendo que eu errei e, geralmente, de público e falando o mais alto possível. Isso é excelente para eu conhecê-los... Ou para confirmar o que já sei sobre alguns deles!"
Texto Meu No.1109, Criado em 2022

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"Quando menos esperamos (e sequer perguntamos) lá vem alguém dizendo que é formado nisso ou naquilo. Que é pós nisso ou naquilo. Que é doutor nisso ou naquilo. E se exibem, dizendo o que fazem."

"E daí? Eu, por exemplo, sou formado em corte e costura e em culinaria... Nem por isso preciso ficar dizendo que sei 'tirar uma calça' ou sei 'fritar bolinhos', Hum?!"
Texto Meu No.1126, Criado em 2022

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"O que dizer de alguém que nunca aceitou a Derrota? Que tentou golpe e deu em nada, mas virou inelegibilidade, cadeia e choradeira? O que dizer de alguém que tentou intimidar um Ministro Que Não Se Intimida? Digam vocês, pois eles só Discursam e fazem papel de Tolos!"


TextoMeu 1303
🃏

1462
"Alguém passa a Vida falando de Deus sem ser Deus e sem carteirinha autorizada por Deus. Alguém se intitula Cristão e Pessoa do Bem. Mas... Esse Alguém, em nenhum momento percebe que está sendo Chato, Inconveniente e 'Entrão'. Por que não? Só porque ele está falando de Deus? Caramba!"
TextoMeu 1462

⁠⁠Quando eu me calar, eu sei que o mundo não sentirá saudade da minha voz, mas se alguém sentir, que se contente com ela.


Sei que o mundo seguirá em frente — como sempre seguiu — indiferente à ausência da minha voz.


Não porque ela não tenha existido, mas porque os ruídos do mundo, muito raramente, o deixam perceber silêncios que não gritam por atenção.


Ocupado demais com os próprios ecos, ele não notará a falta de uma voz tão insignificante que nunca quis ser multidão.


E está tudo bem.


Porque quando eu me calar, talvez não seja por ausência de palavras, mas por excesso de lucidez.


Há momentos em que falar já não acrescenta, explicar cansa e gritar não cura…


Então o silêncio deixa de ser fuga e passa a ser escolha.


Nem toda ausência precisa virar ruído.


E nem todo silêncio é pedido de aplauso.


Se alguém sentir saudade, que a sinta por inteiro, sem pressa de transformá-la em cobrança.


Saudade não exige devolução, não pede palco e nem reclama resposta.


Ela apenas existe — como prova de que algo foi dito, vivido ou sentido no tempo certo.


Ainda assim, se alguém sentí-la, que não lamente.


Que se contente com ela.


E que guarde essa voz como quem guarda um copo d’água no deserto: não para exibir, mas para lembrá-la.


Porque há vozes que não foram feitas para ecoar em multidões, e sim para alcançar um coração de cada vez.


O silêncio, quando escolhido, não é derrota nem esquecimento.


É o berço do descanso da alma…


O lugar onde a palavra aprende a ter peso justamente por não ser dita.


É a forma mais honesta de permanecer inteiro quando as palavras já não alcançam.


E se restar alguém que sinta, que se contente com o sentir.


Porque há afetos que não precisam de voz para continuar verdadeiros — sobrevivem, intactos, exatamente no espaço onde o silêncio começa.

⁠As Palavras Impensadas, ditas em meio à euforia, podem inviabilizar a calmaria de alguém.


Às vezes, não é o que sentimos que machuca — é o que deixamos escapar sem passar pelo crivo do silêncio.


Palavras ditas na euforia nascem sem freio, sem cuidado e sem escuta alguma.


Carregam o peso do instante, mas podem pousar na vida de alguém como sentença duradoura.


O que para quem fala é só excesso de emoção, para quem ouve pode ser o início de uma inquietação que não pediu para carregar.


A calmaria de alguém é frágil como água parada: qualquer pedra jogada sem intenção cria ondas que demoram a se desfazer.


