Texto Qm sou eu

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J•A•R•D•I•M

Meus pensamentos sobem às nuvens frias,
Enquanto eu permaneço no jardim.
O que não digo pesa nos meus dias,
E eu só quero sentir até o fim.

O passado retorna sem pedir,
Mesmo quando evito recordar.
Mas há memórias que insistem em vir
Somente quando é tempo de encerrar.

Confrontar quem fui me fez entender
Que tudo o que deixei para trás
Precisava morrer para nascer
Algo novo, sereno, em paz.

Abrir-me ao novo é o que preciso,
Mas trago um menino em solidão:
Sem saber dar forma ao que sinto,
Sem saber te achar na imensidão.

Há tantas verdades presas na voz,
Mas as palavras não sabem sair.
Tenho medo de te perder tão só,
Antes mesmo de te possuir.

Eu sinto você na minha pele,
No espaço exato do meu respirar.
Teu silêncio em mim se estabelece,
E meus sonhos contigo sabem me amarrar.

Às vezes isso dói, fere sem razão,
Pois não planejei me sentir assim.
O que sinto não cabe na explicação,
É estranho demais pra ter fim.

Você está distante ou talvez não,
Talvez seja o tempo a confundir.
Sou lembrança apagada na visão,
Por conta do espaço entre eu e ti.

Mas eu preciso um dia te encontrar,
Sem armaduras, sem temor.
Olhar nos teus olhos e confessar:
Você é meu porto seguro,
Mesmo sem saber do meu amor.

@gabriela_ortegaa

⁠Hoje acordei e resolvi escrever, o quanto gosto de você, quando eu te ver, vou falar com você pessoalmente, sem parecer estranho, talvez assim a gente se conheça melhor, e eu possa mostrar para você que existo de verdade, gosto de você mais do que tudo no mundo, e, por um milagre, você também gosta de mim da mesma forma, tanto gosto, que tive que arrancar algumas coisas daqui de dentro pra deixar só você.
Hoje eu quero trazer a lembrança, o seu sorriso, seu jeito de olhar pra mim e dizer: -olha pra mim.

Eu tenho uma coleção de textos....
Entre eles há expressão de amor, indignação, esperança, amizade e até de dor...
Penso, por que os tenho!? Se quando escrevi algo de amor foi com todo o meu coração e alma, e no final recebi apenas ingratidão e desprezo... Quando eu escrevi sobre coisas que me deixaram indignada, relembro o quanto vale uma vida a alguém, pois, são pessoas assassinas que matam a pureza e nobreza de um coração. Agora quando falo de esperança sinto me refeita, fortalecida, e volto a dar meus passos, são bem pequenos confesso, quase que me arrasto, mas a esperança, me energiza e vou aos poucos me refortalecendo. A quando paro para ler sobre a amizade, é muito reconfortante, pois os verdadeiros amigos sempre estão na hora certa em nossas vidas. Quando falo da dor, é o momento de meu sepulcro, pois me enterro em minha tristezas, me grudo a solidão, e esqueço o quanto vale a minha vida.
Contudo faço um levantamento, e uso tudo como equilíbrio, pois a balança da vida, me passa nesse processo que: O mal existe para nos ferir e matar aos poucos, mas em compensação, nos deixa alertas, nos faz ver o que não queremos nos transformar, automaticamente nossa fé em Deus se renova e ai começa a funcionar o lado da balança do bem, pois nessa etapa já sabemos que a grande tempestade que passamos se dissipou, que o mal pode urrar com todas as suas forças, mas nossa confiança não se abala.
Queria saber para que serve a maldade, o que o ser que executa esse mal, ganha? Porque para mim ficam mais pobre de alma.
Ouço tanto blá blá blá poeticamente sobre o amor, mas e a pratica? Pois é... são só os blá blá blá mesmo... pois muitos desses poetas nunca conheceram o amor real, vivem somente construindo sonhos inacessíveis, pois para tudo há um limite. Quão bom seria se essas pessoas saíssem do módulo sonhar, e entrassem no módulo praticar.
Então, chegaríamos ao nosso fim, sabendo que realmente amamos no sentido real, e não ficamos somente vivendo de ilusões e grande perda de tempo.
Oh ilusão, passe para longe de mim, pois quero saborear a vida real, enquanto é possível.