E há palavras que, mesmo ditas sem maldade, afundam fundo demais.


Por isso, nem toda verdade precisa ser dita no calor do momento.


Há silêncios que não são covardes — são cuidados.


Porque preservar a paz do outro, muitas vezes, é um ato de maturidade muito maior do que vencer qualquer euforia passageira.

⁠Quando as demandas ignoradas viram costume, basta alguém fingir preocupação para despertar a paixão do povo.


Ano eleitoral costuma ser tratado como tempo de promessas, mas deveria ser, antes de tudo, tempo de vigília.


Quando demandas ignoradas viram costume, o povo se acostuma a sobreviver com a ausência desenfreada.


E, nesse cenário de carência prolongada, basta alguém fingir preocupação para parecer o grande salvador.


Não é a solução que encanta — é a encenação do cuidado que seduz corações cansados.


A paixão política, quase sempre, nasce menos da razão e mais da fome: fome de atenção, de escuta, de dignidade.


Quem nunca foi ouvido, tende a se apaixonar por quem ao menos finge ouvir.


E assim, o abandono repetido pavimenta o caminho da ilusão coletiva.


Por isso, ano eleitoral exige menos euforia e mais memória.


Menos discursos inflamados e mais perguntas incômodas.


Quem só demonstra zelo quando o calendário aperta, não descobriu o povo — apenas a sua utilidade.


Vigiar é lembrar.


Refletir é comparar.


E escolher com lucidez é o único antídoto contra a velha armadilha: confundir preocupação encenada com compromisso verdadeiro.

Nem nos meus melhores momentos de descontração, me atreveria a brincar com os infortúnios de alguém…


Mas me atrevo a dizer que talvez não haja câncer mais agressivo que a metástase que há muito assola o Congresso Nacional.


Nem mesmo nos instantes de maior descontração ousaria brincar com os infortúnios que a vida impõe a alguém.


A dor alheia, por mais distante que pareça, nos exige muito respeito — porque amanhã, uma igualmente ou até pior, pode bater à nossa porta.


Mas, olhando para a realidade política, percebo que talvez não exista câncer mais agressivo do que aquele que corrói as instituições por dentro.


A metástase que há muito tempo assola o Congresso Nacional não é feita de células doentes, mas de práticas que se multiplicam despudoradamente: corrupção, privilégios, conchavos e o desprezo pelo povo.


Diferente de uma doença física, que a ciência e a esperança tentam curar, esse mal se fortalece no silêncio da sociedade e na acomodação de quem já se acostumou com ele.


E assim, geração após geração, vamos herdando um corpo político debilitado, enfraquecido e refém de suas próprias deformações.


Se um câncer no corpo humano ameaça a vida, o câncer da política ameaça a própria noção de futuro coletivo.


A diferença é que, nesse caso, a cura não depende apenas de médicos ou remédios, mas da coragem de uma sociedade inteira em não se conformar.

Sempre que vejo alguém se valendo do nome de Deus para se Esconder, Aparecer e se Promover, sobretudo na arena política, lembro da perseguição ao Filho d'Ele…


Mataram-no!


E foram justamente os religiosos da época que perseguiram o Filho d’Ele até a cruz.


Mas, ali, no desfecho da maior injustiça, não estava cercado por sacerdotes ou homens de fé, mas ladeado por dois ladrões.


A lembrança é dura, mas necessária: a vaidade dos que se dizem de Deus pode ser tão nociva quanto a agenda oculta dos que O negam.

Sem naufragar no abismo das próprias misérias, ninguém conseguiria comemorar o infortúnio de alguém.


Mas, se parar para pensar, essa comemoração revela mais sobre o vazio de quem celebra do que sobre o destino de quem caiu.


É como se a dor alheia funcionasse como anestesia momentânea para a própria carência.


No entanto, a alegria construída sobre a queda do outro é sempre frágil: dura pouco, envenena devagar e nunca preenche.


A verdadeira libertação não está em aplaudir a ruína do outro, mas em resistir ao impulso de medir a própria vida pela infelicidade alheia.