A culpa é sua, Deus!
Que me deu sonhos muito
Maiores do que eu.
A culpa é sua, Deus!
Todas mentiras que
Fizeram-me acreditar...
Que eu encontraria alguém
Que eu saberia amar.
A culpa é sua, Deus.
Precisava ouvir sua voz.
Abraçar-te inteiro
Conversar a sós.
A culpa é sua, Deus.
Que me inveja porque
Tenho fim.
E depois do fim,
De poucas lágrimas
Mal choradas,
Vem o NADA.
A dádiva de não ser lembrada.
Sinto muito, Deus
Se seu nome eternamente
Será clamado!
Sem descanso, nem pausa.
Você nunca é perdoado.
A culpa é sua, Deus.
Mas tudo bem.
Você nem tem para quem chorar.
Chore pra mim, Deus.
Eu saberei te perdoar

Eu engoli as palavras
Na minha barriga fez um nó
Se eu não nasci para isso, não sei quem foi
Olha, eu vejo bem esses olhos
Sei que estão chegando ao fim
Olha eu não sou daqui, também não sei de onde vim
Consegui uma casa, um trabalho, um amor
E posso me orgulhar
Mas minha alma, mesmo grata, as noites quer voar
Eu amo você, não teria para onde de ir
Além de onde a mente pode me levar
E a loucura que é viver a vida
Como um do sonho
Por um sonho
Eu vi em cada poro a gota de suor
Eu senti nas curvas do seu rosto cada milagre
Mas não há nada que se possa provar
Como eu não vou enlouquecer?
Como eu não vou enlouquecer?
Me dê forças ao menos para parecer normal
Pois já demoli os muros do que pode ser real
Não tenho mais nada que se possa provar
Eu não sou nada que se possa provar
Nem mesmo minha fé, nem mesmo eu
Eu nem sei o que sou
Ou se existo
Nem sei o gosto do meu lábio
Eu só sei que vou seguir em frente
Custe o que custar
E camuflar minha loucura
Que me consome
Que me mata e me dá vida
Enquanto eu respirar.


Assim, tão triste sem razão
Estou farta de mim
Eu maltrato meu coração
Ao sofrer pelo bem que eu tentei
Nem vi, todo mal que há em mim
Ao querer impor um fim
Ao meu Bel prazer
Fujo tão covarde do meu sonho
Com medo de me soltar
O que vão pensar de mim?
A verdade, é que eu não desisti
Ainda creio conseguir
Bem alto cantar pra Ti
E para mim
Pois sei, hoje estou a merecer
Por tudo que já lutei
Pelo amor que eu senti
Agora, é hora de lutar por mim
Pois eu vou chegar ao fim
Como a chuva que passou
As vidas, são luzinhas a piscar
Ao acender e apagar
Tão fugazes no além
Mesmo sendo somente um piscão
Brilhar sempre é minha ambição
Através da minha voz
Pelo bem e pelo mal que há em mim
Por tudo que eu sofri
Me rebaixando a solidão
Por não ter quem me escutar
Quem em mim a acreditar
Pelo que simplesmente sou
Um artista, como um Deus deve ser belo
Grandioso e eterno
Pra servir de inspiração
Agora, eu preciso de Você
Pois estou a envelhecer
Quem olhará uma murcha flor?
Se, eu não me dou descanso
É pois eu ainda sonho
Em cantar com o coração.

Passei minha vida a sonhar...
Sonhei muito mais do que eu seria
Fui muito menos do que vislumbrei
Concreto em mim, é somente a poesia,
Que dá serventia às minhas noites sem dormir.


Deus, minha maior ambição é Tu existires
E compreenderes a mim...
E guardar todo amor que senti em uma caixinha no Teu infinito,
Para que, pelo menos pra Ti, eu não deixe de existir.


Coisas belas no mundo, tantas belezas eu vi,
Mas, muitas vezes, não fui enxergada e ouvida...
Não ao menos sendo eu: Natali...


Um coração que queria amar, criar e dar o melhor de si...
Mas um coração, nesse mundo, não é nada...
Por isso, espero em Ti.


Sonhei muito mais do que fui,
Mas, mesmo sendo apenas uma sonhadora,
Eu fui real e leal à verdade que há em mim.

Lá vou eu extravasar as elucubrações contidas em meu peito, liberar as vozes presas dentro de minha cabeça. Ando saturado das pessoas — de suas manifestações, pensamentos, conceitos e atitudes. Às vezes penso que, com o passar do tempo, seja natural que, ao envelhecermos, passemos a ser mais críticos, menos tolerantes, mais… chatos. Era assim que eu via as pessoas mais velhas: chatas. Aborrecidas, amargas, de mau com a vida.


Talvez não seja nada disso. Talvez apenas carreguemos, com o tempo, uma bagagem mais objetiva e clara — e, paradoxalmente, mais abrangente e diversa. E talvez isso pese mais do que imaginávamos.


Percebo — e sei que não estou fora disso — que as pessoas, de modo geral, andam excessivamente superficiais e egocêntricas. Isso ultrapassa o limite do suportável para quem já enxerga o Mundo e a Vida por um prisma um pouco mais ajustado, ainda que longe de ideal. Posso estar enganado. Posso estar cansado. Ou ambos.


Pode ser que isso se deva aos meios que existem hoje para as pessoas - ao menos teoricamente - se comunicarem. Mas ao invés de fazerem uma troca, parece que querem apenas monologar. Parece que todos se julgam os Escolhidos, os Iluminados aos quais todos (todos, sem exceção - na cabeça delas) querem ouvir, querem saber sobre, querem aprender com.


Nem mesmo na minha fase de professor, quando me era atribuída alguma “autoridade” para ser ouvido e respeitado, eu me sentia dono da verdade. Sempre questionei o que ensinava. Sempre tentei plantar a dúvida no terreno do meu próprio conhecimento, então ainda bastante limitado. Hoje, consciente de que sei mais do que sabia naquela época, sei também — como Sócrates — que nada sei. E que do Universo nada saberei no dia em que não mais for.


Vejo gente despejando pela boca a própria ignorância, temperada com soberba, arrogância e autodeslumbramento. E reconheço: em certos dias, temo fazer o mesmo. O amor ao próximo — desde que não esteja tão próximo — parece ter sido substituído pelo amor-próprio superlativo. A opinião virou espetáculo. Quem dá palco, muitas vezes, o faz apenas para atirar tomates depois. Não para ouvir, mas para se validar. Para se sentir maior.


Vejo isso em todas as searas: pessoal, social, moral, política, comportamental. Todos são autoridade no que fazem, mesmo sem formação. Todos estão por cima da carne seca, mesmo enfrentando a própria precariedade cotidiana. Todos se declaram impolutos, ainda que cultivem preconceitos íntimos. Todos são “do bem”, desde que o político de estimação do outro seja, invariavelmente, um bandido.


Talvez eu esteja cansado. Cansado de ver gente tentando convencer os outros a abraçarem sua religião, sua sexualidade, sua visão política, seus hobbies. Não me obriguem a acreditar em deus. Não me obriguem a ser quem não quero ser. Não me obriguem a votar em quem cujas botas vocês escolhem lamber. Não me obriguem a gostar do seu estilo musical preferido.


Se as pessoas parassem de bater bumbo para doido dançar, talvez tudo isso pudesse perder força. Talvez não resolvesse. Mas, quem sabe, voltasse a ser minimamente suportável. Para todos.

Eu quero fugir
Das idéias
Eu quero ir pra longe dos pensamentos
Que me cercam de certezas obscuras


Eu não quero mais entender
Alguém me leve de volta, quando eu podia escolher um lado
Meu lado agora é sob os escombros morais
que antecedem a ruína material


Me sinto doente em saber, e em não saber
Estou rouca de tanto gritar no silêncio, e não ser ouvida
Me sinto doente em saber
que existe uma conveniência em tudo isso
e que isso me torna doente e o mundo são


Me assusta o diagnóstico certo, da doença que me assola a alma
Mas sinto que se eu me curar, eu estaria mais doente ainda
A idéia de aceitar ou conviver com essa realidade
transforma a minha loucura na sobriedade mais avassaladora que eu já senti


Escrevo na esperança de não me engasgar com as palavras
um engasgo mental, quase fatal
De tudo que me assola e me atormenta
Escrevo, no fundo, para que eu nunca deixe a loucura perdida
e me torne alguém saudável
nesse mundo doente

Quando eu era pequena, meu primo pegou uma rolinha machucada e levou pra casa pra cuidar. Ele sabia que eu era apaixonada por animais, e me mostrou assim que chegou em casa.
Nós colocamos ela na gaiola até ela se recuperar.
No dia seguinte ela morreu enforcada tentando sair da gaiola.
Ela se matou tentando se libertar.
Não se prende um pássaro que conhece a liberdade, imagina um povo inteiro.

Surto


Eu sabia.
Eu sabia.
Mas o saber não segurou a porta
quando a mente resolveu sair correndo.


O surto não chega gritando,
ele chega convencido.
Diz que agora vai,
que dessa vez precisa falar,
que o silêncio já venceu vezes demais.


E eu assisto.
De dentro.
De fora.
De um lugar estranho
onde ainda existe consciência,
mas não existe freio.


Eu falo.
Eu exponho.
Eu rasgo o que eu mesma costurei com cuidado
em dias de lucidez emprestada.


É desesperador
morar num corpo que não obedece,
num pensamento que se auto-sabota
em tempo real.


É como se eu fosse
a câmera de segurança
de um assalto cometido por mim mesma.
Grava tudo.
Não impede nada.


Depois vem o cansaço.
Esse cansaço antigo,
que não é físico,
é ontológico.
Cansa existir dentro de uma mente
que sabe demais
e controla de menos.


Eu volto pra mim aos poucos,
como quem retorna de um incêndio
carregando o próprio nome chamuscado.
Ainda sou eu,
mas com cheiro de fumaça
e a vergonha silenciosa
de quem viu tudo pegar fogo
sem conseguir apagar.


O surto passa.
Eu fico.
Com a memória do estrago
e a pergunta que nunca cala:


— como é possível estar tão consciente
e ainda assim tão ausente de si?

⁠Eu odeio o amor.

Odeio como os seus olhos brilham e me encantam... ao mesmo tempo ofuscam a sua alma de mim.
Odeio quando você diz que me ama, mas que não me quer... fazendo-me te esperar por toda a minha vida.
Odeio como, mesmo de maneira inconsciente, vivo pensando em você... o que me faz sonhar acordado.
Odeio que, depois de 14 anos, você tenha dito que ainda me ama... já que desperdiçou os melhores anos da minha juventude.
Odeio que você esteja tatuada na minha pele... externando o que há muito está tatuado na minha mente e no meu coração.
Odeio como magoo as demais mulheres... só por não poder e não querer te esquecer.
Odeio quando você me liga... só pra dizer que não quer mais falar comigo.
Odeio que você nunca me esqueça... mas diga que não quer ter um vínculo eterno comigo.
Odeio que você tenha vindo me ver e me beijado... me deixando novamente apaixonado.
Sobretudo, odeio não conseguir te odiar nem por um segundo... embora seja um misto de amor e dor, eu ainda TE AMO! ❤️💔

Quando eu gosto, eu gosto de verdade.
Quando eu quero, eu faço acontecer.
Mas pra fazer acontecer, eu preciso sentir que do outro lado também existe vontade, presença e reciprocidade.
Não me basta ser usada.
Palavras ferem.
Sentimentos são sentidos.
Não dá pra apagar o que marcou, como se apagam palavras ditas ao vento.
Nem mesmo aquelas palavras duras que um dia fomos obrigados a escutar.
Mas podemos contorná-las, transformá-las em lição, e seguir mais fortes do que antes.
E sobre sonhos…
Não é que eu sonhe alto demais.
É que eu sempre fui uma pessoa de muita fé.
Eu acredito no impossível de Deus.
Então, quando alguém me diz que eu não sou capaz — mesmo sem usar essas palavras —
é como cortar as asas de um pássaro que sabe cantar
e trancá-lo numa gaiola.
Sonhos são movimento.
São o que nos levanta todos os dias.
E sobre o amor…
O amor é uma construção que não precisa ser dura.
Não é civil, é sensível.
Amar deve ser leve.
Os passos precisam ser sentidos, não forçados.
Sonhos e amores só sobrevivem
quando existem pessoas que acreditam de verdade
e carregam dentro de si o poder de fazer acontecer.
Fora disso, não passam de palavras bonitas
guardadas numa gaveta qualquer.
Às vezes nos tornamos rebeldes
não por quem somos,
mas pelo que recebemos.
Nos doamos tanto a alguém
que sequer é capaz de nos enxergar.
Eu quero ser vida na vida de alguém,
mas que seja recíproco.
Que juntos possamos atravessar pontes
e subir, lado a lado,
as escadas do sucesso.
Ninguém nasceu pra ser só.
E ninguém nasceu pra ser pó.
Deste mundo não levaremos nada,
mas que sejamos tudo aquilo
que não levaremos.
E que nunca nos falte fé
para acreditar
que ainda existem amores e sonhos
que valem a pena lutar.


- Uma carta para o meu Hoje.

Estou feliz com as minhas conquistas e, muitas vezes, paro para refletir: se eu não tivesse TDAH, se não tivesse me casado, se meu pai não tivesse falecido, se meus acertos tivessem sido maiores do que os meus erros… eu ainda seria a mesma pessoa?

Talvez não. Porque cada limite me obrigou a criar força, cada perda me ensinou profundidade e cada erro me deu consciência. O que sou hoje não nasceu do caminho ideal, mas do caminho possível, e foi nele que aprendi a sustentar quem me tornei.

Amém.

Se ela não se importa comigo, tudo bem.
Eu não vou mendigar atenção, nem implorar por migalhas de afeto.
Eu sigo, me doando o meu melhor agora, para mim.


Quem não reconhece meu valor não merece meu desgaste.
Meu tempo minha energia e, meu coração é precioso demais para ser desperdiçado, para em quem não sabe cuidar.


Eu escolho me levantar, me olhar no espelho e enxergar a força, que sempre esteve aqui.
Eu escolho ser fiel a mim mesmo, porque ninguém pode me dar aquilo que eu mesmo posso construir: respeito, amor-próprio e dignidade.


Se ela não está nem aí, eu estou.
Estou aqui, firme, vivendo, crescendo e me tornando cada vez mais forte.

Eu não sei por que me permito ser tão usada por você.
Dói, e não dói de um jeito humano, doi como se ferisse minha alma
Eu queria muito que você fosse diferente, sinceramente nem eu me reconheço mais do seu lado
Eu te amo ao ponto de não querer ir embora, mas ainda sim sentindo uma dor absurda toda vez que eu fico.
É absurdo, sinceramente... Foi a última vez.

💓Entre Amor e Entrega🌸🍃


Eu jamais me permitiria ser tocada sem amor.
Porque, por mais que seja bom se entregar apenas ao prazer, isso é vazio.
Não tem propósito, não tem sentido.


Quando a entrega acontece com sentimento, tudo se expande além do comum.
Tudo ganha sentido, tudo encontra propósito.


Você não foi capaz de me dar prazer, só me quebrou.
Brincou com meus sentimentos.
Eu duvidei, sim… mas me reconstruí.


Quebrei as lentes da ingenuidade
e rasguei as vestes das fantasias.
Tive medo de me apegar emocionalmente a você
e de fazer nós dois sofrermos
mas, no fim, quem sofreu fui eu.


Percebi que você buscava algo superficial, sem profundidade.
Aquela menina ingênua e sonhadora deu lugar à mulher
que não quer se perder de si tentando fazer algo dar certo.


Eu não negocio os meus valores
para caber na expectativa de alguém.
Não estou disposta a ser desrespeitada
nem a permanecer por conveniência.


O mais bonito na vida
é quando conseguimos conhecer a essência de alguém.


E eu não estou disponível
para usar o coração de alguém
apenas para me sentir viva.


Porque o prazer sem sentimento é vazio


e eu escolho ficar inteira.

Eu deixo a moralidade para putas e ladrões.
Ontem mesmo eu estava com a solidão, essa velha cafetina da alma, me levou ao quarto de uma meretriz. Não tinha dinheiro, mas paguei com um relógio que encontrei no próprio prostíbulo; o tempo ali não pertence a ninguém.


Deixo a moralidade para os alcoólatras e os viciados em jogos, que fazem sermões com o copo na mão e roletas no bolso. Eu, por mim, não gosto nem de álcool nem de jogos, então só jogo quando bebo, e só bebo quando me percebo vivo.


Deixo a moralidade para os que se afogam na em águas rasas.
Eu prefiro os pecados honestos, as mentiras sinceras e as verdades que se contam em um beijo na boca.

Ao primeiro coração que se alimentou da minha natureza, eu lhe dou tal alcunha:


Os fogos que reproduzi em teu peito,
saiba que não se originaram da minha vontade,
mas de um desejo sórdido, do qual fui marionete de impulsos.


Ao final do vosso nome, eu fui vilão,
mas, para os nascidos após aqui, serei herói.


Não pude caminhar em teus ombros,
contudo, fui capaz de sentir a chuva de quem te amou.


E, sem dúvidas, foram sonhos, enquanto fingíamos dormir.

❝ ...Que nada tire o brilho dos meus olhos. Que
eu levante mas forte a cada queda. Que as
dificuldades do dia a dia não abale minha Fé.
Que meu dia seja preenchido com delicadezas
que a vida me oferece. E que jamais eu tenha tempo
para a maldade alheia, e que as ignorâncias dos invejosos
não me afetem. Que meus passos sejam firmes e que
eu encontre a Paz tão sonhada....❞
-------------------------------------------Eliana Angel Wolf